      [Dentro de Sinopse de Ponta]
      [Notas da Histria de Verso e Scanner]
      [Lista de Srie e Notas em Numerar]
      
                    
LEMBRE QUANDO
Nora Roberts - J. D.Robb
Srie Mortal  20
      
      
      
      Copyright  2003 por Nora Roberts
       ISBN 0-399-15106-0
        
      Para Mary Kay McComas,
      Que tipo de toca um instrumento musical,
      Mas que  o melhor de camaradas
                             
      PARTE    Um

      Cobioso de outros ' possesses,
      Ele era prdigo de seu prprio.
      SALLUST
      
      Quem no mundo eu sou?
      Ah, isto  o grande quebra-cabea!
      LEWIS CARROLL
      
      


    1.
            Um arroto herico de trovo seguido o estranho pequeno homem na loja. Ele olhou de relance ao redor apologeticamente, como se o barulho rude era sua responsabilidade em lugar de da natureza, e apalpou um pacote debaixo de seu brao assim ele podia fechar um guarda-chuva preto-e-branco-listado.
      Ambos os guarda-chuva e homem gotejados, um pouco mournfully, sobre a praa limpa de tapete s dentro da porta enquanto a chuva de fonte de frio bateu as ruas e caladas no outro lado. Ele permaneceu onde ele estava, como se no completamente certo de seu bem-vindo.
      Laine girou sua cabea e mandou a ele um sorriso que segurou s calor e convite fcil. Era um olhar que seus amigos teriam chamado sorriso do seu lojista corts.
      Bem, droga, ela era um lojista cortse no momento que etiqueta estava estando penosamente testada.
      Se ela conhecesse a chuva traria clientes na loja em vez de manter afastada eles, ela no emitiria a Jenny o dia. No que ela se importou negcios. Uma mulher no abriu uma loja se ela no quisesse clientes, qualquer que seja o tempo. E uma mulher no abriu uma em Cidade Pequena, E.U.A., a menos que ela entenda que ela gastaria tanto tempo conversando, escutando e refereeing debates como ela telefonaria vendas.
      E isso era bom, Laine pensou, isso era bom. Mas se Jenny tivesse estado no trabalho em vez de gastar o dia pintando seus unhas de dedo do p e assistindo sabes, Jenny teria sido o preso com os Gmeos.
      Darla Avalia Davis e Carla Avaliarem Sido tido seu cabelo tinted a sombra cinzenta mesma de loira. Eles vestiram impermeveis azuis lisos idnticos e levaram bolsas de vagabundo de comparao. Eles terminaram um ao outro  oraes e comunicou em uma espcie de cdigo que incluiu muitas sobrancelhas de espasmo, pursed lbios, ombros e cabea erguida vai para cima e para baixo.
      O que poderia ter sido atraente em oito anos-olds era plancie justa misteriosa em mulheres de quarenta e oito anos de idade.
      Ainda, Laine lembrou a se, eles nunca entraram em Lembrar Quando sem soltar um pacote. Poderia levar eles horas para soltar isto, mas eventualmente as vendas tocariam. Existia pequeno que ergueu corao do Laine to alto quanto o anel da caixa registradora.
      Hoje eles estavam na caa para um presente de compromisso para sua sobrinha, e a chuva de direo e trovo intensivos no pararam eles. Nem teve isto intimidado o par jovem encharcado queeles disseramtido detoured em Buraco do Anjo em um capricho a caminho de D.C.
      Ou o molhado pequeno homem com o guarda-chuva listado que olhou, para olho do Laine, um pouco frentico e perdeu.
      Ento ela adicionou um pouco mais de calor para seu sorriso. "Eu serei com voc em s alguns minutos," ela gritou, e voltou sua ateno para os Gmeos.
      "Por que voc no procura um pouco mais," Laine sugeriu. "Considere cuidadosamente isto. Assim que eu"
      Mo clamped da Darla em seu pulso, e Laine soube que ela no iria escapar.
      "Ns precisamos decidir. Carrie  quase sua idade, doura. O que voc quereria para seu presente de compromisso?"
      Laine no precisou transcrever o cdigo para entender que era uma escavao no-to-sutil. Ela era, afinal, vinte e oito, e no casados. No comprometidos. No, no momento, at particularmente datando. Este, de acordo com os gmeos de Preo, era um crime contra natureza.
      "Sabe," Carla piped em cima, "Carrie encontrou seu Paul na ceia de espaguete ltima queda do Kawanian. Voc realmente devia socializar mais, Laine."
      "Eu realmente devia," ela concordou com um sorriso premiado. Se eu quiser enganchar em cima com um calvo, CPA DIVORCIADO com uma condio de sinus. "Eu sei que Carrie vai amar qualquer que voc escolhe. Mas talvez um presente de compromisso de suas tias devia ser algo mais pessoal que os castiais. Eles so adorveis, mas o to feminino do conjunto de cmoda." Ela levantou a prata-que voltada escova do deixar eles estavam considerando. "Eu imagino outra noiva usou esta em sua noite do casamento."
      "Mais pessoal," Darla comeou. "Mais"
      "Girlie. Sim! Ns podamos conseguir os castiais "
      "Um presente do casamento. Mas talvez ns devamos olhar para o jias antes de ns comprar a cmoda fixar. Algo com prolas? Algo"
      "Velha ela podia passar lentamente seu dia do casamento. Ponha os castiais e a cmoda economizar, mel. Ns tomaremos um olhar para o jias antes de ns decidir qualquer coisa."
      A conversao saltou como uma bola de tnis serviu e volleyed fora de dois coral idntico-alisadas bocas. Laine se felicitou por sua habilidade e enfoque que ela podia acompanhar que disse o que.
      "Boa idia." Laine ergueu os castiais de Dresde velha magnfica. Ningum podia dizer que os Gmeos no tiveram gosto, ou era tmido de aquecer seu plstico.
      Ela comeou a levar eles para o contador quando o pequeno homem cruzou seu caminho.
      Ela era olho para olho com ele, e seu era um plido, desbotada azul avermelhada por falta de sono ou lcool ou alergias. Laine decidiu-se por perdido sono como eles tambm eram obstinados por bolsas pesadas de fadiga. Seu cabelo era um esfrego grisalho enlouquecido com a chuva. Ele vestiu um sobretudo de Burberry caro e levou um guarda-chuva de trs dlares. Ela assumiu que ele barbeou s pressas aquela manh como ele faltou um remendo de barbada cinza junto sua mandbula.
      "Laine."
      Ele disse seu nome com uma espcie de urgncia e intimidade que teve seu sorriso girando para confuso cortesa.
      "Sim? Eu sinto muito, eu sei voc?"
      "Voc no me lembra." Seu corpo pareceu inclinar. "Faz muito tempo, mas eu pensei . . ."
      "Sinta falta!" A mulher a caminho de D.C. gritou. "Voc transporta?"
      "Sim, ns fazemos." Ela podia ouvir os Gmeos que vo por um de seus debates de taquigrafia acima de brincos e broches, e sentiram uma compra de impulso do D.C. acoplar. E o pequeno homem olhou fixamente para ela com uma intimidade esperanada que teve sua pele gelando.
      "Eu sinto muito, eu estou um pouco inundei esta manh." Ela evitou para o contador para anotar os castiais. Intimidade, ela lembrou a se, era parte do ritmo de cidades pequenas. O homem provavelmente tinha estado em antes, e ela no acabava de no poder o colocar. "Existe algo especfico que eu posso ajudar voc com, ou voc gostaria de folhear por algum tempo?"
      "Eu preciso de sua ajuda. No existe muito tempo." Ele tirou um carto, apertou isto em sua mo. "Chame-me naquele nmero, assim que voc pode."
      "Sr. . . ." Ela olhou de relance abaixo no carto, leia seu nome. "Peterson, eu no entendo. Voc est olhando vender algo?"
      "No. No." Seu risada saltado em direo a histrico e teve Laine agradecido para os clientes lotados na loja. "No mais. Eu explicarei tudo, mas no agora." Ele procurou a loja. "No aqui. Eu no devia ter vindo aqui. Chame o nmero,"
      Ele clamped um dar sua de um modo que teve Laine lutando um instinto para empurrar livre. "Prometa."
      Ele cheirou de chuva e sabo e . . . Brut, ela percebeu. E a ps-barba teve alguns chamejarem de memria tentando iluminar em seu crebro. Ento seus dedos apertados em suas. "Prometa," ele repetiu em um sussurro severo, e ela viu s um homem estranho em um casaco molhado.
      "Claro."
      Ela assistiu ele ir para a porta, abra o guarda-chuva barato. E alargue um suspiro de alvio quando ele correu fora na chuva. Misteriosa era seu s pensado, mas ela estudou o carto para um momento.
      Seu nome estava impresso, Jasper R. Peterson, mas o nmero de telefone era manuscrito em baixo de e sublinhava duas vezes, ela notou.
      Empurrando o carto em seu bolso, ela comeou acima de dar o par ambulante um amigvel cutucar, quando o som de freios de grito em pavimento molhado e gritos chocados tiveram sua tecedura ao redor. Existia um barulho horroroso, uma pancada oca ela nunca esqueceria. Da mesma maneira que ela nunca esqueceria a viso do estranho pequeno homem em seu casaco elegante slamming contra sua janela de exibio.
      Ela arremessou fora a porta, no fluir chova. Passos batidos no pavimento, e em algum lugar fim estava o mastigar som de metal de metal notvel, vidro quebrando.
      "Sr. Peterson." Laine agarrou sua mo, curvado seu corpo acima de sua em uma tentativa pattica para proteger seu rosto sangrado da chuva. "No mova. Chame uma ambulncia!" Ela gritou e arrancou fora de sua jaqueta para o cobrir como melhor ela podia.
      "Viu ele. Viu ele. No devia ter vindo. Laine."
      "Ajuda est vindo."
      "Deixou isto para voc. Ele quis que eu pegasse isto para voc."
      "Est tudo bem." Ela escavou ela gotejando cabelo fora de seus olhos e tomou o guarda-chuva algum oferecido. Ela angulada ele acima dele, debruado abaixo mais ntimo como ele arrastou fraco em sua mo.
      "Seja cuidadoso. Eu sinto muito. Ser cuidadoso."
      "Eu irei. Claro que eu irei. S tente ficar quieto agora, tente esperar, Sr. Peterson. A ajuda est vindo."
      "Voc no lembra." O sangue gotejado fora de sua boca  medida que ele sorriu. "Pequeno Lainie." Ele tomou respirao de um estremecer, tossido em cima sangue. Ela ouviu as sirenas como ele comeou a cantar em um magro, ofegando voz.
      "Pare de trabalhar todo meu cuidado e aflio," ele sussurrou, ento ofegou. "Adeus, adeus, melro."
      Ela olhou fixamente para seu rosto danificado como sua pele j gelada comeou a espinho. Memrias, to longas bloqueadas longe, abriram. "Tio Willy? Oh meu Deus."
      "Usado assim um. Atarraxado em cima," ele disse breathlessly. "Desculpe. Pensou que seria seguro. No devia ter vindo."
      "Eu no entendo." Lgrimas queimadas sua garganta, fludas abaixo suas bochechas. Ele esteve morrendo. Ele esteve morrendo porque ela no o soube, e ela mandou a ele fora na chuva. "Eu sinto muito. Eu sinto tanto."
      "Ele sabe onde voc est agora." Seus olhos forados o recuo de. "Esconda o pooch."
      "O que?" Ela se debruou mais ntimo ainda at que seus lbios quase escovou seu. "O que?" Mas a mo ela embreou em sua foi mancar.
      Os paramdicos a escovado de lado. Ela ouviu seus cdigos de dilogo pequeno, expressivamdica ela cresceu acostumado a audio na televiso, podia quase se recitar. Mas isto era real. O sangue lavando longe na chuva era real.
      Ela ouviu uma mulher soluando e dizendo repetidas vezes em uma voz estridente, "Ele correu bem em frente de mim. Eu no podia parar a tempo. Ele acabou de correr na frente do carro. Ele est certo? Ele est certo? Ele est certo?"
      No, Laine quis dizer. Ele no .
      "Venha do lado de dentro, mel." Darla pe ombros do brao ao redor Laine, desenhou ela de volta. "Voc  soaked. Voc no pode fazer qualquer coisa mais fora aqui."
      "Eu devia fazer algo." Ela olhou fixamente abaixo no guarda-chuva quebrado, suas faixas alegres marcadas com porcaria agora, e gotas de sangue.
      Ela devia ter o povoado abaixo na frente do fogo. Dado ele um bebida quente e o deixa morno e seca ele mesmo na frente do pequeno forno. Ento ele seria vivo. Dizendo suas histrias e piadas tolas.
      Mas ela no o reconheceu, e ento ele esteve morrendo.
      Ela no podia entrar, fora da chuva, e o deixe s com estranhos. Mas no existia nada para ser feito mas relgio, sem ajuda, enquanto os paramdicos lutaram e falharam em salvar o homem que uma vez riria de suas piadas de golpe de golpe e cantadas canes tolas. Ele morreu na frente da loja que ela trabalhou to duro de construir, e deitou em sua porta que todas as memrias ela pensou que ela escapou.
      ***
      Ela era uma mulher de negcios, um membro slido da comunidade, e uma fraude. Atrs quarto de sua loja, ela despejou duas xcaras de caf e conheceu que ela estava para mentir para um homem que ela considerou um amigo. E negue todo conhecimento de um que ela amou.
      Ela fez seu melhor para se afianar, correu suas mos pela massa mida de cabelo vermelho claro normalmente vestido em um varrido de ombro vai para cima e para baixo. Ela era plido, e a chuva lavou longe a maquilagem, sempre cuidadosamente se aplicou, ento sardas distinguidas-se em seu nariz estreito e atravs de suas mas do rosto. Seus olhos, um viquingue brilhante azul, eram vtreos com choque e pesar. Sua boca, s um cabelo muito largo para seu rosto angular, quis tremer.
      No pequeno giltwood espelho na parede de seu escritrio, ela estudou sua reflexo. E se viu para que ela era. Bem, ela faria o que ela precisou fazer para sobreviver. Willy certamente entenderia isto. Faa o que veio para primeiro, ela disse a se, ento pense sobre o resto.
      Ela chupou em uma respirao, alargue um tremor, ento ergueu o caf. Suas mos eram quase afianavam como ela entrou na loja principal e se preparou para dar testemunho falso para Buraco do chefe do Anjo de polcia.
      "Desculpe ele levou to longo," ela se desculpou como ela levou o assaltar para onde o Hambrguer de Vince aguardou a pequena lareira de escria de carvo.
      Ele era construdo como um tolerar um grande choque de cabelo loiro branco que estado quase diretamente para cima, como se surpreendido por achar propriamente em cima do rosto largo, confortvel. Seus olhos, um enfraquecido azul e abanaram com as linhas de piscadela, estavam cheios de compaixo.
      Ele era marido do Jenny, e se tornou uma espcie de irmo para Laine. Mas no momento ela lembrou a se que ele era um policial, e tudo que ela trabalhou por estava na linha.
      "Por que voc no se senta, Laine? Voc teve um choque ruim."
      "Eu sinto tipo de entorpeo." Isso era verdade suficiente, ela no teve que estar sobre tudo. Mas ela subjugou para gole seu caf e desviou a vista de na chuva assim ela no teria que encontrar aqueles olhos simpatizantes. "Eu aprecio seu entrando tomar minha declarao voc mesmo, Vince. Eu sei que voc esteja ocupado."
      "Figurou que voc seria mais confortvel."
      Melhor mentir para um amigo que um estranho, ela amargamente pensou. "Eu no sei o que eu posso dizer a voc. Eu no vi o acidente real. Eu ouvi que . . . eu ouvi freios, gritos, uma pancada terrvel, ento eu vi . . ." Ela no fechou seus olhos. Se ela fechar eles, ela veria isto novamente. "Eu vi ele bater a janela, como ele foi lanado contra isto. Eu corri fora, ficou com ele at os paramdicos vieram. Eles eram rpidos. Pareceu como horas, mas era s minutos."
      "Ele estava aqui antes do acidente."
      Agora ela fechou seus olhos, e se prepararam para fazer o que ela teve que fazer para se proteger. "Sim. Eu tive vrias clientes esta manh, que prova que eu nunca devia emitir a Jenny um dia. Os Gmeos estavam em, e um par que dirige pela caminho de D.C. eu estava ocupado quando ele entrou. Ele folheou ao redor durante algum tempo."
      "A mulher de em viagem disse que ela pensou que voc soube um ao outro."
      "Realmente?" Girando agora, Laine pintou uma expresso perplexa em seu rosto, como um artista inteligente poderia em um retrato. Ela cruzou de volta, se sentou em uma das duas cadeiras de cotovelo que ela organizou na frente do fogo. "Eu no sei por que."
      "Uma impresso," Vince disse com um encolher os ombros. Sempre atento de seu tamanho, ele se sentou, lento e cuidadoso, na cadeira de comparao. "Disse que ele tomou sua mo."
      "Bem, ns apertamos as mos, e ele deu a mim seu carto." Laine puxou isto fora de seu bolso, forou se a manter sua ateno em rosto do Vince. O fogo estava crepitando com calor, e entretanto ela sentiu seu calor em sua pele, ela estava fria. Muito fria. "Ele disse que ele gostaria de falar comigo quando eu no estava to ocupado. Que ele poderia ter algo para vender. As pessoas freqentemente fazem," ela adicionou, oferecendo Vince o carto. "Que  como eu fico em negcios."
      "Certo." Ele dobrou o carto em seu bolso de peito. "Qualquer coisa greve voc sobre ele?"
      "S que ele teve um sobretudo bonito, e um guarda-chuva toloe que ele no pareceu como o tipo para vagar cidades ao redor pequenas. Tido cidade nele."
      "Ento fez voc alguns anos atrs. De fato . . ." Ele estreitou seu olhar, alcanado e esfregou um dedo polegar acima de sua bochecha. "Ainda conseguido algum preso para voc."
      Ela riu, porque  o que ele procurado. "Eu desejo que eu pudesse ser mais ajuda, Vince.  uma coisa to terrvel para acontecer."
      "Eu posso dizer a voc, ns conseguimos quatro declaraes de testemunha diferente. Todos eles tm o sujeito correndo diretamente fora na rua, morto na frente daquele carro. Como ele era spooked ou algo. Ele parece spooked para voc, Laine?"
      "Eu no estava pagando suficiente ateno. O fato , Vince, eu rejeitei o basicamente sumariamente quando eu percebi que ele no estava aqui fazer compras. Eu tive clientes." Ela agitou sua cabea quando sua voz sem dinheiro. "Parece to caloso agora."
      A mo Vince parou sua em conforto fez ela parecer suja. "Voc no soube o que estava vindo. Voc foi o primeiro a chegar o a."
      "Ele era direito." Ela teve que tomar um trago fundo de caf para lavar o pesar de sua garganta. "Quase no doorstep."
      "Ele falou com voc."
      "Sim." Ela agarrou seu caf novamente. "Nada que fez muita sensao. Ele disse que ele sentia muito, uns tempos. Eu no penso que ele soube quem eu era ou o que aconteceu. Eu penso que ele era delirante. Os paramdicos vieram e . . . e ele morreu. O que voc far agora? Eu quero dizer, ele no  de ao redor aqui. O nmero de telefone  Nova York. Eu pergunto-me, eu acho que eu pergunte-me se ele estivesse s dirigindo por, onde ele estava indo, onde ele era de."
      "Ns estaremos examinando tudo aquele assim ns podemos notificar seu prxima de famlia." Subindo, Vince deitou uma mo em seu ombro. "Eu no vou dizer que voc apague isto, Laine. Voc no poder , no durante algum tempo. Eu vou dizer a voc que voc fez tudo que voc podia. No pode fazer mais que tudo que voc podia."
      "Obrigado. Eu vou fechar pelo dia. Eu quero ir para casa."
      "Boa idia. Queira um passeio?"
      "No. Obrigado." Era culpabilidade tanto como afeto que teve ela subindo em seus dedes do p para apertar um beijo para sua bochecha. "Diga a Jenny que eu a verei amanh."
      ***
      Seu nome, pelo menos o nome ela soube, era Willy Young. Provavelmente William, Laine pensou como ela dirigiu em cima o pitted pedregulho pista. Ele no tinha sido seu tio realat onde ela soubemas um honorrio. Um que sempre teria vermelho licorice em seu bolso para um pouco menina.
      Ela no o viu em quase vinte anos, e seu cabelo tinha sido marrom ento, seu rosto um pouco mais redondo. Sempre existiu uma fonte em seu passo.
      A maravilha pequena ela no o reconheceu no curvado e nervoso pequeno homem que entrou em sua loja.
      Como ele a achou? Por que teve ele?
      Desde que ele tem sido, para seu conhecimento, amigo mais ntimo do seu pai, ela assumiu que ele eracomo era seu paium ladro, um artista de fraude, um de pouca importncia grifter. No o tipo de conexes uma mulher de negcios respeitveis quis reconhecer.
      E por que o inferno que devia fazer ela parecer pequena e culpada?
      Ela bateu nos freios e se sentou, chocando pelo fixo whoosh de seus trapos na bonita casa na bonita subida.
      Ela amou este lugar. Sua. Casa. A casa de armao de duas histrias era, no sentido exato, muito grande para uma mulher sozinha. Mas ela amou poder vaguear ao redor nisto. Ela amou todo minuto que ela meticulosamente gastou decorando cada quarto para se adaptar. E s se.
      Sabendo, como ela fez, ela iria nunca, j tenha que parar de trabalhar todos os seus pertences em anncio do momento para a melodia de "Adeus Adeus Melro" e corra.
      Ela amou poder putter em torno da jarda, jardins de canteiro, podando arbustos, ceifando a grama, arrancando as ervas daninhas. Coisas ordinrias. Coisas simples, normal para uma mulher que gastou a primeira metade de sua vida fazendo pequeno que era normal.
      Ela era intitulada para este, no ? Para Laine Tavish sendo e tudo to querido dizer? Os negcios, a cidade, a casa, os amigos, a vida. Ela era intitulada para a mulher que ela se fez em.
      No teria ajudado Willy para ela ter Vince dito a verdade. Nada teria mudado para ele, e tudo poderia ter mudado para ela. Vince descobriria, logo o bastante, que o homem no municpio morgue no era Jasper R. Peterson mas William Young, e porm muitos do aka que foi com isto.
      Existiria um antecedente penal. Ela conheceu que Willy fez pelo menos se restringe ao lado de seu pai. "Irmos em braos," seu pai chamou eles, e ela podia ainda ouvir seu risada grande, intensiva.
      Porque ele a enfureceu, ela bateu fora do carro. Ela fez a casa em uma coliso, apalpadas fora suas chaves.
      Ela acalmou, quase imediatamente, quando a porta foi fechada a suas costas e a casa a cercou. Apenas do quieto disto, os odores de leo de limo esfregado em madeira por sua prpria mo, a doura sutil de flores de fonte trazido para dentro de sua prprios jarda acariciou seus nervos desfiados.
      Ela deixa suas chaves no raku prato na mesa de entrada, puxada sua telefone celular fora de sua bolsa e tampou isto no recharger. Escapados de seus sapatos, fora de sua jaqueta, que ela drapejou acima do newel posta, e deixe sua bolsa no passo de parte inferior.
      Rotina seguinte, ela caminhou de volta para a cozinha. Normalmente, ela colocaria a chaleira para ch e examinou o correio que ela levantou da caixa no p da pista enquanto a gua aquecida.
      Mas hoje, ela despejou uma grande taa de vinho.
      E bebeu isto de p na pia, examinando a janela em seu quintal.
      Ela teve uma jardauns temposcomo uma criana. Ela lembrou de uma em . . . Nebraska? Iowa? O que fez isto assunto, ela pensou e tomou um trago saudvel de vinho. Ela gostou da jarda porque teve um direito de rvore velha grande no meio, e ele pendurou um pneu velho dele em uma corda espessa grande.
      Ele empurrou seu to alto que ela pensou que ela estava voando.
      Ela no estava certa quanto tempo eles ficaram e no lembraram da casa mesmo. A maior parte de sua infncia era um obscurecer de lugares e rostos, de passeios de carro, uma agitao de parar de trabalhar. E ele, seu pai, com seu grande risada e mos largos, com seu sorriso irresistvel e promessas descuidados.
      Ela gastou a primeira dcada de sua vida desesperadamente apaixonado pelo homem, e o resto de fazendo tudo que ela podia esquecer ele existiu.
      Se ele estivesse em apuros, novamente, era nenhuma de sua preocupao.
      Ela no era Jack O 'pequeno da Hara Lainie mais. Ela era Laine Tavish, cidado slido.
      Ela de olhos a garrafa de vinho e com um encolher os ombros despejaram um segundo vidro. Uma mulher crescida podia ser brindada em sua prpria cozinha, por Deus, especialmente quando ela assistiu um fantasma do passado morre em seus ps.
      Levando o vidro, ela caminhou para o mudroom porta, responder o esperanado choramingando no outro lado.
      Ele entrou gostou de um canho atirouum tiro de canho cabeludo, mole-espigado. Suas patas plantaram eles mesmos em sua barriga, e o focinho longo bateu seu rosto antes da lngua sorvida fora para cobrir suas bochechas com afeto molhado e desesperado.
      "Certo, certo! Feliz ver voc, tambm." No importa o quo baixo seu humor, uma bem-vinda casa por Henry, o co de caa surpreendente, nunca falhou em erguer isto.
      Ela o pulou da articulao, ou ento ela gostou de pensar. Quando ela foi para a libra dois anos antes, tinha sido com um filhote de cachorro em mente. Ela sempre quereria um atraente, cabriolando pequeno pacote que ela treinaria do cho em cima.
      Entretanto ela o viugrande, desajeitado, stunningly rstico com sua pele de lama colorida. Uma cruz, ela pensou, entre um urso e um tamandu. E ela foi perdida o minuto que ele examinou as portas de gaiola e em seus olhos.
      Todo mundo merece uma chance, ela pensou, e ento ela Henry pulada da articulao. Ele nunca daria a ela uma razo para lamentar isto. Seu amor era absoluto, tanto de forma que ele continuou a olhar adoringly em seu at quando ela encheu sua tigela com kibble.
      "Tempo de comida, camarada."
      No sinal, Henry imergiu sua cabea em sua tigela e ficou srio.
      Ela devia comer, tambm. Algo para ensopar em cima algum do vinho, mas ela no sentiu como isto. Suficiente vinho nadando ao redor em sua circulao sangnea e ela no poderia pensar, perguntar-se, se preocupar.
      Ela deixou a porta interna aberta, mas andado no mudroom para verificar as fora de fechaduras. Um homem podia danar pela porta de cachorro, se ele fosse determinado para entrar, mas Henry instalar o alarme.
      Ele uivou toda vez um carro surgiu para a pista, e entretanto ele castigaria o intruso com babaria e encantardepois que ele terminou trmulo em terrorque ela ficava nunca surpreendida por uma visita. E nunca, em seus quatro anos em Buraco do Anjo, tiveram que ela teve qualquer dificuldade em casa, ou na loja.
      At hoje, ela lembrou a se.
      Ela decidiu fechar o mudroom porta afinal, e deixe Henry fora a frente para sua noite corre.
      Ela pensou sobre chamar sua me, mas qual era o ponto? Sua me teve um bem, vida slida agora, com um bem, homem slido. Ela ganhou isto. Que ponto estava l em quebrar naquela vida boa e dizendo, "Eh, eu choquei-me com Tio Willy hoje, e ento fez um Jipe Cherokee."
      Ela tomou seu vinho com seu upstair. Ela se consertaria um pouco jantar, tome um banho quente, tenha uma noite cedo.
      Ela fecharia o livro em que aconteceu aquele dia.
      Deixou isto para voc, ele disse, ela lembrou. Provavelmente delirante. Mas se ele a deixasse qualquer coisa, ela no quis isto.
      Ela j teve tudo ela procurada.
      ***
      Max Gannon deslizou o assistente um vinte para um olhar para o corpo. Em experincia do Max um retrato de Andrew Jackson corta por fita vermelha mais rpida que explicaes e papelada e mais nveis de burocracia.
      Ele conseguiu as notcias ruins em Willy do balconista de motel na Pousada de Telhado Vermelho onde ele localizou o escorregadio pequeno bastardo. O Polis j tinha estado l, mas Max investiu o primeiro vinte do dia para o nmero de quarto e chave.
      O Polis no tomou suas roupas ainda, nem dos olhares dele feito muito de uma procura. Por que eles iria em um acidente de trfico? Mas uma vez que eles ID iria Willy, eles voltariam e parecem muito mais ntimos.
      Willy no desempacotou, Max notou como ele fez o inventrio do quarto. As meias e roupa ntima e duas camisas de vestido estavam ainda nitidamente misturadas com cuidados o Louis Vuitton nico ensaca. Willy tinha sido um limpo, e ele amou suas marcas de nome.
      Ele pendurou um terno no armrio. Banqueiro cinza, nico-breasted, Hugo Manda. Um par de vadios de Ferragamo preto, complete com rvores de sapato, se sentou nitidamente no cho.
      Max foi pelos bolsos, sentido cuidadosamente ao longo do forro. Ele tirou as rvores de madeira dos sapatos, cutucados seus dedos longos nos dedes do p.
      No juntar banho, ele procurou Willy kit de artigos de toalete de Dior. Ele ergueu a tampa de tanque no banheiro, abaixada at procura atrs disto, debaixo da pia.
      Ele foi pelas gavetas, pela mala e seu contedo, sacudido acima do colcho no dobro de padro.
      O levou menos que uma hora para procurar o quarto e verifica Willy no deixou nada importante para trs. Quando ele partiu, o espao pareceu to limpo e intato quanto teve quando ele entrou.
      Ele considerou dar ao balconista outro vinte no mencionar a visita para o Polis, ento decidiu poderia pr idias em sua cabea.
      Ele subiu em seu Porsche, Springsteen Ligado e encabeado para o municpio morgue para verificar que seu mais forte principal estava em gelo.
      "Estpido. Goddamn, Willy, eu figurei voc para mais esperto que isto."
      Max estourou uma respirao como ele olhou para rosto arruinado do Willy. Por que o inferno voc correu? E o que em um pouco de podunk cidade est em Maryland que era to importante?
      O que, Max pensou, ou quem?
      Desde que Willy no era mais na posio para dizer a ele, Max caminhou de volta fora para dirigir em Buraco do Anjo para levantar uma multi-milho de trilha.
      ***
      Se voc quisesse arrancar uvas da vinha de cidade pequena, voc foi para um lugar onde os locais juntados. Durante o dia, isso significou caf e comida, de noite, lcool.
      Uma vez que ele decidiu que ele estaria ficando em Buraco do Anjo para pelo menos um dia ou dois, Max verificou em que era faturado A Pousada e chovida do Viandante Histrico fora das primeiras doze horas do dia. Estava atrasado suficiente para escolher nmero de porta duas.
      Ele comeu um hambrguer de servio de quarto muito decente em seu laptop, surfando a Home Page forneceu pelo Buraco do Anjo Cmara de Comrcio. A seo de Nightlife deu a ele vrias escolhas de bares, clubes e cafs. Ele quis uma taverna de bairro, o tipo de lugar onde o towners bateu de volta uma cerveja no fim do dia e conversado sobre um ao outro.
      Ele selecionou fora trs que poderia ajustar a conta, ligou os endereos para direes, ento terminado fora de seu hambrguer enquanto estudando o mapa de impresso de Buraco do Anjo.
      Bom suficiente lugar, ele meditou, dobradas nas montanhas o modo que era. O assassino visualiza, escolhas bastante recreativas para a entusiasta de esporte ou acampando monstruosidade. Lento suficiente passo para aqueles que quis agitar o urbano fora de seu docksiders, mas com de primeira pequenos bolsos de culturae um passeio razovel de vrias reas de metro importante deviam se ser propensos para gastar o fim de semana nas montanhas de Maryland.
      A Cmara de Comrcio gabou-se das oportunidades para caa, pescando, caminhando e outra maneira de recreao ao ar livrenenhum dos quais apelou para o urbanite em Max.
      Se ele quisesse ver urso e cervo em seu hbitat natural, ele ligaria O Canal de Descoberta.
      Ainda, o lugar teve charme com suas ruas ngremes e slido de edifcios velho em seu tijolo vermelho escuro. Existia uma extenso boa, largo do Rio de Potomac bifurcando a cidade, e o interesse do arquear pontes de comando que isto. Muitos campanrios de igreja, algum com cobre toca ido suave verde com idade e tempo. E como ele se sentou, ele ouviu o longo, ecoando apito de um trem sinalizando seu transcurso.
      Ele no teve nenhuma dvida que era um eyeful em queda quando as rvores estouradas com cor, e bonita como um carto postal quando a neve socked em. Mas isso no explicou por que uma mo velha como Willy Young conseguiu que ele mesmo ceifou abaixo por um SUV em Rua de Mercado.
      Para achar aquele pedao do quebra-cabea, Max fecha seu computador, agarrada sua jaqueta de bombardeiro amado e encabeado fora para ir barhopping.
      
      
    2.
      
      Ele ultrapassou a primeira escolha sem aborrecer parar. A floresta de Porcos e Harleys fora dianteiro etiquetado ele como um biker bar, e no o tipo de lugar onde os clientes conversaram negcios de cidade acima de sua bebida fermentada.
      O segundo o levou menos que dois minutos para identificar como uma guarida de academia com msica alternativa estranho piped em, e um srio tipos tocando xadrez em um canto enquanto a maior parte dos outros apresentaram padro acasalando cerimnias. 
      Mas ele bate isto no terceiro.
      Artie  era o tipo de colocar um sujeito poderia tomar sua esposa, mas no seu pedao lateral. Era onde voc foi socializar, dar com amigos ou agarrar uma rpida a caminho casa.
      Max teria feito livro que noventa por cento do cliente funda conheceu um ao outro por nome, e um bons pedao deles seria relacionado.
      Ele se moveu para o lado at o bar, Beck Ordenado est em torneira e scoped fora seu ambiente. ESPN no tubo de bar, soe muted, lanche se mistura em cestas de cortesia de plstico. Um sujeito muito grande preto trabalhando a vara, e duas manipulao de garonetes as barracas e de quatro topos.
      A primeira garonete lembrou a ele de seu bibliotecrio do segundo grau, que fez ele pensa que ela viu isso tudo e no estava muito contente com a viso. Ela era pequena, pesado no quadril e no lado alto de quarenta. Existia um olhar em seu olho que o advertiu que ela no toleraria lbio.
      O segundo era primeiros anos vinte e o flirty tipo. Ela exibiu-se um corpo bem empacotado com um suter preto aquecido e pintou-em cala jeans. Ela gastou tanto tempo lanando seu cabelo loiro ondulado como ela amarrou scooping esvazia.
      Do modo que ela demorou em suas estaes, atirando a brisa, Max aposta que ela era uma fonte de informaes, e o tipo que gostado de compartilhar.
      Ele ofertou seu tempo, ento mandada ela um sorriso premiado quando ela parou pelo bar para chamar em uma ordem. "Ocupado hoje  noite."
      Ela atirou um direito de sorriso premiado de volta nele. "Oh, no muito ruim." Ela trocou seu peso, rodado seu torso em direo a ele em um corpo-idioma convite para conversar. "Onde voc de?"
      "Eu movo ao redor muito. Negcios."
      "Voc ficou menino meridional em sua voz."
      "Pegou-me. Savannah, mas eu no estou em casa em um instante." Ele resistiu uma mo. "Max."
      "Oi, Max. Angie. Que tipo de negcios traz voc para o Buraco?"
      "Seguro."
      Seu tio vendeu seguro e ele certo como inferno no decorou um tamborete de bar como este aqui. Seis e dois, perna a maior parte, e uma bem afinado uma e noventa, se ela fosse qualquer juiz. E Angie se considerou uma maldio bom juiz de seu doce de olho.
      Existia muito cabelo marrom listrado a umidade arreliou em acenou ao redor um rosto afiado, estreito. Os olhos eram fulvos marrons e amigveis, mas existia uma extremidade para eles. Ento existia aquela sugesto de sonhadora demora, e o ligeiramente dente canino entortado que afastou seu sorriso de ser perfeito.
      Ela gostou de um homem com uma extremidade, e algumas imperfeies.
      "Seguro? Podia ter me enganado."
      "S est jogando, no ?" Ele estalou um pretzel em sua boca, relampejou o sorriso novamente. "A maioria das pessoas, eles gostam de jogar. S como eles gostam de acreditar em que eles vo viver para sempre." Ele tomou um gole de sua cerveja, notou ela olhou de relance em sua mo esquerda. Verificando para um anel de casamento, ele assumiu. "Eles no fazem. Eu ouvi algum pobre bastardo conseguido creamed direito em Rua Principal esta manh."
      "Mercado," ela corrigiu, e ele fez que ele mesmo parece perplexo. "Acontecida esta manh em diante Rua de Mercado. Correu direito fora na frente de Missy Leager pobre Cherokee. Ela  um gastar o tempo inutilmente isto, tambm."
      "Isto  spero. No soa como era sua culpa."
      "No era. Muita pessoas viram acontecer, e no existia uma coisa que ela podia ter feito. Ele acabou de correr direito fora na frente dela."
      "Isto  duro. Eu acho que ela o soube, tambm. Cidade pequena como isto."
      "No, ningum fez. Ele no era daqui. Eu ouvi que ele estava em Lembrava Quandoeu trabalhar direito l de meio perodo antes. Ns vendemos antiguidades e collectibles e material. Eu acho talvez que ele estava folheando em por. Terrvel. S terrvel."
      "Certamente est. Voc existiam quando aconteceu?"
      "Uh-uh. Eu no estava trabalhando esta manh." Ela pausou, como se conduzindo um debate rpido em se ela estava contente ou arrependida para ter faltado isto. "No saiba por que algum correu fora na rua que modo. Estava chovendo bonito ruim. Eu acho que ele no viu o carro."
      "M sorte."
      "Eu direi."
      "Angie, voc esperando por aqueles bebidas servir para eles mesmos?"
      Era do bibliotecrio e tinha Angie rolando seus olhos. "Eu estou conseguindo eles." Ela piscou em Max, ento hefted sua bandeja. "Veja voc ao redor?"
      "Voc aposta."
      Quando Max caminhou de volta em seu quarto de hotel, ele teve um bem lidar em movimentos do Willy. Ele verificou em seu motel em ao redor de dez o dinheiro da noite antes, paga para uma permanncia de trs noites. Ele no estaria conseguindo um reembolso. Ele teve um caf da manh de solo na loja de caf a prxima manh, ento dirigiu em sua Rua de mercado de carro de aluguel e estacionou dois norte de quarteires de Lembrou Quando.
      Desde, neste momento, Max no podia o pr em quaisquer das outras lojas ou negcios naquela seo, a razo mais lgico para estacionamento que distncia de seu destino assumido, na chuva, era precauo. Ou parania.
      Desde que ele estava morto, precauo era a aposta mais segura.
      Ento s que Willy quis com uma loja antiga em Buraco do Anjo que teve ele fazendo caminhos de Nova Yorke tudo que ele fazendo podia cobrir aqueles caminhos?
      Um ponto de gota? Um contato?
      Uma vez mais, Max inicializou em cima seu computador e educou a cidade  Home Page. Em um par de clique, ele ligou lembrar Quando. Antiguidades, propriedade jias, collectibles. Comprado e vendido.
      Ele rabiscou o nome da loja em um bloco e adicionou Cerca?, Circulando a pergunta duas vezes.
      Ele l as horas operacionais, telefone e nmeros de fac-smile, e-mail endereo, e o fato que eles reivindicaram transportar mundial.
      Ento ele leu o nome do proprietrio.
      Laine Tavish.
      No era uma em sua lista, mas ele verificou de qualquer maneira. Nenhum Laine, ele verificou, nenhum Tavish. Mas existia Elaine O 'Hara. S filha do grande Jack.
      Lbios enrrugaram, Max se debruou de volta na cadeira de escrivaninha. Ela teria vinte e oito anos, vinte e nove agora. No estaria interessando se Grande Jack O 'pequena menina da Hara teve seguido em larcenous passos do seu papai, mudou seu nome e se se aconchegou longe em uma bonita cidade de montanha?
      Era, Max pensou, uma mendicncia de pedao de quebra-cabea para ajustar.
      ***
      Quatro anos de viver em Buraco do Anjo significou Laine soube s o que esperar quando ela abriu Lembra Quando de manh.
      Jenny chegaria, s um cabelo tarde, com rosquinhas frescas. s seis meses grvidas, Jenny raramente foi vinte minutos sem um almejar para algo que gritou acar e gordura. Como resultado, Laine estava visualizando sua prpria balana de banheiro com um fim de olho.
      Jenny complementaria as rosquinhas com um thermos do ch herbrio que ela ficou viciado em desde concepo e exigiu saber todos os detalhes de ontem evento. Sendo casado com o chefe de polcia no a pararia de verso do Laine ausente para adicionar j para acumular dados.
      s dez afiado, o curioso comearia a vagar em. Algum, Laine pensou como ela encheu a caixa registradora com mudana, fingiria estar folheando, e outros no aborreceriam disfarar a caa para fofoca.
      Ela teria que ir por isso tudo novamente. Tenha que mentir novamente, ou pelo menos evada com a pretenso que ela iria nunca antes de visto o homem que chamar ele mesmo Jasper Peterson.
      Tinha sido muito tempo desde que ela teve que colocar uma mscara s para conseguir pelo dia. E ele a deprimiu o quo um ajustar fcil era.
      Ela estava pronta quando Jenny apressou em cinco minutos tarde.
      Jenny teve o rosto de um anjo danoso. Era redondo e suave, rosa e branco, e teve olhos castanhos inteligentes que balanado em cima s um Tad nos fora de cantos. Seu cabelo estava massa de um enrolar preto, freqentemente, como era hoje, empacotado qualquer que modo em cima de sua cabea. Ela vestiu um suter vermelho enorme que estirada acima de sua barriga grvida, cala jeans folgada e Doc Martens antigo.
      Ela era tudo Laine no eradisordered, impulsivo, indisciplinado, um vendaval sentimental. E exatamente o tipo de amigo Laine alfinetou para ao longo de infncia.
      Laine considerou isto um daqueles presentes dourados de destino que Jenny estava em sua vida.
      "Eu estou sofrendo fome. Voc est sofrendo fome?" Jenny esvaziou a caixa de padaria no contador, rasgado abre a tampa. "Eu dificilmente podia permanecer o cheiro destas coisas no passeio de dois minutos de do Krosen. Eu penso que eu comecei a choramingar." Ela encheu a melhor parte de uma gelia-abastecimento em sua boca e conversou ao redor isto. "Eu me preocupei sobre voc. Eu sei que voc disse que voc era certo quando eu chamei ontem  noite, s um pouco enxaqueca, no queira conversar sobre isto, blah, blah, blah, mas Mame preocupada, doura."
      "Eu sou certo. Era terrvel, mas eu sou certo."
      Jenny resistiu a caixa. "Coma acar."
      "Deus. Voc sabe quanto tempo eu terei que descobrir para chip este fora de meu traseiro?"
      Jenny s sorriu quando Laine escavou e tomou uma nata-abastecimento. "Voc tem um traseiro to bonito, tambm." Ela esfregou sua barriga em crculos lentos como ela assistiu Laine mordiscar. "Voc no parece com que voc conseguiu muito sono."
      "No. No podia povoar." Apesar de todo esforo no , ela examinou a janela de exibio. "Eu devo ter sido a ltima pessoa que ele falou com, e eu rejeitei o sumariamente porque eu estava ocupado."
      "Voc pode imaginar como Missy est sentindo esta manh? E no  no mais sua culpa que seu." Ela foi para o quarto de parte de trs, movendo no waddle/march ela desenvolveu no sexto ms de sua gravidez e voltou com dois assalta. "Voc ter algum ch para ir com seu golpe de acar. Voc vai precisar de ambos para fortalecer voc para o onslaught quando ns abertos. Todo mundo vai querer vir por."
      "Eu sei."
      "Vince vai manter isto quieto at que ele pegou mais compreendido, mas ele vai sair, e eu figuro que voc tem um direito de conhecer."
      Aqui ele vem, Laine pensou. "Saiba o que?"
      "O nome do sujeito? No era o nome no carto que ele deu a voc."
      "Eu sinto muito?"
      "No era o nome que ele esteve usando licena ou cartes de crdito do seu motorista qualquer um," Jenny continuou excitadamente. "Era um pseudnimo. Seu nome era William Young. Consiga isto. Ele era um ex-condenado."
      Ela odiou ouvir o homem ela lembrou muito ternamente chamou um ex-trapaceiro, como se ele fosse a soma dele. E se odiou para no fazendo nada para o defender. "Voc est brincando? Aquele pequeno homem?"
      "Furto, fraude, possesso de bens roubados, e isto  condenaes justa. De que eu wormed fora de Vince, ele era suspeitado de muito mais. Como uma carreira criminoso, Laine. E ele estava aqui, provavelmente cobertura a articulao."
      "Voc est assistindo muitos filmes velhos, Jenny."
      "Vamos! E se voc tem estado s aqui? E se ele teve uma arma de fogo?"
      Laine espanou acar fora de seus dedos. "Ele teve uma arma de fogo?"
      "Bem, no, mas ele podia ter. Ele podia ter roubado voc."
      "Uma carreira criminoso vem a distncia toda para Buraco de Anjo  para roubar minha loja? Homem, aqueles site da web realmente trabalhos."
      Jenny lutou parecer aborrecido, ento latido fora um risada. "Certo, ento ele provavelmente no estava contando com atropelar a articulao."
      "Eu vou tomar exceo se voc continuar chamando minha loja uma articulao."
      "Mas ele teve que ser at algo. Ele deu a voc seu carto, certo?"
      "Sim, mas"
      "Ento talvez ele estava pulando vender voc mercadoria roubada. Quem olharia em um lugar como isto para bens quentes? Como eu disse a Vince, ele provavelmente fez um trabalho recentemente, e talvez sua cerca habitual secou completamente ou algo, ento ele teve que achar um caminho para girar os bens, e rpidos."
      "E de todas as lojas de antiguidades em todo o mundo, ele caminha em meu?" Ela riu isto, mas existia uma toro em seu intestino como ela perguntou-se se isso era realmente a razo que Willy veio para sua porta.
      "Bem, ele caminhar teve em um, por que no seu?"
      "Ah . . . porque isto um filme de TV no  da semana?"
      "Voc tem que admitir  estranho."
      "Sim,  estranho, e  triste. E tambm  dez horas, Jen. Deixe esteja aberto e veja o que o dia traz."
      Trouxe, to esperado, os ces de caa de fofoca e gawkers, mas Jenny podia trocar teorias com alguns clientes enquanto ela telefonou vendas genunas. Covardemente Era, mas Laine decidiu tomar a pena e fuga amarela atrs com a desculpa de papelada enquanto Jenny lidou com a loja.
      Ela roubou apenas vinte minutos de solido quando Jenny cutucou sua cabea. "Mel, voc precisa ver isto."
      "A menos que ele seja um cachorro que pode prestidigitar enquanto montando um unicycle, eu preciso atualizar esta planilha eletrnica."
      " melhor." Jenny empurrou sua cabea em direo  loja, andando de volta com a porta aberta.
      Desde seu curiosity era irritado, Laine escapou depois dela. Ela o viu, segurando um vidro da gua de vidro de Depresso verde at a luz. Pareceu completamente muito delicado, muito feminino, para um homem vestindo uma jaqueta de bombardeiro danificado e vestido caminhando botas. Mas ele no apalpou isto como ele anotar isto e levantou seu parceiro para um estudo semelhante.
      "Mmmm." Jenny fez o mesmo som que ela fez quando contemplando rosquinhas de gelia. "Isto  o tipo de bebida longo de rega uma mulher quer abaixar em um grande sorva."
      "Mulheres casadas grvidas no deviam sorver em homens estranhos."
      "No significa que ns no podemos apreciar a paisagem."
      "Misturando metforas." Ela acotovelou seu amigo. "E olhando fixamente. Enxugue o babar fora de seu queixo e v fazer uma venda."
      "Voc o leva. Eu preciso urinar. Mulher grvida, sabe."
      Antes de Laine poder objeto, Jenny beliscou atrs. Mais divertido que irritado, Laine comeou atravs do quarto. "Oi."
      Ela teve seu sorriso mercantil amigvel em lugar quando ele girou, e seus olhos bloqueados em suas.
      Ela sentiu o centro de soco morto da barriga, com o aftershocks de radiando at suas rtulas. Ela podia quase parecer dreno pensado aderente fora de seu crebro, substitudas por algo ao longo das linhas de: Oh. Bem. Uau.
      "Oi atrs." Ele manteve o vidro em sua mo e acabou de olhar para ela.
      Ele teve olhos de tigre, ela vagamente pensou. Olhos de gato grande, perigoso. E o metade sorriso em seu rosto como ele olhou fixamente para seu tido o que podia s ser luxria pooling atrs de sua garganta. "Um . . ." Fascinada por sua prpria reao, ela alarga um metade risada, agitou sua cabea. "Desculpe, se importe de estava vagando. Voc coleciona?"
      "No at agora. Minha mame faz."
      "Oh." Ele teve uma mame. Isso no era doce? "Ela pega para algum padro particular?"
      Ele sorriu abertamente agora, e Laine alegremente permitiu o topo de sua cabea para soprar fora de. "Ela no fazem qualquer rea qualquer. Ela gosta . . . da variedade da inesperada. Eu tambm." Ele anotar o vidro. "Como este lugar."
      "Com licena?"
      "Um pouco caixa de tesouro guardada nas montanhas."
      "Obrigado."
      E ento era ela, inesperada, ele pensou. Brilhanteo cabelo, os olhos, o sorriso. Bonito como um morango parfait e um inferno de muito mais sensual. No no cheio-fora, modo calorosamente obsceno a morena teve o atingiu, mas em um segredo, eu lego-surpresa-voc modo que fez ele querer saber mais.
      "Gergia?" Ela perguntou, e sua sobrancelha deixada ergueu uma frao.
      "Etiquetado."
      "Eu sou bom com acentos. Sua me tem um aniversrio surgindo?"
      "Ela parou de ter eles mais ou menos dez anos atrs. Ns s chamamos isto Dia da Marlene."
      "Mulher esperto. Aquelas acrobatas so o padro de Quarto de Ch, e em proviso bastante pequena. Voc no freqentemente v um conjunto de seis como isto, e em condio perfeita. Eu posso dar a voc um preo bom no conjunto completo."
      Ele escolheu um em cima novamente mas continuado a olhar para ela. "Eu chego a pechincha?"
      " exigido." Ela andou mais ntimo para erguer outro vidro e o mostrar ao preo na parte inferior. "Como voc pode ver, eles so cinqenta cada, mas se voc quiser o conjunto, eu darei a eles para voc para dois setenta e cinco."
      "Eu espero que voc no tome este o modo errado, mas voc cheira realmente bom." Era alguma fragrncia esfumaada que voc no notou at que teve voc pela garganta. "Realmente boa. Dois e um quarto."
      Ela nunca paquerou, nunca paquerados com os clientes, mas acharam se girando em direo a ele, estando s um pouco mais ntimo que era estritamente negcios e sorridentes naqueles olhos perigosos. "Obrigado, eu estou contente que voc gosta disto. Dois e sessenta, e isto seja um roubar."
      "Associe-se o transporte para Savannah e jante comigo e ns temos um negcio."
      Tinha sido muito tempo, completamente muito tempo, desde que ela sentiu aquela pouca excitao nadar pelo sangue. "Transportee um bebida, com a opo para jantar mais tarde e lugar.  um bem oferece."
      "Sim, . Sete horas? Eles tm um bar agradvel no Viandante."
      "Sim, eles fazem. Sete  bom. Como voc gostaria de pagar por este?"
      Ele tirou um carto de crdito, deu isto para ela.
      "Max Gannon," ela l. "Max justo? No Maxwell, Maximillian, Maxfield." Ela pegou o estremecimento leve e riu. "Maxfield, como em Parrish."
      "Max Justo," ele disse, muito firmemente.
      "Certo ento, Max Justo, mas eu tenho um par de cartazes de Parrish emoldurados muito bons no prximo quarto."
      "Eu manterei aquela em mente."
      Ela foi embora e atrs do contador, ento deitou uma forma de transporte nisto. "Por que voc no escreve as informaes de transporte. Ns teremos esta fora esta tarde."
      "Eficiente, tambm." Ele se debruou contra o contador como ele preencheu a forma. "Voc tem meu nome. Eu consigo seu?"
      " Tavish. Laine Tavish."
      Ele manteve seu sorriso fcil como ele olhou em cima. "Laine justo? No Elaine?"
      Ela no sacudiu um clio. "Laine justo." Ela telefonou a venda e o deu um bonito ouro-anulado carto de presente. "Ns incluiremos isto, e presente embrulha, se voc gostaria de escrever uma mensagem para sua me."
      Ela olhou de relance acima de como os sinos tocaram, e os Gmeos entraram.
      "Laine." Carla fez um beeline para o contador. "Como voc est levantando?"
      "Eu sou bom. Multa justa. Eu serei direito com voc."
      "Ns estvamos preocupados, ns no ramos, Darla?"
      "Ns certamente ramos."
      "Nenhuma necessidade." Com algo como pnico, ela legou Jenny voltar em. O interldio com Max dirigiu o pesar e a preocupao acima de Willy doida. Agora, estava inundando de volta. "Eu conseguirei aquelas coisas que eu estou usando ala para voc assim que eu estou acabado aqui."
      "Voc no apressa." Carla j estava angulando sua cabea assim ela podia ler o destino na forma de transporte. "Nosso Laine se se orgula em bom atendimento ao consumidor," ela disse a Max.
      "E certamente entregas. Senhoras, voc  um de duas conchas tratam para os olhos."
      Eles blushed, em unssono.
      "Seu carto, Sr. Gannon, e seu recibo."
      "Obrigado, Sra. Tavish."
      "Eu espero que sua me aprecia seu presente."
      "Eu estou certo que ela ir." Seus olhos ridos em suas antes dele girar para os Gmeos. "Senhoras."
      As trs mulheres assistiram ele sair. Existia uma batida prolongada de silncio, ento Carla alarga uma respirao longa, longa e disse simplesmente, "Minha, oh minha."
      O enfraquecido de sorriso do Max o minuto ele estava fora na rua. Ele no teve nada para parecer culpado, ele disse a ele mesmo. Tendo um bebida com uma mulher atraente no fim do dia era um normal, atividade agradvel, e seu direito inalienvel como um homem saudvel, nico.
      Alm disso, ele no acreditou em sentir culpado. Deitando, mentindo, pretenso e malcia eram toda parte do trabalho. E o fato era que ele no mentiu para elaainda.
      Ele caminhou para metade de um quarteiro abaixo onde ele podia permanecer e olhar de volta no lugar onde o Willy morreu.
      Ele s mentiria para ela se ela girasse fora para estar parte deste. E se ela fosse, ela iria conseguir muito pior que algumas mentiras lisas.
      O que se preocupou ele estava o no conhecer, o no intuir. Ele teve uma sensao sobre estas coisas, que era por que ele era bom em seu trabalho. Mas Laine Tavish teve blindsided ele, e a nicos coisa ele sentiu era to lento, deslizamento aucarado de atrao.
      Mas olhos azuis grandes e sorriso sensuais de lado, as chances eram que ela estavam nele at seu bonito pescoo. Ele sempre foi com as chances. Willy pagou a ela uma visita e acabou espirrado na rua fora de sua loja. Uma vez que ele soube por que, ele era um passo mais ntimo para o glittery termina da trilha.
      Se ele tivesse que a usar para chegar l, aquelas eram as fraturas.
      Ele voltou para seu quarto de hotel e tomou o recibo de seu bolso, cuidadosamente espanou isto para impresses. Ele teve bom de seu dedo polegar e dedo indicador. Ele tomou retratos digitais e mandou a eles para um amigo que correu eles sem perguntar perguntas irritantes.
      Ento ele se sentou, dobrados seus dedos e foi trabalhar na estrada de informaes.
      Ele plowed por uma panela de caf, um sanduche de galinha e realmente boa torta de ma enquanto ele trabalhou. Ele teve casa endereo do Laine e, entre o telefone e o computador, as informaes que ela comprou sua casa e estabeleceu seus negcios em Mercado quatro anos antes. Previamente, ela listou uma Filadlfia tratar. Um pouco mais pesquisa localizou isto como um edifcio de apartamentos.
      Com mtodos no estritamente ticos, ele gastou mais tempo descascando longe as camadas de Laine Tavish e comeou a conseguir um retrato. Ela se formou do Estado de Penn, com seus pais listados como Marilyn e Robert Tavish.
      Engraado, no era? Max pensou, vazamento seus dedos na escrivaninha. Jack O 'esposa da Hara era, ou tinha sido, Marilyn. E isso no era s um pouco muito coincidente?
      "At seu bonito pescoo," ele murmurou e decidiu estava na hora de para mais srio cortando.
      Existiam modos e existiam caminhos para ampliar petiscos de informaes que levados a mais petiscos. Sua licena de negcios tinha sido, de acordo com a lei, claramente exibida em sua loja. E aquele nmero de licena deu a ele um trampolim.
      Algum criativo trapaceando netted ele a aplicao para a licena, e seu nmero de seguro social.
      Ele preso com isto, usando os nmeros, intuio e seu prprio insacivel curiosity para perseguir a ao para sua casa pelo palcio de justia de municpio, e agora ele teve o nome de seu emprestador devia ele querer quebrar vrias leis e cortar seu caminho para sua aplicao de emprstimo.
      Seria divertido porque Deus soube que ele amou tecnologia, mas serviria mais propsito para descobrir onde ela veio de em lugar de onde ela estava agora.
      Ele voltou para os pais, comeou uma procura que exigiu uma segunda panela de caf de servio de quarto. Quando ele finalmente definiu Robert e Marilyn Tavish em Taos, Novo Mxico, ele agitou sua cabea.
      Laine no o atingiu como uma flor do Oeste. No, ela era Leste, ele pensou, e largamente urbano. Mas Bob e Marilyn, como ele estava pensando deles, teve um vnculo algo para chamar Roundup, que girou fora para estar uma articulao de churrasco ocidental, e eles tiveram umas pgina da Web. Todo mundo fez, Max pensou.
      Existia at um retrato dos proprietrios felizes ao lado de um vaqueiro de caricatura enorme com lariat. Ele aumentou e impresso fora o retrato antes de sacudir pelo local. O menu preso no soou metade ruim, e voc podia ordenar Pontap-Traseiro Churrasco Molho do Rob pelo local.
      Rob, Max notou. No Bob.
      Eles pareceram felizes, ele pensou como ele estudou a fotografia. Ordinria, classe operria, contente como esmurre possuir seus prprios negcios. Marilyn Tavish no pareceu com a antiga esposae suspeitou cmplicede um ladro de carreira e vigarista que s no conseguiria iluses de grandeza, mas de alguma maneira tirou isto.
      Ela olhou mais como o tipo que consertaria voc um sanduche antes dela sair para suspender a lavagem.
      Ele notou Roundup tinha estado em negcios oito anos, que significaram que eles comearam o lugar enquanto Laine tinha estado em academia. Tocando uma corcunda, ele anotado sobre o jornal de Taos local, examinou superficialmente nos arquivos e procurou por uma histria no Tavishes.
      Ele achou seis, que o surpreenderam, e voltaram para o primeiro, em que o jornal teve coberta a abertura de restaurante. Ele l isso tudo, pagando ateno ntima para detalhes pessoais. Como o Tavishes tinha sido casado por seis anos naquele ponto, e encontrou, de acordo com o relatrio, em Chicago, onde Marilyn tinha estado uma garonete e Roubava trabalhado para um Chrysler dealership. Existia uma meno breve de uma filha que era uns negcios importantes em academia atrs Leste.
      Rob sempre quis possuir seu prprio lugar, blah blah, e finalmente comeou a estudar sua esposa  ousar fazer algo com seus talentos culinrios alm de alimentar seus amigos e vizinhos em piqueniques.
      Outro interesse do histrias Rob seguido em associao da poltica local e Marilyn com um conselho de artes de Taos. Existia outra caracterstica quando Roundup celebrou seu quinto aniversrio com uma festa ao ar livre, inclusive passeios de pnei para crianas.
      Aquela histria levou um retrato do par radiante, flanqueando um rir Laine.
      Jesus, ela era um knockout. Sua cabea era lanada de volta com o risada, seus braos atirada afetuosamente ao redor ombros da sua me e padrasto. Ela estava vestindo alguma ocidental-cortada camisa com pequenos pedaos de franja nos bolsos, quepor razes ele no podia braao fez louca.
      Ele podia ver uma semelhana para sua me agora que eles estavam lado a lado. Em torno dos olhos, a boca.
      Mas ela conseguiu aquele cabelo, aquele cabelo vermelho claro, de Grande Jack. Ele estava certo disto agora.
      A contagem de tempo trabalhada, muito bem. Marilyn O 'Hara arquivou para divrcio enquanto Jack estava servindo uma extenso pequena, cortesia do estado de Indiana. Ela tomou a criana e movida para Jacksonville, Flrida. Os citaes mantiveram seu olho nela por alguns meses, mas ela tem sido limpa e trabalhou como uma garonete.
      Ela bateu ao redor um pouco. Texas, Filadlfia, Kansas. Ento ela saiu de viso, fora do radar, um pouco menos que dois anos antes dela e Rob amarraram o lao.
      Talvez ela quis comear fresco para ela mesma, para a criana. Ou talvez era s um trapaceiro longo. Max estava fazendo isto sua misso para descobrir.
      
      
    3.
      
      "O que eu estou fazendo? Isto no  algo que eu fao."
      Jenny perscrutou acima de ombro do Laine em suas reflexes duais no espelho de banheiro. "Voc vai ter um bebida com um grande-olhando homem. Por que isto no  algo que voc  melhor discutido com um terapeuta."
      "Eu at no sei quem ele ." Laine anotar o batom que ela segurou antes de se aplicar isto. "Eu bato nele, Jen. Pelo amor de Deus, eu bato nele em minha prpria loja."
      "Uma mulher no pode bater em um sujeito sensual em sua prpria loja, onde pode ela? Use o batom." Ela olhou de relance at onde o Henry estava thumping seu rabo. "Veja, Henry concorda comigo."
      "Eu devia acabava de chamar a pousada, deixe uma mensagem para ele, diga a ele algo surgiu."
      "Laine, voc  quebrar meu corao." Ela levantou o batom. "Pinte," ela ordenou.
      "Eu no posso acreditar em que eu deixar voc me conversar em fechar uma metade hora cedo. Eu no posso acreditar o quo fcil era para voc me conversar nisto. Voltando para casa mudarparece bvio, no faa isto?"
      "O que est errado com bvio?"
      "Eu no sei." Laine usou o batom, estudou o tubo. "Eu no estou diretamente pensando. Era aquele momento, aquele ka-estrondo momento. Eu acabei de querer arrancar fora de sua camisa e morder seu pescoo."
      "Bem, v para isto, mel."
      Com um risada, Laine girou ao redor. "Eu no sou completar. Um bebida, certo. Seria rude no aparecer, no iria isto? Sim, seria rude. Mas isto  isto. Depois disto, bom senso mais uma vez decidir o dia, e eu voltarei para casa e fecharei a porta neste interldio muito estranho."
      Ela segurou seus braos. "Como eu pareo? Certo?"
      "Melhor."
      "Melhor que certo  bom. Eu devia ir."
      "V em frente. Eu apagarei Henry no mudroom. Voc no quer cheirar como cachorro. Eu fecharei para voc."
      "Obrigado. Aprecie isto. E o suporte moral. Eu sinto como um idiota."
      "Se voc decidir estender a noite, s d a mim um telefonema. Eu posso voltar e conseguir Henry. Ns teremos um sleepover."
      "Obrigado novamente, mas eu no vou estender a noite. Um bebida. Eu figuro uns topos de hora." Ela deu a Jenny um beijo leve na bochecha, ento, arriscando eau de Henry, curvado at beijar o focinho do cachorro. "Veja voc amanh," ela chamou como ela salpicada para os degraus.
      Tinha sido tolo para dirigir a distncia toda casa s para repelir cidade, mas ela estava contente que ela tem sido tola. Entretanto at Jenny no podia a conversar em deslizar em conversa de vestido um pouco preta sobre bviaela se sentiu mais polida fora dela trabalha roupas. O suter suave em floresta verde era uma boa cor, e s casual suficiente no enviar o sinal errado.
      Ela no teve nenhuma idia que tipo de notvel ela quis enviar. Ainda.
      Existia um pouco bolha de pnico quando ela caminhou no hotel. Eles no realmente confirmaram que eles estavam encontrando para bebidas. Isso tudo tinha sido muito fora do punho de manga, e ento fora de carter para ela. E se ele no mostrou ou, pior, aconteceu no bar enquanto ela estava esperando e pareceu surpreendidachagrinedaborrecido?
      E se ela fosse isto nervosa sobre algo to simples quanto um bebida em um bar de primeira, pblico, ela definitivamente deixaria ela datar ferrugem de ferramentas.
      Ela entrou por portas de vidro cauterizado e sorrido na mulher que trabalha atrs do bar de carvalho preto.
      "Oi, Jackie."
      "Eh, Laine. O que eu posso conseguir voc?"
      "Nada ainda." Ela esquadrinhou o quarto vagamente iluminado, os sofs e cadeiras vermelhas de pelcias. Alguns homens de negcios, dois pares, um trio de mulheres comeando noite das meninas fora com um bebida de fantasia. Mas nenhum Max Gannon.
      Ela escolheu uma mesa onde ela no realmente enfrentaria a porta mas podia observar isto. Ela comeou a levantar o menu de bar s para fazer algo com suas mos, ento decidiram poderia fazer ela parecer chateada. Ou faminto. Deus.
      Ao invs, ela tirou sua cela e usou ele para cheque para mensagens em sua secretria eletrnica de casa. No existiam algum, claro, desde que ela s sairia para a porta vinte minutos mais cedo. Mas existiam dois hangups, uns minutos do par separadamente.
      Ela era frowning acima daquele quando ela ouviu ele falar.
      "Notcias ruins?"
      "No." Ambos agitados e contentes, ela desconectou, ento soltou o telefone em sua bolsa. "Nada importante."
      "Eu estou atrasado?"
      "No. Eu sou irritatingly lembrete." Surpreendeu sua que ele se sentou ao lado dela no pequeno sof em lugar de atravs da mesa na cadeira. "Hbito."
      "Eu mencionei que voc cheire grande?"
      "Sim, voc fez. Eu nunca perguntei o que voc estava fazendo no Buraco."
      "Alguns negcios, que eu consegui estender alguns mais dias. Devido a atraes locais."
      "Realmente." Ela no estava nervosa mais, e perguntou-se por que ela tinha sido. "Ns temos vrios eles. Existem algumas trilhas maravilhosas pelas montanhas se voc gostar caminhar."
      "No ?" Ele escovou seus dedos acima da parte de trs de sua mo. "Goste de caminhar."
      "Eu no fao muito tempo para isto. A loja me mantm ocupado. E seus negcios?"
      "Encha o dia," ele disse, e olhou de relance em cima quando a garonete parada por sua mesa.
      "O que eu posso conseguir voc?"
      Ela era nova, e no algum Laine reconheceu. "Martini de Bombay, diretamente para cima, duas azeitonas. Gelou."
      "Aqueles sons perfeitos. Faa isto dois. Voc cresceu aqui?" Ele pediu a Laine.
      "No, mas eu imagino seria bom para crescer aqui. A cidade pequena suficiente sem estar Mayberry, fim suficiente para a cidade sem estar lotado. E eu gosto das montanhas."
      Ela lembrou desta parte da cerimnia de primeiro encontro. No tinha sido to longo. "Voc ainda vive em Savannah?"
      "Nova York principalmente, mas eu viajo muito."
      "Para?"
      "Negcios, prazer. Seguro, mas no se preocupe, eu no sou vender."
      A garonete trouxe os culos e batedeiras em uma bandeja e despejou os bebidas  mesa. Ela anotar uma tigela de prata de sugared nozes, ento deslizado discretamente longe.
      Laine ergueu sua, sorrida acima da beira. "Para sua me."
      "Ela assim." Ele bateu seu vidro para sua. "Como voc viria para correr uma loja de antiguidades?"
      "Eu quis um lugar de meu prprio. Eu sempre gostei de coisas velhas, a continuidade deles. Eu no me importo papelada, mas eu no quis trabalhar em um escritrio o dia todo." Confortvel agora, ela povoou de volta com seu bebida, trocando seu corpo assim eles podiam continuar o olho coquete contactar junto com a conversa ftil. "Eu gosto de comprar e vender, e vendo o que as pessoas compram e vendem. Ento eu ponho tudo aquele junto e abri Lembra Quando. Que tipo de seguro?"
      "Corporativa, principalmente. Chata. Famlia na rea?"
      Certa, ela pensou, no quer conversar sobre seu trabalho, particularmente. "Meus pais vivem em Novo Mxico. Eles moveram l vrios anos atrs."
      "Irmos, irms?"
      "S criana. Voc?"
      "Eu tenho um de cada. Dois sobrinhos e uma sobrinha fora deles."
      "Isto  bom," ela disse e significou isto. "Eu sempre invejo famlias, todo o barulho e traumas e companhia. Competio."
      "Ns temos bastante isto. Ento, se voc no crescesse aqui, onde fez voc?"
      "Ns movemos ao redor muito. Trabalho do meu pai."
      "Eu ouo isto." Ele provou uma noz, manteve isto casual. "O que ele faz?"
      "Ele . . . ele estava em vendas." Como outro para descrever isto na companhia cortesa. "Ele podia vender qualquer coisa para ningum."
      Ele pegou isto, a sugesto de orgulho em sua voz, o contraste da sombra em seus olhos. "Mas no mais?"
      Ela no falou para um momento, usando um gole de seu bebida como cobertura at que ela descobriu seus pensamentos. Simples era melhor, ela lembrou a se. "Meus pais abriram um pouco restaurante em Taos. Uma espcie de aposentadoria de trabalho. Com o trabalho a caracterstica principal. E eles so vertiginoso como brinca sobre isto."
      "Voc falta eles."
      "Eu fao, mas eu no quis o que eles procurados. Ento aqui eu sou. Eu amo o Buraco.  meu lugar. Voc tem um?"
      "Talvez. Mas eu no achei isto ainda."
      A garonete parada por. "Outro redondo?"
      Laine agitou sua cabea. "Eu estou dirigindo."
      Ele pediu o cheque, ento tomou mo do Laine. "Eu fiz reservas no jantar aqui, no caso de voc mudar de idia. Mude de idia, Laine, e jante comigo."
      Ele teve tais olhos maravilhosos, e aquele usque morno-nas-pedras voz que ela amou escutar . Onde estava o dano?
      "Certo. Eu adoraria para."
      ***
      Ele disse a ele mesmo que era negcios e prazer e existia nunca qualquer coisa errado com combinar os dois desde que voc lembrasse de suas prioridades. Ele soube como guiar conversaes, produza informaes. E se ele estivesse interessado nela em um nvel pessoal, no interferiu com o trabalho.
      No interferiria com o trabalho.
      Ele no era mais certo que ela era pescoo-fundo. E sua mudana de se importa de no teve nada, absolutamente nada a ver com o fato que ele era atrado para ela. No acabou de no tocar o modo que devia ter. Sua me dobrada em cima com marido numera dois em Novo Mxico, Laine dobrou em cima em Maryland. E Grande Jack ningum soube s onde.
      Ele no podia ver como eles triangularam neste momento. E ele leu para pessoas bem, bem suficiente para saber que ela no estava marcando tempo com sua loja. Ela amou isto, e forjou conexes genunas com a comunidade.
      Mas ele no explicou visita do Willy, ou sua morte. No explicou por que ela no fez nenhuma meno de o conhecer para a polcia. No aquelas festas inocentes eram sempre diretamente com o Polis.
      Pesando abaixo o outro lado da balana, ela foi cuidadosa para editar seu fundo, e teve um modo liso de misturar seu pai e padrasto muito o ouvinte casual assumiria que eles eram o mesmo homem.
      Nenhuma meno de divrcio quando eles falaram de famlia. E isso disse a ele que ela soube como esconder o que ela quis esconder.
      Entretanto ele lamentou isto, ele empurrou fantasma do Willy na conversao. "Eu ouvi sobre o direito de acidente fora de seu lugar." Suas juntas, ele notou, embranquecido para um momento em sua colher, mas ele era o nico sinal de angstia interna antes dela continuar a a mexer depois de-caf de jantar.
      "Sim, era terrvel. Ele deve no ter visto o carrocom a chuva."
      "Ele em sua loja era?"
      "Sim, direito antes. S folheando. Eu apenas falei com ele como eu tive vrios outros clientes, e Jenny, meu balconista de tempo integral, teve o dia. No era culpa de ningum. S um acidente terrvel."
      "Ele no era um local?"
      Ela olhou diretamente em seus olhos. "Ele nunca estava em minha loja antes. Eu suponho que ele poderia ter entrado s para sair da chuva por alguns minutos. Era um dia srdido."
      "Diga a mim sobre isto. Eu estava dirigindo nisto. Parea que eu entrei em cidade s umas horas do par depois que aconteceu. Ouviu verses diferentes de que ele em todo lugar eu parei o resto do dia. Em um deles, eu penso que estava na bomba de gasolina, ele era um ladro de jia internacional no lam."
      Seus olhos suavizados com que ele podia s julgar como afeto. "Ladro de jia internacional," ela murmurou. "No, ele certamente no era isto. As pessoas dizem as coisas mais estranhas, no ?"
      "Eu acho que eles faam." Pela primeira vez que desde que ele fez o trabalho, ele acreditou que Laine Tavish aka Elaine O 'Hara teve absolutamente nenhuma pista o que seu pai, William Young e um at agora no identificado de terceiros tirou seis semanas antes.
      Ele a caminhou fora para seu carro e tentou pensar como ele podia, e poderia ter que, use ela como uma alavanca. O que ele podia dizer a ela, e o que ele no iria se e quando o tempo veio.
      No era o que ele quis pensar sobre com o frio do cedo pular noite que sopra em seu cabelo, enviando seu odor ao redor ele.
      "Frio ainda," ele comentou.
      "Pode ficar esfria de noite certo em cima em junho, ou ligue uma moeda de dez centavos e asse voc antes de maio estar fora." Ele se seria antes das noites crescerem morno. Seria esperto para lembrar disto. Seria sensato.
      Ela era muito condenava cansado de ser sensata.
      "Eu tive um tempo bom. Obrigado." Ela girou, deslizou ela mos ao alto seu trax, ligou eles ao redor seu pescoo e demoliu sua boca para sua.
       disso que ela procurada, e parafuso sendo sensato. Ela quis que esmurra, aquela pressa, aquele flash imediato no sangue que vem de um ato perigoso nico. Ela viveu seguro. A segunda metade de sua vida no tinha sido nada se no seguro.
      Isto era melhor. Isto estrondo quente e chocante de lbios, de lngua, de dentes era melhor que seguro. Ele bombeou vida nela, e fez ela lembrar o que era s tomar.
      Como ela podia ter esquecido que um excitar que era para saltar e parecer mais tarde?
      Ele soube que ela o surpreenderia. O minuto ele tem clamped olhos nela, ele soube. Mas ele no esperou que ela o cambalear. No era beijo de um aparecer, ou um seda flerte, mas um cheio-em, exploso sexual que o balanou de volta e atirou o libido em extenuou.
      Um minuto ela teve aquele compacto e curvy corpo emplastrado para seu como eles eram um naufrgio sobreviventes, ento existia um pouco gato-em-nata ronronar em sua garganta e ela estava puxando lentamente longeum movimento elstico e infinito que ele era muito ofuscado para parar.
      Ela esfregou seus lbios junto. Lbios sensual, molhado. E sorriu.
      "Boa noite, Max."
      "Segure isto, segura isto, segura isto." Ele bateu uma mo em sua porta de carro antes dela poder abrir isto. Ento acabou de deixar isto l como ele no era confiante de seu equilbrio.
      Ela estava lbios ainda sorridentesuave, olhos sonolentos. Ela teve o poder agora, todo, e eles dois souberam isto. Como o inferno que aconteceu?
      "Voc vai mandar a mim l em cima." Ele movimentou a cabea em direo ao hotel, a direo geral de seu quarto. "S? Isto  s quer dizer."
      "Eu sei." Sua cabea angulada um pouco ao lado como ela o estudou. "Eu no quero, mas eu tenho que. Que s v ter que nos segurar ambos."
      "Vamos ter caf da manh. No, um lanche de meia-noite. Atarraxe isto, vamos ir ter um conhaque agora."
      Ela riu. "Voc no quer um conhaque."
      "No. Era um finamente disfarado euphemism para sexo selvagem e louco. Venha do lado de dentro, Laine." Ele correu um dar seu cabelo. "Onde est morno."
      "Eu realmente, realmente no posso, e ele  uma vergonha de maldio." Ela abriu a porta de carro, olhar de relance acima de seu ombro, deliberadamente provocativo, como ela deslizou do lado de dentro. "Henry est esperando por mim."
      Sua cabea estalou de volta como se ela iria ventosa o esmurrou. "Whoa."
      Suprimindo uma bolha de riso, ela bateu a porta, esperou s uma batida, ento abriu a janela. "Henry  meu cachorro. Obrigado por jantar, Max. Boa noite."
      Ela estava rindo como ela foi embora, e no podia lembrar da ltima vez que ela se sentiu to viva. Eles estariam vendo um ao outro novamente, ela estava absolutamente certa disto. Ento eles veriam . . . bem, o que eles veriam.
      Ela aumentou o rdio para exploso e cantou junto com Sheryl Grita de alegria como ela dirigiu, s um pouco muito rpida. O descuido pareceu bom, um ajuste sensual. Vigorosos poucos frios danados acima de sua pele como ela bateu em cima sua pista e estacionada na retirada escura fora de sua casa. Existia um bom kicky brisa whisking junto pelas rvores apenas brotadas e uma bonita metade-lua que adicionou sua luz para a lanterna de vidro de mbar velho que ela partiu ardendo na varanda.
      Para um momento, ela se sentou no carro, na msica e luar, e jogou de novo todo movimento e tocou e gosto daquele crebro-drenando beijo.
      Oh sim, ela definitivamente iria conseguir outro gosto de Max Gannon, menino de Gergia Transplantado com os olhos de tigre.
      Ela estava ainda cantando como ela passeou em cima seu caminho. Ela destrancou sua porta da frente, lanadas suas chaves em sua tigela, deslizou sua telefone celular no recharger, ento tudo menos saltada na sala de estar.
      O zumbido sexual arrojado sacudido em choque. Seu sof era virado, suas almofadas cortadas em tiras. A madeira de cereja armoire ela usou como um centro de entretenimento esteve escancarado, e vazio. O trio de africano violets ela tem arraigado de folhas e babied em plantas luxuriantes tinha sido esvaziada fora de suas panelas, e a terra dispersa. As mesas tinham sido destrudas, gavetas esvaziadas, e emolduraram impresses que ela organizou nas paredes eram lanadas no cho.
      Para um momento ela permaneceu, congelada na inrcia de negao. No possvel. No sua casa, no suas coisas, no seu mundo. Ela atravessou isto com um pensamento nico.
      "Henry!"
      Apavorou, ela arremessou para a cozinha, ignorando os escombros de suas possesses que littered o corredor, a baguna de artigos de vidro e grampos que coberto o cho da cozinha.
      As lgrimas de alvio seus olhos como ela ouviu o frentico respondendo latidos como ela carregou em direo ao mudroom porta. O momento ela Lanou abre a porta que ela era coberta por cachorro trmulo, assustado. Ela afundou com ele, seus sapatos que desliza em acar derramado, embrear ele contra ela como ele lutou rastejar em seu colo.
      Eles estavam certo, ela disse a se acima do frentico batendo de seu corao.  disso que mais importou. Eles eram certos.
      "Eles no machucaram voc. Eles no machucaram voc," ela sussurrou para ele enquanto lgrimas perseguir suas bochechas, enquanto ela correu ela d seu para cheque de pele para danos. "Agradea Deus que eles no machucaram voc."
      Ele choramingou, ento tomado banho seu rosto como eles tentaram tranqilo um ao outro.
      "Ns temos que chamar a polcia." Shivering se, ela apertou seu rosto em sua pele. "Ns vamos chamar a polcia, ento veja o quo ruim ."
      ***
      Era ruim. Nas poucas horas ela foi ido, algum entrou em sua casa, roubada sua propriedade e deixou um pedregulho manaco em seu desperta. Tesouros pequenos quebrados, valuables ido, suas coisas pessoais tocadas e examinou ento tomado ou descartado. Contundiu seu corao, quebrada sua sensao de segurana.
      Ento ele acabou a de irritar.
      Ela ficou exaltada seu caminho para raiva na frente de Vince chegar. Ela preferiu raiva. Existia algo poderosa sobre a ira que estava construindo dentro dela, algo mais til que seu choque e medo iniciais.
      "Voc  certo?" Era primeira pergunta do Vince como ele tomou seus braos, deu a eles uns rpidos, amparando esfreguem.
      "Eu no sou machucado, se  disso que voc quer dizer. Eles se foram antes de eu chegar em casa. Henry estava no mudroom. Ele no podia sair, ento eles o deixaram s. Jenny. Eu deixei Jenny aqui, Vince. Se ela ainda estaria aqui quando"
      "Ela no era. Ela  boa. Vamos lidar com que ."
      "Voc  certo. Certo, voc  certo." Ela desenhou uma respirao funda. "Eu cheguei em casa mais ou menos dez e trinta. Destrancada a porta da frente, entrou, viu a sala de estar." Ela gesticulou.
      "Porta era bloqueada?"
      "Sim."
      "Janela quebrada aqui." Ele movimentou a cabea para a janela de revestimento dianteiro. "Olhe assim seja como eles entraram. Conseguido seu estreo e componentes, entendo."
      "A televiso no quarto de mdia de cima, o pequeno porttil eu usei na cozinha. Jias. Eu acabei de tomar uma avaliao, mas ele parece que eles tomaram eletrnica e pequeno valuables. Eu tenho um par de bons bronzes de Deco, vrios outros pedaos bons, mas eles deixaram aqueles. Algum do jias eles tomaram  o negcio real, algum de joga fora." Ela encolheu os ombros.
      "Dinheiro?"
      "Um par cem que eu mantive em minha gaveta de escrivaninha. Oh, e o computador eu usei aqui em casa."
      "Fez um goddamn baguna fora disto, tambm. Quem soube que voc estaria fora hoje  noite?"
      "Jenny, o homem eu me encontrei para bebidasque ns acabamos jantando, tambm. Ele est no Viandante. Max Gannon."
      "Jenny disse que voc acabou o de encontrar, na loja."
      O calor formigou seu modo em cima seu pescoo. "Era s um bebida e uma refeio, Vince."
      "S dizendo. Ns vamos ir por tudo. Grupo de Polis tromping ao redor aqui, voc poderia querer ir para nosso lugar, fique a noite."
      "No, mas obrigado. Eu pegarei."
      "Sim. Jenny disse que voc iria." Ele deu seu um bater levemente de ombro com sua grande mo e caminhada para a porta como ele ouviu o carro de rdio pra. "Ns faremos o que ns fazemos. Voc poderia querer comear de trabalho uma lista do que est faltando."
      Ela gastou o tempo no sentar quarto de cima com Henry enrolou apertado em seus ps. Ela escreveu o que ela j veria estava faltando, perguntas respondidas como Vince ou um do outro Polis parado em. Ela quis caf, mas desde que ela proveu estava em seu cho da cozinha, ela conformou-se ch. E bebeu um potful.
      Ela a soube da violao, medo, raiva era todas as reaes clssicas, da mesma maneira que o brilho de disbelief que continuado colocando em camadas acima deles. No era aquele crime era inexistente no Buraco. Mas este tipo de rombo, a destruio maliciosa disto, certamente no era tpica.
      E para Laine, pareceu muito, muito pessoal.
      Era depois de uma de manh antes dela estar s novamente. Vince ofereceu deixar um oficial, mas ela recusou. Entretanto ela iria gratefully aceitou sua oferta para embarcar em cima a janela quebrada.
      Ela verificou, ento confirmou as fechaduras, com Henry mantendo perto de seus saltos de sapatos como ela moveu em torno da casa. A raiva estava gotejando de volta, enxugando longe a fadiga que comeou a arrastar nela enquanto a polcia trabalhada. Ela usou isto, e a energia resultante, deixar sua cozinha para direitos.
      Ela encheu um desperdcio pode com quebrado crockery e artigos de vidro, e tentaram para no lamentar os pedaos perdidos de Fiestaware colorido que ela colecionou muito cuidadosamente. Ela varreu acar, caf, farinha, sal, ch solto, ento esfregou os azulejos de biscoito colorido.
      A energia estava vazando de seu sistema quando ela marchou de cima. Olhe se para sua camao colcho desnudou-se e arrastou sobre o cho, as giradas-fora gavetas de sua agncia de caoba adorvel, os buracos boquiabertos no trax de farmacutico velho ela usou como um jias caso, devolveu o pesar.
      Mas ela no seria expulsar de sua prprio quarto, fora de sua prpria casa. Friccionando seus dentes, ela arrastou o colcho de volta em lugar. Ento sadas folhas frescas, fizeram a cama. Ela rehung roupas que tinha sido retiradas-se de seu armrio, dobrado mais e dobrou eles nitidamente em gavetas.
      Era depois de trs antes dela rastejar na cama, e quebrar sua prpria regra, ela bateu levemente o colcho e telefonou Henry dormir ao lado dela.
      Ela agarrou a luz mas hesitou, ento desenhou sua mo longe. Se ele fosse covardia e um cobertor de segurana tola para dormir com uma luz em, ela podia viver com isto.
      Ela era assegurada, ela lembrou a se. Nada tinha sido tomado, ou quebrado, isso no podia ser substitudo. Eles coisas justae ela era feita ela vivendo, no , comprando e venda coisas?
      Ela escavou debaixo dos cobertores com o cachorro olhando fixamente soulfully em seus olhos. "Coisas justa, Henry. As coisas no importam todo tanto."
      Ela fechou seus olhos, alargue um suspiro longo. Ela estava s movendo fora de quando rosto flutuado do Willy em sua mente.
      Ele sabe onde voc est agora.
      Ela se sentou diretamente para cima na cama, sua respirao vindo em resumo calas. O que ele quis dizer? Quem ele quis dizer?
      Willy aparece a um dia, inesperadamente, depois de quase vinte anos, e acabar morto no doorstep de sua loja. Ento sua casa  roubada e feita vandalismo em.
      Teve que ser conectado. Como ele no podia ser? Ela perguntou a se. Mas quem estava procurando pelo que? Ela no teve nada.
      
      
    4.
      
      Meio vestido, seu cabelo ainda gotejando de seu chuveiro matutino, Max respondeu o golpe em sua porta de quarto de hotel com um e s um pensamento em sua mente: Caf.
      A decepo era uma coisa. Um homem aprendido a viver com decepes. Ele no dormiu s? Achando um policial em sua porta era outro. Quis dizer nimbling em cima o crebro sem o Deus-dado e direito inalienvel de cafena.
      Ele de tamanho em cima o calor localgrande, ajuste, suspeitoe experimentou um cooperativo se sorriso perplexo. "Manh. Isso no parece com um uniforme de servio de quarto, ento eu estou achando que voc no esteja aqui entregar meu caf e ovos." 
      "Eu sou Hambrguer Principal, Sr. Gannon. Eu posso ter um minuto de seu tempo?"
      "Certo." Ele andou de volta, olhou de relance no quarto. A cama era desfeita, e vapor do chuveiro estava ainda movendo no quarto pela porta de banheiro aberto.
      A escrivaninha pareceu com a escrivaninha de quarto de hotel de um laptop de homem de negcios ocupado, arquive pastas de papis e discos, seu PDA, sua telefone celulare isso era bom. Ele tomou a precauo, como ele sempre fez, de fechando todos os arquivos e escondendo qualquer papelada questionvel.
      "Ah . . ." Max gesticulou vagamente para a cadeira. "Sente-se," ele convidou e caminhou para o armrio para retirar-se uma camisa. "Existe um pouco de problema?"
      Vince no se sentou; Ele no sorriu. "Voc conhece Laine Tavish."
      "Sim." Muitos pequenos sinos de advertncia saram e ecoaram com perguntas, mas Max acabou de puxar na camisa. "Lembre Quando. Eu comprei um presente para minha me em seu lugar ontem." Ele pe uma sombra de preocupao em sua voz. "Algo errado com meu carto de crdito?"
      "No que eu estou ciente. A residncia do senhorita Tavish estava arrombar ontem  noite."
      "Ela est certo? Ela era machucada?" Ele no teve que fingir preocupao agora como aqueles tiro de sinos de alarme por ele. As mos que tinha sido busily abotoando sua camisa solta para seu lado. "Onde est ela?"
      "Ela no estava nas premissas na hora do rombo. Sua declarao indica que ela era com voc."
      "Ns jantamos. Condene isto." Como caf no era mais supremo em sua lista, Max amaldioou no golpe. "Espere um minuto." Ele abriu a porta para o atraente pequeno blonde que aguardou o carro de servio de quarto.
      "Manh, Sr. Gannon. Pronto para o caf da manh?"
      "Sim, obrigado. S . . . ponha isto em qualquer lugar."
      Ela viu por um momento Vince como ela chegou o carro. "Oh, oi, Chefe."
      "Xerez. Como voc fazendo       ."
      "Oh . . . voc sabe." Ela angulada o carro e tentou para no parecer demais curioso como ela atirou olhares em ambos os homens. "Eu posso afundar, consiga outra xcara se voc quiser caf, Chefe."
      "Voc no se preocupa sobre isto, Xerez. Eu tive dois antes de eu deixar a casa."
      "S repreenda severamente se voc mudar de idia." Ela puxou a cobertura aconchegante fora de um prato, revelando um omelette e um lado de toucinho. "Um . . ." Ela resistiu o pasta de papis de couro para Max, esperado enquanto ele assinou a conta. "A esperana voc aprecia seu caf da manh, Sr. Gannon."
      Ela saiu, lanando examina se pela ltima vez seu ombro antes dela fechar a porta.
      "V em frente," Vince convidou. "Nenhum ponto deixando aqueles ovos ficam frios. Eles fazem um bom omelette aqui."
      "Que tipo de rombo era isto? Roubo?"
      "Olhado aquele modo. Por que era Senhorita Tavish com voc ontem  noite?"
      Max se sentou, decidiu despejar o caf. "Socializando. Eu a pedi para ter um bebida comigo. Ela concordou. Eu esperei poder estender aquele para jantar, e desde que ela era agradvel para aquele depois que ns tivemos um beber de um s gole no vadiar aquins entramos no jantar."
      "Voc sempre faz datas com mulheres quando voc compra presentes para sua me?"
      "Se ele trabalhasse to bem, eu estaria comprando minha mame muito mais presentes." Max ergueu sua xcara, bebeu e encontrou olhos do Vince acima da beira. "Laine  um muito atraente, mulher muito interessante. Eu quis a ver, socialmente. Eu perguntei. Eu sinto muito ela pegou dificuldade."
      "Algum entrou e fora de seu lugar durante o tempo ela era na cidade aqui, socializando com voc."
      "Sim, eu consigo isto." Max decidiu que ele poderia tambm comer, e bifurcado em cima um pouco de omelette. "Ento voc est perguntando-se se eu for ao redor batendo em bonitas mulheres nas lojas, ento instalar eles para um roubo enquanto eu encanto eles acima de jantar. Isto  uma extenso, Chefe, desde que eu nunca fixo olhos em Laine antes de ontem, no faaaindasaiba sua residncia ou se ela for pega algo no valor de roubando nisto. Ser mais esperto, no iria isto, bater a loja? Ela pegou muita mercadoria boa nisto."
      Vince simplesmente assistiu Max comer, no disse nada. "Par de culos espessos bons ali," Max disse depois de um momento, "se voc quiser algum deste caf afinal."
      "Eu passarei. O que  seus negcios em Buraco do Anjo, Sr. Gannon?"
      "Eu sou com Seguro de Confiana, e eu estou aqui fazendo um pouco de fieldwork."
      "Que tipo de fieldwork?"
      "Hambrguer Principal, voc pode contactar Aaron Slaker, CEO de Confiana, e verifique minha associao com a companhia. Ele  baseado em Nova York. Mas eu no estou em liberdade para discutir os detalhes de meu trabalho sem permisso do meu cliente."
      "Isso no soa como seguro trabalhar para mim."
      "Existe todos os tipos de seguro." Max abriu um pouco jarro de morango emperra e espalha algum em um tringulo de brinde.
      "Voc conseguiu identificao?"
      "Certo." Max subiu, subjugada para a cmoda e tomou licena do seu motorista fora de sua carteira. Ele passou por isto para Vince, ento tomou sua cadeira novamente.
      "Voc no soa como Cidade de Nova York."
      "S no pode tambor a Gergia fora do menino." Ele era s irritado suficiente para exagerar seu demorar e faa isto um desafio. "Eu no roubo, Chefe. Eu acabei de querer jantar com uma bonita mulher. Voc vai em frente e chama Slaker."
      Vince soltou a licena ao lado de prato do Max. "Eu farei isto." Ele comeou para a porta, girada com sua mo no boto. "Quanto tempo voc planeja ser na cidade, Sr. Gannon?"
      "At o feito do trabalho." Ele escavou em cima mais ovo. "Chefe? Voc era certo. Eles fazem um realmente bom omelette aqui."
      At quando a porta fechar atrs de Vince, Max se sentou e comeu. E considerado. Um policial sendo um policial, Hambrguer o correria, e a corrida aumentaria seus quatro anos na fora. E licena do seu investigador. As cidades pequenas sendo cidades pequenas, aquele pequeno petisco voltaria para Laine na frente de muito tempo.
      Ele decidiria como tocar aquele quando teve que ser tocado. Enquanto isso existia o assunto do rombo. A contagem de tempo era s um pouco muito boa para ser serendipismo. E ele disse a ele que ele no era o nico que pensou que a Senhorita muito atraente que Tavish teve algo para esconder.
      Era todo um assunto que iria achar isto primeiro.
      ***
      "No se preocupe sobre qualquer coisa," Jenny Laine seguro. "Angie e eu podemos lidar com coisas aqui. Voc est certo que voc no quer s para fechar a loja pelo dia? Vince disse que seu lugar  um naufrgio. Eu podia vir depois de e ajudar voc." 
      Laine trocou o telefone para sua outra orelha, esquadrinhando seu escritrio de casa e pensando sobre o Jenny muito grvida arrastando cadeiras e mesas em lugar. "No, mas obrigado. Eu me sentiria melhor conhecer voc e Angie terem a loja. Existe uma remessa entrando esta manh, um bonito grande do leilo em Baltimore."
      E, condene isto, ela quis estar l, conseguindo suas mos em todas aquelas coisas adorveis. Admirando eles, catalogando eles, organizando eles. Bastante o prazer veio de instalar nova linhagem em seu lugar, e o resto veio de assistir sair para a porta novamente.
      "Eu preciso de voc para tronco na nova linhagem, Jen. Eu j fiz o avaliar, isto est no arquivo. Existe um jarro de loto de Precipcio de Clarice, com um projeto de tulipa. Voc quer chamar Sra. Gunt e deixar ela saber que ns termos isto. O preo ns concordamos em  setecentos, mas ela querer negociar. Seis setenta e cinco  firma. Certo?"
      "Gotcha."
      "Oh, e"
      "Laine, relaxe. No  meu primeiro dia no trabalho. Eu cuidarei de coisas aqui, e se qualquer coisa surgir para que eu no posso lidar, eu chamarei voc."
      "Eu sei." Distraidamente, Laine passou acariciar o cachorro, que era tudo menos colado para seu lado. "Demais em minha mente."
      "Maravilha pequena. Eu odeio o pensamento de voc manipulao que baguna por conta prpria. Voc certo voc no quer que eu venha? Eu podia bop acima de no almoo-tempo. Angie pode lidar com a loja por uma hora. Eu trarei voc algo para comer. Algo carregadas com calorias gordas e perdidas."
      Angie podia lidar com a loja, Laine considerou. Ela era boa e melhorando. Mas Laine se conheceu. Ela conseguiria mais feita se ela trabalhasse s sem conversao ou distrao.
      "Isto  certo. Eu estarei certo uma vez que eu inicio. Eu provavelmente estarei nesta tarde."
      "Tome um cochilo ao invs."
      "Talvez. Eu conversarei com seu mais tarde." Quando ela suspendeu, Laine pegou o pequeno porttil telefonar atrs bolso de sua cala jeans folgada. Ela se soube bem suficiente para estar certo ela acharia meias dzia razes para chamar a loja durante o dia. Poderia tambm manter um telefone  mo.
      Mas no momento, ela precisou enfocar no assunto  mo.
      "'Esconda o pooch,'" que ela murmurou. Desde o nico pooch ela teve era Henry, ela teve que assumir Willy tinha sido delirante. Qualquer que ele veio para dizer a ela, perguntar a sua, dar a ela, no tinha sido feito. Ele pensou algum era depois dele, e a menos que ele mude seus modos, que era altamente improvvel, ele provavelmente seria certo.
      Um policial, salte investigador, um parceiro em crime quem no gostou do corte? Qualquer ou todo o o acima de era uma possibilidade. Mas o estado de sua casa disse a ela a ltima opo era o mais provvel.
      Agora, quem procuraram o por, estava olhando para ela.
      Ela podia dizer a Vince . . . o que? Absolutamente nada. Tudo que ela construiu aqui era cavada na fundao que ela era Laine Tavish, uma mulher boa, ordinria com uma vida boa, ordinrios com pais bons, ordinrios que correram um lugar de churrasco em Novo Mxico.
      Elaine O 'Hara, filha de Grande Jack dos modos encantadores e manhosose jarda-longa folha amarelano ajustou no bonito, paisagem pastoral de Buraco do Anjo. Ningum ir entrar em Elaine O 'lugar da Hara comprar um bule ou uma piecrust mesa.
      Jack O 'filha da Hara no podia ser confiada.
      Inferno, ela no confiou Jack O 'filha da Hara se. A filha do grande Jack era o tipo que teve bebidas em um bar com um homem estranho e acabou batendo disse homem em seu traseiro excelente com um vaporoso, alma-fundo beijo. A filha do Jack tomou chances grandes, ruins que tiveram conseqncias grandes, ruins.
      Laine Tavish viveu coisas normais, pensadas por e no fizeram ondas.
      Ela deixou ao 'Hara fora para uma noite breve, e olhe o que a conseguiu. Um interldio excitante, sensual, certo, e um inferno de uma baguna no fim disto.
      "S vai mostrar," ela murmurou para Henry, que demonstrou seu acordo por thumping seu rabo.
      Tempo para pr coisas de volta em ordem. Ela no estava desistindo quem ela era, o que ela realizou, o que ela planejou realizar, porque algum segundo-ladro de taxa acreditou em que ela teve parte de sua toma pela ltima vez.
      Tido que ser segunda-taxa, ela pensou como ela juntou o recheio solto da uma vez bonita seda lana travesseiros que ela escolheu para o George II daybed. O tio Willy nunca viajou nas grandes ligas. E nenhum, apesar de toda sua conversa, todos os seus sonhos, tido Grande Jack.
      Ento, eles tm destruido seu lugar, surja para vazio e tomou artigos facilmente cercados em lugar.
      Isto, Laine pensou, seria isto.
      Claro, eles provavelmente partiriam imprime por toda parte o lugar de maldio. Ela rolou seus olhos, sentados no cho e comearam a empilhar papelada dispersa. Os bolbos escuros eram uma especialidade quando Tio Willy era envolvido em um trabalho. Era provvel quem quebraram em, procurou, roubado, teria um registro. Vince localizaria isto, identifique eles, e estava bem dentro do reino de possibilidade que eles seriam levantados.
      Tambm Estava naquele reino que eles seriam estpidos suficiente para dizer o Polis por que eles quebraram em. Se isso desceu, ela reivindicaria identidade confundida.
      Ela estaria chocada, outraged, confundiu. Agindo a partequalquer parte era necessriafoi segunda natureza. Existia suficiente de Grande Jack em suas veias que correndo um trapaceiro no seria uma extenso de suas habilidades.
      O que ela estava fazendo agora, Laine Tavish de Buraco do Anjo, mas correndo toda vida trapaceiro?
      Porque a pensada deprimida ela, ela empurrou isto de lado e se submergiu em refiling sua papelada. Submersa suficiente que ela quase saltou imediatamente o cho quando ela ouviu o golpe na porta da frente.
      Henry arremessou fora de sua meio-matutina soneca e enviou fora uma inundao furiosa de gutural, ameaando latidosat como ele slunk atrs de Laine e tentou esconder seu tamanho no trapaceiro de seu brao.
      "Meu heri grande, valente." Ela o aninhou. " provavelmente o sujeito de janela. No comendo o sujeito de janela, certo?"
      Como um testamento para seu grande amor e devoo, Henry foi com ela. Ele fez rosnando barulhos e ficou um passo seguro para trs.
      Ela era cauteloso suficiente se depois do rombo para espiar fora a janela antes de destrancar a porta. Seu crebro, e seu sangue, fez um pouco estalo e chiou quando ela viu Max.
      Instintivamente ela olhou abaixo, em desgosto, em sua cala jeans mais velha, seus ps nus, a camisa de moletom cinza antiga. Ela arrancou seu cabelo atrs em um rabo pequeno que manh e no aborreceu com maquilagem.
      "No exatamente o olhar eu quis que presente para o homem que eu considerei ficar desnudo com na primeira oportunidade razovel," ela disse para Henry. "Mas o que voc  ir fazer?"
      Ela abriu a porta e ordenou se para ser casual. "Max. Isto  uma surpresa. Como voc me acharia?"
      "Eu perguntei. Voc certo? Eu ouvi sobre . . ." Ele diminuiu, seu olhe acompanhamento at seus joelhos. "Henry? Bem, isto  sobre o cachorro mais rstico que eu j vi." Um grande sorriso divide seu rosto quando ele disse isto, e era duro de tomar ofensa como ele abaixou at nvel de cachorro e apontou o sorriso no cachorro.
      "Eh, grande sujeito, como ele est indo?"
      Mais, em experincia do Laine, era pelo menos inicialmente intimidada pelo cachorro. Ele era grande, ele era feio, e quando ele estava rosnando em sua garganta, ele soou perigoso. Mas Max j estava segurando uma mo, oferecendo isto para um cheirar. "Isto  algum rosto ruim que voc tem l, Henry."
      Obviamente rasgado entre terror e encantar, Henry inched seu focinho adiante, tomou um pouco de brisas de prova. Seu rabo whapped a parte de trs de joelhos do Laine antes dele desmoronar, rolado e exposto sua barriga para um esfregar.
      "Ele no tem nenhum orgulho," Laine declarou.
      "No precisa de algum." Max se tornou o mais novo amor de vida do Henry dando a barriga suave uma vigorosa esfrega. "Nada como um cachorro, existe?"
      Primeiro existe luxria, ela pensou, naturalmente suficiente. Ento interesse e vrias camadas de atrao. Ela foi preparadaou tinha tentado se prepararembaralhar todos aqueles impulsos de lado e  sensata.
      Agora, vendo ele com seu cachorro, ela sentiu o aquecimento em torno do corao que sinalizouuh-ohafeto pessoal. Adicione aquela para luxria e atrao e uma mulher, at uma mulher sensata, era afundado. "No, realmente no existe."
      "Sempre teve um cachorro em casa. No pode manter uma em Nova York, no o modo que eu viajo ao redor. No parece certo." Sua mo deslizou at esfregar garganta do Henry e enviar o cachorro em xtase.
      Laine muito quase gemeu.
      "Isto  o lado ruim da cidade que vive para mim," Max adicionou. "Como eles chegariam ao redor ele?"
      "Eu sinto muito?"
      Ele deu a Henry um ltimo thumping bater levemente, ento endireitou. "Eu ouvi sobre o rombo. Grande cachorro como isto devia ter dado eles alguma dificuldade."
      Abaixo, menina, Laine se ordenou. "Medo de no. Um, ele era fechado no mudroom. Isto  seu lugar quando eu estiver fora. E segundo, bem . . ." Ela olhou abaixo em Henry, que era slavishly lambendo mo do Max. "Ele no exatamente tem corao do guerreiro."
      "Voc certo?"
      "To bom quanto consegue, eu suponho, a manh depois de voc voltar para casa e achar destruiu de algum sua casa e roubada sua propriedade."
      "Voc  bonito retirado de volta aqui. Eu no acho ningum serra qualquer coisa."
      "Eu duvido isto. Vince, o chefe de polcia, perguntar, mas eu sou a nica casa de volta nesta pista."
      "Sim, eu encontrei o chefe. Outra razo eu vim por era para ter certeza que voc no pensou que eu perguntei a voc para jantar conseguir voc fora da casa muito que este podia acontecer."
      "Bem, claro que no. Por que iria . . ." Ela seguida os pontos. "Vince. Eu espero que ele no fez voc desconfortvel."
      " seu trabalho. E agora eu vejo que eu pus a mesma suspeita em sua cabea."
      "No, no . . ." Mas ela estava experimentando isto. "Para falar a verdade no. Est s sido uma semana muito estranha, eu penso que eu lidei com Vince duas vezes em um nvel profissional desde que eu movi aqui. Agora ele tem estado duas vezes em um assunto de dias. Ele deve ter vindo por seu quarto de hotel esta manh. Eu sinto muito."
      "Rotina justa. Mas voltando para casa e achando sua casa foi roubada no ." Ele alcanou, tocada sua bochecha. "Eu estava preocupado sobre voc."
      O calor bombeou em cima alguns graus. Ela disse a se que no era um bem ajustaWilly Young e Max Gannon em liga. E que se Max fosse do ilk, ela saberia.
      Goste, ela acreditou, reconhecido como.
      "Eu sou certo. Jenny e Angie trabalharo a loja hoje enquanto eu ponho a casa de volta em formo." Ela gesticulou em direo  sala de estar. "Eu apenas fiz um entalhe. Boa coisa eu gosto de fazer compras, porque isso ser fase duas."
      Ele andou ao redor ela, examinando o quarto ele mesmo.
      Podia ser tomado para uma inundao de vandalismo acompanhando um roubo. Mas para olhos do Max pareceu que o que era: Uma procura rpida, srdida. E se eles conseguissem o que eles eram depois, ele no pensou que Laine calmamente estaria clarearia os escombros e conversando sobre compras.
      Ningum era to fresco.
      No rabo dto pensado, ele imaginou ela voltando para casa s, na escurido, e abrindo sua casa para este. A maravilha pequena ela teve sombras debaixo de seus olhos e o olhar de plido de uma mulher que gastou uma noite acordada.
      "Eles fizeram um nmero em voc," ele murmurou.
      "No a coisa habitual no Buraco. Quando eu vivi em Filadlfia, eu trabalhei com uma mulher que foi para casa uma noite, achou seu apartamento arrombado. Eles a limparam fora e spray-pintadas obscenidades nas paredes."
      Ele olhou de volta nela. "Ento ele podia ser pior?"
      "Pode sempre ser pior. Escute, eu pus a cozinha de volta junta e fiz uma manh rpida correr para a loja muito existe caf. Voc quer?"
      "Eu sempre quero." Ele caminhou para ela. Ela pareceu to fresca. Tudo aquele cabelo brilhante puxou de volta daquele bonito rosto, seus olhos s mais azul com as sombras assombrando eles. Ela cheirou como sabo, sabo justo. O charme inocente de sardas era borrifado acima de seu nariz.
      "Laine, eu no estou olhando entrar seu modo, mas . . . deixe-me ajudar voc."
      "Ajude-me o que?"
      Ele no estava certo, mas ele soube que ele quis dizer isto, que a oferta estava inbil. Ele olhou para ela, e ele quis ajudar. "Para comear, eu posso ajudar voc pr sua casa atrs junta."
      "Voc no tem que fazer isto. Voc deve ter trabalhar"
      "Deixe-me ajuda." Ele corta ela protestar simplesmente tomando sua mo. "Eu tenho tempo, e o fato , se eu continuasse meu modo, eu me preocuparia sobre voc e eu nunca conseguiramos qualquer coisa feitos de qualquer maneira."
      "Isto  muito doce." E ela soube que ela era um goner. "Isto  realmente muito doce."
      "E existe esta aqui outra coisa." Ele tomou um avanar, nela, que ponha suas costas contra a parede. Ainda, quando sua boca desceu, o beijo era lento e liso, quase sonhador. Ela sentiu seus joelhos destrancarem e irem a meio caminho para dissolver antes dele erguer sua cabea. "Se eu no fizesse isto, eu estaria pensando sobre fazer isto. Figurou que ns conseguiramos mais feitos se eu conseguisse isto fora do modo primeiro."
      "Boa." Ela correu sua lngua acima de seu lbio de parte inferior. "Terminou?"
      "No dificilmente."
      "Isto  bom, tambm. Caf," ela decidiu antes deles comear rodante ao redor no cho do disordered quarto em vez de deixarem isto para direitos. "Eu s conseguirei aquele caf."
      Ela caminhou de volta em direo  cozinha, com o cachorro cabriolando felizmente ao lado dela. Ajudou, para o momento, manter ocupado. Moendo feijes, medindo caf na imprensa de franceses. Ele conseguiu seus nervos em cima novamente, ela percebeu. Ele estava s inclinado contra o contador, assistindo ela. Aquele corpo longo relaxado, mas aqueles olhos enfocados. Algo sobre ele fez ela querer encontrar ele gostar de uma mendicncia de gato para ser acariciou.
      "Eu tenho que dizer algo."
      "Certo."
      Ela desceu dois do assaltar que sobreviveu  cozinha fazer alvoroo. "Eu normalmente . . . No espero, deixe-me compreender como dizer que este sem soar incrivelmente estpido e ordinrio."
      "Eu no penso que voc podia soar qualquer um. Sempre."
      "Menino, voc realmente empurra os botes certos. Certo." Ela girou para ele enquanto o caf steeped. "No  meu hbito para fazer datas, at casuais, com um homem eu acabei de encontrar. Com um cliente. De fato, voc  o primeiro."
      "Eu sempre gostei de ser primeiro."
      "Quem no faa E enquanto eu aprecio a companhia de homens, e o benefcios thereof, eu tambm no fao, como uma regra, embrulha eu mesmo ao redor de um depois de jantar como sumac ao redor um carvalho."
      Ele estava certo que ele lembraria do momento que ela teve por muito tempo. Provavelmente voltaria para ele em seu leito de morte como um importante destaca de sua vida e os tempos. "Eu seria o primeiro l, tambm?"
      "A aquele nvel."
      "Melhor e melhor."
      "Voc quer nata? Acar?"
      "S preto seja bom."
      "Certo ento, continuar. Eu tambm no faoe isto tem sido uma regra bonita dura-e-rpida de dedo polegarcontempla dormente com um homem eu s conhecido por vinte e quatro horas, d ou tome."
      Ele estava arranhando Henry entre as orelhas, mas ele nunca tomou seus olhos fora de seu rosto. "Voc sabe o que eles dizem sobre regras."
      "Sim, e entretanto eu concordo com que eles dizem, eu no quebro eles ligeiramente. Eu sou um firme partidrio da necessidade para estrutura, Max, em regras e linhas. Ento o fato que eu estou considerando quebrar uma regra, cruzando uma linha, fao-me nervoso. Seria mais esperto, mais seguro, mais sensato se ns voltssemos longe um pouco, pelo menos at que ns cheguemos a saber um ao outro melhor. At que ns demos coisas uma chance de desenvolver em um passo mais razovel e racional."
      "Mais esperto," ele concordou. "Mais seguro. Sensato."
      "Voc no tem nenhuma idia o quo duro eu trabalhei viver por aqueles trs atributos." Ela riu um pouco, ento despejou o caf. "E o problema aqui  que eu nunca tenho sido como atrado para ningum como eu estou para voc."
      "Talvez eu estou um pouco mais solto quando vier para regras e linhas, e no que preocupadas sobre ser sensata em certas reas." Ele tomou o assaltar que ela ofereceu, ento deixa isto no contador. "Mas eu conheo que eu nunca olhei para outra mulher e quis que seu o modo que eu quero voc."
      "Isso no vai ajudar que eu seja esperto." Ela levantou seu caf, andou de volta. "Mas eu preciso de um pouco de ordem. Deixe-me pr minha casa atrs junta, como melhor eu posso, e ns veremos onde as coisas vo."
      "Duro de discutir com isto. Ns compartilhamos algumas destas tarefas domsticas, ns devamos chegar a conhecer um ao outro."
      "Bem,  uma maneira." Ele seria uma distrao, ela concluiu. Muito mais de uma distrao que Jenny e uma hora do almoo Grande Mac.
      Mas que diabo.
      "Desde que eu tenho um pouco de msculo disponvel, vamos comear com a sala de estar. O bonito pesado do sof."
      ***
      Em Lembre Quando, negcios eram vivos. Ou pelo menos folhear era. No levou ansiar palavra sair sobre dificuldade mais recente do Laine, ou destacar o curioso para bomba para mais detalhes. Por um, com as novas remessas anotadas, etiquetado e exibido, vendas telefonados e fofocar permutado em abundncia, Jenny apertou uma mo para a dor em sua mais baixa atrs.
      "Eu vou tomar o almoo em casa onde eu posso pr meus ps em cima por uma hora. Voc estar certo por conta prpria?"
      "Certo." Angie levantou um bar de protena e uma engarrafada, baixo-gordo Frappucino. "Conseguido meu almoo aqui mesmo."
      "Voc no sabe o quo triste me faz, Ange, ouvir que voc chamar aquele almoo."
      "Pesada em  uma e dezenove esta manh."
      "Cadela."
      Enquanto Angie riu, Jenny conseguiu sua bolsa por detrs o contador e seu suter do gancho. "Eu estou indo para nuke leftover macarro primavera e terminar isto fora com um bolo de chocolate."
      "Agora quem  a cadela?" Ela deu um bater levemente de barriga do Jenny, pulando como sempre pegar o beb chutando. "Como ele est entrando l?"
      "Coruja da noite." Ela pegou um policial solto alfinetar de volta em seu topete sujo. "Eu juro a criana acordar e comear torneira danando toda noite mais ou menos onze, e mantm isto em cima por horas."
      "Voc ama isto."
      "Eu fao." Sorridente agora, Jenny arrastou no suter. "Todo minuto disto. Melhor tempo de minha vida. Voltar em uma hora."
      "Conseguiu isto coberto. Eh, eu devia chamar Laine? S cheque nela?"
      "Eu farei isto de casa," Jenny chamou de volta como ela caminhou para a porta. Antes dela alcanar isto, abriu. Ela reconheceu o par, procurados ao redor em seus arquivos mentais para o nome. "Bom ver voc. Vale e Melissa, certo?"
      "Boa memria." A mulher, thirtyish, ginsio-ajustado e elegante, sorrida nela.
      "E como eu recordo, voc estava interessado no rosewood armoire."
      "Direito novamente. Eu vejo  ainda aqui." At como ela falou, ela caminhou para isto, correu ela dar a escultura na porta. "Continua chamando meu nome."
      " um pedao to bonito." Angie passeou em torno do contador. "Um de meus favoritos." A verdade era que ela preferiu o moderno e aerodinmico, mas ela soube como lanar. "Ns acabamos de conseguir outro rosewood pedao hoje.  uma magnfica pequena escrivaninha. Vitoriana. Eu penso que eles so favorecidos um ao outro."
      "Uh-oh." Rindo, Melissa apertou brao do seu marido. "Eu acho que eu tenha que tomar um olhar para menos."
      "Eu mostrarei a voc."
      "Eu estava s a caminho fora, se voc no me precisar . . ."
      "Ns somos bons." Angie acenou Jenny longe. "No  bonito?" Ela disse, apontando ela lana em Melissa como ela correu uma ponta do dedo abaixo a brilhante escrevendo declive. "Est em condio maravilhosa. Laine tem um olho to bom. Ela achou esta em Baltimore algumas semanas atrs. que Chegou s esta manh."
      " maravilhoso." Inclinado abaixo, Melissa comeou a abrir e fechar as gavetas laterais pequenas. "Realmente maravilhosas. Eu pensei que uma escrivaninha era uma espcie de sof."
      "Sim, mas este tipo de pequena escrivaninha  chamado isto, tambm. No pergunte a mim por que; Isto seja Territrio do Laine."
      "Eu realmente amo isto, qualquer sou chamado. Vale?"
      Ele era digitao a etiqueta de preo e mandava a ela um olhar. "Eu preciso pensar sobre conseguir ambos, Melissa.  um bonito grande pedao."
      "Talvez ns podemos chip ele abaixo um pouco."
      "Ns podemos trabalhar nisto," Angie disse a ela.
      "Deixe-me tomar outro olhar para o armoire." Ela caminhou de volta acima de, abriu as portas.
      Sabendo como compassar uma venda, Angie hesitou enquanto Vale juntou-se sua esposa e eles comearam uma consulta sussurrada.
      As portas foram fechadas novamente, abriu novamente, gavetas eram retiradas-ses.
      "Ns conseguimos o que estou do lado de dentro, tambm?" Vale gritado.
      "Eu sinto muito?"
      "Encaixote aqui." Ele tirou o pacote, agitou isto. " como o prmio na caixa de cereal?"
      "No este tempo." Com um risada fcil, Angie cruzou acima de tomar a caixa. "Ns tivemos uma grande remessa entrar esta manh," ela comeou. "E ns ramos bonitos ocupados em cima disto. Jenny deve ter ficado distrado e aparecer isto l."
      Ou teve ela? As coisas tinham pulado por uma hora ou duas. De qualquer modo, Angie considerou isto uma fratura sortuda a gaveta tinha sido aberta antes do pedao estar faltado.
      "Ns s vamos discutir este por alguns minutos," Melissa disse a ela.
      "No se apresse." Deixando eles para isto, Angie voltou para o contador. Ela desembrulhou o pacote e estudou o cachorro cermico tolo. Atraente, ela pensou, mas ela no entendeu por que algum pagou bom dinheiro para pedaos animais.
      Ela achou animais suaves, penugenta cheio mais socivel.
      Isto era provavelmente Doulton ou Corrida ou uma daquelas coisas Laine estava ainda tentando a ensinar.
      Desde, de pequenos agarramentos de conversao, Melissa pareceu estar vestindo Vale abaixo todo sozinha, Angie deu a eles um pouco mais de espao subjugando a esttua para uma de algumas exibies de estatuetas e bric-brac A tentar identificar o tipo e era.
      Era como um jogo para ela. Ela acharia isto no arquivo, claro, mas isso estaria enganando. Identificando pedaos na loja era muito gostava de identificar carter digita no bar. Se voc gastasse suficiente tempo nisto, conseguiu assim voc soube que era que e qual era o que.
      "Sinta falta?"
      "Angie." Ela girou, sorriu abertamente.
      "Se ns tomssemos ambos, que tipo de um preo voc podia dar a ns?"
      "Bem . . ." Encantado com o prospecto de saudao Jenny com notcias de um dobro, ela anotar o cachorro cermico e examinou cuidadosamente pechinchar com os clientes.
      Na excitao de fechar o negcio, organizando para entrega, telefonando a venda, ela no deu o pequeno cachorro outro pensado.
      
      
    5.
      
      Max aprendeu bastante sobre Laine durante as prximas horas. Ela era organizada, prtica e precisa. Mais linear-importado que o que ele esperou de algum de seu fundo. Ela olhou para uma tarefa, viu isto do princpio ao fim, ento seguido ele pelos passos para concluso. Nenhum desvio, nenhuma distrao.
      E ela era um nester. Sua me a mesma curvou, s amado feathering que ninho com bonito pequenoo que seu pai chamou eles?Gimcracks. E como sua me, Laine soube exatamente onde ela preferiu todos deles.
      Mas diferentemente de sua me, Laine no pareceu ter um anexo sentimental, quase ntimas para suas coisas. Ele uma vez veria sua me lamentar baldes acima de um vaso quebrado, e ele prprio sentiu o calor poderoso de sua ira quando ele quebrou uma tigela decorativa velha.
      Laine varreu em cima fragmentos deste, pedaos disto, pedaos quebrados esvaziados em um lixo pode com apenas um estremecimento. Seu enfoque estava em retornar ordem para seu espao. Ele teve que respeitar isto.
      Entretanto ele era um puzzlement para ele como a filha de um drifter e um grifter executaram um para se se tornar uma cidade pequenos homebody, o fato que quebra-cabeas eram seus negcios fizeram isto, e seu, s mais interessantes.
      Ele gostou de estar em seu ninho, estando em sua companhia. Era um dado que o chiar entre eles iriam complicar coisas no caminho, mas era duro no apreciar isto.
      Ele gostou dela verbalizar, o fato que conseguiu ser ambos gutural e liso. Ele gostou que ela pareceu sensual em uma camisa de moletom. Ele gostou de suas sardas.
      Ele admirou seu poder de recuperao em face ao que teria devastado a maioria das pessoas. E ele admirou e apreciou sua a toda honestidade sobre sua reao para ele e qual estava preparando entre eles.
      O fato era, debaixo de outras circunstncias, ele podia ver ele mesmo mergulhando de ponta-cabea em uma relao com ela, queimando suas pontes de comando, lanando precauo para o vento ou qualquer nmero de clichs. At dadas as circunstncias, ele era equilibrado para fazer que mergulha. Ele no podia compreender bastante se isso era um mais ou um menos.
      Mas benefcio ou obstculo laterais para a meta, estava na hora de voltar no jogo.
      "Voc perdeu muito material," ele comentou.
      "Eu posso sempre conseguir mais material." Mas ela sentiu um pouco puxo de duelo no largo fazer uma vaquinha o jarro de Corrida que ela continuou o servidor de jantar. "Eu entrei nos negcios porque eu gosto de colecionar toda maneira de coisas. Ento eu percebi que eu no precisei possuir eles tantos como estou ao redor eles, veja eles, toque."
      Ela correu seu dedo abaixo o jarro danificado. "E  da mesma maneira que recompensador, mais em alguns modos, comprar e vender, e vejam pedaos interessantes irem para as pessoas interessantes."
      "Pessoas enfadonhas j no compram pedaos interessantes?"
      Ela riu disto. "Sim, eles fazem. Que  por que  importante no se tornar muito preso ao que voc planeja vender. E eu amo vender. Kaching."
      "Como voc sabe o que comprar no primeiro lugar?"
      "Instinto de alguns, alguns est experincia. Alguns est s um jogar."
      "Voc gosta de jogar?"
      Ela deslizou um olhar acima de e em cima. "De fato."
      Oh sim, ele pensou, ele era equilibrado e fechar seus dedes do p na extremidade do precipcio. "Queira soprar esta articulao e voar para Vegas?"
      Ela arqueou suas sobrancelhas. "E se eu dissesse certo, por que no?"
      "Eu registraria o vo."
      "Sabe," ela disse depois de estudo do momento, "eu acredito em que voc iria. Eu acho eu assim." Ao 'Hara nela j estava a caminho do aeroporto. "Mas infelizmente, eu no posso comear a estudar voc nisto." E isso era o Tavish. "Que tal um cheque de chuva?"
      "Voc conseguiu isto. Em aberto." Ele assistiu seu lugar alguns pedaos que sobreviveram ao rombo. Castiais, uma tigela de cermica enorme, um prato plano longo. Ele teve um sentimento que ela ps eles justamente onde eles tm estado antes. Existiria conforto nisto. E desafio.
      "Sabe, procurando em tudo isso, no parece como um rombo simples. Se isso pode ser simples quando for seu lugar. Certamente no me atinge como um padro agarra-e-corrido. Parece mais pessoal."
      "Bem, isso vai um caminho longo a aliviar minha mente."
      "Desculpe. No estava pensando. Realmente, voc no parece particularmente spooked."
      "Eu dormi com a luz em ontem  noite," ela admitiu. "Assim faria uma diferena. No faz qualquer bom para ser spooked. No muda nada ou conserta qualquer coisa."
      "Um sistema de alarme no machucaria. Algo um pouco mais de alta tecnologia que a variedade canina," ele adicionou, olhando abaixo em onde o Henry roncou debaixo da mesa de jantar.
      "No. Eu pensei sobre aqueles para mais ou menos cinco minutos. Um sistema de alarme no faria-me sentir seguro. S faria-me sentir como eu tive algo para me preocupar sobre. Eu no vou ter medo em minha prpria casa."
      "Deixe-me s empurro este boto um pouco mais antes de ns deixar ir. Voc pensa que este podia ter sido algum que voc sabe? Voc tem alguns inimigos?"
      "No, e no," ela respondeu com um descuidado encolhe os ombros como ela fugiu a escada-de volta preside de volta para a mesa. Mas ela ouviu palavras do Willy em sua cabea: Ele sabe onde voc est.
      Quem soube?
      Papai?
      "Agora eu tenho voc preocupado." Ele tipped seu rosto em cima com um dedo debaixo de seu queixo. "Eu posso ver isto."
      "No, no preocupado. Desconcertou, talvez, na idia que eu podia ter inimigos. Os lojistas ordinrios em cidades de Maryland pequenas no deviam ter inimigos."
      Ele esfregou seu dedo polegar junto sua mandbula. "Voc no  ordinrio."
      Ela deixa sua curva de lbios como seu veio at encontrar eles. Ele no teve nenhuma idia, ela pensou, o quo dura ela trabalhou por quase metade sua vida ser ordinria.
      Suas mos eram corredias acima de seus quadris quando seu telefone tocou. "Voc ouve sinos?" Ele perguntou.
      Ela recuou com um pouco risada e puxou o telefone fora de seu bolso. "Oi? Oi, Angie." Como ela escutou, ela trocou o chipped jarro uma metade polegada no servidor. "Ambos os pedaos? Isto  maravilhoso. O que fez . . . Uh-huh. No, voc fez exatamente direito.  chamado uma escrivaninha porque uma escrivaninha pequena era projetada para uma Escrivaninha de Capito atrs nos anos 1800 e ele preso, eu acho. Sim, eu sou bom. Realmente, e sim, esta certamente vantagens mim em cima. Obrigado, Angie. Eu conversarei com seu mais tarde."
      "Eu pensei que uma escrivaninha era um sof," Max disse quando ela pegou o telefone de volta em seu bolso.
      ", ou um sof pequeno que freqentemente converte em uma cama. Tambm  uma escrivaninha pequena com um boxlike forma com uma seo superior que desliza ou gira fornecer espao de joelho."
      "Huh. As coisas voc aprende."
      "Eu podia ensinar vocs todos os tipos de coisas." Apreciando se, ela caminhou para seus dedos em cima seu trax. "Queira que eu mostrar a voc a diferena entre um canterbury e um commode?"
      "No pode esperar."
      Ela tomou sua mo, desenhou ele em direo a sua pequena biblioteca, onde ela podia dar uma lio pequena em antiguidades enquanto eles pem o quarto de volta em ordem.
      ***
      Quando o cavalheiro alto, distinto com o elegante pewter bigode caminhado em Lembra Quando, Jenny estava contemplando o que ela poderia consertar para jantar. Desde que pareceu que ela estava com fome o tempo todo, pensando sobre comida era quase como satisfazendo como comendo isto.
      Depois de grande venda do Angie, o passo diminuiu a velocidade. Ela teve alguns browsers, e Sra. Gunt apareceu a corrida para ver o jarro de loto e arrebatar isto. Mas pela prxima hora, ela e Angie tinham sido puttering, e o dia empreendeu um tom preguioso que teve ela acabando Angie um cedo.
      Ela examinou no som da porta, contente que um cliente temporariamente levaria sua mente fora de corta e pur de batatas.
      "Boa tarde. Eu posso ajudar voc?"
      "Eu acho que eu s procurarei, se isso est certo. Que lugar interessante. Seu?"
      "No. O dono no est em hoje. Folheie tudo que voc gosta. Se voc tiver quaisquer perguntas ou necessidade qualquer ajuda, s deixe-me conhecer."
      "Eu farei isto."
      Ele estava vestindo um terno quase a mesma cor que seu bigode e a cabea espessa, bem cortado de cabelo. O terno, e faixa sutis da gravata, feita ela pensa dinheiro. Sua voz estava s cortada suficiente para ter seu Norte pretensioso.
      O instinto da sua vendedora disse a ela que ele no se importaria um pouco conversao  medida que ele vagou. "Voc est visitando Buraco do Anjo?"
      "Eu tenho negcios na rea." Ele sorriu, e ele afundou os buracos de suas bochechas, tornados seus olhos em uns mornos azuis e fez distinto s um pouco sensual. "Uma cidade to amigvel."
      "Sim, ."
      "E to cnicos. Bons para negcios, eu pensaria. Eu tenho uma loja de minha prpria." Ele se debruou acima de estudar a exibio de heirloom jias. "Propriedade jias," ele disse, vazamento o vidro. "O comprar e venda. Pedaos muito bons aqui. Inesperados, realmente, fora de uma rea metropolitana."
      "Obrigado. Muito particular do Laine sobre que ns vendemos aqui."
      "Laine?"
      "Laine Tavish, o dono."
      "Eu pergunto-me se eu no ouvisse aquele nome. Possivelmente at a encontrado  um dos leiles.  um charco relativamente pequeno que ns nadamos em."
      "Voc poderia ter. Se voc estiver ficando na cidade durante algum tempo, voc podia voltar em. Ela  normalmente aqui."
      "Eu no deixe de fazer isto. Diga a mim, voc vende pedras soltas tambm?"
      "Pedras?"
      Em olhar em branco do Jenny ele angulado sua cabea. "Eu freqentemente compro pedrasgemstones parasubstituir uns perdidos de uma colocao antiga, ou duplicar um pedao de propriedade para um cliente."
      "Oh. No, ns no fazemos. Claro, o jias  s uma parte pequena de nossa linhagem."
      "Ento eu vejo." Ele girou, e aqueles olhos esquadrinhados toda polegada da sala de exposio principal. "Uma mistura adepta, estilos, perodos. Sra. Tavish faz todo o comprar?"
      "Sim, ela faz. Ns somos sortudos para ter algum gostar de Laine no Buraco. A desenvolvida de loja uma boa reputao, e ns somos listados em vrios guias para a rea, e revistas antigas e colecionveis."
      Ele vagou fora de, entrando a direo de uma mesa fixa com estatuetas de porcelana e bronzes pequenos. "Ento, ela no  uma local ento."
      "Voc no  um local no Buraco a menos que seu av nasceu aqui. Mas no, Laine moveu aqui alguns anos atrs."
      "Tavish, Tavish . . ." Ele angulado atrs ao redor, estreitando seus olhos, stroking seu bigode. "Ela  uma mulher alta, bastante desengonado com cabelo muito pequeno loiro? Vista pequenos culos pretos?"
      "No, Laine  um ruiva."
      "Ah bem, dificilmente importa. Isto  um pedao adorvel." Ele levantou um gato de porcelana de elegante. "Voc transporta?"
      "Ns certamente fazemos. Eu teria muito prazer em para . . . Oh, oi, mel," ela disse quando Vince entrou. "Meu marido," ela disse para o cliente com uma piscada. "Eu no chamo todo o Polis mel."
      "Eu estava encabeando por, pensou que eu pararia em ver se Laine estivesse aqui. Verifique nela."
      "No, eu no penso que ela est entrando hoje afinal. Conseguido seu total das mos. A casa do Laine estava arrombar ontem  noite," ela disse.
      "Deus, que terrvel." O homem ergueu uma mo para o lao de sua gravata, e a pedra azul escuras em seu pinkie anel piscado. "Algum era machucado?"
      "No, ela no estava em casa. Desculpe, Vince, isto  Sr. que . . . eu nunca consegui seu nome."
      " Alexander, Milhas Alexander." Ele ofereceu uma mo para Vince.
      "Hambrguer de Vince. Voc sabe Laine?"
      "Realmente, ns estvamos s tentando determinar, isto. Eu vendo propriedade jias e pergunto-me se eu encontrasse Sra. Tavish ao longo do circuito. Eu sinto muito ouvir sobre sua dificuldade. Eu estou muito interessado no gato," ele disse para Jenny, "mas eu vou estar atrasado para meu compromisso da tarde. Eu voltarei, e espero que encontre Sra. Tavish. Obrigado por seu tempo, Sra. Hambrguer."
      "Jenny. Volte a qualquer hora," ela adicionou como ele caminhou para a porta.
      Quando eles estavam s na loja, Jenny cutucou Vince na barriga. "Voc olhou para ele como ele era um suspeito."
      "No, eu no fiz." Ele deu seu um retorno, e muito gentil, cutuque em sua barriga. "Eu sou s curioso, isto  todo, quando eu vir um sujeito em um liso-olhando terno rondar a loja o dia depois da casa do Laine est arrombar."
      "Sim, ele pareceu com assaltante de um fazer alvoroo certo."
      "Certo, que um estar fazendo alvoroo assaltante parece com?"
      "Assim."
      ***
      Seu nome era Alex Crew, entretanto ele teve identificao adequada no nome de Milhas Alexandere vrios outros nomes alternativos. Agora ele caminhou vivamente ao longo do espirrar calada. Ele teve que ir embora para sua raiva, sua ira quietamente borbulhante que Laine Tavish no tinha sido onde ele quis a achar.
      Ele menosprezou sendo anulado, em qualquer nvel.
      Ainda, o passeio era negcios de parte. Ele precisou conseguir a cano do cair sobre p, entretanto ele teve um mapa detalhado de Buraco do Anjo em sua cabea. Ele no apreciou cidades pequenas, ou o germinar viso verde das montanhas circundantes. Ele era um homem para a cidade, seu passo, suas oportunidades.
      Sua abundncia de marcas.
      Para resto e relaxamento, ele apreciou a regio trpica, com suas brisas balsmicas, lua-lavadas noites e turistas ricos.
      Este lugar estava cheio de hicks, como o balconista grvidaprovavelmente em sua quarta criana at agorae seu ex-heri do futebol do segundo grau girou marido de policial de cidade. O sujeito pareceu com o tipo que se sentou ao redor nas noites do sbado com seus amigos e conversados sobre os dias de glria acima de um pacote de seis. Ou sentado no bosque que espera por um cervo vir por assim ele podia atirar isto e sente como um heri novamente.
      A tripulao lamentou tais homens e as mulheres que mantiveram seu jantar morno de noite.
      Seu pai tinha sido tal homem.
      Nenhuma imaginao, nenhuma vista, nenhum paladar para o gosto de furto. Seu homem velho no teria tomado o tempo de dia se no fosse marcado em sua folha de tempo. E o que teve isto o conseguido exceto um estropiado e reclamando esposa, uma caixa quente de uma casa de fila em Camden e um primeiro sepulcro.
      Para mente da Tripulao, seu pai tinha sido um desperdcio pattico de vida.
      Ele sempre quereria mais, e comeou a tomar isto quando ele rastejou por sua primeira segunda-histria janela s doze. Ele impulsionou seu primeiro carro s quatorze, mas suas ambies sempre correram para maior, jogos mais brilhantes.
      Ele gostou de roubar do rico, mas no existia nada do Capuz de Robin nele. Ele gostou disto simplesmente porque as ricas tido coisas melhores, e tendo eles, levando eles, fizeram ele sentir como ele era parte da nata.
      Ele matou seu primeiro homem s vinte e dois, e entretanto tinha sido moluscos ruins no planejados enviaram a marca casa cedo do balque ele no teve nenhuma averso a roubar uma vida. Particularmente se existia um bom lucro nisto.
      Ele tinha quarenta e oito anos de idade, tiveram um gosto para vinho francs e ternos italianos. Ele teve uma casa em Westchester de que sua esposa fugiutomada seu filho jovems antes de seu divrcio. Ele tambm manteve um apartamento luxuoso fora de Parque Central onde ele entreteve lavishly quando o humor atingiu, um fim de semana casa no Hamptons e uma litoral casa em Caimo Principal. Todas as aes estavam em nomes diferentes.
      Ele fez muito bem por ele mesmo tomando o que pertenceu a outros e, se ele dissesse assim ele mesmo, se tornou uma espcie de conhecedor. Ele era seletivo em que ele roubou agora, e tinha sido para mais que uma dcada. A arte e pedras preciosos eram suas especialidades, com uma correria ocasional em selos raros.
      Ele teve algumas prises no caminho, mas s uma condenaouma mancha ele culpou completamente em seu incompetente e overpriced advogado.
      O homem pagou por isto, como Tripulao o bateu morte para sangrento com um tubo principal trs meses depois de seus lanar. Mas para mente da Tripulao aquela balana era dificilmente equilibrada. Ele gastou vinte e seis meses do lado de dentro, destituda de sua liberdade, humilhada e humilhada.
      A morte do advogado de idiota era dificilmente compensao.
      Mas isso tinha sido mais de vinte anos atrs. Entretanto ele levantou para questionar um tempo ou dois desde, no existe nenhuma outras prises. O benefcio nico daqueles meses na priso tinham sido o tempo infinito para pensar, avaliar, considerar.
      No era suficiente roubar. Era essencial para roubar bem, e viver bem. Ento ele estudou, desenvolvido seu crebro e seu personas. Para roubar com sucesso do rico, era melhor para se tornar um deles. Para adquirir conhecimento e gosto, diferentemente dos sedimentos que apodreceram atrs de bares.
      Para ganhar entrada em sociedade, talvez para tomar um bem-heeled esposa em um certo ponto. Sucesso, para sua mente, no estava subindo em segunda-histria janelas, mas em dirigir outros para fazer isso. Outros que podia ser manipulado, ento dar fim a to necessrio. Porque, qualquer que eles tomaram, em sua direo, por todo direitos pertenceu exclusivamente para ele.
      Ele era esperto, ele era paciente, e ele era inumano.
      Se ele cometesse um engano no caminho, no era nada que no podia e no seria retificado. Ele sempre retificou seus enganos. O advogado de idiota, a mulher tola que tem objected para seu bilking ela de alguns cem mil dlares, qualquer nmero de lentos-importados subalternos ele empregou ou associou com no curso de sua carreira.
      Grande Jack O 'Hara e seu rudculo scio Willy tinha sido enganos.
      Um misjudgment, Tripulao corrigiu como ele girou o canto e comeou de volta para o hotel. Eles no tinham sido bastante to estpido quanto ele assumiu quando ele usou eles para planejar fora e executar o trabalho de sua vida. Seu gral, sua indagao. Seu.
      Como eles deslizaram pela armadilha que ele deitou e cado fora com seu cortado antes de pular era um quebra-cabea para ele. Para mais que um ms eles conseguiram o iludir. E nem tentou tornar o tomar em dinheiroque era outra surpresa.
      Mas ele manteve seu nariz para o cho e eventualmente levantou O 'odor da Hara. Ainda ele no tinha sido Jack que ele conseguiu localizar de Nova York at as montanhas de Maryland, mas a doninha tola Willy.
      Ele no devia ter deixado o pequeno bastardo o v, Pensamento de tripulao agora. Mas goddamn cidades pequenas. Ele no esperou tudo menos choca-se com o homem na rua. Mais que ele esperou que Willy arremessar e correr, um coelho assustado pulando direito fora e debaixo das rodas de um oncoming carro.
      Ele foi tentado marchar pela chuva, at a baguna de hemorragia e chutar isto. Milhes de dlares em jogo, e o idiota no lembra de olhar ambos os modos antes de apressar na rua.
      Ento ela veio para ficando sem aquela loja. O bonito ruiva com o rosto chocado. Ele viu aquele rosto antes. Oh, ele nunca a encontraria, mas ele viu aquele rosto. Grande Jack teve fotografias, e ele amou tirar eles e mostrar a eles fora de uma vez que ele teve umas cervejas debaixo de seu cinto.
      Minha filha. Ela no  uma beleza? Esperto como um chicote, tambm. Academia-educada, meu Lainie.
      Esperto suficiente, Pensamento de tripulao, dobrar se na vida direta em uma cidade pequena assim ela podia cercar bens, transporte eles, vire eles. Era uma maldio bom trapaceiro.
      Se Jack pensou que ele podia passar o que pertenceu a Alex Crew para sua filha, e se aposente rico para Rio como ele freqentemente gostou de conversar de fazer, ele ir ficar surpreendido.
      Ele ir voltar o que pertenceu a ele. Tudo que pertenceu a ele. E pai e filha iriam pagar um preo pesado.
      Ele andou no salo de entrada do Viandante e teve que forar ele mesmo para suprimir um tremor. Ele considerou as acomodaes apenas tolerveis. Ele tomou os degraus para seu apartamento, apague o no perturbar sinal como ele quis se sentar no quieto enquanto ele planejou seu prximo movimento.
      Ele precisou fazer contato com Laine Tavish, e devia provavelmente fazer para Milhas Alexander, propriedade jias corretor. Ele estudou ele mesmo no espelho e movimentado a cabea. Alexander era um fresco pseudnimo, como era o cabelo de prata e bigode. O 'Hara o conheceu como Martin Lyle ou Gerald Benson, e teriam o descrito como limpo-shaven, com sal de fim-e-cabelo de pimenta semeado.
      Um flerte poderia ser uma entrada, e ele apreciou companhia. O interesse mtuo em propriedade jias tinha sido um bem tocar. Melhor tomar alguns dias, consiga um sentir pena dela antes dele fazer outro movimento.
      Ela no escondeu o esconderijo em sua casa, nem existiu qualquer depsito seguro ou locker chave para ser achada. Caso contrrio ele e os dois assassinos ele contratou para o trabalho teria achado eles.
      Poderia ter sido erupo cutnea para roubar seu lugar em uma moda to suja, mas ele tem estado bravo e to certo ela teve o que pertenceu a ele. Ele ainda acreditou em que ela fez, ou soube onde achar isto. A melhor abordagem era para manter isto amigvel, talvez romntica.
      Ela estava aqui, Willy estava aquiainda que ele estivesse morto. Jack O 'Hara podia estar muito para trs?
      Satisfeita com a simplicidade do plano, Tripulao sentada na frente de seu laptop. Ele educou vrios locais em propriedade jias e comeou a estudar.
      ***
      Laine despertou em lamplight e olhou fixamente inexpressivamente ao redor seu quarto. Que hora era isto? Que dia era isto? Ela escavou seu cabelo atrs como ela se empurrou at perscrutar no relgio. Oito e quinze. No podia ser DA MANH porque era escuro, ento o que ela estava fazendo na cama s oito de noite?
      Na cama, ela corrigiu, com seu arremesso de froco dobrou ao redor ela. E Henry roncando no cho ao lado da cama.
      Ela bocejou, estirou, ento estalou de volta.
      Max!
      Oh meu Deus. Ele tem ajudado que ela limpe o pior do quarto de convidado, e eles conversaram sobre sair para jantar. Ou ordenando em.
      O que aconteceu ento? Ela procurou seu crebro turvo. Ele tomou o lixo no andar de baixofora dee ela entrou em seu quarto para refrescar em cima e mudana.
      Ela s se sentaria na cama por um minuto.
      Certo, ela esticou na cama por um minuto. Feche seus olhos. S tentando reagrupar.
      E agora ela estava acordando quase trs horas mais tarde. S.
      Ele tem coberto ela, ela pensou com um sappy sorriso como ela escovou um dar o arremesso. E ligou a luz assim ela no despertaria na escurido.
      Ela comeou a lanar o arremesso de lado e levante, e viu a nota que est no travesseiro ao lado dela.
      
      Voc pareceu muito bonito e muito cansado para mim tocar Prncipe Encantado para sua Beleza Dormente. Eu bloqueado em cima, e seu co de caa feroz est guardando voc. Consiga um boa noite seja sono. Eu chamarei voc amanh. Melhor, eu virei por e verei voc.
      Max
      
      "Ele podia ser mais perfeito?" Ela pediu o ainda roncando Henry. Deitando de volta, ela apertou a nota para seu peito. "Voc imediatamente devia suspeitar perfeio, mas oh menino, eu estou apreciando isto. Eu estou to cansado de ser suspeito e cauteloso, e s."
      Ela deita l outro momento, sorrindo para ela mesma. A beleza dormente no era sonolenta mais. De fato, ela no podia ter sido mais acordada ou alertar.
      "Voc sabe quanto tempo que tem sido desde que eu fiz algo realmente despreocupado?" Ela desenhou uma respirao funda, deixa isto. "Nem faa eu, isto seja quanto tempo que tem sido.  hora de jogar."
      Ela surgiu, salpicada no banheiro para comear o chuveiro. Em segundo pensamento, ela decidiu, um banho de bolha estava mais vestido da ocasio que ela teve em mente. Existia tempo para um, e enquanto correu que ela examinaria suas escolhas e escolheria algo para vestir mais vestido de seduzir Max Gannon.
      Ela usou um morno freesia odor na tina, ento gastou uns cheia vinte minutos em diante sua maquilagem. Levou seu quase aquele longo para decidir se deixar seu cabelo abaixo ou pe isto. Ela optou para em cima porque ele no viu isto aquele modo ainda, e adaptou um solto updo que cairia na provocao mais leve.
      Este tempo, ela foi para a bvia e o pequeno vestido preto. Ela era agradecida para os meses de divertimento de compras na frente de com o Jenny no-ainda-grvida que teve netted eles ambos algum lingerie incrvel.
      Ento, lembrando que Jenny creditou sua condio atual para aquele lingerie, Laine adicionou mais preservativos para aqueles que ela j dobraria em sua bolsa. Trouxe o total at meia dzia, um nmero ela giddily decidiu era ambos cauteloso e otimista.
      Ela deslizou um tecido-casimira jaqueta preta magra, um rudculo indulgncia ela no chegou a vestir quase freqentemente suficiente, acima do vestido.
      Levando um ltimo estudo no espelho, ela girou todo para angular. "Se ele diminuir voc," ela declarou, "no existe nenhuma esperana para a humanidade."
      Ela assobiou para o cachorro seguir ela no andar de baixo. Depois de um entrar precipitadamente na cozinha para agarrar uma garrafa de vinho, ela tomou Henry  atar do gancho pela porta de parte de trs.
      "Queira dar um passeio?" Ela perguntou, uma pergunta que sempre enviou Henry em pulos e colises de selvagem jbilo e estremecendo excitao. "Voc est indo para do Jenny. Voc vai ter um sleepover, e por favor, Deus, ento  eu. Se eu no achar uma sada para tudo isso calor, eu estou indo para espontaneamente combust."
      Ele fez correr para o carro e atrs trs vezes quando ela alcanou isto e abriu a porta para ele. Ele saltou em e se sentou grinning no passageiro acomoda enquanto ela amarrou com correia o cinto de segurana acima dele.
      "Eu no sou nem nervoso. Eu no posso acreditar em que eu no estou nervoso quando eu no fiz este em . . . bem, nenhum ponto que pensa sobre isto," ela adicionou como ela chegou atrs da roda. "Se eu pensar disto, eu estarei nervoso. Eu realmente gosto dele.  louco porque eu dificilmente o conheo, mas eu realmente gosto dele, Henry."
      Henry latiu, ou em compreenso ou em alegria como ela comeou pista abaixo.
      "Provavelmente no pode vir para qualquer coisa," ela continuou. "Eu quero dizer, ele vive em Nova York e eu vivemos aqui. Mas ele no tem que vir para qualquer coisa, certo? No tem que significar amor ou compromisso de vida eterna. Pode s ser luxria e respeito e afeto e . . . luxria. Existe um lote inteiro de luxria continuando aqui, e no existe nada errado com isto.
      "E eu vou fechar antes de eu achar um caminho para conversar eu mesmo fora deste."
      Era quase dez quando ela parou em calada do Jenny. Tarde, ela pensou. O tipo ultimamente para ir batendo em porta de quarto de hotel do sujeito.
      Mas s qual era o tempo adequado para ir batendo em porta de quarto de hotel do sujeito?
      Jenny j estava terminando da porta da frente e passeio abaixo. Laine lanou cinto de segurana e esperado do Henry por seu amigo abrir a porta de passageiro.
      "Oi, Henry! Existe meu melhor sujeito, ele est a. Vince est esperando por voc."
      "Eu devo voc," Laine disse como Henry fez correr loucamente para a casa.
      "No faa. Final de data, huh?"
      "No pergunte, no diga."
      Jenny se debruou em at onde sua barriga permitiria. "Voc est me brincando?"
      "Sim. Eu direi a voc tudo amanh. S mim mais um favor?"
      "Certo, o que?"
      "Reze, realmente duro, isso existe algo para dizer."
      "Voc conseguiu isto, mas o modo que fabuloso voc parece, aquelas oraes j esto respondidas."
      "Certo. Aqui v."
      "V conseguir eles, mel." Jenny fechou a porta e andou de volta, roadura sua barriga como Laine foi embora. "O brinde do sujeito," ela murmurou, e foi dentro de tocar com Henry.
      
      
    6.
      
      Aconteceu para Laine que ela pareceu com uma mulher a caminho de uma designao. O pequeno vestido preto, os sapatos sensuais, a garrafa de vinho dobrado no trapaceiro de seu brao.
      Mas isso era certo. Ela era uma mulher a caminho, ela esperou, para uma designao. O homem envolvido no acabou de no saber isto ainda. E se ela chocasse-se com algum que ela soube, ento o que? Ela era um adulto, ela era nica e no onerada. Ela era intitulada para uma noite de saudvel, nenhum-sexo de cordas.
      Mas ela era aliviada quando ela cruzou o salo de entrada do Viandante sem ver um rosto familiar. Ela apertou o Em cima boto no elevador e pegou se fazendo um relaxamento respirando tcnica que ela aprendeu em uma classe de ioga.
      Ela parou.
      Ela no quis relaxar. Ela podia relaxar amanh. Hoje  noite ela quis aquele arame ao vivo chiar no sangue, os msculos de estmago de formigamento, a dana de frios e calor ao longo da pele.
      Ela andou no carro quando as portas abriram e apertaram o boto para cho do Max. Como seu fim de portas de elevador, as portas no ao lado de sua aberto.
      Alex Crew sada.
      ***
      Em sua escrivaninha, com a TV muttering no fundo para a companhia, Max revisou suas notas e escreveu em cima seu diariamente relatrio. Ele omitiu para algumas coisas, era verdade. No havia razo para documentar que ele tocou com o cachorro, Laine Beijado, ou que ele dobrou um cobertor acima dela ento permanecido assistindo ela dorme.
      Nenhum de que era informaes salientes.
      Ele detalhou a extenso do dano para sua propriedade, suas aes e reaes e suas opinies em que ele observou ser seu estilo de vida atual.
      Cidade simples, pequena, bem sucedida. Com conhecimento sobre sua profisso, cozily cavado em sua ladeira casa e a comunidade.
      Mas onde ela conseguiu os capitais para comprar aquela casa, recomear atividades seus negcios? O emprstimo de negcios e a hipoteca ele no acessou em uma maneira estritamente legalno adicionou quase em cima. Ela derrubou depsitos considerveismais que logicamente pareceu possvel para uma mulher jovem que ganhou um fixo mas salrio comum desde academia.
      E ainda no uma quantia de exorbitante, ele refletiu. Nada vistoso. Nada que insinuou existia uma grande grande rvore de dinheiro em algum lugar gotejando com milhes.
      Ela dirigiu um bem, carro meio termo. Americanos feitos e trs anos de idade. Ela teve algumas obras de arte e moblia boas em sua casa, mas ela estava nos negcios, ento no era notvel.
      Seu guarda-roupa, o que ele viu, mostrou a gosto clssico bom. Mas isto, tambm, no era exorbitante, e ajuste muito nitidamente na imagem do comerciante nico, bem sucedido antigo.
      Tudo sobre sua ajustada aquela imagem, exatamente.
      Ela no viveu rico. Ela no pareceu com um operador, e ele podia normalmente localizar um. Qual era o ponto de comprar uma casa no bosque, conseguindo um cachorro feio, abrindo uma Rua Principal, E.U.A., negcios se no fosse o que voc procurado?
      Uma mulher com seus atributos podia estar em qualquer lugar, fazendo qualquer coisa. Ento, ele seguido que ela estava fazendo exatamente o que ela quis fazer.
      E que no acabou de no adicionar em cima qualquer um.
      Ele era messed em cima sobre ela, isso era o problema. Ele tipped atrs em sua cadeira, olhado fixamente no teto. Toda vez ele olhou para ela, seu crebro foi suave nele. Existia algo sobre aquele rosto, a voz, Jesus, o cheiro sua, isso estava fazendo uma seiva fora dele.
      Talvez ele no podia a ver como um operador porque ele no quis ver seu aquele modo. Ele no tinha sido isto tranado em cima em uma mulher desde . . . Realmente, ele nunca seria isto tranado em cima em uma mulher.
      Praticamente ento, profissionalmente ento, ele devia de volta fora de um pouco no contato pessoal. Se ou no ela pareceu ser seu melhor canal para iar O 'Hara, ele no podia a usar se ele no pudesse recuperar-se ela.
      Ele podia dar uma desculpa, deixe cidade por alguns dias. Ele podia estabelecer um bsico perto onde ele podia observar e registrar. E use seus contatos e conexes, como tambm suas prprias habilidades de hacker, cavar mais fundo na vida e os tempos de Elaine O 'Hara aka Laine Tavish.
      Quando ele soube mais, ele decidiria como a lidar e volta. Mas enquanto isso, ele teria que manter um pouco de distncia de objetivo. No mais jantar para dois, no mais gastando o dia com ela em casa, contato no mais fsico que no podia levar a qualquer coisa exceto complicaes.
      Ele verificaria de manh, d seu um telefonema rpido para dizer a ela que ele chamou de volta para Nova York e estaria em toque. Mantenha as linhas abertas, mas aliviem de volta na frente pessoal.
      Um homem no podia fazer seu eficazmente de trabalho se ele estivesse vagando ao redor em uma nvoa sexual.
      Satisfeito com o plano, Max levantou. Ele lotaria a maior parte de suas coisas hoje  noite, talvez afunde posteriormente para um nightcap, ento tente dormir fora do para ela que estava construindo muito muito depressa e muito muito inadequadamente dentro dele.
      O golpe na porta distrada ele. Eles j fariam o turndown, pequenas hortels de chocolate nos travesseiros includos. Ele metade esperado ver um envelope corredio debaixo da porta. Entretanto ele preferiu todas as comunicaes via e-mail, seus clientes freqentemente insistido em um fac-smile de cpia dura para instrues.
      Quando nada apareceu, ele subjugou, olhou de relance pelo espiar. E veio dentro de uma respirao de deglutio sua prpria lngua.
      Que diabo ela estava fazendo em sua porta? E o que ela estava vestindo?
      Jesus Cristo.
      Ele voltou em cima, esfregou um dar seu rosto, seu corao. O instinto profissional contribudo suficiente para ter ele apressando de volta para a escrivaninha, fechando seus arquivos, enterrando qualquer papelada dura, ento fazendo um rpido visual varra para qualquer coisa que poderia soprar sua cobertura.
      Ele conseguiria seu no andar de baixo para o vadiar,  disso que ele faria. Consiga ela, em um lugar pblico, diga a ela que ele chamou de volta, tenha um bebida rpido com ela.
      E saia. Mova junto. Mude-se.
      Ele arrastou uma mo por seu cabelo uns tempos, escapou dos nervos. Ele trabalhou o que ele considerou um fcil, ligeiramente surpresa, ligeiramente expresso contente e abriu a porta.
      O choque cheio dela no foi bem sucedida para o buraco de fechadura. Agora a lngua ele quase tragaria desenrolou novamente e tudo menos estatelados em seus ps.
      Ele no podia bastante enfoque em que ela estava vestindo diferente de notar era preto, era pequeno, e ele exibiu mais curvas que uma Frmula Uma corrida. Suas pernas eram mais longas que ele imaginou, e terminou em muito alto, saltos de sapatos muito magros pretos.
      Tudo aquele cabelo gneo era escavou em cima de alguma maneira ou outro, e seus olhos parecidos mais azuis, mais brilhantes que sempre. Ela alisou algo escuro e brilhante e tantalizingly molhado acima de seus lbios.
      Deus o ajuda.
      "Eu acordei."
      "Voc fez. Voc certamente fez."
      "Eu posso entrar?"
      "Ah. Um." Era to coerente quanto ele podia administrar, ento ele acabou de andar de volta. E quando ela caminhou por ele, o odor de suas embrulhadas ao redor suas glndulas, e apertadas.
      "Eu no consegui uma chance de obrigado, ento eu pensei que eu iria."
      "Obrigado. Agradea-me," ele corrigiu, e sentiu como um imbecil.
      Ela sorriu e, levantando a garrafa de vinho, sacudiu isto para lado lentamente lateral. "Como voc sente sobre Merlot?"
      "Eu me sinto satisfatrio sobre isto."
      Levou toda sua fora de vontade para no rir. Existia qualquer coisa que fez uma mulher sentir mais de uma mulher que um homem tendo olhar fixo nela como se ele fosse encantado? Ela tomou um passo em direo a ele e estava maravilhosamente lisonjeada quando ele levou uma em retirada. "Boa o suficiente para compartilhar?" Ela perguntou a ele.
      "Parte?"
      "O vinho."
      "Oh." Ele teve uns choques em seu dia. Eles freqentemente deram  vtima a mesma penugenta, fora-de-sensao de corpo ele estava experimentando agora. "Certo." Ele tomou a garrafa que ela resistiu. "Certo. Certo."
      "Bem ento."
      "Bem?" L pareceu ser um pouco de tipo de atraso de tempo entre seu crebro e sua boca. "Oh, certa. Ah, saca-rolhas." Ele olhou de relance em direo ao mini-bar, mas ela alcanou em sua bolsa.
      "Tente isto." Ela ofereceu a ele uns saca-rolhas. Uma metade da manivela era uma mulher desnuda, encabece para torso. O outro era toda perna.
      "Atraente," ele administrou.
      "Kitschy," ela corrigiu. "Eu tenho uma coleo pequena. Quarto bom," ela adicionou. "Muita cama." Ela vagou para a janela, aliviou as cortinas separadamente algumas polegadas. "Eu aposto o maravilhoso da viso."
      "Oh sim."
      Perfeitamente ciente seu olha estava nela, ela continuou a olhar a janela e lentamente descascou o suter magro. Ela ouviu o abrupto clunk da garrafa de vinho contra madeira e era satisfeito o vestido fez seu trabalho. De seu ponto de vista, no existia muito disto, s muito seu desnudo atrs emoldurado por um pouco de negro aquecido.
      Ela vagou longe, em direo  cama, e arrancou uma das hortels do travesseiro. "Mmm, chocolate. Voc se importa?"
      O melhor ele podia ser uma sacudida lenta de sua cabea. A cortia terminou da garrafa com uma surpreendida estalar e as palavras "Oh meu Deus" apressada em sua mente como ela desembrulhou a pouca hortel, mordeu lentamente nisto.
      Ela deu um sensual pequeno gemido, lambido seus lbios. "Eu ouvi em algum lugar aquelas conversas de dinheiro mas chocolate canta. Eu assim." Ela caminhou para ele, segurou a segunda metade da hortel para seus lbios. "Eu compartilharei, tambm."
      "Voc  matana me."
      "Vamos ter algum vinho ento, ento voc pode morrer feliz." Ela se sentou na extremidade da cama, cruzadas suas pernas. "Eu interrompi seu trabalho?"
      "Relatrios. Eu voltarei para isto." Quando eu achar minha sanidade, ele decidiu. Ele despejou vinho, dada ela um vidro. E assistiu ela assistir ele como ela tomou o primeiro, gole lento.
      "Tem sido um enquanto desde que dobrado de algum me em. Eu no quis dizer adormecer em voc, Max."
      "Voc teve uma noite spera, um dia duro."
      "No to duro um dia quanto eu esperei, graas a voc."
      "Laine"
      "Deixe-me obrigado. Era mais fcil fazendo o que precisou ser feito com voc l. Eu gosto de gastar tempo com voc." Ela tomou outro, gole mais longo. "Eu gosto de querer voc, e especulando que voc me quer."
      "Querendo que voc esteja apertando a respirao fora de minha garganta, cortando o oxignio para meu crebro. Isso no era o plano."
      "J queira dizer que atarraxe o plano e v com impulso?"
      "O tempo todo."
      Ela riu agora, abaixou o vinho e rosa para despejar outro vidro. Atrs de outro gole, ela caminhou para a porta. "Eu no fao. Ou raramente faa. Mas voc tem que respeitar as excees que fazem a regra."
      Ela abriu a porta, pendurou o no perturbar sinal no lado de fora boto. Ela fechou a porta, bloqueada isto, debruado atrs contra isto. "Se voc no gostar de onde isto est indo, melhor falar mais alto."
      Ele tomou um trago fundo de vinho ele mesmo. "Eu tenho absolutamente nada para dizer."
      "Isto  bom porque eu era preparado para ficar spero."
      Ele imaginou o sorriso que divide seu rosto era grande, e estpido. Ele no deu uma maldio. "Realmente?"
      Ela comeou de volta em direo a ele. "Eu no estava certo que eu poderia lutar feira."
      "Aquele vestido no est lutar contra feira."
      "Oh?" Ela tomou um ltimo gole de vinho, ento economizar o vidro. "Ento eu devia levar de tomar isto."
      "Deixe-me. Por favor." Ele arrastou uma ponta do dedo ao longo da pele branca lctea afiada com preta. "Deixe-me."
      "Ajude voc mesmo."
      Ele esqueceu sobre practicality, professionalism. Ele esqueceu sobre a distncia sentimental e fsico ele decidiu iria melhores terno suas necessidades. Ele esqueceu sobre tudo exceto a realidade sua, a textura da gua suave de sua pele, o odor arrojado, o gosto quente, madura de sua boca quando ele agarrou seus quadris, puxada ela fecha e a beijou.
      Ela o envolveuaquelas texturas, aquele odor, aquele gosto at que eles eram queela eram tudo que ele podia querer ou precisar ou imaginava.
      Era um engano. Levando ela agora, como isto, era um engano e afiado muito perto do proibido. Sabendo que s adicionou um elemento irresistvel de perigo para o todo.
      Ele arrastou o vestido longe de seu ombro, deixe seus dentes em carne. E quando sua cabea retirada-se, ele trabalhou seu modo atrs em direo ao pequeno ronrona em sua garganta.
      "Algo para ser dito sobre planeja entretanto," ele murmurou, e trancou seu outro ombro. "Eu tenho todos os tipos de planos para voc."
      "Eu estava pulando." Ela apalpou sua mo atrs para onde ela soltou sua bolsa na cama. "Voc vai precisar deste," ela disse, e retirou-se um preservativo.
      "Em um certo ponto, ns tambm vamos precisar de um desfibrilador e um extintor de incndio."
      "Promessas, promessas."
      Ele sorriu abertamente. "Eu podia ir seriamente louco acima de voc." Ele deitou seus lbios em sua novamente, esfregou. "Isto  uma daquela casca-fora-dele negcios? O vestido, eu quero dizer."
      "Quase."
      "Maldio quente, um favorito pessoal." Ele trabalhou devagar, tirando o processo com sua boca em sua at que eles estavam ambos pronto para tremor. Ento ele recuou, tomou sua mo assim ela podia sair do vestido que pooled em seus ps. E acabou de olhar para ela.
      Ela vestiu um pouco de tipo de fascinar construo de seda e de renda que paquerou acima de seus peitos assim eles tiveram pequena escolha mas rebelar-se, ameace derramar fora. A seda preta lida rapidamente abaixo seu torso, beliscando em sua cintura, moldando acima de seus quadris para terminar em flirty pequenas ligas que levantaram meia-calas pretas empinadas.
      "Eu estou tentando pensar sobre algo memorvel para dizer, mas  realmente duro quando todo o drenado do sangue fora de minha cabea."
      "D isto um tiro."
      "Uau."
      " disso que eu estava atirando." Ela alcanou e comeou a desabotoar sua camisa. "Eu gosto do modo que voc olha para mim. Eu fiz direito da primeira vez. Eu gosto especialmente do modo que voc est olhando para mim agora."
      "Eu vejo voc at quando eu no estiver olhando. Isto  um primeiro para mim, e um pouco enervando."
      "Talvez algumas pessoas deveriam ver um ao outro. Talvez  por isso que isto est acontecendo to rpido. Eu no me importo por que." Ela desenhou sua camisa longe, correu ela mos ao alto seu trax, ento bloqueado eles ao redor seu pescoo. "Eu no me importo," ela repetiu e esmagou seus lbios para seu.
      Ela s soube que ela quis continuar a sentimento deste modo, ter estes sacode de excitao chocando seu sistema, tremer com o chiar inundao de antecipao. Para conhecer o poder de ter do homem, este do homem, ateno e desejo completo.
      Ela quis ser despreocupada, tomar exatamente o que ela quis em tragos avaros por uma vez em sua vida, e pensar s do momento, do prazer, da paixo.
      Quando ele a girado ao redor, ela arqueou de volta contra ele, erguendo seus braos para enganchar eles ao redor seu pescoo, e deu suas mos a liberdade para a atropelar. Acima de renda, seda, carne. Ele alimentou em seu pescoo, na curva de seu ombro enquanto ele a tocou, despertada ela. Sua respirao pega, lanado em um gemido quando sua mo deslizou entre suas coxas. Ela apertou sua contra seu, balanados seus quadris e rebelou-se naquela onda quente de prazer.
      Ele imaginou ele mesmo a balanando em cima, deitando ela na cama para tomar a prxima fase com algo abordando romance e astcia. Mas de alguma maneira eles eram tangled junto nas folhas nitidamente diminuda em uma luta desesperada para tocar, gosto.
      Seu cabelo derramou abaixo, fogo brilhante contra o branco. O odor disto, de sua pele, ofuscados seus sentidos at que ele perguntou-se se ele j tomaria outra respirao sem a desenhar em.
      "Faa coisas para mim." Sua boca era fome selvagem em sua. "Faa tudo para mim."
      Ele era perdido em uma tempestade de necessidades e cobia, afogando no calor deles at como ele feasted nela, e ela nele. Como ela moveu debaixo dele, acima dele, cercou ele, ele era mais spero que ele quis dizer estar em uma procura desesperada por mais.
      Seus pulmes estavam gritando, seu corao galopante para o ponto de dor. Sua pele era to quente pareceu poderia derreter fora de seus ossos. E Deus, era glorioso.
      Suas mos eram to fortes, sua boca to voraz. Ela podia se divertir na sensao de ser assumida o comando de, corpo e mente. Ele arrastou e puxou em estalos, impossivelmente ganchos minsculos, feito seu risada breathlessly quando ele apalpou e amaldioou. Feita sua boqueada em choque quando ele dirigiu nela e a atirou na extremidade.
      Era ela que exigiu isso tudo, agora, agora, agora! E curvado e aberto, que clamou quando ele mergulhou dentro dela. Sua vista borrada, seu corao galopante parou. Ento tudo, tudo era claro como cristal, sua batida do corao furiosa, sua corrida de corpo como eles tomaram um ao outro.
      Ela podia ver seu rosto, as linhas e buracos, a sombra da barba no barbeada desde a manh, e seus olhos, olhos de tigre enfocados em sua. Ento indo mais escuro, indo opaco um momento antes dele enterrar seu rosto em seu cabelo e esvaziada nela.
      ***
      Seu corpo era encharcado, saturado com prazer, e sua mente tranqila como um lago do vero. Ela era presa debaixo de seu corpo, e encantados com ela mesma e ele. Ela podia ouvir o som roto de sua respirao. Existia tal satisfao em saber que ela causou isto. Toying com seu cabelo, ela fechou seus olhos e se deixou vento.
      "Voc certo abaixo l?" Ele murmurou.
      "Eu sou maravilhoso abaixo aqui, obrigado. Voc certo l em cima?"
      "Eu posso ser paralisado, mas eu estou me parecendo satisfatrio sobre isto." Ele girou sua cabea muito seus lbios escovou o lado de seu pescoo. "Laine."
      Fim de olhos quietos, ela sorriu. "Max."
      "Eu tenho que dizer que . . . eu ter que dizer," ele repetiu tanto por ele mesmo como seu, "isto  algo que eu nunca esperei quando eu . . . tomei esta tarefa."
      "Eu gosto de surpresas. Eu parei de gostar deles no caminho, mas eu estou lembrando de por que eu sempre gostei de surpresas.  porque eles s acontecem."
      "Se surpresas lidam com achado voc em minha porta vestindo um vestido preto sensual, eu freaking ama eles."
      "Se eu fiz isto novamente, no seria uma surpresa, seria um repetir."
      "Eu posso viver com isto. Onde est Henry?"
      "Henry?"
      Ele empurrou sobre seus cotovelos para olhar abaixo nela. "Voc no o deixou em casa, no ? Depois que quais aconteceram ontem  noite."
      No era calor relampejando agora, mas um calor lento e adorvel corredio. Ele estava preocupado sobre um cachorro. Seu cachorro. Qualquer homem que se preocuparia sobre um cachorro quando ele era desnudo na cama com um tiro de mulher diretamente para o topo de sua lista de todos os-heris de tempo. Ela arrastou seu rosto at sua assim ela podia chover beijos acima disto.
      "No, eu no o deixei s. Eu o levei para do Jenny. Como voc pode ser to perfeito? Eu estou sempre procurando pelas falhas em tudo, mas voc somente  . . ." Ela apertou seus lbios para seu em um beijo longo, ruidoso. "Absolutamente perfeito."
      "Eu no sou." Ele no gostou da puno de culpabilidade. Era uma sensao que ele superou ou evitou. Pior, existia preocupao tangled com isto. O que ela pensaria, como iria ela reagir quando ela descobriu s o que suas falhas eram?
      "Eu sou egosta e nico-importado," ele disse a ela. "Eu"
      "Homens egostas no vagam em lojas de antiguidades procurando por um presente para sua me, s porque."
      A puno se tornou um pang. "Isso era impulso."
      "Veja, uma surpresa. Eu no acabei de no dizer que eu amo surpresas? No tente me convencer que voc no seja perfeito. Eu sou muito feliz com voc agora mesmo de pensar qualquer outra coisa. Uh-oh, agora eu tenho voc pensando." Ela correu ela passar para baixo suas costas, deu seu alvo um amigvel bater levemente. "Ela est tentando se transformar nisto mais que diverso e jogos?"
      "No  disso que eu estava pensando. E j  mais que diverso e jogos."
      "Oh." Seu corao tropeado, mas ela manteve seus olhos afianarem em seu. "?"
      " disso que eu no estava esperando, Laine." Ele abaixou sua cabea, tocado seus lbios para sua. "Faa coisas um pouco mais complicadas."
      "Eu no me importo complicaes, Max." Ela emoldurou seu rosto com suas mos. "Ns podemos nos preocupar sobre que isto , ou no , o que ele vai ser, amanh, ou ns podemos apreciar isto. E um ao outro. A aquela coisa eu sei  quando eu acordei em casa hoje  noite, eu tinha muito prazer em porque eu soube que eu quis ser com voc. Eu no senti aquela entrada muito tempo."
      "Feliz?"
      "Satisfeito, contedo, produtivo e feliz suficiente. Mas no dana-em torno-da-casa feliz. Ento sobre a nica coisa voc podia dizer a mim que faria isto muito complicado para mim  que voc tem uma esposa e umas crianas em Brooklyn."
      "Eu no fao. Eles esto em Rainhas."
      Ela comprimida ele, duro, ento o lutou acima de sobre suas costas. "Ha ha. Muito engraado."
      " minha ex-esposa que vive em Brooklyn."
      Ela o escarranchou, lanado seu cabelo atrs. "Voc tem estado ocupado."
      "Bem, voc coleciona sacas-rolhas. Alguns sujeitos colecionam mulheres. Minha amante atual est em Atlanta, mas eu estou pensando sobre ampliar-se. Voc podia ser minha Maryland tootsie."
      "Tootsie? Est sempre sido de minhas ambies de direo para ser tootsie de algum. Onde eu assino em cima?"
      Ele se sentou em cima, embrulhando seus braos ao redor ela e s esperando. Complicaes, ele pensou. Ele no podia comear a listar eles. Ento ele s teria que lidar com eles. Ento iria ela. Mas no hoje  noite. Hoje  noite ele iria a levar em sua palavra e s apreciaria.
      "Voc vai ficar por algum tempo? Fique por algum tempo, Laine."
      "Eu achei que voc nunca perguntaria."
      ***
      "No v." O momento as palavras estavam fora de boca do Max, ele percebeu que ele nunca diria eles para uma mulher antes. Talvez ele era dormia privao, esgotamento sexual. Talvez era s ela.
      " depois de trs de manh."
      "Exatamente. Ento aparea de volta para a cama. Ns legamos colher justa em cima aqui e soneca para umas horas do par, ento ordene caf da manh."
      "Aqueles sons maravilhosos, mas eu precisarei de um outro daqueles cheques de chuva." Ela meneou no vestido, renunciando roupa ntima. E apagou todos os pensamentos de cochilar de sua mente.
      "Ento s volte para a cama."
      "Eu tenho que ir." Ela riu, danando fora de alcanar quando ele fez um agarrar para ela. "Eu preciso ir para casa, pegue sono de horas do par, mudana, corra de volta em cidade e levante Henry, leve para casa ele, ento volte em cidade para a loja."
      "Se voc ficar aqui, voc podia levantar Henry a caminho casa e salvava voc mesmo uma viagem."
      "E fornea o moinho de fofoca com suficiente moenda para correr isto at prximo Natal." Ela era cidade pequena suficiente, na mulher ela tem criado, estar preocupada sobre tais coisas. "Uma mulher passeia fora de um hotel de manh vestindo este tipo de vestido, sobrancelhas criam. Especialmente no Buraco."
      "Eu emprestarei a voc uma camisa."
      "Eu estou indo." Ela encheu seu lingerie em sua bolsa. "Mas se voc gostaria de jantar comigo hoje  noite . . ."
      "Nomeie o tempo e lugar."
      "Oito, meu lugar. Eu cozinharei."
      "Cozinhe?" Seus olhos piscados lentamente, duas vezes, ento pareceram cobertura. "Comida?"
      "No, eu pensei que eu forjaria um enredo insidioso contra o governo. Claro que comida." Ela girou para o espelho, puxou uma escova minscula fora de que ela inchando bolsa e abateu isto por seu cabelo. "O que voc gosta?"
      Ele acabou de olhar fixamente para ela. "Comida?"
      "Eu pensarei sobre algo." Satisfez que ela era to bom quanto ela iria conseguir, ela soltou a escova de volta na bolsa e cruzado para ele. Ela se debruou acima da cama, deu a ele um beijo leve. "At mais."
      Ele ficou onde ele estava depois que ela fechou a porta atrs dela. Ficou, olhando fixamente para a porta com o gosto de seu prolongado em seus lbios.
      Nenhum de fez qualquer sensao. No o que aconteceram entre eles, no o que ele sentiu a pena de, no quem ela era. Porque seu lendo dela no era fora de. Ele nunca era este ao longe, e ele no teve nada a ver com glndulas.
      Se Laine Tavish era misturado em um multimillion-dlar heist, ele comeria licena do seu prpria investigador.
      No explicou por que William Young veio para a ver. No explicou por que ele estava morto. No explicou por que sua casa tinha sido saqueada.
      Mas existiam explicaes, e ele pesquisaria eles. Ele era bom nisto. Uma vez que ele teve, uma vez que ele passou a sem tocar, satisfeito seu cliente, feito o trabalho, ele diria a ela tudo.
      Ela provavelmente estaria um pouco chateada.
      Fique real, Gannon, ele pensou, ela estaria completamente urinada. Mas ele a traria ao redor.
      Ele era bom em trazer pessoas, tambm.
      O melhor caminho para trabalhar pela baguna que ele entrou em era para prosseguir com lgica. Logicamente, Jack O 'filha da Hara Elaine dividiu gravatas com ele, mudado seu nome, ajustado seu fundo e comeou uma vida para ela mesma. Tudo apontada naquela direo, inclusive seus prprios instintos.
      Isso no significou Grande Jack, Willy ou alguns de seus associados eram desavisados dela e seu local. No significou no existia contato ocasional, ou a tentativa para contactar.
      E certas, suas finanas ainda o atingiram como dicey, mas ele trabalharia nisto. Alguns mil aqui ou l para pr um sinal em uma casa ou recomea atividades uns negcios no era nada. No comparada a uma parte de $28 milhes e mudana.
      Willy pode ter rasto ela at perguntar a ela por ajuda, um lugar para esconder fora, entregar uma mensagem de seu pai. Qualquer que seja o propsito, ele estava morto como Moiss agora e no podia ser perguntado. E iria nunca tirar bom proveito de sua parte, qualquer um, Max meditou.
      Isso no ergueu as estacas consideravelmente?
      Laine no teve nada na casa no valor de preocupando sobre. Existia nehuma dvida que disto. Ainda que quem quebraram em faltaram algo, ela no teria deixado a casa desacompanhada pela noite tocar aquece as folhas se ela algo escondesse l.
      Logicamente, ela no teve nada. Ela tem estado em Buraco do Anjo quando as jias eram roubadas. Para causa do Cristo, ela apenas terminaria sua primeira dcada quando ela era embaralhada fora de gide e influncia do Grande Jack.
      Indiferentemente, passar sem tocar ela, riscar seu nome todas as listas, ele teve que cobrir todo o fundar. Ele teve que tomar um bem procurar sua loja.
      O mais cedo ele fez isto, os mais cedo eles podiam partir. Ele verificou o tempo, julgou que ele teve umas boas trs horas na frente de luz do dia.
      Poderia tambm iniciar.
      
      
    7.
      
      O espantou que qualquer um que DNA compartilhado com um ladro asseguraria seus prprios negcios com fechaduras normais e um rinky-dink alarme sistema qualquer de doze anos de idade com uma faca do Exrcito suo e um pouco imaginao podiam evitar.
      Realmente, se esta . . . coisa de suas transformada em uma relao real, ele iria ter um srio se sentar com Laine sobre casa e segurana de negcios. Talvez uma loja em uma cidade deste tipo e tamanho no exigiram bares de revolta, Porto ou mquinas fotogrficas de vigilncia, mas ela at no aborreceu com luzes de segurana, dentro ou fora. Como para a porta, era pattico. Se ele tiver sido um ladro que no se preocupou sobre astcia, um par de bons pontaps teriam feito o trabalho.
      Sua desculpa atual para um sistema fez a noite B&E embaraosamente fcil. Ele ultrapassou o alarme e escolheu as fechaduras atrs porta no caso de que algum insone decidiu tomar um predawn passeio abaixo Rua de Mercado. E ele caminhou do hotel, tomando seu tempo, circulando o quarteiro a p. S porque algo era fcil no significou que voc podia ter condies de ser descuidado sobre procedimento.
      A cidade estava quieta suficiente assim ele podia ouvir o estrondo de um forno quando chutou em dentro de um edifcio. E o apito longo, triste de um trem de frete que rosa eerily fora do silncio. No existia nenhum winos, no joga fora, nenhum sem casa, nenhum hookers ou as pessoas de rua povoando a noite em que seria Buraco do Anjo do centro da cidade considerados.
      Voc teve que perguntar-se se voc estivesse realmente na Amrica ou se voc de alguma maneira tropearia em um carto postal impresso em cima pela Cmara de Comrcio local.
      Era, Max decidiu, ligeiramente arrepiado.
      As iluminaes de rua ao longo da calada ngreme eram estilo de lanterna antiquada, e todos deles arderam. Todas as janelas de exibio no storefronts eram vidro empinado. Como com Lembre Quando, no existia nenhum Porto, nenhum bares de segurana. 
      Qualquer um j no lanou um tijolo por um e ajudou eles mesmos na frente de hotfooting ele longe? Ou contribuiu uma porta para uma festa de saqueamento rpido?
      No acabou de no parecer certo.
      Ele pensou sobre Nova York s trs vinte e sete DA MANH existiria ao, ou dificuldade, se voc fosse propenso para qualquer um. Existiria ambos trfico pedestre e veicular e as lojas todos seriam encadeados abaixo pela noite.
      Ento existia mais crime l em um por capita base s porque era esperado?
      Era uma teoria interessante, e ele teria que dar a um pouco de pensamento para ele quando ele teve um pouco tempo de manuteno.
      Mas no momento, alarme e fecha despachado, ele aliviou abre a porta traseira de Lembra Quando.
      Dentro e fora em uma hora, topos, ele prometeu ele mesmo. Ento atrs para o hotel para pegar um pouco sono. Quando Nova York abriu, ele contactaria seu cliente e relatrio que toda evidncia apontada para o fato que Laine Tavish no era, conscientemente, envolvido.
      Isso passaria o sem tocar, de seu ponto de vista, explicar coisas para ela. Uma vez que ele fez isto, e a conversou fora de ser urinado, ele escolheria seu crebro. Ele teve um sentimento que ela seria uma fonte excelente em acompanhamento Grande Jack e os diamantes.
      E em colecionar taxa do seu descobridor.
      Max fecha a porta quietamente atrs dele. Passado ligar seu penlight.
      Mas em vez da viga estreita aparecendo, luzes explodidas dentro de sua cabea.
      ***
      Ele despertou em morta escura com sua cabea que bate com todo o gusto e violncia de seu sobrinho jovens slamming panela tampas juntas. Ele conseguiu rolar acima do que ele pensou era suas costas. O modo sua cabea estava batendo e tecedura, ele no podia estar certo.
      Ele ergueu uma mo para verificar se aquela cabea estava ainda enfrentar frente e sentiu a morna molhada correndo.
      E isso empurrou temperamento pela dor. Era ruim o suficiente para ser emboscado e nocauteado, mas ele era um inferno de outra coisa se ele tivesse que ir para a maldio ER e consegue pontos.
      Ele no podia bastante claro seu crebro, mas ele empurrou ele mesmo para posio de um sentar. Desde a cabea ele era agora razoavelmente certo estava ainda no modo correto pareceu em perigo de cair de seus ombros, ele abaixou isto para suas mos at que ele sentiu mais assegurou.
      Ele precisou levantar, ligue uma luz. Faa o inventrio dele mesmo e que diabo aconteceu. Ele enxugou no sangue, abertos seus olhos doloridos e carranqueou na porta traseira aberta.
      Quem o bateram por detrs eram longos idos. Ele comeou a chegar a seus ps com a idia de tomar um rpido procurar o lugar antes de seguir o exemplo.
      E a entrada traseira de repente estava cheia com policial.
      Max tomou um longo olhar para Hambrguer de Vince, e na polcia-emite apontando em sua direo e disse, "Bem, cague."
      ***
      "Olhe, voc pode me estalar para o B e E. Lega picadura. Eu chegarei ao redor isto, mas ele lega picadura. Mas"
      "Eu estalei voc para o B e E." Vince deu em sua cadeira de escrivaninha e sorriu humorlessly em Max, que se sentou cuffed para cadeira da visita no escritrio da casa da estao.
      No olhou to grande cidade e convencida agora, Vince pensou, com a bandagem em seu templo e o considervel amontoou em sua fronte.
      "Ento existe roubo tentado"
      "Eu no estava roubando qualquer coisa, condena isto, e voc sabe isto."
      "Oh, ento voc s arromba lojas no meio da noite para folhear ao redor. Como compras de janela mas no lado de dentro." Ele ergueu uma bolsa de evidncia, deu isto uma sacudida aquelas ferramentas de assaltante e assistente de dados pessoal do rattled Max. "E voc carrega estes ao redor no caso de voc fazer alguma pequena casa ter consertos?"
      "Olhe"
      "Eu posso estalar voc em possesso de ferramentas de roubo."
      "Isto  um goddamn PDA. Todo mundo pegou um PDA."
      "Eu no fao."
      "Surpresa, surpresa," Max disse sourly. "Eu tive razes por ser dentro da loja do Laine."
      "Voc arromba todas as lojas e casas de mulheres voc data?"
      "Eu nunca arrombei sua casa, e  bonito maldio elementar, Watson, que quem estavam na loja  frente de mim, quem coldcocked mim era a pessoa que fez. Voc  protetor sua, eu consigo isto, mas"
      "Condene direito." Os olhos do menino velho bom foram duros como escria de carvo. "Ela  um amigo minha. Ela  um bom amigo minha, e eu no gosto de um pouco de Nova York otrio messing com meus amigos."
      "Eu sou uma Gergia otrio, realmente. Eu s vivo em Nova York. Eu estou conduzindo uma investigao para um cliente. Uma investigao privada."
      "Ento voc diz, mas eu no achei qualquer licena em voc."
      "Voc no achou qualquer carteira qualquer um," Max estalou de volta, "porque quem me bateram fora ajudaram ele mesmo a isto. Goddamn isto, Hambrguer"
      "No afugente meu escritrio."
      Em fim da genialidade, Max se debruou seu voltar, fechados seus olhos. "Eu no pedi um advogado, mas eu vou implorar voc, eu posso at trabalhar algumas lgrimas junto com isto, para um pouco de fricking aspirina."
      Vince abriu uma gaveta de escrivaninha, tirou uma garrafa. Talvez ele bateu a gaveta s para a satisfao de ver Max estremecer, mas ele levantou ele mesmo em cima e despejou uma xcara da gua.
      "Voc sabe que eu seja o que eu digo que eu sou." Max tomou as plulas, abaixou eles com a gua e rezados para eles quebrar natao de registros Olmpica em sua circulao sangnea. "Voc me correu. Voc conhece que eu estou um investigador licenciado. Voc conhece que eu costumava ser um policial. E enquanto voc est desperdiando tempo e conseguindo seu jollies busting minhas bolas, quem estavam em seu lugar voltou para moer. Voc precisa"
      "Voc no quer dizer a mim o que eu preciso fazer." A voz era aprazvel suficiente para ter Max com respeito  fria fria debaixo de particularmente desde que ele era cuffed para uma cadeira. "Voc disse a Laine tudo aquilo? Sobre o costumava ser um policial, indo privado, trabalhando em um caso aqui no Buraco?"
      S sua sorte, Max decidiu, correr infrao da verso de Norman Rockwell de um duro-traseiro cidade policial. "Isto  sobre minha relao com Laine ou sobre mim sendo dentro da loja?"
      "Seis de um para mim. No que o caso voc  estar trabalhando?"
      "Eu no estou dando a voc quaisquer detalhes naquele at que eu converse com meu cliente." E seu cliente era improvvel para estar contente ele tem sido busted que escorrega em torno dos pontos bons da lei. No que ele escorregou, mas que ele foi pego. Mas isso era outro problema.
      "Olhe, algum estava naquela loja quando eu entrei, e aquela mesmos pessoa despedaou casa do Laine. Laine  o que ns precisamos estar preocupados quase certos agora. Voc precisa enviar um deputado fora para seu lugar e ter certeza"
      "Dizendo a mim como fazer meu trabalho no vai fazer-me sentir mais amavelmente em direo a voc."
      "Eu no me importo se voc quiser perguntar a mim fora para o prom. Laine precisa de proteo."
      "Voc tem feito um bom trabalho disto." Vince povoou seu peso na extremidade da escrivaninha, goste, Max pensou com um corao de afundamento, um homem adaptar-se para uma conversa boa, longa. "Engraado como voc aparece de Nova York logo depois de eu acabar com um sujeito de Nova York no morgue."
      "Sim, eu estou ainda rindo sobre aquele. Oito milhes das pessoas em Nova York, dem ou tomem," Max disse friamente. "Parea razoveis alguns deles passariam por aqui de vez em quando."
      "Ache que eu no esteja me parecendo real razovel. Aqui  o que eu vejo. Um pouco de sujeito sai da loja do Laine, consegue spooked e choca-se com a rua, acaba morto. Voc aparece, conversa Laine em jantar com voc, e enquanto voc  a partir, sua casa  roubada e feita vandalismo em. Prxima coisa voc sabe, voc  dentro de sua loja s trs e trinta de manh levando ferramentas de assaltante. O que voc est procurando por, Gannon?"
      "Paz interna."
      "Boa sorte com isto," Vince disse como eles ouviram a marcha rpida de corredor abaixo de passos.
      Laine balanou no quarto. Ela vestiu suores, e seu cabelo era puxado de volta em um rabo que deixou seu rosto unframed. Existiam manchas de falta de dormir debaixo de seus olhos, e aqueles olhos estavam cheios de preocupao confundidas.
      "O que estar continuando? Jerry veio pela casa, disse a mim existia dificuldade na loja e que eu tive que vir para direito em e conversa para voc. Que tipo de dificuldade? O que " Ela manchada as algemas e pararam pequeno como ela olhou fixamente para eles, ento lentamente erguida ela olha para rosto do Max. "O que  isto?"
      "Laine"
      "Voc vai querer se sentar quieto um minuto," Vince advertiu Max. "Voc teve um rombo na loja," Vince disse a ela. "Longe como eu podia ver no existia qualquer dano. Voc ter que dar uma olhada voc mesmo para ver se qualquer coisa fosse tomado."
      "Entendo." Ela quis se sentar, mas s braceou uma mo atrs de uma cadeira. "No, eu no fao. Por que voc tem Max cuffed?"
      "Eu consegui um telefonema annimo que existia um roubo em desenvolvimento no local de sua loja. Quando eu cheguei l, eu o achei. Do lado de dentro. Ele teve um conjunto bom de fechadura escolhe em sua possesso."
      Ela tomou um ar de respirao em, ar forae trocou ela olhar para rosto do Max. "Voc arrombou minha loja?"
      "No. Bem, sim, tecnicamente. Mas depois que outra pessoa fez. Algum que me bateu na cabea, ento chamada na ponta assim eu conseguiria rousted para este."
      Ela estudou a bandagem em seu templo, mas a preocupao j gelou fora de seus olhos. "Isso no explica o que voc estava fazendo l no meio da noite." Depois que eu deixei sua cama, ela pensou. Depois que eu gastei a noite em sua cama.
      "Eu posso explicar. Eu preciso conversar com voc reservadamente. Dez minutos. D-me dez minutos."
      "Eu gostaria de ouvir isto. Eu posso conversar com ele s, Vince?"
      "Eu no recomendaria isto."
      "Eu estou um investigador licenciado. Ele sabe isto." Max empurrou um dedo polegar em Vince. "Eu tenho um caso e um cliente, e eu estou procurando levo. Eu no estou livre para dizer mais."
      "Ento voc estaria desperdiando todo nosso tempo," Vince assinalou.
      "Dez minutos, Laine."
      Um investigador. Um caso. No tempo a levou para absorver o sopro, ela adicionou seu pai na mistura. Machuque, raiva e resignao rolada por ela em um trio sujo, mas nenhum de mostrou. "Eu apreciaria o tempo, Vince.  pessoal."
      "Figurado tanto." Vince empurrou para seus ps. "Como um favor para voc, ento. Eu serei direito fora da porta. Assista voc mesmo," ele adicionou a Max, "ou voc vai ter algumas novas contuses para ir com o velho."
      Max esperou at a porta clicou fechado. "Voc tem amigos muito protetores."
      "Quanto dos dez minutos voc quer desperdiar em observaes irrelevantes?"
      "Voc podia se sentar?"
      "Eu podia, mas eu no irei." Ela subjugou para Vince Sr. Caf mquina. Ela precisou de algo para fazer com suas mos antes dela render para impulso e bateu eles em rosto do Max. "Que jogo voc est correndo, Max?"
      "Eu estou trabalhando para Seguro de Confiana, e eu estou rodeando uma linha dizendo a voc aquele antes de eu passar sem tocar isto com meu cliente."
      "Realmente? Mas quebrar em minha loja depois de gastos que vrias horas que faz sexo comigo no  uma linha que voc est preocupado, aparentemente."
      "Eu no soube. Eu no esperei . . ." Fuck isto, ele pensou. "Eu posso me desculpar, mas no faria qualquer diferena para voc, e no desculparia o modo que este aconteceu."
      "Bem, ns estamos a." Ela bebeu caf, amargo e preto. "Ns estamos na mesma pgina em algo, afinal."
      "Voc pode ser urinado fora em mim se voc quiser"
      "Por que, obrigado. Eu acredito em que eu irei."
      "Mas voc precisa ficar passado isto. Laine, voc est em apuros."
      Ela ergueu suas sobrancelhas, olhadas fixamente deliberadamente nas algemas. "Eu em dificuldade sou?"
      "Quantas pessoas sabem que voc que Elaine  O 'Hara?"
      Ela no morcego um clio. Ele no esperou que ela ser bastante to bom.
      "Voc teria um ano, aparentemente. Eu no escolho usar aquele nome. Eu mudei para nome do meu padrasto muito tempo atrs. E eu falho em ver como isto  alguns de seus negcios." Ela sorveu no caf. "Por que ns no voltamos para a parte onde, sobre uma hora depois que ns ramos corredios ao redor desnudos em um ao outro, voc foi preso para quebrar em meu lugar de negcios."
      A culpabilidade varrida acima de seu rosto mas deu sua pouca satisfao. "No se tem nada para fazer com o outro."
      Com um aceno com a cabea, ela anotar o caf. "Com respostas assim ns no precisamos de nossos distribudos dez minutos."
      "William Young morto fora de sua loja," Max disse como ela tomou um passo em direo  porta. "Morreu, concordando testemunhar relatrios, tudo menos em seus braos. Voc deve ter o reconhecido."
      Sua fachada rachada minuciosamente, e o pesar adicionado por. Ento ela ele em cima novamente. "Este sons mais como uma interrogao que uma explicao. Eu no estou interessado em responder as perguntas de um homem que mentiu para mim, que me usei. Ento voc pode comear a dizer a mim o que voc est fazendo aqui e o que voc quer, ou eu devolverei Vince em e ns iniciaremos em cargas urgentes."
      Ele tomou um momento. Era tudo que ele precisou confirmar em seu se importe que ela faria exatamente isto. Empurre ele de lado, feche a porta, v embora. Era tudo que ele precisou entender queele lanaria o trabalho de lado antes dele deixar que acontece.
      "Eu arrombei sua loja hoje  noite assim eu podia passar sem tocar voc, ento eu podia reportar para meu cliente esta manh que voc no era envolvido, e ento eu podia dizer a voc a verdade."
      "Envolvido em que? A verdade sobre que?"
      "Se sente para um minuto de maldio. Eu estou cansado de guindar meu pescoo."
      Ela se sentou "L. Comfy?"
      "Seis semanas atrs, diamantes avaliados em e assegurados por Confiana para vinte e oito ponto quatro milhes de dlares eram roubados dos escritrios do Jias Internacional Permuta na Cidade de Nova York. Dois dias mais tarde, o corpo de Jerome Myers, um comerciante de pedra precioso com escritrios naquele local, era achado em um local de construo de Nova Jersey. Pela investigao tem sido determinado este comerciante era o dentro de homem. Tambm est sido determinado que ele teve uma conexo e uma associao com William Young e Jack O 'Hara."
      "Espere um minuto, espere um minuto. Voc est dizendo que voc acredita em que meu pai era envolvido em um heist com um tomar de mais de vinte e oito milhes? Milho? Que ele teve algo para fazer com um assassinato? O primeiro  rudculo, o segundo impossvel. Jack O 'Hara sonhou grande, mas ele  de pouca importncia. E ele nunca machuca ningum, no aquele modo."
      "Mudana de coisas."
      "No tanto."
      "O Polis no tem suficiente para carregar Jack ou Willy, entretanto eles iria certamente gostar de conversar com eles. Desde que Willy no vai estar conversando com qualquer um, isso sai Grande Jack. As companhias de seguro conseguem realmente irritadas quando eles tiverem que pagar grandes-traseiro reivindicaes."
      "E isto  onde voc entra."
      "Eu tenho mais de uma mo livre que o Polis. E uma maior conta de despesa."
      "E um maior payoff," ela adicionou. "O que seu  tomar?"
      "Cinco por cento do recuperar quantia."
      "Ento neste caso, voc devolve os vinte e oito-, voc guardar . . ." Seus olhos estreitados como ela fez o math. "Um limpo milho, quatrocentos e vinte mil em seu piggy banco. No ruim."
      "Eu ganho isto. Eu pus muitas horas em este. Eu conheo Jack e Willy estavam nisto, s como eu sabe que existiu um de terceiros."
      "Me?" Ela teria rido se ela no tivesse estado to brava. "Ento eu, o que, apareci inesperadamente meu preto catsuit e assisti bon, bopped at Nova York, roubou milhes em jias, corte minha parte, ento voltou para casa para alimentar meu cachorro?"
      "No. No que voc no pareceria quente em um catsuit. Alex Crew. O anel de nome alguns sinos?"
      "No."
      "Ambos o comerciante e seu pai eram vistos com ele antes do heist. Ele no  de pouca importncia, entretanto isto seria seu maior esforo. No interesse de tempo, deixa  s diz que ele no  um sujeito agradvel, e se ele estiver olhando para voc, voc est em apuros."
      "Por que ele olharia para mim?"
      "Porque voc  filha do Jack e Willy morreu minutos depois de conversar com voc. O que ele disse a voc, Laine?"
      "Ele no disse a mim qualquer coisa. Pelo amor de Deus, eu era uma criana a ltima vez que eu o vi. Eu no o reconheci at que . . . eu no soube quem ele era quando ele entrou. Voc est perseguindo o rabo errado, Max. Jack O 'Hara no comearia a saber como organizar ou executar um trabalho como istoe se por um pouco de milagre ele teve uma parte nisto, ele seria longo ido com sua parte. Isto  mais dinheiro que ele saberia o que fazer."
      "Ento por que era Willy aqui? Que spooked ele? Por que sua casa e negcios estavam arrombar? Quem entraram sua casa estavam procurando por algo. Eles estavam provavelmente fazendo o mesmo, ou perto de , quando eu interrompi eles na loja. Voc  muito esperto no seguir os pontos."
      "Se algum estiver olhando para mim,  provavelmente porque voc levou eles aqui. Eu no tenho nada. Eu no falei com meu pai em por cinco anos, e eu no o vi em mais longo que isto. Eu fiz uma vida boa aqui, e eu vou manter direito em viver isto. Eu no vou deixar voc, meu pai ou algum parafuso de terceiros mtico que em cima."
      Ela chegou a seus ps. "Eu conseguirei voc fora dos punhos de manga, e fora deste aperto com Vince. Em retorno voc me deixa o inferno s."
      "Laine"
      "S feche." Ela esfregou um dar seu rosto, seu primeiro sinal de fadiga. "Eu quebrei minha prpria regra e impulso seguido com voc. Sirva para mim direito."
      Ela foi para a porta, deu a Vince um sorriso cansado. "Eu sinto muito sobre tudo isso dificuldade. Eu gostaria de voc para deixar Max ir."
      "Porque?"
      "Tem sido um engano estpido, Vince, e largamente minha prprios culpa. Max tentou me convencer que eu precisei de um sistema de segurana melhor na loja, e eu discuti que eu no fiz. Ns tivemos um pouco tiff sobre isto, e ele quebrou em me provar errado."
      "Mel." Vince ergueu uma de suas grandes mos e bateu levemente sua bochecha. "Isto  justo bullshit."
      "Eu gostaria de voc para escrever isto em cima aquele modo, se voc tiver que escrever isto em todo. E deixe ele ir. No h razo para o carregar quando ele usar licena do seu investigador, seu cliente rico e seus advogados de fantasia para pegar lanou de qualquer maneira."
      "Eu preciso saber o que isto  sobre, Laine."
      "Eu sei que voc faa." A fundao robusta de sua nova vida agitou um pouco. "D-me um pouco de tempo, lega voc, classificar isso tudo. Eu sou muito condeno cansado agora mesmo, eu posso apenas diretamente pensar."
      "Certo. Qualquer , eu estou a seu lado."
      "Eu espero."
      Ela saiu sem outro olhar, sem outra palavra para Max.
      ***
      Ela no iria quebrar. Ela trabalhou muito duro, ela veio muito longe para quebrar acima de um homem bonito com um acento meridional sonhador. Um encantador, Laine pensou como ela compassou ao redor sua casa.
      Ela conheceu melhor que apaixonar-se por um encantador. Qual era seu pai mas um encantador, liso-conversando fraude?
      Tpica, ela pensou em desgosto. Tpico, tpica e ento embaraosamente previsvel para ela apaixonar-se pelo mesmo tipo. Max Gannon poderia fazer sua mentira e enganando no lado legal, mas estava ainda deitando e enganando.
      Agora tudo que ela trabalhou por estava em risco. Se ela no viesse para limpar com Vince, ele nunca realmente a confiaria novamente. Uma vez que ela veio para limpou . . . como ele podia a confiar novamente?
      Atarraxou de qualquer modo, ela pensou.
      Ela podia parar de trabalhar, parta, comece acima de.  disso que Grande Jack fez quando coisas ficadas speras. Ento ela era maldita se ela faria o mesmo. Isto era sua casa, seu lugar, sua vida. Ela no desistiria porque algum PI curioso da grande cidade tramped acima dele e deixou seu manchado.
      E de corao partido, ela admitiu. Debaixo da raiva e ansiedade, seu corao estava quebrado. Ela deixou se se ser com ele. Ela tomou o grande risco, e o confiou com ela mesma.
      Ele a deixou abaixo. Os homens que importaram a maioria de seu sempre fizeram.
      Ela deixou cair no sof, que causou Henry bater seu nariz contra seu brao em esperanas de um bem acariciando.
      "No agora, Henry. No agora."
      Algo em seu tom teve ele choramingando em que soou como condolncia antes dele girar uns crculos e acomodada-se no cho ao lado dela.
      Lio aprendida, ela disse a se. De agora em diante o nico homem em sua vida era Henry. E estava na hora de fechar a festa de piedade e pensa.
      Ela olhou fixamente no teto.
      Vinte e oito milhes em pedras preciosos? Rudculo, impossvel, at cmico. Grande, ventando Jack e doce, Willy Inocente tirando a grande pontuao? Milhes? E fora de um marco de Nova York? Nenhum modo possvel. Pelo menos no se voc fosse por histria e habilidade e fundo.
      Mas se voc lanasse o acreditvel fora a janela, voc era remanescente com o fantstico.
      E se Max era certo? E se o fantstico aconteceu, e ele era certo? Apesar de todos os anos entre, ela sentiu uma excitao de mercrio na possibilidade.
      Diamantes. As mais sensuais de tome. Milhes. O nmero perfeito. Teria sido o trabalho de toda vida. A me de todos os trabalhos. Se Jack teve . . .
      No, ainda no tocou.
      O afeto dentro de sua que no morreria para seu pai poderia deixar ela fantasiar que ele iria finalmente, finalmente, bate isto grande. Mas nada e ningum convenceria que seu Jack O 'que Hara teve qualquer parte em uma matana. Um mentiroso, uma fraude, um ladro com uma conscincia muito flexvelcerta, aqueles atributos ajustam ele gostar de uma luva. Mas causar qualquer um dano fsico? No possvel.
      Ele nunca portaria uma arma. O fato era, ele era phobic sobre armas de fogo. Ela ainda lembrou da histria de como ele fez sua primeira extenso, antes dela nascer. Ele bateu um gato enquanto indo embora de um B&E e no s parou de verificar, mas tomou o gato ferido para um veterinrio. O local Polis manchado o carroroubado, claro queno lote.
      O gato recuperou e viveu uma vida longa, feliz. Grande Jack fez dois a cinco.
      No, ele no teria tido qualquer parte no assassinato de Jerome Myers.
      Mas o trapaceiro podia ser conned, no ? Ele conseguiu roped em algo que era maior e mais ruim que ele acreditou? Algum oscilou uma cenoura brilhante e ele tiveram pulando junto depois disto?
      Que ela podia acreditar.
      Ento ele enviou que Willy dissesse a ela algo, ou d seu algo, mas ele morreu antes dele poder fazer qualquer um.
      Mas ele tentou a advertir. Ele sabe onde voc est agora.
      Ele quis dizer Max? Ele viu Max e apavorou, chocou-se com a rua?
      Esconda o pooch? Que diabo ele quis dizer? Willy podia ter colocado algum tipo de estatueta de cachorro na loja? Laine tentou visualizar a loja depois de visita do Willy. Ela pessoalmente organizou todas as exibies, e ela no podia pensar sobre uma coisa nica fora de lugar. E nenhum Jenny nem Angie mencionou quaisquer artigos estranhos.
      Talvez ele quis dizer "bolsa." Talvez ela iria misunderstood. Voc podia pr pedras preciosos em uma bolsa. Mas ele no deu a ela uma bolsa, e se ele tivesse uma bolsa de pedras preciosos escondidos nele, ou em suas coisas, os citaes teriam achado isto.
      E isto era toda conjetura s estpida, baseada na palavra de um homem que mentiu para ela.
      Ela alarga uma respirao enorme. Como ela podia fingir segurar honestidade em tais mos pomposas quando ela estava vivendo se uma mentira?
      Ela teve que dizer a Vince e Jenny tudo. Ela sups foi contrrio a sua primeira infncia treinando para informaes voluntrias para um policial, mas ela podia superar isto. Tudo que ela teve que fazer era compreendia como dizer a eles.
      "Vamos tomar um passeio, Henry."
      As palavras agiram gostam de um encantamento e estalaram o cochilar cachorro em cima como se suas pernas eram pular. Ele saltou a distncia toda para a porta da frente. Um passeio passaria sem tocar as teias de aranha, ela decidiu, d seu tempo para separar o melhor caminho para dizer seus amigos.
      Ela abriu a porta da frente assim Henry podia voar fora gostar de uma bala de canho. E viu carro estacionado do Max no fim de sua pista. Ele era atrs da roda, olhos protegidos com culos escuros. Mas eles devem ter estados abertos e treinados na casa, como ele saiu do carro at antes dela fechar a porta da frente.
      "Que diabo voc est fazendo aqui?"
      "Eu disse que voc est em apuros. Talvez eu trouxe alguma daquela dificuldade junto comigo, talvez ele j era aqui. Mas de qualquer modo, eu estou vigiando voc, se voc como ele ou no."
      "Eu aprendi como cuidar de eu mesmo sobre o mesmo tempo que eu aprendi como correr uma fraude de Monte de trs cartes. Ento o nico co de guarda eu preciso ser Henry."
      Como Henry atualmente estava tentando subir uma rvore em perseguio de um esquilo, Max meramente deu o cachorro um baleful olhar fixo. "Eu estou pegando."
      "Se voc pensar que voc vai colecionar seu cinco por cento demarcando minha casa, voc vai estar desapontado."
      "Eu no penso que voc teve qualquer coisa para fazer com isto. Eu fiz," ele adicionou quando ela zombou e se virou caminhar. "Quando eu primeiro fiz voc, eu figurei que voc teve que ter um pouco de pedao disto. Eu fiz um pouco de verificao em voc, e coisas no adicionaram em cima direito em um ou outro lado, mas eu parei de olhar para voc para o trabalho."
      "Obrigado muito muito. Se isto  isso, por que voc era quebrar em minha loja?"
      "Meu cliente quer fatos, no , entretanto eles do a mim um retentor agradvel largamente baseado em meu registro de caminho de instinto. Eu tenho sido por sua casa com voc," ele disse quando sua cabea girada nitidamente. "Uma mulher  qualquer poro de maldio prxima trinta milhes em diamantes nas premissas, ela no deixa um pouco de sujeito ajudar que ela varra seus chos e tiram o lixo. Prximo passo foi para tomar um procurar a loja, verifique no existia nada l que ligou voc."
      "Faltou um passo, Max. Eu acredito em que isto tem que fazer com muito desnudo saltando em sua cama de quarto de hotel."
      "Certo, deixe seja corrido este. Voc v um halo?" Ele apontou um dedo no topo de sua cabea.
      Ela sentiu um pouco bolha que poderia ter sido humor em sua garganta e cruelmente tragou isto. "No," ela disse depois de um olhar fixo de olhos estreito. "Mas espere . . . aqueles so pequenos chifres?"
      "Certo, d-me um apartamento sim ou no. Um sujeito abre sua porta de quarto de hotel para um incrvel-olhando mulher, uma mulher ele pegou todos os tipos de para messing ao redor em sua cabeae outras partes do corpo. A mulher indicano, vamos pegar isto direitoa mulher declara sem qualificao que ela apreciaria uma noite de contato fsico ntimo. Diga que sujeito fechar a porta em seu rosto?"
      Ela parou por um fluxo fraco correndo vivamente da fonte chove. "No. Agora voc d a mim um. Faa uma mulher, em saber que o sujeito ela teve isto contato fsico ntimo com a deixou em cima, e estava sobre seu propsito e seu interesse, ento tenha o direito de chutar seu traseiro de mentira preta e azul?"
      "Sim, ela faz." Ele tomou fora dos culos de sol, brao enganchado deles no bolso dianteiro de sua cala jeans. Eles dois reconheceram o gesto para que era.
      Olhe para mim. Voc tem que ver o que eu estou dizendo tanto como ouve isto. Porque ele importa.
      "Ela faz, Laine, at quando aquele interesse tranado ao redor, mudado em algo ele nunca lidaria com na frente de e o mordeu naquele traseiro. Eu penso que eu apaixonei-me por voc ontem  noite."
      "Isto  um inferno de uma coisa para dizer para mim."
      " um inferno de uma coisa para ouvir que eu mesmo dizer para voc. Mas eu estou dizendo isto. Realmente, eu penso que eu tropecei em algum lugar entre arrastar fora seu lixo e vacuuming seu sentando quarto, ento eu balancei meus braos ao redor, trabalhando em meu equilbrio, e caiu apartamento entre crculos de contato fsico ntimo."
      "E eu devia acreditar naquele porque?"
      "Voc no devia. Voc devia chutar meu traseiro, espane seu tire as mos e v embora. Eu estou pulando que voc no ir."
      "Voc tem um knack para dizer a coisa certa no tempo certo. Isto  uma habilidade de maldioe suspeito  mo para mim." Ela se virou um momento, esfregados seus braos mornos.
      "Quando ele vier para o trabalho que eu direi qualquer que eu preciso dizer pegar isto feito. Isto no  sobre o trabalho. Eu machuco voc, e eu sinto muito, mas isso era o trabalho. Eu no vejo como eu podia ter tocado ele qualquer diferente."
      Ela alarga um metade risada. "No, eu no suponho."
      "Eu sou apaixonado por voc. Bata-me gostar de uma lado de cima de tijolo de maldio a cabea, e eu ainda no posso diretamente ver. Eu no sei como eu podia ter tocado que qualquer diferente qualquer um, mas ele d a vocs todos os cartes, Laine. Voc pode terminar a mo, ou lana isto em e vai embora."
      At ela, ela pensou. Aquilo no  o que ela procurada? Para fazer suas prprias escolhas, tome suas prprias chances. Mas o que ele no disse, e eles eram ambos espertos suficiente para saber isto, era que segurando todos os cartes no significaram que voc no perderia sua camisa.
      Tavish cortaria suas perdas e dobra. Mas O 'Hara, ela quereria a chance de concha em cima to grande, panela suculenta.
      "Eu gastei a primeira parte de minha vida adorando um homem que no podia cuspir fora a verdade se estivesse danando o tango em sua lngua. Jack O 'Hara."
      Ela estourou uma respirao. "Ele  s nenhum bem de maldio, mas, Jesus, ele faz que voc acredita que existe uma panela de ouro no fim dos arco-ris. Ele faz que voc acredita nisto porque ele acredita nisto."
      Ela soltou suas mos, giradas enfrentar Max. "Eu gastei o prximo desfazer-se de uma mulher que estava tentando recuperar-se ele. Tentando mais para mim que se, que ele me levou um enquanto compreender. Ela finalmente teve sucesso. A prxima parte eu gasta com um homem muito decente eu amo muito de p em como meu pai. Um bem, amando homem que nunca dar o mesmo brilho para meu corao como aquele mentiroso nascido pode. Eu no sei o que isso me faz. Mas eu gastei a ltima parte de minha vida tentar ser responsvel e ordinria e confortvel. Eu fiz um bom trabalho disto. Voc tem messed que em cima para mim, Max."
      "Eu sei isto."
      "Se voc mentir para mim novamente, eu no aborrecerei chutar seu traseiro. Eu s espanarei minhas mos e irei embora."
      "Feira suficiente."
      "Eu no tenho os diamantes que voc  depois, e eu no sei nada sobre eles. Eu no sei onde meu pai est, como contactar ele ou por que Willy veio para me ver."
      "Certo."
      "Mas se eu figurar isto, se o que eu figuro levo voc para aquele cinco por cento, eu consigo metade."
      Ele olhou fixamente para seu um minuto, ento seu sorriso movido lentamente acima de seu rosto. "Sim, bonita maldio certa eu apaixonei-me por voc."
      "Ns trataremos disto. Voc pode entrar. Eu preciso chamar Vince e Jenny, pea a eles para terminar assim eu posso confessar meus pecados. Ento ns veremos se eu ainda tiver amigos, e um lugar nesta cidade."
      
      
    8.
      
      Ela se preocupou acima disto. No s o que dizer, como dizer isto, mas onde dizer isto. Laine comeou a instalar na cozinha com caf e o bolo de caf ela teve no congelador. Mas isso era muito informal, ela decidiu, e muito amigvel quando amizade estava em jogo.
      Vince era um policial, ela lembrou a se. E esposa de Jenny do policial. Porm apertados eles se tornaram durante os passados anos, os ttulos daquela relao podia desvendar quando ela disse a eles sobre seus passados. Quando ela disse a eles que ela mentiu para eles direito desde o comeo.
      A sala de estar era melhore segurava o bolo de caf.
      Enquanto ela agonizou se isso era a colocao adequada, ela saiu seu pequeno vac da mo e comeou no sof.
      "Laine, que diabo voc est fazendo?"
      "rvores de ma de canteiro. O que ele parece que eu estou fazendo? Eu estou conseguindo o cabelo de cachorro fora da moblia."
      "Certo."
      Ele pegou seu entrega seus bolsos, puxou eles, arrastou eles por seu cabelo como ela vacuumed, plumped travesseiros ela tem restuffed, exagerado com o ngulo do froco lana.
      "Voc est me fazendo nervoso."
      "Bem, com licena." Ela andou de volta, inspecionou os resultados. Entretanto ela empurrou a maior parte do recheio atrs nas almofadas, organizou eles danificaram lado, o sof ainda pareceu triste e lamentvel. "Eu tenho o chefe de polcia e meu amigo mais ntimo vindo por assim eu posso dizer a eles basicamente tudo que eles pensam que eles sabem sobre mim  uma mentira grande, suculenta; Eu tive dois rombos no mesmo nmero de dias; Suspeitado do meu pai de tomar parte em um vinte e oito-milhes de roubo, com assassinato no lado e meu sof parece com era atacado por fures radicais. Mas eu realmente sinto muito que eu estou fazendo voc nervoso."
      "Voc esqueceu a parte onde voc teve uma maratona sexual com o investigador atribuiu para o caso."
      Ela bateu o vazio contra sua palma. "Isto deveria ser engraado? Isto deveria ser alguma tentativa entortada para me divertir?"
      "Quase. No bata-me com aquela coisa, Laine. Eu j tenho um choque aprazvel. Provavelmente. E relaxe. Mudando seu nome e edio seu fundo no  uma ofensa criminoso."
      "Isto no  o ponto. Eu menti para eles todo dia. Voc sabe por que tantas fraudes trabalham? Porque depois das marcas perceber eles foram tomados, eles esto muito envergonhados para fazer qualquer coisa sobre isto. Algum  feito um bobo fora deles, e isto  da mesma maneira que duro um golpe como dinheiro perdedor. Mais, muito o tempo."
      Ele tomou o vac da mo e deixou isto na mesa, ento ele podia a tocar. Ento ele podia xcara suas mos em seus ombros, deslize eles at seus dedos polegares escovados suas bochechas.
      "Voc no estava olhando fazer bobos fora deles, e eles no so seus amigos por causa de seu todo-fundo de menina Americana."
      "Eu podia correr uma isca e interruptor quando eu tinha sete anos. Alguma toda-menina Americana. Eu devia mudar." Ela olhou abaixo nos suores que ela puxou em quando o deputado veio pela casa para a despertar. "Eu devia mudar?"
      "No." Agora ele deitou suas mos em seus ombros, roadura at que ela ergueu sua cabea e encontrou seus olhos. "Voc devia ficar apenas do modo que voc ."
      "O que voc pensa que voc est apaixonando-se por, Max? O lojista de cidade pequena, o reformado grifter, a donzela em angstia? Qual daqueles apanha um sujeito como voc?"
      "Eu penso que  o afiado ruiva quem sabe como se lidar, e cede o impulso ocasional." Ele abaixou sua cabea para apertar seus lbios para sua fronte. Ele sentiu seu puxo de respirao, um soluo que ameaou e era controlado. "Existem muitos lados para ela. Ela ama seu cachorro, preocupaes sobre seus amigos, ela est um pouco anal na frente de organizao, e eu ouvi que ela cozinhe. Ela  prtica, eficiente e duro-importadoe ela est espantando na cama."
      "Aquelas so muitas opinies em conhecido pequeno."
      "Eu sou um estudo rpido. Minha mame sempre disse, 'Max, quando voc encontrar a mulher, voc afundar como voc tem sido poleaxed.'"
      Um sorriso estremeceu em seus lbios. "Que diabo que queira dizer?"
      "Inferno se eu souber, mas nunca errada da Marlene. Eu encontrei a mulher."
      Ele a desenhou em, e ela deixa se tomar o calor e conforto dele, a fora de ser seguro contra um homem forte. Ento ela fez se puxar longe.
      Ela no soube se o amor significou apoiar-se em outra pessoa, mas em sua experincia, aquele tipo de indulgncia freqentemente enviou o mais magro e o leanee at o tapete.
      "Eu no posso pensar sobre isto. Eu no posso pensar sobre isto, ou o que eu sinto sobre isto. Eu s preciso tomar o prximo passo e ver onde eu aterrisso."
      "Isto  certo."
      Ela ouviu louco do Henry latindo, e um momento mais tarde o som de pneus esmagando pedregulho. Existia um mergulho rpido em sua barriga, mas ela manteve seus ombros diretamente. "Eles esto aqui." Ela agitou sua cabea na frente de Max poder falar. "No, eu tenho que engrenar em cima. Eu tenho que lidar com isto."
      Ela caminhou para a porta, abriu isto e assistiu Jenny tocar com Henry.
      Jenny examinou. "Deve ser amor de verdade," ela gritou, ento comeou em direo  casa. "Conseguindo-me fora da cama e aqui antes de oito de manh deve ser um sinal de amizade verdadeira."
      "Eu sinto muito  to cedo."
      "S diga a mim que voc tem comida."
      "Eu . . . eu tenho um bolo de caf, mas"
      "Sons grandes. O que voc est tendo?" Ela deu seu grande, latindo risada, ento fecha isto quando ela viu Max. "Eu no sei o que eu penso sobre voc estando aqui. Se voc alguns estiver grande-detetive da cidade, por que voc no disse isso?"
      "Jenny." Laine deitou uma mo em brao do seu amigo. " complicado. Por que voc e Vince no entram a sala de estar e se sentam?"
      "Por que ns s no nos sentamos na cozinha?  mais ntimo para a comida." E crculos de roadura em sua barriga, Jenny comeou de volta.
      "Certo ento." Laine respirou fundo, fechou a porta atrs de Vince. "Certo."
      Ela seguida eles atrs. "Isto poderia estar um pouco confundindo," ela comeou, conversando como ela partir a panela de ch herbrio que ela favoreceu Jenny. "Eu quero me desculpar primeiro. S digo que eu sinto muito, imediatamente o morcego."
      Ela despejou caf, fatias de corte de bolo. "Eu no tenho sido honrado com voc, com ningum."
      "Doura." Jenny andou acima de onde o Laine meticulosamente esteve organizando o bolo em um garnet prato da sobremesa de vidro. "Voc est em apuros?"
      "Eu acho que eu seja."
      "Ento ns consertaremos isto. Certo, Vince?"
      Vince estava assistindo Laine. "Por que voc no se senta, Jen. Deixe ela dizer o que ela precisa para."
      "Ns consertaremos isto," Jenny disse novamente, mas ela se sentou, chateado por Max com um olhar fixo de ao. " esta sua culpa?"
      "No ," Laine disse depressa. "Realmente no . Meu nome no  Laine Tavish.  que . . . eu mudei isto, legalmente, e eu usei isto desde que eu tinha dezoito anos, mas ele no  o nome que com que eu nasci. Isto  Elaine O 'Hara. O nome do meu pai  Jack O 'Hara, e se Vince estivesse fazer um cheque de fundo nele, ele acharia meu pai tem um longo e variou folha.  principalmente roubo, e trapaceiros. Fraudes."
      Os olhos do Jenny foram redondos e largos. "Ele no corre um lugar de churrasco em Novo Mxico?"
      "Roube Tavish, meu padrasto, faa. Meu pai foi estalado" Laine se corta fora de, suspirou. Como depressa volta. "Jack foi preso e mandado para priso para uma fraude de bens imveis quando eu tinha onze anos. No era a primeira vez que ele foi pego, mas este tempo minha me teve suficiente. Ela era, eu percebi mais tarde, preocupado para mim. Eu acabei de adorar meu pai, e eu estava fazendo consideravelmente bem, considerando minha idade, em seguintes em seus passos."
      "Voc correu jogos de trapaceiro?"
      Existia tanta fascinao como choque em tom do Jenny, e ele fez Laine sorrir um pouco. "Principalmente eu era apenas da barba, mas sim, eu fiz. Escolhendo bolsos estavam transformando em minha especialidade. Eu tive boas mos, e as pessoas no olham para um pouco menina quando eles perceberem sua carteira tem sido erguida."
      "Vaca santa," era todo Jenny podia dizer.
      "Eu gostei disto. Estava excitando, e era fcil. Meu pai . . . bem, ele fez isto tal jogo. Nunca aconteceu para mim aquele quando eu tomei um pouco de carteira do homem, ele no poderia ser capaz de pagar o alugado aquele ms. Ou quando ns bilked um pouco de par fora de alguns mil em um negcio de bens imveis falsos, isso poderia ter sido sua poupana vitalcia, ou um capital de academia. Era divertido, e eles eram marcas."
      "E voc tinha dez anos," Max adicionou. "D  criana uma fratura."
      "Voc podia dizer que  disso que aconteceu. Eu consegui uma fratura. A direo eu estava encabeando em segura minha me para mudar sua vida, e meu. Ela divorciadas meu pai e mudado-se, mudados seu nome, conseguiu um trabalho direto esperando mesas. Ns movemos ao redor muito os primeiros anos. No agitar meu pai soltar queela no teria feito aquele para ele. Ela deixa ele saber onde ns estvamos, desde que ele mantivesse sua palavra e no tentou me puxar de volta no jogo. Ele manteve sua palavra. Eu no sei que qual do trs de ns ficvamos mais surpreendidos por isto, mas ele manteve sua palavra. Ns movemos ao redor para manter o Polis de rousting ns toda vez . . ."
      Ela diminuiu, administrou um sorriso doentio em direo do Vince. "Desculpe, mas quando voc tem um rep para fraudes e roubo, at por associao, os locais tendem a examinar voc. Ela quis um comeo fresco, isto  todo. E uma lousa limpa para mim. No era fcil para ela. Ela amou Jack, tambm. E eu no ajudei. Eu gostei do jogo e no apreciei tendo isto chamado, ou sendo separado de meu pai."
      Ela topped fora de xcaras de caf, entretanto ela iria ainda para tocar em sua prprio. "Mas ela trabalhou to duro, e eu comecei a ver algo nela, o orgulho e a satisfao ela conseguiu de ganho seu modo. O modo direto. E depois de um enquanto, ns no estvamos movendo toda vez que ns giramos ao redor mais. Ns no ramos parar de trabalhar no meio da noite e escapando de apartamentos ou quartos de hotel. E ela manteve ela promete. Grande Jack era longo nas promessas mas surgiram para pequenas em manter eles. Quando minha me disse que ela iria fazer algo, ela fez isto."
      Ningum falou quando ela foi para a geladeira e tirou um lanador da gua com fatias de limo. Ela despejou um vidro, bebeu molhada sua garganta seca.
      "De qualquer maneira, coisas mudadas. Ela encontrou Rob Tavish, e coisas mudadas novamente, para as melhores. Ele  um homem maravilhoso, louco por ela, e ele era bom para mim. Doce e tipo e diverso. Eu tomei seu nome. Eu fiz eu mesmo Laine Tavish porque Laine Tavish era normal e responsvel. Ela podia ter um lugar de sua prprio, e uns negcios de suas prprios, e uma vida de sua prpria. Talvez no teria todos aqueles ups selvagem que ela montou em durante a primeira parte de sua vida, mas no teria todos aqueles assustadores abaixa, qualquer um. Isso pareceu multa justa. Ento a qualquer hora voc perguntou a mim sobre meu fundo, ou crescer, eu fabriquei qualquer pareceu ajustar Laine Tavish. Eu sinto muito. Isto  todo. Eu sinto muito."
      Existia um momento longo de silncio. "Certo, uau." Jenny arregalou em Laine. "Eu vou ter muitos comentrios de manuteno de contato e perguntas depois de minha cabea parar tecedura, mas a primeira coisa eu tenho que perguntar  como tudo issoe existe muito esteme aplica a voc estando em apuros."
      "Existe provavelmente uma citao em algum lugar sobre no poder escapar o passado, ou cobre isto. William Young." Ela viu Vince movimentar a cabea devagar e soube que ele estava pondo algum dele junto.
      "O homem que foi morto quando ele correu fora na rua," Jenny iniciou.
      "Sim. Ele costumava correr com meu pai. Eles foram fecharam como irmos, e inferno, ele viveu conosco metade do tempo. Eu o chamei Tio Willy. Eu no o reconheci quando ele entrou. Eu juro isto, Vince. Faz anos desde que eu o vi, e ele no acabou de no clicar. No era at depois do acidente e ele . . . Deus, ele esteve morrendo."
      Ela bebeu mais gua, mas esta tempo sua mo tremida ligeiramente. "Ele pareceu to triste quando eu no o reconheci, quando eu rejeitei o basicamente sumariamente. Ento ele estava deitando l, sangrando. Morrendo. Ele cantou parte desta cano estpida ele e meu pai costumava fazer como um dueto. 'Adeus Adeus Melro.' Algo que eles comeariam a cantarem quando ns estvamos carregando at fugir de um hotel. Eu percebi quem ele era, e era muito tarde. Eu no disse a voc, e isto  provavelmente um pouco de tipo de ofensa, mas eu no disse a voc que eu o soube."
      "Por que ele veio para ver voc?"
      "Ele no teve muita de uma chance de dizer a mim. Eu no dei a ele muita de uma chance," ela corrigiu.
      " um desperdcio de tempo para atacar voc mesmo acima disto." Max disse isto vivamente, e teve suas lgrimas de deglutio.
      "Talvez. Olhando de volta, eu sei que ele estava nervoso, irritado, cansado. Ele deu a mim seu cartoda mesma maneira que eu disse a voccom um nmero de telefone escrito nisto. Eu realmente pensei que ele estava no mercado para vender algo. Depois, eu percebi que ele quis conversar comigo sobre algo."
      Ela olhou fixamente em seu vidro vazio, economiza isto. "Eu penso que meu pai deve ter mandado ele. Uma de melhores habilidades do Willy estava misturando. Ele era um pequeno, indefinvel tipo de homem. Grande e redheaded do Jack e distingue-se, ento eu penso que Jack mandou que ele dissesse a eu algo ou dar a mim algo. Mas ele no teve uma chance de fazer qualquer um. Ele s disse que . . . ele disse, 'Ele sabe onde voc est agora,' e para mim esconder a bolsa. Eu penso que ele disse 'bolsa,' ele  a nica coisa que faz sentido. Exceto soou como 'pooch,' mas isto  s tolo."
      "O que?" Max estalou a palavra gostar de um chicote. "Voc s est chegando ao redor a dizer a mim?"
      Em contraste, Voz do Laine era aprazvel como leite. "Est certo, e eu realmente no acredito em que voc esteja em qualquer posio para criticar contagem de tempo. Seguro, meu traseiro."
      " seguro, goddamnit. Onde est a bolsa? O que voc fez com isto?"
      Calor incendiado em suas bochechas, no de embarao mas temperamento. "Ele no deu a mim uma bolsa, ou qualquer outra coisa. Eu no tenho seus diamantes estpidos. Ele era delirante, ele esteve morrendo" Apesar de toda sua determinao, seu abastecimento de olhos e sua voz sem dinheiro. "Ele esteve morrendo bem em frente de mim, e era muito tarde."
      "Deixe ela s." Uma mame agenta protegendo seu filhote, Jenny atacou Max antes dela trocar embrulhar seus braos ao redor Laine. "Voc s a deixa s."
      Enquanto Vince bateu levemente ombro do Laine em um show de suporte, seu olha gostava de rosto do Max. "Que diamantes?"
      "O vinte e oito ponto quatro milhes em diamantes roubados do Jias Internacional Permutam em Nova York seis semanas atrs. Os diamantes meu cliente, Confiana, assegurada e iria muito gostar de recuperar. Os diamantes minha investigao me levou a acreditar era roubada por Jack O 'Hara, William Young e uma de terceiras eu acreditamos  uma Alex Crew."
      "Santo cague," Jenny sussurrou.
      "Eu no sei nada sobre eles," Laine disse wearily. "Eu no tenho eles, eu nunca vi eles, eu no sei onde eles esto. Eu tomarei um polgrafo."
      "Mas algum pensa que voc tem eles, ou acesso a eles."
      Agradecido para o suporte, Laine descansou sua cabea em ombro e movimentado a cabea do Jenny em Vince. "Aparentemente. Voc pode procurar a casa, Vince. Voc e Max. Voc pode procurar a loja. Eu autorizarei voc acesso cheio a meus registros de telefone, registros de banco, qualquer coisa que voc quer. Eu estou s perguntando a voc para manter isto quieto assim eu posso s viver minha vida."
      "Voc sabe onde seu pai est?"
      "Eu no tenho uma pista."
      "O que voc sabe sobre esta Alex Crew?"
      "Eu nunca ouvi falar dele. Eu estou ainda tendo um tempo duro acreditando que Jack O 'Hara era parte de qualquer coisa com este mbito. Ele foi mudana solta comparada a este."
      "Se voc para conseguir ahold teve de seu pai, o que voc faria?"
      "Nunca est surto." Porque eles e queimados, ela esfregou seus olhos. "Eu no honestamente conheo. Ele  contactado mim alguns tempos ao longo dos anos. Logo depois de eu me formei de academia, eu consegui uma carta de FedEx. Dentro de era um ingresso de primeira classe para o Barbados, e vales por permanncia de semana em um apartamento em um hotel de luxo. Eu soube que era dele, e quase no foi. Mas eh, Barbados. Ele me encontrou l. Ns tivemos um grande tempo.  impossvel para no ter um grande tempo com Jack. Ele orgulhava-se de mima academia inteira-se formar coisa. Ele nunca segurou qualquer dura em direo a minha me ou mim para sair de sua vida. Ele apareceu um par mais tempos. O era pela ltima vez antes de eu mover aqui, quando eu estava vivendo em Filadlfia."
      "Os negcios de Nova York no  meu," Vince disse. "Mas seus rombos soe William Young ."
      "Ele nunca machucaria Willy, se  disso que voc est pensando. No mais de dez vezes tanto dinheiro. E ele nunca entraria em minha casa e despedaaria isto deste modo. Ele no faria aquele para mim. Para ningum, no que diz respeito a esse assunto. Ele me ama, em seu modo, ele me ama. E s no  seu estilo."
      "O que voc sabe sobre esta Tripulao?" Vince pediu a Max.
      "Suficiente para dizer Jack e Willy associaram-se a companheiros ruins. O dentro de homem no trabalho de Nova York eram um comerciante de pedra precioso. Ele era atirado, estilo de execuo. Seu corpo era achado em seu carro queimado em Nova Jersey."
      Seu olhe sacudido para Laine. "Ns podemos ligar O 'Hara para Myers, o comerciante de pedra precioso. Mas nem O 'da Hara nem Jovem  histria corre para crimes violentos, ou qualquer tipo de ofensa armada. No pode dizer que o mesmo para Tripulaoentretanto que ele nunca sido condenado de assassinato, ele  suspeitado de alguns. Ele  liso, e esperto. Esperto suficiente para saber que estas pedras so quentes, quentes suficiente para esperar at que eles acalmaram-se alguns antes de tentar liquidar eles ou transportar eles fora do pas. Podia ser algum ficou avaro ou impaciente."
      "Se isto  Alex Crew, e ele est tentando chegar s pedras ou meu pai por mim, ele  condenado para decepo."
      "Isso no significa que ele vai parar de tentar," Max assinalou. "Nesse caso, ele tem estado na rea, e pode ainda estar na rea. Ele copped minha carteira, ento ele sabe quem eu sou e por que eu estou aqui." Distraidamente, Max fingered a bandagem em seu templo. "Ele ter que pensar sobre que durante algum tempo. Eu tenho cpias de fotografias. Ele gosta de tocar com rostos, mude seus olhares, mas se ele tiver estado ao redor cidade, talvez um de voc o reconhecer."
      "Eu quererei cpias para meus homens," Vince pe em. "Cooperando com os citaes de Nova York em um suspeito acreditou estar na redondeza. Eu manterei Laine fora dele desde que eu posso."
      "Bom o suficiente."
      "Obrigado, Vince. Obrigado." Laine ergueu suas mos, deixe eles cair.
      "Voc pensou que ns iramos estar loucos em voc?" Jenny perguntou a ela. "Voc pensou que este iria afetar nossa amizade?"
      "Sim, eu fiz."
      "Isto  um pouco insultante, mas eu estou cortando voc uma fratura porque voc parece realmente cansado. Que tal ele?" Ela empurrou seu queixo em cima em direo a Max. "Voc est o perdoando?"
      "Eu acho que eu tenha que, considerando as circunstncias."
      "Certo, eu o perdoarei, tambm. Deus, eu acabei de perceber, eu tenho estado muito preocupado com tudo isso comer. S deixe-me compor isto." Ela tomou uma fatia de bolo, mordeu em, ento falou ao redor isto. "Eu penso que voc devia vir para ficar com Vince e mim at que isto seja todo clareado."
      "Eu amo voc, Jenny." Porque ela sentiu as lgrimas ameaarem novamente, ela levantou-se assim ela podia girar suas costas e consegue eles sob controle debaixo do disfarce de conseguir mais caf. "E eu aprecio a oferta, mas eu preciso estar aqui, e eu serei bom. Max estar ficando comigo."
      Ela voltou na hora certa para ver a asa de surpresa acima de seu rosto. Ela s sorriu como ela trouxe a panela acima de topo fora de xcaras. "Aquilo no  direito, Max?"
      "Sim. Certo. Eu tomarei a cuidado com," ele disse a Jenny.
      "Desde que voc  o com o choque aprazvel, por que ns no s deixamos isto que voc estar ficando aqui. Eu preciso subir e mudana para trabalhar. Eu tenho que abrir a loja."
      "O que voc precisa fazer," Jenny discordou, " ir de cima e rastejar na cama por algumas horas. Voc pode manter a loja fechou um dia."
      "Eu penso que o Polispblico e privadoambos digo que eu preciso manter isto negcios como sempre."
      "Voc faz isto. Ns estaremos mantendo um olho de fim na loja e sua casa at que ns paremos este todo. Eu quero aqueles retratos," Vince disse para Max.
      "Eu trarei eles."
      Laine caminhou para eles para a porta.
      "Eu vou ter toneladas de perguntas. Ns precisamos ter noite das meninas," Jenny decidiu, "ento eu posso bomba voc. Voc j fez aquela coisa de concha? Sabe, o switcheroo?"
      "Jenny." Vince lana seus olhos no cu.
      "Bem, eu quero conhecer, pelo amor de Deus. Diga a mim mais tarde. Que tal os com os trs cartes?" Ela gritou como Vince a puxou em direo ao carro. "Mais tarde, mas eu quero detalhes especficos."
      "Ela  algo." Max assistiu Vince carregar sua esposa no carro.
      "Sim, ela  qualquer outra coisa novamente. Ela  a coisa mais sortuda que j aconteceu para mim." Ela esperou at o carro estava longe da vista antes dela fechar a porta. "Bem, isso foi melhor que eu mereci."
      "Voc est fazendo melhor em me perdoar que voc est em perdoar voc mesmo."
      "Voc estava fazendo um trabalho. Eu respeito o moral do trabalho." Ela deu um pouco encolhe os ombros, girados em direo aos degraus. "Eu preciso puxar eu mesmo junto e entrar em cidade."
      "Laine? Eu figurei que ns iria iramos alguns crculos quando eu disse a voc que eu iria ficar fora aqui. Ao invs, voc diz a mim que eu estou ficando fora aqui. Por que  isto?"
      Ela se debruou contra a grade. "Existem algumas razes. Primeiras, eu no sou um sniveling covarde, mas eu no sou desmiolado e valente. Eu no tenho nenhuma inteno de ficar fora aqui s, at agora de cidade, quando algum que me desejar intil pudesse voltar. Eu no estou arriscando eu mesmo ou meu cachorro acima de pedras de outra pessoa."
      "Sensato."
      "Ento, eu me consigo um grande-PI da cidade que eu assumo, apesar de evidncia atual, pode lidar com ele mesmo."
      Ele carranqueou naquele e trocou seus ps. "Eu posso lidar com mesmo multa justa."
      "Bom para saber. Prximo, desde que eu tenho uma estaca em ver estes pedras preciosos so recuperar, eu prefiro voc  mo assim eu sei exatamente o que voc est fazendo sobre isto. Eu posso usar setecentos mil dlares, s goste do prximo sujeito."
      "Prtico."
      "ltimo, eu gostei do sexo e no vi por que eu devia privar eu mesmo de mais disto. Mais fcil conseguir voc na cama se voc estiver ficando aqui."
      Desde que ele no pareceu poder apresentar um termo para aquele, ela sorriu. "Eu estou subindo chover."
      "Certo," ele administrou depois que ela passeou de cima. "Isso explica isto."
      ***
      Trinta minutos mais tarde, ela voltou abaixo parecer fresca como a manh de fonte em uma jaqueta e calas verdes pequenas. Seu cabelo era escavou de volta nos templos com pentes de prata e partia cair diretamente em direo a seus ombros naquela inundao brilhante.
      Ela subiu para Max e o deu um chaveiro de metal. "Frente e atrs portas," ela disse a ele. "Se e quando voc chegar em casa antes de mim, eu apreciaria voc deixando Henry, dando a ele algum recreio."
      "Nenhum problema."
      "Se e quando eu cozinhar, voc lava loua."
      "Negcio."
      "Eu gosto de uma casa limpa e no tenho nenhuma inteno de levantar depois de voc."
      "Eu era direito levantado. Agradea Marlene."
      "Isso devia fazer isto no momento. Eu preciso ir."
      "Segure isto, aqueles so suas regras. Agora aqui so meus: Tome este nmero." Ele apertou um carto em sua mo. "Isto  minha cela. Voc me chama quando voc partir para casa. Se voc no estiver vindo direto casa por qualquer razo, voc deixa-me saber isto, tambm."
      "Certo." Ela deslizou o carto em seu bolso.
      "Voc chama aquele nmero se qualquer coisa acontecer, qualquer coisa que aborrece voc. Eu no me importo o quo secundrio parece, eu quero ouvir sobre isto."
      "Ento, se eu conseguir um daqueles telefonemas de um telemarketer, eu informo."
      "Eu sou srio, Laine."
      "Certo, certo. Qualquer outra coisa? Eu estou correndo muito tarde."
      "Se voc ouvir de seu pai, voc diz a mim. Voc diz a mim, Laine," ele repetiu quando ele viu seu rosto. "As lealdades divididas no o vo fazer qualquer bom."
      "Eu no ajudarei que voc o pe na priso. Eu no farei isto, Max."
      "Eu no sou um policial. Eu no ponho pessoas na priso. Tudo que eu quero ser para recuperar os pedras preciosos, colecione minha taxa. E nos mantenha todos saudvel enquanto eu estou nisto."
      "Voc me promete que voc no entregar ele, no importa o que, e eu prometerei dizer a voc se eu ouvir dele."
      "Feito." Ele resistiu uma mo, agitou sua. Ento deu isto um puxo assim ela cairia em seus braos. "Agora beijo mim adeus."
      "Certo."
      Ela tomou um bom aperto em seus quadris, rosa em seus dedes do p e encontrou sua boca com sua. Ela tomou isto lento, balanando nele, mudando o ngulo para arreliar, usando seus dentes para desafiar. Ela sentiu seu tnel das mos por seu cabelo, dedos tangling. Quando a rosa de calor dentro dela, quando ela sentiu isto pumping fora dele, ela deslizou suas mos ao redor, deu seu um apertar de alvo.
      Sua prpria pulsao estava tropeando, mas ela apreciou a sensao de estar em controle e girou sua cabea muito seus lbios foi perto de sua orelha.
      "Aquele oughta me segura," ela sussurrou, ento desenhou longe.
      "Agora eu beijarei voc adeus."
      Ela riu e bateu uma mo em seu trax. "Eu no acho. Marque seu lugar, ento voc pode me beijar oi. Eu devia estar em casa por sete."
      "Eu estarei aqui."
      Ele saiu com ela, seguido ela em cidade e descascou ir para seu hotel.
      Ele parou pela escrivaninha para pedir ao balconista para compor sua conta para sada.
      Ela esquadrinhou seu rosto. "Oh, Sr. Gannon, voc est certo? Voc estava em um acidente?"
      "Era quase de propsito, mas eu sou bom, obrigado. Eu voltarei abaixo em alguns minutos."
      Ele entrou o elevador. Ele j decidiria trabalhar em suas notas e relatrios uma vez que ele instalar do Laine. Poderia tambm fazer ele mesmo confortvel. Um homem que viajou to freqentemente quanto ele soube como lotar depressa e com a menos quantia de rebulio. Ele balanou a correia de sua bolsa de artigo de vesturio mais de um ombro, a correia de seu caso porttil acima do outro, e estava saindo do quarto quinze minutos depois que ele entrou.
      Atrs na escrivaninha, ele olhou de relance acima de sua conta, assinou o crdito deslizar.
      "Eu espero que voc apreciou sua permanncia."
      "Eu fiz." Ele fez uma nota de sua etiqueta de nome. "Uma coisa antes de eu encabear fora, Marti." Curvando, ele puxou um sair da fila de seu caso porttil, sacudidas por para as fotografias de Jack O 'Hara, William Young e Alex Crew. Ele deitou eles faceup na escrivaninha. "Voc viu alguns destes homens?"
      "Oh." Ela piscou nele. "Por que?"
      "Porque eu estou procurando por eles." Para este ele adicionou um sorriso de mil watt. "Que tal isto?"
      "Oh," ela repetiu, mas este tempo ela olhou abaixo nas fotografias. "Eu no acho. Desculpe."
      "Isto  certo. Qualquer um atrs? Talvez eles podiam dar apoio a um minuto, d uma olhada?"
      "Certo, eu acho. Mike est aqui. Se voc s esperar um minuto."
      Ele correu a mesma rotina com o segundo balconista, menos o sorriso coquete, e armazenou os mesmos resultados.
      Depois de alojar suas bolsas no tronco de seu carro, ele fez os crculos. Primeiros pare, ele tomou as fotografias para Vince, esperado enquanto cpias eram feitas. Ento ele bate os outros hotis, motis, B e B  dentro de um raio de dez milhas.
      Trs horas mais tarde, a coisa mais tangvel ele teve que mostrar para seus esforos era uma enxaqueca furiosa. Ele estalou quatro fora extra ibuprofen como doce, ento conseguiu sanduche de um tirar em um sub faz compras.
      Atrs em Laine  que ele generosamente divide o frio cortar sub com um Henry agradecido e esperou que seria seu pequeno segredo. Com a enxaqueca at uma feia pulsa que ele decidiu gastar o resto do dia desempacotando, instalando um pouco de tipo do espao do trabalho e revisando suas notas.
      Ele gastou mais ou menos dez segundos debatendo onde pr suas roupas. A senhora disse que ela o quis na cama, ento era s feira suas roupas ser  mo.
      Ele abriu seu armrio, cutucadas pelas roupas. Imaginada ela em alguma delas, imaginada ela fora de todas elas. Ele notou que ela aparentemente compartilhada devoo estranha da sua me para sapatos.
      Atrs de outro debate pequeno, ele concluiu que ele era intitulado para o espao de gaveta razovel. Porque reorganizando sua roupa ntima fez ele sentir como um pervertido, ele fez uma pilha de sua prpria em uma gaveta com um exrcito colorido de suteres nitidamente dobrados e camisas.
      Com recorte de Henry depois dele, ele inspecionou casa escritrio do Laine, ento seu sentando quarto, ento o quarto de convidado. A fantasia pequena escrivaninha de escrita no quarto de convidado no teria sido sua primeira escolha, mas ele era o melhor espao disponvel.
      Ele instalar. Ele digitou em cima suas notas, um relatrio de progresso, leia do incio ao fim eles ambos e fez um pouco de edio. Ele verificou seu e-mail, seu correio de voz, e respondeu o que precisou ser respondido.
      Ento ele se sentou na bonita pequena escrivaninha, olhado fixamente no teto e deixou correria de teorias por sua mente.
      Ele sabe onde voc est agora.
      Ento, quem ele era? Seu pai. Se Willy soube onde o Laine estava, chances estavam muito faziam Grande Jack. Mas de que Laine disse, Jack manteve abas nela de vez em quando desde o princpio. Ento a frase no trabalhou. Ele sabe onde voc est agora. A seta em mente apontada do Max para Alex Crew.
      No existia nenhuma violncia no 'histria da Hara, mas existia em da Tripulao. O 'Hara no pareceu boa para as duas torneiras para a parte de trs da cabea do comerciante de diamante. E nenhuma razo, indo por aquela histria, para Willy correr assustado de seu camarada velho Jack O 'Hara.
      Mais provvel, muito mais provvel, ele correu do terceiro homem, o homem Max era seguro era Alex Crew. E aps isto, Tripulao estava no Buraco.
      Mas isso no disse a Max onde o Willy ps as pedras.
      Ele quis conseguir eles para Laine. Por que no inferno iria Willy, ou seu pai, queira pr Laine na frente de um homem como Tripulao?
      Ele rebateu isto ao redor em sua cabea, no chegando nenhum lugar. Desconfortvel na cadeira de escrivaninha, ele moveu para esticar na cama. Ele fechou seus olhos, disse a ele mesmo um cochilo refrescaria seu crebro.
      E solto em sono como uma pedra.
      
      
    9.
      
      Era sua virada para despertar com um cobertor dobrou ao redor ele. Como era seu hbito, ele terminou de dormiu o mesmo modo que ele entrou nisto. Rpido e completo.
      Ele verificou seu relgio e estremeceu quando ele viu que ele tem estado debaixo de umas slidas duas horas. Mas era ainda tmido de sete, e ele esperou estar em cima e ao redor antes de Laine voltar.
      Ele desenrolou da cama, estalou um par mais plulas para a enxaqueca prolongada, ento encabeada at a achar.
      Ele era vrios passos da cozinha quando o odor alcanado, dedos sedutores enganchados em seus sentidos e o desenharam o resto do modo.
      E no era ela a mais bonita coisa de maldio, ele pensou, de p l em sua camisa e calas limpas com um gancho de rodilha no cs enquanto ela mexeu algo que chiada em uma panela no fogo. Ela esteve usando uma longa-lidada colher de madeira, mantendo ritmo com isto, e seus quadris, para a melodia que saltado fora de um mini CD jogador no contador.
      Ele reconheceu Marshall Tucker e figurou que eles iria malha bem suficiente na rea de msica.
      O cachorro era espreguiado no cho, roendo em uma meada de corda que viu ao considervel j do olhar disto. Existiam narcisos amarelos alegres em um vaso azul salpicado na mesa. Uma ordem de legumes frescos era agrupadas ao lado de um aougueiro-bloqueia tbua cortante no contador.
      Ele nunca seria muito em homey cenasou ento ele acreditou. Mas este aqui o bate direito no centro. Um homem, ele decidiu, podia caminhar neste pelo prximo quarenta ou cinqenta anos e parece multa justa sobre isto.
      Henry deu dois baques de seu rabo ento rosa para cabriolar acima de e bater a corda mutilada contra coxa do Max.
      Vazamento a colher no lado da panela, Laine girou e olhou para ele. "Tenha um cochilo bom?"
      "Eu fiz, mas acordar sou muito melhor." Para aplacar Henry, ele passou dar a corda um puxo, e achou ele mesmo tomar parte em um vivo puxo-de-guerra.
      "Agora voc fez isto. Ele pode manter aqueles em cima por dias."
      Max torceu a corda livre, deu isto um corredor abaixo de lance longo, baixo. Subindo acima de azulejo ento taco, Henry partir em perseguio louca. "Voc est em casa mais cedo que eu esperei."
      Ela assistiu ele caminhar para ela, suas sobrancelhas levantando como ele manobrou seu ao redor at que suas costas era contra o contador. Ele deitou uma mo em um ou outro lado, engaiolando ela, ento debruada em e foi trabalhar em sua boca.
      Ela comeou a ancorar suas mos em seus quadris, mas eles foram mancaram nela. Ao invs ela entrou em lento dissolver, seu corpo que vislumbra debaixo do preguioso assalta. Sua pulsao foi espessa; Seu crebro estalou. Quando ela conseguiu abrir seus olhos, ele estava debruando de volta e grinning nela.
      "Oi, Laine."
      "Oi, Max."
      Ainda assistindo ela, ele passou dar a corda que Henry alegremente retornou para outro puxo. "Algo cheira realmente bom." Ele se debruou at cheirar em seu pescoo. "Alm de voc."
      "Eu pensei que ns teramos um pouco de galinha com fettuccine em um molho de nata leve."
      Ele olhou de relance em direo  panela, e a cremosa chiando molho. "Voc no  toying comigo, no ?"
      "Por que, sim, eu sou, mas no sobre isto. Existe uma garrafa de pinot noir que gela no refrigerador. Por que voc no abre isto, despeje ns um vidro."
      "Eu posso fazer isto." Ele voltou em cima, foi outro redondo com Henry, ganhou a corda e lanou isto novamente. "Voc realmente est cozinhando," ele disse como ele recuperou o vinho.
      "Eu gosto de cozinhar de vez em quando. Desde que  s mim a maior parte do tempo, eu no aborreo exagerar muito. Isto  uma mudana boa."
      "Contente eu podia ajudar." Ele tomou os saca-rolhas que ela ofereceu, estudou o pequeno monte de porco de prata no topo. "Voc coleciona eles."
      "S uma daquelas coisas." Ela fixa dois mbar-afinado taa de vinho no contador. Agradou ela para ver o modo que ele trocou entre sommelier encargos aduaneiros e tocando com o cachorro. Para dar a ele uma fratura, ela se agachou at conseguir uma lata de um gabinete bsico.
      "Henry! Queira que um tratar!"
      O cachorro abandonado a corda para entrar imediatamente em uma exibio louca de saltar, tremendo, latindo. Max podia ter jurado ele viu lgrimas de desespero nos olhos do cachorro como Laine levantou um biscoito de Osso de Leite.
      "S bons cachorros conseguem tratar," ela disse primly, e Henry se estatelou seu alvo no cho e estremecido com o esforo de controle. Quando ela deu o biscoito um lance, Henry beliscou isto fora do ar o modo que um arremessador certo veterano impede um aparecer. Ele fez correr longe com gosta de um ladro.
      "O que, voc de renda eles com coca-Cola?"
      "Seu nome  Henry, e ele  um viciado de Osso de Leite. Isso o manter ocupado por cinco minutos." Ela retirou-se uma caarola. "Eu preciso para saut a galinha."
      "Saut a galinha." Ele gemeu isto. "Oh menino."
      "Voc realmente  fcil."
      "Isso no me insulta." Ele esperou enquanto ela conseguiu um pacote de peitos de galinha da geladeira e comeou a fatiar eles em tiras. "Voc conversa e pode fazer isto?"
      "Eu posso. Eu sou muito qualificado."
      "Fresco. Ento, como era negcios?"
      Ela levantou o vinho que ele fixou ao lado dela, sorveu. "Voc quer saber como coisas foram hoje no mundo de varejo, ou se eu visse qualquer coisa suspeito?"
      "Ambos."
      "Ns fizemos muito bem hoje, como ele acontece. Eu vendi um Sheraton muito aparador bom, entre outras coisas. No apareceu que qualquer coisa na loja, ou meu escritrio, ou a despensa era transtornadacom exceo de um pouco sangue no cho atrs quarto, que eu assumo  seu." Ela chuviscou leo na caarola, ento olhou de relance nele. "Como da sua cabea?"
      "Melhor."
      "Bom. E eu no vi nenhum personagem suspeito diferente de Sra. Franquist, que entra algumas vezes um ms para caranguejo sobre meus preos. Ento como era seu dia?"
      "Ocupado, at naptime." Ele a encheu em enquanto ela deita as tiras de galinha no leo aquecido, ento comeado prepping a salada.
      "Eu acho que existimos muitos dias assim, onde voc vai ao redor perguntando a muitas perguntas e no realmente conseguindo quaisquer respostas."
      "Um no est ainda uma resposta."
      "Eu suponho . Por que um menino agradvel de Savannah vai para Nova York ser um detetive privado?"
      "Primeiro ele decide ser um policial porque ele gosta de figurar coisas fora e fazendo eles direito. Pelo menos to direito quanto eles podem ser feitos. Mas ele no  um ajuste de bem. Ele no toca bem com outros."
      Ela sorriu um pouco como ela voltou para a salada. "No ?"
      "No tantas. E todas aquelas regras, eles comeam a coarem. Como um colarinho que  muito apertado. Ele compreende o que ele realmente gosta de fazer est olhar debaixo de pedras, mas ele gosta de escolher as pedras. Para fazer isto, voc precisa ir privado. Para fazer aquele e vive bem que . . . eu gosto de viver bem, a propsito."
      "Naturalmente." Ela despejou algum vinho em com a galinha, abaixou o calor, coberta a panela.
      "Ento viver bem, voc precisa ser bom em escolher aquelas pedras, e achando pessoas que vivem muito melhor que voc para pagar a voc para cutucar em todos os negcios srdidos continuando debaixo deles." Ele snitched um pedao de cenoura para lanche em. "O menino meridional move norte, Puxes muita figura de tempo ele move lento, pensa lento, atos lentos."
      Ela olhou de relance em cima de whisking molho de salada ingredientes juntos em uma tigela de ao inoxidvel pequeno. "Seus enganos."
      "Sim, e minha vantagem. De qualquer maneira, eu fiquei interessado em segurana de computadorcyber trabalha. Quase entrou aquela direo, mas voc no sai suficiente. Ento eu s lano aquele pouco talento na mistura. A confiana gostou de meu trabalho, ponha-me em retentor. Ns fazemos bonito bem sozinho ao todo."
      "Seus talentos estendem para colocao de mesa?"
      "Uma habilidade eu aprendi em joelho da minha mame."
      "Pratos l, flatware l, guardanapos naquela gaveta."
      "Cheque."
      Ela pe gua para o macarro enquanto ele foi trabalhar. Depois de verificar a galinha, ajustando o calor, ela levantou seu vinho novamente. "Max, eu pensei sobre este muito hoje."
      "Figurou que voc iria."
      "Eu acredito em que voc far direito por meu pai para umas razes. Voc se importa me com, e ele no  sua meta. Recuperando as pedras ."
      "Isto  um par deles."
      "E existe outro. Voc  um bom homem. No brilhante e brilhante," ela disse, quando ele pausou olhar para ela. "Que s seria irritante algum para gostar de eu, porque eu continuaria vendo minha prpria reflexo saltada fora de algum assim, e eu sempre surgiria para pequeno. Mas um bom homem, que poderia curvar a verdade quando ele ternos, mas mantm sua palavra quando ele der isto. Ele fixares residncia minha mente em muitos nveis sabendo isto."
      "Eu no farei uma promessa para voc que eu no posso manter."
      "Voc v, isto  apenas da coisa certa para dizer."
      ***
      Enquanto Laine e Max comeram macarro na cozinha, Alex Crew jantou em bife raro acompanhou por um decente cabernet na cabana rstica que ele alugou no parque do estado.
      Ele no gostou de rstico, mas ele apreciou o isolamento. Seus quartos no Viandante em Buraco do Anjo abruptamente se tornaram muito mornos para o adaptar.
      Maxfield Gannon, ele meditou, estudando investigador do licena do Max enquanto ele comeu. Qualquer um um agente livre fora para uma generosidade, ou um soldado que trabalha para a companhia de seguro. De qualquer modo, o homem era um irritante.
      Matando ele teria sido um enganoentretanto que ele gastou um tentador e satisfazendo momento considerando isto como ele permaneceu acima do detetive inconsciente, fumegando acima da interrupo.
      Mas at um Yahoo policia fora como aquela desajeitada ao redor aquela lamentvel pequena cidade seria aborrecida para ao por assassinato. Melhores para seus propsitos se eles continuassem vacilar sobre dar ingressos de estacionamento e rousting a mocidade local.
      Melhor, ele meditou como ele sorveu seu vinho, e mais fcil sem dvida ter tomado a identificao do irritante, ter colocado um telefonema annimo. Agradou ele para pensar sobre este Maxfield Gannon tentando explicar para a lei local s o que ele tem feito dentro de uma loja fechada s trs e trinta de manh. Devia ter coisas nodosas em cima bem para um espao de tempo. E nenhuma dvida enviou uma mensagem muito clara para iar O 'Hara por sua filha.
      Mas ele estava incomodando apenas do mesmo. Ele no podia tomar o tempo para procurar as premissas, e ele teve que mudar suas acomodaes. Isso era muito inconveniente.
      Ele tirou um couro pequeno-saltado caderno e fez uma lista destes dbitos adicionais. Quando ele alcanou O 'Harae claro que ele iriaele querer poder detalhar todas estas ofensas claramente enquanto ele torturou o local dos diamantes restantes fora dele.
      O modo que a lista estava montando em cima, ele iria ter que machucar O 'Hara bastante. Era algo para esperar ansiosamente.
      Ele podia adicionar O 'filha da Hara e o PI para seu pagamento-devido lista tambm. Era uma gratificao, no esquema principal, para um homem que comparou infligindo dor com o poder.
      Ele tem sido rpido e misericordioso com Myers, o comprador de pedra precioso avaro e idiota ele empregou como um dentro de homem. Entretanto Myers no fez nada mais que ser estpido suficiente para acreditar em que ele era intitulado para um quarto do tomar. E avaro suficiente para o encontrar s, em um local de construo fechada, no meio da noite quando prometeu um maior corte.
      Realmente, o homem no mereceu viver se voc pensasse sobre isto.
      Em todo caso, ele tem sido um fim solto que exigido snipping. A trilha teria levado a ele eventualmente. Ele teria alardeado para algum, ou teria lanado dinheiro ao redor, desperdiando isto em carros ou mulheres ou Deus inspido conheceram o que aquela classe das pessoas consideradas desejveis.
      Ele tem blubbered e implorou e soluou como um beb quando Tripulao segurou a arma de fogo para sua cabea. Exibio desagradvel, realmente, mas o que podia se esperar?
      Ele tambm daria a chave para o caixa postal locker onde ele escondeu o Raggedy Andy embonecar com uma bolsa de pedras preciosos em sua barriga.
      Gnio, realmente, ele teve que dar O 'Hara credita para aquele pequeno toque. Dobrando milhes de dlares ' no valor de pedras preciosos em objetos incuos, objetos ningum olharia para duas vezes. Ento quando os alarmes saram, o edifcio bloqueado abaixo, o Polis fervilhou, ningum consideraria todas aquelas bonitas pedras estavam ainda do lado de dentro, dobradas em algo to inocente como boneca da criana. Ento era s um assunto de recuperar o extraordinrio dentro do ordinrio enquanto a procura continuou em outro lugar.
      Sim, ele podia dar a Jack creditar para aquele detalhe divertido, mas isso no negou todos os dbitos.
      Eles dificilmente podiam ser confiados para segurar milhes de dlares ' no valor de pedras preciosos pelo ano que eles concordaram. Como ele podia possivelmente ladres de confiana para manter sua palavra?
      Afinal, ele no teve nenhuma inteno de manter seu.
      Alm disso, ele quis isso tudo. Sempre com inteno de tomar isso tudo. Os outros tinha meramente sido ferramentas. Quando uma ferramenta serviu seu propsito, voc descartou isto. Melhor, voc destruiu isto.
      Mas eles o enganaram, deslizados por seus dedos e levado metade do prmio com eles. E o custe semanas de tempo e esforo. Ele teve que se preocupar que eles seriam pegos puxando um dos lamentveis fraudes Grandes Jack era to aficionado por, e acabar confessando para o heist e perdendo metade sua propriedade.
      Eles deviam estar mortos agora. O fato aquele deles continuados a viver, respirar, caminhar, esconder, era um insulto pessoal. Ele nunca tolerou insultos.
      Seu plano tinha sido simples e limpo. Myers primeiros, estilo de execuo para fazer parecer como se um de seu jogando dvidas o alcanaram. Ento O 'Hara e Jovem, vacilando idiotas. Eles deviam ter sido onde ele disse que eles fosse, mas eles eram muito estpidos para seguir instrues.
      Se eles tivessem, ele teria contactado eles  medida que ele planejou, colocaes plantadas de preocupao acima de falecimento e organizado do Myers para um encontrar em um local quieto, retirado no diferentemente do que ele estava jantando em agora.
      L, ele podia ter lidado com eles ambos com pequeno esforo como nem tinha o estmago para tanto como porta uma arma. Ele teria sado suficiente evidncia para ligar eles para o trabalho de Nova York, e fixe a cena para olhar, at para o mais moronic policial, como um assunto de ladres brigando.
      Mas eles desapareceram nele. Scuttled seu planejamento cuidadoso tentando ir subterrneo. Durante um ms agora, assumiu o comando de um ms finalmente para levantar a trilha e caminho Willy atrs para Nova York, s para o faltar por polegadas e ser forado a gastar mais tempo, mais esforo, mais dinheiro para o perseguir para Maryland.
      Ento o perca para um acidente de trfico.
      Agitando sua cabea, Tripulao corta outra mordida de bife sangrento. Ele nunca poderia colecionar diretamente de Willy agora, de forma que conta seria transferida para Grande Jacke o resto.
      Como fazer era a pergunta, e as possibilidades o entretiveram pelo resto de sua comida.
      Ele seguiu a menina diretamente neste momento, sue local do seu pai e o paradeiro dos pedras preciosos fora sua? Mas se Willy morreu antes de dar suas quaisquer informaes salientes, isso seria um esforo perdido.
      Ento existia este Maxfield Gannon fatorar em. Poderia ser sbio para fazer um pouco de pesquisa l, descubra s que tipo de homem ele era. Um ameno para um suborno, talvez? Obviamente, ele conheceu algo sobre a menina ou ele no entrar sorrateiramente em sua loja.
      Ou, e o pensamento atingiu ele gostar de uma seta no corao, ela j cortou um lidar com Gannon. E isso seria muito ruim, ele pensou batendo seu punho na mesa novamente. Isso seria muito ruim para todo envolvido.
      Ele no ir conformar-se metade. No era aceitvel. Ento, ele acharia um caminho para voltar o resto de sua propriedade.
      A menina era a chave. O que ela soube ou no soube era indeterminada. Mas existia um fato simples: Ela era filha do Jack, e a ma de seu larcenous olho.
      Ela era isca.
      Considerando isto, ele se debruou de volta, tidily tocou de leve sua boca com seu guardanapo. Realmente, a comida era melhor aqui que poderia se pensar, e o quieto estava acalmando.
      Quieto. Privado. Um bom pequeno bosque getaway. Ele comeou a sorrir como ele favoreceu ele mesmo em outra taa de vinho. Quieta e privada, sem vizinhos perto para perturbar se se era para ter uma discusso com . . . associados. Uma discusso que poderia se tornar um pouco aquecida.
      Ele procurou a cabana, na escurido rural apertando contra as janelas.
      Poderia fazer muito bem, ele pensou. Poderia fazer muito bem realmente.
      ***
      Era muito estranho acordando com um homem em sua cama. Um homem comeou a estudar quarto considervel, para uma coisa, e ela no estava acostumada a se preocupar sobre como ela olhou o minuto que ela abriu seus olhos de manh.
      Ela sups que ela recuperaria- a ltima parte, se ela continuasse acordar com este homem em sua cama para qualquer comprimento de tempo. E ela podia sempre conseguir uma maior cama para compensar pela primeira parte.
      A pergunta era como fez ela sentir sobre compartilhar sua camae isso no era s uma metfora para sua vida?Com este homem para algum comprimento de tempo? Ela no teve tempo para achar isto, no levou tempo, ela corrigiu.
      Fechando seus olhos, ela tentou imaginar era um ms mais tarde. Seu jardim estaria explodindo, e ela estaria pensando por volta de roupas do vero, sobre conseguir sua moblia ao ar livre do abrigo. Henry seria esperado para seu compromisso de veterinrio anual.
      Ela estaria planejando beb do Jenny chove.
      Laine abriu um olho, squinted em Max.
      Ele estava ainda l. Seu rosto era espremido no travesseiro, seu cabelo todo atraente e amarrotado.
      Ento, ela se sentiu satisfatria sobre o ter l um ms de agora.
      Tente seis meses. Ela fechou seus olhos novamente e projetados.
      Surgindo em Ao de graas. Em seu habitual organizou modaque ela no se importou o que Jenny disse, no era obsessivo ou asquerosoela teria suas compras do Natal terminado. Ela estaria planejando festas de feriado, e como ela decoraria a loja e a casa.
      Ela ordenaria uma corda de madeira e apreciaria iluminar um fogo toda noite. Ela proveria algumas garrafas de bom champanha assim ela e Max podiam . . .
      Uh-oh, ele estava a.
      Ela abriu ambos os olhos agora e o estudaram. Sim, ele estava a. Estalando direito em cima em suas pequenas projees, deitando a mesmo ao lado de seu dormente enquanto Henry, seu relgio pr-alarme, estava comeando a mexer.
      Ela teve um sentimento se ela adicionasse seis meses para aquela projeo e fez isto um ano, ele ainda iria estar l.
      Ele abriu seus olhos, um flash rpido daquele fulvo marrom, e teve ela ganindo em surpresa.
      "Eu podia ouvir que voc olhando fixamente."
      "Eu no era. Eu estava pensando."
      "Eu podia ouvir isto, tambm."
      Seu brao disparado, enganchada ao redor ela. Ela teve uma tola pouca excitao tremer em sua barriga na fora fcil dele quando ele a puxou acima de e debaixo dele.
      "Eu preciso deixar Henry."
      "Ele pode esperar um minuto." Sua boca tomou sua de forma que excitao tranada em um pulsar.
      "Ns somos criaturas de hbito." Sua respirao pega. "Henry e me."
      "Criaturas de hbito deviam sempre estar no mercado para desenvolver outro hbito." Ele aninhou seu pescoo onde sua pulsao batida. "Voc  todos morno e suave de manh."
      "Ficando mais morno e mais suave pelo minuto."
      Seus lbios curvada contra sua pele, ento ele ergueu sua cabea para examinar seus olhos. "Vamos tratar disto."
      Ele escavou suas mos debaixo de seus quadris, ergueram eles. E deslizou dentro dela. Aqueles olhos azuis claro borrados.
      "Oh sim." Ele assistiu ela, assistida ela na luz solar matutina plida como ele acariciou. "Voc  absolutamente direito."
      ***
      Henry lamentou e se estatelou suas patas dianteiras no lado da cama. Ele armou sua cabea como se tentando compreender por que os dois humanos estavam ainda l com seu fim de olhos quando era ltimo tempo para o deixar fora.
      Ele latiu uma vez. Um ponto de interrogao definido.
      "Certo, Henry, s um minuto."
      Max arrastou suas pontas do dedo acima de brao do Laine. "Queira que eu fazer isto?"
      "Voc j fez isto. E obrigado."
      "Ha ha. Voc quer que eu deixe o cachorro fora?"
      "No, ns temos nossa pequena rotina."
      Ela saiu da cama, que teve Henry fazendo correr para a entrada do quarto, fazendo correr de volta, danando em lugar enquanto ela conseguiu sua bata fora do armrio.
      "A rotina inclui caf?" Max perguntou a ela.
      "No existe nenhuma rotina sem caf."
      "Louve Deus. Eu vou agarrar um chuveiro, ento eu descerei."
      "No se apresse. Voc est certo que voc quer sair, Henry? Voc absolutamente , positivamente certo?"
      Do tom, e a reao manaca do cachorro, Max imaginou o byplay era parte da cerimnia matutina. Ele gostou de ouvir o cachorro galopar de cima abaixo os passos, enquanto risada rolado do Laine.
      Ele sorriu abertamente a distncia toda no chuveiro.
      No andar de baixo, com Henry que salta em todas as quatro pernas, Laine destrancado o mudroom porta. Por rotina, ela destrancou a fora de porta assim Henry podia voar por em lugar de menear por seu doggie porta, e ento ela podia respirar fundo de ar matutino.
      Ela admirou ela pular bolbos, curvados at cheirar os jacintos que ela plantou em prpuras e pinks. Braos cruzados, ela permaneceu e assistiu Henry fazer seu circuito matutino, erguendo sua perna em toda rvore no prximo a quintal. Eventualmente, ele tomaria um chocar-se com o bosque, ela soube, ver se ele pudesse assustar em cima alguns esquilos, rubor um pouco de cervo. Mas aquela pequena aventura esperaria at que ele escrupulosamente marcaria seu permetro.
      Ela escutou os pssaros gorjeiam, e a bolha de seu ocupado pequeno fluxo. Ela estava ainda morna de Max, ainda morno para ele, e perguntou-se como algum podia ter uma preocupao nica em uma manh to perfeita e pacfica.
      Ela andou de volta em, fechou a fora de porta. E estava comeando a zumbir quando ela caminhou de volta na cozinha.
      Ele andou por detrs a porta e atirou em seu corao em sua garganta. Ela estava abrindo sua boca para gritar quando ele deitou um dedo de advertncia para seus lbios e teve o som corredio longe.
      
      
    10.
      
      Bateu a respirao fora de sua assim ela tropeou de volta um passo, bata a parede enquanto sua mo procurada no escuro em sua garganta como se decidir se empurrar o grito fora ou bloqueia isto.
      Enquanto ele permaneceu grinning nela, seu vazamento de dedo quieto em seus lbios, ela chupou em um ofegar de respirao e deixou isto fora com um sussurro explosivo nico.
      "Papai!"
      "Surpresa, Lainie." Ele chicoteou sua mo por detrs suas costas e resistiu embreagem de um inclinar de fonte violets. "Como meu  menina de beb doce?"
      "Poleaxed" era uma palavra que Max usou. Ela agora entendeu isto perfeitamente. "O que voc est fazendo aqui? Como fez voc" Ela se parou antes de perguntar a ele como ele entrou. Rudculo questiona vendo como fechaduras de levantamento era um de seus passatempos favoritos. "Oh, Papai, o que tem voc feito?"
      "Agora, isto  algum caminho para saudar seu papai velho querido afinal este tempo?" Ele abriu seus braos largos. "Eu no consigo um abrao?"
      Existia um centelhar em seus olhos, olhos to azuis quanto suas prprios. Seu cabeloseu orgulho e alegriaeram stoplight vermelho e penteados em uma juba luxuosa ao redor seu rosto largo, alegre. Sardas borrifadas acima de seu nariz e bochechas como gengibre agitado em nata.
      Ele vestiu um bfalo verificar camisa de flanela em preta e vermelha, e cala jeans, ambas de qual ela imaginou que ele selecionou como um aceno com a cabea para a rea, e ambos de qual pareceram ter sido dormidos. As botas ele formou par com eles pareceram dolorosamente novos.
      Ele armou sua cabea e deu seu um sonhador, sorriso de cachorro de filhote de cachorro.
      Seu corao no teve nenhuma defesa contra isto. Ela saltou em seus braos, fechando se ao redor ele como ele apertou apertado e girado em alguns crculos de vertiginoso.
      "Isto  minha menina. Isto  meu beb. Minha Princesa Lainie de Haraland."
      Com seus ps quietos um p fora do cho, ela descansou sua cabea em seu ombro. "Eu no sou seis mais, Papai. Ou oito, ou dez."
      "Ainda minha menina, no ?"
      Ele cheirou como varas de canela e teve a construo de um Yukon cinzento. "Sim, eu acho que eu ainda esteja." Ela aliviou de volta, dando seus ombros um pouco cutucam assim ele a deixou abaixo. "Como voc chegou aqui?"
      "Trens, avies e automveis. Com os ltimos dele sozinho dois ps.  um lugar que voc tem aqui, torta de doura. Cnica. Mas voc notou, est no bosque?"
      Fez seu sorriso. "Nenhuma brincadeira? Boa coisa eu gosto do bosque."
      "Deve conseguir aquela de sua me. Como  ela?"
      "Ela  grande." Laine no soube por que sempre fez ela parecer culpada quando ele perguntou, sem rancor, com interesse sincero. "Quanto tempo voc tem estado aqui?"
      "Acabou de entrar ontem  noite. Desde que eu cheguei em seu paraso de bosque tarde, figurou voc para estar em dreamland, eu admito eu mesmo. Bunked em seu sof, que eu devia dizer a voc est em forma arrependida." Ele apertou uma mo para sua mais baixa atrs. "Ser um cordeiro, doura, e faa seu papai algum caf."
      "Eu era quase . . ." Ela diminuiu como a lembrana de caf passou sem tocar sua cabea. Max! "Eu no estou s." O pnico gotejou sua garganta. "Existe algum de cima no chuveiro."
      "Eu juntei aquele do carro em seu passeio, o pedao de fantasia com Nova York chapeia." Ele a atirou debaixo do queixo. "Voc vai dizer a mim, eu espero, que voc teve uma festa de soneca com uma em viagem namorada."
      "Eu tenho vinte e oito anos. Eu me formei de festas de soneca com namoradas a fazer sexo com homens."
      "Por favor." Jack apertou uma mo para seu corao. "Deixe seja s diga que voc teve um amigo gastar a noite. Isto  o tipo de coisa um pai precisa assistir fases. Caf, bem? Isto  uma boa menina."
      "Certo, certo, mas existem coisas que voc precisa saber sobre . . . meu durante a noite convidado." Ela saiu sua bolsa de feijes, despejado algum em seu moedor.
      "Eu j sei a coisa mais importante. Ele no  bom o suficiente para meu beb. Ningum podia ser."
      "Isto  to complicado. Ele est trabalhando para Seguro de Confiana."
      "Ento, ele pegou um trabalho direto, um nove-para-fiver." Jack encolheu os ombros seus ombros largos. "Eu posso perdoar aquele."
      "Papai"
      "E ns conversaremos sobre este homem jovem em s um pouco." Ele cheirou o ar como ela mediu os chos de caf no filtro. "Melhor odor no mundo. Enquanto isto est fazendo o que est fazendo, voc podia ir buscar me buscar o pacote que Willy partiu com voc? Eu vigiarei a panela."
      Ela olhou fixamente para ele enquanto todos os pensamentos, todas as palavras, circulada ao redor em sua cabea e fundida em uma certeza horrvel nica. Ele no soube.
      "Papai, eu Ele no no fez . . ." Ela agitou sua cabea. "Seria melhor ns nos sentarmos."
      "No diga a mim que ele no tem sido por ainda." O faintest chameja de irritao cruzou seu rosto. "O homem se perderia em seu prprio banheiro sem um mapa, mas ele  tido mais que suficiente tempo para chegar aqui. Se ele giraria sua telefone celular de maldio em que eu entraria tocaria, disse a ele existiu uma mudana em planos. Eu odeio dizer a voc, Lainie, mas seu tio Willy est ficando velho e distrado."
      Nenhum modo fcil, ela pensou como o caf derramado na panela. Nenhum modo fcil. "Papai, ele est morto."
      "Eu no iria to longe. S esquecido."
      "Papai." Ela agarrou seus braos, apertando enquanto ela assistiu o sorriso indulgente enfraquecer de seu rosto. "Existia um acidente. Ele era batido por um carro. E ele . . . ele morreu. Eu sinto muito. Eu sinto tanto."
      "Isso no pode ser. Isto  um engano."
      "Ele entrou em minha loja alguns dias atrs. que eu no o reconheci." Ela correu suas mos junto seus braos agora porque eles comearam a tremer. "Tem sido to longo, eu no o reconheci. Ele deu a mim um nmero, pediu a eu para o chamar. Eu pensei que ele teve algo para vender, e eu estava ocupado assim eu no paguei a muita ateno. Ento ele partiu, e logo aps, segundos justo depois, pareceu, existiam estes sons horrveis."
      Os olhos do Jack estavam enchendo, e sua fizeram o mesmo. "Oh, Papai. Estava chovendo, e ele chocou-se com a rua. Eu no sei por que, mas ele correu fora, e o carro no podia parar. Eu corri fora, e eu . . . eu percebi quem ele era mas era muito tarde."
      "Oh Deus. Deus. Deus." Ele se sentou agora, abaixando em uma cadeira, soltando sua cabea em suas mos. "Ele no pode ser ido. No Willy."
      Ele balanou ele mesmo para conforto enquanto Laine embrulhou seus braos ao redor ele, apertada sua bochecha para seu. "Eu mandei a ele aqui. Eu disse que ele viesse porque eu pensei que era . . . Corria fora na rua?"
      Sua cabea surgiu agora. As lgrimas perseguir suas bochechas, e ela soube que ele nunca teria vergonha deles, ou qualquer grandes emoo. "Ele no era uma criana que vai chocando-se com a rua."
      "Mas ele fez. Existiam testemunhas. A mulher que bate ele era devastado. No existia nada que ela podia fazer."
      "Ele correu. Se ele corresse, existia uma razo." Ele foi plido debaixo das lgrimas. "Voc precisa conseguir o que ele deu a voc. Pegue isto e d isto para mim. No diga ningum. Voc nunca o viu na frente de em sua vida,  disso que voc diz."
      "Ele no deu a mim qualquer coisa. Papai, eu sei sobre as pedras. Eu sei sobre o trabalho de Nova York."
      Suas mos estavam em seus ombros agora com um aperto forte suficiente que ela soube que existiria contuses. "Como voc sabe se ele no desse a voc qualquer coisa?"
      "O homem que  de cima. Ele trabalha para Confiana. Eles asseguraram os pedras preciosos. Ele  um investigador."
      "Um policial de seguro." Ele veio diretamente fora da cadeira. "Voc tem um policial em seu chuveiro, por causa de Jesus!"
      "Ele localizou Willy aqui, e ele o conectou a mim. Para voc e eu. Ele s quer recuperar as pedras. Ele no est interessado em entregar voc. S d a mim o que voc tem, e eu cuidarei disto."
      "Voc est dormindo com um policial? Minha prpria filha?"
      "Eu no penso que isto  o tempo para entrar nisto. Papai, algum arrombou minha casa, em minha loja porque eles esto procurando pelas pedras. Eu no tenho eles."
      " aquela Tripulao bastarda. Isso assassinando bastardo." Seus olhos estavam ainda molhados e natao, mas existia fogo atrs deles. "Voc no sabe nada, voc me ouve? Voc no sabe nada, voc no me viu. Voc no falou comigo. Eu cuidarei disto, Laine."
      "Voc no pode cuidar disto. Papai, voc est em dificuldade terrvel. As pedras no valem a pena isto."
      "Metade de vinte e oito milhes valha a pena bastante, e  disso que eu terei que pechinchar com uma vez que eu descubro o que Willy fez com seu. Ele no deu a voc qualquer coisa? Diga qualquer coisa?"
      "Ele disse que eu escondesse a bolsa, mas ele no deu a mim um."
      "Bolsa? Ele tirou eles?"
      "Eu acabei de dizer que ele no deu a mim uma bolsa. Ele era . . . desvanecimento, e era duro de o entender. A princpio eu pensei que ele disse 'pooch.'"
      "Isto  isto." Alguma da animao voltou em seu rosto. "Sua parte est no cachorro."
      "O cachorro?" O choque genuno teve ela verbalizar gritando. "Voc alimentou diamantes para um cachorro?"
      "Nem um cachorro real. Todo-poderoso de deus, Lainie, o que voc nos leva?"
      Ela simplesmente coberta seu rosto com suas mos. "Eu no sei mais. Eu s no conheo."
      "Est em uma esttua de um cachorro, cachorro branco e preto pequeno. Polis provavelmente tem suas coisas. Polis provavelmente tem isto e no sabe o que eles tm. Eu posso trabalhar com isto."
      "Papai"
      "Eu no quero que voc se preocupe. Ningum vai aborrecer voc novamente. Ningum vai tocar em minha pequena menina. S fique quieto sobre isto, e eu lidarei com o resto." Ele deu seu um abrao, um beijo. "Eu s conseguirei minha bolsa e sou ido."
      "Voc no pode s ir," ela protestou como ela se apressou depois dele. "Max diz que Tripulao  perigosa."
      "Max  o seguro narc?"
      "Sim." Ela olhou de relance nervosamente em direo aos passos. "No, ele no  um narc."
      "Qualquer, ele no est errado sobre Tripulao. O homem no pensa que eu sei quem ele ," Jack murmurou. "O que ele fez. Figurou que eu tragaria seus nomes de fraude e todo de conto de fadas. No jogo sido desde que eu podia conversar, no ?" Jack atirou um duffel acima de seu ombro. "Eu nunca devia conseguir tangled com ele, mas bem, vinte e oito milhes, d ou tome, favorece companheiros de cama estranhos. Agora eu consegui Willy matou acima disto."
      "Voc no fez. No  sua culpa."
      "Eu fiz o trabalho sabendo que Tripulao era entretanto que ele chamou ele mesmo Martin Lyle. Sabendo que ele era perigoso e planejando uma cruz dupla desde o princpio, eu fiz o trabalho. Willy veio comigo. Mas eu consertarei isto. Eu no deixarei nada acontecer para voc." Ele deu seu um beijo rpido no topo de sua cabea, ento movida para a porta da frente.
      "Espere. Espera e conversa justa para Max."
      "Eu no acho." Ele alarga um bufar na idia. "E nos faa ambos um favor, princesa." Agora ele bateu um dedo para seus lbios. "Eu nunca era aqui."
      Ela podia ouvir ele assobiando "Adeus Adeus Melro" como ele partir em uma corrida. Ele sempre moveria bem para um grande homem. Antes dela saber isto, ele arredondou a curva de sua pista e era ido.
      Como se ele nunca estaria l.
      Ela fechou a porta, descansada sua fronte contra isto. Tudo dodo: Sua cabea, seu corpo, seu corao. Existe lgrimas em seus olhos quietos quando ele trotou longe. Lgrimas para Willy. Ele lamentaria, ela soube. Ele culparia ele mesmo. E naquele estado, ele poderia fazer algo estpido.
      No, no estpida, ela corrigiu e vagou na cozinha para compassar sem objetivo. Despreocupado, tolo, mas no estpido.
      Ela no podia ter o parado. Ainda que ela implorasse, pleiteou, ainda que ela ligasse as lgrimas se. Ele teria levado o peso deles quando ele foi embora, mas ele teria caminhado.
      Sim, ele sempre moveria bem para um grande homem.
      Ela ouviu Max que vem em direo  cozinha e s pressas alcanado no armrio para assaltar.
      "Direito na hora certa," ela disse brilhantemente. "O caf est s em cima."
      "Caf matutino  precisa ser um de vitalcio  melhor cheiros."
      Ela girou ento, olhado fixamente para ele como suas palavras ecoadas seu pai est em sua mente. Seu cabelo estava ainda umedecer do chuveiro. Seu chuveiro. Ele cheiraria como seu sabo. Ele dormiu em sua cama. Ele tem sido dentro dela.
      Ela deu a ele tudo aquilo. Mas depois de uma visita de dez minutos de seu pai, ela estava contendo-se confiana, e verdade.
      "Meu pai estava aqui." Ela soltou isto antes dela poder se questionar.
      Ele anotar o assaltar ele s levantaria. "O que?"
      "Ele acabou de partir. Minutos atrs. E eu percebi que eu no iria dizer a voc, no iria dizer nada. Eu iria cobrir para ele.  condicionamento, eu acho. Ou em parte. Eu o amo. Eu sinto muito."
      "Jack O 'Hara estava aqui? Ele tem estado na casa, e voc no disse a mim?"
      "Eu estou dizendo a voc. Eu no espero que voc entender o que um passo isto  para mim, mas eu estou dizendo a voc." Ela tentou despejar caf, mas suas mos estavam agitando. "No machuque ele, Max. Eu no podia permanecer isto se voc o machucar."
      "Deixe seja s atrs em cima uma praa aqui. Seu pai estava aqui, nesta casa, e voc me cozinhou jantar, foi para a cama comigo. Eu sou de cima fazendo amor para voc e ele  fora"
      "No! No! Eu no soube que ele estava aqui at que esta manh. Eu no sei quando ele chegou aqui, admite ele mesmo. Ele dormiu no sof. Eu deixo Henry, e quando eu caminhei na cozinha novamente, ele estava a."
      "Ento que diabo voc est desculpando comigo ?"
      "Eu no iria dizer a voc."
      "Para que, trs minutos? Jesus Cristo, Laine. Voc pe aquele tipo de bar de honestidade em cima para ns, eu vou manter rapping minha cabea nisto. D-me uma fratura."
      "Eu sou muito confuso."
      "Ele tem sido seu pai por vinte e oito anos. Eu tenho sido o sujeito apaixonado por voc para mais ou menos dois dias. Eu penso que eu posso cortar voc alguns relaxar. Certo?"
      Ela alarga respirao de um estremecer. "Certo."
      "Isto  o fim do frouxo. O que ele disse, o que ele quis, onde ele foi?"
      "Ele no soube sobre Willy." Seus lbios tremeu antes dela conseguir apertar eles juntos. "Ele chorou."
      "Sente-se, Laine, eu conseguirei o caf. Se sente e tome um minuto."
      Ela fez o que ele perguntou como tudo que tinha sido doer estava agora agitando. Ela se sentou, olhadas fixamente para suas mos enquanto ela escutou lquido batendo stoneware. "Eu penso que eu poderia ser apaixonado por voc, tambm. Seja provavelmente um tempo desajeitado para mencionar isto."
      "Eu gosto de ouvir isto." Ele fixa o assaltar na frente dela, ento se sentou "Qualquer que seja o tempo."
      "Eu no estou tocando voc, Max. Eu preciso de voc para saber isto."
      "Beb, eu aposto que voc  bom nisto. Considerando. Mas voc no  to bom."
      O tom convencido era s qual era precisado secar completamente lgrimas ameaadoras. Ela olhou para ele ento com um flash definido de arrogncia divertida. "Oh sim, eu sou. Eu podia fraude voc fora de sua poupana vitalcia, seu corao, seu orgulho, e faz que voc acredita em que era sua idia para dar eles acima de com um arco em cima. Mas desde que parece que a nica coisa que eu estou interessado em  seu corao, eu o prefiro realmente sou sua idia. Jack podia nunca tocar isto diretamente com minha me. Ele a amou. Ainda faz, no que diz respeito a esse assunto. Mas ele podia nunca tocar isto diretamente, at com ela. Ento eles no fizeram isto. Se voc e eu entrarmos nisto, eu quero as chances em nosso favor."
      "Ento vamos comear compreendendo como lidar com seu pai."
      Ela movimentou a cabea e levantou o caf que ele a trouxe. Ela seria fixa, e ela diretamente seria. "Ele enviou Willy aqui para dar a mim uma parte do tomar. Para custdia, de que eu posso juntar. Voc devia saber aquele se isso foi aprovado, eu teria tomado as pedras, ento passaram por eles de volta para ele. Eu teria dado a ele pesar considervel sobre isto, mas eu teria feito isto."
      "Espesso do sangue," Max reconheceu.
      "De que eu posso juntar, ele esteve preocupado porque Willy no o chamoue seu, do Willy, telefone celular tem sido. Ento ele mudou o plano, veio aqui para levantar o cachorro."
      "Que cachorro?"
      "Veja, era um pooch, no uma bolsa. Ou, a bolsa est no pooch. Deus, soa como uma rotina de comdia ruim. Mas eu no consegui o pooch com a bolsa, ento meu pai figura o Polis escavou ele em cima com efeitos do Willy. E ele acredita que Tripulaoque ele verificou Tripulao, Willy A propsitolocalizado aqui, s como voc fez, e  disso que spooked Willy e teve ele chocando-se com a rua."
      "No existe suficiente caf no mundo," Max murmurou. "Volte para o cachorro."
      "Oh, no  um cachorro real.  uma estatueta de um cachorro.  um de gambitos velhos do Jack. Esconda o assistir algo ordinrio assim pode ser passadoe ignorado por quem est olhando pegar isto atrsat o calor seja fora de. Uma vez que ele escondeu um esconderijo de moedas raras dentro de meu ursinho. Ns passeamos diretamente do edifcio de apartamentos, conversado com o porteiro e ido embora com cem e vinte e cinco grande dentro de Paddington."
      "Ele competiu com voc um trabalho?"
      Seu choque muito real teve ela abaixando ela olha para seu caf assalta. "Eu no tive o que voc chamaria uma infncia normal."
      Max fechou seus olhos. "Onde ele est indo, Laine?"
      "Eu no sei." Ela alcanou, coberta sua mo com sua at que seus olhos encontrados. "Eu juro que eu no sei. Ele disse a mim no se preocupar, que ele cuidaria de tudo."
      "Hambrguer de Vince tem efeitos do Willy?"
      "No diga a ele, Max, por favor no faa. Ele no ter nenhuma escolha mas prender Jack se ele aparecer. Eu no posso ter qualquer parte nisto. Voc e eu, ns no temos uma chance se eu tiver uma parte nisto."
      Pensando, ele drummed seus dedos na mesa. "Eu procurei quarto de motel do Willy. No viu qualquer figura de cachorro." Ele devolveu o quarto em sua cabea, tentada ver isto seo por seo. "No lembre de nada assim, mas  possvel que eu ignorei isto, pensando que era parte justa da decorao de quarto. 'A decorao ' ser usada na sensao possvel mais solta."
      " por isso que isto trabalhos."
      "Certo. Voc pode conversar Vince em deixar voc ver efeitos do Willy?"
      "Sim," ela disse sem vacilao. "Eu posso."
      "Vamos comear l. Ento ns iremos planejar B."
      "O que  Plano B?"
      "Qualquer vem para prximo."
      ***
      Estava um pouco infeliz o quo fcil isso tudo voltou. Talvez era mais fcil, Laine pensou, desde que ela no teve que conversar com Vince. Mas ela era, essencialmente, ainda enganando um amigo e mentindo para um policial.
      Ela conheceu Sargento McCoy casualmente, e quando ela percebeu que ela estaria lidando com ele, depressa alinhou-se todos os fatos que ela soube sobre ele em sua cabea. Casou, nativo de buraco, duas crianas. Ela estava quase certo ele tinha dois anos, e que eles eram ambos crescidos. Ela pensou que existia um neto no retrato.
      Ela adicionou a aquela com observao e instinto.
      Levando umas extras vinte libras, ento ele gostou de comer. Desde existia um dinamarqus de padaria em um guardanapo em sua escrivaninha, sua esposa estava provavelmente tentando o conseguir para dieta, e ele teve que se mover furtivamente suas dificuldades com loja-comprada.
      Ele vestiu um anel de casamento, seu s jias, e suas unhas eram cortadas pequenas. Sua mo era spera com calos quando agitou sua. Ele chegou a seus ps para a saudar e fez o que ele podia chupar em seu intestino. Ela mandou a ele um sorriso morno e notou a cor que rastejadas em suas bochechas.
      Ele seria um pushover.
      "Sargento McCoy,  bom para ver voc novamente."
      "Miz Tavish."
      "Laine, por favor. Como  sua esposa?"
      "Ela  boa. Multa justa."
      "E aquele grandbaby seu?"
      Seus dentes mostraram em sorriso de um pontilhar. "No tal beb mais. Dois do menino agora e correndo minha filha rota."
      "Uma idade to divertida, no ? Levando ele pescando j?"
      "Teve ele fora para o rio semana passada. No pode se sentar ainda longo suficiente ainda, mas ele aprender."
      "Isso ser grande diverso. Meu granddaddy me levou pesca uns tempos, mas ns tivemos uma diferena sria de opinio quando veio para lombrigas."
      McCoy alarga uma gargalhada apreciativa. "Tad, ele ama as lombrigas."
      "Isto  um menino para voc. Oh, eu sinto muito. Sargento, isto  meu amigo Max Gannon."
      "Sim." McCoy estudou o templo contundido. "Teve voc um pouco corrida-na outra noite."
      "Era todo um engano," Laine disse depressa. "Max entrou comigo esta manh para suporte um pouco moral."
      "Uh-huh." McCoy apertou as mos, porque Max estendeu um, ento olhou de relance atrs em Laine. "Suporte moral?"
      "Eu nunca fiz este tipo de coisa antes." Ela ergueu suas mos, olhadas frgeis e frustradas. "Vince poderia ter mencionado que eu percebi que eu soube William Young. O homem que foi morto naquele acidente terrvel fora de minha loja?"
      "Ele no mencionou isto."
      "Eu acabei de dizer a ele, e eu acho que isto no faz qualquer diferena nono procedimento. No era at depois de . . . at depois de que eu lembrei. Ele conheceu meu pai, quando eu era uma criana. Eu no o viWilliamdesde que eu era, oh, dez, eu acho. Eu estava to ocupado quando ele entrou na loja."
      Seus olhos foram brilhantes com angstia. "Eu no o reconheci, e eu no acabei de no pagar a tanto ateno. Ele me deixou seu carto e me pediu para o chamar quando eu tive a chance. Ento quase assim que ele saiu para que . . . eu me sinto terrvel que eu no lembrei, que eu rejeitei o sumariamente."
      "Isso est certo agora." McCoy cavou uma caixa de tecidos fora de uma gaveta e ofereceu isto.
      "Obrigado. Obrigado. Eu quero fazer o que eu posso para ele agora. Eu quero poder dizer meu pai que eu fiz o que eu podia." Aquelas coisas eram verdade. Ajudou a trabalhar em verdade. "Ele no teve qualquer famlia que eu sei de, ento eu gostaria de fazer qualquer acordos precisarem ser enterro favorecido."
      "O chefe tem seu arquivo, mas eu posso verificar sobre aquele para voc."
      "Eu apreciaria isto muito. Eu pergunto-me se, enquanto eu estou aqui, eu podia ver suas coisas. Isto  possvel?"
      "Eu no vejo por que no. Por que voc no senta-se?" Ele tomou seu brao, suavemente, e a levou a uma cadeira. "S se sente, e eu irei conseguir eles para voc. No pode deixar voc tomar qualquer coisa."
      "No, no, eu entendo."
      Como McCoy deixou o quarto, Max se sentou ao lado dela. "Lisa como manteiga. O quo bem voc conhece este policial?"
      "McCoy. Eu o encontrei uns tempos."
      "Pesca?"
      "Oh, isto. Ele tem uma revista de pesca dobrada debaixo de seus arquivos de caso na escrivaninha, ento ele era uma suposio razovel. Eu vou organizar para enterro do Tio Willy," ela adicionou. "Aqui, eu penso, em Buraco do Anjo, a menos que eu possa descobrir se existe em outro lugar que ele prefere . . ."
      "Eu aposto aqui o adaptaria multa."
      Ele ergueu-se, como fez ela, quando McCoy retornou para um caixa de papelo grande. "Ele no teve muito. Parea com que ele era luz ambulante. Roupas, carteira, relgio, cinco chaves, chaveiro"
      "Oh, eu penso que eu dei a ele aquele chaveiro pelo Natal um ano." Ela alcanou, cheirando, ento fechou isto em seu punho. "Voc pode imaginar? Ele usou isso tudo estes anos. Oh, e eu at no o reconheci."
      Embreando as chaves, ela se sentou, lamentou.
      "No chore, Laine."
      Max enviou McCoy um olhar de helplessness pura e bateu levemente Laine na cabea.
      "s vezes eles tm." McCoy voltou para os tecidos. Quando ele andou de volta em cima, Laine alcanou, levou trs, esfregado em seu rosto.
      "Eu sinto muito. Isto  s tolo.  s que eu estou lembrando o quo doce ele estava para mim. Ento ns perdemos contato, voc sabe como  Minha famlia mudada-se, e isso era isto."
      Compondo se, ela chegou a seus ps novamente. "Eu sou bom. Eu sinto muito, eu serei bom." Ela tomou o manila envelope, soltou as chaves de volta nele e deslizou isto atrs no caixa de papelo se. "Voc s pode dizer a mim o resto? Eu prometo, isso no acontecer novamente."
      "Voc no se preocupa sobre isto. Voc certo voc quer lidar com este agora?"
      "Eu fao. Sim, obrigado."
      "Existe uma navalha de kit de artigos de toalete, escova de dente, o habitual. Ele estava levando quatrocentos vinte e seis dlares e doze centavos. Teve um carro de aluguelum Touro de Avis fora de Nova York, mapas de estrada."
      Ela estava examinando os artigos como McCoy detalhado eles de sua lista.
      "Telefone celularnada programado no livro de telefone para ns contactar. Parea com existir um par de mensagens de voz. Ns veremos se ns podemos localizar aqueles."
      Eles seriam de seu pai, ela imaginou, mas s movimentado a cabea.
      "Relgio  gravado," ele adicionou quando Laine virou isto em sua mo. "'Um para todo minuto.' Eu no pego isto."
      Ela deu a McCoy um sorriso confundido. "Nem faa eu. Talvez que era algo romntico, de uma mulher ele amou uma vez. Isso seria bom. Eu gostaria de pensar que isto. Isto todo era?"
      "Bem, ele estava viajando." Ele tomou o relgio dela. "O homem no toma muitos artigos pessoais com ele quando ele estiver viajando. Vince ser acompanhamento abaixo seu endereo de casa. No se preocupe sobre isto. Ns no achamos qualquer prxima de famlia at agora, e se ns no fizermos, parece como eles o lanaro para voc.  agradvel de voc querer enterrar um amigo velho de do seu pai."
      " o menos que eu posso fazer. Muito obrigado, Sargento. Voc tem sido muito amvel e paciente. Se voc ou Vince deixariam-me saber se e quando eu puder fazer os acordos fnebres, eu apreciaria isto."
      "Ns estaremos em toque."
      Ela tomou mo do Max  medida que eles saram, e ele sentiu a chave apertar sua palma. "Isso era liso," ele comentou. "Eu apenas peguei isto."
      "Se eu no fosse um pouco mofoso, voc no teria pego isto. Parece que um locker chave. Um daqueles aluguel lockers. Voc no pode alugar lockers em aeroportos ou estaes de trem, rodovirias, aquele tipo de coisa mais, no ?"
      "No. Muito pequeno para um daqueles garagem-tipo armazenamento lockers, e a maior parte daquelas so fechaduras de combinao ou cartes chave de qualquer maneira. Poderia ser de um daqueles lugares de caixa postal."
      "Ns devamos ser capazes de perseguir isto. Nenhum cachorro entretanto."
      "No, nenhum cachorro. Ns verificaremos o quarto de motel, mas eu no penso que est l, qualquer um."
      Ela andou do lado de fora com ele, tomou um aficionado olhar para a cidade que ela fez sua prprio. Deste ponto de desempate, alta na rua espirrada, ela podia ver uma fatia do rio, e as casas esculpidas na colina nascente no outro banco. As montanhas subidas para trs, tocando seu modo em torno do espreguiar de ruas e edifcios, os parques e pontes de comando. Eles formaram uma parede cnica coberta com a nvoa verde de rvores que comeam a folha, e o flash branco de florescente selvagem dogwoods.
      O everydayers, como seu pai dublou pessoas normais com vidas normais, era sobre seus negcios. Venda carros, comprando mantimentos, vacuuming o tapete, histria de ensino.
      Os jardins eram plantados, ou sendo preparados para canteiro. Ela podia ver umas casas onde as decoraes de pscoa tido ainda para ser despachadas, entretanto era quase trs semanas passadas. Ovos de plstico coloridos danadas em membros de rvore baixa, e inchvel rabbits agachado na grama de fonte verde.
      Ela teve tapetes para vazio e mantimentos para comprar, um jardim para tender. Apesar da chave em sua mo, ela sups que fez seu um mais todo dia, tambm.
      "Eu no vou fingir algum de que no mexeu os sucos. Mas quando isto estiver terminado, eu terei muito prazer em me aposentar novamente. Willy nunca podia, meu pai nunca vontade."
      Ela sorriu como eles caminharam para carro do Max. "Meu pai deu a ele que assiste. O chaveiro era s um ploy, mas meu papai deu a Willy que assiste para seu aniversrio um ano. Eu penso que ele poderia ter realmente comprado isto, mas eu no posso estar certo. Mas eu era com ele quando ele teve isto gravado. 'Um para todo minuto.'"
      "Querendo dizer?"
      "Existe uma ventosa nascida todo minuto," ela disse, e deslizado no carro.
      
      
    11.
      
      Era o mesmo balconista na escrivaninha do Telhado Vermelho, mas Max podia ver a falta de reconhecimento em seus olhos. O modo mais simples, mais rpido em ltimo quarto do Willy era para pagar o frete normal.
      "Ns queremos um e quinze," Max disse a ele.
      O balconista estudou a exibio de seu computador, disponibilidade verificada e encolhida os ombros. "Nenhum problema."
      "Ns somos sentimentais." Laine adicionou um sappy sorriso e se aconchegou prximo a Max.
      Max deu dinheiro. "Eu preciso de um recibo. Ns no somos to sentimentais."
      Com a chave na mo, eles dirigiram ao redor para seo do Willy.
      "Ele deve ter sabido onde eu vivo. Meu pai fez, ento Willy fez. Eu desejo que ele s viesse para me ver l. Eu posso s pensar que ele conheceu algum estava logo atrs eleou tinha medo algum erae figurava a loja era mais segura."
      "Ele era s aqui uma noite. No desempacotou." Max foi  frente para a porta. "Parecidas com suficiente roupas para mais ou menos uma semana. A mala estava aberta, mas ele no tomou nada fora mas seu kit de banheiro. Podia ser ele quis estar pronto mover novamente, rpido."
      "Ns estvamos sempre prontos para mover novamente, rpidos. Minha me podia parar de trabalhar nossas vidas em apartamento de vinte minutos, e atinge isto novamente em um novo lugar da mesma maneira que rpido."
      "Ela deve ser uma mulher interessante. Tome meu mais longo que isso para decidir o que calar vestir de manh."
      "Sapatos no so uma deciso para ser ligeiramente feitos." Entendendo, ela deitou uma mo em seu brao. "Voc no tem que dar a mim tempo para preparar eu mesmo, Max. Eu sou certo."
      Ele abriu a porta. Ela andou em um dobro de motel normal. Ela conheceu tais quartos feitos algumas pessoas tristes, mas ela sempre acharia eles um de vitalcios  aventuras pequenas para seu muito anonimato.
      Em tais quartos voc podia fingir que voc estava em qualquer lugar. Indo em qualquer lugar. Que voc era ningum.
      "Como uma criana ns pararamos pelo caminho em lugares como isto, indo de um ponto at outro. Eu amei isto. Eu fingiria que eu era um espio que persegue abaixo alguma abominvel Dr. Destruio, ou uma princesa viajando incgnito. Meu pai sempre fez isto um jogo to maravilhoso.
      "Ele sempre me conseguiria doce e refrigerantes das mquinas de venda automticas, e minha me fingiria desaprovar. Eu acho, depois de um enquanto, ela no estava fingindo mais."
      Ela fingered a colcha barata. "Bem, isto  um longo suficiente caminha abaixo Pista de Memria. Eu no vejo qualquer cachorro aqui."
      Entretanto ele j faria uma procura, e conheceu que a polcia tinha sido pelo quarto, seguida por administrao interna, Max foi pelo procedimento novamente.
      "No falte muito, no ?" Ela disse quando ele terminou.
      "Tente no . Aquela chave poderia ser o melhor principal ns temos. Eu verificarei as instalaes de armazenamento local."
      "E o que voc no est dizer  que ele podia ter escondido ele em um milho daqueles tipo de lugares daqui para Nova York."
      "Eu localizarei isto atrs. Eu acharei isto."
      "Sim, eu acredito em que voc ir. Enquanto voc est fazendo isto, eu voltarei para trabalhar. Eu no gosto de deixar Jenny l s muito longo, dadas as circunstncias."
      Ele lanou a chave de quarto na cama. "Eu soltarei voc."
      Uma vez que eles voltavam no carro, ela alisou um dar suas calas. "Voc teria desaprovado, tambm. Dos quartos de motel, o jogo. A vida."
      "Eu posso ver por que apelou para voc quando voc tinha dez anos. E eu posso ver por que sua me conseguiu voc fora disto. Ela fez o que era direito para voc. Uma coisa sobre seu pai . . ."
      Ela se braceou para a crtica e se prometeu para no tomar ofensa. "Sim?"
      "Muitos homens em . . . vamos dizer, sua linha, eles escapam de esposas e crianas ou qualquer coisa que se assemelha a responsabilidade. Ele no fez."
      Seus ombros soltos, seu estmago desatado, e ela girou enviar Max um sorriso luminoso. "No, ele no fez."
      "E no s porque voc era um realmente atraente pequeno redheaded barba com dedos de luz."
      "Isso no machucou, mas no, no s porque disto. Ele nos amou, em seu Jack sem igual O 'modo de Hara. Obrigado."
      "Nenhum problema. Quando ns tivermos crianas, eu comprarei eles doce fora da mquina de venda automtica, mas ns manteremos isto para ocasies especiais."
      Sua garganta fechou de forma que ela teve que passar sem tocar isto a fim de falar. "Voc salta adiante," ela declarou.
      "Nenhum ponto em arrastar seus ps uma vez que voc tem sua direo."
      "Parea mim existe muita estrada entre aqui e l. E muitas curvas e ngulos nisto."
      "Ento, ns apreciaremos o passeio. Deixe seja redondo daquelas curvas agora. Eu no preciso viver em Nova York se isto  algo que voc est mastigando em. Eu penso que esta multa justa da rea para levantar aquelas trs crianas."
      Ela no sufocou, mas ele foi fechou. "Trs?"
      "Nmero sortudo."
      Ela girou sua cabea para desviar a vista da janela lateral. "Bem, voc velejou direito ao redor aquela curva. Voc considerou diminuir a velocidade at que ns soubemos um ao outro, oh, eu no sei, uma semana cheia?"
      "Pessoas chegam a saber um ao outro mais rpido em certas situaes. Isto seria um deles."
      "Memria de infncia favorita antes da idade de dez."
      "Duro." Ele considerou um momento. "Aprendendo a montar uns de dois carpinteiros de rodas. Meu pai que corre ao lado decom este grande sorriso, e muito medo em seus olhos eu no reconheci como tal no momento. Como ele sentiu, isto ventoso, estmago-soltando pressa quando eu percebi que eu estava pedalando sozinho. Seu?"
      "Sentando nesta grande cama no Ritz-Carlton em Seattle. Era um apartamento porque ns ramos realmente rubor. O papai ordenou esta rudculo comida do servio de quarto de coquetel de camaro e galinha frita porque eu gostei deles ambos, e caviar, que eu ainda no adquiri um gosto. Existia pizza e chocolate quente sundaes. Um de oito anos de idade seja comida de fantasia. Eu estava metade doente disto, e sentando na cama com provavelmente cem em uns ele deu a mim para tocar."
      Ela esperou uma batida. "No exatamente do mesmo mundo, Max."
      "Ns estamos no mesmo agora."
      Ela olhou de volta nele. Ele pareceu confiante e duro, suas mos inteligentes na roda do carro poderoso, seu sol-cabelo listrado incontrolvel da brisa, aqueles olhos escondidos do gato perigosos atrs de tinted lentes.
      Bonito, em controle, certo dele mesmo. E a bandagem de borboleta em seu templo era uma lembrana que ele sempre no terminou em cima, mas ele no ficou abaixo.
      Homem de meus sonhos, ela pensou, o que eu vou fazer com voc?
      "Duro de apanhar voc."
      "Eu j tomei o grande tropeo, amado, quando eu apaixonei-me por voc."
      Rindo, ela deixa sua cabea retirar-se. "Isto  sappy, mas de alguma maneira ele trabalhos. Eu devo ainda ter uma debilidade para um sujeito com uma linha rpida."
      Ele parou na frente de sua loja. "Eu escolherei voc em concluso." Inclinada acima de, ele deu seu um beijo leve. "No trabalhe muito duro."
      "Isto  todo muito estranhamente normal. Um pouco bolso de ordinrio em um grande grupo de estranho." Ela alcanou, emplumadas suas pontas do dedo acima de sua bandagem. "Ser cuidadoso, certo? A Alex Crew sabe quem voc ."
      "Eu espero que ns choquemos-nos com um ao outro logo. Eu o devo um."
      ***
      O normal continuado pela maior parte do dia. Laine serviu  mesa clientes, mercadoria empacotada para transportar, desempacotou remessas de artigos que ela ordenou. Era o tipo de dia que ela normalmente amou, com bastante para fazer mas nenhum de apressou. Ela estava enviando coisas fora com as pessoas que apreciaram ou admiraram eles suficiente para pagar por eles, e achando coisas nas caixas de transporte ela apreciou ou admirou suficiente para querer em sua loja.
      Apesar disto, o dia arrastado.
      Ela se preocupou sobre seu pai e que coisa despreocupada ele poderia fazer enquanto o pesar estava nele. Ela se preocupou sobre Max e o que podia acontecer se Tripulao veio depois dele.
      Ela se preocupou sobre sua relao com Max. Mentalmente examinou, avaliado e dissecou isto at que ela estava doente dela mesma.
      "Parea com  s voc e eu," Jenny disse quando um cliente deixou a loja.
      "Por que voc no toma uma fratura? Ponha seus ps em cima por alguns minutos."
      "Feliz para. Voc faz o mesmo."
      "Eu no sou grvida. E eu tenho papelada."
      "Eu sou grvida, e eu no me sentarei at que voc se sente. Ento se voc no se sentar que voc est forando uma mulher grvida para insistir em seus ps e eles so inchados."
      "Seus ps so inchados? Oh, Jenny"
      "Certos, no ainda. Mas eles podiam ser. Eles provavelmente sero, e ser sua culpa. Ento vamos sentar."
      Ela cutucou Laine em direo a um div pequeno, apoiado pelo corao. "Eu amo este pedao. Eu pensei sobre comprar isto tempos de uma dzia de, ento lembram de que eu tenho absolutamente nenhum lugar para pr isto."
      "Quando voc amar um pedao, voc acha um lugar."
      "Ento voc sempre diz, mas sua casa no parece com um armazm antigo." Ela correu seus dedos acima da rosa acetinada-em-faixas de rosa das almofadas. "Ainda, se ele no vendesse em outra semana, eu vou escavar."
      "Pareceria grande na pequena alcova fora de sua sala de estar."
      "Iria, entretanto eu teria que mudar as cortinas, e consigam um pouco mesa."
      "Naturalmente. E um bom pequeno tapete."
      "Vince vai me matar." Ela suspirou, estatelada ela juntou-se mos na estante de sua barriga. "Certa, tempo para voc descarregar."
      "Eu j desempacotei a ltima remessa."
      "Emocionalmente descarrega. E voc soube o que eu quis dizer."
      "Eu no saberia onde comear."
      "Comece com que estala para a superfcie primeira. Voc tem muito indo para cima e para baixo ao redor debaixo de l, Laine. Eu sei voc bem suficiente para ver isto."
      "Voc ainda pensa que voc me sabe atrs de tudo que voc descobriu no ltimo par de dias?"
      "Sim, eu fao. Ento desarrolhe isto. O que vem para primeiro?"
      "Max pensa que ele  apaixonado por mim."
      "Realmente?" No era como fcil para ela vir para alertar como uma vez tinha sido, mas Jenny cavou seus cotovelos nas almofadas e empurrou seu corpo pesado mais direto. "Voc intuiu isto, ou ele disse isto? O direito fora diz isto?"
      "Direito fora disse isto. Voc no acredita apaixonada a princpio viso, no ?"
      "Certo eu fao.  todas as substncias qumicas e material. Existia este programa inteiro nele em PBS. Eu penso que era PBS. Talvez era O Canal de Saber. De qualquer maneira." Ela no acenou aquela parte. "Eles fizeram todos estes estudos em atrao e sexo e relaes. Principalmente, resume para substncias qumicas, instintos, pheromones, ento fundamentando isto. Alm disso, voc sabe Vince e eu me encontramos quando eu estive no primeiro avalia. Eu fui certo casa da escola e disse minha me que eu iria casar Hambrguer de Vince. Levou ns uns enquanto chegar l. Bonita firma da lei do estado mais ou menos seis anos-olds sendo engatada. Mas ele certamente estava a mistura certo de substncias qumicas desde o incio."
      Ela nunca cansado de picturing eleJenny gregrio e lento-conversando Vince. E ela sempre viu eles com seu adulto encabea em robustos pequenos corpos das crianas. "Voc soube um ao outro todas as suas vidas."
      "Isto no  o ponto. Minutos, dias, anos, s vezes  s um clicar, clique." Jenny estalou seus dedos para enfatizar. "Alm disso, por que ele no devia ser apaixonado por voc? Voc  bonito e esperto e sensual. Se eu fosse um homem que eu estaria por toda parte voc."
      "Isto  . . . realmente doce."
      "E voc tem isto interessante e misterioso passado em cima disto. Como voc sente sobre ele?"
      "Todo tipo de solta e sarnento e feebleminded."
      "Sabe, eu gostei dele imediatamente."
      "Jenny, voc gostou de seu traseiro imediatamente."
      "E seu ponto seria?" Ela riu silenciosamente, contente quando Laine riu. "Certo, alm do traseiro, ele  considerado. Ele comprou sua me um presente. Ele pegou aquele acento que vai para ele, tem um trabalho sensual. Henry gosta dele, e Henry  um juiz muito bom de carter."
      "Isto  verdade. Isto  muito verdade."
      "E ele no  suspenso com fobia de compromisso ou ele no teria usado a l palavra. Adicionada a tudo aquilo," ela suavemente disse, "ele est a seu lado. Isso topou com alto e claro. Ele est a seu lado, e isso o ganhou pontos superiores do melhor-camarada acomoda."
      "Ento eu devia parar preocupante."
      "Dependa. Como ele est na cama? Gladiador ou poeta?"
      "Hmm." Pensando de volta, Laine correu sua lngua acima de seu lbio de parte inferior. "Um gladiador potico."
      "Oh Deus!" Com um pouco tremor, Jenny afundou de volta. "Isto  o melhor. Arrebate ele, menina."
      "Eu poderia. Eu s poderia. Se ns conseguirmos conseguir por tudo isso sem atarraxar isto."
      Ela olhou de relance atrs como sua porta abriu e o sinos jingled. "Eu conseguirei isto. Se sente."
      O par era fortyish, e Laine categorizou eles como turistas abundantes. A jaqueta da mulher era uma manteiga magra-camura colorida, e os sapatos e bolsa eram Prada. Bom jias. Um bom, praa-cortado diamante formada par com um canal-fixada faixa do casamento.
      O homem vestiu uma jaqueta de couro que olhou Italiano em corte acima de bem enfraquecido Levis. Quando ele girou fechar a porta atrs dele, Laine manchado o Rolex em seu pulso.
      Eles estavam ambos bronzeados e ajuste. Clube rural, ela pensou. Golfe ou tnis todo domingo.
      "Boa tarde. Eu posso ajudar voc com qualquer coisa?"
      "Ns estamos s cutucando ao redor," a mulher respondida com um sorriso, e um olhar em seu olho que disse a Laine que ela no quis ser guiada ou pressionada.
      "Ajude voc mesmo. S deixe-me saber se voc precisar de qualquer coisa." Para dar a eles espao, ela caminhou para o contador, abertos um de seus catlogos de leilo.
      Ela deixa sua conversao lavar acima dela. Tipos de clube definitivamente rural, Laine pensou. E fez um de seu pequeno apostou com ela mesma que eles soltariam quinhentos mnimo na frente de cabealho fora novamente.
      Se ela estivesse errada, ela teve que pr um dlar no jarro de gengibre em seu escritrio. Como ela estava raramente errada, o jarro no viu muita ao.
      "Sinta falta?"
      Laine olhou de relance acima de, ento Jenny acenado atrs antes de seu amigo poder heft se fora do div. Ela deu o sorriso da cliente e vagada do seu comerciante acima de.
      "O que voc pode dizer a mim sobre este pedao?"
      "Oh, isto  um pedao divertido, no ? Mesa de xadrez, aproximadamente 1850. Britnico.  penwork e bano de marfim marchetado. Condio excelente."
      "Poderia trabalhar em nosso quarto de jogo." Ela olhou para seu marido. "O que voc pensa?"
      "Um pouco ngreme para um pedao de novidade."
      Certo, Laine pensou. Ela deveria pechinchar com o marido enquanto a esposa procurada. Nenhum problema.
      "Voc notar o pedestal de dobro espiral. Condio perfeita.  realmente nico. Veio de uma propriedade em Ilha Longa."
      "Que tal este?"
      Laine subjugou juntar-se sua esposa. "Tarde dcimo nono sculo. Caoba," ela disse como ela correu uma ponta do dedo acima da extremidade da mesa de exibio. "O dobrado de topo, o vidro chanfrado." Ela ergueu isto suavemente. "Voc s no ama o corao formar?"
      "Eu realmente fao."
      Laine notou o sinal a esposa enviou seu marido. Eu quero ambos, disse. Faa isto trabalho.
      Ela vagou fora de, e Laine deu a Jenny o aceno com a cabea para responder quaisquer perguntas que ela poderia ter acima da coleo de taa de vinho que ela era eyeing.
      Ela gastou os prximos quinze minutos deixando o marido pensa que ele estava cortando seu preo para o osso. Ela fez a venda, ele se sentiu realizado e a esposa conseguiu os pedaos ela procurada.
      Todo mundo ganha, Laine pensou como ela escreveu em cima a venda.
      "Espere! Michael, olhe o que eu achei." A mulher apressada para o contador, esvaziado e rindo. "Minha irm ama este tipo de coisa. Quanto mais tolo melhor." Ela levantou um cachorro branco e preto cermico. "No existe nenhum preo."
      Laine olhou fixamente para isto, o sorriso praticado quieto curving seus lbios enquanto sua pulsao batida em suas orelhas. Casualmente, muito casualmente, ela alcanou e tomou a esttua. Um dedo glacial apertado na bsica de sua espinha.
      "Tolo seja a palavra. Eu sinto tanto." Ela voz soado perfeitamente natural, com s uma sugesto de riso nisto. "Isto no est  venda. No  parte da linhagem."
      "Mas estava na estante, direito atrs l."
      "Pertence a um amigo meu. Ele deve ter anotado ele sem pensar. Eu no tive nenhuma idia que estava l." Antes da mulher poder objeto, Laine deixa isto na estante debaixo do contador, longe da vista. "Eu estou certo que ns podemos achar algo ao longo das mesmas linhas que adaptaro sua irm. E se ns fizermos,  metade fora para o fator de decepo."
      O metades fora de stilled quaisquer protestos. "Bem, existia uma figura de gato. Gato de Siamese. Mais elegante que o cachorro, mas quieto kitschy suficiente para Susan. Eu irei tomar outro olhar para isto."
      "V em frente. Agora, Sr. Wainwright, onde voc gostaria de seus pedaos transportados?"
      Ela terminou a transao, conversou facilmente, at caminhados seus clientes para a porta.
      "Venda boa, chefe. Eu amo quando eles mantiverem achado qualquer outra coisa, adicionando isto."
      "Ela era o com o olho, ele era a com a carteira." Sentiu um pouco como flutuante, mas Laine voltou para o contador, ergueu o cachorro. "Jenny, voc arquivou este pedao?"
      "Isto? No." Lbios enrrugaram, Jenny subjugou estudar isto. "Tipo de atraente, em um rudculo modo. Um pouco mercado de pulga para ns, no ? Ele Doulton ou do Minton ou alguns daqueles tipos, ?"
      "No, no . Eu imagino veio em uma das remessas de leilo por engano. Eu separar isto. Olhe,  quase cinco. Por que voc no decola cedo? Voc coberto para mim para mais que uma hora esta manh."
      "No se importe se eu fizer. Eu tenho um almejar para um Quarto Pounder. Eu balanarei pela estao e verei se Vince fosse at jantar em do Chez McDonald. Eu sou como fecho como o telefone, sabe, se qualquer outra coisa estalar para a superfcie e voc quer desabafar."
      "Eu sei."
      Laine embaralhou documentos at Jenny juntou suas coisas e encabeadas fora a porta. Ela esperou outros cinco minutos cheios, fazendo busywork no caso de seu amigo dobrado atrs por qualquer razo.
      Ento ela caminhou para a frente, ponha em cima o sinal FECHADO, bloqueada a porta.
      Recuperando a esttua, ela tomou isto atrs quarto, verificadas aquelas fechaduras. Satisfeito ningum podia entrar nela inesperadamente, ela fixa a esttua em sua escrivaninha, estudou isto.
      Ela podia ver a cola enfileirar agora que ela estava procurando por isto, s uma sugesto dele em torno da pouca cortia empurrada na bsica. Era bom trabalho, entretanto Grande Jack nunca era malfeito. Ao lado da cortia era um selo de enfraquecido. FEITA NA Taiwan.
      Sim, ele teria pensado sobre pequenos detalhes assim. Ela agitou isto. Nada rattled.
      Clicando sua lngua, ela saiu uma folha de jornal, espalha isto na escrivaninha. Ela centrou o cachorro nisto, ento caminhado para o gabinete onde ela manteve suas ferramentas. Ela selecionou uma pequeno bola-peen martelo, armada sua cabea, balanado atrs seu brao.
      Ento parou.
      E porque ela parou, ela percebeu, sem uma dvida nica, ela era apaixonada por Max.
      Em uma respirao, ela se sentou, olhando fixamente para o cachorro como ela economizar o martelo.
      Ela no podia fazer isto sozinha porque ela era apaixonada por Max. Isso significou que eles fariam isto junto. E ento qualquer veio prximo junto.
      E isto, ela pensou,  o que sua me achou com Robert Tavish. O que ela nunca realmente teria com Jack, para toda a excitao e aventura. Sua me tinha sido parte do time, e possivelmente o amor de vida do Jack. Mas no caroo, eles no tinham sido um par.
      Sua me e Rob eram um par. E  disso que ela quis para ela mesma. Se ela iria ser apaixonada por algum, ela condena bem quis ser metade de um par.
      "Certo ento."
      Ela levantou-se, manta de bolha conseguida de seu material de transporte. Ela embrulhou o cachorro cermico barato como cuidadosamente, to meticulosamente quanto ela teria embrulhado cristal antigo. Acima de camadas de manta de bolha, ela assegurou jornal de transporte marrom, ento se aconchegou o pacote em um tecido-compras bolsa forrada, junto com um segundo artigo ela tirou de sua linhagem e embrulhada.
      Quando o trabalho era completo, ela organizou para o transporte para sua venda final do dia, ento papelada arquivada. Em justamente seis horas, ela estava na porta da frente que espera por Max.
      Ele estava quinze minutos atrasados, mas que s deram seu tempo para tranqilo completamente.
      Ele apenas puxaria para o meio-fio quando ela estava saindo, fechando a porta.
      "Voc est sempre na hora certa, certo?" Ele perguntou a ela quando ela entrou no carro. "Provavelmente mais como sempre cinco minutos cedo."
      "Est certo."
      "Eu quase nunca sou, exatamente na hora certa, isto . Isto vai ser um lidar conosco estrada abaixo?"
      "Oh sim. Voc consegue este perodo de lua de mel inicial onde eu s tremulo minhas pestanas quando voc aparecer e no diz que uma palavra sobre sua estando tarde. Depois disto, ns lutaremos sobre isto."
      "Acabou de querer verificar nisto. O que em seja a bolsa?"
      "Umas coisas. Voc teve alguma sorte com a chave?"
      "Isso depende de seu ponto de vista. Eu no achei o fechar que monta, mas eu eliminei vrios que no fez."
      Ele dirigiu em cima sua pista, estacionado atrs de seu carro. "Como venha para Henry fechar com fecho fora no faz sua porta de cachorro quando ele ouve um carro dirigir em cima?"
      "Como ele sabe quem que ? Podia ser algum que ele no quer conversar com."
      Ela saiu, esperado por ele estalar o tronco. E irradiada na balde de galinha frita.
      "Voc me comprou galinha."
      "No s, mas as fabricaes para chocolate quente sundaes." Ele ergueu as duas bolsas. "Eu pensei sobre coquetel de camaro e pizza, mas figurou ns dois estaramos doentes. Ento apenas do Coronel e sorvete para voc hoje  noite."
      Ela anotar a bolsa de compras, lanou seus braos ao redor seu pescoo e esmagou sua boca para seu.
      "Eu posso bater em cima o Coronel toda noite," ele disse quando ele podia administrar isto.
      " aquelas ervas e especiarias secretas. Eles me conseguem toda vez. Eu decidi que eu amo voc."
      Ela assistiu o redemoinho de emoo em seus olhos. "Sim?"
      "Sim. Vamos ir dizer a Henry."
      Henry pareceu mais interessado na galinha, mas conformou-se um rpido lutar e um biscoito de Osso de Leite gigante enquanto Laine fixa a mesa.
      "Voc pode comer aquele tipo de coisa em toalhas de jornal," Max disse a ela.
      "No nesta casa."
      Ela imaginou isto em cima de um modo ele achou doce e fmea. Seus pratos coloridos tornaram a galinha de comida rpida e tinas de coleslaw em uma celebrao limpa.
      Eles tiveram vinho e velas e extras-quebradias.
      "Voc gostaria de saber por que eu decidi que eu amo voc?" Ela esperou, apreciando a comida, assistindo ele aprecia isto.
      "Porque eu sou to bonito e encantador?"
      " por isso que eu decidi dormir com voc." Ela passou sem tocar os pratos. "Eu decidi que eu poderia amar voc porque voc me fez risada, e voc era amvel e inteligente e porque quando eu toquei o no prximo ms jogo, voc estava ainda l."
      "O no prximo ms jogo?"
      "Eu explicarei to mais tarde. Mas eu decidi que eu devo amar voc quando eu comecei a fazer algo por mim mesmo, e parou. No quis fazer isto por mim mesmo. Eu quis fazer isto com voc, porque quando duas pessoas fizerem um par, eles fazem coisas importantes, e pequenas coisas, juntas. Mas antes de eu explicar tudo aquilo, eu tenho um presente para voc."
      "Nenhuma brincadeira?"
      "No, eu tomo presentes muito seriamente." Ela tomou o primeiro embrulhou artigo fora de sua bolsa. " um favorito meu, ento eu espero que voc goste disto."
      Curioso, ele arrancou o papel de embrulho protetor, ento arrombou um sorriso enorme. "Voc no vai acreditar nisto."
      "Voc ele tem j?"
      "Nope. Minha me faz. Acontea  um de seus favoritos, tambm."
      Agradou ela para ouvir isto. "Eu imagino que ela gostava do trabalho do Maxfield Parrish ou ela no teria chamado seu filho depois do artista."
      "Ela tem algumas de suas impresses. Este aqui est nela sentando quarto. O que  chamado novamente?"
      "Senhora Violetta Sobre fazer Tortas" Laine disse a ele como eles dois estudaram a impresso emoldurado de uma bonita mulher estando na frente de um trax e segurando um lanador de prata pequena.
      "Ela  bastante quente. Olhe um pouco como voc."
      "Ela no faz."
      "Ela pegou cabelo vermelho."
      "Isto no est vermelho." Laine bateu um dedo contra o cabelo de ouro avermelhado do modelo, ento arrastou uma fechadura de sua prpria. "Isto est vermelho."
      "De qualquer modo, eu vou pensar que de voc toda vez que eu olho para ela. Obrigado."
      "Voc  bem-vindo." Ela tomou o retrato dele e deitou isto no contador da cozinha. "Certo, agora para a explicao porque eu decidi que eu era apaixonado por voc e decidia dar a voc um presente para comemorar isto. Este par em minha loja hoje," ela continuou como ela fixa a bolsa de compras na mesa. "Classe alta, segunda- ou terceiro-dinheiro de gerao. No rica mas rica. Eles trabalharam como um time, e eu admiro isto. Os sinais, o ritmo. Eu assim. Eu quero isto."
      "Eu darei a voc isto."
      "Eu penso que voc ir." Ela ergueu o pacote fora da bolsa, tesoura recuperadas e pacientemente foi para trabalhar na manta.
      "Enquanto eles estavam na loja, comprando alguns artigos de vidro bons, uma mesa de exibio magnfica e uma mesa de xadrez muito sem igual, a parte de esposa do time manchado este outro pedao. Completamente no seu estilo, deixe-me dizer a voc. Mas aparentemente da sua irm. Ela conseguiu todos excitados, trazido ele para o contador enquanto eu estava telefonando. Ela quis isto, mas no era avaliado. Eu no avaliei isto porque eu nunca veria isto antes."
      Ela viu o sacudir de compreensivo atropela seu rosto. "Cristo, Laine, voc achou o pooch."
      Ela fixa a esttua desembrulhada na mesa. "Certo parece com isto."
      
      
    12.
      
      Ele levantou ele para examinar isto, da mesma maneira que ela teve. Agitou isto, da mesma maneira que ela teve.
      "Parece que um ordinrio, um pouco cafona, cachorro cermico barato." Laine deu isto uma torneira rpida com seus dedos. "E s grite Grande Jack O 'Hara para mim."
      "Sabe." Ele hefted isto, como se peso de verificao enquanto ele olhou para ela. "Voc no fez busto justo que abre e v por voc mesmo."
      "No."
      "Grandes pontos para voc."
      "Importantes, mas se ns estivermos aqui discutindo isto muito mais longo que eu vou rachar, grito como um manaco e quebra isto em muitos doggie pedaos."
      "Ento vamos tentar isto." At como ela abriu sua boca para protestar, ele smacked a esttua smartly na mesa. Sua cabea encantadora rolada fora de forma que a grande pintou olhos olhados fixamente em cima em acusao de mudo.
      "Bem." Todo Laine podia ser xingar fora uma respirao. "Eu pensei que ns poderamos fazer aquela com uma pouco mais de formalidade."
      "Rpido  mais humanitrio." Ele imergiu seus dedos na abertura dentada e arrastada. "Enchimento," ele disse e teve ela estremecendo como ele quebrou o corpo na mesa.
      "Eu tenho um martelo no mudroom."
      "Uh-huh." Ele desembrulhou as camadas de algodo, retirou-se a bolsa pequena. "Eu s aposto isto  muito mais upscale que qualquer coisa eu j sa de uma caixa de cereal. Aqui." Ele a deu o jias bolsa. "Voc faz esta parte."
      "E direito de pontos importante atrs em voc."
      O zumbido estava l, isso zumbe no sangue que ela soube que veio para tanto de segurar algo que pertenceu a outra pessoa como fez de descoberta. Uma vez que um ladro, ela pensou. Voc podia parar de roubar, mas voc nunca esqueceu a excitao.
      Ela desatou a corda, abriu o topo juntado e despejou chuva de um reluzir de diamantes em sua palma aberta.
      Ela fez um som. No diferentemente de, Max notou, a que ela fez quando ele a trouxe para orgasmo. E seus olhos, quando eles ergueram para seus, eram s um pouco blurry. "Olhe o quo grande e brilhante," ela murmurou. "Eles no fazem que voc s quer correr fora e dana desnuda debaixo da lua?" Quando ele ergueu uma sobrancelha, ela encolheu os ombros. "Certo, s mim ento. Seria melhor voc levar eles."
      "Eu iria, mas voc tem eles embreados em seu punho, e eu prefiro no ter que quebrar seus dedos."
      "Oh, desculpe. Obviamente, eu ainda tenho que trabalhar em minha recuperao. Ha ha. A mo no quer aberto." Ela inquiriu seus dedos em um cacho solto e deixou a goteira de diamantes fora na palma aberta do Max. Quando ele continuou a olhar fixamente para ela com que ergueu sobrancelha, ela riu e deixou a ltima gota de pedra.
      "S vendo se voc estivesse prestando ateno."
      "Isto  um novo aspecto de voc, Laine. Algo deve estar um pouco tranado em mim porque eu gosto disto. Talvez voc podia limpar esta baguna. Eu preciso ir consigo umas coisas do par."
      "Voc est levando eles com voc?"
      Ele olhou de relance atrs na entrada. "Mais seguro para ns dois aquele modo."
      "S assim voc sabe," ela chamou depois dele, "eu contei eles, tambm."
      Ela o ouviu risada e sentiu outro clicar dentro dela. De alguma maneira destino lanou seu o homem que era perfeito para ela. Honrada, mas flexvel suficiente no estar chocado ou intimidado por certos impulsos que quieto snuck em cima nela. Confivel, com um chamejar do perigoso sobre ele temperar isto.
      Ela podia fazer este trabalho, ela meditou como ela varreu os fragmentos quebrados no centro do jornal. Eles podiam fazer este trabalho.
      Ele voltou em, viu que ela ps a cabea do cachorro em um de renda-afiado guardanapo, como uma pea central. Depois de um dobro tomar, ele riu silenciosamente.
      "Voc  uma mulher estranha e impossvel de predizer, Laine. Aqueles ternos certos me."
      "Engraado, eu estava pensando que o mesmo sobre voc, com exceo da mulher separa. O que voc tem l?"
      "Arquivos, ferramentas." Ele anotar o pasta de papis de arquivo, abriu isto para uma descrio detalhada dos diamantes perdidos. Sentando, ele tirou loupe do joalheiro e uma balana de pedra precioso.
      "Voc sabe o que voc est fazendo com aqueles?"
      "Tome um caso, faa sua lio. Ento, sim, eu sei o que eu estou fazendo com eles. Vamos dar uma olhada."
      Ele espalha os diamantes na bolsa, selecionada uma. " olho-limpo." Ele segurou isto. "Nenhuma incluso ou marcas visveis para meu olho nu. Que tal seu?"
      "Olhares perfeitos."
      "Este aqui est um cheio-corte, pesando . . ." Ele deitou isto na balana, calculando. "Whew, uns gritantes dezesseis cem miligramas."
      "Oito quilates magnficos." Ela suspirou. "Eu sei um pouco sobre diamantes eu mesmo, e sobre math."
      "Olhar certo, mais ntimo." Usando um par pequeno de pina, ele ergueu a pedra e estudou isto com o loupe. "Nenhuma marca, nenhuma nuvem ou incluses. Brilho e fogo maravilhosos. Topo do quadro de claro."
      Ele deixa isto ao lado, em um fragmento pequeno de aveludado ele diminuiu com ele. "Eu posso cruz a de oito quilates, cheio-corte, russa branca fora de minha lista."
      "Certamente faria um anel de compromisso maravilhoso. Um pouco inaceitvel, e j, quem se importa?" Sua expresso, um de horror aprazvel misturada com diverso esperanada, feito seu risada. "S brincando. Tipo de. Eu vou nos despejar algum vinho." 
      "Grande."
      Ele escolheu outro diamante, repetiu a rotina. "Ento, esta conversa sobre anis de compromisso significa que voc vai-se casar comigo?"
      Ela fixa uma taa de vinho por seu cotovelo. "Isto  minha inteno."
      "E voc me atinge como uma mulher que completa em suas intenes."
      "Voc  um homem perceptivo, Max." Sorvendo sua prprio vinho, ela correu um dar seu cabelo. "S PARA SUA INFORMAO, eu prefiro a praa-corte." Inclinado abaixo, ela escovou seus lbios acima de seu. "Um bom limpo, olhar organizado, colocao de platina."
      "Ento notou. Devia ser capazes de dispor se considerando a taxa do descobridor nestes pequenos bebs."
      "Metade da taxa do descobridor," ela lembrou a ele.
      Ele deu seu cabelo um puxo para devolver sua boca para seu. "Eu amo voc, Laine. Eu amo toda coisa de maldio sobre voc."
      "Existem muitas coisas de maldio sobre mim, tambm." Ela se sentou ao lado dele enquanto ele trabalhou. "Eu devia ser morto de medo. Eu devia ser racked com nervos acima de que est acontecendo entre voc e eu. Eu devia ser apavorado sabendo o que quer dizer ter aquelas pedras brilhantes bonito em minha mesa da cozinha, ciente que algum j est sido dentro de minha casa procurando por eles. E podia voltar. Eu devia estar preocupado doente sobre meu paio que ele far, que Tripulao far para ele se ele o achar."
      Ela tomou um gole pensativo de vinho. "E eu sou. Debaixo daqui," ela disse, com uma mo em seu corao. "Todas aquelas coisas esto continuando debaixo daqui, mas acima disto, e por isto, eu sou to feliz. Eu sou mais feliz que eu j tenho estado em minha vida, ou esperou ser. A preocupao, os nervos, at o medo no pode exceder em valor bastante isto."
      "Beb, eu sou um inferno de uma captura. Nada para voc estar nervoso sobre por esse motivo."
      "Realmente? Por que algum no pegou voc antes?"
      "Nenhum deles era voc. Prximo, queme ns assumiremos eram Tripulaoquebrou em, despedaou o lugar procurando por estes no acharam eles aqui. No muita sensao em voltar para examinar cuidadosamente o mesmo cho. ltimo, conseguido do seu pai para cair sobre seus ps toda sua vida. Eu aposto ele ainda conseguiu seu equilbrio e agilidade."
      "Eu aprecio a lgica e bom senso."
      Ela no pareceu com que ela estava comprando algum. Ele considerou a mostrar aos de nariz arrebitado .38 amarrado com correia para seu tornozelo, mas no estava certo se a reasseguraria ou a assustaria.
      "Voc sabe o que ns temos aqui, Sra. Tavish?"
      "O que ns temos aqui?"
      "S mais de sete milhesou um quarto de vinte e oito ponto quatro milhes em diamantesquase para o quilate."
      "Sete ponto um milho." Ela disse isto em um sussurro reverente. "Em minha mesa da cozinha. Eu estou sentando aqui, olhando para eles, e ainda eu no posso realmente acreditar em que ele tirou isto. Ele sempre disse que ele iria. 'Lainie, um dia, um dia bom, eu vou fazer a grande pontuao.' Eu juro, Max, a maior parte de tempos ele disse que isto que ele era justo conning ele mesmo. E agora olhe para isto."
      Ela levantou uma pedra, deixa isto claro em sua mo. "Toda sua vida, ele quis aquele, grande, glittery toma. Ele e Willy devem ter tido o melhor tempo." Ela alarga uma respirao, custe a pedra com os outros. "Certos, cheque de realidade. Os mais cedo aquela esto fora de minha casa e atrs onde eles pertencem, os melhores."
      "Eu vou contactar meu cliente, faa acordos."
      "Voc ter que voltar para Nova York?"
      "No." Ele agarrou sua mo. "Eu no estou partindo. Ns terminamos este. De trs quartos da torta est ainda l fora. Onde seu pai iria, Laine?"
      "Eu no sei. Eu juro para voc que eu no tenho uma pista. Eu no sei seus hbitos e assombro mais. Eu corto eu mesmo fora dele porque eu quis tanto ser respeitvel. E ainda . . . Deus eu sou tal hipcrita."
      Ela esfregou ela d seu rosto, arrastou eles de volta em seu cabelo. "Eu tomei dinheiro dele. Por academia, um pouco aqui, um pouco l. Existiria um envelope cheio com dinheiro em meu caixa postal, ou de vez em quando cheque fingido da caixa para mim. E depois que eu me formei, tambm. Um pouco sorte inesperada inesperadamente, que eu com submisso proibi ou investi. Ento eu podia comprar esta casa, comece meus negcios. Eu tomei isto. Eu soube que no era do goddamn dente fada. Eu conheci que ele roubou isto ou bilked algum fora disto, mas eu tomei isto."
      "Voc quer que eu culpe voc isto?"
      "Eu quis ser respeitvel," ela repetiu. "Mas eu tomei o dinheiro para construir aquela respeitabilidade. Max, eu no usaria seu nome, mas eu usei o dinheiro."
      "E voc racionalizou isto e justificado isto. Eu podia fazer o mesmo. Mas deixe esteja s cortado por tudo aquele e concorde que  uma rea muito trmula. Vamos concordar voc no tomar isto mais, e faz isto claro para ele o da prxima vez que voc o v."
      "Se eu tivesse um dlar por toda vez que eu tentei fazer isto claro para ele. Oh, est certo. Eu fao. Mas eu farei isto vara este tempo. Eu prometo. Mim um favor?"
      "S pergunte."
      "Coloque no lugar aqueles em algum lugar e no dizem a mim onde. Eu no quero que ele voltando e me conversando em dar a eles para ele. No est fora do reino."
      Max deslizou as pedras de volta na bolsa, dobrou isto em seu bolso. "Eu cuidarei disto."
      "Eu quero ajudar voc conseguir o resto deles. Eu quero aquelas por algumas razes. Uma, eu acho que isto ir uns modos em direo a aliviar minha conscincia. Duas, e mais importante,  apenas da coisa certa para fazer. Mais importante que isto, eu espero que recuperando eles, conseguindo eles de volta onde eles pertencem protegero meu pai. Eu no podia suportar ele ser machucado. E em algum lugar entre a conscincia e a coisa certa mente os dois-e-uma-metade-taxa do por cento descobridor."
      Ele tomou sua mo e beijou isto. "Sabe, voc pode ter comprado aquela respeitabilidade, mas voc deve ter nascido com aquele estilo. Eu tenho algumas coisas para ver para. Talvez voc pode tratar de aquecimento em cima aquele chocolate."
      "Se eu espere um momento, ns dois conseguimos nossas tarefas da noite feitas, ns podamos ter aqueles sundaes na cama com nata chicoteada extra."
      "Eu acredito em que eu poderia s ser o homem mais sortudo vivo neste momento." Sua telefone celular buzinada, fazendo Laine rir quando ela ouviu a abertura digitalizado riff  "Satisfao."
      "Segure to pensado," ele disse, e respondido. "Gannon." Seu rosto arrombou um sorriso largo. "Eh, Mame."
      Desde que ele se debruou contra o fogo em vez de encabear fora do quarto para isolamento, Laine comeou a aliviar fora. Mas ele agarrou sua mo, puxada ela atrs.
      "Ento, voc gostou dos culos. Isso me faz o bom filho, certo? Seu favorito." Ele carranqueou, dobrando o telefone entre sua orelha e ombro assim ele podia manter uma mo em Laine e agarrava seu vinho. "Eu no penso que  justo para pr seus netos na mistura. No  como Luke saiu especialmente e escolheu eles adaptar voc. Fique," ele disse em um silenciado de lado para Laine, ento transferiu o telefone para sua outra mo quando ele a lanou.
      "Sim, eu estou ainda em Maryland. Em um trabalho, Mame." Ele pausou, escutando, enquanto Laine puttered em torno da cozinha procurando por algo para fazer. "No, eu no fico cansado de hotis e comendo em restaurantes. No, eu no estou sentando aqui encadeado para meu computador srdido e trabalhando muito duro. O que eu estou fazendo? Realmente, eu sou de duas contagens de tempo voc com um sensual ruiva que eu levantei noutro dia. Existe conversa de nata chicoteada mais tarde."
      A boqueada chocada do Laine s teve ele cruzando seus ps nos tornozelos.
      "Eu no estou compondo isto. Por que devia eu? Ela est aqui mesmo. Queira conversar com ela?" Ele tipped o telefone ligeiramente longe de sua orelha. "Ela diz que eu estou envergonhando voc. No eu?"
      "Sim."
      "Suposio voc  direito sobre isto, Mame. Seu nome  Laine, e ela  a mais bonita coisa que eu vi em minha vida. Como voc sente sobre redheaded netos?"
      Ele estremeceu, segurou o telefone fora umas boas seis polegadas. Atravs do quarto, Laine podia ouvir as exclamaes mas no podiam dizer o tom deles.
      "Nenhum problema. Eu tenho outro tmpano. Sim, eu sou louco apaixonado por ela. Eu irei. Claro que eu irei. Ela no ir. Assim que . . . Ns iremos. Mame, tome uma respirao, no ? Sim, ela me faz muito feliz. Realmente? Eu quero que voc suspenda e chamar Luke agora mesmo. Diga a ele que ele tem sido embaralhado em segundo lugar, e eu sou seu filho favorito. Uh-huh, uh-huh. Certo. Eu amo voc, tambm. Adeus."
      Ele clicou fora de, pegou o telefone de volta em seu bolso. "Eu sou seu filho favorito. Isso queimar traseiro do Luke. De qualquer maneira, eu deveria dizer voc que ela no pode esperar encontrar voc, e ns temos que vir at Savannah O MAIS RPIDO POSSVEL assim ela pode encontrar voc, e pode ter um pouco festa de compromisso para ns. Que em Marlene-fala significa um par cem de seus amigos e famlia mais ntima. Voc no tem permisso para mudar de idia sobre mim. E ela gostaria disto muito se voc chamaria seu amanh quando ela for acalmada-se assim voc pode ter uma conversa boa."
      "Oh meu Deus."
      "Ela  preparada para amar voc porque eu fao. Mais ela  emocionada que eu vou acomodar-me e me casar. Ento existe voc tendo a boa sensao para ver o que um prmio eu sou. Voc tem uma grande perna em cima com Marlene."
      "Eu me sinto um pouco doente."
      "Aqui." Ele puxou seu telefonar fora novamente. "Chame sua mame, ento voc pode dizer a ela e me coloca. Ns seremos at."
      Ela olhou fixamente para o telefone, olhado fixamente para ele. "Isto  real."
      "Condene direito."
      "Voc realmente quer casar comigo."
      "Ns somos passados o querer. Eu vou casar voc. Voc no completa neste, Marlene caar voc abaixo e faz sua vida um inferno vivo."
      Ela riu, levou dois passos largos correntes, ento saltados em seus braos. Enganchada suas pernas ao redor sua cintura e coberta sua boca com suas. "Eu sempre quis visitar Savannah." Ela tomou o telefone fora de sua mo, deitou isto no contador atrs dele.
      "Que tal sua me?"
      "Eu chamarei seu mais tarde. Existe uma diferena de tempo de duas horas, sabe. Ento se eu a chamar em duas horas,  realmente a mesma coisa que a chamando agora. Aquele modo que ns podemos fazer qualquer outra coisa por duas horas."
      Desde que ela estava mastigando no lbulo de sua orelha, ele teve uma idia satisfatria o que a qualquer outra coisa seria. Engatando ela para uma posio mais fixa, ele comeou do quarto. "Que tal aquelas tarefas da noite?"
      "Vamos ser irresponsvel."
      "Eu gosto de seu pensando."
      Ela correu sua lngua abaixo sua garganta, em cima novamente. "Voc pode fazer isso tudo o modo de cima?"
      "Mel, o modo que eu estou sentindo, eu podia fazer isso tudo o caminho para Nova Jersey."
      Ela saltou ligeiramente como ele recomeou atividades os degraus. "Ns esquecemos a nata chicoteada."
      "Salve isto para mais tarde."
      Ela passou arrastar sua camisa fora de seu cs. "Grande conversa." Suas mos snuck debaixo da camisa, hasteou o avio duro de seu trax. "Mmm, eu amo seu corpo. Eu notei isto imediatamente."
      "Maio eu dizer, identicamente."
      "Mas ele no era o kicker."
      "Qual era Ele perguntou e se transformou no quarto.
      "Seus olhos. Eles examinaram meu, e minha lngua foi espessa, meu crebro foi estpido. Eu pensei . . . oh, yum, yum, yum." Ela manteve pernas e gancho de braos apertado ao redor ele quando ele caiu eles na cama. "Ento quando voc perguntou a mim para jantar, eu penseino longe alcana de minha mente que eu no reconheci quaseque eu teria esta erupo cutnea, afazeres selvagens, impulsivo com voc."
      "Eu penso que voc fez." Ele ficou abolio ocupada sua blusa.
      "Agora eu vou casar voc." Encantou, ela puxou sua camisa acima de sua cabea e lanou isto de lado. "Max, eu devia dizer a voc, eu teria dormido com voc se Henry no gostou de voc, mas eu no estaria casando voc se ele objected."
      Ele abaixou sua boca para seu peito, mordeu suavemente. "Justa da feira."
      Ela arqueou, absorvida, ento montando na excitao rolada acima de inverter posies. "Eu s me moveria furtivamente ao redor atrs de suas costas e faria sexo com voc. Eu me sentiria ruim sobre isto, mas eu faria isto de qualquer maneira."
      "Voc  tal mulher relaxada."
      Ela lanou de volta sua cabea e piada com riso. "Oh Deus! Eu me sinto maravilhoso."
      Suas mos hastearam seus lados, ento em e acima de curvas. "Voc est dizendo a mim."
      "Max." A doura vazada nela, tido ela escovando suas mos por seu cabelo, ento cupping seu rosto. "Eu amo voc, Max. Eu serei uma esposa to boa."
      Ela era tudo que ele quis e no soube que ele estava procurando por. O inteiro sua, todas aquelas camadas estranhas e adorveis que formaram seu ajustado o todo dele como ningum j tiveram, ou j iria.
      Ele a desenhou at ele, stroking seu cabelo, ela atrs, como ame fervilhado dentro dele. E quando ela suspirou, a longa, contented som de era como msica.
      Suave, to suave, sua pele, seus lbios, de forma que o momento empreendeu um matiz sonhador que fez isto fcil ser tenro. Ele podia a apreciar aqui, e perguntou-se se ningum j tivesse.
      Em vez de a ver como competente ou inteligente, como prtico e esperto, qualquer um j a mostrou a que ela era preciosa?
      Ele murmurou para ela, coisas tolas, coisas romnticas como ele a aliviou acima de a despir. Suas mos lidas rapidamente acima dela como se ela fosse mais frgil que vidro, mais esplndido que diamantes.
      Sua respirao pega, outro quieto pequeno suspiro como ela deixa ele a levar, como ela velejou acima de ondas lisas, gentil de prazer. Debaixo de suas mos ela era flexvel, disposta a cano se abra para qualquer que ele deu, ou tomou.
      Beijos longos, luxuriantes que vislumbrado pelo sangue e enviou pulsar saltando. Carcias lentas, indolentes que enviaram excitaes mornas acima da pele. Ela flutuou no rio preguioso de sensao.
      Como aquela levantou-se de rio, ela sentiu a paixo sonolenta despertar rolar por ela em uma inchao infinita. Ela arqueou para ele, uma vez mais se embrulhando ao redor ele assim eles se sentaram, bloqueado junto no meio da cama.
      Bocas encontradas mais urgentemente, com respirao acelerando como o ar foi nublado, como corao chutado contra corao. Necessidade welled dentro dela, pulsando como um ferimento, espalhando como uma febre.
      Ela murmurou seu nome, repetidas vezes, como ela o empurrou de volta, como ela o escarranchou e emas forma de xcara suas mos para seus peitos.
      Ela o levou dentro dela, capturou ele em tudo aquele calor aveludado. Assistindo ele pelas sombras, seu cabelo que cintila por eles, seus olhos impossivelmente azuis.
      Angulando de volta, ela ofereceu a ele a linha branca adorvel sua. Ele podia sentir o hipcrita de seu corao, os calafrios junto sua pele, a cinta de insulto dele como ela fixa o montar.
      Ento ela se debruou adiante, seu cabelo que chove at cortina seu rosto, e seu. Ela ancorou suas mos em seus ombros, cavados seus dedos em. E o dirigiu louco.
      Seus quadris carregados como raio, atirando fascas de choque por seu sangue. O prazer stormed por ele agora, chicoteada por sua energia. Ela lanou ela voltar, clamando quando ela clamped ao redor ele, convulsionado ao redor ele.
      Adesivo para a extremidade, ele empinou-se, proibida ela em seus braos e, com seus lbios quente em sua garganta, deixe ela o arrastar acima de com ela.
      ***
      Ele teve que trabalhar. No era a transio mais fcil com seu corpo com sexo e seu se importava de mudar de direo constantemente atrs para Laine. Mas o trabalho era vital. No s para seu cliente, ou por ele mesmo, mas para Laine.
      A mais cedo esta poro dos diamantes voltava onde pertenceu, o melhor para todo preocupado.
      Mas isso era dificilmente o fim disto, ou de seus problemas.
      Ele no esperou que Tripulao voltaria para procurando por eles na casa, mas nem fez ele esperar o homem s para cortar suas perdas e ir embora. Ele matou para aquelas pedras, e ele quis todos eles.
      Ele planejou ter todos eles desde o incio, Max concluiu enquanto ele embaralhou suas notas em outro padro para esperar por algum novo pedao cair em lugar.
      Nenhuma razo que feita sentido ter Myers atrado fora para um soldado encontrando a menos que ele planeje o eliminar e aumento seu toma. Ele abateria seus outros companheiros e escorregou longe com os cheios vinte e oito milhes.
      Eles sentiram isto? Algum que no teria vivido uma vida no grift pega o cheiro de uma fraude? Isso era seu apostado, em todo caso. Ou Jack ou Willy sentiram uma cruz dupla, ou sido spooked por desaparecimento do Myers.
      Ento eles entraram no vento.
      E ambos acabaram aqui, assumindo Laine seria o lugar perfeito para esconder as pedras at que eles podiam liquidar eles e desaparecia para sempre.
      Ele chutaria Jack O 'Hara sente muito traseiro para to mais tarde.
      Eles levaram direito de Tripulao de doorstep do Laine. As pedras eram seguras, mas no no modo que eles planejaram. E Willy estava morto, Laine um objetivo.
      E mais uma vez, ele pensou em desgosto, Grande Jack estava debaixo do radar e em movimento.
      Ele no iria longe, Max meditou. No com parte de quarto do Willy em jogo.
      Ele seria furado em cima em algum lugar, trabalhando nos ngulos. Isso era bom. Daria a Max o tempo e a oportunidade para o correr para moer e colecionar outra parte de quarto.
      Ele manteria sua palavra para Laine. Ele no estava interessado em virar Grande Jack para o Polis. Mas ele estava interessado, de fato ele estava profundamente investido, em rasgar uma tira fora do homem para pr Laine em perigo.
      Que o devolveu para Tripulao.
      Ele no iria longe qualquer um. Agora que ele soube que a investigao era centrada aqui mesmo em Buraco do Anjoe Max podia s deitar que sozinho cabeaele seria mais cuidadoso. Mas ele no quereria distncia demais entre ele mesmo e o prmio.
      Ele matou para outro quarto do tomar. Ele certo como inferno no hesitaria em matana para outro metade.
      Em lugar da Tripulao, Max deixaria suas vises no 'Hara. Existia s uma coisa de p entre O 'Hara e vinte e oito milhes. Isso era Laine.
      Ele daria os diamantes em sua possesso acima de seu cliente, espane suas mos e diga isto  o melhor que eu posso fazer e concha Laine em cima, dobre seu longe em Savannah. Claro, ele teria que tranqilo ela, porco-a amarra e a mantm em um quarto bloqueado, mas ele faria isto se ele acreditasse em que a levaria fora da mistura e manteria seu seguro.
      Mas desde que ele no pensou qualquer um deles seria muito feliz com seu drogado, preso e bloqueado longe pelos prximos vrios anos, no pareceu como o caminho para ir.
      A tripulao s esperaria, espere seu tempo e venha atrs dela quando ele escolheu.
      Melhor se Tripulao fez o movimento enquanto ele estava em seu cho, com eles ambos em alerta cheio.
      Porque ela teve que conhecer. Duas coisas Laine no era, era lento e estpido. Ento ela conheceu que um homem no roubou milhes, mate para isto, ento conte suas perdas alegremente e vai embora de metade aquela torta.
      No era s um caso com a diverso e desafio da investigao, e uma taxa gorda no fim disto, mais. Eram suas vidas agora. Para assegurar seu futuro, ele faria qualquer que levou.
      Ele esquadrinhou suas notas novamente, paradas e quase dadas na cadeira delicada antes dele lembrar de no estava vestido do movimento. Ele curvou adiante ao invs, vazamento seus dedos junto sua prpria impresso.
      Alex Crew Judith PG. Multas casada em 20 de maio de 1994. Licena de casamento Nova York Cidade registrada. Uma criana, macho, Westley Multa Tripulao, monte Nascido Hospital de Sinai, 13 de setembro de 1996.
      Assunto arquivado para divrcio; O divrcio concedido por Nova York corteja, 28 de janeiro de 1999.
      Judith Multa Tripulao mudada, com filho, para Connecticut em novembro de 1998. Subseqentemente deixado aquele local. Desconhecido de paradeiro atual.
      "Bem, ns podemos consertar isto," Max murmurou.
      Ele no procurou aquela avenida muito longe. Sua inicial investigue de vizinhos do Judith, associados, famlia teve netted ele pequeno, e nada para indicar ela continuou contato com Tripulao.
      Ele sacudiu por mais notas, achadas suas escreve-em cima em Tripulao de Judith nee Multas. Ela era vinte e sete quando eles casaram. Empregado como gerente de uma galeria de arte de Soho. Nenhum antecedente penal. Educao de classe mdia superior, educao slida e muito atraente, Max notou como ele examinou a fotografia de jornal que ele copiou durante seu corrido sua.
      Ela teve uma irm, dois anos mais jovens, e nem ela nem os pais tinha sido muito a chegar, nem muito interessado em legar por informaes. Judith se cortou fora de sua famlia, seus amigos. E desaparecido algum dia no vero de 2000 com seu filho jovem.
      A tripulao No manteria abas neles? Max perguntou-se. Um homem no iria quem tomar tal orgulho, tido tal ego, queira ver alguma reflexo de auto, um pouco de sugesto de sua prpria imortalidade em um filho? Talvez ele no estava particularmente interessado em manter uma relao com a ex, ou com um menino pequeno que faria demandas. Mas ele manteria abas, voc aposta seu traseiro. Porque um dia que menino cresceria, e um homem quis legar por seu legado para seu sangue.
      "Certo, Judy e pequeno Wes." Max meneou seus dedos gostarem de um pianista perto de arpeggiate. "Vamos ver onde voc chegou a." Ele tocou aqueles dedos acima do teclado e comeou a procura.
      ***
      A caminhada voluntariamente em uma delegacia de polcia foi contrrio ao gro. Jack no teve nada contra Polis. Eles estavam s fazendo o que eles eram pagos para fazer, mas desde que eles eram pagos para reunir pessoas s gostam dele e pem eles em quartos pequenos, trancados, eles eram uma espcie que ele preferiu evitar.
      Ainda, existiam tempos at os criminosos precisaram de um policial.
      Alm disso, se ele no pudesse burlar os locais e lisonjeava o que ele precisou saber fora de um pouco de hayseed distintivo em um pouco cidade de poa, ele poderia tambm desistir e conseguir um trabalho direto.
      Ele esperou at o turno da noite. Logicamente, algum partiu em carga depois que sete estava destinado a ser mais ntima para a parte inferior da polcia alimentando cadeia.
      Ele roubou em loja seu guarda-roupa do centro comercial fora de cidade em ateno  personalidade que ele quis carregar. Jack era um firme partidrio das roupas fazendo o homem qualquer que seja o homem poderia eleger ser.
      O terno de alfinete listado era fora da prateleira, e ele teve que hastear a bainha das calas ele mesmo, mas ele no era um ajuste ruim. A gravata de arco de palhao vermelho adicionou apenas do direito tocar, insinuando em inocente.
      Ele ergueu o rimless culos de um Mercado de Wal, e no estava bastante pronto para admitir eles realmente afiaram sua vista. Em sua opinio, ele era culos de necessidade completamente muito jovem e viril.
      Mas o olhar deles terminou fora do intelectual-cabealho-em direo a-nerd imagem que ele quis projeto.
      Ele teve uma pasta de couro marrom, que ele tomou o tempo para bater em cima assim no pareceria novo, e ele encheu isto to meticulosamente quanto um homem poderia quando viajando para um em viagem encontrando.
      Um jogador esperto se tornou a parte.
      Ele folheou por Escritrio Depot, ajudando ele mesmo s canetas, notepads, notas pegajosas e outra parafernlia o assistente administrativo de um homem importante poderia levar. Como sempre, tais brinquedos de escritrio ambos fascinados e bemused ele.
      Ele realmente gastaria uma hora de divertido que toca com um assistente de dados pessoais. Ele amou tecnologia.
      Como ele caminhou para calada abaixo em direo  casa da estao, seu andadura ficou cortado, e seus grandes ombros curvaram em uma baixa que pareceu habitual. Ele bateu os culos de volta em cima seu nariz em um gesto ausente que ele praticou no espelho.
      Seu cabelo estava brutalmente alisado atrs, ecortesia da tintura ele tem purloined de uma farmcia de CURRCULOS que tardeera uma graxa para sapatos brilhante e obviamente falsa preta.
      Ele pensou PG. de Peter Pinkerton, seu temporrio altere ego, seria vo suficiente para tingir seu cabelo, e inconsciente suficiente para acreditar em que isto pareceu natural.
      Entretanto existia ningum ao redor para notar, ele j estava em carter. Ele retirou-se seu pocketwatch, apenas do tipo de afetao Peter apreciaria, e verificou o tempo com uma preocupada pequena carranca.
      Peter sempre estaria preocupado sobre algo.
      Ele subiu o vo pequeno de degraus e caminhados na loja de policial de cidade pequena. Como ele esperou, ostentou um smallish, rea de espera aberta, com um uniformed deputado manning o contador em direo ao traseiro.
      Existiam cadeiras de plstico preto, um par de mesas baratas e alguns Campo de revistas e Fluxo, Esportes Ilustrados, Pessoastodos os meses obsoletos.
      O ar cheirou como caf e Lysol.
      Jack, agora Peter, batidos seus dedos nervosamente em sua gravata e cutucada em cima seus culos como ele abordou o contador.
      "Eu posso ajudar voc?"
      Jack piscou myopically no deputado, passada sem tocar sua garganta. "Eu no estou completamente certo, Oficial . . . ah, Russ. Voc v, eu deveria encontrar um associado esta tarde. Uma DA TARDE, no jantar de Hotel de Viandante. Um almoo encontrando, voc v. Mas meu compromisso nunca chegou e eu tenho sido incapaz de o alcanar. Quando eu inquiri na escrivaninha de hotel, eu era informado que ele nunca fez o registro de entrada. Eu estou bastante preocupado, realmente. Ele era muito especfico sobre o tempo e lugar, e eu vim aqui a distncia toda de Boston para este compromisso."
      "Voc olhando arquivar umas pessoas desaparecidas reportarem em um sujeito que est s sido ido, o que, oito horas?"
      "Sim, mas voc v, eu tenho sido incapaz de o alcanar, e isto era um compromisso importante. Eu estou preocupado algo pode ter acontecido para ele em sua viagem de Nova York."
      "Nome?"
      "Pinkerton. PG. de Peter" Jack alcanou dentro de sua jaqueta de terno como se produzir um carto.
      "O nome do homem voc est procurando por."
      "Oh sim, claro. Peterson, Jasper R. Peterson. Ele  um raro-livro negociante, e era para adquirir um volume particular que meu empregador est mais interessado em."
      "Jasper Peterson?" Pela primeira vez, os olhos afiados do deputado.
      "Sim, est certo. Ele estava viajando de Nova York, em Baltimore, eu acredito, e por D.C. antes de tomar alguns compromissos nesta rea. Eu percebo que eu posso parecer ser overreacting, mas em todos os meus procedimentos com Sr. Peterson, ele sempre sido lembrete e confivel."
      "Indo perguntar voc esperar um minuto, Sr. Pinkerton."
      Russ empurrou de volta do contador e desaparecido na coutada de quartos atrs.
      At agora, tudo bem, Jack pensou. Agora ele expressaria choque e chateado nas notcias que o homem ele buscou recentemente encontrou com um acidente. Willy o perdoaria por isto. De fato, ele pensou que seu longtime que amigo apreciaria as camadas do ardil.
      Ele sondaria e escolheria no deputado e trabalharia seu modo ao redor a aprender exatamente que efeitos a polcia encerrou.
      Uma vez que ele soube com certeza que eles tiveram o pooch, ele tomaria o prximo passo e beliscaria isto do quarto de propriedade.
      Ele teria os diamantes, e ele levaria elese ele mesmoque longe de Laine to possvel. Deixando uma trilha para Tripulao que um homem cego em um cavalo galopante podia seguir.
      Depois dto . . . bem, um homem no podia sempre planejar at agora adiante.
      Ele voltou em direo ao contador, um distrado assista seu rosto. E sentiu um rpido balanar na barriga quando em vez do deputado chateado, um policial grande, loira sada da porta lateral.
      Ele no pareceu quase lento suficiente para adaptar Jack.
      "Sr. Pinkerton?" Vince deu a Jack um estudo longo, quieto. "Eu sou Hambrguer Principal. Por que voc no anda de volta em meu escritrio?"
      
      
    13.
      
      Uma lombriga magra de suor pingado abaixo espinha do Jack como ele andou no escritrio de chefe do Buraco de Anjo de polcia. Em assuntos de lei e ordem, ele muito preferiu trabalhar com subalternos.
      Ainda, ele se sentou, fussily engatando sua cala comprida, ento deixando sua pasta tidily ao lado de sua cadeira, da mesma maneira que Peter teria feito. O cheiro de caf era mais forte aqui, e a novidade assalta jactncia uma vaca de caricatura com lbios de Mick Jagger vermelho claro disse a Jack o chefe estava tendo um pouco de Java com sua depois de-papelada de horas.
      "Voc  de Boston, Sr. Pinkerton?"
      "Est certo." A Boston acentua era um de favoritos do Jack para seu sutil snoot fator. Ele aperfeioou assistindo reprises de TRITURAR e emular o carter de Winchester de Charles. "Eu sou s aqui durante a noite. Eu sou marcado para sair de manh, mas como eu tenho ainda para completar meu propsito que eu posso precisar replanejar. Eu me desculpo por aborrecer voc com meus problemas, Hambrguer Principal, mas eu sou realmente bastante preocupado sobre Sr. Peterson."
      "Voc o sabe bem?"
      "Sim. Isto , bastante bem. Eu fiz negcios com ele pelos ltimos trs anospara meu empregador. Sr. Peterson  um raro-livro negociante, e meu empregador, Cyrus Mantz, o Terceirotalvez voc ouviu falar dele?"
      "No pode dizer."
      "Ah, bem, Sr. Mantz  um homem de negcios de um pouco de nota nas reas de Boston e Cambridge. E um coletor vido de livros raros. Ele tem uma das bibliotecas mais extenso na Costa do Leste." Jack fiddled com sua gravata. "Em todo caso, eu especificamente desci, em pedido do Sr. Peterson, ver, e espero que compra, uma primeira-cpia de edio de William Faulkner  O Som e a Friacom sobrecapa. Eu estava para encontrar Sr. Peterson para almoo"
      "Voc j o encontrou antes?"
      Jack piscou atrs de suas lentes roubadas, como se perplexa por ambas a pergunta e a interrupo. "Claro. Em ocasies numerosas."
      "Voc podia o descrever?"
      "Sim, certamente. Ele  bastante um homem pequeno. Talvez cinco ps seis polegadas altas, ah . . . eu estimaria mais ou menos cem e quarenta libras. Ele est no bairro de sessenta anos de idade, com cabelo cinza. Eu acredito em que seus olhos so marrons." Ele scrunched em cima seu prprio. "Eu acredito. Isto  til?"
      "Isto seria seu Sr. Peterson?" Vince ofereceu a ele uma cpia da fotografia que ele puxou da polcia arquiva.
      Jack enrrugou seus lbios. "Sim. Ele  consideravelmente mais jovem aqui, claro, mas sim, isto  Jasper Peterson. Eu tenho medo que eu no entenda."
      "O homem voc identificou como Jasper Peterson era envolvido em um acidente alguns dias atrs."
      "Oh querido. Oh querido, eu tinha medo que isto era algo do tipo." Em um gesto nervoso, Jack removeu os culos, polidas as lentes vivamente em um leno branco duro. "Ele foi ferido ento? Ele est no hospital?"
      Vince esperou at que ele tenha perched os culos de volta em seu nariz. "Ele est morto."
      "Morto? Morto?" Era um punho bateu na barriga, ouvindo isto novamente, s aquele modo. E o genuno sacuda teve sua voz gritando. "Oh, isto  terrvel. Eu no enlato que . . . eu nunca imaginei. Como ele aconteceu?"
      "Ele era batido por um carro. Ele morreu quase imediatamente."
      "Isto  tal choque."
      Willy. Deus, Willy. Ele soube que ele foi plido. Ele podia sentir o frio debaixo de sua pele onde o sangue drenou. Suas mos tremidas. Ele quis lamentar, at para lamentar, mas ele conteve-se. Peter Pinkerton nunca cometeria uma exibio to pblica de emoo.
      "Eu no sei justamente o que fazer prximo. O tempo todo que eu estava esperando por ele me encontrar, crescendo impaciente, at aborrecido, ele era . . . Terrvel. Eu terei que chamar meu empregador, diga a ele . . . Oh querido, isto  s terrvel."
      "Voc conheceu algum do Sr. Peterson  outros associados? Famlia?"
      "No." Ele fiddled com sua gravata, fussily, entretanto ele quis arrancar nele como sua garganta inchada. Eu sou tudo que ele teve, Jack pensou. Eu sou a nica famlia que ele teve. E eu o consegui morto. Mas Peter Pinkerton continuou em seu Harvard esnobe demora. "Ns raramente conversamos de qualquer coisa diferente de livros. Voc possivelmente podia dizer a mim que acordos foram feitos? Eu estou Sr. Mantz certo quereria enviar flores, ou faam uma doao para uma caridade em lugar."
      "Fixado de nada, ainda."
      "Oh. Bem." Jack chegou a seus ps, ento se sentaram novamente. "Podia voc dizer a mim, possivelmente, se Sr. Peterson era em posse do livro quando ele . . . eu me desculpar por soar ghoulish, mas Sr. Mantz perguntar. O Faulkner?"
      Vince tipped atrs em sua cadeira, rodado suavemente lado para apoiar olhos treinados do seu policial em rosto do Jack. "Ele teve uns romances de livro de capa mole do par."
      "Voc est certo? Eu sinto muito para a dificuldade, mas existe algum caminho para verificar, uma lista de um pouco de tipo? Sr. Mantz tem suas vises fixam naquela edio. Voc v,  um raro acha com a sobrecapa. Uma primeira edio em, ns ramos seguros, condio de hortele ele ir, Sr. Mantz, ele ser muito . . . oh querido, insistente sobre meu completando."
      Obligingly Vince abriu uma gaveta, tirou um arquivo. "Nada assim aqui. Roupas, artigos de toalete, chaves, um relgio, telefone celular e recharger, carteira e contedo. Isto  isto. O sujeito era luz ambulante."
      "Entendo. Talvez ele pe isto em uma caixa de depsito seguro para custdia at que ns nos encontramos. Claro, ele no poderia recuperar isto antes de . . . eu tomar suficiente de seu tempo."
      "Onde voc est ficando, Sr. Pinkerton?"
      "Ficando?"
      "Hoje  noite. Onde esto voc ficando, no caso de eu ter algo mais adiante aqueles acordos."
      "Ah. Eu estou no Viandante hoje  noite. Eu suponho que eu voarei fora como marcado amanh. Oh querido, oh querido, eu no sei o que eu vou dizer para Sr. Mantz."
      "E se eu precisar alcanar voc, em Boston?"
      Jack produziu um carto. "Qualquer um daqueles nmeros faro. Por favor contacte-me, Hambrguer Principal, se voc tiver qualquer palavra." Ele ofereceu a sua mo.
      "Eu estarei em toque."
      Vince o caminhou fora, permanecido assistindo como ele foi embora.
      No levaria longo para verificar os detalhes da histria, e correr os nomes Pinkerton e Mantz. Mas desde que ele examinou aquelas lentes baratas em olhos azuis do Laine, ele figurou que ele acharia que eles eram falsos.
      "Russ, chame acima do Viandante, veja se eles conseguissem este Pinkerton registrou."
      Ele confirmaria aquele pequeno detalhe, arraste um de seus homens fora da cama para manter abas no homem pela noite.
      Ele teria outro olhar para os efeitos, veja o que O 'Harase isso era O 'Haratinha estado interessada em achar. Desde que ele era condenava certo que ele no teve alguns milhes em diamantes sentando de volta no quarto de propriedade, ele s teria que ver se ele tivesse algo que apontado para eles.
      ***
      Onde o inferno era isto? Jack caminhou vivamente para dois quarteires antes dele comear a respirar facilmente novamente. O policial aloja, policial cheira, olhos de policial tendidos a constringir seus pulmes. No existia nenhum cachorro cermico na lista de efeitos. Seguramente at um policial suspeitoe isso eram uma frase redundanteteria listado algo assim. Ento l foi seu limpo pequeno plano para arrombar o quarto de propriedade e tomar isto. No podia roubar o que no era para existir roubado.
      O cachorro tinha estado em possesso do Willy quando eles separaram, nas esperanas aquela Tripulao localizaria Jack ele mesmo para dar tempo de Willy para escapar, chegue a Laine e d sua a estatueta para custdia.
      Mas o maligno, enganando Tripulao localizou Willy ao invs. Willy nervoso velho, que quis nada alm de se aposentar para alguma bonita praia em algum lugar e vive fora o resto de suas aquarelas de pintura de dias ruins e assistindo pssaros.
      Nunca devia o deixar, nunca devia mandar a ele fora sozinho. E agora seu amigo mais velho no mundo estava morto. Existia ningum que ele podia conversar com sobre os dias velhos agora, ningum que entendeu o que ele estava pensando antes das palavras estarem fora de sua boca. Ningum que conseguiu as piadas.
      Ele perdeu sua esposa e sua filha. Isso era o modo que a bola saltou e o biscoito desintegrado. Ele no podia culpar Marilyn para puxar estacas e tomando pequeno Lainie com ela. Ela perguntou a ele, Deus soube, mil vezes para dar a vida direta uma decente tentar. E ele a prometeu que muitas vezes em retorno ele iria. Quebradas todas daquelas mil promessas.
      Voc s no pode lutar natureza, era opinio do Jack. Era sua natureza para tocar o jogo. Desde que l marcas eram, bem, que diabo ele podia fazer? Se Deus no pretendeu para ele tocar aquelas marcas, Ele no teria feito muito condenaria muitos deles.
      Ele soube que era fraco, mas isso era o modo como Deus o fez, ento como podia ele discutir o ponto? As pessoas que discutiram com Deus era ventosas principais. E Kate O 'menino da Hara, Jack, no era nenhuma ventosa.
      Ele amou trs pessoas em sua vida: Marilyn, seu Lainie e Willy Jovens. Ele deixou dois deles vo porque voc no pode manter o que no quis ser seu. Mas Willy pegou.
      Desde que ele tivesse Willy, ele teve famlia.
      No existiu no o devolvendo. Mas um dia, quando todos estava bem novamente, ele insistiria em alguma bonita praia e ergueria um vidro para o melhor amigo um homem sempre tido.
      Mas enquanto isso, existia trabalho para ser feito, pensamentos ser pensados e um backstabbing assassino para burlar.
      Willy chegou a Laine, e seguramente ele teve o cachorro em sua possesso quando ele teve ou por que faz contato? Ele podia ter escondido isto, claro. Um homem sensato teria bloqueado que longe at que ele estava certo de seu cho.
      Mas isso no era estilo do Willy. Se Jack conheceu Willye quem melhor?Ele faria livro que ele teve aquela esttua com os diamantes em sua barriga quando ele caminhou em pequena loja do Laine.
      E ele no teve isto quando ele saiu novamente.
      Aquelas remanescer duas possibilidades: Willy escondeu isto na loja sem Laine conhecer. Pequena menina do ou Papai estava dizendo lorotas.
      De qualquer modo, ele teve que descobrir.
      Sua primeira parada estaria uma quieta pequena procura de empreendimento comercial da seu bem filha.
      ***
      Max achou Laine em seu escritrio de casa trabalhando um pouco de tipo de projeto sobre jornal de grfico. Ela teve vrios minsculo cutouts alinhar-se em sua escrivaninha. Depois de estudo de minuto ele reconheceu eles como moblia de jornal.
      "Isto  como uma verso de adulto de uma casa de boneca?"
      "De um modo.  minha casa, quarto por quarto." Ela bateu uma pilha de jornal de grfico. "Eu vou ter que substituir um pouco de meus pedaos, ento eu fiz modelos de balana de algumas das coisas que eu tenho em linhagem que poderia trabalhar. Agora eu estou vendo se eles fizerem, e como eu poderia organizar eles se eu trouxer eles casa."
      Ele olhou fixamente outro momento. "Eu estou perguntando-se como ningum aquele cuidadoso sobre escolher um sof acabou comprometido comigo."
      "Quem digo que eu no fiz um modelo de balana de voc, ento experimenta isto em argumentos diferentes?"
      "Huh."
      "Alm disso, eu no amo um sof. Eu gosto e admiro isto, e est sempre disposto a desfazer-se disto para o preo certo. Eu estou mantendo voc."
      "Tomou voc um minuto para refletir aquele, mas eu gosto disto." Ele apoiou-se no canto da escrivaninha. "Parea com que eu localizei Tripulao  ex-esposa e criana. Conseguiu uma linha neles em Ohio, um subrbio de Columbus."
      "Voc pensa que ela sabe algo?"
      "Eu tenho que especular Tripulao teria algum interesse em seu filho. Um homem assim ver uma descendncia, particularmente uma descendncia, como uma espcie de possesso? A diferente da esposa, ela  s uma mulher, e facilmente substituda."
      "Realmente?"
      "De ponto de vista da Tripulao. De meu, quando voc  sortudo suficiente para achar a mulher certa, ela  insubstituvel."
      "Tomou voc um minuto, mas eu gosto disto."
      "A outra coisa , em minha linha quando voc escolher solta qualquer linha, voc continua arrastando at que leve a algo ou briga do todo. Eu preciso verificar este. Ento, mudana de planos. Eu estarei encabeando para Nova York primeira coisa de manh, com os diamantes ns temos. Eu entregarei eles pessoalmente, ento salto acima de Ohio e v se eu posso trapacear qualquer coisa da antiga Sra. Tripulao ou Jnior."
      "O quo velho  Jnior?"
      "Mais ou menos sete."
      "Oh, Max, ele  s uma criana."
      "Voc conhece a coisa inteiro sobre pequenos lanadores, grandes orelhas? Jesus, Laine," ele adicionou quando ele viu seu rosto. "Eu no o vou afinar em cima. Eu s vou conversar com eles."
      "Se eles forem divorciados, podia ser ela no quer qualquer parte de Tripulao, e no quer seu filho para conhecer o que seu pai ."
      "No significa a criana no conhece ou aquele Papai no solta em de vez em quando. Precisa ser verificado, Laine. Eu estarei partindo primeira coisa. Se voc quiser vir comigo, eu farei os acordos para ns dois."
      Ela voltou para seu jornal de grfico, usou a borracha terminar de uns lpis para cutucar o sof de corte para um ngulo diferente. "Voc moveria mais rpido sem mim."
      "Provavelmente, mas no que alegremente."
      Ela olhou de relance em cima. "Uma viagem rpida para Nova York, um sacudir acima de Ohio. Parea como os tempos velhos, e ele est apelando. Mas eu no posso. Existe trabalho, existe Henry, existe pondo esta casa atrs junta. E eu tenho que praticar chamando sua me." Ela girou os lpis ao redor para o cutucar quando ele riu. "Nenhum comentrio no ltimo, amigo,  como eu fao coisas."
      Ele no quis a deixar, nem mesmo por um dia. Parte disto, ele soube, era a loucura obsessiva de novo amor, mas parte era preocupao. "Se voc viesse comigo, voc podia a chamar de onde quer que, voc podia deixar Henry com os Hambrgueres, feche a loja pelo dia e lide com a casa quando ns voltarmos. Voc pode tomar seu jornal de grfico."
      "Voc est preocupado sobre me deixar enquanto voc vai fazer seu trabalho. Voc no devia. De fato, voc no pode. Eu cuido de eu mesmo por um tempo muito grande, Max. Eu vou continuar cuidar de eu mesmo depois de ns ser casados."
      "Voc no ter um ladro de jia homicida olhando em sua direo depois de ns ser casados."
      "Voc pode garantir isto? V," ela disse sem esperar para sua resposta. "Faa o que voc faz. Eu farei o que eu fao. E quando voc voltar . . ." Ela correu sua mo junto sua coxa. "Ns faremos algo junto."
      "Voc est tentando me distrair. No, espere, voc me distraiu." Ele se debruou abaixo, beijada ela. "Que tal esta? Eu vou fazer o que eu fao, voc fica e faz o que voc faz. Eu voltarei amanh  noite, mais cedo se eu posso administrar isto. At que eu volte, voc examinar cuidadosamente e declive com o policial e sua esposa. Voc e Henry. Voc no est ficando aqui s at que isto seja embrulhado. Agora, ns podemos lutar sobre aquele ou ns podemos tomar o compromisso."
      Ela continuou a caminhar para seus dedos junto sua coxa. "Eu gosto de lutar."
      "Certo." Ele empurrou para seus ps como se preparando para o redondo.
      "Mas no quando eu concordar com o outro ponto de vista da pessoa.  um risco desnecessrio para mim ficar fora aqui s. Ento eu imporei em Jenny e Vince."
      "Bom. Bem bem. Queira lutar sobre qualquer outra coisa?"
      "Talvez mais tarde?"
      "Certo. Eu vou ir unha abaixo meus vos. Oh, alguma chance que sof pode ser longo suficiente para um sujeito tomar um domingo  tarde cochilo em?"
      "Isto  uma possibilidade distinta."
      "Eu vou gostar de ser casado com voc."
      "Sim, voc ."
      ***
      Era depois de um quando Jack terminou loja do Laine buscador. Rasgadas em duas direes, ele bloqueado em cima depois dele mesmo. Ele estava amargamente desapontado no ter achado os diamantes. A vida seria tanta mais simples se ele tivesse o pequeno cachorro dobrado debaixo de seu brao. Ele podia estar a caminho em viagem, saindo suficiente miolos de po para Tripulao seguir que o levaria e qualquer aborreceria longe de Laine.
      Ento ele desapareceria buraco de coelho abaixo. Quatorze milhes em diamantesat esperando metade daquele devido a um movimento rpidoforneceria um buraco de coelho muito de pelcia.
      Ao mesmo tempo ele era atingia com uma espcie de orgulho estupefazido. S olhe o que sua pequena menina fez, e no mundo direto. Como o inferno ela aprendeu a comprar todas aquelas coisas? A moblia, os pedaos de fantasia, os baby-sitteres de mesa nervosa pequena. Era um bonito lugar. Sua pequena menina se teve uns muito bonitos negcios. E desde que ele tem sido curioso suficiente para tomar o tempo para cortar em seu computador e cheque, pareceu que ela se teve um razoavelmente lucrativo.
      Ela fez uma boa vida. No o que ele quis para ela, certamente, mas se fosse o que ela procurada, ele aceitaria isto. Ele no entendeu isto, e nunca iria, mas ele aceitaria.
      Ela nunca ir voltar com ele na estrada. Aquela fantasia finalmente tinha sido posta para descansar depois de um bem olhar para sua casa, sua loja, sua vida.
      Um desperdcio de talento considervel, para seu modo de pensar, mas ele entendeu que um pai no podia empurrar uma descendncia em um molde. Ele no teve rebelled contra seu prprio? Era natural suficiente para Laine para rebelde e buscar sua prprio caminho.
      Mas no era natural para ela tentar fraude sua prprio sangue. Ela teve os diamantes. Tido que ter eles. Se ela tivesse um pouco de tipo de idia tranada que ela precisou ocultar fatos sobre ele o proteger, ele teria que diretamente para a deixar.
      Tempo para um pai-filha conversa, Jack decidiu.
      Quis dizer que ele teria que impulsionar um carro. Ele realmente odiou roubar carros, era to comum, mas um homem precisou de transporte quando sua filha decidiu viver no boondocks.
      Ele expulsaria a ver, tenha aquela conversa, consiga os diamantes e  ido pela manh.
      ***
      Ele concordou com um Cavaleiro de Chevyum passeio bom, fixoe tomou a precauo de comutao seus pratos com uma Ford Touro algumas milhas longe. Todas as coisas sendo iguais, o Chevy devia o conseguir por Virgnia e em Carolina do Norte, onde ele teve um associado que podia girar ele para ele. Com o dinheiro, ele podia pular para um novo passeio.
      Ele sairia suficiente pegadas para Tripulao seguir, s suficiente de um odor para desenhar o homem longe de Maryland e Laine.
      Ento Jack teve um compromisso em Califrnia meridional, onde ele tornaria aquelas sparkly pedras em dinheiro verde duro.
      Depois disto, o mundo era seu fricking ostra.
      Ele estava zumbindo para frente para a estao de pedra clssica ele achou, seu humor erguido por reivindicao alegre dos The Beatles de conseguirem por com um pouco ajuda de amigos.
      Jack soube tudo sobre conseguir por.
      Como uma precauo, ele parou o carro a meio caminho em cima a pista. O cachorro era o amigvel tipo quando no estava molhando propriamente em medo, ele recordou, mas cachorros latidos. Nenhum ponto em deixar isto fora de at que ele scoped coisas fora.
      Com seu penlight, ele comeou a caminhada. A escurido era lanar, fazendo ele pergunta-se novamente quais possuram Laine escolher tal lugar. O nico som ele ouviu diferente de seus prprios ps que mastiga em pedregulho era uma coruja, e o sussurro ocasional na escova.
      Por que algum quereria que escova que qualquer coisa podia sussurrar em estava alm dele.
      Ento ele pegou o odor de lils e sorriu. Isso era um bom tipo de coisa, ele pensou. Para caminhar para frente no quieto escuro e cheira flores. Boas, ele adicionou, para a mudana ocasional de passo. Talvez ele escolheria alguns do o florescer, leve eles com ele para a porta. Uma espcie de oferecimento de paz.
      Ele comeou a seguir seu nariz quando sua luz bater cromo.
      E esquadrinhando a viga acima do carro, Jack sentiu seu humor submergir.
      O carro do policial de seguro era no fim do passeio com do Laine.
      Olhos estreitados, ele estudou a casa. Nenhuma luz ardida nas janelas. Era prximos dois de manh. O carro do homem era estacionado na frente da casa da sua filha.
      Sua pequena menina era que . . . ele procurou por uma mente de palavra do seu pai podia lidar sem implodir. Brincando. Sua pequena menina estava brincando com um policial. Para iar seja mente um investigador privado era s um policial com uma renda anual mais alta que distintivos das pessoas que levados.
      Sua prpria carne e sangue, com um policial. Onde ele deu errado?
      Com um suspiro enorme, ele olhou fixamente abaixo em seus ps. Ele no podia arriscar quebrar em uma segunda vez com o PI l. Ele precisou de isolamento, droga, conversar um pouco de sensao em seu Lainie.
      O policial teve que sair algum dia, Jack lembrou ele mesmo. Ele acharia um lugar para esconder o carro, e espere.
      ***
      Era um testamento para seu amor, Laine concluiu, isso a cutucou em alterar sua rotina matutina a fim de despedir-se de Max s cinco quarenta e cinco DA MANH que Ela gostou de achar que isto tambm demonstrou que ela era flexvel, mas ela soube melhor.
      Sua rotina estalaria direito de volta em lugar uma vez que ela e Max se tornaram mais acostumados a um ao outro. Poderia empreender uma ligeiramente forma diferente, mas no fim, seria rotineiro.
      Ela estava esperando ansiosamente isto e, pensando s isto, deu a ele um beijo muito entusistico na porta.
      "Se que o adeus eu sou conseguir quando eu s fui ser um dia, o que eu tenho que esperar ansiosamente se eu tiver que estar em viagem durante a noite?"
      "Eu estava s percebendo o quo bom vai ser para se acostumar a voc, tomar voc para o concedido, ter seus pequenos hbitos e truques me irritam."
      "Deus, voc  uma mulher estranha." Ele tomou seu rosto em suas mos. "Eu deveria esperar ansiosamente irritante voc?"
      "E a briga. As pessoas casadas tendem a brigar. Eu vou chamar voc Maxfield quando ns brigarmos."
      "Oh, inferno."
      "Eu penso que isso ser divertido. Eu realmente no posso esperar at que ns lutemos sobre despesas domsticas ou a cor das toalhas de banheiro." E como isso era verdade perfeita, ela Lanou seus braos ao redor seu pescoo e o beijou entusiasticamente novamente. "Viaje seguro."
      "Eu estarei em casa por oito, mais cedo se eu posso administrar isto. Eu chamarei." Ele apertou seu rosto na curva de seu ombro. "Eu pensarei sobre algo para brigar sobre."
      "Isto  to doce."
      Ele aliviou longe, debruado at acariciar Henry, que estava tentando nariz entre eles. "Cuide de minha menina." Ele hefted sua pasta, deu a Laine uma piscada rpida, ento caminhado para seu carro.
      Ela o acenou fora de, ento, to prometido, feche a porta e bloqueado isto.
      Ela no se importou o cedo comea. Ela entraria em cidade, tome um mais ntimo olhar para sua linhagem para ver o que ela poderia querer transferir para sua casa. Ela tomaria Henry para um foliar no parque, ento faa alguns telefonemas para tratar de consertar um pouco de sua moblia danificada, e faa acordos ter o que ela considerou uma causa perdida removida.
      Ela podia se favorecer por surf alguns dos locais nupciais on-lines, babando acima de vestidos e flores e favores. Laine Tavish estava casando! O encanto teve ela fazendo uma dana rpida que Henry inspirado para fazer correr em crculos loucos. Ela quis comprar algumas revistas nupciais, mas precisadas ir para o centro comercial isto, onde ela podia comprar eles sem causar fofoca na cidade. At que ela estava pronta para fofoca de cidade.
      Ela quis um grande, splashy casamento, e ele a surpreendeu por perceber isto. Ela quis um vestido magnfico e ridiculamente caro. Um uma vez na vida vestido. Ela quis gastar horas que agonizam acima de flores e msica e menus.
      Rindo dela mesma, ela comeou vestido de cima pelo dia. Estalando de volta em lugar, ela pensou. Sua vida normal tomou uma extenso dura, inesperada, mas ele estava estalando direito de volta no normal. Existia qualquer coisa mais normal que uma mulher que sonha com seu dia do casamento?
      "Precise fazer listas, Henry. Muitos e muita listas. Voc sabe como eu amo isto."
      Ela abotoou em cima uma camisa sob medida branca, deslizada em apara calas de marinha. "Claro, ns temos que fixar uma data. Eu estou pensando outubro. Todas aquelas cores de queda bonita. Ferrugens e umbers e ouros queimados. Cores ricas. Ser uma cadela para conseguir coisas organizadas a tempo, mas eu posso fazer isto."
      Idia, ela torceu seu cabelo em uma trana francesa nica, lanada em uma jaqueta com cheques minsculos azuis-e-brancos.
      Um foliar no parque primeiro, ela decidiu, e deslizado em apartamentos de tela confortveis.
      Ela era a meio caminho no andar de baixo quando Henry deu uma srie de latidos alarmados e feitos correr atrs em cima novamente.
      Laine congelou onde ela estava, ento rolados para seus dedes do p como seu corao bateu contra suas costelas. Antes dela poder seguir principal do Henry, Jack passeou fora da sala de estar para a parte inferior dos passos.
      "Aquele cachorro vai conseguir sua arma de fogo?"
      "Papai." Ela fecha seus olhos, pega sua respirao. "Por que voc faz isto? Voc s no pode bater na porta de maldio?"
      "Este salva tempo. Voc sempre conversa com o cachorro?"
      "Sim, eu fao."
      "Ele j responder?"
      "Em seu modo. Henry! Est tudo bem, Henry. Ele no machucar voc." Ela continuou abaixo, deixando ela olhar ignora o cabelo tinto, o terno amarrotado. "Trabalhando, entendo."
      "Em meu modo."
      "Parea com que voc dormiu naquele terno."
      "Eu condeno bem fez."
      A mordida em seu tom teve seu levantamento suas sobrancelhas. "Bem, no estale em mim, Jack. No  minha culpa."
      " sua culpa. Ns precisamos ter uma conversa. Elaine."
      "Ns certamente fazemos." Voz encaracolado, ela movimentou a cabea, ento ligado seu salto de sapato e marchado na cozinha. "Existe caf, e um pouco de ma muffins se voc estiver com fome. Eu no estou cozinhando."
      "O que voc est fazendo com sua vida?"
      Sua exploso teve Henry, que tenha bellied em testar as guas, suba de volta para a entrada.
      "O que eu estou fazendo com minha vida? O que eu estou fazendo?" Ela o atacou, cafeteira na mo. Sua resposta aquecida rasgou por medo do Henry achar sua coragem. Ele barreled em, colou ele mesmo para o lado do Laine e experimentou um grunhido em direo do Jack.
      "Est tudo bem, Henry." Contente, e consideravelmente surpreendida por sua defesa, Laine passou acalmar o cachorro. "Ele no  perigoso."
      "Eu podia ser," Jack murmurou, mas um pouco de seu enfraquecido de temperamento em alvio que o cachorro teve um pouco de esprito.
      "Eu direi a voc o que eu estou fazendo com minha vida, Papai. Eu estou vivendo minha vida. Eu tenho uma casa, um cachorro, uns negcios, um carroe pagamentos. Eu tenho um encanador." Ela gesticulou com a panela, e quase andou na lama caf acima da beira. "Eu tenho amigos que no realmente fizeram tempo, e eu posso obter emprestado um livro da biblioteca e sei que eu realmente ainda estarei aqui quando for esperado de volta. O que voc est fazendo com sua vida, Papai? O que voc j fez com sua vida?"
      Seus lbios realmente tremeu antes dele firmar eles e conseguiu falar. "Isto  um inferno de um modo para voc conversar comigo."
      "Bem,  um inferno de um modo para voc conversar comigo. Eu nunca critiquei suas escolhas, porque eles eram seu e voc era intitulado para fazer eles. Ento voc no critica meu."
      Seus ombros curvados; Suas mos retrocedidas para seus bolsos. E Henry, imensamente aliviado que seu valor no seria testado, permanecido abaixo. "Voc est gastando noites com um policial. Um policial."
      "Ele  um investigador privado, e isto  fora de propsito."
      "Ao lado do"
      "O que eu estou fazer est gastando noites com o homem eu amo e vou casar."
      "MA" Ele fez vrios incoerente soa como o sangue drenado fora de seu rosto. Ele agarrou a de volta de uma cadeira, lentamente afundou nisto. "As pernas saram. Lainie, voc no pode se casar. Voc  s um beb."
      "Eu no sou." Ela economizar a panela, foi para ele e ps suas mos suavemente em suas bochechas. "Eu no sou."
      "Voc era cinco minutos atrs."
      Suspirando, ela deslizou sobre seu colo, descansada sua cabea em seu ombro. Henry andou nas pontas dos ps acima de empurrar sua cabea pelo enredo de pernas e deitar isto simpaticamente em joelho do Jack.
      "Eu o amo, Papai. Tenha muito prazer em para mim."
      Ele balanou com ela. "Ele no  bom o suficiente para voc. Eu espero que ele saiba isto."
      "Eu estou certo que ele faz. Ele sabe quem eu sou. Quem ns somos," ela disse, e recuou assistir rosto do Jack. "E no importa porque ele me ama. Ele quer casar comigo, faa uma vida comigo. Ns daremos a voc netos."
      A cor que entrou em seu enfraquecido de bochechas longe novamente. "Oh agora, deixe no  pressa que muito  frente. Deixe-me fixar residncia na idia que voc no  seis mais. O que  seu nome?"
      "Max. Maxfield Gannon."
      "Fantasia."
      "Ele  de Savannah, e ele  maravilhoso."
      "Ele faz um bem vivendo?"
      "Aparea paraentretanto, ento faa eu." Ela escovou em seu cabelo tinto. "Voc vai perguntar a todo o clichd pai-da-noiva questiona agora?"
      "Eu estou tentando pensar deles."
      "No se preocupe sobre isto. S sabe que ele me faa feliz." Ela beijou sua bochecha, ento rosa para lidar com o caf.
      Distraidamente, Jack arranhou Henry atrs das orelhas, e fizeram um amigo por toda vida. "Ele saiu bonita cedo esta manh."
      Ela olhou de relance acima de seu ombro. "Eu no gosto de voc assistindo a casa, Papai. Mas sim, ele saiu cedo."
      "Quanto tempo ns temos antes dele voltar?"
      "Ele no voltar at hoje  noite."
      "Certo. Laine, eu preciso dos diamantes."
      Ela tirou um assaltar, despejado seu caf. Ela trouxe isto para a mesa, aparece isto dele, ento sentado Dobrou suas mos. "Eu sinto muito, voc no pode ter eles."
      "Agora voc escuta mim." Ele se debruou adiante, agarrou as mos que ela dobrou na mesa. "Isto no  um jogo."
      "No ? No  sempre?"
      "Alex Crew, pode ele apodrecer em perptuo, inferno gneo, est procurando por aquelas pedras. Ele  morto um homem, e ele  responsvel pela morte do Willy. Tem que ser. Ele machucar voc, Laine. Ele lega pior que machuca voc para conseguir eles. Porque ele no  um jogo para ele. Para ele est negcios frios, brutal."
      "Por que voc ficou misturado com ele?"
      "Eu fui cegado pelo claro." Deixando seus dentes, ele aliviou de volta, levantado seu caf. Ento s olhado fixamente no negro. "Eu figurei que eu podia o lidar. Ele pensou que ele me teve conned. Filho de uma cadela. Pensou que eu comprei o alto-afinado jogo que ele estava tocando com seu nome de fraude de fantasia e tamborilar. Eu soube quem ele era, o que ele tem sido em. Mas existia tudo que brilha, Lainie."
      "Eu sei." E porque ela soube, porque ela podia lembrar como sentiu ser cegado pelo brilho, ela esfregou ela dar seu.
      "Tido que figurar ele poderia tentar uma cruz dupla no caminho, mas eu pensei que eu podia o lidar. Ele matou Myers, o dentro de homem. S um avaro schmuck que quis agarrar o prmio. Isso mudou a melodia, Lainie. Voc sabe que eu no trabalhe aquele modo. Eu nunca machuco qualquer um, no em todos os anos no jogo. Ponha um buraco em suas carteiras, certo, uma picadura em seu orgulho, mas eu nunca machuco qualquer um."
      "E voc no entende que pessoas que fazem, no fundas abaixo, Papai."
      "Voc acha voc       "So give me the diamantes. eu can lead him away from here, and he'll know voc don't have them. He'll leave voc alone. Voc're not important to him, but there's nothing in this world more important to me than voc."
      "Melhor que voc, sim. Para voc  a pressa. No  nem a pontuao propriamente, mas a pressa da pontuao. O brilho," ela disse com um pouco de afeto. "Para algum gostar de Tripulao,  a pontuao,  sobre tomar isso tudo, e se ele chegar a machucar algum no caminho, todo o melhor porque ele s ups as estacas. Ele nunca vai parar at que ele consiga isso tudo."
      "Ento d a mim os diamantes. Eu posso o levar longe daqui, e ele saber que voc no tenha eles. Ele deixar voc s. Voc no  importante ele, mas no existe nada neste mundo mais importante mim que voc."
      Era verdade. De um homem qualificado como um trs-malabarista armado com mentiras, era verdade perfeita. Ele a amou, sempre teve, sempre iria. E ela estava no exato mesmo barco.
      "Eu no tenho eles. E porque eu amo voc, eu no daria a eles para voc se eu fiz."
      "Willy teve que ter eles quando ele caminhou em sua loja. No h razo para ele entrando, conversando com voc, se ele no planejasse dar a eles para voc. Ele saiu de mos vazias."
      "Ele teve eles quando ele entrou. Eu achei eles ontem. Achou o pequeno cachorro. Voc quer aquele muffin?"
      "Elaine."
      Ela levantou-se para pegar isto, deixa isto em um prato. "Max tem eles. Ele est aceitando em devoluo eles para Nova York agora mesmo."
      Ele literalmente perdeu sua respirao. "Vocvoc deu a eles para o policial?"
      "PI, e sim, eu fiz."
      "Ele segurou voc sob a mira de arma? Voc teve um ataque apoplctico? Ou voc acabou de perder sua mente?"
      "As pedras esto voltando onde eles pertencem. Existir uma divulgao da imprensa anunciando a recuperao parcial, que conseguir Tripulao fora de minhas costas."
      Ele lunged em cima, puxando em seu cabelo como ele circulou o quarto. Pensando que isto era um jogo agora que eles eram amigos, Henry escavou em cima sua corda e cabriolada atrs de Jack. "Para tudo que voc sabe que ele esteja encabeando para a Martinica. Para a Belize. Para Rio ou Timbukfuckingtu. Beb doce Jesus, como meu podia possuir filha apaixonar-se por uma fraude to velha que tem moldar nisto?"
      "Ele est indo exatamente onde ele disse que ele estava indo, fazer exatamente o que ele disse que ele estava fazendo. E quando ele voltar, voc e eu vamos dar a ele sua parte, ento ele pode fazer exatamente a mesma coisa com eles."
      "Em olho pequeno do porco."
      Para povoar o cachorro, Laine levantou e despejou kibble em uma tigela. "Henry, tempo para comer. Voc vai dar a eles para mim, Jack, porque eu no vou ter meu pai conseguido encontrar e morto acima de um saco de pedras brilhantes." Ela bateu suas mos na mesa entre eles. "Eu no vou mentir para minhas prprio crianas um dia quando eles perguntarem o que aconteceu para seu granddaddy."
      "Voc no puxa que caga em mim."
      "Voc vai dar a eles para mim porque  a nica coisa em minha vida que eu j perguntei de voc."
      "Condene isto, Laine. Condene isto para inferno e atrs novamente."
      "E voc vai dar a eles para mim porque quando Max virar eles e colecionar a taxa, eu vou dar a voc minha parte. Bem, metade minha parte. Isto  um e um quarto por cento do vinte e oito, Papai. No  a pontuao de toda vida, mas ele no  sneezable. E todos ns viveremos feliz desde ento."
      "Eu somente no posso"
      "Considere isto um presente do casamento." Ela angulada sua cabea. "Eu quero que voc dance em meu casamento, Papai. Voc no pode fazer aquele se voc for para a priso, ou se Tripulao est respirando abaixo seu pescoo."
      Em um suspiro explosivo, ele se sentou novamente. "Lainie."
      "Eles so m sorte para voc, Papai. Aqueles diamantes so amaldioados para voc. Eles levaram Willy voc, e voc est na corrida, no do Polis mas de algum que quer voc morto. D a eles para mim, consiga o macaco fora de suas costas. Max achar um caminho para o quadrar com Nova York. A companhia de seguro s quer eles de volta. Eles no se importam com voc."
      Ela veio para ele, tocada sua bochecha. "Mas eu fao."
      Ele olhou fixamente nela, no nico rosto ele amou mais que seu prprio. "Que diabo eu iria fazer com tudo aquele dinheiro de qualquer maneira?"
      
      
    14.
      
      Laine drummed seus dedos no volante como ela se sentou estacionada sozinha pista, estudando o Chevy escuro verde.
      "Sabe, preciosa, sua me costumava conseguir que assiste seu rosto quando . . ." Jack diminuiu quando ela girou sua cabea, lentamente, e olhados fixamente para ele. "Aquele, tambm."
      "Voc roubou um carro."
      "Eu considero isto mais de um lend/lease situao."
      "Voc impulsionou um carro e dirigiu isto para minha casa?"
      "O que eu deveria fazer? Pea carona? Ser razovel, Lainie."
      "Eu sinto muito. Eu posso ver o quo desarrazoado  para mim para objeto para meu pai cometendo auto de roubo principal em meu prprio quintal. Envergonhe em mim."
      "No consiga pissy sobre isto," ele murmurou.
      "Desarrazoado e pissy. Bem, bofeto mim tolo. Voc vai aceitar em devoluo aquele direito de carro onde voc achou isto."
      "Mas"
      "No, no." Ela abaixou sua cabea em suas mos, apertados seus templos. " muito tarde isto. Voc ser pego, v para priso, e eu terei que explicar por que meu pai pensa que  perfeitamente certo para roubar um carro. Ns deixaremos isto no lado da estrada em algum lugar. No aqui. Em algum lugar. Deus."
      Preocupada pelo tom dela voz, Henry pegou sua cabea acima da cadeira dianteira para colo em sua orelha.
      "Certo. Estar certo. Ns deixaremos o carro fora de cidade." Ela chupou em uma respirao, endireitou. "Nenhum dano, nenhuma infrao."
      "Se eu no tiver o carro, como o inferno  que eu supus chegar a Nova Jersey? Deixe seja s considera, Lainie. Eu tenho que chegar  Cidade de Atlntico, para o locker, consiga os diamantes e devolvo eles para voc.  disso que voc quer, no ?"
      "Sim,  disso que eu quero."
      "Eu estou fazendo este para voc, amado, contra meu julgamento melhor, porque  o que voc quer. O que minha menina de beb quer que vir para primeiro comigo. Mas eu no posso caminhar para a Cidade de Atlntico e atrs, agora pode eu?"
      Ela soube aquele tom. Usando isto, Jack O 'Hara podia trair gua de pntano engarrafada de uma barraca lanada ao lado de um fluxo de montanha cintilante. "Existem avies, trens, existem goddamn nibus."
      "No injurie seu pai," ele ligeiramente disse. "E voc realmente no espera que eu montar um nibus."
      "Claro que no. Claro que no. L eu vou ser pissy e desarrazoado novamente. Voc pode tomar meu carro. Emprstimo," ela rapidamente emendou. "Voc pode obter emprestado meu carro pelo dia. Eu no precisarei disto de qualquer maneira. Eu estarei ocupado no trabalho, batendo minha cabea contra a parede para tentar achar meu crebro."
      "Se isto  o modo que voc quer isto, mel."
      Ela lana seus olhos para cu. "Eu ainda no posso acreditar em que voc deixou milhes de dlares ' no valor de diamantes em um aluguel locker, ento Willy enviado aqui com vrios mais milhes."
      "Ns tivemos que mover rpido. Jesus, Laine, ns s descobriramos que Tripulao matou Myers. Ns seramos prximos. Guardadas minha parte, decolou. A tripulao bastarda deveria vir depois de mim. Eu tudo menos o desenhei um mapa de maldio. Esconda era seguro. Willy consegue outro pedao disto aqui, ento ele dobraria de volta para o resto enquanto mil acompanhamento de milhas longe da Tripulao me. Isso iria ser nosso dinheiro ambulante, nossa almofada."
      Para viver de como reis, Jack pensou, naquela bonita praia.
      "Tripulao Nunca figurada perseguir voc. Eu nunca causaria que voc, beb. A tripulao deveria ser fora de mim perseguir."
      "E se ele alcanasse voc?"
      Jack s sorriu. "Eu no o iria deixar captura. Eu ainda consegui os movimentos, Lainie."
      "Sim, voc ainda conseguiu os movimentos."
      "S comprando tempo de Willy. Ele chegaria ao Mxico, liquide o primeiro trimestre do tomar. Ns nos encontraramos em cima, decole, e com tanto apoio, ns esconderamos fora em conforto at o calor eram fora de."
      "Ento deslize de volta e levante o resto de mim."
      "Duas, estrada abaixo de trs anos talvez. Ns ramos resolver isto  medida que ns fomos."
      "Voc e Willy ambas as chaves tido que o locker em AC?"
      "Ningum no planeta eu confiei gosto de Willy. Exceto voc, Lainie," ele adicionou, batendo levemente seu joelho. "Polis conseguiu isto agora." Ele enrrugou seus lbios em pensado. "Leve eles uns enquanto localizar isto, se eles j fizerem."
      "Max tem isto agora. Eu tomei isto fora de chaveiro do Willy. Eu dei isto para ele."
      "Como iria voc conseguir . . . ?" A irritao em seu enfraquecido de tom para afeto. "Voc roubou isto."
      "At certo ponto de falar. Mas se voc vai comparar aquele com impulsionar um carro, at no comece.  completamente diferente."
      "Fez direito debaixo de seus narizes, no ?"
      Seus lbios estremeceu. "Talvez."
      Ele deu seu um pouco cotovelo cutuca. "Voc ainda conseguiu os movimentos, tambm."
      "Aparentemente. Mas eu no quero eles."
      "Voc no quer saber como ns tiramos isto?"
      "Eu compreendi a maior parte. Seu dentro de homem toma os cegoso cachorro, a boneca, et ceteraem seu escritrio. Coisas incuas, quem presta ateno? Eles se sentam ao redor em viso clara. A remessa ou remessas entram, ele substitui elesou algumas delascom fraudes. Dobras uma parte de quarto da pontuao em cada um das quatro cortinas. E l eles se sentam."
      "Myers suou aquela parte. Ele era avaro, mas ele no teve bons nervos."
      "Hmm. No podia esperar por muito tempo, ou ele racharia. Alm disso, voc no o confiaria mais longo. Uns dias no mximo. Ele apaga o alarme nas fraudes ele mesmo, cobertura de ajudas seu traseiro. Polis abate em, investigao comea. As cortinas saem debaixo de seu nariz."
      "Ns cada levamos um. O fato , eu posei como um dos ternos de seguro, caminhado em escritrio do Myers enquanto todo mundo est fervilhando ao redor, sada com minha parte em minha pasta. Era bonito."
      Ele a atirou um sorriso. "Mim e Willy almoou uns quarteires do par longe em T.G.eu. A sexta-feira  depois da concha, com quatorze milhes de aquecimento nossos bolsos. Eu tive o nachos. No ruim."
      Ela trocou em sua cadeira assim eles eram cara a cara. "Eu no vou dizer que no era uma grande pontuao. Eu no vou fingir que eu no entenda a pressa qualquer um. Mas eu estou confiando voc, Papai. Eu estou confiando voc para manter sua promessa. Eu preciso desta vida. Eu o preciso at mais que voc precisa que pressa. Por favor no amarre baguna ele para mim."
      "Eu vou consertar tudo." Ele se debruou acima de, beijada sua bochecha. "S voc espera e v."
      Ela assistiu ele passear para o carro roubado. Um para todo minuto, ela pensou. "No faa-me um deles, Papai," ela murmurou.
      ***
      Ela teve Jack a solta fora no parque com Henry, e contou com isto ainda estando cedo suficiente que ningum quem conheceu que ela estaria ao redor comentar no homem estranho indo embora em seu carro.
      Ela deu a Henry uma metade hora para foliar, pozinho e perseguir os esquilos de cidade.
      Ento ela tirou sua telefone celular e chamou Max.
      "Gannon."
      "Tavish."
      "Oi, beb. O que est em cima?"
      "Eu . . . voc est no aeroporto?"
      "Sim. S anote em Nova York."
      "Eu pensei que eu devia dizer a voc, meu pai veio por me ver esta manh."
      "Aquele muito?"
      Ela ouviu o frio em seu tom, e estremeceu. Nenhum ponto em mencionar modo da manh do seu pai de transporte. "Ns povoamos algumas coisas, Max, endireitadas algumas coisas fora. Ele est a caminho de conseguir sua parte dos diamantes. Ele vai dar a eles para mim assim eu posso dar a eles para voc, e seu . . . bem, et cetera."
      "Onde esto eles, Laine?"
      "Antes de eu chegar a isto, eu quero que voc saiba ele entende que ele atarraxou em cima."
      "Oh, qual screwup ele entende?"
      "Max." Ela curvou tomar a filial que Henry esvaziou em seus ps. Ela teve que asa que gosta de um dardo, mas ele teve a corrida de cachorro fora em encanto. "Eles apavorou. Quando eles ouviram sobre a morte do Myers, eles acabaram de apavorou. Era um plano ruim, nehuma dvida que, mas ele era impulso. Meu pai no percebeu Tripulao soube sobre mim, muito menos que ele veio aqui. Ele acabou de pensar que Willy podia me conseguir a estatueta, e eu guardar isto por alguns anos enquanto eles . . ." Ela deixa ir como ela percebeu como o resto soaria.
      "Enquanto eles cercaram a parte restante dos pedras preciosos roubados e viveram fora da gordura."
      "Mais ou menos. Mas o ponto  que ele  concordado em desistir a eles. Ele est conseguindo eles."
      "Onde?"
      "Um locker na Cidade de Atlntico. Remeta Caixas, Etc. Ele est dirigindo em cima agora. O levar a maior parte do dia para a viagem de ida-e-volta, mas"
      "Dirigindo o que?"
      Ela passou sem tocar sua garganta. "Eu o emprestei meu carro. Eu tive que. Eu sei que voc no o confie, Max, mas ele  meu pai. Eu preciso o confiar."
      "Certo."
      "Que ?"
      "Seu pai  seu pai, Laine. Voc fez o que voc precisou fazer. Mas no, eu no tenho que o confiar, e eu no vou bobinar em choque se ns descobrirmos que ele esteja vivendo em um bonito casa em Barcelona."
      "Ele no confia voc qualquer um. Ele pensa que voc est a caminho da Martinica."
      "Do So Bart, talvez. Eu gosto de melhor do So Bart." Existia pausa do momento. "Voc realmente  beijoca certa pega no meio, no ?"
      "S minha sorte para amar voc dois." Ela ouviu a mudana em barulho de fundo e percebeu que ele caminhou do lado de fora do trmino. "A suposio voc vai pegar um txi."
      "Sim."
      "Seria melhor eu deixar voc ir. Eu verei voc quando voc voltar."
      "Contando com isto. Eu amo voc, Laine."
      " bom para ouvir isto. Eu amo voc, tambm. Adeus."
      Em seu fim, Max deslizou o telefone de volta em seu bolso e verificou seu relgio como ele andou a passos largos acima do txi permanece. Dependendo de trfico, ele podia ter a perna de Nova York do dia batido em umas horas do par. Por seu clculo ele podia fazer o desvio para a Cidade de Atlntico sem dificuldade demais.
      Se Laine iria ser preso no meio, ele iria fazer maldio certa que ela no foi apertada.
      ***
      Laine caminhou da Rua de mercado de parque com Henry fazendo seu melhor para rodar sua cabea cem e oitenta graus para mastigar fora do odiado atar.
      "Regras so regras, Henry. Acredite nisto ou no, eu tudo menos teve aquele tatuado em meu alvo at umas semanas atrs." Quando sua resposta para aquele era para desmoronar em sua barriga e choradeira, ela abaixou at que eles eram nariz para focinhar. "Escute em cima, camarada. Existe lei de um atar nesta cidade. Se voc no pode lidar com isto, e comport voc mesmo com alguma dignidade, no existir no mais tocando no parque."
      "Um pouco dificuldade tendo l?"
      Ela sacudiu, bajuladas nas ondas de culpabilidade que lavou quente acima dela como ela olhou em cima em largo do Vince, rosto amigvel. "Ele objetos para o atar."
      "Ele ter que comear a estudar aquele com o conselho de cidade. Vamos, Henry, eu consegui parte de um cruller aqui com seu nome nisto. Eu caminharei com voc," ele disse para Laine. "Precise conversar com voc de qualquer maneira."
      "Certo."
      "Conseguindo um cedo comear hoje."
      "Sim. Eu tive muito coisas piling. Obrigado," ela adicionou quando ele tomou o atar e arrastou Henry junto.
      "Sido um espao interessante de tempo recentemente."
      "Eu estou esperando ansiosamente isto corredio atrs para enfadonho."
      "Suposio voc provavelmente ."
      Ele esperou enquanto ela saiu suas chaves, destrancada a porta da frente da loja. Enquanto ela desativou o alarme, ele se agachou at unclip o atar e deu o um esfregar de Henry agradecido.
      "Ouviu que voc estava na estao uns dias do par atrs."
      "Sim." Para manter ocupado, ela subjugou destrancar a caixa registradora. "Eu disse a voc que eu soube Willy, e eu pensei que . . . eu quis tratar de fazer acordos."
      "Sim, voc fez. Voc pode fazer isto. Faa os acordos. Isso tem sido passado sem tocar."
      "Bom. Isto  bom."
      "Coisa engraada. Outra pessoa entrou, ontem  noite, interessado no mesmo sujeito. S coisa, ele disse que ele o soube pelo outro nome. O nome que estava no carto que ele deu a voc."
      "Realmente? Eu vou pr Henry atrs."
      "Eu farei isto. Vamos, Henry." Subornado com metade de um cruller, Henry subiu atrs quarto. "Este sujeito que entrou, ele disse Willyou Jasperera um raro-livro negociante."
      " possvel que ele era. Ou que ele estava posando como um. Eu disse a voc, Vince, eu no vi Willy desde que eu era uma criana. Isto  a verdade."
      "Eu acredito nisto. S uma coisa engraada." Ele subjugou apoiar-se no contador. "Como ele  uma coisa engraada existiam cinco chaves em seus efeitos, e quando eu examinei eles ontem  noite, existiam s quatro." Ele esperou uma batida. "No indo sugerir eles eram contado mals?"
      "No. Eu no vou mentir para voc."
      "Aprecie isto. O homem que entrou ontem  noite, ele teve seus olhos."
      " mais preciso para dizer que eu ter seu. Se voc o reconhecesse, por que voc no o prendeu?"
      "Isto  complicado, tambm. Melhor dizer que voc no prender um homem porque voc v algo em seus olhos. Eu vou perguntar a voc por aquela chave, Laine."
      "Eu no tenho isto."
      "Condene isto, Laine." Ele endireitou.
      "Eu dei isto para Max," ela disse depressa. "Eu estou tentando fazer o que sou certo, o que devia ser feitoe no ser responsvel por pr meu pai na priso. Ou o conseguindo morto."
      "Uma daquelas coisas que deviam ser feitas est me mantendo informada. O roubo de diamante poderia ser negcios de Nova York, Laine, mas um dos homens suspeitados de roubarem eles mortos em minha cidade. Um ou mais de seus amigos est em minha cidade, ou tem sido. Isso pe minha cidadania em risco."
      "Voc  certo. Eu estou tendo um tempo duro mantendo meu equilbrio nesta linha muito magra. E eu sei que voc esteja tentando me ajudar. Eu achei parte do Willy dos diamantes. Eu no soube que eles estavam aqui, Vince, eu juro isto."
      "Se voc no soubesse, como iria voc achar eles?"
      "Eles estavam em alguma esttua estpida. Cachorropooch. Eu tenho tentado pedao junto e posso s concluir que ele pegou isto em uma estante quando ele estava aqui, ou pe isto em algum lugarem um gabinete ou gavetae ou Jenny ou Angie arquivaram isto. Angie, mais provvel. Jenny teria perguntado a mim sobre isto, e quando eu perguntei a ela, ela no lembrou de ver isto antes. Eu dei a eles para Max, e ele est em Nova York agora mesmo, virando eles. Voc pode verificar. Voc pode chamar Confiana e cheque."
      Ele no disse nada para um momento. "Ns no corremos aquele longes fora de saltos, no , Laine, que eu tenho que verificar?"
      "Eu no quero perder sua amizade, ou do Jenny." Ela teve que tomar respirao de um afianar. "Eu no quero perder meu lugar nesta cidade. Eu no seria insultado se voc verificasse, Vince."
      " por isso que eu no tenho que."
      Ela precisou de um tecido afinal, e arrancou uma fora da caixa atrs do contador. "Certo. Certo. Eu sei onde outra parte est. Eu descobri esta manh. Por favor no pergunte a mim como eu descobri."
      "Certo."
      "A chave eu tirei de coisas do Willy est para um locker. Eu chamei Max assim que eu podia dizer a ele. De fato, eu estava conversando com ele sobre ele quando eu estava no parque com Henry. Eles vo ser girados, tambm. Isto  metade deles. Eu no posso fazer qualquer coisa sobre o outro metade. Max tem levar, e ele far o que ele faz. Mas uma vez que os metades dos diamantes volta onde pertence, eu fiz tudo que eu posso.
      "Eu vou ter que mudar-me?"
      "Corao do fratura Jenny se voc fez. Eu no quero seu pai no Buraco, Laine."
      "Eu entendo. Este devia todos ser cuidar de por hoje  noite, amanh no mais tardar. Ele ser ido."
      "At que ele seja cuidar de, eu quero que voc fique fecha."
      "Que eu posso prometer."
      ***
      Quando Jack cruzou acima de em Nova Jersey, ele apresentou razes de uma dzia de por que aceitar em devoluo os diamantes era um engano. Obviamente, este carter de Gannon estava enganando sua pequena menina assim ele podia policial sua taxa gorda. No era melhor para ela achar aquele fora mais cedo em lugar de mais tarde?
      E voltando para Maryland poderia levar Tripulao de volta para Maryland, e Laine.
      Ento existia o fato que virando todas aquelas bonitas pedras o ajustam como tambm uma priso jumpsuit.
      Alm disso, Willy teria querido que ele mantivesse eles. Um homem no podia negar desejo do amigo morto, no ?
      Ele estava se sentindo consideravelmente melhor como ele manobrou por trfico da Cidade de Atlntico. Suficiente para assobiar cheerily entre goles de seu na estrada Grande Trago. Ele estacionou no lote do centro comercial de tira e considerou a melhor sada era para pular um vo no aeroporto e encabear diretamente para o Mxico.
      Ele enviaria Laine um carto postal. Ela entenderia. A criana soube como o jogo era tocado.
      Ele passeou o walkway primeiro, esquadrinhando rostos, procurando por marcas, procurando por Polis. Os lugares como isto sempre deu a ele dedos sarnentos. Malls, shopping centeres, pequenos pacotes de lojas onde as pessoas breezed dentro e fora com seu dinheiro e cartes de crdito to  mo.
      Dia aps dia. O straights comprando sua comida de filhote de cachorro e cartes de saudao, vendeu para eles por outro straights.
      Qual era o ponto?
      Os lugares como isto fez ele querer atacar seus joelhos e dar obrigado pela vida que ele levoudireito antes dele ajudar ele mesmo a algum daquele dinheiro, alguns daqueles cartes de crdito e fez caminhos para qualquer lugar outro.
      Ele vagou em um Metr, comprou um presunto e queijo com molho de pimenta quente para dar ele mesmo mais tempo para mbito fora a rea. Ele lavou isto abaixo com outra grande atirada de cafena fria, usou as instalaes.
      Satisfeito, ele cruzou para as Caixas de Correio, Etc., passeado para o lockers, deslizou em sua chave.
      Venha para Papai, ele pensou, e abriu a porta.
      Ele fez um som, algo semelhante a um pato sendo esmurrado na barriga, e impediu o nico contedo do locker. Um pedao de papel de carta com uma mensagem de uma linha.
      Oi, Jack. Olhe atrs de voc.
      Ele girado ao redor, um punho carnoso j balled.
      "Tome um balano, eu enfeitarei voc," Max disse a ele conversationally. "Pense sobre correr, considere que eu sou mais jovem e mais rpido. Voc s envergonhar voc mesmo."
      "Voc filho de uma cadela." Ele teve que ofegar isto, mas at que teve umas cabeas girando em sua direo. "Enganando filho de uma cadela."
      "Panelas chamando chaleiras s prova imaginao de falta de panelas. Chaves." Ele resistiu uma mo. "Chaves de carro do Laine."
      Em desgosto, Jack bateu eles na mo do Max. "Voc conseguiu o que voc veio por."
      "At agora. Por que ns no conversamos no carro? No faa-me arrastar voc," ele quietamente disse. "Ns s no causaramos uma cena que poderia trazer para dentro o Polis neste, mas Laine no gostaria disto."
      "Voc no d duas maldies sobre ela."
      "Voc  certo, eu no fao. Eu dou um inferno de muito mais que isto, que  por que eu no estou virando seu traseiro arrependido para o Polis. Voc tem uma chance, O 'Hara, e voc tem isto por causa de seu. No carro."
      Correndo acontecido para ele. Mas ele soube suas limitaes. E se ele corresse, no existia nenhuma chance para recuperar os diamantes. Ele caminhou de volta fora com Max, ento povoou ele mesmo no passageiro acomoda. Max tomou a cadeira do motorista, deixe sua pasta em seu colo.
      "Aqui seja o modo que vai ser. Voc est pegando para mim gosto de gengiva na parte inferior de meu sapato. Ns estamos pegando um vo para Columbus."
      "O que o"
      "Feche, Jack. Eu tenho um levar para verificar, e at que eu seja feito, voc e eu, ns somos gmeos de Siamese."
      "Ela disse a voc. Minha prpria carne e sangue. Ela disse a voc onde eu tive o esconder."
      "Sim, ela fez. Ela disse a mim porque ela me ama, e ela acreditaseguro se para acreditar em quevoc manteria seu fim e traz para dentro eles. Porque ela ama voc. Me, eu no amo voc, Jack, e eu figuro que voc teve outros planos para este."
      Abrindo sua pasta, Max tirou um cermico piggy banco. "Eu preciso dar a voc aponta para a sensao do rudculo. Me, voc e o porco, ns estamos indo para Columbus, ento voltar para Maryland. E eu vou dar a voc aquela chance. Que uma chance de merecer Laine. Voc vai dar seu este." Ele bateu o porco, ento coloca no lugar isto. "Da mesma maneira que se voc planejasse para desde o princpio."
      "Quem digo que eu no fiz       "Briefcase is locked, Jack." Max pulled back, then set the briefcase out of reach in the back.
      "Eu fao. Voc teve fucking dlar registrar seus olhos quando voc abriu aquele locker. Vamos mostrar um pouco respeito por um ao outro aqui. Meu cliente quer as pedras retornadas. Eu quero minha taxa. Laine quer voc seguro. Ns vamos fazer tudo que acontece." Ele comeou o carro. "Voc termina este, eu verei que enxuta da sua lousa limpa neste. Voc fosso me, voc machuca Laine, e eu caarei voc abaixo como eu iria um cachorro radical. Voc ser trabalho da meu goddamn vida. Isto  uma promessa, Jack."
      "Voc no  bullshitting. Eu sei quando bullshitting do homem. Filho de uma arma de fogo." O sorriso do Jack espalha largo e brilhante que ele se debruou acima de abraar Max. "Bem-vinda a famlia."
      "Pasta  bloqueada, Jack." Max puxou de volta, ento preparar a pasta de alcanar atrs.
      "No pode culpar um sujeito para tentar," Jack disse alegremente, e povoado atrs para o passeio.
      ***
      Em sua cabana, Tripulao selecionou uma camisa a cor de berinjela. Ele tem descartado o bigode, substituindo isto com uma alma remenda que ele pensou vestido do macio e lustroso, castanheiro-hued rabo-de-cavalo. Ele quis que um que imita arte procurar por esta viagem. Ele selecionou um par de redondos-lensed culos de sol de sua proviso e estudou o efeito.
      Era provavelmente desnecessrio para ir para tal dificuldade, mas ele apreciou uma boa fantasia.
      Tudo estava pronto para a companhia. Ele sorriu como ele procurou a cabana. Rstico, certamente, mas ele duvidou que Sra. Tavish reclamaria sobre as acomodaes. Ele no contou com ela ficando para longo.
      Ele enganchado o pequeno .22 atrs de seu cinto, coberto ele com um quadril-comprimento jaqueta preta. Qualquer outra coisa que ele poderia precisar estava na bolsa ele atirou em seu ombro antes dele andar a passos largos fora da cabana.
      Ele pensou que ele poderia ter uma mordida para comer antes dele ter sua data com o Sra. Tavish atraente. Ele poderia estar muito ocupado para jantar aquela noite.
      ***
      "Eu fiz o legwork," Jack disse como ele e Max tiveram uma cerveja no bar de aeroporto. "Myers cortejado por meses. Agora, eu admitirei, eu nunca sonhei com uma pontuao to grande. Estava pensando pequeno, tomando uns sumrios, passando sem tocar um par cem mil cada. Ento Tripulao entrou nisto."
      Jack agitou sua cabea, sorveu pela espuma. "Para todas as suas culpas, isto  um homem que pensa grande."
      "Culpas sendo que ele est um assassino de sangue frio."
      Frowning, Jack cavou sua grande mo em uma tigela de nozes. "Maior engano de minha vida, e eu no tenho vergonha de admitir eu fiz alguns, estava enganchando em cima com um homem como Tripulao. Ele suckered mim em, nehuma dvida que. Eu fui deslumbrado pela idia de todas aquelas pedras. Todas aquelas pedras bonitas, brilhantes. Ele teve o saber-isso tudo para algo assim, a vista. Eu tive as conexes. Myers pobre. Eu sou a pessoa que trouxe o para dentro, tocou ele. Ele teve problema de um jogar, sabe."
      "Sim."
      "Longe como eu posso ver, qualquer jogar  um problema. Aloje sempre vai ganhar, ento  melhor para ser a casa. Os jogadores so qualquer uma pessoas ricas que no do um cagar se eles perderem, ou ventosas que realmente pensam que eles podem ganhar. Myers era uma ventosa, palavra vai. Teve ele mesmo em fundo, e com alguns cutucando de mim ele estava em mais fundo. Ele viu isto como sua sada."
      Jack bebeu mais cerveja. "Ache que era. De qualquer maneira, o negcio afundou liso suficiente. Rpido, limpo. Tido que figurar eles iria policial para Myers, mas ele deveria ir diretamente debaixo de. Ningum era para saber onde qualquer outra pessoa estava encabeando. Willy e mim dirigimos diretamente da cidade, eu esvaziei o porco em AC, e ns esvaziamos Willy est em um locker em Delaware. Conseguiu ns mesmos um quarto de hotel bom em Virgnia, teve uma comida boa, umas garrafas do par de champanha. Bom tempo," ele disse, e brindado com seu vidro.
      "Ouvido sobre Myers em CNN. Willy amou CNN. Tentado dizer a ns mesmos que era por causa do jogar, mas ns soubemos. Carros trocados, dirigiram para Carolina do Norte. Willy era spooked. Inferno, ns ramos ambos os spooked, mas ele estava nervoso como uma prostituta em igreja. Quis iluminar fora, s esquece isso tudo e dirige-se s colinas. Eu o calei disto. Goddamn isto."
      Ele estudou sua cerveja, ento ergueu isto e bebeu fundo. "Eu comear Tripulao, e ele dobraria de volta, consiga sua parte, toma isto para Laine. Ela podia o pr em cima para um pouco enquanto. Eu pensei que ele seria seguro. Achou que eles dois iria."
      "Mas ele soube sobre ela. Tripulao."
      "Eu consegui retratos dela em minha carteira."
      Ele tirou isto e sacudiu isto aberto.
      Max viu fotografias de um recm-nascido com um sap brilhante de cabelo e pele vermelha to branca quanto nata, e uma expresso em seu pequeno rosto que pareceu dizer, "Que diabo eu estou fazendo aqui?"
      Existiam vrios de Laine como uma criana, todo cabelo e olhos brilhantes, que do sorriso compreendeu obviamente o que ela estava fazendo aqui. Ento do nubile adolescente, bonito e digno em seu tiro de graduao. De prazos de Laine cansativo e um topo fraco, rindo como ela permaneceu na rebentao azul do que Max deduziu era o Barbados.
      "Sempre sido um looker, no ?"
      "Mais bonito beb voc sempre serra, e ela acabou de ficar mais bonito todo dia. Eu fico sentimental, especialmente depois de uma cerveja ou duas." Jack encolheu os ombros. Era s outro Deus-dado debilidade, afinal. Fechando a carteira, ele guardou isto novamente.
      "Eu devo ter a mostrado fora para Tripulao algum dia. Ou ele acabou de cavar abaixo e procurou por algo que ele podia usar contra mim, caso necessrio. No existe nenhuma honra no meio de ladres, Max, e qualquer um que pensa diferente  uma ventosa. Mas matar acima de dinheiro? Isto  uma nusea. Eu soube que ele teve isto nele, mas eu pensei que eu podia o bater no jogo."
      "Eu o acharei. E eu o derrubarei, de uma forma ou de outra. Isto seja nosso vo."
      ***
      Laine lutou no compassar, s para parecer ocupado. Ela verificou o tempo novamente. Seu pai devia estar a caminho atrs at agora. Ela devia ter dito ele para chamar quando ele estava a caminho atrs. Ela devia ter insistido.
      Ela podia chamar Max novamente, mas qual era o ponto? Ele estaria a caminho de Columbus. Talvez ele j estava l.
      Ela acabou de ter que conseguir pelo dia, isso era todo. S este aqui dia. Amanh, as notcias bateriam que uma poro grande dos diamantes roubados tinham sido recuperaram. Ela estaria na clara, seu pai estaria no claro, e vida voltaria um pouco de semelhana de normality.
      Talvez Max levantaria trilha da Tripulao desta conexo de Ohio. Eles o perseguir, coloque no lugar ele. Ela nunca teria que se preocupar sobre ele novamente.
      "Voc continua indo embora." Jenny deu seu um pouco cutuca como ela levou um prato de queijo de George Jones para o contador para um cliente.
      "Desculpe. Eu sinto muito. Mente errante. Eu tomarei o prximo que entra."
      "Voc podia tomar Henry para outro passeio."
      "No, ele  tido suficiente caminha hoje. Ele  originado-se do de volta quarto em outra hora de qualquer maneira."
      Ela ouviu o anel de sinos. "Eu tomarei este aqui."
      "Todo seu." Jenny ergueu suas sobrancelhas como ela olhou de relance no novo cliente. "Pequeno velho para que olhe," ela disse debaixo de sua respirao, e partida.
      Laine fixo em seu rosto bem-vindo e cruzado acima de saudar Tripulao. "Boa tarde. Eu posso ajudar voc?"
      "Eu estou certo que voc pode." De suas visitas prvias at sua loja, ele soube os acordos e exatamente onde ele a quis. "Eu estou interessado em equipamento da cozinha. Manteiga crocks, especificamente. Minha irm coleciona."
      "Ento ela est em sorte. Ns temos algum muito agradvel agora mesmo. Por que eu no mostro a voc?"
      "Por favor."
      Ele seguido ela pelo quarto principal, na rea ela instalar para equipamento da cozinha, moblia e novidades. Como eles passaram pela porta para o quarto de parte de trs, Henry comeou a rosnar.
      "Voc um cachorro tem aqui?"
      "Sim." Perplexo, Laine olhou em direo  porta. Ela nunca conheceria Henry rosnar em sons de loja e verbalizar. "Ele  inocente e ele  assegurado atrs quarto. Eu precisei trazer para dentro comigo hoje." Porque ela sentiu aborrecimento do seu cliente, ela tomou seu brao e o levou ao crocks.
      "O especialmente bom do Caledonian, eu penso, para um coletor."
      "Mmm." Existiam dois clientes e o balconista grvida. Como os clientes estavam no contador, ele assumiu que eles estavam pagando por compras. "Eu no sei nada sobre isto, realmente. O que no mundo  isto?"
      " uma caixa de carvo vitoriano, metal. Se ela apreciar artigos da cozinha antiga e sem igual, isto  um vencedor."
      "Podia ser." Ele deslizou o .22 fora de seu cinto e emperrou o barril em seu lado. "Ser muito, muito quieto. Se voc gritar, se voc fizer qualquer movimento mesmo, eu matarei todo mundo nesta loja, comeando com voc. Entenda?"
      O calor de pnico lavado acima dela, ento gelada para gelar como ela ouviu Jenny rir. "Sim."
      "Voc sabe quem eu sou, Sra. Tavish?"
      "Sim."
      "Bom, isso nos sobra introdues. Voc vai dar uma desculpa sair comigo." Ele planejou a levar fora a parte de trs, mas o cachorro maldito fez to impossvel. "Para d-me direes, ns diremos, caminhar para mim para o canto. Se voc alertar ou alarmar ningum, eu matarei voc."
      "Se voc me matar, voc no conseguir os diamantes de volta."
      "O quo aficionado voc de seu muito so empregado grvida?"
      A basca fechou sua garganta. "Muito aficionada. Eu irei com voc. Eu no darei a voc qualquer dificuldade."
      "Sensato." Ele deslizou a arma de fogo em seu bolso, mantida sua mo nisto. "Eu preciso chegar ao correio," ele disse, erguendo sua voz para um tom normal. "Voc pode dizer a mim onde est?"
      "Claro. Realmente, eu preciso de alguns selos. Por que eu no assumo o comando de voc?"
      "Eu apreciaria isto."
      Ela girou, ordenadas suas pernas para mover. Ela no podia sentir eles, mas ela viu Jenny, viu seu olhar, sorriso.
      "Eu s vou correr para o correio. S  um minuto."
      "Certo. Eh, por que voc no toma Henry?" Jenny motioned em direo  parte de trs onde os grunhidos cresceram mais alto e eram pontuados por latidos desesperados.
      "No." Ela alcanou cegamente para a maaneta, pega sua mo atrs quando bateu da Tripulao. "Ele s lutar o atar."
      "Sim, mas . . ." Ela carranca como Laine saiu sem outra palavra. "Engraada, ela . . . oh, ela esqueceu sua bolsa. Com licena s um minuto."
      Jenny agarrou isto de debaixo do contador e estava a meio caminho para a porta quando ela parou, olhou de relance atrs em seus clientes. "Ela disse que ela iria comprar selos? O correio fechado s quatro."
      "Ento, ela esqueceu. Sinta falta?" A mulher gesticulada em direo a suas compras.
      "Ela nunca esquece." De prender a aten a bolsa, Jenny arremessou para a porta, apertando uma mo para sua barriga como ela salpicada sobre a calada. Ela viu brao agarrado do Laine na mo do homem como eles giraram o canto longe do correio.
      "Oh Deus, oh meu Deus." Ela apressou de volta em, tudo menos batendo seus clientes de lado como ela pegou em cima a linha direta do telefone e velocidade-discada Vince.
      
      
    15.
      
      Estava um bairro suburbano quieto, olho do touro de classe-mdia com gramados e rvores bem tratadas copadas grandes to velhas suas razes levantaram em cima por pores das caladas. A maioria de caladas SUVs ostentado, o transporte do suburbanites de escolha. Muitos tiveram cadeiras de carro, e existiam suficiente bicicletas e clunky secondhanders para dizer a Max a idade de crianas no bairro de bebs at adolescncia.
      A casa era um Tudor atraente de duas histrias inglesa com um bonito cobertor de gramado decorado com os canteiros tranqilos e nitidamente aparava arbustos. E um sinal VENDIDO.
      Max no precisou do sinal do agente imobilirio para dizer a ele o lugar estava vazio. No existia nenhuma cortina nas janelas, nenhum carro no passeio, nenhum escombros um menino jovem poderia partir em seu desperta.
      "Saltou," Jack disse.
      "Nossa, Jack, obrigado pelo boletim."
      "Ache que isto  irksome para vir para tudo isso modo e bater um beco sem sada."
      "No existe nenhum beco sem sada, desvios justo."
      "Filosofia boa, filho."
      Max pegou seu entrega seus bolsos, balanados em seus saltos de sapatos. "Irksome?" Ele repetiu, e Jack justo sorriu abertamente. "O bairro como isto tem que ter pelo menos um vizinho curioso. Vamos bater em portas, Jack."
      "O que  a linha?"
      "Eu no preciso de uma linha. Eu tenho licena do investigador."
      Jack movimentou a cabea como eles comearam em direo  casa na esquerda. "As pessoas neste tipo de lugar gostam de conversar com PIs. Adicione excitao para o dia. Mas eu no penso que voc vai dizer a Alice Curiosa que voc est procurando por um influenciar vinte e oito moinho em diamantes roubados."
      "Eu estou tentando localizar Laura Gregoryque  o nome que ela est usando aquie verifico se ela for a Laura Gregory que  um beneficirio em uma vontade. Os detalhes so confidenciais."
      "Boas. Simples e limpas. As pessoas gostam de vontades, tambm. Dinheiro livre." Jack exagerou com o lao de sua gravata. "Como eu pareo?"
      "Voc  uma multa-olhando homem, Jack, mas eu ainda no quero datar voc."
      "Ha!" Ele deu a Max um bofeto atrs. "Eu como voc, Max, maldito se eu no fizer."
      "Obrigado. Agora s mantenha quieto e deixe-me lidar com isto."
      Eles estavam ainda vrios passos da porta de um nvel de diviso modificada quando abriu. A mulher que saiu estava em seus anos trinta medianos e vestindo uma camisa de moletom de enfraquecido acima de cala jeans de enfraquecido. O anthemlike tema msica de Guerras de Estrela despejadas fora a porta atrs dela.
      "Eu posso ajudar voc com algo?"
      "Sim, Madame." Max agarrou seu ID. "Eu sou Max Gannon, um investigador privado. Eu estou procurando por Laura Gregory."
      Ela pareceu dura na identificao, com um vislumbre de excitao em seus olhos. "Oh?"
      "No  nada desfavorvel, Sra. . . ."
      "Porto. Hayley Porto."
      "Sra. Porto. Eu fui contratado localizar Sra. Gregory e verificar que ela  a Laura Gregory chamado como um beneficirio em uma vontade."
      "Oh," ela repetiu como o vislumbre estende para um claro.
      "Meu associado e eu . . . eu sou Bill Sullivan, a propsito." Para aborrecimento do Max, Jack avanou, tomou mo e bombeou do Sra. Porto isto cordialmente. "Ns estvamos pulando falar com Sra. Gregory pessoalmente para verificar que ela  realmente a sobrinha-neta do recente Spiro Hanroe. Existia um pouco de um cisma de famlia na gerao prvia, e vrias dos membros de famlia, inclusive pais do Sra. Gregory, quebrou contactam." Ele ergueu seu entrega um encolher os ombros. "Famlias. O que voc pode fazer?"
      "Eu sei s o que voc quer dizer. Com licena s um minuto." Ela pegou ela voltar na porta. "Matthew? Eu sou direito. Meu mais velho est em casa doente," ela explicou como ela aliviou a porta fechou mas para uma rachadura. "Eu perguntaria a voc, mas ele  um madhouse l. Voc pode ver Laura vendeu a casa." Ela gesticulou em direo  casa da casa ao lado. "Ponha isto no mercado sobre um preo de ms atrsmnimo, tambm. Minha irm  o agente imobilirio que listou isto. Laura quis vender isto rpido, e o fato , ela moveu at antes dele vendido. Ela era canteiro seus anurios do vero um dia e pratos de embalagem a prximos."
      "Isto  estranho, no ?" Max comentou. "Ela menciona por que?"
      "Bem, ela disse que sua me em Flrida estava doente, seriamente mal, e ela estava movendo abaixo l para a cuidar de. Ela viveu ao lado por trs anos, e eu no lembro de seu j mencionando sua me. Seu filho e meu mais velho tocado junto. Ele  um menino doce, seu Nate. Quieto. Eles estavam ambos quietos. Era agradvel para meu Matt ter um amigo da casa ao lado, e Laura era fcil entender-se com. Eu sempre pensei que ela veio de dinheiro entretanto."
      "No ?"
      "S um sentimento. E ela trabalhou de meio perodo em um upscale presente loja no centro comercial. Ela no podia ter disposto a casa, o carro, o estilo de vida, se voc souber o que eu quero dizer, em seu salrio. Ela disse a mim que ela entrou em uma herana.  engraado que ela entrou em dois, no ?"
      "Ela disse a voc onde em Flrida?"
      "No. Flrida justa, e ela estava em um rasgar corre para conseguir ida. Vendida ou doou a muitas suas coisas, e do Nate, tambm. Parou de trabalhar seu carro e fechado com fecho. Ela deixou que . . . eu acho que  trs semanas atrs. Pequenas melhores que isto. Ela disse que ela chamaria quando ela era povoada, mas ela no tem. Era quase como ela estava indo embora."
      "De?"
      "Eu sempre" Ela se corta fora de, de olhos eles ambos um pouco mais cautelosamente. "Voc est certo que ela no est em apuros?"
      "No conosco." Max enviou fora um brilhante sorriso na frente de Jack poder falar. "Ns somos s pagos a propriedade de Hanroe achar os beneficirios e confirmar identificao. Voc pensa que ela est em apuros?"
      "Eu no posso imaginar como, realmente. Mas eu sempre figurei um homemex-maridoem algum lugar no fundo, sabe? Ela nunca datada. No uma vez desde que ela tem estado aqui. E Laura nunca conversou sobre pai do Nate. Nem fez Nate. Mas, a noite antes dela listar a casa, eu vi um sujeito vir por. Dirigiu em cima em um Lexus, e ele estava levando uma caixa. Todo embrulhado com um arco, como um presente do aniversrio, mas ele no era aniversrio do Nate, ou Laura  qualquer um, no que diz respeito a esse assunto. Ele s ficou mais ou menos vinte minutos. Prxima manh, ela chamou minha irm e ps a casa no mercado, deixe seu trabalho, e agora que eu penso sobre isto, ela manteve Nate casa da escola pela semana que vem."
      "Ela disse a voc que sua visita era?" Jack fez a pergunta socivel, como se eles estivessem todo fora aqui apreciando o tempo de fonte e atirando a brisa. "Voc deve ter perguntado. Algum seria curioso."
      "Para falar a verdade no. Eu quero dizer, sim, eu mencionei que eu vi o carro. Ela acabou de dizer que era algum que ela costumava saber e clammed em cima. Mas eu penso que era o ex, e ela totalmente freaked. Voc s no vende sua casa e sua moblia e vai embora aquele modo porque doente da sua me. Eh, talvez ele ouviu sobre esta herana e estava tentando lisonjear seu modo atrs assim ele podia dinheiro. As pessoas podem ser to baixas, sabe?"
      "Eles certamente podem. Obrigado, Sra. Porto." Max ofereceu uma mo. "Voc tem sido muito til."
      "Se voc a achar, diga a ela que eu realmente gostaria ela de chamar. Matt falta Nate algo feroz."
      "Ns faremos isto."
      "Ele chegou a ela," Jack disse como eles comearam de volta para o carro de aluguel.
      "Oh sim, e eu no penso que existia um presente do aniversrio na bonita caixa. Ela est correndo." Ele olhou de relance atrs na casa vazia. "Correndo dele, correndo com os diamantes, ou ambos?"
      "Mulher corre assim  assustada," era opinio do Jack. "As chances so ainda que ele esvaziasse os diamantes nela para custdia, ela at no sabe que ela pegou eles. A tripulao no  um homem para confiar qualquer um, especialmente uma ex-esposa. Isto  meu empreende isto. Ento . . . ns estamos indo para Flrida trabalhar em nossos bronzeados?"
      "Ela no est em Flrida, e ns estamos voltando para Maryland. Eu levantarei sua trilha, mas eu tenho um encontro com um bonito ruiva."
      ***
      "Voc dirigir." A tripulao trocou a arma de fogo de rim do Laine para a bsica de sua espinha. "Eu tenho medo que voc ter que subir sobre. Faa isto depressa, Sra. Tavish."
      Ela podia gritar, ela podia correr. Ela podia morrer. Morreria, ela corrigiu como ela se abaixou no passageiro acomoda, manobrado acima do centro consola. Desde que ela no estava disposta a morrer, ela teria que esperar por uma chance razovel de fuga.
      "Cinto de segurana," Tripulao lembrou a ela.
      Como ela desenhou isto ao redor para assegurar, ela sentiu o amontoar de sua telefone celular em seu bolso deixado. "Eu precisarei das chaves."
      "Claro. Agora, eu vou advertir voc uma vez, s uma vez. Voc dirigir normalmente e cuidadosamente, voc obedecer as leis de trfico. Se voc fizer qualquer tentativa para desenhar ateno, eu atirarei em voc." Ele a deu as chaves. "Confiana mim nisto."
      "Eu fao."
      "Ento vamos iniciar. Encabece em viagem e leve Sessenta e oito, leste." Ele trocou seu corpo assim ela podia ver a arma de fogo. "Eu no gosto de ser dirigido, mas ns faremos uma exceo. Voc devia ser agradecido para seu cachorro. Se ele no tivesse estado atrs, ns sairamos aquele modo e voc estaria tomando este passeio no tronco."
      Deus abenoa voc, Henry. "Eu prefiro esta posio." Como ela dirigiu que ela considerou, e rejeitado, a idia de solo o gs ou tentando chicotear a roda. Talvez, s talvez, aquele tipo de ao herica trabalhada no cinema, mas balas de filme eram branquear.
      O que ela precisou fazer estava de alguma maneira deixava uma trilha. E fique vivo longo suficiente para algum seguir isto. "Voc era o que Willy assustado em chocar-se com a rua?"
      "Uma daquelas tores de destino ou contagem de tempo ou m sorte justa. Onde esto os diamantes?"
      "Esta conversao, e minha existncia, ambos seriam acima de muito depressa se eu dissesse a voc."
      "Pelo menos voc  brilhante suficiente no fingir que voc no saber o que eu estou conversando sobre."
      "O que seria o ponto?" Ela sacudiu um olhar no rearview espelho, deixe seus olhos alargarem, ento deslizaram seus olhos em direo a isto novamente. Era suficiente ter ele girando sua cabea, olhando para trs. E quando ele fez, ela imergiu suas mos em seu bolso, tocados seus dedos acima dos botes, rezando que ela estava corretamente contando, e bata o que ela esperou era Redial.
      "Olhos na estrada," ele estalou.
      Ela agarrou a roda com ambas as mos, apertadas uma vez e pensadas, Atendam o telefone, Max, atenda o telefone e escute. "Onde ns estamos indo, Sr. Tripulao?"
      "S dirija."
      "Sessenta e oito Leste  uma estrada longa. Voc est adicionando rapto interestadual para sua lista?"
      "Dificilmente faria o topo disto."
      "Eu acho que voc seja certo. Eu dirigiria melhor se voc no estivesse apontando aquela arma de fogo em mim."
      "O melhor voc dirigir, a menos chance existir isto sair e por um buraco feio em sua muito bonita pele. Verdadeiro redheadscomo eu assumo que voc , dado seu paitem tal pele delicada."
      Ela no quis que ele pensando sobre sua pele ou pondo buracos nisto. "Jenny vai enviar fora um alarme quando eu no voltar."
      "Ser muito tarde para fazer qualquer diferena. Fique no limite de velocidade."
      Ela acelerou que ela bate sessenta e cinco. "Pickup bom. Eu nunca dirigi um Mercedes.  pesado." Ela correu um dar sua garganta como se nervosa e murmrio. "Liso entretanto. Parea com carro do diplomata ou algo. Sabe, sedan de Mercedes Preto."
      "Voc no me distrair com conversa ftil."
      "Eu estou tentando distrair eu mesmo, se voc no se importar.  a primeira vez que eu fui seqestrado sob a mira de arma. Voc arrombou minha casa."
      "E se eu achasse minha propriedade, ns no estaramos tomando esta pequena viagem junta."
      "Voc fez um inferno de uma baguna."
      "Eu no tive o luxo de tempo."
      "Eu no suponho faria algum bom para assinalar que voc j tem metade do tomar quando o negcio era um quarto? E dizer aquele uma vez que voc fica passado, oh, diga, dez milhes, o resto  suprfluo."
      "No, no iria. Voc tomar a prxima sada."
      "Trs vinte e seis?"
      "Sul, para Um quarenta e quatro Leste."
      "Certo. Certo. Trs vinte e seis Sul para Um quarenta e quatro Leste." Ela olhou de relance acima de. "Voc no parece com o tipo de homem para gastar muito tempo em florestas do estado. Ns no estamos indo acampamento, no ?"
      "Voc e seu pai consideravelmente me incomodaram, e adicionado a minhas despesas. Ele pagar por isto."
      Ela seguida suas direes, cuidadosamente repetindo eles. Ela teve que acreditar que o telefonema para Max foi aprovado. Que baterias do seu telefone estavam ainda em cima, que ela no saiu de alcance.
      "Parque de Recreao de Alleghany," ela disse como ela desligou o macadam e sobre pedregulho em instrues da Tripulao. "Realmente no ajusta o Mercedes."
      "Tome o garfo deixado."
      "Cabanas. Rstico, privado."
      "Agente direito."
      "Muitas rvores. Pista de Deerwalk. Atraente. Eu estou sendo seqestrado para uma cabana em Pista de Deerwalk. S no soa ameaando suficiente."
      "A ltima, na esquerda."
      "Boa escolha. Completamente abrigadas pelas rvores, apenas dentro de viso da prxima cabana."
      Ela teve que desligar o telefone. Ele acharia isto, ela pensou. Ele estava destinado a achar isto, e se estivesse em quando ele fez, ela perderia at aquela vantagem esbelta.
      "Desligue o carro." Ele bateu ele em Estaciona ele mesmo. "D-me as chaves."
      Ela obedeceu, girando sua cabea, encontrando seus olhos, segurando eles. "Eu no pretendo fazer qualquer coisa que me consegue atirado. Eu no vou ser valente ou estpido." Como ela falou, ela deslizou sua mo em seu bolso, correu seu dedo polegar acima dos botes e empurrou Fim.
      "Voc pode comear subindo fora deste modo." Ele abriu a porta em suas costas, deslizou fora. A arma de fogo permaneceu apontado em seu corao como ela hefted seus quadris acima do consolar.
      "Agora, vamos ir do lado de dentro." Ele a cutucou adiante. "E conversa."
      ***
      Ele compensou tempo, Max pensou como ele andou a passos largos atravs do trmino em direo  sada. Ele poderia levantar Laine de do Jenny depois que ele guardou Jack. Ele no achou isto a melhor idia para tomar seu sogro futuro para a casa do policial.
      O problema estava o confiando.
      Ele olhou de relance atrs, Jack Notado estava ainda vestindo uma cor doentia de verde. Eles pegaram um avio de suporte fora de Columbus para o local municipal, e Jack tinha variado sombras de verde desde partida.
      "Odeie aquela lata podelata pode com asas, isto  tudo que eles so." Sua pele estava ainda cintilando com suor como ele se debruou contra o capuz de carro do Max. "Precise conseguir minhas pernas debaixo de mim."
      "Consiga eles debaixo de voc no carro." Porque ele sentiu alguma condolncia, ele abriu a porta, Jack Ajudado povoar seu tamanho do lado de dentro. "Voc vomita em meu passeio, eu vou chutar seu traseiro. S PARA SUA INFORMAO."
      Ele arredondou o capuz, chegou atrs da roda. Ele figurou Grande Jack podia falsificar toda maneira de enfermidades, mas ele levou mais talento que ele podia possuir mudar cor. "Aqui  o que mais vai acontecer. Eu estou tomando voc para do Laine, e voc est ficando l at que eu volte com ela. Voc decola, eu acharei voc, arrasta voc de volta e bato voc insensato com uma vara. Claro nisto?"
      "Eu quero uma cama. Tudo que eu quero ser uma cama."
      Divertiu, Max voltou fora de seu estacionamento encaixa. Lembrando de seu telefone, ele cavou isto fora de seu bolso. Ele teve que desligar isto durante o vo. Comutao ele atrs em, ele ignorou o buzinar que disse a ele que ele teve verbalizou correio e chamou Laine, cela para cela. Ele ouviu sua voz registrada dizer que ele deixe uma mensagem.
      "Eh, beb, eu volto, encabeando fora do aeroporto. Precise fazer uma parada, ento eu serei por levantar voc. Preencha voc quando eu vir voc. Oh, conseguidas algumas coisas para voc. Mais tarde."
      Jack falou com seu voltar, seu fim de olhos. " perigoso para dirigir conversando em uma daquelas coisas."
      "Feche, Jack." Mas porque ele concordou, Max comeou a pr de lado isto, quando ele buzinou para um entrante. Certo ele era Laine, ele respondeu. "Voc  rpido. Eu era Vince justo?"
      Quando medo saltou como uma bola de gelo em sua barriga, ele chicoteou o carro ao lado da estrada. "Quando? Para causa do Cristo, isto  mais que uma hora atrs. eu estou a caminho."
      Ele lanou o telefone no consolar, esmurrou o gs. "Ele a pegou."
      "No, no, isto no  verdade." At a doentia verde diminuiu, deixando branco de osso de rosto do Jack. "Ele no pode a ter, no minha menina de beb."
      "Ele a conseguiu fora da loja logo aps cinco horas. Vince pensa que eles esto em um sedan escuro. Umas pessoas viu ela entrar em um carro com um homem, mas ele no tem uma boa descrio do veculo." Ele teve o Porsche at noventa. "Jenny pegou uma boa descrio do sujeito. Cabelo marrom longo, rabo-de-cavalo, remendo de alma, culos de sol. Macho branco, quarenta e cinco a cinqenta, de seis ps, mdia constri."
      "O cabelo  um cego, mas seria ele. Ele pegou para chegar a mim conseguir os diamantes. Ele a machucar."
      "Ns no vamos pensar sobre isto. Ns vamos pensar sobre como achar eles e a conseguimos de volta." Suas mos eram frio de gelo na roda. "Ele precisa de um lugar. Se ele pensar que as pedras esto aqui, ele no ir longe. Ele precisa de um lugar privado, no um hotel. Ele contactar voc, ou me. Ele cagar!"
      Ele apalpou para o telefone.
      "D isto para mim. Voc nos mata, ns no podemos a ajudar." Jack pegou isto longe, esmurrado para o correio de voz.
      "Voc tem duas novas mensagens. Primeira nova mensagem recebeu maio dcimo oitavo, s cinco e quinze DA TARDE
      Eles ouviram voz do Laine, morto tranqilo. "Sessenta e oito Leste  uma estrada longa. Voc est adicionando rapto interestadual para sua lista?"
      "Esperto," Max respirou. "Ela  muito esperto." Ele atirou no Porsche gostar de uma bala sobre uma fora de-rampa, girado ele como um topo e rocketed para regressar em direo ao interestadual.
      Ele escutou toda palavra, bloqueou o medo. Quando o telefonema terminado, ele teve que ordenar ele mesmo no dizer a Jack jogar de novo isto s assim ele podia ouvir ela verbalizar. "Consiga Vince de volta, d a ele a descrio de veculo e o destino. Parque de Alleghany Recreativo. Diga a ele que ns somos en rota e aquela Tripulao  armada."
      "Mas ns no estamos esperando pelo Polis?"
      "No, ns no estamos esperando por eles."
      Ele voou em direo  floresta.
      ***
      Laine andou na cabana, procurou a rea viva espaosa com sua lareira de pedra e madeira escura, pesada. Estava na hora de, ela concluiu, para uma mudana de tacha.
      Protelar era bom, era bom. Qualquer coisa que a manteve de ser atirado ou batido era bom e bom. Mas ele nunca pagou depender de uma cavalaria de ltima hora carrega. Dinheiro esperto dependido de voc mesmo.
      Ento ela girou, tripulao Oferecida um sorriso fcil. "Primeiro, deixe-me dizer que eu no vou dar a voc qualquer razo para me machucar. Eu no sou em dor. Voc podia, claro, machuque-me de qualquer maneira, mas eu estou pulando que voc tem mais estilo que isto. Ns somos ambas pessoas civilizadas. Eu tenho algo, voc quer algo." Ela passeou acima de um overstuffed verificou sof, se sentou, cruzadas suas pernas. "Vamos negociar."
      "Este"ele gesticulou com a arma de fogo"fala para ele mesmo."
      "Use isto, no consiga nada. Por que voc no oferece a mim uma taa de vinho ao invs?"
      Ele angulado sua cabea em considerao e, ela pensou, reevaluation. "Voc  um fresco um."
      "Eu tive tempo acomodar-se. Eu no negarei voc assustado me. Voc certamente fez, e ainda podia, mas eu estou pulando que voc  aberto a um dilogo razovel aqui."
      Ela sacudiu depressa por seu arquivo mental do que ela soube dele e o que ela podia observar.
      Ego, vaidade, cobia, sociopathic e propenses homicidas.
      "Ns estamos s, eu tenho nenhum modo fora. Voc est na cadeira do motorista, mas quieto . . . eu tenho algo que voc quer."
      Ela lanou de volta sua cabea e riu, e podia ver ela o surpreendeu. Bom. Repila ele equilbrio, mantenha ele pensando. "Oh Deus, quem teria acreditado que o homem velho teve isto nele? Ele tem sido segunda-taxa toda sua vida, e uma dor sria em meu traseiro. Agora ele vai com a pontuao de toda vida. Inferno, a pontuao de dez vidas. E ele o solta direito em meu colo. Eu sinto muito sobre Willy entretanto, ele teve uma natureza doce. Mas, leite derramado."
      Ela pegou de chamejou de interesse em rosto da Tripulao antes dele abrir uma gaveta, tirou um par de algemas.
      "Por que, Alex, se vai existir diverso de escravido, eu realmente apreciaria aquele vinho primeiro."
      "Voc pensa que eu estou comprando isto?"
      "Eu no sou vender qualquer coisa." E talvez ele no estava comprando, mas ele estava escutando o lanar. Ela suspirou como os punhos de manga aterrissados em seu colo. "Certo, seu modo. Onde voc quer eles?"
      "Brao do sof, para sua mo direita."
      Entretanto a idia de se fechar em cima teve sua garganta indo seco, ela fez o que ele disse, ento mandou a ele um olhar abafador. "Que tal aquele bebida?"
      Com um aceno com a cabea, ele subjugou para a cozinha, tirou uma garrafa de um armrio. "Cabernet?"
      "Perfeito. Voc se importa se eu perguntar por que um homem com suas habilidades e saboreia enganchado em cima com Jack?"
      "Ele era til. E por que voc est tentando tocar o duro-afiado oportunista?"
      Ela fingiu fazer beicinho. "Eu no gosto de pensar que eu sou duro, s realista."
      "O que voc  ser um lojista de cidade pequena que tem a m sorte para ter minha propriedade."
      "Eu penso que  notavelmente sorte boa." Ela tomou o vinho que ele ofereceu, sorveu. "A loja  um jogo bom, fixo. Venda artigos velhos, freqentemente intil em um lucro bom. Tambm d a mim entrada em muitos lugares que tm mais velho, artigos freqentemente inteis e muito valiosos. Eu mantenho meu entregar."
      "Bem." E ela podia ver aquele enquanto ele no considerou aquele ngulo antes, ele era agora.
      "Olhe, voc tem um carne de boi com o homem velho, multa. Ele no est nada para mim exceto um albatroz. E se ele j me ensinasse qualquer coisa, era para tomar cuidado com nmero um."
      A tripulao agitou sua cabea lentamente. "Voc saiu daquela loja comigo sem um som, principalmente para proteger o balconista."
      "Eu no iria discutir com a arma de fogo que voc estava empurrando em meu lado. E voc  certo, eu no quis que voc a machucasse. Ela  um amigo, e pelo amor de Deus, ela  quase sete meses grvidas. Eu tenho algumas linhas, Alex. Eu evito violncia."
      "Isto est entretendo." Ele se sentou, gesticulou. "Como voc explica o fato que voc est tendo uns afazeres com Gannon, o investigador de seguro?"
      "Ele  maravilhoso na cama, mas ainda que ele fosse uma lavagem naquela rea, eu o levaria l. Mantenha seus amigos fecharem, Alex, e seus inimigos mais ntimos. Eu sei todo movimento que ele faz antes dele fazer isto. E aqui seja um para livre, show de boa f: Ele est em Nova York hoje." Ela se debruou adiante. "Eles esto forjando uma fraude para desmascarar voc. Deveria existir uma divulgao da imprensa por amanh, reivindicando Max recuperou uma poro dos diamantes. A idia brilhante do Max  isso deixar voc, empurro voc em fazer algo erupo cutnea. Ele  esperto, eu darei a ele isto, mas at agora, ele no pode conseguir uma manivela em voc."
      "Eu acho que me fao mais esperto."
      "Eu acho que isto fazer," ela concordou. "Ele est aproximando-se de em Jack, e Deus conhece Papai velho querido no o agitar para longo. Mas ele no tem uma pista como parar voc." Ego, ego, ego. Bomba seu ego. "Ele est tentando este Granizo Mary passa."
      "Interessante, mas um investigador de seguro dificilmente me concerne."
      "Por que devia ele? Voc o tirou uma vez j. Eu tive que beijar seu machuca." Ela riu. "E fazendo isto, eu o mantive ocupado suficiente para dar a voc quarto."
      "Voc me quer obrigado. Considere o fato que voc no est atualmente em qualquer dor minha obrigado. Onde esto os diamantes, Sra. Tavish?"
      "Vamos fazer isto Laine. Eu penso que ns estamos alm de formalidades. Eu tenho eles. Do Jack e do Willy." Ela trocou na cadeira, ponha um ronronar em sua voz. "O que voc vai fazer com tudo aquele dinheiro, Alex? Viaje? Compre um pas pequeno? Gole mimosas em uma praia em algum lugar? Voc no pensa todas aquelas coisas, todas as pessoas de coisas adorveis, adorveis podem fazer com grande, pilhas gordas de dinheiro  mais divertida com um gostar-pensando companheiro?"
      Seu olhe movido para sua boca, atrs at seus olhos. "Isto  como voc seduziu Gannon?"
      "No, realmente, naquele caso, eu fingi deixar ele me seduzir. Ele  o tipo que precisa perseguir e conquistar. Eu trago muito para a mesa. Voc pode ter os diamantes, e voc pode me ter."
      "Eu podia ter eles ambos de qualquer maneira."
      Ela se sentou de volta, sorveu. "Voc podia. Eu acho homens que apreciam estupram a forma mais baixa. Se voc for um deles, eu julguei mal voc. Voc podia me estuprar, bata-me, atire em-me. Eu certamente diria a voc onde os diamantes esto. Entretanto . . ." Ela sorveu novamente, e ponha um mau cintilar em seu olho. "Voc no saberia se eu estivesse dizendo a verdade. Voc podia desperdiar muito tempo, e eu podia sofrer desconforto considervel. No muito prtico quando eu estiver disposto a fazer um negcio que d a ns ambos exatamente o que ns queremos, com um pouco extras."
      Ele ergueu-se. "Voc  uma mulher intrigante, Laine." Distraidamente, ele tirou a peruca.
      "Mmm, melhor." Ela enrrugou seus lbios como ela estudou seu pewter cabelo. "Muito melhor. Eu podia ter um refil?" Ela resistiu seu vidro, balanou isto suavemente do lado lateral. "Eu gostaria de perguntar a voc algo," ela continuou quando ele voltou para a garrafa. "Se voc tiver o resto dos diamantes"
      "Se?"
      "Eu s tenho sua palavra que voc faz. Eu no considero meu pai uma fonte confivel."
      "Oh, eu tenho eles."
      "Se voc por que no tome o pssaro na mo e voe em lugar de bater o arbusto para o resto?"
      Seu rosto era pedra, o sorriso esculpido sobre isto, e o morto de olhos. "Eu no conformar-me metade de qualquer coisa."
      "Eu respeito isto. Ainda, eu podia fazer compartilhando muito agradvel para voc."
      Ele encheu seu vidro, conjunto a garrafa na mesa. "O sexo  avaliado em excesso."
      Ela deu um risada baixo, gutural. "Queira aposta?"
      "To atraente quanto voc , voc s no  no valor de vinte e oito milhes."
      "Agora voc machucou meu ." Consiga ele mais ntimo, ela pensou, consiga ele mais ntima e o distraia. Machucar, mas ele s machucar por um minuto. Tonificante se para isto, ela se debruou adiante para o vinho, ento trocou muito o telefone em seu bolso bateu contra o brao do sof.
      Ele estava nela como fria, arrancando seu cabelo para a arrastar abaixo, rasgando em seu bolso. Existiam pontos pretos flutuante de dor e medo girando na frente de seus olhos, mas ela se empurrou em cima shakily e olhado fixamente em que ela esperou passado como desgosto nas manchas de vinho em suas calas.
      "Oh, pelo amor de Deus. Eu espero que voc tem um pouco de refrigerante de clube."
      Ele backhanded ela de forma que os pontos pretos explodidos em vermelhos.
      
      
    16.
      
      Max angulado seu carro atravs da estrada de pedregulho, s longe da vista da ltima cabana na esquerda. Se Tripulao tentada correr, ele teria que ir pelo Porsche primeiro.
      Estava crepsculo quieto e prximo. Ele viu pequena atividade no bosque, ou nas cabanas ele passou. Hikers voltaria por este tempo de dia, excursionistas adaptar-se para jantar ou um bebida.
      Ele corta o motor, ento debruado atravs de Jack destrancar a caixa de luva.
      "Ns no podemos s nos sentar aqui."
      "Ns no estamos indo s sentar aqui." Max removeu sua arma de fogo, um segundo clipe, ento lanou um par de binoculars em colo do Jack. "Vigie o lugar."
      "Voc entra l com isto, algum vai ser machucado. As armas de fogo so dificuldade," Jack adicionou quando Max olhou meramente para ele.
      "Direito em ambas as contas." Ele verificou o clipe, bateu ele atrs em lugar, empurrou o sobressalente em seu bolso. "Polis esto a caminho. Levar eles algum tempo para assegurar a rea, instale para uma situao de refm. Eles sabem que ele seja armado, eles sabem que ele tenha Laine. Eles tentaro negociar."
      "Como voc negocia com um fucking luntico? Minha menina est l, Max. Isto  minha menina de beb l."
      "Ela  minha menina, tambm. E eu no negocio."
      Jack bateu o de volta de seu dar sua boca. "Ns no estamos esperando pelo Polis aqui qualquer um."
      "Ns no estamos esperando." Desde que Jack teve ainda para usar os culos de campo, Max levou eles, enfocada em a cabana. "Fechada apertada. As cortinas so puxadas acima das janelas. Deste ngulo, eu vejo uma porta, quatro janelas. Provavelmente uma porta traseira, acoplar mais janelas no outro lado, acoplar atrs. Ele no pode sair deste modo, mas se ele ficar passado me, ele podia balanar em torno do outro lado, leve um dos laterais estradas e lao para o principal. Eu no penso que ns vamos deixar que acontecemos."
      Uma vez mais, ele alcanou na caixa de luva. Este tempo ele retirou-se uma faca embainhada. Quando ele drenou o couro, a lmina era um brilho de prata claro com uma extremidade dentada maligna.
      "Jesus Cristo."
      "Voc cuida dos pneus naquele Mercedes com este?"
      "Pneus." Jack respirou fundo, em, fora. "Sim. Eu posso fazer isto."
      "Certo. Aqui seja o modo que ns tocamos isto."
      ***
      Do lado de dentro, Laine se empurrou em cima. Suas orelhas tocaram do sopro, e debaixo do bater, ela se amaldioou por no movendo depressa suficiente, no antecipando sua reao assim ela tomou um bater em lugar de um golpe direto.
      Ela soube que seus olhos eram brilhantes com lgrimas, mas ela no derramaria eles. Ao invs ela queimou eles longe com um olhar fixo quente como ela deitou uma mo em que ela pulsando ma do rosto. "Seu bastardo. Voc filho de uma cadela."
      Ele a agarrou pela camisa, arrastada sua uma polegada fora do sof. Ela esticou seu brao livre como ela olhou fixamente de volta nele, mas ela estava ainda com falta de sua meta. "Quem voc iria chamar, Laine? Papai velho querido?"
      "Voc idiota." Sua resposta, e o empurro furioso o surpreendeu suficiente para ter ele soltando suas costas sobre o sof. "Voc disse que eu esvaziasse meus bolsos? Voc perguntou se eu tivesse um telefone?  fora de, no ? Eu sempre carrego isto ao redor comigo na loja. Voc tem sido comigo o tempo inteiro, Einstein. Eu fiz alguns telefonemas?"
      Ele pareceu considerar, ento girou o telefone acima de e estudou isto. "Parece ser fora de." Ele alimentado ele em cima. Depois que procurou por e achou servio, o telefone deu um pouco vibra. "Parece que voc tem uma mensagem. Por que ns no vemos quem tem estados tentando alcanar voc?"
      "Beije meu traseiro." Ela deu um aborrecido encolher os ombros, fugida mais ntima para a mesa, agarrou a garrafa de vinho e refilled seu vidro. Sua mo permaneceu perfeitamente afiana quando ela ouviu voz do Max anuncia que ele voltava.
      "L, isso soa como eu contactei ele por telefone ou o poder de minha mente? Jesus." Ele era uns bons quatro ps longe agora. Muito longes. Anotando a garrafa, ela ema forma de xcara sua bochecha ferida. "Consiga-me um pouco de goddamn gelo para este."
      "Eu no gosto de ordens."
      "Sim, bem, eu no gosto de ficar com bagueta por um pouco de sujeito com um impulso-controla problema. Como o inferno  eu indo explicar esta contuso, e acredite me em, ser um beaut. Voc s complicado tudo. E voc sabe o que mais, pessoa importante? Minha oferta prvia  agora fora da mesa. Eu no durmo com homens que me batem. No sempre, no para qualquer coisa." Ela aliviou adiante um pouco, como se confortante se, e continuou a esfregar sua bochecha.
      "Assunto direto negocia agora. Nenhum lado bennies."
      "Voc parece esquecer, isto no  uma negociao."
      "Negocivel de tudo. Voc tem metade, eu tenho metade. Voc quer todo. Eu, por outro lado, sou mais realista, e muito menos avaro. Tome estas coisas de maldio fora de," ela exigiu, rattling os punhos de manga. "Onde o inferno eu estou indo?"
      Ela viu seu movimento da mo, muito ligeiramente, em direo a seu bolso de calas deixadas. Ento gota longe novamente. "Eu no acho. Agora . . ." Ele comeou em direo a ela. "Os diamantes."
      "Voc me bate novamente, voc deita uma mo em mim, e eu juro, eu verei o Polis conseguir eles antes de voc conseguir mais uma pedra."
      "Voc tem uma construo delicada, Laine. Os ossos delicados quebram facilmente. Eu penso que voc tem uma mente forte; poderia tomar um grande negcio para quebrar isto. Eu podia comear com sua mo. Voc sabe quantos ossos existem na mo humana? Eu no posso lembrar bastante, mas eu acredito que existimos vrios."
      Seus olhos vieram para vivos como ele disse isto, e nada no todo de sua vida j assustou seu mais que isso divertiu cintila. "Alguns estalaro, alguns quebraro. Seria muito doloroso. Voc dir a mim onde os diamantes esto, e voc dir a mim a verdade, porque at uma forte se importa de pode tolerar s tanta dor."
      Sua pulsao estava batendo em seus templos, em sua garganta, em suas pontas do dedo, bateria de terror, tudo menos ensurdecedor. "E s um doente consiga juiced no pensamento de causar isto. Sabe, sem aquela pequena falha, eu teria apreciado gastar algum tempo com voc."
      Ela teve que manter seus olhos em seu, afiance em seu. Sobrevivncia dependida disto. "Eu gosto de roubar," ela continuou. "Eu gosto de tomar o que perteno a outra pessoa e fazendo isto meu.  tal pressa. Mas a pressa no vale a pena dor. Nunca  no valor de minha vida. Isto est um pouco algo que eu levantei de meu pai. Eu penso que ns alcanamos um ponto onde voc quer os diamantes mais que eu fao. Voc quer saber onde eles esto Isto  mais fcil que voc pensa. Mas chegando a eles, bem . . ."
      Seu corao era thumping como um jackhammer como ela curvada seus lbios, enrolado seu dedo. "Venha aqui, e eu darei a voc um pouco sugesto."
      "Voc far melhor que isto."
      "Oh, vamos. Pelo menos deixe-me ter alguma diverso com isto." Ela brincou com o pendente ao redor seu pescoo, segurou isto. "O que este parece com para voc?" Ela alarga um risada suave. "Vamos, Alex, tome um olhar mais ntimo."
      Ela soube que ela o teve quando ele andou para ela, quando seu olhar fixou no pendente. Ela deixa isto gota novamente, livre sua mo, ento debruada adiante novamente como se levantar seu wineglass. " tudo sobre misdirection, realmente. Outra pequena coisa eu levantei de meu pai."
      Ela balanou seu rosto em cima muito sua ateno fecharia nisto. S existiria uma chance. Ele passou para o colar, curvando, angulando sua cabea assim ele podia conseguir um olhar mais ntimo.
      E ela ocorreu para o sof, balanando o vinho reprimir um furioso roundhouse. Existia a rachadura horrorosa de vidro em osso, o salpico de vinho tinto como uma erupo de sangue. O impulso teve ele derramando acima de trs como ela permaneceu em seu metade abaixa, arquejando, a garrafa quieta embreado em sua mo.
      Ela soltou para seus joelhos, rechaando uma onda de basca como ela esticou tentar o alcanar. Ela teve que conseguir a chave fora de seu bolso, consiga a arma de fogo, consiga o telefone. Caia fora.
      "No! Goddamn isto." As lgrimas de frustrao queimada em seus olhos como ela puxou seus msculos e achou que ele caiu s fora dela alcana. Ela subiu em cima novamente, subido sobre o sof, ramming ele com seu ombro para cutucar isto atravs do cho. S um pouco mais ntimo. S um pouco.
      O sangue rugido em suas orelhas, e sua prprias voz, alta e milhas desesperadas, soadas longe como ela se ordenou para vamos, vamos, vamos!
      Ela pomba atrs no cho, pegando em sua perna de cala, arrastando seu corpo em direo a ela. "A chave, a chave, oh Deus, por favor, deixe ele ter a chave."
      Ela olhou de relance acima de. A arma de fogo estava no contador da cozinha oito ps longe. At que ela destrancou os punhos de manga, poderia tambm ter sido oitocentos. Fazendo presso contra, ela esticou at o metal corte em seu pulso, mas sua mo livre alcanou seu bolso e seus dedos trmulos imersos em.
      Aquelas stinging lgrimas derramadas acima de quando seus dedos encontraram o pedao pequeno de metal. Respire ofegante, ela apalpou isto na fechadura, amaldioou se novamente e friccionou seus dentes. Os minsculos clique era como um tiro. Ela ofereceu oraes incoerentes de obrigado como ela empurrou o punho de manga fora de seu pulso.
      "Pense. S pense. Respire e pense." Ela se sentou no cho, tomando alguns segundos preciosos para cortar pelo pnico.
      Talvez ela o matou. Talvez ela tem atordoado ele. Ela era maldita se ela iria verificar. Mas se ele no estivesse morto, ele veio depois dela. Ela podia correr, mas ele veio depois dela.
      Ela subiu em cima novamente e, grunhindo, arquejando, comeou a o arrastar em direo ao sof. Em direo aos punhos de manga. Ela o fecharia abaixo,  disso que ela faria. Ela o fecharia abaixo. Consiga o telefone, consiga a arma de fogo, pea ajuda.
      O alvio inundado em quando ela estalou o punho de manga em seu pulso. Sangue gotejado abaixo seu rosto, gotejada em sua mo como ela empurrou sua jaqueta de lado, alcanado no dentro de bolso para ela telefona.
      O sbito vocifere de um alarme de carro rasgou um grito pequeno fora de sua garganta. Ela sacudiu, olhada em direo  porta. Algum estava l fora. Algum podia ajudar.
      "Ajuda." A palavra terminou em um sussurro, e ela se empurrou para seus ps. Como ela pulou adiante, uma mo agarrou seu tornozelo e enviou seu slamming facedown sobre o cho.
      Ela no gritou. Os sons ela fez era feral rosna como ela deu, rastejou adiante. Ele arrancou, enganchando um brao ao redor suas pernas assim ela era forada a rodar, empurrando se em cima da cintura para usar seus punhos, suas unhas.
      O chifre continuado a soar, como um grito de dois tom, repetidas vezes enquanto ela rasgou nele, enquanto ele puxou seu mais ntimo. Sangue emaranhado seu cabelo, listrado seu rosto, esguichados fora de ferimentos frescos onde suas unhas rasgadas.
      Ela ouviu um impacto, e uma dela batendo braos cado sobre vidro quebrado. O novo sacuda de dor teve seu rodante, entrincheirando-se com cotovelos para ganhar algumas polegadas preciosas. Uma vez mais sua mo fechada acima da garrafa de vinho.
      Este tempo quando seu corpo empurrou ao redor que ela teve isto que agarradas em ambas as mos gostam de uma massa no prato. E ela balanou duro para as cercas.
      L um estar que bateem sua cabea? No quarto? Fora de? Em algum lugar um bater. Mas seu aperto em seu lanado, seus olhos forados o recuo de e seu corpo foram quietos.
      Choramingando, ela scuttled atrs como um caranguejo.
      Isto  como Max a viu quando ele apressou no quarto. Abaixou no cho, sangue em suas mos, suas calas e camisa rasgada e splotched com vermelho.
      "Laine. Todo-poderoso de Deus de Jesus." Ele lunged para ela, o frio controla que ele estalou em chegar do lado de dentro, chegar a ela, quebrada como vidro. Ele estava em seus joelhos ao lado dela, correndo seu d seu rosto, seu cabelo, seu corpo. "O quo ruim voc  machucado? Onde voc  machucado? Voc  atirado?"
      "O que? Atirou?" Sua vista saltada, como um filme arranhado. "No. Eu sou . . . isto  vinho." Um vertiginoso borbulha explodido em sua garganta e terminou como um risada louco. "Vinho tinto, e, oh, algum disto  sangue. Seu. Principalmente seu. Ele est morto?" Ela disse isto quase conversationally. "Eu o matei?"
      Ele escovou o cabelo de volta de seu rosto, leu rapidamente seu dedo polegar suavemente acima de sua ma do rosto contundida. "Voc pode esperar?"
      "Certo. Nenhum problema. Eu s quero me sentar aqui."
      Max subjugou, abaixada por Tripulao. "Viva," ele disse depois que ele verificou para uma pulsao. Ento ele estudou o rasgado, danificado e sangrou rosto. "Um nmero fez nele, no ?"
      "Eu o bato com a garrafa de vinho." O quarto estava movendo, ela percebeu, sempre muito ligeiramente. E l pareceu ser pequenas ondas no ar, como gua. "Duas vezes. Voc veio. Voc conseguiu minha mensagem."
      "Sim. Eu consegui sua mensagem." Ele bateu levemente Tripulao abaixo para armas, ento voltaram para Laine. "Voc certo voc no  machucado?"
      "Eu s sinto entorpeo agora mesmo."
      "Certo ento." Ele deixa sua arma de fogo no cho ao lado deles e embrulhou seus braos ao redor ela. Todo o medo, a fria, o desespero ele rechaou pela ltima hora rolada nele, desenrolou novamente. "Eu preciso esperar," ele murmurou contra sua garganta. "Eu no quero machucar voc, mas eu tenho preciso esperar."
      "Eu tambm." Ela escavou nele. "Eu tambm. Eu soube que voc veio. Eu soube que voc estaria aqui. No significa que eu no posso cuidar de eu mesmo." Ela aliviou de volta um pouco. "Eu disse a voc que eu posso cuidar de eu mesmo."
      "Duro de discutir com isto. Vamos ver se ns podemos levantar-se."
      Quando eles ganharam seus ps, ela se debruou nele, olhada abaixo em Tripulao. "Eu realmente o atingi. Eu sinto . . . autorizei e satisfeito e . . ." Ela tragou, apertou uma mo para seu estmago. "E um pouco doente."
      "Vamos conseguir voc, consiga voc algum ar. Eu cuidarei de coisas aqui. Polis esto a caminho."
      "Certo. Eu estou agitando ou isto  voc?"
      "Pouco de ambos. Voc tem um pouco choque continuando, Laine. Ns conseguiremos voc, e eu quero voc s para se sentar no cho, deite-se se fizer que voc se sente melhor. Ns pediremos uma ambulncia."
      "Eu no preciso de uma ambulncia."
      "Isto  discutvel, mas ele certo como inferno faz. Aqui ns vamos."
      Ele a levou fora. Jack originou-se do canto da casa, o apunhalar uma mo, uma pedra no outro. Primeiro confuso pensado do Laine estava o quo tolo ele pareceu.
      Ento ele abaixou ambos os braos, e a faca e pedra caram de seus dedos flcidos at o cho. Ele tropeou adiante, varrida ela em.
      "Lainie. Lainie." Urgente seu rosto para seu ombro, ele entra repentinamente em lgrimas.
      "Est tudo bem. Eu estou certo. Shh." Ela ema forma de xcara seu rosto, recuar beijar suas bochechas. "Ns estamos certo, Papai."
      "Eu no podia ter vivido. Eu no podia"
      "Voc veio. Voc veio quando eu precisei de voc. Eu no somos sortudos para amar dois homens quem existem quando eu preciso deles?"
      "Eu no soube se eu estivesse voltando," ele comeou.
      Em uma onda de ternura, ela escovou lgrimas de suas bochechas. "Mas voc fez no ? Agora voc precisa ir."
      "Lainie."
      "A polcia estar aqui qualquer minuto. Eu no fui por tudo isso ver voc prendeu. V. Antes deles vir."
      "Existem coisas que eu preciso dizer para voc."
      "Mais tarde. Voc pode dizer eles mais tarde. Voc sabe onde eu vivo. Por favor, Papai, v."
      Max andou de volta fora com o telefone para sua orelha. "Assegurada da tripulao. Batido do Laine em cima mas ela  certa. A tripulao vai precisar de alguma ateno mdica. Laine e eu esperaremos aqui. O que  seu HORA PREVISTA DE CHEGADA? Bom. Ns esperaremos." Ele clicou fora de. "Vince e o resto deles sero chegar. Voc tem mais ou menos cinco minutos," ele disse iar. "Melhor conseguir mudana."
      "Obrigado." Jack ofereceu a sua mo. "Talvez voc quasebom o suficiente para ela. Eu estarei vendo voc. Logo," ele adicionou como ele girou para Laine. "Logo, menina de beb."
      "Eles esto vindo." Ela ouviu as sirenas. "Se apresse."
      "Tome mais que um pouco de hick Polis para pegar Grande Jack O 'Hara." Ele piscou nela. "Mantenha uma luz que queima para mim." Ele jogged em direo ao bosque, girado para um rpido sada, ento desaparecidos neles.
      "Bem." Laine alarga uma respirao longa. "L ele vai. Obrigado."
      "Para que?" Max perguntou como ela o beijou.
      "Para deixar meu pai ir."
      "Eu no sei o que voc est conversando sobre. Eu nunca encontrei seu pai."
      Em um risada amortizado, ela esfregou seus olhos. "Eu penso que eu vou fazer isto sentando-na-coisa moda agora."
      ***
      No era difcil de ganhar um debate sobre uma visita para o ER com um homem que estava to aliviado que voc era vivo e inteiro ele teria dado a voc qualquer coisa que voc pediu. Laine aproveitou-se disto, e de amizade do Vince, ir direta casa.
      Ela seria exigida para dar um mais complete declarao para o chefe de policie a prxima manh. Mas ele aceitou sua conta abreviada de eventos.
      Ela deu isto enquanto ela se sentou no cho fora da cabana, com um cobertor ao redor seus ombros. Entretanto ela foi bem sucedida para sua provao com Tripulao com nada mais srio que cortes e contuses, ela no fez objeto quando Max cortar o interrogatrio de polcia, escavou ela fora do cho e a levou para seu carro.
      Deu sua muita satisfao para assistir Tripulao arrastada fora em uma maca.
      Muita satisfao.
      Jack O 'filha da Hara ainda teve os movimentos.
      Agradecido, era todo Laine podia pensar como ela gastou uns cheios vinte minutos debaixo dos quentes pulsando spray do chuveiro. Ela era to agradecida para Max, para Vince, para destino. Inferno, ela era agradecida para comunicao digital. Tanta assim ela se iria aposentar sua telefone celular, tem isto montado e pendurado em um lugar de honra.
      E ela nunca beberia cabernet novamente desde que ela vivesse.
      Ela saiu do chuveiro, secou se cuidadosamente. O entorpecimento era longo ido, e toda pancada, raspadura e contuso doeram gostam de fria. Ela tragou quatro aspirina, ento juntada sua coragem e tomou um olhar para se no espelho de comprimento total.
      "Oh. Ai." Ela silvou fora uma respirao como ela girou para a viso traseira. Ela era uma baguna colorida de contuses. Quadris, canelas, joelhos, braos. E o beaut ela predisse em sua bochecha certa.
      Mas eles enfraqueceriam, ela pensou. Eles enfraqueceriam e so esquecidos como ela voltou a viver sua vida. E Alex Crew gastaria o resto de seus atrs de bares. Ela esperou que ele amaldioou seu nome todo dia daquela vida. E ela esperou que ele gastou toda noite que sonha com diamantes.
      Como uma concesso para as contuses, ela vestiu de suores soltos, amarrado seu cabelo mido atrs livremente. Como uma concesso para vaidade, ela gastou algum tempo com maquilagem para downplay a marca de violncia em seu rosto.
      Ento ela girou, espalhe seus braos e tratou Henry, que sombreou seuat no banheirodesde que ela o recuperou de do Jenny. "No muito ruim, certo?"
      Ela achou Max na cozinha, aquecendo o contedo de uma lata de sopa no fogo. "Pensou que voc poderia estar com fome."
      "Voc pensou direito."
      Ele andou para ela, tocados seus dedos acima da contuso. "Eu sinto muito que eu no era mais rpido."
      "Se voc sentir muito, voc est diminuindo minha prpria coragem e inteligncia e eu tenho felicitado eu mesmo neles."
      "No quereria fazer isto, mas eu preciso dizer, eu me sinto enganado. Voc me roubou de uma chance de bater que filho de uma cadela em polpa."
      "Da prxima vez ns lidamos com um homicida sociopath, voc pode o tirar."
      "Da prxima vez." Ele voltou mexer a sopa. Laine ligou suas mos.
      "Ns apressamos em tudo isso, Max."
      "Sure.have."
      "Pessoas . . . eu imagino pessoas que renem-se em situaes intensas ou perigosas freqentemente apressam em coisas. Todas aquelas emoes cortando. Quando coisas estabilizarem-se, eles provavelmente lamentam aps aqueles impulsos."
      "Lgico."
      "Ns podamos lamentar isto se ns movermos adiante o modo que ns conversamos por volta de antes. Ns podamos lamentar apressar em uma relao, muito menos casamento."
      "Ns podamos." Ele bateu a colher na extremidade da panela, ento anotar isto e girada para ela. "Voc se importa?"
      Ela apertou seus lbios junto antes deles poder tremer. Ele estava a, em seu fogo, todo alto e rangy, com aqueles olhos perigosos e aquela posio fceis. "No. No, eu no me importo. Nem mesmo um pouco." Ela voou nele, rebelando-se em seus dedes do p quando seus braos clamped ao redor ela. "Oh Deus, eu no me importo. Eu amo voc tanto."
      "Whew. Isto  bom." Sua boca esmagada para sua, ento suavizou, ento demorou. "Eu no me importo qualquer um. Alm disso, eu acabei de levantar este para voc em Nova York. Seria perdido se voc quisesse comear a ficar sensato em mim agora."
      Ele arrastou a caixa fora de seu bolso. "Bonito certo eu lembro o que voc disse que voc gostou."
      "Voc levou tempo me comprar um anel em todos este?"
      Ele piscou. "Oh. Voc quis um anel?"
      "Esperto-traseiro." Ela abriu a caixa, e seu corao girado lentamente, graciosamente, acima de em seu peito como ela olhou fixamente para a praa-cortado diamante na colocao de platina simples. " perfeito. Voc sabe que  perfeito."
      "No ainda." Ele tirou isto, deslizou isto em seu dedo. "Agora ." Ele beijou suas juntas desprezadas s em baixo disto. "Eu vou gastar minha vida com voc, Laine. Ns comearemos hoje  noite com voc sentando l e mim fazendo voc sopa. Nada intenso sobre isto."
      "Sons bons. Bom e normal."
      "Ns podemos at discusso se voc quiser."
      "Isso no soa to ruim qualquer um. Talvez antes de ns fazer, ns devamos conseguir o resto dele fora do modo. Eu posso ver eles?"
      Ele diminuiu a sopa, abriu a pasta que ele fixou na mesa. A viso dele tirando o piggy banco fez seu risada e mais baixo para uma cadeira.
      " horrvel realmente, pensar que eu poderia ter sido morto acima de que est na barriga de um piggy banco. Mas de alguma maneira no .  s assim Jack."
      "Um rep da companhia de seguro estar levantando eles amanh." Ele espalha um jornal, levantou o pequeno martelo que ele achou no mudroom. "Queira as honras?"
      "No. Seja meu convidado."
      Levou um par de bons golpes antes dele poder deslizar o enchimento, ento a bolsa. Ele despejou a cachoeira cintilante nele na mo do Laine.
      "Eles no tm menos deslumbrando, no ?"
      "Eu gosto do em seu dedo melhor."
      Ela sorriu. "Ento faa eu."
      Enquanto ele esvaziou os fragmentos e jornal, ela borrifou os diamantes sobre aveludados. "Eles tero metade deles atrs agora. E desde Tripulao tem sido identificada e capturada, eles poderiam achar o resto deles onde ele viveu, ou em uma caixa de depsito seguro debaixo de seu nome."
      "Talvez. Poderia ter uma poro de que eles esconderam aquele modo. Mas ele no foi para Columbus, ele no tomou algo para aquela criana fora da bondade de seu corao ou uma obrigao parental. O ex e o filho tem algo, ou saiba algo."
      "Max, no siga eles." Ela alcanou para sua mo. "Deixe isto ir. Eles esto s tentando cair fora dele. Tudo que voc disse que eu dissesse ela est s tentando proteger sua criana, d a ele uma vida normal. Se voc seguir eles, ela se sentir caada, ela correr novamente. Eu sei o que isso . Eu conheo o que era como para minha me at que ela achou alguma paz, at que ela achou Rob. E meu pai, bem, ele  um ladro e um trapaceiro, e um mentiroso, mas ele no  louco, ele no  um assassino."
      Ela cutucou os diamantes em direo a ele. "Nenhuma quantia destes vale a pena fazer aquele menino inocente viver com o fato que seu pai  um assassino. Eles so pedras justa. Eles so coisas justa."
      "Deixe-me pensar sobre isto."
      "Certa." Ela levantou, beijou o topo de sua cabea. "Certa. Diga a voc o que. Eu porei uns sanduches junto para ir com esta sopa. Voc pode cruzar os diamantes com sua lista. Ento ns colocaremos no lugar eles e comeremos gostam das pessoas chatas, normais."
      Ela levantou conseguir o po. "Ento quando voc supe que eu posso conseguir meu carro de volta de Nova Jersey?"
      "Eu conheo um sujeito que transportar isto. Par de dias." Ele conjunto para trabalhar. "Eu correrei voc ao redor enquanto isso, ou voc pode usar meu carro."
      "Veja, chateando e normal. Mostarda ou mayo no presunto?"
      "Mostarda," ele disse distraidamente, ento caiu em silncio com o cachorro que ronca em seus ps.
      "Filho de uma cadela."
      Ela olhou de relance atrs. "Hmm?"
      Ele agitou sua cabea. "Deixe-me fazer isto novamente."
      Laine corta os sanduches que ela construiu em dois. "No adiciona em cima, faz isto?" Ela fixa os pratos na mesa como Max bateu seus dedos e a estudou. "Eu tinha medo disto. Ou no com medo, realmente, acabou de renunciar. Um pouco com falta da parte de quarto?"
      "Mais ou menos vinte e cinco quilates pequenos."
      "Uh-huh. Bem, seu cliente aceitaria, eu estou certo, que as aes poderiam no ter sido uniformemente dividido. Que as pores que so remanescentes poderia ser s um pouco pesada."
      "Mas isso no seria o caso, iria isto?"
      "No. No, eu duvido muito que era o caso."
      "Ele embolsou eles. Seu pai."
      "Ele tiraria sua parte, selecionadas algumas das pedras, da mesma maneira que uma espcie de seguro, ento ele teria posto eles em outro recipienteo porcoe manteve o seguro nele. Em um cinto de dinheiro ou um bolsa ao redor seu pescoo, at em seu bolso. 'Ponha todos os seus ovos em uma cesta, Lainie, a manivela vai quebrar. Ento tudo que voc tem ser ovos mexidos.' Voc quer caf com este?"
      "Eu quero uma cerveja de maldio. Eu deixo ele caminhar."
      "Voc teria deixado ele caminhar de qualquer maneira." Ela conseguiu a cerveja, estalou o topo para ele, ento deslizou em seu colo. "Voc aceitaria em devoluo os diamantes se voc soubesse que ele teve eles, mas voc teria deixado ele caminhar. Realmente, nada  mudado.  s uns desprezveis vinte e cinco quilates." Ela beijou sua bochecha, ento o outro, ento sua boca. "Ns somos certos, certos?"
      Quando ela povoou sua cabea em seu ombro, ele acariciou seu cabelo. "Sim, ns somos certos. Eu poderia pr uma bota em traseiro do seu pai se eu j o vir novamente, mas ns somos certos."
      "Bom."
      Ele se sentou, stroking seu cabelo. Existiam sanduches de presunto na mesa, sopa no fogo. Um cachorro cochilou no cho. Alguns milhesdo ou assistem diamantes faiscados na luz da cozinha.
      Eles eram certos, Max pensou. De fato, eles eram maravilhosos.
      Mas eles nunca iriam ser chatos e normais.
      
      
      
      
      PARTE
      Dois
      
      
      
      Toda a mudana de coisas;
      Nada perece.
      OVID
      
      Cometa os pecados mais velhos
      O mais novo tipo de modos.
      WILLIAM SHAKESPEARE
      
      
      
    17.
      
      Nova York, 2059
      Ela esteve morrendo para chegar em casa. Sabendo sua prpria casa, sua prpria cama, suas prprias coisas estavam esperando por seu feito at o trfico da tarde imunda do aeroporto um prazer.
      Existiam escaramuas pequenas, traies insignificantes, deslealdade sincera e combate amargo entre os txis, comutadores e tanklike maxibuses. Despesa, o airtrams, zepelins e minishuttles metralharam o cu. Mas assistindo o trfico guerreia salrio fez seu antsy suficiente para imaginar se saltando na cadeira dianteira para agarrar a roda e mergulhar na rixa, com um grande negcio mais vcio e entusiasmo que seu motorista.
      Deus, ela amou Nova York.
      Enquanto seu motorista rastejado ao longo do FDR como um do exrcito de veculos batalhando seu modo na cidade, ela se entreteve assistindo os outdoors animados. Alguns estavam pequenos histrias, e como um escritor se, e o amante de um bom conto, Samantha Gannon apreciou isto.
      Observe, ela pensou, a bonita mulher vadiando poolside em um recurso, obviamente s e s enquanto acopla salpico ou passeio. Ela ordena um bebida, e com os primeiros gole seus olhos encontram aqueles de um homem magnfico s emergindo da gua. Msculos molhados, sorriso de assassino. Um momento eltrico que dissolve em uma cena de luar onde o par agora feliz caminha de mos dadas ao longo da praia.
      Moral? O rum do bebida Silby e abre seu mundo para aventurar, romanceie e realmente bom sexo.
      Devia ser to fcil.
      Entretanto, para algum, era. Para suas avs existem um momento eltrico. O rum no tocou uma parte, pelo menos no em quaisquer das verses ela ouviu. Mas seus olhos encontraram, e algo estalou e chiou pela circulao sangnea de destino.
      Desde que eles seriam casados por cinqenta e seis anos esta vinda cai, qualquer que algo tinha estado fazia um trabalho slido.
      E por causa disto, porque destino trouxe eles juntos, ela estava sentando atrs de uma grande, sedan preto, indo para o bairro residencial, encabeando em direo a casa, casa, casa, depois de duas semanas que viajam nas estradas speras, infinita de uma excurso de livro nacional.
      Sem suas avs, o que eles fizeram, o que eles escolheram, no existiria nenhum livro. Nenhuma excurso. Nenhuma volta ao lar. Ela devia eles todosbem, no a excurso, ela emendou. Ela dificilmente podia culpar eles por isto.
      Ela s esperou que eles eram metade como orgulhosa dela como ela era delas.
      Samantha E. Gannon, autor mais vendido nacional de Pedras Quentes.
      Isso era gelado ou o que?
      Exagerando o livro em quatorze costa das cidades para costearpor quinze dias, as entrevistas, os aparecimentos, os hotis e estaes de transporte tinham esvaziado.
      E, vamos ser honrado, ela disse a se, fabuloso em seu modo louco.
      Toda manh ela se arrastou de uma cama estranha, escorada abre seus olhos turvos e olhados fixamente para o espelho s para estar certo ela veria se olhando fixamente de volta. Estava realmente acontecendo, para ela, Sam Gannon.
      Ela tem escrito isso tudo de sua vida, ela pensou, toda vez ela ouviu a histria de famlia, toda vez ela implorou suas avs para dizer isto, lisonjeados para mais detalhes. Ela tem afiado sua arte em toda hora que ela gastou provendo a cama como uma criana, imaginando a aventura.
      Pareceu to romntico para ela, to excitante. E a melhor parte era que era sua famlia, seu sangue.
      Seu projeto atual estava vindo junto bem. Ela estava chamando isto s Grande Jack, e ela pensou que seu bisav teria conseguido uma carga muito grande fora disto.
      Ela quis voltar para isto, mergulhar impetuoso em Jack O 'mundo da Hara de trapaceiros e fraudes e vida no lam. Entre a excurso e os pretour crculos, ela no teve uma hora cheia para escrever. E ela era esperada.
      Mas ela no estava diretamente indo trabalhar. Ela no iria pensar sobre o trabalho para pelo menos quarenta e oito horas felizes. Ela iria esvaziar suas bolsas, e ela poderia s queimar tudo neles. Ela iria se fechar em sua prprio maravilhoso, casa quieta. Ela iria correr um banho de bolha, abra uma garrafa de champanha.
      Ela iria embebio e ela beberia, ento ela iria embebio e bebe um pouco mais. Se ela estivesse com fome, ela zumbiria algo em cima no AutoChef. Ela no se importou o que era porque seria sua comida, em sua cozinha.
      Ento ela iria dormir por dez horas.
      Ela no iria responder o telelink. Ela contactou seus pais, seu irmo, sua irm, suas avs do ar, e disse a eles tudo que ela estava descendo para uns dias. Seus amigos e associados de negcios podiam esperar um dia ou dois. Desde que ela concluiu o que passou por uma relao durante um ms antes, no existia qualquer homem que espera por ela.
      Isso era provavelmente da mesma maneira que bem.
      Ela se sentou em cima quando o carro mudado de direo em direo ao meio-fio. Casa! Ela tem movido, ela percebeu, perdidos em suas prprios pensamentos, como sempre, e no perceberam que ela estava em casa.
      Ela juntou seu caderno, ela viaja bolsa. Montando em encanto, ela overtipped o motorista quando ele arrastou sua mala e de mo para a porta para ela. Ela era to feliz para ver ele ir, to emocionado que ele seria a ltima pessoa que ela teria que falar com at que ela decidiu superfcie novamente, ela quase o beijou na boca.
      Ao invs, ela resistiu, acenou ele, ento arrastadas suas coisas no vestbulo minsculo do que sua av gostada de chamar Casa de Boneca Urbana do Sam.
      "Eu volto!" Ela se debruou contra a porta, respirada funda, ento fez um quadril-agitando, dana de ombro rodante atravs do cho. "Meu, meu, meu. Seja todo meu. Beb, eu volto!"
      Ela parou pequeno, braos Lanados quietos fora em sua dana de encantar, e bocejado em sua rea viva. As mesas e cadeiras eram destrudas, e seu adorvel pequeno canap estava deitando em suas costas gostar de uma tartaruga em sua concha. Sua tela era fora da parede e deitava embriagado no meio do cho, junto com sua coleo de fotografias e hologramas de famlia emoldurados. As paredes tinham sido desnudadas-ses de pinturas e impresses.
      Sam bateu ambas as mos para sua cabea, fisted seus dedos em seu cabelo vermelho pequeno e alargam um berro. "Pelo amor de Deus, Andrea! A casa-sentando no significa que voc realmente se senta no goddamn casa."
      Fazer uma festa era uma coisa, mas isto era . . . alm justo. Ela iria chutar algum traseiro srio.
      Ela arrancou seu vnculo de bolso fora de sua jaqueta e estalada fora o nome. "Andrea Jacobs. Antigo amigo," ela adicionou em um murmrio como a transmisso foi aprovada. Friccionando seus dentes, ela girada em seu salto de sapato e encabeado fora do quarto, recomeou atividades os degraus como ela escutou mensagem registrada da Andrea.
      "Que diabo voc fez?" Ela latiu no 'vnculo, "parta uma bomba? Como voc podia fazer isto, Andrea? Como voc podia destruir minhas coisas e deixava esta baguna para mim voltar para casa para ?Onde o inferno so voc? Seria melhor voc estar correndo para sua vida, porque quando eu conseguir minhas mos . . . Jesus Cristo, o que  que cheira! Eu vou matar voc para este, Andrea."
      O fedor era to forte, ela era forada a cobrir sua boca com sua mo como ela inicializou abre a porta do quarto. "Emite cheiro forte aqui, e, oh Deus, oh Deus, meu quarto. Eu nunca vou perdoar voc. Eu juro para Deus, Andrea, voc est morto. Luzes!" Ela estalou fora.
      E quando eles relampejaram em, quando ela piscou seus olhos claros, ela viu Andrea espreguiou no cho em um monto de roupa de cama manchada.
      Ela viu que ela era certa. Andrea estava morta.
      ***
      Ela quase estaria fora a porta. Mais cinco minutos e ela teria sido fora de-turno e cabealho para a para casa. As chances eram outra pessoa teria pego o caso. Outra pessoa estaria gastando vero de um emitir fumaa  noite lidando com um bloater.
      Ela apenas fecharia o ltimo caso e isso tinha sido um horror.
      Mas Andrea Jacobs era sua agora. Para melhor, para pior.
      A Tenente Eve Dallas respirou por uma mscara filtrada. Eles realmente no trabalharam e olharam, em sua opinio, rudculo, mas ele ajudou diminuir no pior do cheiro quando voc estava lidando com o morto muito maduro.
      Entretanto os controles de temperatura do quarto eram fixados em uns agradveis setenta e trs graus, o corpo tido, essencialmente, cozinhou por cinco dias. Era inchado com gases, anulou seus desperdcios. Quem tiveram racha que garganta do Andrea Jacobs no acabou de no a matar. Ele deixou ela para apodrecer.
      "Identificao verificada da vtima. Jacobs, Andrea. De vinte e nove anos de idade misturada-corrida fmea. A garganta tem sido cortada em que parece ser uma esquerda-para-movimento de direito descendente. As indicaes so o assassino atacados por detrs. A deteriorao do corpo faz isto difcil de averiguar se existem outros danos, ferimentos defensivos, por exame visual na cena. A vtima  vestida de roupas de rua."
      Roupas de festa, Pensou Eve, notando o claro sujo na bainha do vestido, o gelo-escolhe saltos de sapatos chutados atravs do quarto.
      "Ela entrou, depois de um encontro, talvez cantarolando os clubes. Podia ter trazido algum de volta com ela, mas ele no parece que isto."
      Ela olhou em torno do quarto enquanto ela pe os retratos em sua cabea. Ela desejou, brevemente, para Peabody. Mas ela enviou seu antigo ajudante e muito nova parceira casa cedo. No existia qualquer ponto em arrastar suas costas e deteriorando o que Eve soube era um jantar de celebrao com principal do Peabody aperta.
      "Ela voltou s. Se ela voltasse com algum, ainda que ele iria a matar, ele teria ido para o sexo primeiro. Por que desperdia isto? E isto no  uma luta. Isto no  uma briga. Limpe se bata. Nenhum outros ferimentos de punhalada."
      Ela olhou de volta no corpo e trouxe Andrea Jacobs para vida em sua mente. "Ela vem de volta de sua data, sua noite fora. Tido alguns bebidas. Comeos de cima. Ela ouve algo? Provavelmente no. Talvez ela  estpida e ela vem de cima depois dela ouvir algum em cima aqui. Ns descobriremos se ela fosse estpida, mas eu aposto que ele a ouve. Oua seu entrado."
      Eve sada no corredor, esteve l um momento, picturing isto, e ignorando os movimentos do time da cena de crime que trabalha na casa.
      Ela caminhou de volta, imaginado lanar aqueles saltos de sapatos de cu alto. Seus arcos s lamentariam com alvio. Talvez ela ergueu um p, curvado acima de um pouco, esfregou isto.
      E quando ela endireitou, ele estava nela.
      Veio por detrs a porta, Pensou Eve, ou fora do armrio na parede ao lado da porta. Direito aumentado atrs dela, arrancada ela voltar pelo cabelo, ento fatiou.
      Lbios enrrugados , ela estudou o padro de borrifadela de sangue.
      Esporeada fora da jugular, ela pensou, sobre a cama. Ela est enfrentando a cama, ele est para trs. Ele no fica sujo. Fatias justa abaixo rpidas, d seu um pouco empurro adiante. Ela est ainda esporeando como ela cai.
      Ela olhou de relance em direo s janelas. As cortinas eram desenhadas. Movendo acima de, ela aliviou eles de volta, notou a tela de isolamento estava comprometido tambm. Ele teria feito isto. No quereria ningum notar a luz, ou movimento.
      Ela saiu novamente, lanou a mscara em seu kit de campo.
      A cena de crime e os varredores j estavam rastejando em torno do lugar em seus ternos seguros. Ela movimentou a cabea em direo a um uniforme. "Diga o MIM sou time que ela  passada sem tocar para ser ensacada, etiquetada e transportado. Onde est a testemunha?"
      "Conseguida ela abaixo na cozinha, Tenente."
      Ela verificou sua unidade de pulso. "Tome sua parceira, comece um bairro investigar. Voc  primeira na cena, certo?"
      Ele endireitou um pouco. "Sim, senhor."
      Ela esperou uma batida. "E?"
      Ela teve um rep. Voc no quis atarraxar em cima com Dallas. Ela era alta, magra e vestida agora em calas de peso do vero, Camiseta e jaqueta. Ele viu seu selo em cima antes dela entrar no quarto, e sua mo direita teve uma sujeira de sangue no dedo polegar.
      Ele no estava certo se ele devia mencionar isto.
      Seu cabelo era marrom e cortado pequenos. Seus olhos eram a mesma cor e todo policial.
      Ele ouviu que disse que ela roeu Polis preguiosos para o caf da manh e cuspiu eles fora no almoo.
      Ele quis fazer isto pelo dia.
      "Despacho foi bem sucedido as dezesseis e quarenta, relatrio de um rombo e morte possveis neste endereo."
      Eve olhado atrs em direo ao quarto. "Sim, extremamente possvel."
      "Minha parceira e eu respondemos, chegamos na cena as dezesseis e cinqenta-duas. A testemunha, identificada como Samantha Gannon, residente, nos encontrou na porta. Ela estava em angstia de extremo."
      "Corte por isto. Lopkre," ela adicionou, lendo sua etiqueta de nome.
      "Ela era histrica, Tenente. Ela j vomitaria, s fora da porta da frente."
      "Sim, eu notei isto."
      Ele relaxou um pouco, desde que ela no pareceu propensa para tomar uma mordida fora dele. "Lanou isto novamente, mesmo lugar, logo depois dela abriu a porta para ns. Tipo de misturado com cuidada nela mesma l no vestbulo, chorando. Ela manteve declarao, 'Morta da Andrea, de cima.' Minha parceiro ficou com ela enquanto eu subi verificar isto. No teve que ficar longe."
      Ele fez careta, movimentado a cabea em direo ao quarto. "O cheiro. Examinou o quarto, viu o corpo. Ah, como eu podia verificar morte da visual da entrada, eu no entrei na cena e risco contaminando mesmo. Eu conduzi uma procura breve do segundo andar para confirmar ningum mais, vivo ou morto, estava nas premissas, ento chamaram isto."
      "E sua parceiro?"
      "Ficado do minha parceira com a testemunha ao longo de. ElaOficial Rickyela pegou um modo calmante com vtimas e testemunhas. Ela  a acalmada abaixo consideravelmente."
      "Certo. Eu enviarei Ricky. Comece o investigar."
      Ela comeou no andar de baixo. Ela notou a mala s dentro da porta, o caso de caderno, o grandes-traseiro bolsa algumas mulheres no podiam parecer fazer um movimento.
      A rea viva olhou como se tinha sido batido por um vento alto, como fez o quarto de mdia pequena fora do corredor central. Na cozinha, olhou mais como uma tripulao de cozinheiros loucosuma redundncia em mente da Evetinha sido dura no trabalho.
      O uniforme sentado em um pequeno nook de comer no canto, atravs de uma mesa azul escuro de uma ruiva Eve categorizou como anos vinte medianos. Ela era muito empalidecia as sardas que borrifado acima de seu nariz e mas do rosto distinguido-se como canela salpicada acima de leite. Seus olhos eram uns fortes e azuis claro, vtreos de choque e lgrimas e que tem bordas em vermelhas.
      Seu cabelo era cortado pequeno, muito menor que Eve vestiu seu prprio, e seguido  forma de sua cabea com um pouco franja acima da sobrancelha. Ela vestiu aros de prata enormes em suas orelhas, e Nova York pretejar em calas, camisa, jaqueta.
      Viajando roupas, Eve assumida, pensando sobre os casos no vestbulo.
      O Ricky uniforme, Eve lembrou detinha falado em um baixo, acalmando voz. Ela cessou bruscamente agora, olhada em direo a Eve. O olhar eles permutaram eram sumrio: Policial para policial. "Voc chama aquele nmero que eu dei a voc, Samantha."
      "Eu irei. Obrigado. Obrigado por ficar comigo."
      " certo." Ricky deslizou fora da mesa, caminhada para onde a Eve esperado s dentro da entrada. "Senhor. Ela  bonita trmula, mas ela segurar um pouco mais longo. Ela vai quebrar novamente entretanto, 'porque ela est segurando por suas unhas."
      "Que nmero voc deu a ela?"
      "Ajuda da Vtima."
      "Bom. Voc registra sua conversao com ela?"
      "Com sua permisso, sim, senhor."
      "Veja isto cair sobre minha escrivaninha." A Eve hesitou um momento. Peabody tambm teve um modo calmante, e Peabody no estava aqui. "Eu disse seu parceiro para tomar voc e fazer o golpe-em-portas. Ache ele, diga a ele que eu solicitei que voc permanece na cena no momento, e tomar outro uniforme para o investigar. Se ela quebrar, poderia ser melhor se ns tivermos algum que ela se relaciona a perto."
      "Sim, senhor."
      "D-me um pouco de espao com ela agora." Eve movida na cozinha, parada pela mesa. "Sra. Gannon? Eu sou Tenente Dallas. Eu preciso perguntar a voc algumas perguntas."
      "Sim, Beth, Oficial Ricky, explicado que algum que eu sentiria muito, qual era seu nome?"
      "Dallas. Tenente Dallas." A Eve se sentou "eu entendo que isto  difcil para voc. Eu gostaria de registrar este, se isso est certo? Por que voc no s diz a mim o que aconteceu."
      "Eu no sei o que aconteceu." Seus olhos glimmered, voz dela perigosamente espessado. Mas ela olhou fixamente abaixo em suas mos, respirados dentro e fora vrios tempos. Era uma luta para controlava Eve apreciada. "Eu voltei para casa. Eu voltei para casa do aeroporto. Eu tenho estado em viagem. Eu tenho estado fora por duas semanas."
      "Onde estava voc?"
      "Um. Boston, Cleveland, Leste Washington, Lexington, Dallas, Denver, New LA, Portland, Seattle. Eu penso que eu esqueci um. Ou dois." Ela sorriu fraco. "Eu estava em uma excurso de livro. Eu escrevi um livro. Eles publicaram istoe, udio e formas de jornal. Eu sou realmente sortuda."
      Seus lbios tremiram, e ela chupou em um soluo. "Est fazendo muito bem, e eles enviaram a editoraque eles mandaram a mim em uma excurso para promover isto. Eu tenho saltado ao redor para umas semanas do par. Eu acabei de chegar em casa. Eu acabei de chegar aqui."
      A Eve podia ver a propsito Samantha  olhar chamejado em torno do quarto que ela estava movendo em direo a outro desarranjo. "Voc vive aqui s? Sra. Gannon?"
      "O que? S? Sim, eu vivo por mim mesmo. Andrea no fazOh Deus . . ."
      Sua respirao comeou a engatar, e do modo suas juntas embranquecidas como ela agarrou suas mos juntas, Eve soube que este tempo a luta estava uma cheia-fora guerra. "Eu quero ajudar Andrea. Eu preciso de voc para ajudar-me entender assim eu posso comear a a ajudar. Ento eu preciso de voc para tentar esperar at que eu faa."
      "Eu no sou uma mulher fraca." Ela esfregou os saltos de sapatos de que ela d seu rosto, violentamente. "Eu no sou. Eu sou bom em uma crise. Eu me no quebro como isto. Eu s no fao."
      A aposta voc no faz, Pensou Eve. "Todo mundo tem um limite. Voc voltou para casa. Diga a mim o que aconteceu. A porta era bloqueada?"
      "Sim. Eu decodifiquei as fechaduras, o alarme. Eu entrei, esvaziado meu material. Eu era to feliz para estar em meu prprio espao novamente. Eu estava cansado, to feliz. Eu quis uma taa de vinho e um banho de bolha. Ento eu vi a sala de estar, eu no podia acreditar nisto. Eu estava to bravo. S furioso e outraged. Eu agarrei meu 'vnculo de meu bolso e chamei Andrea."
      "Porque?"
      "Oh. Oh. Andrea, ela era casa-sentando. Eu no quis deixar a casa vazia por duas semanas, e ela quis ter seu apartamento pintado, ento ele descobriu. Ela podia ficar aqui, regue minhas plantas, alimente o peixe . . . Oh Jesus, meu peixe!" Ela comeou a deslizar fora, mas Eve agarrou seu brao.
      "Espere."
      "Meu peixe. Eu tenho dois peixes-dourados. Peixe ao vivo, em meu escritrio. Eu at no olhei l."
      "Se sente." A Eve levantou um dedo para segurar Samantha em lugar, ento levantou, andada para a porta e sinalizada para um dos varredores. "Verifique o escritrio de casa, consiga-me a condio em um peixe-dourado."
      "Huh?"
      "S faa isto." Ela voltou para a mesa. Uma lgrima era acompanhamento abaixo bochecha da Samantha, e a pele da delicada ruiva era manchada. Mas ela no quebrou ainda. "Andrea estava ficando aqui enquanto voc se foi. Andrea apenas?"
      "Sim. Ela provavelmente teve algum ao longo de vez em quando. Ela  socivel. Ela gosta de festa.  disso que eu pensei quando eu vi a rea viva. Que ela teve alguma festa louca e destruiu meu lugar. Eu estava gritando em sua mquina pelo 'vnculo quando eu comecei de cima. Eu disse coisas terrveis." Ela soltou sua cabea em suas mos.
      "Coisas terrveis," ela murmurou. "Ento existia aquele cheiro horrvel. Eu era at mais furioso. Eu bateu no quarto, e . . . ela estava l. Ela estava l, deitando no cho pela cama. Todo o sangue, que at no pareceu com sangue mais, mas, sabe, de alguma maneira, sabe. Eu penso que eu gritei. Talvez eu escureci. Eu no sei."
      Ela olhou em cima novamente, e seus olhos eram quebrados. "Eu no lembro. Eu s lembro de a ver, ento parando os degraus novamente. Eu chamei nove e um-um. E eu estava doente. Eu corri do lado de fora e fiquei doente. E ento eu era estpido."
      "Como voc era estpido?"
      "Eu voltei na casa. Eu sei melhor. Eu devia ter ficado, esperada pela polcia fora de ou ido para do vizinho. Mas eu no estava diretamente pensando, e eu voltei em e s permanecido no vestbulo, agitando."
      "Voc no era estpido, voc estava em choque. Existe uma diferena. Quando seja a ltima vez que voc conversou com Andrea?"
      "Eu no estou certo. Cedo excurso. Do Leste Washington, eu penso. S um cheque rpido." Ela dashed uma segunda lgrima longe como se irritada para achar isto l. "Eu estava muito ocupado, e eu no tive muito tempo livre. Eu chamei mensagens algumas vezes, deixadas. S para lembrar a ela quando eu estava indo para a para casa."
      "Ela j disse qualquer coisa para voc sobre estar preocupada? Sobre algum dando sua dificuldade, fazendo ameaas?"
      "No. Nada assim."
      "Que tal voc? Algum fazendo ameaas?"
      "Eu? No. No." Ela agitou sua cabea.
      "Quem soube que voc estava em viagem?"
      "Ah . . . bem, todo mundo. Minha famlia, meus amigos, meu agente, editora, publicista, editor, vizinhos. No era um segredo, isto  com certeza. Eu era to juiced sobre o livro, sobre a oportunidade, eu quase disse a qualquer um que escutaria. Ento . . . Ele era um roubo, voc no pensa? Deus, eu sinto muito, eu no posso manter seu nome em minha cabea."
      "Dallas."
      "Voc no pensa que era um pouco de tipo de roubo, Tenente Dallas? Algum que ouviu que eu me fui e figurava a casa estava vazia, e . . ."
      "Possivelmente. Ns precisaremos de voc para verificar seus pertences, veja se qualquer coisa estiver faltando." Mas ela notou a eletrnica, a arte qualquer auto-com respeito a assaltante teria tomado. E Andrea Jacobs tinha vestido uma unidade de pulso muito bom, e considervel jias. Real ou knockoff, dificilmente importou. Um homem de B&E no teria deixado eles para trs.
      "Voc teve alguns telefonemas, correio, algum contato de uma natureza incomum recentemente?"
      "Bem, desde o livro era publicado, eu tive algumas comunicaes. Principalmente por minha editora. As pessoas que querem me encontrar, ou que queira que eu ajudar eles conseguir seu livro publicado, ou queira que eu escrever sua histria. Alguns deles so bonitos estranhos, eu acho. No ameaador, entretanto. E existe algum que quer dizer a mim sua teoria sobre os diamantes."
      "Que diamantes?"
      "Do livro. Meu livro  sobre um diamante importante heist no incio de parte do sculo. Aqui em Nova York. Meus avs eram envolvidas. Eles no roubaram nada," ela disse depressa. "Meu av era o investigador de seguro que tomou o caso, e minha av complicado. Mas um quarto dos diamantes nunca era recuperava."
      " isto muito."
      "Bonitas geladas, realmente. Algumas das pessoas que contactaram-me estar s tocando detetive.  uma das razes para o sucesso do livro. Os milhes de dlares em diamantesonde eles esto? Tem sido mais de metade de um sculo, e at onde algum conhece, eles tm nunca surfaced."
      "Voc publica debaixo de seu prprio nome?"
      "Sim. Veja os diamantes so como minhas avs encontradas.  parte de histria de Gannon de famlia. Isto  o corao do livro, realmente. Os diamantes so o soco, mas a histria de amor  o corao."
      Corao ou nenhum corao, Pensou Eve cinicamente, alguns milhes em diamantes eram um inferno de um soco. E um inferno de um motivo.
      "Certo. Voc ou Andrea cessaram bruscamente algumas relaes recentemente?"
      "Andrea no teve relaespor se. Ela acabou de gostar de homens." Sua pele branca virou vermelha inflamada. "Isso no soou direito. Eu quero dizer que ela datou muito. Ela gostou de sair, ela apreciou sair com homens. Ela no teve uma relao monogmica sria."
      "Alguns dos homens ela gostou de sair com querer algo mais srio?"
      "Ela nunca mencionou isto. E ela teria. Ela teria dito a mim se um pouco de sujeito ficasse insistente. Ela saiu geralmente com homens que quiseram o que ela procurada. Um bom tempo, nenhuma cordas."
      "Que tal voc?"
      "Eu no estou vendo ningum agora mesmo. Entre a escrita e a excurso, prestidigitando no dia-para-dia, eu no tive o tempo ou inclinao. Eu cessei bruscamente uma relao sobre um ms atrs, mas no existia qualquer duro ."
      "Seu nome?"
      "Mas ele iria nuncaChade nunca machucaria ningum. Ele  um pouco de um otriobem, potencialmente um importante otriomas ele no  . . ."
      " rotina justa. Ajuda a eliminar. Chade?"
      "Oh Jesus. Chade Dix. Ele vive do Leste Setenta-primeiro."
      "Ele tem seus cdigos e acesso a casa?"
      "No. Eu quero dizer, ele fez mas eu mudei eles depois de ns rompemos. Eu no sou estpidoe meu av era um policial antes dele ir privado. Ele teria me esfolado se eu no tomasse precaues de segurana bsicas."
      "Ele teria sido direito. Quem outro teve os novos cdigos?"
      Samantha esfregou ela d seu cabelo at que levantou-se em resumo, incendiando espigas. "O nico que teve eles alm de mim  Andrea, e meu servio de limpeza. Eles so hipotecados. Isto  Empregada Em Nova York. Oh, e meus pais. Eles vivem em Maryland. Eu dou a eles todos os meus cdigos. Por via das dvidas."
      Seus olhos alargados. "O excntrico de segurana. Eu tenho um excntrico de segurana na porta da frente."
      "Sim. Tem sido fechado, e seus discos esto faltando."
      "Oh." Sua cor estava voltando, uma espcie de rosas de menina e nata saudvel. "Aqueles sons muito profissional. Por que eles seriam to profissional, ento lixo a casa?"
      "Isto  uma boa pergunta. Eu vou precisar conversar com voc novamente em um certo ponto, mas no momento, existe algum que voc gostaria de chamar?"
      "Eu s no penso que eu podia conversar com ningum. Eu sou conversado. Meus pais esto de frias. Eles esto velejando o Med." Ela mordeu seu lbio como se mastigao em um pensamento. "Eu no quero que eles saibam sobre este. Eles tm planejado esta viagem por quase um ano e s deixaram uma semana atrs. que Eles iriam para para trs."
      "At voc."
      "Meu irmo  fora de planeta a negcios." Ela bateu seus dedos contra seus dentes como ela achou isto. "Ele ser ido alguns mais dias pelo menos, e minha irm est na Europa. Ela estar enganchando em cima com meus pais em aproximadamente dez dias, ento eu posso s manter eles todos fora deste no momento. Sim, eu posso manter eles fora disto. Eu terei que contactar meus avs, mas isso pode esperar at amanh."
      A Eve tinha pensado mais de Samantha contactando algum para ficar com ela, algum apoiar-se em. Mas pareceu a estimativa prpria inicial da mulher estava na marca. Ela no era uma mulher fraca.
      "Eu tenho que ficar aqui?" Samantha perguntou a ela. "Tanto como eu odeio a idia, eu penso que eu quero ir para um hotel pela noitedurante algum tempo, realmente. Eu no quero ficar aqui s. Eu no quero estar aqui hoje  noite."
      "Eu organizarei para voc ser tomado em qualquer lugar voc quer ir. Eu precisarei saber como alcanar voc."
      "Certa." Ela fechou seus olhos um momento, retraiu uma respirao como Eve chegou a seus ps. "Tenente, ela est morta, Morta da Andrea porque ela estava aqui. Ela est morta, no  ela, porque ela estava aqui enquanto eu estava fora."
      "Ela est morta porque algum a matou. Quem foi o nico responsvel por que aconteceu. Voc no . Ela no .  meu trabalho para achar quem os responsveis."
      "Voc  boa em seu trabalho, no ?"
      "Sim. Eu sou. Eu vou ter Oficial Ricky tomar voc para um hotel. Se voc pensar de qualquer outra coisa, voc pode contactar-me por Central de Polcia. Oh, estes diamantes sobre os quais voc escreveu. Quando eles eram roubados?"
      "Dois mil e trs. Maro de 2003. Avaliado em mais de vinte e oito milhes naquele tempo. Sobre de trs quartos deles eram recuperavam e retornavam."
      "Isso deixa muitas pedras soltas. Obrigado por sua cooperao, Sra. Gannon. Eu sinto muito sobre seu amigo."
      Ela saiu, trabalhando vrias teorias em sua mente. Um dos varredores bateram seu ombro  medida que ela passou.
      "Eh, Tenente? O peixe? Eles no fizeram isto."
      "Cague." A Eve emperrou suas mos em seus bolsos e encabeados fora.
      
      
    18.
      
      Ela era mais ntima para casa que para Central, e ele estava atrasado suficiente para justificar evitando o centro da cidade de viagem. Seu equipamento em casa estava superior a qualquer coisa o Polis podia oferecerfora da Diviso de Detetive Eletrnico louvado.
      O fato era, ela teve acesso a superior de equipamento que o do Pentgono, em toda probabilidade. Um de seu matrimonial lateral bennies, ela pensou. Case um do mais rico e a maioria de homens poderosoum do mundo que amou seus e-brinquedose voc precisa tocar com eles sempre que voc gostou.
      Mais para o ponto, Roarke a conversaria em deixar ele ajudar ela usar aquele equipamento. Desde que Peabody no estava ao redor fazer qualquer zango trabalhar, Eve estava planejando o deixar, sem demais de um argumento.
      Ela gostou do ngulo de diamante, e quis descobrir alguns dados nisto. Quem melhor para ajudar em dados de ajuntamento relativo a um heist que um antigo ladro? Escuro passado do Roarke podia ser um definido mais naquele fim.
      Casamento, para todos seus bolsos assustadores e cantos misteriosos, estava girando fora para estar um negcio satisfatrio em geral.
      O faria bom para tocar assistente de pesquisa. Tome sua mente fora das revelaes que empinaram-se fora daquele escuro passado e ventosa o esmurraram. Quando um homem crescido descobriu que sua me no era a cadela de pedra que tem esbofeteado ele ao redor por infncia ento abandonado ele, mas uma mulher jovem que o amou, que foi assassinada enquanto ele estava ainda um bebe por seu prprio paimandou a ele bobinando. At um homem to firmemente equilibrado quanto Roarke.
      Ento tendo ele ajuda ela o ajudaria.
      Comporia, um pouco, para ter seus planos pela noite descartados. Ela teve algo um pouco mais pessoal, e muito mais enrgico, em mente. Summerset, mordomo da sua runa pessoal e Roarke, estava gastando dez dias em uma estncia termal de recuperao fora de-planetaem insistncia do Roarke. Seu feriado depois de quebrar sua perna no ps todas as rosas de volta em suas bochechas. Como aquelas bochechas afundadas, pastosas at tiveram rosas. Mas ele se foi, isso era a linha de parte inferior. Todo minuto contado. Ela e Roarke estariam s na casa, e no existe nenhuma meno, que ela lembrou, de social ou compromissos de negcios.
      Ela esperou gastar a noite atarraxando crebros do seu marido fora, ento deixando ele retornar o favor.
      Ainda, trabalhando junto tinha seus pontos.
      Ela dirigiu pelo grande ferro Porto que defendido o mundo que Roarke construiu.
      Era espetacular, com um pozinho de gramado to verde quanto a grama ela viu na Irlanda, com rvores copadas enormes e adorveis florescendo arbustos. Um santurio de elegncia e paz no corao da cidade eles dois adotariam como seu prprio. A casa propriamente era separava fortaleza, separe castelo, e de alguma maneira veio para compendiar para casa para ela. Ele ergueu-se e estende, sobressado e eriada com suas pedras dignas contra o afundar cu, e suas janelas incontveis nomeando do sol. de colocao
      Como ela veio o a entender, o desespero de sua infncia e sua nica-importada determinao nunca para voltar, ela veio a entender, at aprecia, Roarke  precisar criar uma casa fundar to suntuosomuito exclusivamente seu prprio.
      Ela precisou de seu distintivo, e a casa funda da lei para exatamente as mesmas razes.
      Ela deixou sua polcia feia-emitir veculo na frente da entrada digna, correu em cima os degraus pelo calor do vero imundo e no glorioso esfriar do vestbulo.
      Ela j estava coando chegar a trabalhar, pr suas notas de campo em um pouco de tipo de ordem, fazer suas primeiras corridas, mas ela girou para o scanner da casa.
      "Onde est Roarke?"
      Bem-vinda casa, Querida Eve.
      Como sempre a voz registrada usando aquela estima particular teve lascas de embarao que picam em sua espinha.
      "Sim, sim. Responda a pergunta."
      "Ele est logo atrs voc."
      "Jesus!" Ela girou, atrs outra maldio como ela viu Roarke debruando casualmente na arcada para a sala de estar. "Por que voc s no puxa um jateador e fogo longe?"
      "Isso no era a bem-vinda casa que eu planejei. Voc tem sangue em suas calas."
      Ela olhou de relance abaixo. "No  meu." Roadura nele distraidamente, ela o estudou.
      No era s sua saudao que eriada sua taxa de corao. Isso podia acontecer, aconteceu, s olhando para ele. No era o rosto. Ou no apenas do rosto, com seus olhos azuis ofuscantes, com aquela boca incrvel curvada agora em um sorriso fcil, ou o milagre de avies e ngulos que combinaram em um espcime atordoante de beleza emoldurada por uma juba de seda cabelo preto. No era s to longo, rangy constri, uma ela soube era dura com msculo debaixo da elegncia de negcios do terno escuro que ele vestiu.
      Era tudo que ela soube dele, tudo que ela teve ainda para descobrir, isso combinou e soprou amor por que ela como uma tempestade.
      Era insensato e impossvel. E a coisa mais verdadeira e genuna ela soube.
      "Como voc planejou bem-vinda mim casa?"
      Ele resistiu uma mo, ligando seus dedos com suas quando ela cruzou o cho de mrmore para tomar isto. Ento ele se debruou em, debruado abaixo, assistindo ela como ele escovou seus lbios acima de sua, assistindo seu quieto como ele afundou o beijo. 
      "Algo assim," ele murmurou, com a Irlanda que move por sua voz. "Para comear."
      "Bom comeo. O que  prximo?"
      Ele riu. "Eu pensei que uma taa de vinho na sala de estar."
      "Todo sozinho, voc e eu, bebendo vinho na sala de estar."
      O jbilo em sua voz teve ele erguendo uma sobrancelha. "Sim, eu estou certo Summerset est apreciando seu feriado. O quo doce de voc perguntar."
      "Blah blah." Ela passeou na sala de estar, soltos abaixo em um dos antigos sofs e deliberadamente plantou suas botas em uma mesa de caf inestimvel. "Veja o que eu estou fazendo? Ache que ele acabou de sentir uma dor afiada em seu traseiro?"
      "Isto  muito infantil, Tenente."
      "O que  seu ponto?"
      Ele teve que rir, e despejou vinho de uma garrafa que ele j abriria. "Bem ento." Ele deu seu um vidro, sentado e escorou seus ps na mesa tambm. "Como era seu dia?"
      "Uh-uh, voc primeiro."
      "Voc quer ouvir sobre minhas vrias reunies, e o progresso de planos para a aquisio do Grupo de Eton, o reabitao da residencial complexa em Frankfurt e a reestruturao da diviso nanotecnologia em Chicago?"
      "Certo, suficiente sobre voc." Ela ergueu seu brao para dar lugar quando Galahad, seu gato enorme, caiu sobre a almofada ao lado dela com um baque.
      "Eu achei." Roarke brincou com cabelo da Eve como ela acariciou o gato. "Como  nosso novo detetive?"
      "Ela  boa. Ela  carregar com papelada ainda. Clareando negcios velhos assim ela pode comear no novo. Eu quis dar seus alguns dias como um jquei de escrivaninha antes dela tomar seu brilhante novo distintivo do detetive fora na rua."
      Ele olhou de relance abaixo na mancha de sangue em calas da Eve. "Mas voc pegou um caso."
      "Mmm." Ela sorveu o vinho, deixa isto lisas fora as extremidades do dia. "Eu lidei com o em-solo da cena."
      "Um pouco dificuldade tendo ajustando a ter um parceiro em lugar de um ajudante, Tenente?"
      "No. Talvez. Eu no sei." Ela deu um irritvel encolher os ombros. "Eu no acabava de no poder cortar seu solto, no ?"
      Ele cortou um dedo abaixo o entalhe raso em seu queixo. "Voc no quis cortar seu solto."
      "Por que devia eu? Ns trabalhamos bem junto. Ns temos um ritmo. Eu poderia tambm a manter ao redor. Ela  uma boa policial. De qualquer maneira, eu no fiz etiqueta ela para esta porque ela teve isto inteira grande noite planejada, e ela j estava ido. Voc consegue suficiente planeja fucked neste trabalho sem mim a puxando em e arruinando sua grande celebrao."
      Ele deu seu um beijo na bochecha. "Muito doce de voc."
      "No era." Seus ombros quiseram curvar. "Era mais fcil que ouvindo sua cadela e gemido sobre reservas perdedoras e desperdiando alguns imaginam vestido ou algo. Eu a encherei em amanh de qualquer maneira."
      "Por que voc no me preenche hoje  noite?"
      "Contou com isto." Ela deslizou ela olha em sua direo, sorriu arrogantemente. "Eu penso que voc podia ser til."
      "E ns sabemos que eu ame ser til." Seus dedos lidos rapidamente em cima sua coxa.
      Ela anotar seu vidro, ento ergueu a tonelagem de Galahad, que espreguiou seu cinturo acima de seu colo. "V comigo ento, camarada. Eu consegui um uso para voc."
      "Aqueles sons . . . interessando."
      Ele comeou com ela, ento armada sua cabea quando ela parou a meio caminho em cima os degraus. "Problema?"
      "Eu tive isto pensado. Voc sabe como Summerset tomou aqueles passos abaixo de cabealho?"
      "Eu dificilmente podia esquecer."
      "Sim, bem, eu sinto muito ele busted seu alfinete e assim por diante, at acima de e acima do fato que ele atrasado seu conseguindo o inferno fora da casa para vrios dias."
      "Voc  completamente muito sensvel, Querida Eve. No pode servir para voc empreender o peso do mundo deste modo."
      "Ha ha. Ento  como m sorte. Os degraus, eu quero dizer. Ns precisamos consertar aquele ou um de ns podamos ser prximos."
      "Como faz que voc prope para "
      Era impossvel terminar a pergunta, e difcil de lembrar o que aquela pergunta era quando sua boca era quente em sua, e suas mos j ocupadas arrastando em seu cinto.
      Ele tudo menos sentiu seus olhos fechar em seu crnio e fora a parte de trs de sua cabea.
      "No pode ter suficiente boa sorte, para minha mente," ele administrou, e girados seu ao redor muito seu golpe de costas a parede e ele podia arrancar fora de sua jaqueta.
      "Se ns no cairmos e matarmos ns mesmos, ento ns quebramos a maldio. Isto um ser realmente bom terno, certo?"
      "Eu tenho outros."
      Ela riu, puxada em sua jaqueta, mordeu sua garganta. Ele bate o lanar no coldre, empurradas nas correias assim ele e os arma thudded passos abaixo.
      Restries seguidas, e vnculos de bolso, uma gravata de seda crua, uma bota nica. Ele teve seu alfinetada para a parede, no bastante desnuda, quando ela veio. Seu pedao de unhas em suas costas, ento deslizou abaixo assim ela podia apertar seu alvo. "Eu penso que est trabalhando."
      Com uma risada ofegante, ele a puxou at os degraus. Eles bateram e rolaram. Thumped abaixo, subido . Em autodefesa, ela Lanou fora uma mo e agarrou um dos fusos do corrimo, enganchadas suas pernas ao redor ele como um vcio para afastar eles ambos de cair abaixo em um monto para a parte inferior.
      Ele saqueou seus peitos enquanto seu arqueando quadris o dirigiram em direo a delrio. Quando ela estremeceu, quando ela sufocou fora seu nome, ele apertou sua mo entre eles e assistiu sua crista novamente.
      Para tudo que ele quis o todo de sua vida, ele nunca quereria qualquer coisa como ele a fez. Quanto mais ele teve sua, quanto mais ele almejou em um ciclo infinito de amor e luxria e desejo. Ele podia viver com qualquer veio antes, qualquer viria depois, desde que existia Eve.
      "No deixe v." Ele agarrou seus quadris, ergueram eles. "No deixe v." E dirigiu ele mesmo nela.
      Existia um momento de cortina, prazer arranhado, e seus dedos tremidos na madeira. A fora de sua necessidade para ela, e sua para ele, rammed junto, tudo menos parou seu corao. Ofuscado, ela abriu seus olhos, examinados sua. Ela podia ver ele perder ele mesmo, como ligado com seu agora como se existe ao forjando eles.
      Ento ela se embrulhou ao redor ele e no deixou vai.
      ***
      Eles espreguiaram junto nos degraus como se fossem dois sobreviventes de um terremoto. Ela no estava completamente certa o cho no tremeu quieto.
      Ela esteve usando uma bota, e suas calas eram ao avesso e presas em uma perna no tornozelo. Ela no teve nenhuma dvida que olhou rudculo, mas no podia convocar a energia para se importar.
      "Eu sou bonito certo que  seguro agora," ela comentou.
      "Eu espero Cristo, como eu no imagino ter um ir nele nestes degraus um segundo direito de vez no momento."
      "Eu sou o com um degrau em minhas costas."
      "Ento voc . Desculpe." Ele rolou fora dela, sentada em cima, lido rapidamente atrs seu cabelo. "Isso era que . . . eu no estou completamente certo. Memorvel. Eu diria memorvel."
      Ela no esqueceria isto a qualquer hora logo. "A maior parte de nosso material est na parte inferior, ou quase."
      Ele olhou abaixo, como ela fez. Para um momento, enquanto eles ponderaram, no existia nenhum som exceto sua respirao rota. "L, voc v, isto  onde ter algum vir junto levantando depois de voc entrar  mo."
      "Se um certo algumque deve permanecer sem nome pelas prximas maravilhosas trs semanasestava aqui levantar depois de ns, voc no teria conseguido suas pedras fora nos degraus."
      "Aponte tomado. Eu suponho que eu irei juntar coisas ento. Voc est ainda vestindo uma bota," ele assinalou.
      Ela debateu para um momento, ento decidido trabalhando a bota fora de seria mais simples que desenredando a cala comprida. Uma vez que ela teve, ela levantou qualquer estava razoavelmente em alcanava.
      Ento ela se sentou onde ela estava, queixo em punho, e assistiu ele arrumar a baguna que eles fizeram. Nunca Era um sofrimento para olhar para ele nu. "Eu preciso esvaziar este material, lance algo."
      "Por que ns no comemos enquanto voc diz a mim como outro que eu poderia ser til?"
      "Negcio."
      ***
      Desde que eles comeriam em seu escritrio de casa para sua convenincia, ela deixa ele escolher o menu. Ela at tripulada o AutoChef se para a salada de lagosta ele teve um iene. Ela decidiu o sexo queimou o lcool de seu sistema e se permitiu uma segunda taa de vinho  medida que eles comeram. "Certo, mulher que possui a casa de cidade de residncia privada, Leste Superiorestava em viagem por duas semanas. Uma amiga era casa-sentando. O dono volta para casa para esta tarde, tarde esta tarde, v sua rea vivo destruida. Sua declarao  que as portas eram bloqueadas, o alarme de segurana fixa. Ela vai de cima. Existe um forte odor, que a irrita tanto como a baguna no andar de baixo. Ela caminha em seu quarto, acha seu morto de baby-sitter da casa. Mortos por cinco dias, de acordo com meu em-local. Racha de garganta. Nenhum outros danos visveis. As indicaes so o ataque veio por detrs. A cmera de segurana na entrada era desativada, discos removidos. No existe nenhum sinal de entrada forada. A vtima estava vestindo muitas bugigangas. Possveisat provveiseles so fraude, mas sua unidade de pulso era uma boa marca."
      "Sexual assalto?"
      "Minha preliminara na cena indica no. Eu esperarei e verei o que o MIM digo naquele. Ela estava ainda vestida de roupas de clube. Quando o dono acomodar-se algum, ns a teremos verificaremos ver se qualquer coisa fosse tomado. Eu vi o que pareci ser antiguidades, artes originais, upscale eletrnica. Minha procura inicial da cena de crime aumentou um pouco de jias em uma gaveta. Pareceu que bom material, mas eu no sou nenhum juiz. Possivelmente, era um padro B e E que deu errado, mas"
      "E aqui voc  um juiz."
      "No pareceu com isto. No sente como isto. Parece que, e sente como, algum quebrar em procurar por algo, ou algum especfico. Pareceu que esta mulher voltou para casa antes dele estar acabado."
      "Contagem de tempo ruim, ao redor."
      "Absolutamente. Era sabido que o dono estava em viagem. Podia ser ele no estava esperando que algum estar l. Ela caminhou no quarto, ele entrou atrs dela, racha sua garganta de orelha at orelha, e ou continuou sua procura ou partiu."
      "No, no seu mdio B-e-E homem. Eles querem dentro e fora depressa, nenhuma baguna, nenhum rebulio. Nenhuma arma. Voc consegue uma bota extra em seu tempo se voc conseguir etiquetado levando."
      "Sabe."
      Ele meramente sorriu. "Como eu nunca era etiquetado, ou inicializado, eu acho aquele sarcasmo seco imprprio. Ele no roubou na sensao tradicional," Roarke continuou, "roubo to tradicional no era o propsito."
      "Meus pensados. Ento ns corremos dono de Gannon e Jacobs, vtimae vemos se qualquer coisa estalar que faramos algum querer eles mortos."
      "Ex-cnjuges, amantes?"
      "De acordo com a testemunha, Jacobs gostou de tocar. Nenhum playmate especfico. Gannon tem um recente ex. As reivindicaes eles separaram modos amigavelmente, e nenhum duro , sobre um ms atrs. Mas as pessoas podem ser realmente estpidas sobre aquele tipo de coisa, segure rancores, ou tochas."
      "Sabe."
      Ela foi em branco para um momento, ento teve uma imagem de Roarke batendo o defecar fora de um de seus colegas e uns antigos-mais perto. "Webster no era um ex. Voc tem que ser desnudo com algum para mais de duas horas para eles qualificar como um ex.  uma lei."
      "Eu estou corrigido."
      "Voc pode parar de parecer satisfeito consigo mesmo a qualquer hora. Eu correrei o ex. Chade Dix. Leste superior addy." No era pizza, ela meditou, mas a salada de lagosta no era ruim. Ela pegou em cima mais como ela sacudiu por seus arquivos mentais. "A vtima era um agente de viagens, trabalhado para Trabalha ou Jogo Viajam, midtown. Saiba eles?"
      "No. No uso eles."
      "Algumas pessoas viajam por razes diferente de trabalhar ou tocam. Contrabando, por exemplo."
      Ele ergueu seu vidro, contemplado seu vinho. "Para alguns pontos de vista, contrabandeando poderiam cair nas categorias de qualquer um trabalhar ou tocar."
      "Ficar chato para manter declarao 'voc devia conhecer.' Ns examinaremos a agncia de viagens, mas eu no penso que Jacobs era um objetivo. Era casa do Gannon, Coisas do Gannon. Ela estava em viagem, sabido estar em viagem."
      "Trabalhe ou toque?"
      "Trabalhe. Ela estava em um pouco de tipo de um negcio de excurso para um livro.  o livro que me interessa."
      "Realmente? Agora voc tem minha ateno."
      "Olhe, eu leio." Ela escavou em cima mais lagosta. "Material."
      "Arquivos de caso no contam." Ele gesticulou com seu garfo. "Mas continue. Que interesses voc sobre este livro?"
      "Muito conte," ela replicou. " um pouco de tipo de histria de famlia, mas o grande gancho  um diamante heist, cedo vinte-primeiro, aqui em Nova York. Isto"
      "O Quarenta-stimo trabalho de Rua. Pedras quentes. Eu sei este livro."
      "Voc l isto?"
      "De fato. A propriedade era leiloada no ano passado. Starline adquiriu."
      "Starline? Publicando? Isto  seu."
      ". Eu peguei o lanar do adquirir editor em um dos mensais relatrios. Ele interessado me. Todo mundobem, todo mundo com certos interessessabe sobre o Quarenta-stimo trabalho de Rua."
      "Voc teria aqueles certos interesses."
      "Eu iria, sim. Perto de trinta milhes em diamantes sai da Troca. Sobre de trs quartos deles so pegos de volta em cima. Mas isso deixa muitas pedras cintilantes l fora. Gannon. Sylvia . . . Susan . . . no, Samantha Gannon. Claro."
      Sim, Roarke era um sujeito que entrou  mo. "Certo, ento voc sabe o que voc sabe. Seu av recuperou ou ajudou recuperar as pedras que eles voltaram."
      "Sim. E lado da sua me de bisavera um do time que roubou eles."
      "Isto  isso?" Ela se debruou de volta, considerou. "Ns no entramos naquele fim."
      "Est no livro. Ela no esconde a conexo. De fato, as conexes, o ins e exteriores, so pontos de venda fortes."
      "D-me o destacar."
      "Existiam quatro membros conhecidos do heist time. Se era um dentro de homem, que lidou com o interruptor. Os outros posaram como clientes ou parte do time investigativo depois que os diamantes eram descobertos perdidos. Cada marcada uma reunio com um dos desenhistas ou atacadistas de cima. Cada levantou um artigo de novidade plantada pelo dentro de homem. Um cachorro cermico, uma boneca de trapo, e assim por diante."
      "Atrs em cima. Uma boneca?"
      "Esconda em viso clara," ele explicou. "Inofensivamente. Em cada cego era uma parte de quarto do tomar. Eles entraram, saiu em pleno dia. A lenda tem istoe Samantha Gannon perpetua este em seu livroque dois deles almoaram um quarteiro ou to longe com sua parte em sua pessoa."
      "Eles acabaram de sair."
      "Brilhante em sua simplicidade, realmente. Existe uma seo de varejo, nvel de rua. Quase um bazar. E naqueles diasquietos nestes de vez em quandoalguns dos joalheiros caminham de loja para armazenar, da loja da loja, levando uma fortuna em pedras preciosos dobrados em xcaras de jornal eles chamam sumrios. Com suficiente bolas, dados e alguma dentro de ajuda,  mais fcil que voc poderia pensar ir embora com clares na luz do dia. Mais fcil sem dvida que um depois de-trabalho de horas. Voc quer caf?"
      "Voc est pegando isto?"
      "Eu irei." Ele ergueu-se para entrar na cozinha. "Eles nunca cairiam fora com isto," ele gritou. "Existem registros cuidadosos mantidos para pedras daquele tipo. Levaria muita pacincia e fora de vontade para esperar at suficiente tempo passou para girar eles, e pesquisas cuidadosas e uma sensao forte de carter para selecionar a fonte certa para aquela liquidao. A natureza humana sendo natureza humana, eles estavam destinados a ser beliscados."
      "Eles caram fora com um pedao."
      "No exatamente." Ele voltou em com uma panela e duas xcaras. "As coisas foram erradas quase imediatamente, comeando com desonra no meio de ladrescomo invariavelmente existe. Um do lote, que foi pelo nome de Tripulao, decidida por que toma um quarto quando voc puder tomar todo. Ele era um diferente tipo que O 'Haraque  o bisave a outros, e eles deviam ter sabido melhor que associar-se com ele. Ele atraiu o dentro de homemprovavelmente prometendo um negcio mais doce. Ele deu a ele duas balas no crebro. Eles usaram balas com regularidade alarmante ento. Ele tomou parte do seu parceiro morto, e ento teve metade."
      "E seguiu os outros."
      "Ele fez. Notcias viajadas, e eles rabbited antes dele chegar a eles. E isto  como eles acabaram trazendo filha da O 'Hara nisto. Ficou sujo, como voc ver quando voc ler o livro voc mesmo. Outros deles foram mortos. Ambas as Tripulao e o policial de seguro cheirado fora a trilha. O policial e filha a do ladro se apaixonada, felizmente suficiente, e ela o ajudou com a recuperao da metade O 'Hara teve acesso. Entretanto eles reuniram Tripulao tambm, com um pouco de drama e heroics, ele foi morto na priso menos que trs anos depois que seu termo comeou. Eles acharam sua parte original guardada em um depsito seguro encaixota aqui na cidade, localizou de uma chave que ele esteve usando sua pessoa na hora de priso, Mas ele nunca revelou onde a outra poro dos diamantes eram."
      "Mais de cinqenta anos atrs. Eles podiam ser longos ido at agora. Direito atrs em um pouco de jias caso na forma de anis, pulseiras, qualquer."
      "Certamente. Mas ele mais diverso para imaginar eles  escondido dentro de algum gato cermico ficando empoeirado em uma estante em uma loja de frugalidade, no ?"
      A diverso no registrou com ela, mas o motivo fez. "Ela conversa sobre a conexo de famlia em seu livro, faltando diamantes. Material sensual. Algum vai decidir que ela deve ter eles, ou saibam onde eles esto."
      "Existe uma retratao no livro, claro. Mas sim, alguns esto destinados a perguntar-se se ela ou algum em sua famlia tem eles. Se eles estiverem ainda l fora, e unset, eles valeriam a pena um grande negcio mais hoje que eles eram no princpio do sculo. A lenda s bate o valor."
      "Quanto?"
      "De modo conservador, quinze milhes."
      "No existe nada conservador mais ou menos quinze milhes. Aquele tipo de nmero podia empurrar muitas pessoas para fazer uma caa de tesouro. Qual, se procurando aquele ngulo, estreita o campo para, o que, um par milhes de pessoas?"
      "Mais, eu pensaria, como ela tem estado em uma excurso de mdia. At aqueles que no comprou ou leu o livro podia ter ouvido a histria bsica em uma de suas entrevistas."
      "Bem, que vida sem estar um desafio? Voc j procurou por eles? Os Quarenta-stimos diamantes de Rua?"
      "No. Mas estava sempre entretendo especular sobre eles com amigos acima de um quartilho na taverna. Eu recordo, em minha mocidade, existia algum orgulho que Jack O 'Hara, a pessoa que cada fora, era um Irishman. Alguns gostaram de imaginar ele cortou o resto deles afinal e viveu fora seu porco de dias alto na resultado monetrio."
      "Voc no acha."
      "Eu no sei. Teve que ele administrou isto, Tripulao viria o logo rpido como um cachorro vem logo uma pulga que morde suas costas.  Tripulao que teve aquele gelo, e tomou o local para inferno com ele. Fora de despeito, talvez, mas maiseu penso, mais porque fez eles seus. Manteve eles seus."
      "Obcecou, no ?"
      "Ele  pintado aquela entrada o livro, e de que eu respiguei, Samantha Gannon fez isto uma misso para ser to verdadeiro e preciso quanto possvel no dizer."
      "Certo, vamos tomar um olhar para nosso elenco de personagens." Ela moveu acima do computador em sua escrivaninha. "Eu no terei o MIM sou ou relatrios forenses at amanh mais antigos. Mas Gannon declarou o lugar era bloqueado e segurana estava em quando ela retornou. Eu tomei um bem olhar, e entrada no eram foradas. Ele ou entrou com Jacobs ou entrou ele mesmo. Eu estou debruando em direo ao posterior, que exigiria alguma experincia de segurana, ou conhecimento dos cdigos."
      "O ex?"
      "Gannon declara que ela mudou os cdigos depois do colapso. No significa que ele no fez policial para as mudanas. Enquanto eu estou olhando para ele, voc podia conseguir me para qualquer que voc pode nos diamantes, e as pessoas envolvidas."
      "Muito mais entretendo." Ele topped fora de seu caf, tomou isto com ele para seu juntando escritrio.
      Ela instalar um padro correr em Chade Dix, e chocado em seu caf enquanto seu computador pooled os dados. Frios, esbanjadores, sem sentido. Isso era como assassinato do Andrea Jacobs a atingiu. No era uma matana de pnico. O ferimento era muito limpo, o mtodo propriamente muito delibera para pnico. Surgindo por detrs, teria sido da mesma maneira que fcil, da mesma maneira que efetivo, bater seu inconsciente. Sua morte no adicionou nada.
      Ela descontou qualquer possibilidade real de um profissional bate. O estado da casa pe aquele no baixo percentil. Um roubo arruinado era uma decente suficiente cobertura para um assassinato de objetivo, mas no a favor de iria muito completamente arruna o arruinar deixando tantos porttil valuables para trs.
      Dix, Chade, seu computador comeou. Resida nmero cinco, 41 Leste Setenta-primeira Rua, Nova York, Nova York. DOB, 28, maro, 2027. Pais Mitchell Dix, Gracia Dix Unger Longo. Divorciado. Um siblings, irmo Wheaton. Um metades-siblings, irm Maylee Unger Brooks.
      Ela leu rapidamente acima de sua educao, destacou seu registro de emprego. Planejador financeiro para Tarbo, Chassie e Dix. Um sujeito de dinheiro, ento. Pareceu seus aqueles sujeitos que fiddled com outro dinheiro realmente apreciado das pessoas tendo grupos de seus prprios.
      Ela estudou sua ID fotografia. Praa-jawed, alto-browed, limpo-shaven. Studiously bonito, ela suposta, com cabelo marrom bem aparado e olhos marrons pesados.
      "Computador, sujeita tenha algum antecedente penal? Inclua qualquer priso com cargas soltaram ou suspenderam."
      Trabalhando . . . Bebido e desordenado, multa pagas, 12 de novembro de 2049. Possesso de illegals, multa paga, 3 de abril de 2050. Destruio de propriedade pblica, embriaguez pblica, restituio feita, multa paga, 4 de julho de 2050. Bebido e desordenado, multa paga, 15 de junho de 2053.
      "Conseguiu um pouco padro trabalhando aqui, no , Chade? Computador, registros de lcool e/ou reabilitao qumicos?"
      Trabalhando . . . programa de reabilitao Voluntria, Clnica de Stokley, Chicago, Illinois. Programa julho de quatro semanas de 13 agosto 10, 2050, completou. Programa de reabilitao voluntria, Clnica de Stokley, Chicago, Illinois. Programa 16-30 de junho de 2053 de duas semanas, completou.
      "Ainda limpo e sbrio, Chade?" Ela perguntou-se. Indiferentemente, seu registro no mostrou a nenhuma predileo para violncia.
      Ela o entrevistaria no dia seguinte, cave mais fundo se fosse autorizado. No momento, ela educou os dados na vtima.
      Andrea Jacobs tinha vinte e nove anos. Nascido em Brooklyn, s criana, pais ainda vivendo, ainda casado com um ao outro. Eles residiram em Flrida agora, e ela quebrou suas vidas algumas horas na frente de quando ela notificou eles que sua s criana estava morta.
      Andrea  ID retrato mostrou a um atraente blonde com um largo, brilhante sorriso. No existia nenhum antecedente penal. Ela trabalhou para o mesmo empregador por oito anos, viveu no mesmo apartamento para a mesma quantia de tempo.
      Movido acima de Brooklyn, Pensou Eve. Conseguido voc mesmo um trabalho e um lugar de seu prprio. Menina de Nova York, comeando a fim. Desde que ela teve prximo de permisso da famlia para entrar no financials da vtima, ela codificou em, educou os dados.
      Ela viveu fecha, Eve notada, mas no mais ntimo do que qualquer mulher jovem, nica que gostou imaginar sapatos e noites no clube poderia viver. Alugado era pago. Saks fatura era vencido e no pago, como estava em algum lugar chamado Clones. Um cheque rpido informado seus Clones era um desenhista knockoff loja o centro da cidade.
      Com os dados quietos em cima, ela trocou para suas notas e comeou a ordenar eles em um relatrio. Ajudou ela pensar tomar os fatos, observaes e declaraes e ligar eles juntos em um todo.
      Ela olhou de relance acima de como Roarke veio para a entrada.
      "Existe bastante de informaes sobre os diamantes, inclusive descries detalhadas, fotografias. Um grande negcio mais em cada um dos homens supostamente responsvel pelo roubo. Est ainda compilando. Eu estou tendo isto enviado para sua unidade simultaneamente."
      "Obrigado. Voc precisa vigiar a corrida?"
      "Para falar a verdade no, no."
      "Queira dar um passeio?"
      "Com voc, Tenente? Sempre."
      
      
    19.
      
      Ela voltou para a cena. Era escuro, ela pensou. No to tarde quanto tinha estado na noite do assassinato, mas prximo suficiente. Ela decodifiquei a polcia lacra.
      "Quanto tempo levaria para desativar o alarme, decodificar as fechaduras? Mdio?"
      "Mas, bem, eu no sou mdio em tais assuntos."
      Ela rolou seus olhos. " um bom sistema? Voc precisaria de experincia para conseguir por, ou apenas das ferramentas certas?"
      "Primeiro,  um bom bairro. Seguro e upscale. Existe p e trfico de rua considervel. Sobre voc no quereria estragar, algum tem perguntando-se, Agora o que isto  sujeito fazendo ali? At no meio da noite. Que hora era o assassinato, a propsito?"
      "Tempo de estimada da morte devido  condio do corpo. Mas entre doze e um DA MANH"
      "No muito muito tarde ento, particularmente se ns acreditarmos em que ele era dentro de j. Canela da noite, realmente. Ento voc quereria entrar sem tempo demais. Se ele fosse eue no tem sido para muitos o anoque eu teria estudado o sistema antes do evento. Ou conseguido um bom de primeira mo olhe para isto ou feita minha pesquisa e achou o que tipo estava instalado e estudava isto no do provedor, ou on-line. Eu teria sabido o que eu tive que fazer antes de eu chegar aqui."
      Sensata, ela pensou, em um larcenous modo. "E se voc fizesse tudo aquilo?"
      Ele fez um baixo, considerando som e estudou as fechaduras. "Com qualquer tipo de habilidade, voc teria as fechaduras erguidas dentro de quatro minutos. Trs se voc tivesse boas mos."
      "Trs a quatro minutos," ela repetiu.
      "Um espao mais longo de tempo que voc pensaria quando voc estiver de p em algum lugar que voc no devia ser, fazendo algo que voc no tem nenhum negcios fazendo."
      "Sim, eu consigo isto."
      "Se voc for um amador, levaria consideravelmente mais longo. O alarme, bem, voc v nosso residente cortesmente ps este pequeno advertncia plaque aqui, dizendo aqueles com um interesse que ela  protegida por Primeiro Grupo de Alarme."
      Eve silvada fora uma respirao em desgosto. "Eh, Sr. Assaltante, deixe-me dar a voc uma mo com este rombo. Seu av era um policial, ento foi privado," Eve adicionada. "Ele no teria dito a ela o quo estpida  para anunciar seu sistema de segurana?"
      "Provvel. Ento ele podia ser um cego. Por discusso, ns assumiremos, ou assumamos nosso assassino assumido, ela est dando os dados honrados. Seu pacote residencial mais vendido  telegrafado na fechadura sobre a qual propriamente. Voc tem precisa tirar isto enquanto voc estava na fechadura, e isso toma dedos fixos. Ento voc tem precisa reajustar isto no painel que ela  provvel ter s dentro da porta. De forma que poderia tomar seu homem outro minuto, at dois, fornecendo que ele soube o que ele era. Ele teria feito melhor se ele comprasse o sistema ele mesmo, ento praticado nisto. Voc me trouxe aqui assim eu podia ter um ir nisto?"
      "Eu quis ver" Ela cessou bruscamente como um homem aclamou eles da calada.
      "O que voc est fazendo l?"
      Ele era anos trinta meios, com o olhar de um clube de sade regular goer. Msculo slido acima de uma armao magra. Atrs dele, do outro lado da rua, uma mulher permanecida na luz que derrama de uma porta da frente aberta. Ela teve um vnculo de bolso em sua mo.
      "Problema?" Eve perguntada.
      " disso que eu estou perguntando a voc." O homem rolou seus ombros, balanadas em cima nas bolas de seus ps. Posio combativa. "Ningum est casa l. Se voc for um amigo da pessoa que vive l, voc devia saber isto."
      "Voc um amigo sua?"
      "Eu vivo do outro lado da rua." Ele gesticulou com seu dedo polegar. "Ns tomamos cuidado com um ao outro ao redor aqui."
      "Contente por ouvir isto." A Eve retirou-se seu distintivo. "Voc sabe o que aconteceu aqui?"
      "Sim. Espere um segundo." Ele levantou uma mo, girada e gritada para a mulher na entrada, " certo, mel. Eles so Polis. O tipo de cifra voc era," ele disse quando ele voltou para eles. "Mas eu quis ter certeza. O par de Polis veio por e conversado conosco j. Desculpe sobre saltar em voc. Ns somos todo um pouco irritado agora mesmo."
      "Nenhum problema. Voc estava ao redor ltima quinta-feira  noite?"
      "Ns estvamos em casa. Ns estvamos a mesmo do outro lado da rua enquanto . . ." Ele olhou fixamente duro no Gannon aloja. "Jesus,  duro para pensar sobre. Ns soubemos Andrea, tambm. Ns estivemos em festas em do Sam, e ela e minha esposa fizeram a noite das meninas-fora coisa uns tempos do par com amigos. Ns ramos direito do outro lado da rua quando isto aconteceu."
      "Voc soube que Andrea Jacobs estava ficando aqui enquanto Sra. Gannon estava em viagem?"
      "Minha esposa veio aqui a noite na frente de Sam deixar para sua excurso de livro negocias para dizer adeus, deseje sua sorte, perguntasse se ela quisesse ns alimentar o peixe ou qualquer coisa. Sam disse sua Andrea estaria ao redor cuidar de material."
      "Voc viu ou falou com ela, para Andrea Jacobs, durante o tempo Samantha Gannon estava em viagem?"
      "No pense que eu a vi mais de uma vez. Uma onda rpida do outro lado da rua amvel de coisa. Eu deixo a casa mais ou menos seis e trinta a maioria das manhs. Bata o ginsio antes do escritrio. A esposa est fora por oito. Andrea manteve horas diferentes, ento eu no esperei ver muito sua. Nunca pensado qualquer coisa quando eu no fiz."
      "Mas voc nos notou na porta hoje  noite. Isto  por causa do que aconteceu, ou voc normalmente mantm um olho fora?"
      "Eu mantenho um olho. No como uma guia," ele disse com um metade sorriso. "S tente ficar ciente, sabe. E voc sujeitos eram tipo de vadiar l, sabe?"
      "Sim." Como algum poderia que estar tentando erguer as fechaduras e ultrapassar o alarme. "Voc notou qualquer um que no pertence? Voc viu qualquer um na porta, ou s rondar a rea nas ltimas semanas do par?"
      "Polis perguntou a mim a mesma coisa antes. Eu pensei e pensei sobre isto. Eu no acabei de no fazer. Minha esposa qualquer um, porque ns conversamos sobre ele desde que ns descobrimos o que aconteceu. No conversou sobre muito outro."
      Ele alarga uma respirao longa. "E ltima quinta-feira, minha esposa e eu fomos para a cama mais ou menos dez. Assistida um pouco de tela no saco. Eu bloqueado em cima direito antes de ns encabear em cima. Eu olharia. Eu sempre olho, hbito justo. Mas eu no vi nada. Ningum.  terrvel o que aconteceu. Voc no deveria conhecer pessoas que este acontece," ele disse como ele olhou para a casa. "Outra pessoa deveria conhecer eles."
      Ela soube eles, Eve pensou como ela caminhou de volta para Roarke. Ela soube morto incontvel.
      "Veja quanto tempo que leva," ela disse para Roarke, e gesticulado em direo  porta.
      "Certo ento." Ele tirou um caso de couro pequeno de seu bolso, selecionou uma ferramenta. "Voc tomar em considerao que eu no tenho researched nem praticado neste sistema particular." Ele abaixou.
      "Sim, sim. Voc consegue um impedimento. Eu s quero reconstruir um argumento possvel. Eu no penso qualquer um cobertura esta casa teria ficado Ginsio de Joe passado do outro lado da rua. No se eles gastassem qualquer hora no bairro."
      "Enquanto voc estava conversando com ele, meias dzia pessoas vieram para portas ou janelas e assistidas."
      "Sim, eu fiz isto."
      "Ainda, se voc fosse cobertura, voc poderia caminhar por, tome fotografias." Ele endireitou, abriu a porta. "E voc poderia investir em um clone distante, se voc pudesse dispor um." Enquanto ele falou, ele abriu o painel de segurana dentro da porta, conectou um mini-bolso unidade para ele e manualmente digitou em um comando. "Vista diferentemente, tome outro passeio. Voc s precisaria de alguma pacincia. L, isto  feito."
      "Voc disse trs ou quatro minutos. Isso estava abaixo de dois."
      "Eu disse algum com alguma habilidade. Eu no me disse.  um sistema decente, mas Indstrias de Roarke faz melhor."
      "Eu darei a voc uma tomada da prxima vez que eu converso com ela. Ele foi de cima primeiro."
      "No ?"
      "Ele subiu primeiro porque se ele no estivesse esperando que algum entrar, ele teria deixado as luzes em depois de que ele bater as telas de isolamento. Ela teria notado aquele quando ela entrou. Ela teria notado as luzes, e a baguna na rea viva. Mas ela no fez. Assumindo que ela teve um crebro de trabalho, se ela entrasse nisto, ela teria corrido direito fora novamente, chamou o Polis. Mas ela foi de cima."
      Ela abriu a porta da frente novamente, deixa isto estrondo fechado. "Ele a ouviu. Ela verifica as fechaduras, os alarmes. Talvez ela verifica o 'vnculo abaixo aqui por mensagens." Eve caminhada pela rea viva, rodeando em torno da baguna, ignorando o cheiro de substncia qumica deixou atrs de pelos varredores. "Ela tem sido sair  noite, provavelmente tido alguns bebidas. Ela no gasta muito tempo abaixo aqui. Ela est vestindo arco-matana sapatos, mas ela no leva eles fora de at que ela esteja no quarto. No pode ver por que ela caminharia ao redor abaixo aqui neles para longos com ningum ao redor para admirar suas pernas. Ela comea de cima."
      Ela subiu os passos. "Eu aposto que ela gosta da casa. Ela viveu em um apartamento por quase uma dcada. Eu aposto que ela gosta de ter tudo isso quarto. Ela se transforma no quarto, pontaps fora do fuck-mim sapatos."
      "Ponto secundrio, mas como voc sabe que ela no tomou fora dos sapatos no andar de baixo, suba para descalo, levando eles?"
      "Hmm? Oh, sua posioe sua. Se eles tiverem estado em sua mo quando ela foi fatiado, eles teriam solto mais ntimo para seu corpo. Se ela levasse eles, ela teria girado em direo a, ou pelo menos lanou eles mais ntimos, o armrio. Parea mim. Veja onde eu estou permanecendo?"
      Ele viu onde ela estava permanecendo, da mesma maneira que ele viu o splotches e salpicos de sangue na cama, o cho, a luminria, a parede. O fedor de isso tudo estava apenas escondido debaixo das substncias qumicas. E ele perguntou-se como, como em nome do Deus, algum podia voltar e dormir neste quarto novamente. Viva com o pesadelo deste quarto.
      Ento ele olhou para sua esposa, viu que ela estava esperando. Viu olhos do seu policial eram frescos e apartamento. Ela viveu com pesadelos, despertando e dormente.
      "Sim, entendo."
      "Portas de armrio estavam abertas. Eu estou apostando o armrio. Ele no comeou aqui. Eu penso que ele comeou no corredor abaixo de escritrio. Eu penso que fui sua primeira parada, e ele no conseguiu muito longe."
      "Por que?"
      "Se ele lanasse este quarto, ela teria visto a baguna assim que ela abriu a porta. Nenhum ferimento defensivo, nenhum sinal ela tentou correr ou lutar. Segundo, existe uma estao de trabalho no escritrio, e  ainda limpo como um alfinete. Eu figuro que era seu ponto de partida, e ele planejou ser cuidadoso, ser limpo. Jacobs entra, parafusos que planejam para ele."
      "E Plano B  o assassinato."
      "Sim. Nenhum modo ele faltou sua estao de trabalho, mas ele no amarrou baguna isto. Ele foi por tudo outro, e no estava preocupado sobre ser limpo, mas ele j procuraria a estao de trabalho. Por que baguna com isto novamente?"
      Roarke olhou para o horror de sangue e fluidos manchando o cho e paredes. "E fatiando garganta da mulher  mais eficiente de tempo."
      "Isso podia fatorar. Eu penso que ele ouviu seu entrado, e em vez de esperar at que ela foi dormir e conseguindo o inferno, em vez de bater seu insensato, ele deslizou direito aqui, deslizou de volta no armrio e assistiu seu entrado e pontap inicial seus sapatos de fantasia. Empurre aquele material fora do modo, no ? Ns j temos sido por aqui, cena est em registro. Permanea no armrio."
      "Cristo." Ele empurrou os montes de roupas e travesseiros de lado, andado atrs dentro do armrio aberto.
      "Veja o ngulo? Este teve que ser o ngulo do modo que ela aterrissou. Ela est permanecendo como isto, enfrentando longe. Ele surgiu para trs, arrancado ela voltar pelo cabeloque ela teve cabelo longo, e o ngulo do ferimentoteve que ser. Fatie abaixo, remanescer para direito. Faa isto. Fraude justa o cabelo."
      Ele a alcanou em dois passos largos, deu seu cabelo pequeno um puxo, fingido o bater com uma faca.
      Ela imaginou se empurrando uma vez. O choque o experimentado de sistema, o alarme que grita no crebro at como o corpo morreu. E olhado abaixo no cho, trouxe a posio do corpo atrs em sua mente.
      "Tido que ser. Tido que ser s assim. Ele no podia ter hesitado, no para uma segunda. At uma segunda advertncia, ela teria girado, mudou o ngulo algum. Tido que ser rpido e liso. Veja, ela bate o lado da cama quando ela caiu. O borrifadela indica. Bata o lado da cama, saltou, rolou, aterrissou. Ento ele voltou para trabalhar. Ele teve que fazer a maior parte deste depois que ele a matou. Ele deve ter gasto outra hora, talvez duas, na casa com ela, algum daquele direito neste quarto com ela enquanto ela estava sangrando fora. Ele pegou mos fixas. E ele pegou sangue frio."
      "Voc tem um relgio em Samantha Gannon?"
      "Sim. E ele vai ficar nela at que eu o tire. Vamos sair daqui."
      Ele esperou at que eles estavam do lado de fora novamente, no ar do vero quente. At que ela tenha resealed a porta. Ento ele correu seu passar para baixo seus braos, desenhou ela contra ele e ligeiramente a beijou.
      "O que isso era?" Ela perguntou.
      "Ns precisamos disto."
      "Suposio voc  certo." Ela tomou sua mo, passos abaixo caminhados. "Ns fizemos."
      ***
      A mdia j pegou o odor. O vnculo de escritrio da Eve em Central de Polcia era entupido com pedidos, apelos, demandas por informaes. Ela esvaziou eles todos, com algum prazer, atirando neles para a ligao de mdia. Eles podiam cheirar para sangue tudo eles procurados, mas eles no estavam conseguindo qualquer dela at que ela estava pronta.
      Ela esperou conseguir uma visita pessoal de Nadine Furst na frente de muito mais longo. Ela lidaria com aquele quando o tempo veio. O fato era existia provavelmente um modo para ela usar Canal 75  pessoa importante em-reprter de ar.
      Ela caf programado e decidiu nunca era muito cedo importunar o MIM ou o lab.
      Ela estava discutindo com a MIM atribu para seu caso, repugnado ser Chefe informado que Examinador Mdico Morris era de licena, quando ela ouviu pia e apitos estouram da caneta de touro fora de seu escritrio.
      "Eu no me importo se for o rudo do vero em sua linha do trabalho," Eve estalada. "Enviando em corpos no acontece ser meu pequeno passatempo. Eu preciso de resultados, no desculpa."
      Ela quebrou transmisso, decidido seu primeiro traseiro-que chuta do dia a pr no humor perfeito para cadela no lab. Ento carranqueou no clicar som abordando seu escritrio.
      "Dia, Dallas,"
      O Peabody robusto, recentemente promovido para detetive, no mais vestiu seu cuspe-e-poliu uniforme. E Eve estavam descobrindo que era uma piedade de maldio. Seu corpo robusto, que acompanhou at a sada muito mais curvas de seu blues, era vestido-se bem em um par de categorizou lavanda calas, um topo purpreo aquecido e um floaty tipo de jaqueta que levantou ambas as cores em faixas magras. Em vez de seu clunky e perfeitamente policial respeitvel cala que ela esteve usando pointy-toed sapatos purpreos com saltos de sapatos fracos pequenos.
      Que explicou o clicar.
      "Que diabo voc embarcou em?"
      "Roupas. Eles so minhas roupas. Eu estou experimentando olhares diferentes assim eu posso concordar com meu estilo de trabalho particular. Eu estou pensando sobre novo cabelo, tambm."
      "Por que voc tem que ter novo cabelo?" Ela estava acostumada a tigela escura do Peabody de cabelo, droga. "Por que pessoas sempre tm que ter novo cabelo? Se voc no gostasse do cabelo velho, por que voc teve o cabelo velho? Ento voc no gostar do novo cabelo, e voc ter que ter novo novo cabelo. Me faz louco."
      "Tanto faa."
      "E que diabo so aqueles?" Ela picou um dedo nos sapatos.
      "Eles no so grandes?" Ela girou seu tornozelo para mostrar a eles. "Surpreendentemente confortveis, tambm."
      "Aquela so menina cala."
      "Dallas, eu no sei como dizer a voc este, mas eu sou uma menina."
      "Meu parceiro no  uma menina. Eu no tenho menina  parceiro. Eu tenho Polis. Meu parceiro  um policial, e aqueles no so os sapatos de um policial. Voc clica."
      "Obrigado, Tenente." Peabody sorriu abaixo nela mesma. "Eu penso isso tudo trabalhos bem juntos."
      "No, Jesus Cristo em spandex. Voc clica quando voc caminhar."
      "Eles s precisam ser quebrados." Ela comeou a amuar, ento viu o arquivo de caso, os silncios da cena de crime, em escrivaninha da Eve. "O que voc est fazendo? Voc est trabalhando em um caso frio?"
      " quente. Eu peguei isto ontem, direito na frente de fim de turno."
      "Voc pegou um caso e voc etiqueta no me fizeram?"
      "No lamente. Eu no chamei voc em porque voc teve A Grande Noite. Lembre como voc continuou dizendo isto, como ele era um vdeo ttulo? Eu sei como trabalhar uma cena, Peabody. No existia nenhuma razo para atarraxar em cima seus planos."
      "Apesar de sua opinio de meus sapatos, eu sou um policial. Eu espero ter meus planos atarraxados."
      "Este tempo eles no eram. Cague, eu quis que voc tivesse isto. Se voc vai fazer um grande negcio aqui, voc s vai me irritar."
      Peabody misturou com cuidado seus lbios. Trocada sua posio como os sapatos no eram bastante to confortvel quanto ela reivindicou. Ento ela sorriu. "Eu no sou. Eu aprecio isto. Era importante mim, e McNab foi para muita dificuldade. Ento obrigado. Ns tivemos um grande tempo. Eu bebi um pouco mais que eu devia, ento eu estou um pouco penugento esta manh. Mas um golpe de caf real devia ajudar isto."
      Ela olhou esperanosamente em direo a Eve  AutoChef, onde existia real ao invs do barro disfarou como caf na caneta de touro.
      "V em frente. Ento se sente. Eu educarei voc para acelerar."
      ***
      "Diamantes perdidos.  como uma caa de tesouro," Peabody decidiu. "Como saque. Podia ser divertido."
      Declarao nada, Eve passou por seus um dos em-silncios da cena de corpo do Andrea Jacobs. Peabody alarga um silvar entre seus dentes. "Certos, no tantos. Nenhum sinal de entrada forada? Sexual assalte?"
      "Nenhuma aparente da na cena."
      "Ela podia ter trazido algum casa com ela. Escolha ruim. As pessoas fazem eles."
      "Ns verificaremos aquele. Eu corri seu carto de dbito. Sua ltima transao, que parece com passar sem tocar a aba da noite, estava em Clube Seis-Oh. Sexagsimo e Segundo, s onze quarenta e cinco na quinta-feira  noite. Tempo estimado da morte estava entre meia-noite e um."
      "Ento ela teria ido diretamente para a residncia de Gannon do clube. Se ela tivesse companhia, ela achou isto l."
      "Ns estamos no campo," Eve disse, juntando o arquivo. "Ns conversamos com Gannon  ex, Empregador e colegas de trabalho do Jacobs, bata o clube e balano pelo morgue para hostilizar pessoas."
      "Eu sempre assim parte. Eu chego a relampejar meu novo distintivo," ela adicionou como eles saram. Ela sacudiu sua jaqueta aberta a revelar o gancho de distintivo do detetive para seu cs.
      "Muito bom."
      "Meu novo acessrio favorito."
      ***
      Os poderes-que-esto em Tarbo, Chassie e Dix obviamente subscreveram para a teoria que uma exibio de excesso retraiu clientes cujas finanas precisado planejamento. O midtown escritrios eram espalhados mais de quatro chos com umas informaes principais centram o tamanho do outfield dos Puxes. Oito homens e mulheres jovens, certamente contratada tanta para sua beleza esperta como suas habilidades de comunicao, tripulado um contador de ilha de alarme vermelho que podia ter alojado um subrbio pequeno. Cada vestiu um Comunicador pessoal e tripulado liso minidata e centros de comunicao.
      Cada obviamente praticou higiene dental superior se seu deslumbrando, sorrisos idnticos eram qualquer medida.
      Ao redor eles eram contadores pequenos com mais espertos, homens e mulheres dentudas em ternos mordazes, trs reas de espera com cushy-olhando cadeiras, equipadas com telas para passar pelo tempo com revistas ou pequeno vids, e um pouco, tastefully plantou jardim com seu prprio charco azul minsculo.
      Msica pulante, repetitivo danado pelo ar em um volume discreto.
      A Eve decidiu que ela estaria em um quarto acolchoado para mental defectives em debaixo de uma semana se ela trabalhasse debaixo de condies semelhantes.
      Ela caminhou para o contador principal acima de um tapete de prata elstica. "Chade Dix."
      "Sr. Dix est em quarenta e dois." A morena radiante bateu sua tela. "Eu terei muito prazer em ter um de seus assistentes escoltam voc. Se eu poderia ter seu nome, e o tempo de seu compromisso?"
      A Eve deitou seu distintivo no contador vermelho brilhante. "Tenente Dallas, NYPSD. E eu diria que meu compromisso  agora. Ns podemos levantar para quarenta e dois ns mesmos, obrigado, mas voc poderia querer dizer a Sr. Dix que ns estamos a caminho."
      "Mas voc tem que ser passado sem tocar para o elevador."
      A Eve levantou seu distintivo, meneou isto de um lado para outro. "Ento seria melhor voc cuidar disto." Ela embolsou o distintivo e andou a passos largos para o banco de elevadores com Peabody.
      "Eu posso ser policial de cadela da prxima vez?" Peabody sussurrou como eles esperaram pelas portas para abertas. "Eu realmente preciso praticar."
      "Parea mim se voc precisar praticar, no  um verdadeiro chamando, mas voc pode tomar um tiro." Ela andou sobre o elevador. "Quarenta e dois," ela exigiu. E debruada atrs na parede lateral como o carro whisked eles em cima. "Tome o assistente que eles vo lanar em nosso modo."
      "Cachorro quente." Peabody esfregou suas mos juntas. Ento rolados seus ombros, circulado seu pescoo.
      "Definitivamente nem um verdadeiro chamando," Eve murmurou, mas deixe Peabody levar quando as portas abertas em quarenta e dois.
      Este cho no era no menos opulento que o outro, entretanto o esquema de cor era eltrico azul e prata em lugar de vermelha. As reas de espera eram grandes, com a adio de telas de parede afinadas para programas financeiros vrios. Esta estao de informaes era o tamanho e forma de uma pequena vadeando charco, mas no havia necessidade de aborrecer com ele como o assistente cortado s pressas pelas portas de vidro duplo que deslizou soundlessly abre nela aborda.
      Este aqui era blonde com o cabelo de raio de sol feito em uma massa de cachos espiralados que derramaram e girada ao redor sua cabea como um halo. Ela teve lbios e bochechas rosas e um corpo de curvas impressionantes dobrado snugly em uma saia e jaqueta estreita a cor de algodo-doce.
      No querendo faltar sua chance, Peabody avanou, sacudida sua jaqueta aberta. "Detetive Peabody, NYPSD. Minha parceira, Tenente Dallas. Ns precisamos falar com Chade Dix relativo a uma investigao."
      "Sr. Dix est encontrando com um cliente, mas eu teria muito prazer em revisar seu horrio e claro algum tempo para voc mais tarde hoje. Se voc pudesse dar a mim um pouco de idia da natureza de seus negcios, e quanto tempo voc exigir."
      "A natureza de nossos negcios  o assassinato, e o tempo ns exigimos dependero completamente em Sr. Dix." Peabody imergiu sua cabea, abaixadas suas sobrancelhas em um olhar duro ela apreciou praticante no espelho de banheiro. "Se ele se sentir incapaz de se enfrentar conosco aqui e agora, ns teremos muito prazer em o levar o centro da cidade e segurar nossa reunio l. Voc pode vir com ele," Peabody adicionou.
      "Eu . . . Se voc dar a mim s um momento."
      Quando ela correu fora de, Peabody acotovelou Eve. "'Nossos negcios  o assassinato.' Eu pensei que era bom."
      "No chupou." Ela movimentou a cabea como o blonde veio para bustling de volta. "Vamos verificar as pontuaes."
      "Se voc vir comigo, Sr. Dix ver voc agora."
      "Eu pensei que ele iria." Peabody comeou a passear depois dela.
      "No enfatize seus narizes isto," Eve murmurou. " cafona."
      "Cheque."
      Eles moveram por um corredor em forma de f para o fim largo e outro conjunto de portas duplas. Estes eram opacos e abriam quando o assistente batido.
      "Detetive Peabody e Tenente Dallas, Sr. Dix."
      "Obrigado, Juna."
      Ele era atrs de uma U-estao de trabalho formada com a parede de janela requerida em suas costas. Seu apartamento de escritrio teve um luxuoso sentando rea com vrias cadeiras largas e uma estante de exibio segurando vrios jogos e brinquedos antigos.
      Ele vestiu um terno de pedra cinza com muted giz faixas, e uma cadeia de prata trancada debaixo do colarinho de sua camisa branca nevada.
      "Oficiais." Sua expresso sbria, ele gesticulou em direo a cadeiras. "Eu assumo este tem algo para fazer com a tragdia em do Samantha Gannon. Eu ouvi sobre ele ontem  noite em um relatrio de mdia. Eu no posso alcanar Samantha. Voc pode dizer a mim se ela estiver certo?"
      "Tanto como pode ser esperado," Eve respondida. "Voc tambm soube Andrea Jacobs?"
      "Sim." Ele agitou sua cabea e sentada atrs de sua escrivaninha. "Eu no posso acreditar em que este aconteceu. Eu a encontrei por Samantha. Ns socializamos bastante enquanto Samantha e eu estvamos vendo um ao outro. Ela era . . . Isto provavelmente sons clichd, mas ela era uma daquelas pessoas que esto s cheias de vida. Os relatrios so vagos, at esta manh. Existia um roubo?"
      "Ns estamos no processo de verificar isto. Voc e Sra. Gannon no mais esto vendo um ao outro?"
      "No, no de modo romntico."
      "Por que  isto?"
      "No era descobrir."
      "Para quem?"
      "Qualquer um de ns. Sam  um bonito, interessando mulher, mas ns no estvamos nos divertindo juntos mais. Ns decidimos cessar bruscamente isto."
      "Voc teve os cdigos para sua residncia."
      "Eu . . ." Ele faltou uma batida, quietamente passada sem tocar sua garganta. "Sim. Eu fiz. Como ela teve meu. Eu assumo que ela mudou eles depois que ns quebramoscomo eu mudei meu."
      "Voc pode dizer a ns onde voc estava na noite em questo?"
      "Sim, claro. Eu estava aqui, no escritrio at logo aps sete. Eu tive um jantar que encontro com um cliente em Bistro, s abaixo em Cinqenta-primeiro. Juna pode dar a voc as informaes do cliente, se voc precisar disto. Eu deixei o restaurante mais ou menos dez e trinta e fui para casa. Eu peguei em cima em um pouco de papelada por uma hora ou ento, assistiu os relatrios de mdia, como eu fao toda noite antes de eu girar em. Isso deve ter sido quase meia-noite. Ento eu fui para a cama."
      "Algum pode verificar isto?"
      "No, no depois que eu deixei o restaurante, em todo caso. Eu levei para casa um txi, mas eu no podia dizer a voc o nmero do txi. Eu no teria qualquer razo para arrombar casa do Sam e roubar qualquer coisa, ou pelo amor de Deus mata Andrea." 
      "Voc teve um pouco de substncia-abusar problemas ao longo dos anos, Sr. Dix."
      Um msculo estremeceu em sua mandbula. "Eu sou limpo, e tem sido para vrios anos. Eu tenho sido por programas de reabilitao e continuo a ir para reunies regulares. Se necessrias, eu submeterei para uma blindagem, mas eu quererei representao legal."
      "Ns informaremos. Quando seja a ltima vez que voc teve contactou com Andrea Jacobs?"
      "Uns meses, seis semanas atrs, pelo menos. Parece mim todos ns fomos para um o centro da cidade de clube de jazz este vero. Sam e eu, Andrea e quem ela estava vendo no momento, um par de outras pessoas. Era algumas semanas na frente de Sam e eu mandei sair coisas."
      "Voc e Sra. Jacobs j viram um ao outro separadamente?"
      "No." Seu tom empreendeu uma extremidade. "Eu no enganei em Sam, certamente no com um de seus amigos. E Andrea, tanto como ela apreciou homens, no teria furtado. Isto est insultando em todo nvel."
      "Eu insulto muitas pessoas, em todo nvel, em meu trabalho. O assassinato no favorece modos bons. Obrigado por sua cooperao, Sr. Dix." Eve levantou-se. "Ns estaremos em toque se existe qualquer outra coisa."
      Ela comeou para a porta, ento girou. "A propsito, voc leu livro do Sra. Gannon?"
      "Claro. Ela deu a mim um avano copiar vrias semanas atrs. E eu comprei um no dia de seu lana."
      "Algumas teorias nos diamantes?"
      "Fascinando material, no ? Eu penso que Tripulao  ex-esposa saltada com eles e fez vida de A. realmente boa para ela mesma em algum lugar."
      "Podia ser. Obrigado novamente."
      A Eve esperou at que eles estavam atropelando para nvel de rua. "Impresses, Detetive?"
      "Eu s amo quando voc me chamar isto. Ele  afiado, ele  liso, e ele no estava em uma reunio. Ele teve seu assistente dizer muito para nos sacudir fora de, se possvel."
      "Sim. As pessoas s no gostam de conversar com Polis. Por que  isto? Ele era preparado," ela adicionou, como eles saram e comearam atravs do salo de entrada. "Teve sua noite em questo todo atingido, at no teve que lembrar a ele da data. Seis dias atrs, e ele at no tem que pensar sobre isto. Rattled ele fora de como um aluno recitando um relatrio da escola."
      "Ele ainda no est claro pelo tempo do assassinato."
      "Nope, que  provavelmente por que ele quis nos sacudir fora de por algum tempo. Deixe seja batida a agncia de viagens prxima."
      ***
      A Eve suposta debaixo da maior parte de circunstncias Trabalha ou Jogo teria sido um lugar alegre. As paredes eram cobertas com telas onde impossivelmente pessoas bonitas foliadas em lugares exticos que viajantes provavelmente seguros potenciais eles olhariam da mesma maneira que impossivelmente bonitos brincando meio desnudo em alguma praia tropical.
      Existiam meia dzia agentes em estaes de trabalho em lugar de cubos, e cada estao era decorada com objetos de lembranas pessoais: Fotografias, pequenas bonecas ou divertido paperweights, cartazes.
      Todos os agentes eram fmeas, e o escritrio cheirado de meninas. Tipo de doce-coberto sexo, para mente da Eve. Eles eram todos vestidos de elegante casualwearou ela assumiu era  modaat a mulher que pareceu ser grvida suficiente para ser carting ao redor de trs crianas saudveis em seu tero.
      S olhando para sua feita Eve nervosa.
      At pior era os seis pares de inchados, teary olhos, o soluo quebrado ocasional ou sniffle.
      O quarto pulsado com estrgeno e emoo.
      " a coisa mais horrvel. A mais horrvel." A mulher grvida de alguma maneira levered se em cima de sua cadeira. Ela teve seu cabelo marrom listrado puxado atrs, e seu rosto era largo como a lua e a cor de chocolate de leite. Ela deitou sua mo no ombro de uma das outras mulheres como ela comeou a chorar.
      "Poderia ser mais fcil se ns voltarmos para meu escritrio. Isto  estao da realmente Andrea. Eu tenho sido manning ele esta manh. Eu sou Cecily Newberry. Eu sou, bem, o chefe."
      Ela foi  frente para um minsculo, limpo juntando escritrio e fechar a porta. "As meninas estobem, ns somos uma baguna. Ns somos s uma baguna. Eu no honestamente acreditei Nara quando ela me chamou esta manh, chorando e murmurando sobre Andrea. Ento eu acendi a luz canal e consegui o relatrio. Eu sinto muito." Ela braceou uma mo nas pequenas de suas costas e se abaixou em uma cadeira. "Eu tenho que me sentar. Sente como um maxibus  estacionado em minha bexiga."
      "Quando voc  esperado, Sra. Newberry?" Peabody perguntou.
      "Mais Dez dias." Ela bateu levemente sua barriga. " meu segundo. Eu no sei o que eu estava pensando, contagem de tempo este beb assim eu levaria isto pelo calor do vero. Eu entrei hojeeu com inteno de tomar as prximas vrias semanas. Mas eu entrei porque . . . eu no soube o que mais eu podia fazer. Devia fazer. Andrea trabalhou aqui quase desde que eu abri o lugar. Ela administra isto comigo, e iria assumir o comando de enquanto eu estava em maternidade."
      "Ela no tem estado no trabalho para vrios dias. Voc no estava preocupado?"
      "Ela esteve tomando alguns saem agora. Ela era realmente esperada de volta hoje, quando eu planejei comear meu. Oh Deus." Ela esfregou em seu rosto. "Normalmente ela aproveitaria-se de nossos benefcios e iria em algum lugar, mas ela decidiu casa para-se sentar para seu amigo e consegue seu apartamento pintado, faa algumas compras, ela disse, bata algumas das estncias termais e sales ao redor cidade. Eu esperei ouvir sobre seu ontem ou a vspera, s para verificar em comigo antes de ns trocar acima de. Mas eu realmente no pensei nada dele quando eu no fiz. Eu no pensei mesmo, ser franco. Entre este beb, minha pequena menina em casa, os negcios, me do meu marido decidindo agora  um tempo elegante para vir para ficar conosco, eu fui distrado."
      "Quando seja a ltima vez que voc conversou com ela?"
      "Umas semanas. Eu sou que . . . eu era muito aficionado por Andrea, e ela era trabalho maravilhoso. Mas ns tivemos estilos de vida muito diferentes. Ela era nica e amava sair. Eu estou incrivelmente casado e levantando uns de trs anos de idade, tendo outra criana e tendo um negcio. Ento ns no vimos um ao outro freqentemente fora do trabalho, ou converse freqentemente a menos que seja trabalho-relacionado."
      "Algum entrou perguntar sobre ela ou para ela especificamente?"
      "Ela tem um cliente regular bsico. A maior parte de minhas meninas fazem. Os clientes que pedem eles especificamente quando eles estiverem planejando uma viagem."
      "Ela teria um cliente listar."
      "Absolutamente. Existe provavelmente alguma coisa legal que eu deveria fazer antes de eu concordar em dar aquele para voc, mas eu no vou desperdiar meu tempo ou seu. Eu tenho todo o passcodes dos meus empregados. Eu darei isto para voc. Voc pode copiar qualquer coisa que voc sente poderia ajudar fora dela trabalha unidade."
      "Eu aprecio sua cooperao."
      "Ela era uma mulher deliciosa. Ela me fez risada, e ela fez um bom trabalho para mim. Eu nunca soube ela para machucar ningum. Eu farei qualquer que eu posso ajudar voc achar que fez este para ela. Ela era uma de minhas meninas, sabe. Ela era uma minha."
      Levou uma hora para copiar os arquivos, procure por e documente o contedo da estao de trabalho e entreviste os outros empregados.
      Todos dos colegas de trabalho da Andrea saram com ela para clubes, bares, festas, com datas, sem datas. Existia muito choro mas pequeno novo para ser aprendido.
      A Eve podia apenas esperar para cair fora do odor de pesar e lipdye.
      "Comeo fazendo um padro correr nos nomes em seu cliente bsico. Eu vou verificar em com Samantha Gannon e verbally beijoca este otrio MIM ao redor."
      "Morris?"
      "No, Morris  curtimento sua multa auto em alguma praia tropical. Ns pegamos Duluc. Ela  mais lenta que um caracol perneta. Eu estou indo para aquecer com ela, ento, se existe tempo, gota-pontap Dickhead," ela adicionou, referindo ao principal lab tech.
      "Menino, isso devia completar a manh. Ento talvez ns podemos almoar."
      "Ns estamos lidando com o servio de limpeza antes do morgue e lab. Voc no teve tomar caf da manh umas horas do par atrs?"
      "Sim, mas se eu comear resmungo voc sobre almoar agora, voc escavar antes de eu conseguir lnguido de fome."
      "Detetives comem menos freqentemente que ajudantes."
      "Eu nunca ouvi isto. Voc est s dizendo que me assustar." Ela trotou em seus sapatos crescentemente desconfortvel depois de Eve. "Certo?"
      
      
    20.
      
      A empregada em Nova York estavam umas reduzidas-, storefront operao que pe todo seu enfoque e balangands nos servios. Isto era explicado para Eve com um pouco de snippiness pelo gerente de pessoal, que reinou em um escritrio muito menor e mais parcimonioso que Eve est em Central.
      "Ns mantemos a despesa para um mnimo," Sra. Tesky do po e sapatos sensata Eve informada. "Nossos clientes no esto interessados em nossos escritriose raramente vm aqui em todo casomas esto preocupados sobre seus prprios escritrios e casas."
      "Eu posso ver por que," Eve observada, nostrils belisco do e Tesky. Era tipo de interessante assistir.
      "Nossos empregados so o produto, e todos so estritamente e compreensivelmente entrevistados, testou, screened, treinado e deve encontrar o mais alto de padres em aparncia pessoal, comportamento e habilidade. Nossos clientes tambm so screened, assegurar segurana dos nossos empregados."
      "Eu s aposto que eles so."
      "Ns fornecemos residencial e servios de administrao interna de negcios, em times, pares ou individualmente. Ns usamos humano e droid pessoal. Ns servio todas grande Nova York e Nova Jersey e vontade, em pedido, organizem para empregadas viajar com um cliente que exige ou deseja aprovado em viagem, fora-de-pas e at fora de-servios de planeta."
      "Certa." Ela perguntou-se quantas das empregadas tambm estavam companheiros licenciados, mas ele realmente no se aplicou. "Eu estou interessado no empregado ou empregados que lidaram com residncia do Samantha Gannon."
      "Entendo. Voc tem uma autorizao? Eu considero nosso pessoal e cliente arquiva confidencial."
      "Eu aposto que voc faz. Eu podia conseguir uma autorizao. Um pouco de tempo, um pouco dificuldade, mas eu podia conseguir uma autorizao. Mas porque voc fez-me tomar aquele tempo e aquela dificuldade quando eu estiver investigando um assassinatoum realmente srdido, assassinato sujo, a propsito, isso vai tomar um todo matou de suas empregadas poderosas para arrumareu vou perguntar-se por que voc diminuiu me a velocidade. Eu vou perguntar eu mesmo, Eh, eu pergunto-me que Sra. Testy "
      "Tes-KY."
      "Certa. O que ela tem que esconder. Eu tenho uma mente suspeita,  por isso que eu preciso ser um tenente. Ento quando eu conseguir que autorizo, e eu comeo a perguntar-me aquelas coisas, eu vou cavar, e eu vou continuar cavando, conseguindo minhas sujeiras de dedo mindinho suspeitas por toda parte seus arquivos limpos bons. Ns s teremos que desistir a INS umas cabeas assim eles podem entrar repentinamente aqui e fazemos outra grande baguna, tendo certeza que voc no faltou qualquer illegals em tudo aquela prova e blindagem."
      O nostrils belisco novamente, at como uma respirao magra piada em cima eles. "Sua implicao est insultando."
      "Pessoas mantm declarao aquela para mim. O fato que eu sou innately suspeito e insultante significo que eu provavelmente farei uma maior baguna que aqueles anal-retentives em INS. No , Detetive Peabody?"
      "Como algum que  limpo depois de voc antes, senhor, eu posso verificar que voc ir, absolutamente, faa uma maior baguna que ningum. Voc tambm achar algo quevoc sempre fazisto certamente incomodar Sra. Tesky e seu empregador."
      "O que eles chamam isto? Tit para tat?"
      Ao longo de recital da Eve, Sra. Tesky virou vrias cores interessantes. Ela pareceu ter concordado com prpura. "Voc no pode me ameaar."
      "Ameace? Caramba, Peabody, insulto, certo, mas eu ameacei qualquer um?"
      "No, Tenente. Voc est s fazendo conversao, em seu prprio estilo sem igual."
      " disso que eu pensei. S fazendo conversao. Ento, vamos organizar para que autorize, devemos ns? E desde que ns estamos tomando o tempo e dificuldade, vamos fazer isto para o financials, e casos civis e criminosos ou ternos trazidos, como tambm aqueles arquivos de pessoal."
      "Eu acho voc muito desagradvel."
      "L voc vai," Eve disse com um sorriso fcil. "Tit para tat mais um tempo."
      Tesky girado sua cadeira ao redor para sua unidade de escrivaninha, codificado em.
      "Residncia do Sra. Gannon est em um horrio duas vezes-mensal, com servios estendidos trimestrais, e prioridade para telefonemas de emergncia e pedidos de entretenimento. Ela era esperada para seu servio regular ontem."
      Vrias mais linhas de carranca cavada em fronte do Tesky. "Sua empregada falhou em confirmar completou servio. Isto  simplesmente inaceitvel."
      "Quem  a empregada?"
      "Tina Cobb. Ela viu para a residncia de Gannon pelos ltimos oito meses."
      "Voc pode verificar em l se ela estiver faltada alguns outros trabalhos recentemente?"
      "Um momento." Ela telefonou outro programa. "Todos trabalhos do Cobb eram completados e confirmados pelo sbado. Ela teve domingo. Nenhuma confirmao da residncia de Gannon ontem. Existe uma bandeira por seu nome hoje, que significa o cliente nos notificou que ela no reportou para trabalhou. A planificao teve que a substituir."
      Sra. Tesky fez o que Eve assumiu ningum chamado Tesky iria. Ela tsked.
      "D-me seu endereo de casa."
      ***
      Tina Cobb viveu em um dos ps-urbano caixas de Guerra que afiaram o Bowery. Eles tm sido uma dificuldade temporria quando edifcios tinha sido queimado ou bombardeado. A dificuldade temporria durou mais que uma gerao. Pichao lasciva, criativa e freqentemente antigramatical rodada acima do pitted, concreto reconstitudo. As janelas eram revolta-trancada, e o loiterers no inclinar olhou como se eles seriam mais que feliz para queimar ou bombardear o lugar novamente, s para quebrar a monotonia. 
      Eve subida fora de seu carro, esquadrinhou os rostos, ignorou o aroma inconfundvel de Zoner. Ela tirou seu distintivo, segurou isto.
      "Voc pode provavelmente achar isto  meu," ela disse, apontando em seu veculo. "O que voc no poderia ser capaz de achar  aquele se qualquer um bagunas com isto, eu caarei voc abaixo e estalarei seus olhos fora com meus dedos polegares."
      "Eh." Um sujeito vestindo uma camisa de msculo e brinco de prata de um cintilar sujo sacudiu seu o pssaro. "Fuck voc."
      "No, obrigado, mas  doce de voc perguntar. Eu estou procurando por Tina Cobb."
      Existiam apitos, catcalls, kissy barulhos. "Isto  um fiiine pedao de traseiro."
      "Eu estou certo que ela tem muito prazer que voc acha. Ela est ao redor?"
      Camisa de msculo levantado-se. Ele cutucou fora seu trax e picou um dedo em da Eve. Felizmente para ele, ele parou com falta de contato real. "O que voc quer discutir Tina ?Ela no no faz nada. A menina trabalha duro, se importa sua prprio."
      "Quem disse que eu iria a discutir? Ela poderia estar em apuros. Se voc for um amigo sua, voc querer ajudar."
      "No disse que eu era um amigo. Acabou de dizer que ela se importa sua prprio. Ento eu. Por que no voc?"
      "Porque eu sou pago para me importar outro prprias das pessoas, e voc est comeando a mim fazer maravilha por que voc no pode responder uma pergunta simples. Em um minuto, eu vou comear a mim importar seu em vez de do Tina Cobb."
      "Polis  todo cagar."
      Ela trancou seus dentes em sorriso de um reluzir. "Queira testar aquela teoria?"
      Ele bufou, atirou um olhar acima de seu ombro em seus companheiros como se deixar eles ver ele no estavam preocupados sobre isto. "Muito quentes para aborrecer," ele disse, e encolheu os ombros seus ombros fracos. "No  Tina vista para uns dias de qualquer maneira. No corra uma aba nela, no ? Sua irm trabalha do outro lado da rua no bodega. Por que no voc pergunta a ela?"
      "Eu farei isto. Mitts fora do carro, meninos. Lamentvel como ,  meu."
      Eles caminharam do outro lado da rua. A Eve assumiu o beijar barulhos e convites para aventura sexual que veio do inclinar estava agora apontado para ela e Peabody. Mas ela deixa ir. O fraco otrio era direito mais ou menos uma coisa. Era muito quente para aborrecer.
      Do lado de dentro, ela notou a menina manning o contador de sada. Pequena, magra, aparncia de azeitona, um estranho updo de cabelo com franjas purpreas acima da tinta preta.
      "Eu podia nos conseguir algo," Peabody ofereceu. "Algo para fazer com comida."
      "V em frente." Eve caminhada para o contador, esperado enquanto o cliente na frente de seu pago por um pacote de p de leite e uma caixa minuciosa de substituto de acar.
      "Ajuda voc?" A mulher disse, sem muito interesse.
      "Eu estou procurando por Tina Cobb. Voc  sua irm?"
      Os olhos escuros alargados. "O que voc quer com Tina?"
      "Eu quero conversar com ela." A Eve escapou seu distintivo.
      "Eu no sei onde ela est, certa? Ela quer decolar para uns dias do par, ele suor de ningum , ?"
      "No devia ser." A Eve correu Tina Cobb no carro e conheceu que o nome da irm era Essie. "Essie, por que voc no toma uma fratura?"
      "Eu no posso, certo. Eu no posso. Eu estou trabalhando s hoje."
      "E ningum est aqui agora mesmo. Ela disse a voc onde ela estava indo?"
      "No. Cague." Essie se sentou em um tamborete alto. "Oh cague. Ela nunca  est em apuros em sua vida. Ela gasta o tempo todo limpando depois das pessoas ricas. Talvez ela acabou de querer algum tempo." Existia medo que espreita atrs dos olhos agora. "Ela talvez fez uma viajem."
      "Ela estava planejando uma viagem?"
      "Ela est sempre planejando. Quando ela suficiente salvou que ela iria fazer isto, e isto, e seis milhes outras coisas. S ela nunca economizada suficiente para qualquer disto. Eu no sei onde ela est. Eu no sei o que fazer."
      "Quanto tempo ela tem sido ido?"
      "Desde o sbado. O sbado  noite ela sai, no volta desde. s vezes ela no volta para casa de noite. s vezes eu no fao. Voc consegue um sujeito, voc quer ficar fora de casa, voc fica, certo?"
      "Certo. Ento ela tem sido ido desde o sbado?"
      "Sim. Ela pegou domingos fora de, ento que diabo, sabe? Mas ela nunca sido ido como isto sem deixar-me conhecer. Eu chamei ela trabalhar hoje e a pediu, e eles disseram que ela no mostrou. Eu provavelmente a consegui em dificuldade. Eu shouldn 'ta chamou ela trabalhar."
      "Voc no a reportou perdido?"
      "Cague, voc no reporta algum causa perdida que eles no voltam para casa para umas noites do par. Voc no vai para o Polis para todo condena coisa. Ao redor aqui, voc no vai para eles para nada."
      "Ela toma algumas de suas coisas?"
      "Eu dunno. Seu terno de empregada est ainda l, mas sua camisa vermelha e sua cala jeans pretas no so. Seu novo airsandals nenhum."
      "Eu quero ir dentro do apartamento, procure."
      "Ela  ir ser urinada em mim." Essie escavou em cima o suave tacos e Pepsis Peabody deitou no contador, fez a transao. "Que diabo. Ela shouldn 'ta sado sem dizer. Eu no faria isto para ela. Eu preciso fechar. Eu no posso tomar mais de quinze, ou eu entrarei dificuldade real."
      "Isto  bom."
      ***
      Era dois quartos minsculos com uma pancada na rea viva que serviu como a cozinha. A pia era sobre a largura e profundidade da palma ema forma de xcara do homem. Em vez do pricier isolamento telas, existiam sombras manuais nas janelas que fizeram absolutamente nada para cortar a rua ou barulho de cu.
      A Eve pensou que era como vivendo em um transpo estao.
      Existia uma vspera de sof de dois assentos imaginou convertido em uma cama, uma antiga e clunky entretenimento tela e uma luminria nica na forma de um rato de caricatura ela suspeitou um deles salvou de infncia.
      Apesar de seu tamanho e sparseness, o apartamento era alfinete limpo. E, esquisitamente suficiente para sua mente, cheirada to fmea quanto a agncia de viagens de alimentado de menina tido.
      "Quarto  por l." Essie apontou na entrada. "Tina ganhou o lance quando ns nos mudamos, ento ela tem o quarto e eu durmo fora aqui. Mas ainda est bonito apertado, sabe? De forma que seja por que se um de ns tem um sujeito, ns normalmente vamos para seu lugar."
      "Ela tem um sujeito?" A Eve perguntou como Peabody caminhou em direo ao quarto.
      "Ela tem estado vendo algum umas semanas. Seu nome  Bobby."
      "Bobby conseguiu um ltimo nome?"
      "Provavelmente." Essie encolheu os ombros. "Eu no sei isto. Ela  com ele, provavelmente. Pego da Tina este corao romntico real. Ela apaixona-se por um sujeito, ela cai dura."
      A Eve esquadrinhou o quarto. Uma cama estreita, nitidamente fez, uma criana-cmoda de tamanha, provvel trouxe de casa. Existia uma caixa decorativa pequena bonita nele e um vaso barato com rosas de fraude. Eve ergueu o topo da caixa, ouviu o tinir o afinar tocou e viu alguns pedaos de barato jias do lado de dentro.
      "Ns compartilhamos o armrio," Essie disse como Peabody cutucou dentro do armrio minsculo.
      "Onde ela encontraria este Bobby?" Peabody perguntou a ela, e movida do armrio no banheiro.
      "Eu no sei. Ns vivemos nesta caixa junta, mas ns tentamos ficar fora de um ao outro  rostos, sabe? Ela s diz que ela encontrou este sujeito, e ele  realmente atraente e doce e esperto. Disse que ele soube tudo sobre livros e arte e cagou. Ela vai isto. Ela saiu para encontrar ele gostar em uma galeria de arte ou algo uma noite."
      "Voc nunca o encontrou?" Eve perguntada.
      "No. Ela estava sempre o encontrando em algum lugar. Ns no trazemos sujeitos aqui muito. Jeez, olhe para este lugar." Ela procurou isto com o abandonado e renunciou expresso de uma mulher quem soube que era o melhor que ela iria fazer. "Ela estava saindo para o encontrar sbado  noite, depois do trabalho e cague. Para um jogo ou algo. Quando ela no voltou para casa, eu figurei que ela ficou em seu lugar. Nenhum grande. Mas ela no falta trabalho, e ela j no ficou fora de toque isto longo, ento eu estou comeando a preocupar, sabe?"
      "Por que ns no arquivamos um relatrio?" Peabody andou de volta fora do banho. "Relatrio da pessoa desaparecida."
      "Oh homem, voc pensa?" Essie arranhou em seu bicolored cabelo. "Ela vem para valsando aqui e descobre que eu fiz isto, ela estar em meu caso por um ms. Ns no temos que dizer meus pais, no ? Eles conseguiro todos tranados ao avesso e vm para correndo aqui histrico e qualquer."
      "Voc conferiu com eles? Talvez ela foi para casa para uns dias do par."
      "Nah. Eu quero dizer sim, eu verifiquei. Eu zumbi minha me e fiz o eh, como so coisas, La La La. Ela disse ter Tina chamar causa que ela gosta de ouvir sobre suas meninas. Ento eu sei que ela no a viu. Minha me sacudiria lateralmente se ela pensasse shacked da Tina em cima com um pouco de sujeito."
      "Ns cuidaremos disto. Por que voc no d as informaes para Detetive Peabody?" A Eve olhou para o tidily fez cama.
      ***
      "Ela no  fora com um pouco de sujeito para estendido nooky," Eve disse quando eles voltavam no carro. "As meninas assim no decolam sem uma mudana de roupas, sem tomar brincos e seu escova de dente. Ela no falta um dia do trabalho em oito meses, mas ela s acontece faltar o trabalho de Gannon?"
      "Voc pensa que ela estava em isto?"
      Eve Pensou do apartamento minsculo, limpo. A pouca caixa de msica de quinquilharias. "No de propsito. Eu duvido que o mesmo pode ser dito para Bobby."
      "Vai ser duro para perseguir um pouco de sujeito chamado Bobby. Nenhum nome cheio, nenhuma descrio."
      "Ele deixou pegadas em algum lugar. Faa um cheque em Jane Faz, qualquer que entrou desde o sbado  noite. Ns estamos encabeando at o morgue de qualquer maneira. Deixe seja s espere que ns no a achemos l."
      "Queira seu taco?"
      A Eve desembrulhou isto em seu colo, ento decidiu comendo isto enquanto ela dirigiu estava s pedindo para ir pelo resto do dia com taco suco em sua camisa. Ela trocou para auto, clicou de volta umas polegadas do par e chowed abaixo.
      Quando o em-vnculo de coliso sinalizada, ela agitou sua cabea. "Tela isto," ela disse com um bocado de subproduto de carne de mistrio e sinus-justificao molho.
      "Nadine Furst," Peabody anunciou.
      "Muito ruim eu estou em fratura de almoo." Ela sorveu em cima Pepsi e ignorou o telefonema. "Ento, uma empregada dos projetos de alguma maneira ganchos em cima com um pouco de sujeito chamado Bobby, que a leva para galerias de arte e o teatro, mas ele nunca vem para seu lugar e encontra sua irm. Ela est fora de toque, faltando trabalho, entre os perdidos por trs dias, mas seu novo namorado no chama, deixe uma mensagem, fuja por ver o que est em cima. Nada."
      "Ele no iria se ela fosse com ele."
      "Aponte isto. Mas esta menina, que faz sua cama gostar de um Explorador de Mocidade, no chama em trabalhar doente, no diz sua irm que ela  cozied abaixo em um ninho de amor, no quer roupas extras ou todas as fmeas de equipamento empreendem sexo safaris. Ela arrisca seu paycheck, ignora sua famlia, permanncias no mesmo equipamento? Eu no acho."
      "Voc pensa que ela est morta."
      "Eu penso que ela teve o cdigo de acesso para lugar do Gannon, e algum quis aquele cdigo. Eu penso se ela fosse viva e bem ou capaz, ela teria visto ou ouviu os relatrios de mdia bombardeando a tela sobre problema recente do autor mais vendido Samantha Gannon e ela chegariam a sua irm se ningum mais."
      "Trs Jane Dura setenta e dois," Peabody reportou. "Dois de idade avanada indigents, nenhum oficial ID em registro. Terceiro seja um quebradio critter, condio pendente."
      "Onde eles a achariam?"
      "Lote abandonado," Peabody l seu PPC. "Cidade de alfabeto. Mais ou menos trezentos domingo de manh. Algum a mergulhou com gasolinaJesus, eles tiveram um pouco de crdito para bater ema iluminou em cima. Quando algum chamou isto, ela era brindada. Isto  tudo que eu tenho."
      "Quem  primrio?"
      "Espere. Aha!  nosso bom camarada Baxter, habilmente ajudado pelo Oficial adorvel Trueheart."
      "Simplifique. Etiqueta ele. Veja se eles podem nos encontrar no morgue."
      ***
      A Eve teve que compassar seus saltos de sapatos refrescantes no branco-ladrilhado corredor fora do quarto de exame onde o Duluc completou uma autpsia. Morris nunca fez seu salto por aros, ela pensou. Ela no estaria saltando por eles agora se Duluc no tomou a precauo de fechar as portas de quarto de exame.
      Quando a cigarra soada, indicando que ela era passada sem tocar, Eve bateu as portas abertas, andaram a passos largos por. O fedor debaixo da sujeira de desinfetante fez sua gua de olhos, mas ela lutou de volta o reflexo de mordaa e carranqueada em Duluc.
      Diferentemente de Morris, que teve ambas as genialidade e estilo, Duluc era um duro-importado, pela-mulher de livro. Ela vestiu o terno protetor claro acima de um imaculado branco lab casaco e plido verde esfrega. Seu cabelo estava completamente escondido debaixo de um bon de crnio. culos de proteo rondados seu pescoo.
      Ela era apenas cinco ps em altura, com uma construo corpulenta e um rosto de avies largos. Sua pele era a cor de castanheiros assados, e sua uma boa caractersticaem opinio da Eveera suas mos. Eles olharam como se eles podiam tocar um piano mdio, e era, de fato, muito qualificados em cadveres de escultura.
      A Eve empurrou seu queixo na forma drapejada em uma mesa de exame. "Aquele meu?"
      "Se voc quiser dizer  que o permanecer da vtima de sua investigao atual, sim, ."
      A voz sempre soado do Duluc para orelha da Eve como se ela tivesse uma bolha de espessa lquida presa em sua garganta. Como ela falou que ela lavou suas mos em uma pia. "Eu disse a voc eu enviaria por meu assim que possvel. Eu no gosto de ser perseguido, Tenente."
      "Voc consegue o tox tela?"
      Duluc olhou fixamente para ela. "Voc tem uma compreenso de problema particular me?"
      "No, eu entendo voc multa justa. Voc est amarrando me com barbante porque voc  urinado que eu saltei em voc esta manh. Voc vai ter que recuperar- isto porque ela no se importa que ns somos irritados um com o outro." Ela moveu em direo a Andrea. "Ela s quer que ns negociemos, ento ns vamos negociar."
      "Sua na cena era precisa, at onde causa da morte. O ferimento de garganta nica. Uma aguda, lisa-afiada lmina. Estilete talvez. No existe nenhum ferimento defensivo, nenhuma outras indicaes de violncia. No existia nenhum sexual assaltar ou atividade sexual recente. Seu lcool de sangue era um pouco alto. Eu estimaria que ela teve quatro martinis de vodca com azeitonas. Nenhum illegals no tox. Sua ltima comida era uma salada, copado greens com um vestidura de limo, consumido aproximadamente cinco horas premortem."
      "Voc concorda que o atacante era atrs da vtima?"
      "Do ngulo do ferimento, sim. Dada sua altura, eu diria ele ou ela  mais ou menos seis ps altos. Mdia suficiente para um homem, alta para uma mulher. Todos os quais estaro em meu relatrio oficial, entregue para voc na moda adequada. Isto no  um caso de prioridade, Tenente, e ns estamos extremamente ocupados."
      "Eles so todas as prioridades. Voc tem uma Cora de Jane. Quebradio critter, trouxe para dentro da Cidade de Alfabeto."
      Duluc suspirou fortemente. "Eu no tenho nenhuma vtima de queimadura em meu horrio."
      "Est em algum . Eu preciso ver o corpo, e os dados."
      "Ento d seu nmero de caso para um dos assistentes. Eu tenho outras coisas para fazer."
      "No  meu caso."
      "Ento voc no tem nenhuma necessidade para ver o corpo ou os dados."
      Ela comeou a caminhar por, mas Eve agarrou seu brao. "Talvez voc no sabe como este trabalhos, Duluc, mas eu sou um tenente em Homicdio e posso condenar bem ver qualquer corpo que atinge minha fantasia. Como ele acontece, Detetive Baxter, que  primrio, est me encontrando aqui como eu acredito em que nossos casos respectivos podem convergir. S continue me irritando e eu prometo voc, voc acabar afogando nisto."
      "Eu no gosto de sua atitude."
      "Uau. A mdia alerta. Eu preciso da Cora de Jane."
      Duluc torceu longe e stalked acima de uma estao de trabalho. Ela digitou em, dados educados. "A vtima de queimadura no identificada est em C de Seo, quarto trs, atribuiu nutrir. Ela no foi examinada ainda. Acmulo."
      "Voc indo me clarear?"
      "Eu fiz isso. Agora se voc com licena?"
      "Nenhum problema." Ela balanou de volta fora as portas. Como todas estas pessoas caminham ao redor com rouba seus asnos? A Eve perguntou-se.
      Ela se transformou em C de Seo, deu a porta de quarto trs um empurro e achou assegurou. "Cague!" Ela girou, apontado para um assistente que estava sentando em uma das cadeiras de plstico no corredor, cochilando. "Voc. Eu sou passado sem tocar para este quarto. Por que  bloqueado?"
      "Duluc. Ela fecha toda coisa de maldio. Surpreendeu que o vendings no so telegrafados com explosivos." Ele bocejou e estirou. "Dallas, certo?"
      "Est certo."
      "Getcha em. Eu estava s pegando uma fratura. Puxando um dobro hoje. Quem voc vindo para ver?"
      "Cora de Jane."
      "Pequeno Jane. Ela  minha."
      "Voc Foster?"
      "Sim. Eu acabei de terminar um desacompanhado. Causas naturais. O sujeito era cem e seis, e seu segundos relgio enguiados nele em seu sono. Bom caminho para ir se voc tiver."
      Ele destrancou a porta, levou eles. "Isto no  um bom modo," ele adicionou, gesticulando para os ossos carbonizados em uma mesa. "Eu pensei que isto era caso do Bax."
      ". Ns podemos ter um conectado. Ele est em sua entrada."
      "Certo por mim. Eu no a cheguei a ainda."
      Ele educou o arquivo, esquadrinhou isto como ele retirou-se seu equipamento protetor. "No entrou at domingo, e eu tive o dia fora dememria aficionada, aficionada. Voc sujeitos conseguem domingos fora de?"
      "De vez em quando."
      "Algo sobre dormente em um domingo de manh, ou dormente fora do sbado  noite at domingo  tarde. Mas segunda-feira sempre vem." Ele estalou em seu bon. "Sido voltado em cima desde que eu com bagueta na segunda-feira de manh. Conseguida nenhuma bandeira em aqui de Bax dizendo que ela combina umas pessoas desaparecidas. Ainda pequena Cora de Jane," ele disse e olhou de relance atrs em direo ao corpo na mesa. "Nenhum modo para a imprimir, obviamente. Ns enviaremos o dental fora para uma procura."
      "O que ns sabemos?"
      Ele telefonou mais dados na tela. "Fmea entre vinte e trs e vinte e cinco. Cinco ps trs polegadas altas, cem e vinte libras. Isto  aproximado do virtual reconstri, que  at onde ns temos. Isto  dados de entrada s preliminares."
      "Voc conseguiu tempo para tomar um olhar para ela agora?"
      "Certo. Deixe-me instalar."
      "Queira algum caf?"
      Ele olhou para ela com carinho. "Oh, Mame."
      Apreciando ele, ela acenou Peabody de volta e saiu para Se vender.
      Ela ordenou trs, preta.
      "Amor de minha vida, ns no podemos continuar encontrando como isto."
      Ela at no girou. "Morda-me, Baxter."
      "Eu fao, noturno, em meus sonhos. Eu levarei um daqueles."
      Lembrando a se que ele entrou em seu pedido, ela programada para uma quarta, ento olhou de relance atrs. "Trueheart?"
      "Eu terei um assobio de limo se for todo o mesmo para voc, Tenente. Obrigado."
      Ele pareceu com o tipo de assobio de limo com seu rosto regular, juvenil. Adorvel, Peabody o chamou, e no era possvel negar isto. Um todo-menino Americano, atraente como um botoqualquer que seja o inferno que significadoem seu blues do vero. 
      Ao lado dele, Baxter era liso e liso e cuidadoso. Bonita, mas com uma extremidade para ele. Ele teve um carinho para um terno bem cortado e uma fmea bem dotado.
      Eles eram bons Polis, eles dois, Pensou Eve. E dobrando o srio Trueheart em como o ajudante do esperto-traseiro Baxter tinha sido uma de suas idias melhores.
      "Para os mortos," Baxter disse, e bateu sua xcara de caf ligeiramente para da Eve. "O que voc quer com nossa Jane?"
      "Ela poderia conectar a um meu. Foster est fazendo seu workup agora mesmo."
      "Deixe-me ajudar voc com aqueles, Tenente." Trueheart tomou seu assobio e um dos cafs.
      A Eve informou eles a caminho atrs para o quarto de exame.
      "Se ela  sua empregada ou no, algum quis seu morto real ruim," Baxter comentou. "Crnio rachado, ossos quebrados. Tido que estar morto, ou pelo menos blessedly inconsciente, quando ele a iluminou em cima. Ele no a matou onde ele a iluminou. Era esvaziava e fritava. Ns coordenamos com Pessoas desaparecidas nos dados preliminares e surgimos para ovo de ganso. Estado investigando a rea o dia todo. Ningum viu qualquer coisa, ouvido qualquer coisa, soube qualquer coisa. O sujeito que fez a nove e um-uma serra o fogo de sua janela mas no a fonte. A declarao vai era muito quente para dormir, e ele iria ir no sentar participa na fuga de fogo. Viu as chamas, chamou isto. O telefonema foi bem sucedido em oh-trs e dezesseis. O corpo de bombeiros respondeu, chegada na cena em oh-trs e vinteprecisa dar aqueles sujeitos aponta para velocidade. Ela estava ainda queimando."
      "No podia ter a iluminado em cima demais mais cedo."
      Foster olhou de relance em cima  medida que eles entraram. "Obrigado, Tenente, s anotar isto ali. Eh, Bax, pendurando baixo?"
      "Baixo e longo, beb, baixo e longo."
      Foster continuado a correr o scanner acima do corpo. "Dedo de ndice certo quebrado. Isto  uma fratura velha. Primeira infncia. Entre cinco e sete. Esquadrinhou os dentes j. Correndo eles no banco nacional para uma partida. Este aqui? O dano de crnio?"
      Eve movimentada a cabea, andada mais ntima.
      "Voc ficou trauma severo aqui. Instrumento cego onipresente, mais provvel. Morcego talvez, ou um tubo. Fraturado do crnio. Ela pegou trs costelas quebradas, uma tbia fraturada, mandbula. Algum lamentada nesta menina. Ela estava morta antes dele despejar o gs nela. Isto  uma bno."
      "Ele no a matou onde ele a esvaziou," Baxter comentou. "Ns achamos uma trilha de sangue da rua. No muito sangue. Ela deve ter sangrado um inferno de muito mais onde ele a bate."
      "Do ngulo das fraturasv em tela aqui?" Foster movimentado a cabea em direo a isto, e as imagens realadas em blues e reds. "Parece que ele bate a perna primeira. Fez aquele enquanto ela estava permanecendo. Quando ela afundou, ele foi para as costelas, o rosto. O crnio era o golpe sbito de graa. Ela era provavelmente inconsciente quando ele bateu sua cabea."
      Ela tentou rastejar? A Eve perguntou-se. Ela clamar em choque e dor e tentar rastejar longe? "Para manter ela de correr," ela murmurou. "Tire a perna primeira assim ela no pode correr. Ele no se importa quanto barulho ela faz. Caso contrrio, ele teria ido para a cabea primeira.  calculado, calculado parecer com ira. Mas no  ira. Est de sangue frio. Ele teve que ter um lugar onde no importaria se ela gritasse. Soundproofed, privado. Ele teve que ter privado transpo para a conseguir para o lote."
      O centro de dados buzinados, teve eles todos girando.
      "Bata a partida," Baxter murmurou, e ele e Eve andados para a tela de dados juntos. "Que quem voc est procurando por?"
      "Sim." A Eve economizar seu caf e olhado fixamente em rosto sorridente do Tina Cobb.
      
      
    21.
      
      "Registre ns um quarto de conferncia. Eu quero coordenar com Baxter e Trueheart quando eles conseguirem de volta de do Essie Cobb." Eve andada no elevador de nvel de garagem em Central.
      "Tem que ser o mesmo assassino," Peabody disse.
      "Nada tem que ser. Ns correremos probabilidades. Vamos conseguir todos os dados atuais junto em um relatrio e enviar isto para Mira para um perfil."
      "Voc quer que um encontrar com ela?"
      Quando as portas abertas, Eve trocou de volta como Polis e civis piled em. Dra. Charlotte Mira era o melhor profiler na cidade, possivelmente na Costa do Leste. Mas era incio de dias para um consultar. "No ainda."
      O carro parou novamente, e este tempo em lugar de lidar com a imprensa de corpos e aromas pessoais, ela acotovelou seu modo fora de tomar o deslizamento. "Ns poremos o que ns reunimos-nos primeiro, corra alguns padres, conferncia com Baxter e Trueheart. Ns precisamos de uma manuteno de contato com Samantha Gannon e um balano pelo clube."
      "Muito no-traseiro trabalha." Peabody podia s ser agradecido. Seus sapatos foram matana ela.
      "Consiga ns o quarto," Eve comeou como ela andou fora do deslizamento. E parou quando ela viu Samantha Gannon que se senta em um banco de espera fora da diviso de Homicdio. Ao lado dela, olhando cmera-pronta, e muito falador, era Nadine Furst.
      A Eve murmurou caga debaixo de sua respirao, mas no existia muito calor nisto.
      Nadine afofou de volta seu listrado blonde cabelo e apontou um de seus sorrisos felinos em direo da Eve. "Dallas. Eh, Peabody, olhe para voc! Mag cala."
      "Obrigado." Ela iria queimar eles, primeira chance.
      "Voc no devia ser na frente de uma cmera em algum lugar?" Eve perguntada.
      "Existe mais para o trabalho que parecendo bonito em tela. Eu tenho quase embrulhado uma entrevista com Samantha. Alguns comentrios da primria na investigao poriam um bon bom no segmento."
      "Desligue o registrador, Nadine."
      Para forma, Nadine suspirou antes dela desativar seu registrador de lapela. "Ela  to rgida," ela disse para Samantha. "Eu realmente aprecio o tempo, e eu muito sinto muito sobre seu amigo."
      "Obrigado."
      "Dallas, se eu s pudesse ter uma palavra?"
      "Peabody, por que voc no mostra a Sra. Gannon no vadiar. Eu serei direito com voc."
      A Eve esperou at que eles moveram fora de, ento giraram um olhar fixo fresco em direo a Nadine.
      "S fazendo meu trabalho." Nadine ergueu suas mos, palmas fora para paz.
      "Eu tambm."
      "Gannon  um ingresso quente, Dallas. Seu livro  este jogo de coquetel de ms. Todo mundo est tocando Onde Esto os Diamantes? Voc lana o assassinato em e  histria de topo, todo mercado. Eu tive planos de frias. Trs diverso-cheios dias no Vinhedo, comeando amanh. Eu cancelei eles."
      "Voc iria fazer vinho?"
      "No. Entretanto eu planejei beber bastante. Vinhedo do Martha, Dallas. Eu quero fora da cidade, fora deste calor. Eu quero uma praia e uma bebida de adulto frio longo e uma parada de bronzeado e corpos de f. Ento eu estou pulando que voc vai dizer a mim que voc est embrulhando esta aqui em uma pressa."
      "Eu no posso dizer a voc mais que a ligao de mdia teria dito a voc. Procurando todo leva, et cetera e assim por diante. Isto  isto, Nadine. Isto  realmente isto."
      "Sim, eu tinha medo disto. Bem, existe sempre um programa de holograma. Eu posso deixar isto para o Vinhedo e gastar uma hora em fantasyland. Eu estarei ao redor," ela adicionou como ela foi embora.
      Desistiu muito fcil, Eve decidida.
      Ela pensou sobre aquele como ela foi para o que o Polis chamou o vadiar. Era um quarto instalar para fraturas e reunies informais. Um difundir de mesas, at umas fracas, sof de deformao, e vrias mquinas de venda automticas.
      Ela ligou uns crditos e ordenou uma garrafa grande da gua.
      Voc selecionou Aquafree, o refresco natural, em uma garrafa de doze onas. Aquafree  destilado e engarrafada nas montanhas pacficas e prstinas de
      "Jesus, corte o comercial de TV e d a mim a gua de maldio." Ela thumped um punho contra a mquina.
      Voc est na violao a Cdigo da Cidade 20613-Uma. Qualquer mexendo, qualquer vandalismo deste vendendo unidade pode resultar em multa e/ou encarceramento.
      At como Eve criada atrs para chutar, Peabody estava aparecendo. "Dallas! No faa! Eu pegarei isto. Eu conseguirei a gua. V se sentar."
      "Uma pessoa devia ser capaz de conseguir uma bebida de maldio da gua sem a conferncia." Ela baqueou abaixo  mesa ao lado de Samantha. "Desculpe."
      "No, isto  certo.  realmente irritante, no  isto, conseguir a lista inteira de ingredientes, subprodutos, influxo calrico, qualquer. Especialmente quando voc estiver ordenando um bar de doce ou um cupcake."
      "Sim!" Finalmente, Pensou Eve, algum que conseguiu isto.
      "Ela tem emitir com mquinas por toda parte da cidade," Peabody comentou. "Sua gua, Tenente."
      "Voc alcovita para eles." A Eve abriu a garrafa, bebeu longo e fundo. "Eu aprecio seu entrando, Sra. Gannon. Ns iramos contactar voc e organizaramos falar com voc. Voc nos salvou algum tempo."
      "Chame-me Samantha, ou Sam, se isto  certo. Eu esperei que voc teria algo para dizer a mim. Eu no devia ter estado conversando com o reprter?"
      "Pas livre. Imprensa livre." Eve encolhida os ombros. "Ela  certa. Voc est contando com ficar no hotel por enquanto?"
      "Eusim. Eu pensei, assim que voc diz a mim que eu enlato queeu teria minha casa limpa. Existem especialistas, eu sou informado, que lide com . . . com as cenas de crime. Limpando cenas de crime. Eu no quero voltar at que seja lidado. Isto covardemente ."
      "No .  sensato."  disso que ela pareceu com hoje, Pensou Eve. Uma muito cansada, mulher sensata. "Eu posso oferecer a voc continuou proteo de polcia para a curto prazo. Voc pode querer considerar contratar segurana privada."
      "Voc no pensa que era s um roubo. Voc pensa que quem mataram Andrea vir depois de mim."
      "Eu no penso que existir qualquer ponto em tomar riscos. Alm disto, reprteres que no so to corts quanto Nadine vai perfumar voc fora e discute voc."
      "Eu acho que voc seja direito sobre isto. Certo, eu examinarei isto. Minhas avs esto muito chateadas sobre tudo isso. Eu menosprezei isto tanto  medida que eu podia, mas . . . Inferno, voc no puxa nada acima de neles. Se eu posso dizer a eles que eu contratei um guarda-costas e tive a polcia tomando me cuidado com, tambm, ir um caminho longo a manter todo mundo povoou. Eu estou deixando eles pensar que era sobre Andrea."
      Seus olhos, muito brilhantes, muito azuis, povoado levelly em da Eve. "Mas eu tive tempo para tocar esta toda fora em minha cabea. Uma noite longa no valor de tempo, e eu no penso que isto. Voc no pensa que isto."
      "Eu no fao. Sra. GannonSamanthaa mulher que foi atribuda limpar sua casa foi assassinada."
      "Eu no entendo. Eu no contratei ningum limpar minha casa ainda."
      "Seu servio de limpeza regular. A empregada Em Nova York atribuiu Tina Cobb ao longo dos ltimos vrios meses para sua casa."
      "Ela est morta? Assassinou? Como Andrea?"
      "Voc a soube? Pessoalmente?"
      Sem pensar, Samantha levantou garrafa da Eve da gua, bebeu. "Eu no sei o que pensar. Eu estava s conversando sobre seus dez minutos atrs, s conversando sobre ela com Nadine."
      "Voc disse a Nadine sobre Tina Cobb?"
      "Eu a mencionei. No por nome. Apenas do servio de limpeza e como eu lembreis quando ns estvamos conversando, eu lembreique eu no cancelei o servio para esta semana."
      Nenhuma maravilha Nadine desistiu muito facilmente. Ela j teria outra linha para arrastar. "Voc a soube?"
      "Para falar a verdade no. Oh Deus, eu sinto muito," ela disse, olhando fixamente para a garrafa da gua em sua mo. Ela passou por isto atrs para Eve.
      "Nenhum problema. Voc no soube Tina Cobb?"
      "Eu a encontrei. Eu quero dizer, ela estava em minha casa, limpando minha casa," ela adicionou como ela esfregou sua fronte. "Eu posso ter um minuto?"
      "Certo."
      Samantha levantou, caminhado em torno do quarto uma vez, comeado ao redor isto novamente.
      "Puxando isto junto," Peabody murmurou. "Acalmando se."
      "Sim. Ela pegou espinha. Faa isto mais fcil de nosso fim."
      Depois do segundo circuito, Samantha ordenou sua prpria garrafa da gua, estado pacientemente at a mquina terminou seu recital e cuspiu a seleo na fenda.
      Ela caminhou de volta, abrindo a garrafa como ela se sentou Depois de um longo puxar, ela movimentou a cabea em Eve. "Certa. Eu tive acomodei-me."
      "Voc precisa mais tempo, no  um problema."
      "No. Ela sempre pareceu como uma coisa to pequena para mim. Tina. Jovem e pequena, entretanto eu acho que ela no era tanto mais jovem ou pequena que eu. Eu sempre perguntei-me como ela lidou com tudo aquela limpeza pesada. Normalmente, eu furaria em cima em meu escritrio quando ela estava l, ou horrio fora de reunies ou incumbncias."
      Ela parou, passada sem tocar sua garganta. "Eu classifico de venho de dinheiro. No grandes montanhas disto, mas colinas confortveis boas. Ns sempre tivemos ajuda de casa. Mas meu lugar aqui?  meu primeiro lugar todo meu prprio, e ele se pareceu misterioso tendo algum ao redor, at uns tempos do par um ms, levantando depois de mim."
      Ela escovou ela d seu cabelo. "E isto  completamente fora de propsito."
      "No completamente." Peabody cutucou a garrafa da gua em direo a Samantha porque pareceu que ela esqueceu estava l. "D a ns uma idia da dinmica entre voc."
      "Ns no tivemos muito de um." Ela bebeu novamente. "Eu acabei de ficar fora de seu modo. Ela era muito agradvel, muito eficiente. Ns poderamos ter uma conversao breve, mas ns dois normalmente s chegaramos a trabalhar.  porque ela estava em minha casa? Ela est morta porque ela estava em minha casa?"
      "Ns estamos examinando isto," Eve disse. "Voc disse a ns em sua declarao antiga que o servio de limpeza teve seu acesso e cdigos de segurana."
      "Sim. Eles so hipotecados. Eles tm uma reputao nvel superiora. Seus empregados todos vo por blindagem intensa. Realmente, est um pouco assustador e nada que eu quereria ir. Mas para algum como eu, que no posso sempre estar em casa para deixar um servio de limpeza na casa, era ideal. Ela soube como entrar," Samantha declarou. "Algum a matou porque ela soube como entrar."
      "Eu acredito nisto  verdade. Ela j mencionou um amigoum namorado?"
      "No. Ns no conversamos sobre assuntos pessoais. Ns ramos corteses e fceis um com o outro mas no pessoal."
      "Ela j trouxe qualquer um com ela? Para ajudar ela com que ela trabalha?"
      "No. Eu tenho um time a cada trs meses. A companhia instala isto. Caso contrrio, era s uma empregada, duas vezes por ms. Eu vivo s, e eu tenho o que minha me diz  obsesso da minha av com ordem. Eu no preciso mais ajudo que isto, familiarmente."
      "Voc nunca notou, quando ela veio ou foi, se algum a soltasse fora de, escolhida ela em cima?"
      "No. Eu penso que ela tomou o nibus. Uma vez que ela estava atrasada, e ela se desculpou e disse que seu nibus foi pego em um aperto. Voc no disse a mim como ela foi morta. Era como Andrea?"
      "No."
      "Mas voc ainda pensa que  uma conexo.  demais de uma coincidncia no ser."
      "Ns estamos olhando cuidadosamente na conexo."
      "Eu sempre quis escrever este livro. Sempre. Eu imploraria minhas avs para dizer a mim a histria, novamente. At que eu podia tocar isto para trs em minha mente. Eu amei picturing como minhas avs encontradas, vendo eles sentando em sua mesa da cozinha com um charco de diamantes. E como eles ganharam. Estava muito satisfazendo para mim saber que eles bateram as chances e ganharam. Vividas suas vidas como eles escolheram viver. Isto  uma vitria real, voc no pensa, vivendo como voc escolhe viver?"
      "Sim." Ela pensou sobre seu distintivo. Ela pensou sobre imprio do Roarke. "."
      "O vilo do pedao, eu suponho que voc podia o chamar, Alex Crew, ele matou. Ele matou para aquelas pedras brilhantes e, eu penso, porque ele podia. Tanto porque ele podia como para os diamantes. Ele teria morto minha av se ela no tivesse sido forte suficiente, esperto suficiente para melhor ele. Isto est sempre sido um assunto de orgulho para mim, e eu quis dizer aquela histria. Agora eu tenho, e duas pessoas eu sei estamos morto."
      "Voc no  responsvel por isto."
      "Eu estou dizendo a eu mesmo isto. Intelectualmente, eu sei isto. E ainda, existe uma parte de mim isto estou separando, e observando. Aquela parte que quer muito para dizer esta histria. Para escrever o que estar acontecendo agora. Eu pergunto-me o que isso me faz."
      "Um escritor, eu diria," Peabody respondeu.
      Samantha alarga um metade risada. "Bem, acho que sim. Eu fiz uma lista, todo mundo que eu podia pensar sobre. As pessoas eu conversei com sobre o livro. As comunicaes estranhas eu tive de leitores ou as pessoas reivindicando ter conhecido meu bisav." Ela tirou um disco de sua bolsa. A Eve enorme notou a Eve. "Eu no sei se ajudar."
      "Tudo ajudas. Tina Cobb soube que voc estaria em viagem?"
      "Eu deixo o servio conhecer, sim. De fato, eu lembro de dizer a Tina eu estaria fora e a pedindo para verificar o houseplants e meu peixe. Eu no estava Andrea certa poderia ficar, no at s uns dias do par antes de eu partir."
      "Voc deixou o servio conhecer que voc teria uma casa-baby-sitter?"
      "No. Aquele deslizado por mim. Os ltimos dias em Nova York eram loucos. Eu estava fazendo mdia e aparecimentos aqui, lotando, fazendo entrevistas holgrafas. E no pareceu importante."
      Eve levantou-se, estendeu uma mo. "Obrigado por entrar. O detetive Peabody organizar para voc ser aceitar em devoluo para seu hotel."
      "Tenente. Voc no disse a mim como Tina Cobb foi morto."
      "No, eu no fiz. Ns estaremos em toque."
      Samantha assistiu ela sair, desenhou uma respirao longa. "Eu aposto que ela ganha, no ? Eu aposto que ela quase sempre ganha."
      "Ela no desistir. Isso vem para a mesma coisa."
      ***
      Eve sentada em sua escrivaninha, introduza os dados do caso de Cobb em um sub arquivo, ento atualizados seus arquivos no homicdio de Jacobs.
      "Computador, analise dados em dois arquivos de caso atual e corra probabilidade. O que  a probabilidade que Andrea Jacobs e Tina Cobb foram mortos pela mesma pessoa?"
      Anlise de incio . . .
      Ela afastou a escrivaninha como o computador trabalhou e caminhou para sua janela fraca. O trfico de cu era relativamente luz. Os turistas procurado por refrigerador localiza que stewing Manhattan, ela imaginou, este tempo de ano. Os zanges de escritrio estavam ocupados em suas colmias. Ela viu um fluxo de bonde de cu por com mais de metadas suas cadeiras vazias.
      Tina Cobb tomou o nibus. O bonde de cu teria sido mais rpido, mas aquele custo de convenincia. Tina tem sido cuidadosa com seu dinheiro ento. Salvando para uma vida ela nunca teria.
      A anlise e probabilidade correm completas. A probabilidade que Andrea Jacobs e Tina Cobb eram assassinadas pela mesma pessoa ou pessoas  setenta e oito ponto oito.
      Alto suficiente, Pensou Eve, dadas as limitaes do computador. Fatoraria na diferena em vtima digita, a metodologia diferente, local geogrfico dos assassinatos.
      Um computador no podia ver o que ela viu, ou sinta o que ela sentiu.
      Ela voltou como um buzinar sinalizou uma transmisso entrante. Os varredores tinham sido rpidos, ela notou, e se sentou ler o relatrio.
      As impresses digitais eram do Gannon, do Jacobs, do Cobb. No existia nenhuma outras impresses achadas em qualquer lugar na casa. Do amostras de cabelo achadas Gannon combinado e a da vtima. A Eve imaginou que eles achariam alguns que combinaram do Cobb.
      Ele lacrou em cima, e isso no era uma surpresa por ela. Ele lacrou suas mos, seu cabelo. Se ou no ele planejou matar, ele planejou no deixar nenhum rastro dele mesmo para trs.
      Se Jacobs no entrou, ele poderia ter ido pela casa inteira sem deixar uma coisa fora de lugar. E Samantha teria sido nenhum a mais sbia.
      Ela contactou Empregada Em Nova York verificar alguns detalhes e estavam adicionando eles a suas notas quando Peabody entrou.
      "Gannon teve seu trimestralmente limpou mais ou menos quatro semanas atrs," Eve disse. "Sabe, a exigida da tripulao para vestir luvas e protetores de cabelo? culos de proteo de segurana, protetor jumpsuit. Os trabalhos. Como time do varredor de maldio. Eles tudo menos esterilizam o lugar de maldio, topo para parte inferior."
      "Eu penso, talvez, McNab e eu podamos dispor algo assim. Uma vez que ns estamos no novo apartamento, valeria a pena que ele tivesse algum esterilizar o lugar trs ou quatro vezes por ano. Ns podemos ficar bonitos sujos quando ns formos ambos os pumping ele no trabalhoe voc sabe, fazendo um ao outro."
      "Feche. S feche. Voc est tentando me fazer estremeo."
      "Eu no mencionei sexo e McNab o dia todo. Estava na hora de."
      "O ponto eu estava fazendo antes de voc pegar a imagem de voc e McNab fazendo um ao outro em minha cabea,  lugar do Gannon era polido em cima brilhantes algumas semanas atrs e mantive depois disso. No existe nenhuma impresso diferente de sua, a da empregada, do Jacobs. Ele lacrou em cima antes dele entrar. Ele  muito cuidadoso. Meticuloso at. Mas, a menos que isto era um golpe direto em Jacobs, ele ainda faltou a casa-que baby-sitter angular. O que isso diz a voc?"
      "Ele provavelmente no sabe ou o vtima ou Gannon, no pessoalmente. No suficiente para ter conhecimento para acordos pessoais assim. Ele soube que Gannon estaria em viagem. Podia ter conseguido aquele da empregada, ou de seguinte seu horrio de mdia. Mas ele no podia ter chegado a casa-que baby-sitter angular da empregada ou o servio porque eles no souberam."
      "Ele no  crculo interno. Ento ns comeamos a irmos do lado de fora aquele crculo. E ns procuramos por onde outro Cobb e Gannon e Jacobs conectam."
      "Baxter e Trueheart voltam. Ns temos quarto de conferncia trs."
      "Reunir eles."
      ***
      Ela instalar uma tbua no quarto de conferncia, prendendo com alfinete fotografias da cena de crime, fotografias de vtima, cpias de relatrios da cena e a linha secular para o Jacobs assassina que ela ficou exaltada.
      Ela esperou enquanto Baxter fez o mesmo para seu caso, e considerado, como ela programada uma xcara de caf da casa da estao piolhenta, como lidar com a reunio.
      O tato no poderia ser seu segundo nome, mas ela no gostou de andar em outros dedes do p do policial. Cobb era caso do Baxter. Excedendo em importncia ele no fez, em sua mente, d seu o certo para o arrastar longe dele.
      Ela se debruou um quadril na mesa de conferncia como um compromisso entre permanecerassumindo o comando dee sentando. "Voc consegue qualquer coisa mais fora de irm do seu vtima?"
      Baxter agitou sua cabea. "Tomou algum tempo para a conversar fora de afundar para o morgue. Nenhum ponto nela vendo isto. Ela no teve nada para adicionar ao que ela disse a voc. Ela est indo para seus pais '. Trueheart e eu oferecemos ir informar eles, ou pelo menos vo com ela. Ela disse que ela quis fazer isto ela mesma. Que seria mais fcil neles se ela fez. Ela nunca encontrou este carter de Bobby. Nenhum dos o inclinar-baby-sitteres ou vizinhos lembram de ver o vtima com um sujeito qualquer um. Eles tm um barato d e unidade de c. Trueheart verificou isto para transmisses."
      "ElaTina Cobb," Trueheart comeou, "enviado e recebeu transmisses de um indicador de conta at um Bobby Smith. Um cheque rpido indica a conta era aberta cinco semanas atrs e fechou dois dias atrs. O endereo listou  falso. A unidade no armazena transmisso por vinte e quatro horas. Se existiam 'vnculo trans, para l e para c, ns temos necessidade EDD cavar eles."
      "Yippee," Peabody disse debaixo de sua respirao e ganhou um olhar fixo pedregoso de Eve.
      "Voc etiquetando EDD?" A Eve pediu a Baxter.
      "No valor de um tiro.  provvel que ele usou vnculos pblicos, mas se eles podem cavar fora uma transmisso ou duas, ns poderamos ser capazes de conseguir um pouco de tipo de geogrfico. Consiga uma impresso de voz. Consiga uma sensao dele."
      "Concordou."
      "Ns vamos conversar com seus colegas de trabalho. Veja se ela palrasse sobre o sujeito. Mas de que sua irm diz, ela estava o mantendo bonita fecha. Como um grande segredo. Ela era s vinte e dois, e brilhantes do seu registro. No uma mancha."
      "Ela quis se casar,  uma me profissional." Trueheart esvaziou como todos os olhos girados para ele. "Eu conversei com a irm sobre ela. Isto, um, eu penso que voc pode aprender sobre o assassino se voc conhecer a vtima."
      "Ele  meu orgulho e alegria," Baxter disse com um grande sorriso.
      A Eve lembrou que Trueheart era apenas mais velho que a vtima eles estavam discutindo. E que ele quase se tornaria uma vtima ele mesmo s pouco tempo antes de.
      O olhar rpido ela permutou com Baxter disse a ela que ele estava pensando que a mesma coisa. Ambos deixam ir.
      "A teoria  o assassino usou um envolvimento romntico para a atrair." Ela esperou at Baxter movimentou a cabea. "Seu caso e nossa reunida-se por ela. Ela era empregada do Samantha Gannon, e como tal teve conhecimento dos cdigos de segurana para sua residncia e conheceu, intimamente, o contedo e instalao daquela residncia. Ela estava ciente que o dono estaria em viagem para um perodo de duas semanas. Mas ela era desavisada que existiria uma casa-baby-sitter. Aqueles acordos eram ltimos minuto e, at onde ns podemos conhecer, entre Jacobs e Gannon."
      "Tenente." Trueheart levantou uma mo gostar de um aluno na sala de aula. " duro para mim ver algum gostar de Tina Cobb traindo segurana. Ela trabalhou duro, do seu registro de emprego como limpa como o resto disto. No existe uma reclamao nica arquivada contra ela no trabalho. Ela no parece o tipo para acabar um cdigo de segurana."
      "Eu preciso ir com a criana em este aqui," Baxter confirmado. "Eu no vejo ela acabando isto de boa vontade."
      "Voc nunca tem sido uma menina apaixonada," Peabody disse para Baxter. "Pode fazer voc estpido. Voc olha para a linha de tempo, voc v que o assassinato do rombo e Jacobs estava antes de assassinato do Cobb. E, quando voc calcular o tempo entre seu sendo pela ltima vez visto e o tempo da morte, no existe muito. Ele tem a trabalhado por semanas, certas? Suavizadora ela em cima. Parece mim ele estaria mais certo que ela estava dando a ele a concha direta se estivesse conversa de travesseiro disposto ou algo que se ele tentasse bater ele fora sua."
      "Meu orgulho e alegria," Eve disse para Baxter e ganhou uma risada. "Ele compassos ou ameaa ou tortura, ela poderia mentir ou s fica misturada. Ele alivia isto fora sua,  mais assegura. Mas . . ."
      Ela pausou enquanto seu orgulho e alegria enrugaram sua fronte. "Ele seduz isto, ela poderia conversar, ou consiga as culpabilidades e reporte o lapso para seu superior. Isto  um risco. De qualquer modo, se ns formos direito sobre esta conexo, ele conseguiu isto fora sua. Ento depois que ele quebrou em, Jacobs Morto, ele teve que cobrir caminhos. Ento ele matou Cobb, esvaziada ela. Morta e a esvaziou em tal modo que identificao estaria atrasada longa suficiente para ele arrumar qualquer conexo entre ele mesmo e Cobb."
      "Que pego do Gannon que ele quer?" Baxter perguntou.
      " mais o que ele pensa que ela tem ou tem acessar para. E isto  vrios milho em diamantes roubados."
      Ela preencheu eles e deu a eles cada uma cpia de disco de seu arquivo. Sem perceber isto, ela endireitou e estava permanecendo. "Quanto mais ns descobrimos sobre este caso velho, e os pedras preciosos roubados, quanto mais ns sabemos sobre nossos casos atuais. Ns aprenderemos mais, mais rpidos, se ns coordenarmos nosso tempo e esforo."
      "Eu no consegui nenhum problema com isto." Baxter movimentou a cabea de acordo. "Ns atiraremos em voc ambas as cpias de nosso arquivo em Cobb. Que ngulo voc quer que ns trabalhemos?"
      "Localize Bobby. Ele no nos deixou muito, mas existe sempre algo. Ns veremos o que EDD pode cavar fora dos vnculos do vics."
      "Algum devia ir por seus artigos pessoais," Peabody adicionou. "Ela poderia ter mementos mantido. As meninas fazem isto. Algo de um restaurante onde eles comeram."
      "Bom." Baxter piscou nela. "A irm disse que ele tomou Tina para uma galeria de arte e um jogo. Ns trabalharemos nisto. Afinal, quantas galerias de arte e teatros existem em Nova York?" Ele bateu uma mo em ombro do Trueheart. "No devia tomar meu scio de srio mais que um par cem horas de homem para descobrir."
      "Algum viu eles juntos em algum lugar," Eve concordou. "Peabody e eu continuaremos a trabalhar Jacobs. Ns charco todas as informaes. Para lio de casa, leia livro do Gannon. Vamos conhecer tudo que ns podemos saber sobre estes diamantes e as pessoas que roubaram eles. Classifique despedido. Peabody, voc  comigo em dez. Baxter? Eu posso ter um minuto?"
      "Professor  acariciar," Baxter disse, vazamento seu corao e piscando em Trueheart.
      Para protelar at que eles estavam s, Eve vagada para a diretoria, estudou os rostos.
      "Voc est dando a ele aquele trabalho de zango para manter seu traseiro na cadeira?"
      "Tanto como eu posso," Baxter confirmado. "Ele  saltado de voltaCristo, ser aquele jovem novamente. Mas ele no  cem por cento. Eu estou o mantendo em trabalho leve no momento."
      "Bons. Alguns problemas combinando estas investigaes debaixo de mim?"
      "Olhe para aquele rosto." Baxter ergueu seu queixo em direo  ID fotografia de Tina Cobb. At a imagem barata, oficial radiou mocidade e inocncia.
      "Sim."
      "Eu toco bonitos bem com outros, Dallas. E eu quero, eu realmente quero descobrir que me transformei que isso." Ele bateu um dedo na cena de crime quieto de Tina Cobb. "Ento eu no consegui nenhum problema."
      "Se senta direito com voc se Peabody e eu vamos por coisas da sua vtima? Peabody pegou um olho para aquele tipo de coisa."
      "Certo."
      "Voc quer tomar o clube onde minha vtima era visto pela ltima vez?"
      "Pode fazer."
      "Ento ns teremos uma instruo especfica de manh. Novecentas."
      "Faa meu mundo completo e diga a mim que ns estamos tendo isto em seu escritrio de casa. Onde o AutoChef tem carne de porco e ovos reais de galinhas que cacarejo."
      "Aquia menos que eu informe diferente."
      "Desmancha-prazeres."
      ***
      A Eve voltou bairro residencial em trfico irritvel. Um desarranjo em Oitavo entupiu a estrada para quarteires e teve o que pareceram como metade de Nova York quebrar os cdigos de poluio de barulho em ordem para exploso seus chifres em protesto lamentvel e intil.
      Sua prpria soluo era um pouco mais direta. Ela bate as sirenas, esmurradas em verticais e leram rapidamente o canto para tomar o crosstown para Dcimo.
      Eles eram quinze quarteires longe quando seu controle de clima estalou e morreu.
      "Eu odeio tecnologia. Eu odeio Manuteno. Eu odeio o goddamn estpido que NYPSD ora que pega mim com estes pedaos-de-caga veculos."
      "L, l, senhor," Peabody sussurrou como ela hunkered at trabalhar nos controles manualmente. "L, l."
      Depois que o suor comeou a chocar-se com seus olhos, Peabody desistiu. "Sabe, eu podia chamar Manuteno. Sim, ns odiamos eles gostarem de veneno, como veneno de rato em uma bolacha," ela disse depressa. "Ento eu estava pensando, eu podia pedir a McNab para tomar um golpe nisto. Ele  bom com este tipo de coisa."
      "Grande, boa, multa." A Eve abriu as janelas antes deles sufocar. O feder, ar vaporoso fora de no era muita de uma melhoria. "Quando ns terminarmos em do Cobb, voc solta mim casa, tome este desastre rodante com voc. Voc pode me levantar de manh."
      Quando ela alcanou o edifcio de apartamentos que ela considerou, ativamente, as recompensas de dar um do inclinar-baby-sitteres vinte para roubar o carro de maldio. Ao invs, ela decidiu esperar algum impulsionou isto enquanto eles estavam do lado de dentro.
      Como eles comearam do lado de dentro, ela ouviu choradeira quieta do Peabody. "O que?"
      "Nada. Eu no disse nada."
      " aqueles sapatos, no ? Voc est mancando. Goddamn isto, e se ns para procurar um pouco de otrio estar usando p?"
      "Talvez eles no eram a melhor escolha, mas eu estou ainda achando meu olhar pessoal. Podendo haver um pouco de miscues no caminho."
      "Amanh seria melhor voc estar em algo normal. Algo que voc pode entrar."
      "Sim, sim, sim," Peabody curvou seus ombros em claro da Eve. "Eu no tenho que dizer 'senhor ' o tempo todo porque, eh, olhe, detetive agora. E ns somos parceiras e todo."
      "No quando voc estiver vestindo aqueles sapatos."
      "Eu iria queimar eles quando eu cheguei em casa. Mas agora eu estou pensando sobre conseguir um hatchet e cortando eles em pedaos minsculos, minsculo."
      Eve batida na porta de apartamento. Essie respondeu. Seus olhos estavam vermelhos e inchados, seu rosto splotchy de lgrimas. Ela simplesmente olhou fixamente para Eve, no dizendo nada.
      "Ns apreciamos sua vinda de volta de seus pais vamos ir por coisas da sua irm," Eve comeou. "Ns muito sentimos muito para sua perda e lamentamos ter que intrometer neste momento."
      "Eu vou voltar e fico com eles hoje  noite. Eu precisei vir e ter um pouco de minhas coisas de qualquer maneira. Eu no quero ficar aqui hoje  noite. Eu no sei se eu j ficarei aqui novamente. Eu devia ter chamado a polcia. Assim que ela no voltou para casa, eu devia ter chamado."
      "No teria importado."
      "O outro Polis, as pessoas que vieram para dizer a mim? Eles disseram que eu no devia afundar a ver."
      "Eles so certos."
      "Por que voc no se senta, Essie." Peabody se mudou, tomou seu brao e a levou a uma cadeira. "Voc sabe por que ns precisamos ir por suas coisas?"
      "No caso de voc achar algo que diz a voc que fez este para ela. Eu no me importo o que voc tem que fazer, desde que voc acha que fez este para ela. Ela nunca machuca qualquer um em sua vida inteira. s vezes ela costumava me irritar, mas suposta da sua irm para, certa?"
      Peabody deixou sua mo em ombro do Essie outro momento. "Meu certamente faa."
      "Ela nunca machuca qualquer um."
      "Voc quer ficar aqui enquanto ns fazemos isto? Ou talvez voc tem um amigo no edifcio. Voc podia ir l at que ns sejamos feitos."
      "Eu no quero conversar com qualquer um. S faa o que voc tem que fazer. Eu estarei aqui mesmo."
      A Eve tomou o armrio, Peabody a cmoda. Em vrios bolsos, Eve achou uma garrafa minscula de respirao freshener, um tubo de tamanho de amostra de lipdye e um mini bolso organizador que girado fora para pertencer a Essie.
      "Eu consegui algo."
      "O que?"
      "Eles acabam estes pequenos botes nos Conhecidos." Peabody levantou aba um pouco vermelha. " uma tradio. Voc pe isto em seu colarinho ou lapela, e eles sabem que voc pagou pela exibio. Ele provavelmente a levou l.  o tipo de coisa que voc mantm se for um encontro."
      "As chances de algum a lembrando no Museu Metropolitano so esbeltos para nenhum, mas ele  um comeo."
      "Ela pegou um pouco memento encaixota aqui. Ficha de nibus, toco de vela."
      "Ensaque o toco de vela. Ns correremos para impresses. Talvez  de seu lugar."
      "Aqui seja um guia de bolso para o Guggenheim, e um diretrio de teatro. Parea com que ela imprimiu isto fora de on-line. Ela  circulada o Teatro de Chelsea em um pouco corao.  de no ltimo ms," ela disse como ela girou para Eve. "Uma corrida limitada de Chips Descem. Ele a levou l, Dallas. Isto  seu que 'eu amo caixa do Bobby."
      "Tome isto. Tome isso tudo." Ela moveu acima do dented metal aguarda a cama, arrancada na gaveta nica. Dentro dela achou um esconder de doce pastoso, uma lanterna de emergncia pequena, prove tubos e pacotes de nata da mo, loo, perfume, toda dobrada em uma caixa. E fechado hermeticamente em uma bolsa protetora era um guardanapo cuidadosamente dobrado. No material reciclado barato, escrito em sentimental vermelho, era:
      
      Bobby
      Primeiro encontro
      26 de julho de 2059
      Do Ciprioni
      
      Peabody juntou-se Eve e leu do incio ao fim seu ombro. "Ela deve ter tirado ele para olhar para toda noite," ela murmurou. "Lacrou isto em cima assim no ficou sujo ou rasgado."
      "Faa uma corrida em do Ciprioni."
      "Eu no tenho que.  um restaurante. Lugar italiano abaixo em Pequena Itlia. Barata, boa comida. Ruidosa, normalmente lotada, servio lento, macarro maravilhoso."
      "Ele no soube que ela estava mantendo abas, pequenas abas como isto. Ele no a entendeu. Ele no a conseguiu. Ele pensou que ele era seguro. Nenhum dos lugares ns estamos achar estamos em qualquer lugar aqui perto. Consiga seu longe de onde ela vive, onde as pessoas ela sabe que poderia ver eles. Veja ele. Leve ela para lugares onde existem muita pessoas. Quem vai notar eles? Mas ela est levantando recordaes para marcar suas datas. Ela nos deixou uma trilha boa, Peabody."
      
      
    22.
      
      Depois de soltar Eve em casa, Peabody foi embora na sauna em rodas. E Eve se deixa no santificado fresco. O gato thumped passos abaixo, saudando ela com uma srie de felino irritado rosna.
      "O que, voc  substituir Summerset? Cadela, cadela, cadela." Mas ela se agachou at esfregar um dar sua pele. "Que diabo o dois de voc faz ao redor aqui o dia todo de qualquer maneira? No importa. Eu no penso que eu quero conhecer."
      Ela conferiu com o interno e era Roarke informado no estava nas premissas.
      "Jeez." Ela olhou de volta abaixo no gato, que estava fazendo seu melhor para garra em cima sua perna. "Kinda misteriosa. Ninguma casa mas voc e eu. Bem . . . eu consegui material. Voc devia vir." Ela escavou ele em cima e carted ele em cima os degraus.
      No era que ela se importou de estar em casa s. Ela no acabou de no estar acostumado a isto. E era bonito maldio quieta, se voc aborrecesse escutar.
      Mas ela consertaria isto. Ela carregaria um udio de livro do Samantha Gannon. Ela podia entrar um treinamento slido enquanto ela escutou isto. Tome uma natao, solte em cima. Agarre um chuveiro, cuide de alguns detalhes.
      "Existe muito que voc pode estar feito quando ningum est ao redor distrair voc," ela disse a Galahad. "Eu gastei a maior parte de minha vida com ningum ao redor de qualquer maneira, ento, sabe, nenhum problema."
      Nenhum problema, ela pensou. Antes de Roarke ela voltar para casa para um apartamento vazio toda noite. Talvez ela conectaria com sua amiga Mavis, mas ainda que ela tivesse tempo para soprar fora de um pouco vapor depois do trabalho com a mulher que esteve o soprar-fora de-perito de vapor, ela ainda voltaria para casa s.
      Ela gostou de s.
      Quando ela parou de gostar de s?
      Deus, era irritante.
      Ela esvaziou o gato em sua escrivaninha, mas ele reclamou e bateu sua cabea contra seu brao. "Certo, certo, d-me um minuto, no ?" Escovando o tamanho dele de lado, ela levantou o cubo de memorando.
      "Oi, Tenente." Voz movida do Roarke fora. "Eu pensei que isto seria sua primeira parada. Eu carreguei um udio de livro do Gannon como eu no podia visualizar voc enrolando-se com a verso de jornal. Veja voc quando eu chegar em casa. Eu acredito que existimos pssegos frescos ao redor. Por que voc no tem um sobre em vez da barra de doce voc est pensando?"
      "Pense que voc me sabe ao avesso, no , sujeito esperto? Pense que ele me sabe de um lado para outro," ela disse para o gato. "A parte aborrecedor  que ele faz." Ela derruba o memorando, levantou o headset. At como ela comeou a deslizar isto em lugar, ela notou a luz de mensagem maldita em sua unidade de escrivaninha.
      Ela cutucou o gato de lado novamente. "S espere, pelo amor de Deus." Ela ordenou em cima a mensagem e escutada uma vez mais para voz do Roarke.
      "Eve, eu estou correndo tarde. Alguns problemas que precisam ser lidados."
      Ela armou sua cabea, estudado seu rosto na tela. Um pouco aborrecida, ela notou. Um pouco apressou. Ele no era o nico quem conheceu seu parceiro.
      "Se eu conseguir por eles que eu estarei em casa antes de voc chegar a isto em todo caso. Se no, bem, logo to possvel. Voc pode me alcanar se voc precisar para. No trabalhe muito duro."
      Ela tocou a tela como seu enfraquecido de imagem. "Voc qualquer um."
      Ela coloca o headset, comprometido, ento muito para o alvio do gato, encabeada na cozinha. O minuto ela encheu sua tigela com atum e anotou isto para ele, ele se lanou sobre.
      Compreenso para a narrativa do diamante heist, ela agarrou uma garrafa da gua, tomou um pssego como uma reflexo tardia, ento caminhada pela casa quieta, vazia e at o ginsio.
      Ela desnudou-se abaixo, pendurando seu coldre em um gancho, ento puxado em um pequeno skinsuit.
      Ela comeou com extenses, concentrando no udio e sua forma. Ento ela moveu para a mquina, programao em um curso de obstculo que empurrou ela para correr, subida, fila, ciclo em diante e acima de vrios objetos e superfcies.
      Quando ela comeou em pesos livres, ela foi introduzida para os jogadores principais no livro e teve uma sensao de Nova York e cidade pequena Amrica no amanhecer do sculo.
      Fofoca, crime, sujeitos ruins, bons sujeitos, sexo e assassinato.
      Quanto mais coisas mudadas, ela pensou, quanto mais eles no fizeram.
      Ela ativou o lutar droid para um turno de dez minutos e sentiu tornou flexvel, energizado e virtuoso quando ela chutou seu traseiro.
      Ela impediu uma segunda garrafa da gua fora do mini-refrigerador e, dar a se mais tempo com o livro, adicionou uma sesso para flexibilidade e equilbrio.
      Ela descascou o skinsuit, lanou isto na calha de roupa para lavar, ento caminhada desnuda na casa de charco. Com o udio ainda tocando em sua orelha, ela pomba na gua azul fresca. Depois de alguns colos preguiosos, ela flutuou seu modo acima do canto e pediu jatos.
      Seu suspiro longo, feliz ecoado fora do teto.
      Existia para casa s, ela pensou, e existia para casa s.
      Quando seus olhos comearam a inclinar, ela se impulsionou fora. Ela puxou em uma bata, juntadas suas roupas de rua, sua arma, e comeou a estudar o elevador para o quarto antes dela pensar sobre oportunidade faltada.
      Ela podia ter corrido desnuda pela casa. Ela podia ter danado desnuda pela casa.
      Ela teria que segurar aquele pouco prazer em reserva.
      Depois de um chuveiro e roupas frescos, ela voltou para seu escritrio. Ela desligou o udio longo suficiente para lidar com alguns detalhes, fazer nova notas.
      O topo de sua lista era: Jack O 'Hara, Alex Crew, William Young e Jerome Myers. Young e Myers tinha estado morto para mais de metade de um sculo, com suas vidas terminando antes do primeiro ato do drama.
      Crew morreu na priso, e O 'Hara tinha sido dentro e fora do vento at que sua morte quinze anos atrs. Muito os quatro homens que roubaram os diamantes estavam mortos. Mas as pessoas raramente conseguiram por vida sem conexes. Famlia, associados, inimigos.
      Uma conexo para um ladro poderia considerar ele mesmo intitulou para o saque. Uma espcie de recompensa, uma herana, um retorno. Uma conexo para um ladro poderia saber como ganhar acesso a uma residncia assegurada.
      O sangue diz, ela pensou. As pessoas freqentemente disseram isto. Ela, para uma, tido razo para esperar que isto no era verdade. Se ele fosse verdade, o que isso a fez, a filha de um monstro e uma junkie prostituta? Se isso tudo assunto de um ser de genes, DNA, caractersticas herdadas, que chance existia para uma criana criada por duas pessoas com a finalidade de a usar para lucro? Para whoring ela. Para levantarem ela gostar de um animal. Pior que um animal.
      Fechando ela na escurido. S, sem nome. Batendo ela. Estuprando ela. Torcendo ela at na idade de oito ela mataria escapar.
      Sangue em suas mos. Tanto sangue em suas mos.
      "Condene isto. Condene isto, condena isto." A Eve apertou seus olhos fecharem e legaram as imagens longe antes de seus fantasmas poderem solidificar em outro despertando pesadelo.
      O sangue no disse. O DNA no nos fez. Ns fizemos ns mesmos, se ns tivssemos quaisquer intestinos que ns fizemos ns mesmos.
      Ela puxou seu distintivo fora de seu bolso, segurou isto gostar de um talism, como uma ncora. Ns fizemos ns mesmos, ela pensou novamente. E isso era isto.
      Ela deitou seu distintivo na escrivaninha onde ela podia ver isto se ela precisasse para, ento, recontratando o udio, ela escutou como ela ordenou corridas nos nomes de seus quatro ladres.
      Pensando sobre caf, ela levantou-se para vagar na cozinha. Ela brincou com programao uma panela, ento corta isto atrs para uma xcara nica. Um dos bares de doce ela escondeu comeou a chamar seu nome. E afinal, ela comeu o pssego de maldio.
      Ela cavou isto fora de debaixo do gelo na caixa de congelador. Com caf em uma mo, chocolate congelado no outro, ela caminhou de volta no escritrio. E quase em Roarke.
      Ele levou um olhar, levantou uma sobrancelha. "Jantar?"
      "No exatamente." Ele fez ela sentir como uma criana roubando trata. E ela nunca seria uma criana com ofereceria a roubar. "Eu era acabava de cagar." Ela tirou o headset. "Trabalhando. Tomando um pouco fratura. O que est para voc?"
      Ele riu, puxada ela em para um beijo. "Oi, Tenente."
      "Oi atrs. Ignore ele," ela disse quando Galahad escorregou at miar e implorar. "Eu o alimentei j."
      "Melhor, nenhuma dvida, que voc alimentou voc mesmo."
      "Voc comeu?"
      "No ainda." Ele deslizou uma mo ao redor sua garganta, apertou ligeiramente. "D-me metade aquele doce."
      " congelado. Voc precisa esperar isto."
      "Isto ento." Ele tomou seu caf, sorriu arrogantemente em sua carranca. "Voc cheira . . . delicioso."
      Quando a mo em sua garganta deslizou ao redor para xcara a nuca de seu pescoo, ela percebeu que ele quis a dizer, no o caf. "Atrs em cima, camarada." Ela picou um dedo em seu trax. "Eu tenho programas de trabalho aqui. Desde que voc no comeu, por que ns no vamos tentar este lugar italiano que eu ouvi sobre o centro da cidade."
      Quando ele no disse nada, justo sorveu seu caf, estudada ela acima da beira, ela carranca. "O que?"
      "Nada. S certificando-se que voc realmente  minha esposa. Voc quer sair para jantar, se sente em um restaurante onde existem outras pessoas."
      "Ns temos estado fora para jantar antes. Milhes de tempos. O que  o bfd?"
      "Mmm-hmm. Que o centro da cidade de restaurante italiano tem que fazer com seu caso?"
      "Calas de Smarty. Talvez eu acabei de ouvir que eles tenham realmente bom lasagna. E talvez eu denunciarei a voc o resto porque eu classifico de feitas reservas. Eu fiz eles antes de eu perceber que voc seria isto tarde e no poderia querer sair. Eu posso verificar isto fora amanh."
      "Existe tempo para mim ter um chuveiro e mudana fora deste terno sangrento? Sente como se eu nasci nisto."
      "Certo. Mas eu posso cancelar se voc s quiser dar."
      "Eu podia usar um pouco de lasagna, desde que ele vem com muito vinho."
      "Longo um, huh?"
      "Mais aborrecedor que longo, realmente," ele disse a ela como ela caminhou com ele para o quarto. "Um par de problemas sistmicos. Uma em Baltimore, uma em Chicago, e ambas exigidas minha ateno pessoal."
      Ela enrugou seus lbios como ele despiu para o chuveiro. "Voc esteve em Baltimore e Chicago hoje?"
      "Com uma parada rpida em Filadlfia, desde que era  mo."
      "Voc conseguiu um bife de queijo?"
      "Eu no fiz, no. Tempo no permitiu a tais indulgncias. Total de jatos," ele ordenou quando ele andou no chuveiro. "Setenta e dois graus."
      At o pensamento de um chuveiro naquela temperatura fez seu calafrio. Mas, de alguma maneira, ela podia ainda apreciar de p l assistindo ele encharca ele mesmo na gua fria. "Voc conseguiu eles fixo? Os problemas sistmicos?"
      "Aposte seu traseiro magnfico. Um engenheiro, um gerente de escritrio e dois VPs estaro buscando outro emprego. Um overworked admin justo copped se um escritrio de canto e um novo ttulojunto com um impulso de salrio agradvele um homem jovem fora de R e D est fora celebrar sua promoo para cabea de projeto por volta de agora."
      "Uau, voc tem sido bonito ocupado l fora, mudando vidas."
      Ele alisou de volta aquela juba maravilhosa e molhada de cabelo preto. "Um pouco enchimento da conta de despesa, isto  um tempo-honrado tradio, corporately falando. Eu no me importo com isto. Mas voc no quer ficar avaro, e malfeito, e fucking arrogante sobre isto. Ou prximo voc sabe, voc est fora em sua orelha e perguntando-se como o inferno voc vai dispor aquele condomnio em Maui e o prato lateral que gosta de quinquilharias que entram caixas azuis pequenas do Tiffany."
      "Segure isto." Ela andou de volta como ele saiu do chuveiro. "Desfalque? Voc est conversando desfalque?"
      "Isso seria Chicago. Baltimore era justa ineptitude, que , de alguma maneira, at mais aborrecedor."
      "Voc teve eles carregados? Chicago?"
      Ele sacudiu uma toalha, comeou a secar fora de. "Eu lidei com isto. Meu modo, Tenente," ele disse antes dela poder falar. "Eu no chamo o Polis em toda pancada na estrada."
      "Eu mantenho audio que ultimamente. O desfalque  um crime, Roarke."
      " agora? Bem, imagine isto." Com o gancho de toalha acima de seus quadris, ele escovou por ela e foi para seu armrio. "Eles pagaro, voc pode estar certo disto. Eu imagino que eles esto at agora bebendo eles mesmos em um estupor e lgrimas suadas amargo choro acima de seus suicdios de carreira respectiva. Ser sortudo para policial um varrido de trabalho em cima ao redor uma escrivaninha agora muito menos sentando atrs de um. Gramados de Buggering."
      Ela considerou cuidadosamente isto. "O Polis teria sido mais fcil neles."
      Ele olhou de relance atrs, seu sorriso feroz e frio. "Indubitavelmente."
      "Eu disse isto antes, eu direi isto novamente. Voc  um sujeito muito assustador."
      "Ento . . ." Ele puxou em uma camisa, abotoou isto. "E como era seu dia, Querida Eve?"
      "Preencha voc a caminho."
      Ela disse a ele de forma que quando eles chegaram no restaurante que ele estava completamente informado.
      Peabody, Eve notada, deu uma descrio precisa. O lugar era empacotado, e ruidoso, e o ar cheirou surpreendente. Waitstaff, com aventais de babador brancos acima de suas roupas de rua, movido em um passo de tartaruga como eles levaram bandejas carregadas com comida para mesas ou arrastaram pratos vazios longe.
      Quando waitstaff no teve que traseiro de busto para pontas, Eve teve que figurar isso tudo veio at a comida ou o esnobe fatorar. Dos olhares do processo aqui, e a simplicidade de decorao, a comida deve ser superior.
      Algum sussurrado acima dos locutores em que ela assumiu era italiana, da mesma maneira que ela assumiu os murais quase pueris que decoraram as paredes eram de lugares italianos.
      E ela notou as velas curtas e grosso em cada mesa. S goste da um Tina Cobb manteve entre seus mementos.
      "Eu registrei em seu nome." Ela teve que levantar ela verbalizar, aponta isto em direo a orelha do Roarke ser ouvido acima do estrondo.
      "Oh?"
      "Eles eram slido reservado. Roarke passa sem tocar uma mesa mais rpida que Dallas."
      "Ah."
      "Oh. Ah. Blah Blah."
      Ele riu, comprimida ela, ento girado para o aparentemente desinteressado matre d '. "Voc tem uma mesa para duas, debaixo de Roarke."
      O homem era se agachar, com seu tamanho amplo apertado em um fraque antiquado como uma salsicha de soja bombeou em uma cobertura. Seus olhos chateados estalados largos, e ele balanou de sua estao de tamborete at seus ps. Quando ele curvou, Eve esperou que ele estalar fora do fraque.
      "Sim, sim! Sr. Roarke. Sua mesa est esperando. Melhor mesa na casa." Seu acento italiano teve uma Nova York definida afiar. Roma via o Bronx. "Por favor, venha comigo. Espante, espante." Ele acenou em e empurrou garons e clientes semelhantes para passar sem tocar um caminho. "Eu sou Gino. Por favor para dizer a mim se voc desejar para qualquer coisa. Qualquer coisa. Hoje  noite macarro  trapaceiro de espaguete polpettone, e o especial  rollatini di pollo. Voc ter vinho, sim? Uma garrafa cortesa de nosso Barolo.  muito multa. Bonita e corajosa, mas no dominando."
      "Sons perfeitos. Muito obrigado."
      "No  nada. Nada." Ele estalou seus dedos em direo a um garom que obviamente seria colocado alerta. Em resumo ordem, o vinho era exibido, abriu, despejado e aprovado. Os menus eram oferecidos com um floreado, e o pessoal retrocedido para pairar e largamente ignorar diners que esperou ser servido algum dia na prxima dcada.
      "Voc j fica cansado de ser adulado ? Eve perguntou a ele. .
      "Deixe-me pensar." Roarke sorveu seu vinho, se debruou de volta. Sorriu. "No."
      "Figurou." Ela olhou de relance no menu. "O que  aquele espaguete polepot material que ele estava conversando sobre.
      "Polpettone. Espaguete e almndegas."
      "Realmente?" Ela animou-se. "Certo, isso me instala." Ela deitou o menu de lado. "O que voc est tendo?"
      "Eu penso que eu tentarei o de dois molhos lasagna. Voc pe isto em minha cabea, e eu no posso pegar isto. Ns teremos um pouco de antipasto para comear, ou ns desapontaremos nossos anfitries."
      "Vamos manter eles felizes."
      O Roarke imediato anotar seu menu, ambos o matre d ' e o garom materializado  mesa. Ela deixa Roarke ordenar, e desenhou a ID fotografia de Tina Cobb fora de sua bolsa. "Voc reconhece esta mulher?" Ela pediu a Gino.
      "Eu sinto muito?"
      "Ela estava aqui em um encontro em julho. Voc lembra de a ver?"
      "Eu sinto muito," ele repetiu. Ele pareceu apologtico, ento apoplctico que ele olhou de relance em Roarke. "Ns temos tantos clientes." Sua sobrancelha perolizada com suor; Ele torceu suas mos e permaneceu gostam de um aluno nervoso falhando um teste vital.
      "S d uma olhada. Talvez voc a lembrar de entrar. Jovem, provavelmente spruced em cima para um encontro. Mais ou menos cinco ps trs polegadas, cem e vinte libras. O primeiro encontro arde nela."
      "Ah . . ."
      "Voc podia me fazer um favor," Eve disse antes do sujeito gotejado em uma poa de nervo em seus ps. "Voc podia mostrar a aquele para o waitstaff, veja se ela tocar quaisquer sinos."
      "Eu teria muito prazer em. Honrado para, claro. Imediatamente."
      "Eu como melhor quando eles forem aborrecidos ou urinados fora de," Eve decidiu como ele correu longe. "Bem, de qualquer modo,  um tiro longo."
      "Ns conseguiremos uma boa comida fora disto. E . . ." Ele ergueu sua mo, beijadas suas juntas. "Eu consigo um encontro com minha esposa."
      "Lugar faz um inferno de uns negcios. Como vem para que voc no possui isto?"
      Ele manteve sua mo como ele sorveu seu vinho. No existia nenhum sinal de um homem que saltou da cidade at a cidade o dia todo, disparo embezzlers e incompetents. "Voc gostaria de?"
      Ela s agitou sua cabea. "Duas mulheres mortas. Uma uma forma de conseguir, o outro s no lugar certo no tempo errado. Ele no  um assassino por projeto. Ele mata porque  expediente. Queira alcanar a meta. Para alcanar isto, voc tem que utilizar ferramentas, d fim a obstculos. O tipo de gosta o que voc fez hoje, s com sangue real."
      "Hmm" era comentrio do Roarke.
      "O que eu quero dizer  que voc vai conseguir de apontar um apontar B, e se voc tiver que tomar uma viagem lateral e ceifar acima de algum, voc faz. Eu quero dizer, ele  dirigido."
      "Compreendido."
      "Se Jacobs no tivesse estado l, ele no teria tido que a matar. Se ele no tivesse que matar Jacobs, ele provavelmente no teria morto Cobb. Pelo menos no imediatamente, entretanto eu deitaria chances que ele descobriu como ele faria isto quando e se. Se ele achasse a chance de diamantes gordosou mais provvel achou algo que o levou a eles, ele teria seguida a trilha."
      Ela agarrou uma vara de po, quebrou isto pela metade, ento mastigado abaixo. "Ele no discute em assassinato, e deve terporque ele pensa adiante queele deve ter considerado a possibilidade de dar fim a Samantha Gannon uma vez que ele teve seu prmio na mo. Mas ele no entrou em sua casa com assassinato no programa de trabalho."
      "Ele ajusta. Entenda que o valor de ser flexvel e de manter seu olho na bola, por assim dizer. O que voc tem at agora no indica um homem que pnicos quando algo alterar seu plano de jogo. Ele trabalha com isto, e conseqentemente parte."
      "Isto  uma descrio lisonjeira bonita."
      "No por isso," Roarke discordou. "Como sua flexibilidade e enfoque so completamente amorais e auto-servindo. Como voc assinalou, eu tivee tiveplanos de jogo de meu prprio, e eu sei, muito bem, o sedutor puxe de reluzir pedras. Dinheiro, porm sensual poderia ser, no engancha em voc o mesmo modo. A luz delas, o deslumbramento e as cores e forma. Existe algo primitivo sobre a atrao, algo visceral. Apesar disto, matar acima de um punhado de clares humilha os negcios inteiros. Para minha mente, em todo caso."
      "Roubando eles  certo entretanto."
      Ele sorriu abertamente agora, e tomou a segunda metade de sua vara de po. "Se voc fizer isto direito. Uma vezem outra vida, claro queeu . . . aliviou um pssaro de Londres de vrias suas penas cintilantes. Ela manteve afastada eles bloqueados em uma abbadana escuratal pena. O que  o ponto em fechar todas aquelas belezas longe, afinal, onde eles s esperam para brilhar novamente? Ela manteve uma casa em Mayfair, defendido como Palcio de Buckingham sangrento. Eu fiz o solo de trabalho, s para ver se eu pudesse."
      Ela soube que ela no devia ser divertida, mas ela no podia ajudar isto. "A aposta voc podia."
      "Voc ganha. Cristo, que pressa. Eu penso que eu tinha vinte anos, e ainda eu lembro delembro exatamenteo que foi para tirar aquelas pedras da escurido e assistir eles virem para vivo em minhas mos. Eles precisam da luz para vir para vivo."
      "O que voc fez com eles?"
      "Bem agora, isto  outra histria, Tenente." Ele topped fora de sua taa de vinho. "Outra histria completamente."
      O garom serviu seu antipasto. Em seus saltos de sapatos o matre d ' veio para apressando de volta, puxando uma garonete pelo brao.
      "Diga o signora," ele ordenou.
      "Certo. Eu penso que talvez eu servi a  mesa."
      "Ela pensa talvez," Gino ecoou. Ele quase cantou isto.
      "Ela com um sujeito?"
      "Sim. Escute, eu no sou cem por cento."
      " certo se ela se sentar um minuto?" A Eve pediu a Gino.
      "Qualquer que voc gosta. Qualquer coisa que voc gosta. O antipasto,  bom?"
      " grande."
      "E o vinho?"
      Notando o chamejar em olhos da Eve, Roarke trocou. " vinho muito bom. Uma escolha maravilhosa. Eu pergunto-me, podia ns ter uma cadeira. . ."
      "Eu sou Carmen," a garonete disse a ele.
      Felizmente existia uma cadeira disponvel como Eve no teve nenhuma dvida que Gino teria pessoalmente esvaziado outro diner fora de se acomodar pedido do Roarke.
      Entretanto ele continuou a pairar, Eve o ignorou e girado para Carmen. "O que voc lembra?"
      "Bem." Carmen pareceu dura na fotografia que ela devolveu a Eve. "Gino disse que foi uma coisa de primeiro encontro. E eu penso que eu lembro de servir  mesa seueles. Ela estava toda nervosa e vertiginosa como ela no saiu muito, e ela pareceram jovem suficiente que eu tive que carto ela. Eu classifico de odiado fazer isto porque ela conseguiu todos agitados, mas era certo porque ela era legal. Apenas.  por isso que eu classifico de lembro."
      "Que tal ele. O que voc lembra sobre ele?"
      "Um . . . Ele no era to jovem quanto seu, e ele era muito mais liso. Como ele tem estado ao redor algum. Ele ordenou em Italiano, casual como. Eu lembro daquele porque alguns sujeitos fazem e  uma exibio real negocia, e outros tiram isto. Ele tirou isto. E ele no restringiu na ponta."
      "Como ele pagaria?"
      "Dinheiro. Eu sempre lembro quando eles pagarem dinheiro, especialmente quando eles no fizerem duro me."
      "Voc pode o descrever?"
      "Oh, eu no sei. Eu no paguei que fecho. Eu penso que ele teve cabelo escuro. No muito escuro. Eu no quero dizer . . ." Ela trocou ela olhar para Roarke e seus olhos lidos rapidamente acima de seu cabelo e ter suspirado se eles pudessem. "No pretejar."
      "Uh-huh. Carmen." A Eve a bateu na mo para recuperar sua ateno. "Que tal cor de pele?"
      "Oh, bem, ele era branco. Mas ele teve um bronzeado. Eu lembro disto agora. Como ele teve um realmente bom flash ou umas frias boas. No, ele teve cabelo de luz! Est certo. Ele teve blondish cabelo porque era um contraste real com o bronzeado. Eu penso. De qualquer maneira. Ele era realmente atento para ela, tambm. Agora que eu estou pensando, eu lembro a maior parte de tempos que eu fui por ele estava escutando ela, ou perguntando a suas perguntas. Muito inferno de sujeitos, a maioria de sujeitosno escutam."
      "Voc disse que ele era mais velho que ela era. Quanto mais velho?"
      "Jeez,  duro de dizer. Para lembrar. Eu no penso que era um daqueles papai-digita coisas."
      "Que tal construa?"
      "Eu realmente no conheo. Ele estava sentando, sabe. Ele no era um porker. Ele acabou de parecer normal."
      ", tatuagens?"
      "Oh uau. No que eu lembro. Ele teve uma realmente boa unidade de pulso. Eu notei isto. Ela estava nas senhoras ' quando eu destaquei seu caf, e ele verificou o tempo. Era realmente afiado-olhando, magro e prateado com um rosto perolado. O que eles chamam isto?"
      "Madre prola?" Roarke sugeriu.
      "Sim. Sim, Madre prola. Era um afiado-olhando pedao. Caro-olhando."
      "Voc estaria disposto a trabalho com um artista de polcia?"
      "Isto  uma coisa de policial? Uau. O que eles fizeram?"
      " ele que eu estou interessado. Eu gostaria de organizar para voc vir at Central amanh. Eu posso ter voc transportou."
      "Eu acho. Certo. Seria tipo de um pontap."
      "Se voc daria a mim suas informaes, algum contactar voc."
      A Eve arrancou uma azeitona do prato como Carmen levou para longe sua cadeira. "Eu amo quando tiros longos saldar." Ela viu os pratos de cabealho de macarro em sua direo e lutou para no salivar. "S d a mim um minuto para instalar isto."
      Ela retirou-se seu 'vnculo para chamar Central e organizar para uma sesso de artista. Enquanto ela escutou o sargento de escrivaninha, perguntadas um par de perguntas expressivas, ela girou macarro em seu garfo.
      Ela concluiu o telefonema, encheu o macarro em sua boca. "Nadine transmite a conexo."
      "O que?"
      "Desculpe." Ela tragou e repetiu a declarao mais coerentemente. "Figurou que ela faria isto depois de conversar com Gannon, e que ela iria em ar."
      "Problema?"
      "Se ele fosse dicey que eu teria a parado. E dar seu crdito, ela teria me deixado. No, no  nenhum problema. Ele pegar uma radiodifuso e ele saber que ns temos linhas para arrastar. Faa ele pensar, faa ele maravilha."
      Ela apunhalou uma almndega, cessou bruscamente um forkful, macarro embrulhado ao redor isto. "Bobby Smith, quem o inferno ele , devia estar fazendo muito pensar hoje  noite."
      ***
      E ele era. Ele voltou para casa cedo de um coquetel que o chateou para a morte. As mesmas pessoas, as mesmas conversaes, o mesmo enfado. Existia nunca qualquer coisa novo.
      Claro, ele teve um grande negcio novo para conversar sobre. Mas ele dificilmente pensou que suas atividades recentes eram conversao de coquetel.
      Ele ligou a tela. Antes dele sair que ele tem programada sua unidade de entretenimento para registrar qualquer meno de vrias palavras chave: Gannon, Jacobscomo isso girou fora para ser seu nomeCobb. Doce pequena Tina. E certa suficiente, existe um relatrio estendido pelo delicioso Nadine Furst em 75 que combinou todas aquelas palavras chave.
      Ento, eles fizeram a conexo. Ele no esperou a polcia para fazer isto bastante que depressa. No que importou.
      Ele mudou em vadiar calas, uma bata de seda. Ele despejou ele mesmo um conhaque e fixo um prato pequeno de fruta e queijo, de forma que ele podia ser confortvel enquanto ele visualizou o relatrio novamente.
      Concordou com o sof no quarto de mdia de seu apartamento de dois nveis em Avenida de Parque, ele mordiscou em Brie e uvas verdes azedas enquanto Nadine relayed a histria novamente.
      Nada o ligar para a ingnua pequena empregada, ele concluiu. Ele tem sido cuidadoso. Existe algumas transmisses, verdade, mas toda para a conta ele tem criado para aquele propsito, e enviou ou recebeu de uma unidade pblica. Ele sempre tomaria seus lugares onde eles estavam absorvidos por uma multido. E quando ele decidiu que ele precisou a matar, ele a levou para o fundamentar Avenida B.
      A companhia do seu pai estava renovando aquela propriedade. Era untenanted, e entretanto existiu algum sanguerealmente que sangue considervel queele arrumou. Ainda que ele faltasse um lugar ou dois, tripulaes de carpinteiros e encanadores dificilmente notariam uma nova mancha ou dois entre os velhos.
      No, no existia nada para conectar uma empregada tola dos projetos at o filho bem educado, socialmente avanado e culto de um dos homens de negcios superiores da cidade.
      Nada o conectar ao srio e lutando artista jovem Bobby Smith.
      O ngulo de artista tinha sido naturalmente brilhante. Ele podia desenhar competentemente suficiente, e ele encantou o ingnuo e Tina tola com um pouco esboo de seu rosto.
      Claro que ele teve que montar um nibus para criar a "chance" encontrando. Provao horrorosa. Ele no teve nenhuma idia como as pessoas toleradas tais experincias, mas imaginaram aqueles quem souberam nem mereceu qualquer melhor.
      Depois disto, era todos to simples. Ela apaixonou-se por ele. Ele dificilmente teria que gastar qualquer esforo l. Algumas datas baratas, alguns beijos e soulful olha, e ele teve sua entrada na casa do Gannon.
      Ele teve s para lua ao redor ela, ir com sua uma manhreivindicando como ele a encontrou no ponto de nibus prximo  casa de cidade que ele no podia dormir pensando sua.
      Oh, como ela tem blushed e tremulou e passeou com ele direito de porta da frente do Gannon.
      Ele assistiu seu cdigo emmemorizou a seqncia, ento, ignorando seu indiferente e sussurrou protestos, beliscou em atrs dela, roubando outro beijo.
      Oh Bobby, voc no pode. Se Miz Gannon desce, eu podia entrar dificuldade. Eu podia ser despedido. Voc tem que ir.
      Mas ela deu uma risadinha, como se eles fossem crianas puxando uma brincadeira, como ela espantou nele.
      To simples ento assistir seu depressa cdigo no alarme. To simples.
      No to simples, ele admitiu agora, longe de como simples para ele sair novamente e deixa seu ondulante depois dele. Para um momento, s um momento quente, ele considerou matana sua ento. S batendo nto sorridente, rosto ordinrio e sendo feitos com isto. Ida imaginada de cima, rooting Gannon fora e batendo o local dos diamantes fora sua.
      Batendo ela at que ela disse a ele tudo, tudo que ela no ps em seu rudculo livro.
      Mas isso no tinha sido o plano. O plano muito cuidadoso.
      Ento novamente, ele pensou com um encolher os ombros, planos mudaram. E ento ele caiu fora com assassinato. Duas vezes.
      Depois de brindar ele mesmo, ele sorveu conhaque.
      A polcia podia especular tudo que eles gostaram, eles nunca o conectariam, um homem gosta dele, com algum to comum quanto Tina Cobb. E Bobby Smith? Uma inveno, um fantasma, um bolo folhado de fumaa.
      Ele no era qualquer mais ntimo para os diamantes, mas ele seria. Oh, ele seria. E pelo menos ele no era, por Deus, chateou.
      Samantha Gannon era a chave. Ele leu seus tempos de livro incontveis depois da primeira leitura chocada, quando ele achou tantos de seus prprios segredos de famlia estendem na pgina. O espantou, surpreendeu ele, enfurecido ele.
      Por que ele no era informado existiam milhes de milhes de dlaresguardados em algum lugar? Diamantes to pertencidas, por direito, para ele.
      O papai velho querido deixou aquele pequeno detalhe fora do dizer.
      Ele quis eles. Ele teria eles. Realmente era to simples.
      Com eles ele podia, ele iria, escape seu pai e seu moral de trabalho tedioso. Longe do enfado, a igualdade de seu crculo de amigos.
      Ele seria, como seu av tinha sido, sem igual.
      Esticando, ele telefonou outro programa e assistiu a srie de entrevistas que ele registrou. Em cada, Samantha era articulada, brilhante, atraente. Para aquela razo precisa ele no tentou contactar ela diretamente.
      No, as escuras-witted, estrelas-em-seus-olhos Tina tinha sido um muito mais segura, movimento muito mais esperto.
      Ainda, ele estava realmente esperando ansiosamente chegar a saber Samantha melhor. Muito mais intimamente.
      
      
    23.
      
      A Eve despertou, como sempre, achar Roarke em cima antes de seu, j vestido e povoado no sentar rea do quarto com caf, o gato e a linhagem matutina reporta em tela.
      Ele era, ela viu por um olho turvo, comendo o que pareceu com melo fresco e manualmente keying em cdigos, figuras ou segredos do estado para tudo que ela soube em um 'bloco de vnculo.
      Ela deu um grunhido como modo de bom dia e tropeado fora para o banheiro.
      Como ela fechou a porta, ela ouviu Roarke tratar o gato. "No em seu melhor na frente de caf, no ?"
      Quando ela terminou, ele trocou a tela para notcias, adicionou o udio e estava falsificando um bagel. Ela beliscou isto fora de sua mo, roubou seu caf e levou eles ambos para seu armrio.
      "Voc  to ruim quanto o gato," ele reclamou.
      "Mas mais rpido. Eu tenho uma instruo especfica matutina. Voc pegou um relatrio de tempo?"
      "Quente."
      "Bitching quente ou s regular quente?"
      " setembro em Nova York, Eve. Ache."
      Renunciou, ela retirou-se qualquer olhado menos provvel para engessar propriamente contra sua pele depois de cinco minutos fora de.
      "Oh, eu tenho um pouco de informaes sobre os diamantes para voc. Eu fiz alguns cutucar ao redor ontem."
      "Voc fez?" Ela olhou de relance ao redor, metade esperando que ele dizer a ela a camisa no foi com as calas, ou a jaqueta no adaptou a camisa. Mas pareceu que ela tem lucked fora e agarrou pedaos que encontraram seus padres. "Eu no pensei que voc teria tempo com tudo aquele traseiro-chutando."
      "Isso comeu tempo e esforo considervel. Mas eu esculpi fora um pouco de tempo entre banhos de sangue. Eu acabei de pr isto junto para voc esta manh, enquanto voc estava conseguindo uma pouco mais de beleza dorme."
      "Isto  uma escavao?"
      "Bem, como est dizendo a voc voc  bonito uma escavao?"
      Sua resposta era um bufar como ela amarrou com correia em sua arma.
      "Aquela jaqueta parece bem em voc."
      Ela de olhos ele cautelosamente como ela ajustou seu coldre debaixo do ombro. "Mas?"
      "Nenhum Mas."
      Era bronzeado, entretanto ela imaginou que ele chamaria isto qualquer outra coisa. Como pumpernickel. Ela nunca entendeu por que pessoas tido que atribuir nomes estranhos para cores.
      "Meu guerreiro urbano adorvel."
      "Corte isto. O que voc conseguiu?"
      "Precioso pequeno, realmente." Ele bateu o disco que ele fixou na mesa. "A companhia de seguro pagou ao quarto deles e a taxa do investigador de cinco por cento no resto. Ento ele era uma grande perda. Podia ter sido consideravelmente pior, mas companhias de seguro tendem a tomar uma viso escura em multimillion-dlar payouts."
      " seu joga," ela disse com um encolher os ombros. "No toque se voc no quiser pagamento."
      "Realmente. Eles fizeram um duro avanar O 'filha da Hara, mas no podia apertar qualquer coisa. Adicionado a aquele, ela era o para achar ou ajudar o investigador achar o que existir recuperar, e ela ajudava a pregar Tripulao para a polcia."
      "Sim, eu consegui to longe. Diga a mim o que eu no sei."
      "Eles empurraram na dentro de famlia do homem, associados, em seus colegas de trabalho. Surgiu para vazio l, mas assistiu eles por anos. Quaisquer um deles ergueram seu estilo de vida sem ter, diga, ganhou a loteria, eles teriam sido arrastados. Mas eles podiam nunca achar Tripulao  ex-esposa ou seu filho."
      "Ele uma criana tido?" E ela se chutou para no voltar em e verificando o perseguir que eles retornaram para casa a noite antes.
      "Ele fez, aparentemente. Entretanto no est em livro do Gannon. Ele era casado, divorciado e teve um filho que teria sido s tmido de sete quando o heist afundou. Eu no podia achar qualquer coisa nela com um padro comeando seis meses depois do divrcio."
      Interesse irritado, ela caminhou de volta para o sentar rea. "Ela desceu?"
      "Ela desceu, o modo que parece, e ficou l."
      Ele conseguiu outro bagel enquanto ele falou, e mais caf. Agora ele se sentou novamente. "Eu podia a localizar, se voc gostar. Levaria um pouco mais que um padro, e algum tempo quando ns estamos voltando metade de um sculo. Eu no me importaria com isto.  o tipo de coisa que eu acho divertido."
      "Por que no est no livro?"
      "Eu imagino que voc pedir a Samantha s isto."
      "Condene direito.  uma linha." Ela considerou isto como ela desembolsou seu equipamento em vrios bolsos: Comunicador, livro de memorando, 'vnculo, restries. "Se voc conseguisse tempo, grande. Eu passarei por isto para Feeney. EDD devia ser capaz de cheirar fora uma mulher e uma criana. Ns melhoramos brinquedos para aquele que eles fizeram cinqenta anos atrs."
      Ela pensou sobre o capito da Diviso de Detetive Eletrnico, seu antigo parceiro. "Eu aposto  o tipo de coisa que o consegue fora de, tambm. Peabody est me levantando." Ela verificou sua unidade de pulso. "Quase agora. Eu lego etiqueta Feeney, veja se ele for pego algum tempo."
      Ela escavou em cima o disco. "A Dados da ex-Sra. tripulao em aqui?"
      "Naturalmente." Ele ouviu o sinal do porto e, depois de um cheque rpido, Peabody Passado sem tocar por. "Eu caminharei para voc."
      "Voc ir estar na cidade hoje?"
      "Isto  meu plano." Ele leu rapidamente um dar seu cabelo como eles comearam passos abaixo, ento parados quando ela girou sua cabea e sorrido nele. "Sobre o que isto ?"
      "Talvez eu s penso que voc  bonito. Ou ele podia ser eu estou lembrando de outros usos para degraus. Ou talvez, s talvez,  porque eu sei que no existe nenhum assed sseo, droid-zurrado rosto de pus que esperam abaixo l para enrolar seu lbio em mim a caminho fora."
      "Voc o falta."
      O som ela fez era o equivalente vocal de um zombar. "Por favor. Voc deve precisar de uma plula."
      "Voc faz. Voc falta a pequena rotina, a dana disto."
      "Oh ick. Agora voc tem este retrato em minha cabea de Summerset danando.  horrvel. Ele est vestindo um daqueles . . ." Ela fez escovando movimentos em seus quadris.
      "Tutus?"
      "Sim, isto  isto."
      "Muito obrigado para pr aquela em minha cabea."
      "Ame compartilhar. Saiba o que? Voc realmente  bonito." Ela parou na parte inferior dos passos, agarrados dois punhados de seu cabelo e empurrou sua cabea em direo a sua para uma longa, queimando sem chama beijo.
      "Bem, isso pe outras imagens completamente em minha cabea," ele administrou quando ela o lanou.
      "Eu tambm. Bons para ns." Satisfeitos, ela andou a passos largos para a porta, abriu isto.
      Sua sobrancelha tricota quando ela viu Peabody junto com o s de EDD jovem que McNab que sobe fora dos lados opostos de sua unidade de polcia de ervilha verde. Eles pareceram com que . . . Ela no soube que diabo eles pareceram com.
      Ela estava acostumada a ver McNab, Central  prato de moda de topo, em algo olho-chamuscando e estranho, ento a pimenta-malagueta brilhantes-pimenta calas com seus bolsos de dzia e a camisa de tanque de eltrico azul cobertas comha haretratos de pimentas de pimenta-malagueta no deram seu mais que pausa do momento. Nem fez o quadril-comprimento colete em quente vermelho, ou as botas areas azuis que subidos at seus joelhos nodosos.
      Isso era McNab justo, com seu cabelo de ouro brilhante alisado atrs em um rabo longo, macio e lustroso, seu rosto estreito e esquisitamente atraente metade coberto por guarda-sis vermelhos com refletidas lentes e uma dzia de azul ou to espigas de prata que reflete em suas orelhas.
      Mas seu ajudanteno, seja parceiro agora, ela teve que lembrar queera uma histria diferente. Ela vestiu skinpants que parou abruptamente meio-bezerro e era a cor de . . . molde, Eve decidida. O molde que cresceu em queijo que voc esqueceu voc preso atrs do refrigerador. Ela vestiu um pouco de tipo de drapey, blousy nmero da mesma cor que pareceu com isto tinha sido dormido em para umas semanas, e jaqueta de um cagar colorido que pendurados para seus joelhos. Em lugar dos sapatos de fantasia ela sofreu pela vspera, ela optou para um pouco de tipo de negcio de sandlia que pareceu ser feita de corda amarrada em laos por um Explorador de Mocidade louca. Existiam muitas cadeias e pendentes e pedras coloridas estranhas rondar seu pescoo e de suas orelhas.
      "O que voc deveria ser, um pouco de upscale rua peddler de um Terceiro pas Mundial e seu acariciar macaco?"
      "Isto  um aceno com a cabea para minha Livre-educao de Ager. E  confortvel. Todos os tecidos naturais." Peabody ajustou seus guarda-sis com suas lentes redondas minsculas. "Principalmente."
      "Eu penso que ela parece quente," McNab disse, dando Peabody um rpido aperta. "Tipo de medieval."
      "Voc pensa que latido de rvore parece quente," Eve lanada atrs.
      "Sim. Faa-me pensar sobre a floresta. She-body correndo desnudo pela floresta."
      Peabody o acotovelou, mas ela riu. "Eu estou procurando por meu detetive olha," ela disse a Roarke. " um trabalho em desenvolvimento."
      "Eu penso que voc parece encantador."
      "Oh feche" era resposta da Eve como bochechas alfinetadas do Peabody em prazer. "Voc conserta aquele monto?" Ela pediu a McNab.
      "Existe boas notcias e notcia ruim. As notcias ruins so isto  um pedao de defeca com um defeituoso comp sistema, que faz isto sobre o mesmo que toda outra polcia-emite nas ruas. As boas notcias so que eu sou um fricking gnio e a consegui em cima e correndo com algumas peas sobressalentes eu mantenho ao redor. Ela segurar at que voc fique sortudo e naufrgio ele ou um pouco de otrio quem no sabe melhor impulsionar isto."
      "Obrigado. Backseat," ela ordenou. "Atrs do motorista. Eu tenho medo se eu mantiver ver por um momento voc no rearview que eu cegarei." Ela girou para Roarke. "Mais tarde."
      "Eu esperarei ansiosamente isto. Eh." Ele pegou seu queixo em sua mo antes dela poder ir embora, ento, ignorando seu estremecimento, escovado seus lbios ligeiramente acima de sua. "Ser cuidadoso com minha policial."
      Peabody suspirou como ela deslizou no carro. "Eu s amo o modo que ele diz isto. Minha policial.'" Ela fugiu ao redor para enfrentar McNab. "Voc nunca me chama isto."
      "No trabalha quando voc for um policial, tambm."
      "Sim, e voc no tem o acento de qualquer maneira. Mas voc  atraente." Ela enrrugou seus lbios nele.
      "E voc  meu absolutamente fmea She-body."
      "Pare isto, pra isto, pra isto! Os neurnios em minha cabea esto estalando." Eve bateu seu equipamento de segurana em lugar. "No existir nenhuma conversa gosmenta neste veculo. No existir nenhuma conversa gosmenta dentro dez jardas de minha pessoa. Isto  minha proibio oficial em conversa gosmenta, e violadores sero batidos inconscientes com um tubo principal."
      "Voc no tem um tubo principal," Peabody assinalou.
      "Eu conseguirei um." Ela deslizou seus olhos acima de como ela dirigiu em direo ao Porto. "Por que voc veste algo que  enrugado todo para cagar?"
      " o estado natural do tecido natural. Minha irm teceu este material."
      "Bem, por que ela no alisou isto fora ou algo enquanto ela estava nisto? E eu no posso acreditar em quanto tempo eu desperdio estes dias discutindo seu guarda-roupa."
      "Sim.  um tanto quanto gelado." Seu sorriso girado para uma carranca como ela olhou abaixo em suas pernas. "Voc pensa que estas calas fazerem meus bezerros parecem gordos?"
      "Eu no posso ouvir voc porque algo s estoura em meu crebro e minhas orelhas so cheios com sangue."
      "Naquele caso, McNab e eu retornaremos a nosso rudely interrompeu conversa gosmenta." Ela latiu quando Eve serpenteada fora uma mo e tranado seu lbulo da orelha. "Jeez. Verificao justa."
      ***
      A Eve considerou isto um testamento para seu autocontrole espantoso que ela no matou qualquer um dos dois deles a caminho de Central. Para manter seu registro limpo, ela andou a passos largos longe deles na garagem, prendendo o elevador s. Ela no teve nenhuma dvida que eles teriam que permutar palavras ou beijos malfeitos antes de cada separado para verificar em com sua esquadra.
      E julgando pelo olhar sonolento, satisfeito em olho do Peabody quando ela passeou em, Eve assumiu existe alguns procurando no escuro adicionado s fechaduras de lbio.
      No agentou pensando sobre.
      "Informando em quinze," Eve vivamente disse. "Eu tenho alguns novos dados e preciso ler rapidamente acima disto. Eu quero trazer para dentro Feeney, se ele pode administrar isto. Para procurar um ngulo, ns vamos precisar de uma pessoa procurar que voltamos por cinqenta anos."
      Peabody sobered. "Os diamantes. Ns estamos procurando por um dos ladres? Eles todos no esto mortos?"
      "Registros indicariam. Ns estamos procurando pela ex-esposa e filho de Alex Crew. Eles entraram no vento logo depois do divrcio e no eram mencionados em livro do Gannon. Eu quero saber por que."
      "Voc quer que eu contacte Feeney?"
      "Eu farei isto. Voc contacta Gannon, programe uma reunio com ela."
      "Sim, senhor."
      Depois de carregar o disco Roarke deu a ela e conseguindo caf, Eve chamou escritrio do Feeney em EDD.
      Seu familiar, droopy rosto apareceu tela. "Setenta e dois," ele disse antes dela poder falar, "e eu sou outta aqui."
      Ela esqueceu que ele teve frias surgindo e prestidigitou o fator de tempo em com seus outros dados internos. "Tempo conseguido para uma pessoa procura antes de voc registrar o tempo fora com seu protetor de sol e chapu de festa?"
      "No disse que eu no estava no trabalho at. Alm disso, voc precisa de uma pessoa procurar, eu posso pr um de meus meninos nisto." Todo seu departamento era meninos para Feeney, no importando cromossomos.
      "Eu estou procurando por brilho em este aqui, ento eu estou perguntando a voc para ver para isto pessoalmente."
      "Quanta manteiga voc chegou a slather em mim me engraxar em cima para isto? Eu tenho muito i  para pontilhar antes de eu decolar."
      "Envolve homicdios mltiplos, um shitload de diamantes e ato de um desaparecer que volta durante metade de um sculo. Mas se voc estiver embalagem muito ocupada seu hula saia, eu posso ordenar em cima uns zanges."
      "Hula rodeia  a da esposa." Ele desenhou ar dentro e fora seu nariz. "Cinqenta anos?"
      "Mais alguns. Eu tenho uma instruo especfica abaixo aqui em aproximadamente dez."
      "O voc McNab enganchado ?"
      "Isto  aquele."
      Ele puxou em seus lbios, arranhado seu queixo. "Eu estarei l."
      "Obrigado." Ela corta, ento arquivo do Roarke aberto para se familiarizar com os dados. Enquanto ele tocou, ela fez cpias, adicionou eles aos pacotes que ela j poria junto para o time, composto outro para Feeney.
      E pensou ternamente dos dias quando Peabody teria feito todo o grunhido trabalhar.
      Como resultado, ela era o ltimo no quarto de conferncia.
      "Detetive Peabody, Breve capito Feeney na investigao para datar."
      Peabody piscou. "Huh?"
      "Todas aquelas coisas em suas orelhas entupindo sua audio? Resuma o caso, Detetive, e traga Capito Feeney at acelerar."
      "Sim, senhor."
      Sua voz gritou um pouco, e ela tropeou acima dos dados iniciais, mas Eve estava contente Peabody achou seu ritmo. Seria um enquanto ainda antes dela ter as pedras para levar um time, mas ela teve um bem, mente gil e, uma vez que ela ficou passados os nervos, um mtodo direto e aderente de relaying dados.
      "Obrigado, Detetive." A Eve esperou enquanto Feeney acabou por fazer notas. "Baxter, qualquer coisa do clube em Jacobs?"
      "No leve. Ela era uma regular. Entrou solo ou com um encontro, com um grupo. A noite em questo era solo, e isto  como ela partiu. Bata o cho de dana, tido alguns bebidas, conversados em cima uns sujeitos do par. O garom de bar sabe que ela deixou s porque ela conversou com ele ao longo do ltimo bebida. Disse a ele que ela estava em um feitio seco. Ninguma ela ultimamente se encontrou fez isto para ela. Ns conseguimos alguns nomes, e ns verificaremos eles fora hoje, mas ele parece que um busto."
      "Bem, prenda isto. Em conformidade com as informaes juntaram r Cobb, eu relampejei seu retrato em torno do do restaurante Ciprioni, onde  acreditado em que ela teve um encontro com o homem que ns conhecemos como Bobby Smith."
      "Voc foi para do Ciprioni! Peabody exclamou.
      "Eu precisei comer, eu precisei seguir o principal. Dois pssaros."
      "Outras pessoas gostam de comida italiana," Peabody lamentou.
      Eve a ignorou. "Eu achei a garonete que teve sua mesa em julho. Ela lembra de Cobb, e eu a deixei em cima com um artista de polcia para tentar corrida sua memria um pouco mais em sua descrio de data do Cobb. Ns podemos verificar os museus, galerias, teatros ns acreditamos em que eles visitaram. Algum poderia lembrar deles."
      "Ns tomaremos isto," Baxter disse a ela. "Ns derrubamos alguns j."
      "Boa. Agora que a anunciada da mdia a conexo possvel entre estes assassinatos, nossa pedreira est ciente, quase certamente ciente, ns fizemos o vnculo e estamos concorrentemente investigando. Eu no vejo isto como um deterrent para a investigao."
      Ela esperou uma batida. "Em seus pacotes voc achar dados relativo a Alex Crew, um dos ladres de diamante, e o nico do quatro que demonstraram comportamento violento. Minha fonte relacionada aquela Crew teve uma ex-esposa e um filho. Ambos destes indivduos desaparecidos entre o divrcio e o heist. Eu quero achar eles."
      " Crew poderia ter morto eles," Peabody sugeriu.
      "Sim, eu considerei isto. Ele no teve qualquer matana de problema um de seus companheiros, ou tentando o assassinato em outra filha do parceiro. Ele fez algum tempo previamente e era suspeitado de outros crimes. Ele era na vida. Matando um ex no teria sido alm de sua patologia. Nem prejudicaria ou matando uma criana. Sua criana."
      Os pais fizeram, ela pensou. Os pais podiam ser monstros to facilmente quanto qualquer outro.
      "Morto ou vivo, eu quero achar eles. Ns temos seus nomes de nascimento, e seus locais antes de seu desaparecimento. Peabody e eu conversaremos com Gannon esta manh." Ela armou uma sobrancelha em Peabody.
      "Onze cem no Rembrandt."
      " possvel que ela tem mais informaes sobre eles juntados por sua famlia ou sua pesquisa para seu livro. Eu tambm quero que seu razoamento para deixar eles fora daquele livro quando outros so chamados. Feeney, voc est na procura?"
      "Nisto."
      "Ah . . . Roarke ofereceu ajudar, se necessrio, como consultor de civil. Como ele juntou os dados atuais para mim, ele tem um interesse em completar."
      "Nunca um problema para mim usar o menino. Eu lego etiqueta ele."
      "McNab, eu quero qualquer coisa que voc pode me conseguir fora de Cobb  d e c, seus 'vnculos. O equipamento de comunicaes do Gannon e Jacobs j so internos. Confira com o oficial atribuiu a passar sem tocar aquelas unidades."
      "Voc conseguiu isto."
      "Eu persuadi que Gannon considerasse segurana privada, e ela parece ser amena. Ns manteremos um homem nela desde que o oramento permite. Este perpetrator  muito especfico em sua meta. Muito especficos em seus objetivos. Ambas as vtimas conectadas a Gannon. Se ele sentir que ela est em seu modo, ou tem informaes que ele quer, ele no hesitar em tentar para ela. Neste momento, ns no temos nada que leva a ele exceto um crime cinqento. Vamos conseguir mais."
      A caminho atrs para a diviso, Eve assistiu  toa como dois plainclothes muscled ao longo de uma mulher contida que pesou em aproximadamente trezentas libras e estava Lanando fora uma ordem impressionante de obscenidades. Desde que ambos os Polis teve cortes e contuses faciais, Eve assumiu o prisioneiro Lanou mais que amaldioa antes deles ter cuffed ela.
      Deus, ela amou o trabalho.
      "Peabody, meu escritrio."
      Ela foi  frente em, fechou a porta, que teve Peabody enviando isto um olhar perplexo. Ento ela programada duas xcaras de caf, gesticulada para uma cadeira.
      "Eu estou em apuros?"
      "No."
      "Eu sei que eu no lidei com a instruo especfica muito bem. Me lanou um minuto, isto  todo, fazer o levantar-se. Eu"
      "Voc multa. Voc quer trabalhar em enfocar nos dados em vez de voc mesmo. Tmido Polis no guia times. Nem faa Polis que segunda-suposio sobre a qual eles mesmos a cada dois minutos. Voc ganhou a proteo, Peabody, agora voc tem que usar isto. Mas no  disso que isto ."
      "As roupas so . . ." Ela diminuiu em olhar fixo pedregoso da Eve. "Tmida novamente. Colocando no lugar isto. Sobre o que isto , ento?"
      "Eu trabalho depois de trocar muito. Regularmente. Volte fora no campo para arrastar em um principal, fique exaltado vrios argumentos ou ligue ou comp trabalham em meu escritrio de casa. Salte o caso fora de Roarke.  como eu trabalho. Voc vai ter um problema comigo no enganchando voc em toda vez eu fao?"
      "Bem, no. Bem . . . eu acho que eu esteja tentando achar o ritmo de parceiro. Talvez voc , tambm."
      "Talvez eu sou. No  porque eu estou sacudindo voc. Vamos conseguir to claro. Eu vivo o trabalho, Peabody. Eu respiro isto e eu comer isto e eu durmo com isto. Eu no recomendo isto."
      "Ele trabalhos para voc."
      "Sim, ele trabalhos para mim. Existem razes ele trabalhos para mim. Minhas razes. Eles no so seu."
      Ela olhou abaixo em seu caf e pensamento da linha longa de vtimas, e eles todos levados atrs para ela mesma, uma criana, sangrando e quebrado em um quarto de hotel gelado em Dallas.
      "Eu no posso fazer este qualquer outro modo. Eu no farei este qualquer outro modo. Eu preciso o que este d a mim. Voc no precisa da mesma coisa. Isso no faz voc menos de um policial. E quando eu sair sozinho em algo, eu no estou pensando que voc  menos de um policial."
      "Eu no posso sempre colocar no lugar isto qualquer um."
      "Nenhum de ns podemos. E aqueles que no pode achar um caminho para lidar com aquela queimadura, consiga querer dizer, embriague-se ou fora deles mesmos. Voc tem caminhos para negociar. Voc tem famlia e fora de interesses. E cague, eu direi isto este uma vez, voc tem McNab."
      Lbios curvada do Peabody. "Isso deve ter machucado."
      "Algum."
      "Eu o amo.  misterioso, mas eu o amo."
      A Eve encontrou seus olhos, um sumrio mas reconhecimento fixo. "Sim, eu consigo isto."
      "E ele faz uma diferena. E eu consigo o que voc est dizendo, tambm. Eu no posso sempre colocar no lugar isto, mas s vezes eu tenho que. Ento eu fao. Eu provavelmente j no poderei girar isto ao redor em minha cabea o modo que voc faz, mas isto  certo. Eu estou provavelmente ainda indo para cadela algum quando eu descobrir que voc saiu sem mim."
      "Compreendidos. Todos ns somos certos ento?"
      "Ns estamos certo."
      "Ento saia de meu escritrio assim eu posso ter algum trabalho feito antes de ns ver Gannon."
      ***
      Ela disputou para um consultar com Mira e depois de algumas negociaes aquecidas com o admin do doutor, recebia uns de trinta minutos durante o fratura de almoo em Central  Eatery Infame. A Eve no podia compreender por que ningum com classe da Mira sofreria as indignidades do Eatery, mas ela no discutiu.
      Ela administrou, com considervel footwork, demorar seu relatrio para Chefe Whitney at tarde aquela tarde.
      Outro telefonema incluiu ameaas de possibilidade anatmica duvidosa e um suborno de cadeiras de caixa em um Jogo. A combinao netted sua a promessa do principal lab tech de um relatrio cheio em ambos os casos por quatorze cem.
      Considerando seu 'vnculo trabalha um trabalho bem feito, ela agarrou seus arquivos, Sinalizado Peabody e entrou no campo.
      ***
      Peabody fisted suas mos em seus quadris. "Isto est retornando a cena do modo de crime, modo depois do fato."
      "Ns no cometemos um crime, ento tecnicamente ns no estamos retornando." A Eve ignorou as pessoas que trooped ou stalked ao redor ela como ela esteve na esquina de Quinto e Quarenta-stimo. "Eu acabei de querer que um olhar para o lugar."
      "Foi batido bonito duro nas Guerras Urbanas," Peabody comentou. "Objetivo fcil, eu acho. Consumo distinto. O ter e tenha-nots. Tudo aquele fantasia jias mostrou enquanto a economia tomou um nosedive, illegals era vendido na rua como cachorros de soja e armas de fogo eram amarrados com correia em gostavam de acessrios de moda."
      Ela afiou mais ntimo para uma das exibies. "Brilhante."
      "Ento trs sujeitos entram, faa um pouco interruptor-e-agarre com os quarto, e saiam com total de bolsos de diamantes. Ningum  preparado para ele como o dentro da longo prazo do sujeito, confiou, repreenso acima considerada."
      A Eve estudou as exibies de janela  medida que ela falou, e as pessoas que pararam de se amontoar neles, sonhando acima de que brilha. Ouro e metais de prata; Rubis e esmeraldas, e diamantes brilhantes como as pedras de sol. Desde que eles no podiam ser consumidos para combustvel, no manteve voc morno no inverno, era duro para ela se relacionar ao puxar.
      Ainda ela vestiu um crculo de ouro em seu dedo e um brilhante, reluzindo diamante em uma cadeia debaixo de sua camisa. Smbolos, ela pensou. Smbolos justo. Mas ela lutaria por eles, no ?
      "Dentro de homem tem que sair, tambm," ela continuou, "praticamente em seus saltos de sapatos, e vo diretamente debaixo de. O dedo vai apontar nele, ele sabe que entrando. Mas ele quer o que ele quer e ele lana tudo outro longe para isto. E seja tirado antes dele poder bater levemente ele mesmo atrs. Crew o fez, ento Crew teve que saber como chegar a o a. No s seu local, mas como o atrair fora."
      Ela olhou em cima, como um turista poderia, para os chos superiores. Nenhuma pessoas desliza em um edifcio como isto. No existiria qualquer incio de sculo qualquer um, ela meditou. Tinha sido rehabbed e reconstrudo depois das guerras mas era, essencialmente, o mesmo que a imagem de histria ela estudou.
      E principal abaixo do encurralar dominou era fazer compras depois da loja, exiba depois de exibio de adornos de corpo. Este nico transversal-quarteiro de cidade segurou milhes em mercadoria. Era um perguntar-se que no era batido diariamente.
      "Eles at no aborreceram tirar os excntricos de segurana," ela comentou. "Dentro e fora e nenhum suor. Mas o Polis teria ID iria eles eventualmente. Todos deles tiveram uma folha mas o dentro de sujeito, e seu jogando problema teria flagged ele. Ento eles s iriam ficar debaixo de, mantenha as pedras guardadas, espere pelo ar para fresco. Ento poof. Voc sabe por que poderia ter trabalhado?"
      "A investigao teria enfocado, pelo menos inicialmente, no lado de dentro homem. Eles figurariam que ele sofreu um colapso, planejado e executado. Ele foi, diamantes foram. Eles o partem."
      "Sim, enquanto o resto deles difunde e espera isto. Crew era esperto para o eliminar, mas ele saiu quando ele no deu fim ao corpo. Mais esperto, muito mais esperto para esvaziar o sujeito no rio muito o Polis desperdia tempo e recursos procurando por um homem morto. No achou isto pela distncia toda, porque ele quis o que ele procurado, tambm. Uma vez que ele teve isto, ele acabou de querer mais.  por isso que ele acabou morrendo na priso. Este sujeito, nosso sujeito, ele est um pouco mais esperto."
      Ela estudou um grupo de trs mulheres que pararam por uma janela de exibio para fazer ooohing barulhos e exclamaes. Sim, o material era brilhante e sparkly. Ela no estava completamente certa por que pessoas quiseram brilhar e claro, mas eles fizerame tiveram desde o amanhecer.
      "Mas ele  da mesma maneira que obcecou," Peabody comentou. " Crew era obcecada com os diamantes, eu penso.  disso que eu consigo do livro. Ele teve que ter todos eles. Ele no podia conformar-se seu cortado, no importa o que levou. Eu penso que este sujeito  o mesmo naquela rea. Obcecou. At possesso, de um modo. Como eles eramos diamantesamaldioados."
      "Eles so pedras baseadas em carbono, Peabody. Objetos inanimados." Inconscientemente ela esfregou um dedo acima da lgrima-que formado diamante ela passou lentamente uma cadeia debaixo de sua camisa. "Eles no fazem nada mas se senta l."
      Peabody olhou de volta na janela. "Brilhante," ela disse novamente com seus olhos unfocused e sua mandbula relaxam.
      Apesar dela mesma, Eve riu. "Vamos sair deste calor e ir ver Gannon."
      
      
    24.
      
      O Rembrandt, Eve descoberta, era um daqueles hotis de estilo pequeno, exclusivo, europia aconchegada em Nova York quase como um segredo. Nenhum cu-alcanando torres ou milha-largo salo de entrada, nenhuma dourada-entrada encaixada. Ao invs ele era um edifcio velho adorvel que ela assumiu uma vez tinha sido uma residncia de dlar alto em um estilo que murmurou discrio de elegante.
      Em lugar de seu habitual snarling partida com um porteiro, este aqui trotou acima de em seu uniforme e bon azul marinho tranqilo para a saudar com um aceno com a cabea respeitoso.
      "Bem-vindo ao Rembrandt. Voc estar fazendo o registro de entrada, senhora?"
      "No." Ela relampejou seu distintivo, mas sua maneira cortesa tomou alguma da diverso fora disto. "Eu sou aqui ver um convidado."
      "Eu devo organizar estacionamento para voc durante sua visita?" 
      "No, voc devia deixar este veculo exatamente onde eu pus isto."
      "Claro," ele disse sem um estremecimento ou uma boqueada, e chuparam o resto do vento de que ela veleja. "Aprecie sua visita no Rembrandt, Tenente. Meu nome  Malcolm se voc precisar de qualquer ajuda enquanto voc est aqui."
      "Sim. Bem. Obrigado." Sua maneira a levou fora de-guardou suficiente para ter ela quebrar sua prpria poltica firme. Ela retirou-se dez crditos e deu isto para ele.
      "Muito obrigado." Ele estava na porta antes de seu, varrendo isto aberto.
      O salo de entrada era pequeno e fornecia como sala de estar muito saborosa de algum com profundamente cadeiras almofadadas e cintilando madeira, mrmore brilhante, pinturas que poderiam ter sido trabalho original. Existiam flores, mas em lugar da Eve de acordos de vinte ps freqentemente achou um pouco assustador, existiam buqus pequenos, atraentes organizadas em vrias mesas.
      Em vez de um contador de entrada com um peloto de uniformed, balconistas dentudos, existia uma mulher em uma escrivaninha antiga.
      Com segurana em mente, Eve esquadrinhou a rea e manchada quatro discretamente colocou mquinas fotogrficas. De forma que era algo.
      "Bem-vindo ao Rembrandt." A mulher, esbelta, vestido de pssego de plido, com seu choque pequeno de cabelo listrado loiro e preto, rosa. "Como eu posso ajudar voc?"
      "Eu sou aqui ver Samantha Gannon. Em que quarto ela est?"
      "Um momento." A mulher sentada atrs abaixo, esquadrinhou a tela em sua unidade de escrivaninha. Ela olhou em Eve com um sorriso apologtico. "Eu sinto muito. Ns no temos nenhum convidado por aquele nome."
      As palavras estavam dificilmente fora de sua boca quando dois homens sados de uma porta lateral. Eve etiquetado eles como segurana, e notada por posio que eles eram armados.
      "Bom. Eu estou no trabalho." Ela dirigiu este para os homens como ela levantou sua mo direita. "Dallas, Tenente, Homicdio. Meu parceiro. Peabody, Detetive. IDs vindo."
      Ela agarrou seu distintivo com dois dedos e manteve seus olhos no time de segurana. "Melhor da sua segurana que olha para primeiro olhar."
      "Ns somos muito protetores de nossos convidados," a mulher respondida, e tomou distintivo da Eve para esquadrinhar isto, ento do Peabody. "Esta esto em ordem," ela disse, e movimentado a cabea para os dois homens. "Sra. Gannon est esperando que voc. Eu s tocarei seu quarto e a deixarei saber que voc estar aqui."
      "Multa. O que eles carregam voc com?" Eve movimentada a cabea em direo a segurana, e um deles sacudiram de lado sua jaqueta para revelar uma ao mltiplo, meio-alcance mo stunner em um rpido-lana lateral holster. "Aquele oughta faz isto."
      "Pronto do Sra. Gannon para voc, Tenente. Ela est em quatro. Seu oficial est na alcova pelo elevador. Ele mostrar a voc seu quarto."
      "Aprecie isto." Ela caminhou para o dois elevador de banco com Peabody. "Ela mostrou a sensao escolhendo um lugar como isto. Segurana slida, provavelmente o tipo de servio que d a voc tudo que voc quer cinco minutos antes de voc pedir isto."
      Eles andaram em, e Peabody ordenou o quarto andar. "Quanto voc acha isto custos por uma noite aqui?"
      "Eu no sei aquele material. Eu no conheo por que pessoas s no ficam para casa no primeiro lugar. No importa como snazzy a articulao, existe sempre um pouco de estranho da casa ao lado quando voc estiver em um hotel. Provavelmente uma outra acima de sua cabea, os outros debaixo de seus ps. Ento existe servio de sino e administrao interna e outras pessoas entrando e fora todo o tempo de maldio."
      "Voc certamente sabe como tomar o romance fora disto."
      O uniforme estava esperando quando eles andaram fora de. "Tenente." Ele hesitou, olhado aflito.
      "Voc tem um problema perguntando a mim por um ID cheque, Oficial? Como voc sabe que eu no embarquei em s duas, exploso Dallas e Peabody entre os olhos, esvaziem seus corpos inanimados e montem o resto do modo em cima pretender exploso voc, ento chegue ao assunto?"
      "Sim, senhor." Ele tomou seu IDs, usado seu scanner da mo. "Ela est em quatro-oh-quatro, Tenente."
      "Algum tenta entrada desde seu turno comeou?"
      "Ambas as administrao interna e servio de quarto, ambos ordenado por assunto, ambos verificado na frente de acesso dados. E Roarke, que era passado sem tocar em nvel de salo de entrada, por assunto e por mim mesmo."
      "Roarke."
      "Sim, senhor. Ele tem sido com assunto nos ltimos quinze minutos."
      "Hmm. Permanea abaixo, Oficial. Leve dez."
      "Sim, senhor. Obrigado, senhor."
      "Voc vai ser urinado nele?" Peabody perguntou. "Roarke, eu quero dizer."
      "Eu no sei ainda." A Eve tocou o sino e era satisfeita pela espera leve que disse sua Samantha fez uso da segurana espia.
      Existiam crculos debaixo de olhos da Samantha, e um pallor que falou das noites acordadas. Ela pareceu ter vestido cuidadosamente entretanto, em calas escuras e uma branca sob medida camisa. Existiam aros de praa minsculos em suas orelhas e uma pulseira de comparao magra em seu pulso.
      "Tenente. Detetive. Eu penso que voc sabe um ao outro," ela adicionou, gesticulando para onde o Roarke se sentou, sorvendo o que cheirei gosto de caf excelente. "Eu no pus isto junto. Voc, minha editora. Eu soube a conexo, claro, mas com tudo . . . com tudo, no acabou de no introduzir."
      "Voc torna-se conhecido," Eve disse para Roarke.
      "Tanto to possvel. Eu quis verificar em um de nossos autores estimados, e convenam ela para aceitar segurana. Eu acredito em que voc recomendou segurana privada neste assunto, Tenente."
      "Eu fiz." Eve movimentada a cabea. " uma boa idia. Se ele estiver fornecendo isto," ela disse a Samantha, "voc ter o melhor."
      "Eu no tomei qualquer convencendo. Eu quero viver uma vida longa e feliz, e eu tomarei qualquer ajuda que eu posso chegar a ter certeza disto. Voc quer caf? Qualquer coisa?"
      " caf real?"
      "Ela tem uma debilidade." Roarke sorriu. "Ela casou-se comigo para o caf."
      Algum do o florescer voltou em bochechas da Samantha. "Eu podia escrever um inferno de um livro sobre o dois de voc. Deslumbramento, sexo, assassinato, o policial e o gazillionaire."
      "No," eles disseram junto, e Roarke riu.
      "Eu no acho. Eu lidarei com o caf, Samantha. Por que voc no se senta? Voc est cansado."
      "E ele mostra." Samantha se sentou, suspirado e deixou Roarke entrar na rea da cozinha para mais caf e xcaras. "Eu no posso dormir. Eu posso trabalhar. Eu posso pr minha cabea no trabalho, mas quando eu parar, eu no posso dormir. Eu quero estar em casa, e eu no posso permanecer o pensamento de estar em casa. Eu estou cansado de eu mesmo. Eu sou vivo, eu estou bem e inteiro, e outros no so, e eu mantenho spiraling em piedade prpria de qualquer maneira."
      "Voc devia dar voc mesmo uma fratura." .
      "Dallas  certo," Peabody pe em. "Voc estava em cima e correndo umas semanas, volte para casa para algo que poria muitas pessoas. Voc foi batido com tudo tudo de uma vez. Um pouco piedade prpria no machuca. Voc devia tomar um tranq e verificava para oito ou dez horas."
      "Eu odeio tranqs."
      "L voc toma mos com o tenente." Roarke entrou com uma bandeja. "Ela no levar eles voluntariamente qualquer um." Ele anotar o caf. "Voc me quer fora de seu modo?"
      A Eve o estudou. "Voc no est nisto ainda. Eu informarei quando voc for."
      "Voc nunca falha."
      "Samantha, por que voc omitiu para conexes de famlia da Alex Crew em seu livro?"
      "Conexes?" Samantha se debruou adiante para seu caf e, Eve notadas, olho evitado contactar.
      "Especificamente  ex-esposa Crew e filho. Voc d detalhes considerveis relativo a famlia do Myers e o que eles lidaram com depois de sua morte. Voc fala detalhadamente de William Young e sua prpria famlia. E entretanto voc apresenta Crew proeminentemente, no existe nenhuma meno de uma esposa ou uma criana."
      "Como voc conhece que ele teve uma esposa e criana?"
      "Eu estou fazendo as perguntas. Voc no faltou aqueles detalhes em sua pesquisa. Por que eles no esto no livro?"
      "Voc me pe em uma posio difcil." Samantha segurou o caf, ativo, ativo, muito depois do chuvisco minucioso de acar ela adicionou teria dissolvido. "Eu fiz uma promessa. Eu no podia e no tinha escrito o livro sem bno da minha famlia. Mais especificamente sem permisso das minhas avs. E eu prometi que eles que eu deixaria filho da Crew fora disto."
      Como se percebendo o que sua mo estava fazendo, ela bateu a colher na beira de sua xcara, ento economizar isto. "Ele era s um pouco menino quando isto aconteceu. Minha av sentiuainda senteque sua me estava tentando o proteger de Crew. Esconda ele de Crew."
      "Por que ela pensou que isto?"
      Depois de anotar seu untasted caf, Samantha arrastou seus dedos por seu cabelo. "Eu no estou livre para conversar sobre isto. Eu jurei que eu no escreveria sobre isto, ou conversa sobre ele em entrevistas. No." Ela levantou suas mos na frente de Eve poder falar. "Eu sei o que voc vai dizer, e voc  absolutamente direito. Estas no so circunstncias ordinrias. Isto  o assassinato."
      "Ento responda a pergunta."
      "Eu preciso dar um telefonema. Eu preciso falar com minha av, que vai comear outro redondas de demandas, debates e preocupao com ela e meu av. Outra razo eu no estou dormindo."
      Ela apertou seus dedos para seus olhos antes de soltar eles em seu colo. "Eles querem que eu venha para Maryland, fique com eles, ou eles ameaam descer em mim aqui.  ida dura para afastar eles de chamar meus pais e sibs. Eu estou segurando eles, e eu sou gratefully aceitando oferta do Roarke para segurana neles at que isto seja resolvido. At que ele seja, eu estou ficando aqui. Eu penso que  importante que eu vejo este, que eu negociar com meu modo com que est acontecendo agora da mesma maneira que eles fizeram em seus com que aconteceram ento."
      "Parte de procedimento est dando a primria qualquer e todos os dados que podem pertencer para esta investigao."
      "Sim, voc  direito novamente. S me deixe telefonema, fale com seu primeiro. Ns no quebramos promessas em minha famlia.  como uma religio para minha av. Eu entrarei o quarto, chame ela agora, se voc pode s esperar alguns minutos."
      "V em frente."
      "Admirvel," Roarke disse quando ela foi. "Para deixar tal loja por sua palavra, particularmente para famlia quando por um pouco de razo a mais ntima voc ser, a mais fcil uma promessa est para quebrar. Ou pelo menos curva para circunstncia."
      "Seu bisav quebrou muitas promessas," Eve refletida. "Jack O 'Hara quebrou muitas promessas, para me do Laine e Laine. Ento av da Samantha quis fim o ciclo. Voc no pretende manter sua palavra, at quando for duro, voc no d isto. Voc tem que respeitar isto."
      Ela olhou de relance em direo ao quarto, atrs nele. "O oferecimento cuidar de sua segurana, e o Maryland Gannons,  de primeira. Mas voc podia ter enviado um lackey para lidar com isto."
      "Eu quis a encontrar. Ela atingiu uma corda com voc, e eu quis ver por que. Eu fao."
      Quando Samantha terminou do quarto alguns minutos mais tarde, ela era teary-de olhos. "Eu sinto muito. Eu odeio a me preocupar. Preocupando eles. Eu vou ter que afundar para Maryland e pr suas mentes  vontade muito logo."
      Ela se sentou, tomou um gole tonificante de caf. "  Judith e Westley Crew," ela comeou. Ela deu a eles os dados de fundao que ela teve, e  um ponto foi ter um pouco de suas prprias notas para refrescar sua memria.
      "Ento voc v, quando meu av a localizou e achou Tripulao tinha estado l, ele acreditou em que ele poderia ter dado a criana que algo que segurou os diamantes. Uma poro delas, em todo caso. Era um lugar seguro para manter eles enquanto ele foi sobre seu trabalho."
      "Ele teria tido metade deles, ou acesso a metade deles, naquele tempo?" A Eve fez suas prprias notas.
      "Sim. Com que era recuperava na caixa de depsito seguro, isso deixou um quarto dos diamantes entre os perdidos. A tripulao  ex-esposa e filho se foram. Tudo indicado, para minha av pelo menos, que ela tem sido de Crew. A mudana de nomes, o trabalho quieto, o bairro de classe-mdia. Ento o modo que ela parar de trabalhar e saiu vendido tudo que ela podia ou doava isto e s sada. Pareceu que ela estava correndo novamente porque ele a achou. Ou mais, para mente da minha av, o menino. S um pouco menino, voc v, e sua me estava tentando o proteger de um homem que ela veio para saber era perigosa e obsessiva. Se voc olhar para fundo e antecedente penal da Tripulao, seu padro de comportamento, ela era direito de ter medo."
      "Ela poderia ter decolado porque ela teve alguns milhes em diamantes em sua possesso," Eve assinalada.

      "Sim. Mas minhas avs no acreditaram, e eu no acredito, que um homem como Crew teria dado a eles para ela, teria dito a ela. Usada ela, sim, e o menino, mas no dado ela aquele tipo do poder. Ele precisou estar em carga. Ele teria achado eles novamente quando ele quis. Eu no tenho nenhuma dvida que ele ameaou a mulher e teve descartado ou deu a fim a quando seu filho era mais velho. Velho suficiente para ser de mais interesse e costuma a Tripulao. Meu av deixa ir, deixe os diamantes restantes irem, deixe eles ir. Porque minha av perguntou isto dele."
      "Ela uma vez seria uma criana jovem," Roarke disse com um aceno com a cabea, "que teve que ser desarraigado ou movido sobre, que nunca teriam uma povoada casa ou a segurana que vem com isto. E como Crew  ex, sua me fez uma escolha parase separar do homem e proteo sua criana."
      "Sim. Sim. O tamanho dos diamantes voltava onde eles pertenceram. E eles eram, como minha av gosta de dizer, s coisas, afinal. O menino e sua me eram finalmente seguros. Se eles procurassem isto, e eu no tenho nenhuma dvida que meu av podia ter perseguia eles, eles teriam sido puxados na baguna. O menino jovem teria tido tudo seu pai fez empurrado em seu rosto, muito provvel acabaria uma histria de notcias nacionais ele mesmo. Sua vida poderia ter sido danificada ou severamente mudada por esta aqui coisa. Ento eles disseram ningum."
      Ela se debruou adiante. "Tenente, eles retiveram informaes. Era provavelmente ilegal para eles reter isto. Mas eles fizeram isto para a melhor razo possvel. Eles teriam ganho mais. Cinco por cento mais de mais de sete milhes, se eles a localizassem abaixo. Eles no fizeram, e o conseguido do mundo para estalar junto sem aquelas pedras particulares."
      Samantha no estava s se defendendo e suas avs, Eve notada. Ela estava defendendo uma mulher e criana ela nunca encontraria. "Eu no estou interessado em arrastar suas avs neste. Mas eu estou interessado em achar Tripulao de Judith e Westley. Os diamantes no significam se agachar para mim, Samantha. Eu no sou Roubo, eu sou Homicdio. Duas mulheres esto mortas, voc pode muito bem estar um objetivo. O motivo para este vem dos diamantes, e isto  meu interesse neles. Outra pessoa pode fazer a pesquisa e descobrir o fato que Tripulao teve uma esposa e criana. Isto podia fazer eles objetivos."
      "Bem, meu Deus." Como ele atingiu para casa, Samantha apertou seus olhos fechados. "Eu nunca pensamento disto. Nunca considerou isto."
      "Ou a pessoa que matou Andrea Jacobs e Tina Cobb podem ser conectados a Crew. Pode ser seu filho, que  decidido que ele quer voltar o que ele sente pertenceu a seu pai."
      "Ns sempre assumimos . . . Tudo minhas avs descobertas sobre Judith mostrou, claramente mostrou, ela estava fazendo tudo que ela podia dar a seu filho uma vida normal. Ns assumimos que ela teve sucesso. S porque seu pai era um assassino, um ladro, um filho de uma cadela, no significa a criana empreendeu sua imagem. Eu no acredito em que ns trabalhemos aquele modo, Tenente. Que ns somos geneticamente predestinado. No ?"
      "No." Ela olhou de relance em Roarke. "No, eu no fao. Mas eu acredito, qualquer sua ascendncia, algumas pessoas so s nascidas ruins."
      "Que pensamento feliz," Roarke murmurou.
      "No terminou. Porm ns nascemos, ns acabar fazendo escolhas. Uns certos, errados. Eu preciso achar Westley Crew e determinar o que escolhas ele fez. Isto precisa ser liquidado, Samantha. Ele necessidades para terminar."
      "Eles nunca perdoaro eles mesmos. Se de alguma maneira este veio para crculo cheio e riscou em mim, minhas avs nunca perdoaro eles mesmos para fazerem a escolha que eles fizeram todos aqueles anos atrs."
      "Eu espero que eles sejam mais espertos que isto," Roarke disse. "Eles fizeram uma escolha, para uma criana eles at no conheceram. Se aquela criana fez escolhas como um homem, est nele. O que ns fazemos com nossas vidas sempre ."
      Eles saram junto, com Eve saltando as novas informaes em sua cabea at que ela formou padres. "Eu preciso de voc para achar eles," ela disse para Roarke.
      "Compreendido."
      "Coincidncia acontece, mas principalmente  bullshit. Eu no estou comprando que um pouco de sujeito l livro do Gannon e conseguiu um duro-em para diamantes perdidos e decidiu matar umas mulheres a fim de achar eles. Ele pegou um investimento neles, uma conexo para eles. O livro deixa isto, mas a conexo vai adicional de volta. Quanto tempo antes do livro terminar para o exagerar para comeou?"
      "Eu descobrirei. Tambm existir uma lista de um pouco de tipo das pessoas, revisores, contas e assim por diante, isso era enviado cpias de avano. Voc tem que adicionar palavra de boca para aquele, eu tenho medo. Pessoas o editorial pessoal, publicidade e outros poderiam ter falado."
      "Ns temos este grande livro terminando," Peabody comeou. " sobre este diamante heist aqui mesmo em Nova York."
      "Exatamente muito. O homem voc est procurando por poder ter ouvido falar dele acima de beber em algum lugar. Poderia ter um conhecido ou freqentou uma festa com um dos editores, um revisor, algum em vendas que falaram sobre isto."
      "Isso no ser diverso para vadear por? Consiga-me a lista," ela repetiu como eles saram no salo de entrada. "E deixe-me saber que voc a coloque, segurana-modo. Eu quero minhas pessoas para conhecer suas pessoas. Oh, e eu preciso de duas cadeiras de caixa, Jogo."
      "Uso ou suborno pessoais?"
      "Suborno. Por favor, voc sabe que eu seja um f de Puxes."
      "Qual era eu pensando. Como voc quer eles?"
      "S envie a autorizao para Dickhead no lab. Berenski. Obrigado. Eu tenho livro."
      "Beijo mim adeus."
      "Eu j beijei voc adeus esta manh. Duas vezes."
      "Terceira vez sortuda." Ele plantou seus lbios firmemente em sua. "Eu estarei em toque, Tenente." Ele passeou fora. At antes dele bater a calada um carro preto macio e lustroso parado do meio-fio, e um motorista pulado fora para abrir a porta.
      Como mgico, Pensou Eve.
      "Eu gostaria de ser em contato com ele. A qualquer hora. Em qualquer lugar. Qualquer modo."
      A Eve girou sua cabea lentamente. "Voc disse algo, Peabody?"
      "Quem, senhor, me, senhor? Nope. Absolutamente no."
      "Bom."
      ***
      Ela tomou a reunio com Mira prxima enquanto Peabody comeu o almoo em sua escrivaninha e atualizou o arquivo. At onde comida foi, Eve figurou Peabody teve o fim melhor da vara.
      O Eatery estava sempre lotado, sempre ruidoso, no importa o que o tempo de dia. Fez Eve pensar sobre uma lanchonete da escola pblica, exceto a comida era at pior e a maior parte do pessoas chowing abaixo era armada.
      Mira estava l  frente dela e tinha uma barraca. Ela qualquer uma conseguiria muito sortuda, Pensou Eve, ou usou alguma influncia para ordenar um em cima mais cedo. De qualquer modo, uma barraca era uma grande aumentar de um dos minsculos de quatro topos cheios juntos, ou o servio de contador, onde asnos de policial pendurados acima dos tamboretes parcimoniosos.
      Mira no era um policialtecnicamentee certo que inferno no pareceu com um. Ela no fez, para mente da Eve, parea com um criminologista, um doutor ou um psiquiatra qualquer um. Entretanto ela era todos aqueles.
      O que ela pareceu com era uma bonita, mulher bem vestido que poderia ser vista folhear o altas-fim lojas ao longo Madison.
      Ela poderia ter comprado o terno em um deles. Seguramente s os muito valentes ou muito elegantes vestiria aquela sombra de espuma de limo em uma cidade como Nova York, onde encarda acabou de surgir fora do asfalto e agarrado para qualquer superfcie disponvel como uma sanguessuga para carne.
      Mas o terno era imaculado e olhou esfriou e fresco. Partir o destacar em cabelo marrom suave da Mira e fez seus olhos parecerem mais azuis. Ela vestiu um trio de longo, magro, cordas de ouro com ele onde as pedras de umas mais fundas amarelas refletidas como pequenos pedaos de luz solar.
      Ela estava bebendo algo fora de um vidro alto que pareceu to gelado quanto seu terno, e sorrido acima da beira como Eve deslizou na barraca em frente a ela.
      "Voc parece quente e saqueado. Voc devia ter um destes."
      "O que  isto?"
      "Delicioso." Sem esperar para consentimento da Eve, Mira ordenou um do comp menu arremessado ao lado da barraca. "Como voc  caso contrrio?"
      "Certo." Sempre tomou Eve um momento para ajustar quando conversa ftil era envolvida. E com Mira no era exatamente conversa ftil. As pessoas feitas aquele quando eles no deram uma maldio de uma forma ou de outra, e principalmente, ela assumiu, ouvir suas prprias vozes. Mira se importou. "Bom. Vacationing longe do Summerset, longe. Sade mim direito em cima."
      "Ele fez uma recuperao rpida de seus danos."
      "Ele estava ainda um pouco coxo no um alfinete, mas sim."
      "E como nosso  mais novo detetive?"
      "Ela gosta de se escapar sorrateiramente seu distintivo e sorriso nele muito ainda. E ela consegue trabalhar o de palavra detetive ' em uma orao vrios tempos um dia. Ela est vestindo realmente misteriosa. Livre-se de-me. Caso contrrio, ela  jetting junto com isto."
      A Eve olhou de relance no bebida que deslizou fora do servio encaixa. Pareceu satisfatrio. Ela levou um gole cauteloso. "Saboreia como seu terno. Esfrie e de vero e um pouco torta." Ela considerou cuidadosamente isto. "Que provavelmente soou errado."
      "No." Com uma risada, Mira se sentou de volta. "Obrigado. Uma cor como isto? Completamente impraticvel.  por isso que eu no podia resistir isto. Eu estava s admirando sua jaqueta, e como aquela sombra maravilhosa de brinde assiste voc. Giraria minha aparncia barrenta. E eu s no posso vestir separo com o mesmo panache que voc."
      "Separe?"
      Levou Mira um momento para perceber uma moda to palavra bsica confundiu seu policial favorito. "Jaqueta, calas, qualquer, vendido individualmente em lugar de como parte de uma unidade, como um terno seria."
      "Hah. Separe. Que tal isto. E eu sempre pensei que eles eram, sabe, jaqueta, calas, qualquer."
      "Meu Deus, eu adoraria fazer compras com voc." Este risada fludo da tempo Mira acima dos barulhos torcidos do Eatery. "E voc olha como se eu acabei de apunhalasse voc com meu garfo debaixo da mesa. Um dia eu corda voc lega nisto, mas no momento em lugar de arrune seu apetite, por que eu no pergunto a voc como Mavis est fazendo?"
      "Boa." Entretanto Eve no estava certa conversando sobre gravidez era qualquer menos de um soprador de apetite que compras. "Voc no saberia que ela era, ah, cozinhando qualquer coisa l se ela no anunciasse isto. Ela e Leonardo poderiam alugar espao de zepelim. Ele est projetando seus todos os tipos de roupas de pintinho grvida, mas eu no posso realmente dizer a diferena."
      "D a eles todos meus melhores. Eu sei que voc queira chegar a negcios. Por que ns no ordenamos primeiro? Eu estou tendo uma salada grega. Voc pode normalmente confiar aqueles aqui."
      "Sim, isto  bom."
      Mira ordenou dois do menu. "Voc sabe que eu lembre de pedaos pequenos sobre o roubo na Troca? Era muito grande notcias no momento."
      "Como? Voc  muito jovem."
      "Agora que me instalou pelo dia. Realmente, eu somente era, o que . . . oh, que deprimente. Eu teria sido mais ou menos quatro, eu suponho. Mas meu tio aconteceu estar datando uma mulher que teve uma barraca na Troca. Ela era um jias desenhista e estava l, no cho principal, quando o roubo aconteceu. Eu lembro de ouvir minha conversa de pais sobre isto, e quando eu era um pouco mais velho que eu desenvolvi tal interesse em crime que eu olhei em cima os detalhes. A conexo de famlia, porm distante, adicionada a excitao para mim."
      "Ela est ainda ao redor? O desenhista?"
      "Eu no tenho nenhuma idia. No descobriu entre ela e meu tio. Eu sei que ela no soube uma coisa at segurana feche o lugar. Ela no conheceu o dentro de homem. Pelo menos  disso que eu consegui de meu tio quando eu perguntei a ele sobre ele mais tarde. Eu podia conseguir voc seu nome, eu estou certo, se voc quiser tentar a localizar abaixo."
      "Eu poderia, mas  provavelmente a direo errada. Pelo menos neste momento. Diga a mim sobre o assassino."
      "Bem. O ato, os assassinatos eles mesmos no so sua prioridade. Eles so um subproduto. Suas vtimas e seus mtodos so diferentes, cada adaptando suas necessidades no momento. Ele estaria mais interessado em suas prprias necessidades. O fato que eles eram ambas as mulheres, at atraentes, no  importantes. Eu duvido que ele tenha um cnjuge ou relao sria como qualquer um interferiria com sua absoro prpria. No existia nada sexual, apesar de seu romanceando de Tina Cobb, e isso romancear no era s uma forma de conseguir mas sozinho condies."
      "Tomando seus lugares que ele preferiu a fim de exibir-se seu intelecto e gosto superior."
      "Sim. No existia nada pessoal em um ou outro assassinato. Ele v o grande retrato, de sua prpria viso estreita. Cobb podia ser utilizado e explorado, e ento ela era. Ele planeja e considera, ento segue que ele soube que ele podia a matar quando seu o costumar concludo. Ele a soube, parta a saber. Ele soube seu rosto, o toque de sua mo, o som dela voz, pode ter sido ntima com sua fisicamente se o movesse em direo a sua meta, mas no existiria nenhuma conexo pessoal para ele."
      "Ele destruiu seu rosto."
      "Sim, mas no fora de ira, no fora de emoo pessoal. Fora de preservao prpria. Ambos os assassinatos eram um resultado de seu precisa proteger ele mesmo. Ele remover, destrua, elimine qualquer coisa ou qualquer um que entra o modo de sua meta ou sua prpria segurana pessoal."
      "Existia violncia em sua eliminao de Cobb."
      "Sim."
      "Ele a machuca. Para extrair informaes?"
      "Possivelmente, sim. Mais provvel para tentar enganar a polcia, fazer eles pensam que era um crime de paixo. Pode ter sido ambos. Ele teria considerado. Ele tem tempo para considerar. Ele tomou Cobb para lugares lotados, longe de sua prpria gide. Mas suas escolhas refletem um certo estilo. Arte, teatro, um restaurante da moda."
      "Refletindo sua gide."
      "Ele quereria ser confortvel, sim." O primeiro prato de salada deslizou fora, e Mira aparecer isto de Eve. "Ele entrou em casa do Gannon quando ele soube que ela estava fora. Ele foi cuidadoso para fechar a segurana, tomar os discos. Para proteger ele mesmo. Ele trouxe uma armaentretanto que ele acreditou a casa vazia, ele trouxe a faca. Ele se prepara para eventualidades, toma desvios quando necessrios. Ele no tentou fazer o rombo e assassinato parecerem ser um roubo ido errado levando valuables."
      "Porque ele j tinha sido feito? Porque Alex Crew usou aquele mtodo com Laine Tavish?"
      Mira tomou o segundo prato, sorriu. "Reflete um ego poderoso, no faa isto? 'Eu no repetirei, eu criarei.' E um respeito por arte e antiguidades. Ele no fez vandalismo em, no destruiu a arte, a moblia valiosa. Ele consideraria tal coisa em baixo dele. Ele tem conhecimento de tais coisas, provvel possui tais coisas ele mesmo. Certamente ele aspira. Mas se fosse s aspirao, ele teria tomado o que apelou para sua sensao de esttica ou avareza. Ele est muito enfocado."
      "Ele  educado? Culto?"
      "Galerias de arte, museus, Teatro de Aldeia do oeste?" Mira encolheu os ombros um ombro. "Ele podia ter tomado a menina para Ilha de Coney, para Praa de Tempos, para uma dzia de colocar um homem jovem de sua mesma esfera poderia tomar uma menina em um encontro. Mas ele no fez."
      "Porque, como roubando pedaos de arte ou eletrnica, seria em baixo dele mastigar em um cachorro de soja em Ilha de Coney."
      "Mmm." Mira mordiscou em salada. "Ele no est procurando por glria, fama ou ateno. Ele no est procurando por sexo ou at riqueza na sensao tradicional. Ele est procurando por algo muito especfico."
      "Alex Crew teve um filho."
      Sobrancelhas aladas da Mira em cima. "No ?"
      "Uma criana no momento este todo afundou."
      Ela preencheu Mira, ento deixe o doutor absorver os novos dados enquanto eles comeram.
      "Eu vejo o que voc est considerando. O filho ouve falar do livro, ou l isto, e aprende um de antigos companheiros do antepassados do seu pai est aqui mesmo em Nova York. Que ela tem suficiente informaes para um livro, e muito provvel tem mais. Que ela pode muito bem tem acesso aos diamantes. Mas por que, se ele for sabido deles tudo isso tempo, ele no tentou achar eles, ou cheguem ao Gannons antes?"
      "Talvez ele no soube a histria inteira at o livro. Talvez ele no soube a conexo." Eve acenada com seu garfo. "De qualquer maneira, isto  para mim compreender. O que eu quero ser sua opinio. Segue padro, perfil, que a pessoa eu sou depois de ser filho da Tripulao?"
      "Podia dar a ele o que ele consideraria um direito proprietrio deles. Eles eram propriedade do seu pai, por assim dizer. Mas se seu pai trouxe eles para ele quando ele era uma criana"
      "No estava no livro," Eve lembrou a ela. "E ns no podemos saber o que Crew fez ou no fez ou disse ou tomou quando ele pagou aquela ltima visita."
      "Certo. De que ns sabemos de Crew, ele se sentiu intitulado para o saque inteiro, e morto para isto. Eles eram uma obsesso para ele, um ele procurou embora ele teve suficiente para assegurar ele viveria bem para o resto de sua vida.  possvel o filho est trabalhando com a mesma obsesso, a mesma viso."
      "Meu intestino diz a mim que venho de Crew."
      "E seu intestino  normalmente direito. Aborrece voc para tomar aquela linha, Eve? Para tocar os pecados do pai em sua cabea?"
      "Sim." Ela podia dizer isto aqui, para Mira. "Algum."
      "Hereditariedade pode ser uma forte puxa. Hereditariedade e primeiro ambiente juntos, uns quase irresistvel puxem. Aqueles que quebra isto, que faa seu prprio apesar disto, so muito forte."
      "Talvez." Eve debruada adiante. Ningum ao redor eles escutariam, mas ela se debruou mais ntimo, abaixada ela voz. "Sabe, voc pode pia justa, voc pode afundar e dizer que  culpa de outra pessoa que voc desce l no urinar e o cagar do mundo. Mas  s uma desculpa. Os advogados, o encolher, os doutores e reformadores sociais podem dizer, 'Oh, no  sua culpa, ela no  responsvel. Olhe onde ela veio de. Olhe o que ele fez para ela. Ela  traumatized. Ela  danificada.'"
      Mira deitou da Eve de um dar. Ela soube que ela estava pensando sobre ela mesma, a criana, e o que a mulher poderia ter tornado. "Mas?"
      "O Polis, ns sabemos que as vtimas, as pessoas que esto quebradas ou quebraram ou mortas . . . ou mortas, eles precisam de algum para levantar-se para eles, dizer, 'Goddamn isto,  sua culpa. Voc fez isto, e voc tem que pagar por isto, no importa se sua me bate voc ou seu pai . . . No importam o que, voc no tem o direito de danificar o prximo sujeito.'"
      Mira deu um apertar da mo da Eve. "E  por isso que voc ."
      "Sim.  por isso que eu sou."
      
      
    25.
      
      A Eve visualizou uma sesso no lab com Dickie Berenski como ela fez um exame dental. Voc teve que fazer isto, e se voc fosse sortudo que no seria to ruim quanto voc imaginou. Mas era normalmente pior.
      E goste do dental techs em sua experincia, Dickhead exibiu um smarmy, auto-satisfao ntegra quando ficou pior.
      Ela balanou no lab com Peabody e fingiu para no notar vrios techs deslizamento olha em sua direo, ento fique ocupada em outro lugar.
      Quando ela no viu um sinal de Dickie, ela encurralada o primeiro tech que no podia skitter longe rpido suficiente. "Onde est Berenski?"
      "Um. Escritrio?"
      Ela no pensou que ela mereceu o tremer voz ou o congelado rictus de um sorriso. Tinha sido meses desde que ela ameaou um lab tech. Alm disso, eles deviam conhecer eram fisicamente impossveis para ela pr rgos internos do homem em exibio girando ele ao avesso.
      Ela cruzou o principal lab, acima dos chos brancos, em torno das estaes brancas tripuladas pelas pessoas em casacos brancos. S as mquinas e os frascos e tubos encheram com substncias melhores no consideradas tido cor.
      Ao todo, ela pensou que ela prefere trabalhar no morgue.
      Ela caminhou em escritrio do Dickie sem bater. Ele era dado em sua escrivaninha, ps sustentados como ele chupou em uma uva-que gelo colorido estala.
      "Voc conseguiu as cadeiras de caixa?" Ele perguntou.
      "Voc conseguir eles quando eu conseguir meus resultados."
      "Eu consegui algo para voc." Ele afastou a escrivaninha, comeou, ento parado de estudar Peabody. "Que voc l, Peabody? Onde est o uniforme?"
      Encantada com a oportunidade, ela retirou-se seu distintivo. "Eu fiz detetive."
      "No cague? Ida boa. Gostou o modo que voc preencheu um uniforme entretanto."
      Ele pulou sobre seu tamborete e comeou a montar ele de cima abaixo seu contador branco longo como ele ordenou em cima arquivos, digitou em cdigos com seus dedos de aranha rpida. "Voc conseguiu algum deste j. Nenhum illegals em um ou outro vtima. Vtima umisto  Jacobsteve um nvel de lcool de sangue de ponto oh-oito. Ela estava se parecendo bonita feliz. Conseguida sua ltima comida. Nenhum nooky recente. As fibras em seus sapatos combinam o tapete da cena de crime. O par outros aqui ela provavelmente levantou no txi a caminho casa."
      Seus dedos danados; As telas revoltas com cor e forma. "Conseguiu umas amostras de cabelo do par, mas diz aqui que ela era sair  noite antes de ficar morta. Coulda levantou aqueles no clube. Se alguns deles so do assassino, ns combinaremos eles quando voc prender 'im.
      "Agora ns reconstrumos o ferimentoa usou ID fotografia e algum outros para criar uma imagem dela em tempo da morte."
      Ele educou isto to Eve podia olhar para Andrea Jacobs como ela tinha sido, em tela. Uma bonita mulher em um vestido de fantasia, com um cortar em sua garganta.
      "Usando nosso tecno-mgico, ns podemos bonito bem determina o tamanho e forma de sua arma de assassinato."
      A Eve estudou a imagem de tela de diviso de uma lmina longa, lisa, e os culos em baixo dele que deu sua largura e comprimento.
      "Bom. Isto  bom, Dickie."
      "Voc est trabalhando com o melhor. Ns concordamos com o investigador e o MIM r o posicionamento de vtima em tempo do golpe fatal. Veio por detrs. Arrancada ela pelo cabelo. Ns conseguimos um pouco de seu cabelo da cena que substancia o argumento. A menos que um daqueles cabelos perdidos vieram do perp, e eu no estou pondo dinheiro isto, ns no conseguimos nada dele. Nada. Ele estava fechado hermeticamente em cima apertado.
      "Agora vtima doisjogo de bola de Cobb diferente. Voc certo voc est olhando para o mesmo sujeito?"
      "Eu estou certo."
      "Seu telefonema. Embriagada ela em cima. Tubo, morcego, metal, madeira. No pode dizer a voc 'causar que ns no conseguimos nada para trabalhar com l mas a forma das fraturas nos ossos. Procure por algo longo, liso e mais ou menos duas polegadas em dimetro. Provavelmente pesou. O tiro de perna a levou abaixo, costela atirou a mantida abaixo. Entretanto ele fica interessante."
      Inconstante para outra tela, ele educou o retrato de crnio carbonizado do Cobb. "Voc v o busted ma do rosto, e . . ." Ele revolveu a imagem. "Seu clssico busted-em crnio. Deixando seu queimando cuidou da maior parte do rastro, mas ns conseguimos algum aquele aderido para o rosto de fragmentos de osso e cabea."
      "Que tipo de rastro?"
      " um selador." Ele divide a tela. Uma srie de formas dentadas em blues fresco apareceu. "Um fogo-retardant. O sujeito esperto faltou aquele passo. O profissional-avalia. Guarda de chama da marca. A dona de casa de Harry pode pegar isto, mas principalmente  usado por contratantes. Voc lacra subflooring ou paredes com isto."
      "Subflooring. Antes do negcio terminado afundar?"
      "Yep. Ela teve rastro no facial e ferimentos de cabea. Ele a iluminou em cima, mas isto caga no queimou. Verdade em publicidade por uma vez. No lacrou o osso, entretanto, ento no estava molhado quando ela fez contato. Pequenos cafonas talvez em lugares mas no molhado."
      Eve curvada abaixo mais ntima, pegou uma brisa de uva de Dickhead. "Ela levantou o rastro, ma do rosto batendo o cho ou a parede. Ento novamente com o crnio. Nenhum rastro na perna ou ferimentos de costela por causa de suas roupas. Existia sangue quando ela bater, quando ela rastejou. Poderia ter ajudado levantar o rastro. Lascas talvez, lascas das diretorias ela bate, adira para os ossos quebrados."
      "Voc  o detetive. Mas uma menina que tamanho, bata assim, ela afundaria duro. Ento sim, podia acontecer. Ns conseguimos nosso rastro, ento ele aconteceu. Deixou uma baguna para trs, tambm."
      "Sim." E isso era um fator. "Atire em todos este para meu escritrio. No metade ruim, Dickie."
      "Eh, Dallas!" Ele chamou atrs dela  medida que ela comeou. "Tire-me para o jogo de bola."
      "Eles esto a caminho. Peabody." Ela escavou em seu cabelo como ela alinhar-se novos dados. "Vamos fazer uma corrida no sealant. Veja o que mais ns podemos descobrir. Ele podia ter usado seu prprio lugar para isto. Podia ter. Mas ele no parece como o tipo para sujar seu prprio ninho. O profissional-avalia," ela murmurou. "Ele podia ter um lugar sendo rehabbed. Ou acesso a um edifcio em obras ou sendo remodelado. Vamos comear em locais de construo prximo ao esvaziar local. Ele no escolheu aquele lote vazio de um chapu. Ele no escolhe nada fora de um chapu."
      Aps aquela linha, ela chamou Roarke. Quando ele apareceu, ela j estava em seu carro e voltado para Central. "Tenente. Voc tem um cintilar em seu olho."
      "Poderia ter pego uma fratura. Voc tem qualquer coisa subindo ou conseguindo um rosto-elevador na Cidade de Alfabeto?"
      "Rehabbing um complexo de apartamento de tamanho meio. E . . . existem um par de negcios pequenos sendo mudados. Eu teria que verificar conseguir voc particulares."
      "Faa isto. Atire neles para meu escritrio. Saiba de qualquer outra coisa? Um competidor, associe, qualquer?"
      "Por que eu no descubro?"
      "Aprecie isto."
      "Espere, espere." Ele levantou uma mo, bem ciente ela teria o cortado fora sem outra palavra. "Existe um pouco de progresso na procura. No suficiente para danar sobre, e Feeney e eu somos ambos presos com outros assuntos pela prxima parte do dia. Ns concordamos em pr em algum tempo hoje  noite, em nosso lugar."
      "Boa." Ela se transformou em Central  garagem de subterrneo. "Veja voc."
      "Eu preciso perguntar." Peabody braceou como tiro de Eve em seu estacionamento estreito encaixa, ento alargue uma respirao quando no existia nenhum choque. "Quando voc v seu rosto aparecer tela, todo sensuais e magnficos com isto, sabe, boca, voc sempre s quer arquejar como um cachorro?"
      "Jesus, Peabody."
      "S perguntando-se."
      "Pise fora os hormnios e mantenha sua mente no jogo. Eu tenho Whitney." Ela olhou para o tempo. "Cague. Agora. Eu quis ver se ns tivssemos qualquer sorte com o artista prestando."
      "Eu posso fazer isto. Se existe qualquer coisa, eu educarei isto."
      "Aqueles trabalhos."
      "Veja o quo  mo ele para ter um detetive  para um parceiro?"
      "Eu devia ter sabido que voc acharia um caminho para trabalhar isto."
      Eles separaram, e Eve montou o elevador miseravelmente lotado outros trs chos antes dela bailed e trocado para o deslizamento para o resto da viagem para escritrio do Chefe Whitney.
      Whitney vestido de seu grau. Ele era um homem dominante com uma construo poderosa e uma mente de aa. As linhas cavaram ao redor seus olhos e boca s adicionado a imagem de liderana, e o pedgio empreendeu o homem.
      Sua pele era escura, e seu cabelo teve chuviscos de cinzas, como colises de sal. Ele se sentou em sua escrivaninha, cercada por sua unidade de com, seu centro de dados, arquivos de disco e o emoldurado holos de sua esposa e famlia.
      A Eve respeitou o homem, o grau e o que ele realizou. E secretamente marveled ele manteve sua sanidade entre o trabalho e uma esposa que viveu de socializar.
      "Chefe, eu me desculpo por estar tarde. Eu era detido no lab."
      Ele escovou aquele longe com uma de suas mos enormes. "Progresso?"
      "Senhor. Meu caso e Detetive Baxter  conectar por Samantha Gannon."
      "Ento eu vejo dos arquivos."
      "Informaes adicionais veio para iluminar depois de uma entrevista de manuteno de contato com Gannon esta manh: Ns estamos procurando a possibilidade que filho da Alex Crew ou outra conexo ou descendente podem ser envolvidos nos casos atuais."
      Ela se sentou s porque ele apontou para uma cadeira. Ela preferiu dar a seu orals permanecendo. Ela relayed os detalhes da entrevista matutina.
      "Capito Feeney  manipulao a procura pessoalmente," ela continuou. "Eu ainda no falei com ele esta tarde, mas tenha palavra existir sido um pouco de progresso naquela rea."
      "O filho estaria em seus anos sessenta. Um pouco velhos para ter interessada uma menina de idade do Cobb."
      "Alguns so atrados para homens mais velhos para sua experincia, sua estabilidade. E ele pode ter passado to mais jovem." Entretanto ela duvidou isto. "Mais provvel, ele tem um parceiro que ele costumava chegar a Cobb. Se esta alas de vnculo, Chefe, existem possibilidades numerosas. A tripulao de Judith pode ter recasado, tido outra criana, e aquela criana pode ter aprendido dos diamantes e Gannon. A tripulao de Westley pode ter crianas, e passaram por histria do seu pai para eles, muitos como Gannon era passado a lenda de famlia. Mas ele  algum com um interesse proprietrio. Eu me sinto certo disto, perfil do e Mira concorda. Eu espero ter um artista brevemente prestando.
      "Ns conseguimos um atravessar o lab. Existia rastro de um fogo-retardant substncia em Cobb. Um sealant, profissional-avalia. Ns pararemos isto e se concentraremos em edifcios prximo ao esvaziar local. Ele tem sido muito cuidadoso, Chefe, e isto era um grande engano. Um eu no acredito em que ele teria feito se ele se aplicasse o sealant ele mesmo. Por que a mate em ou ao redor chama-retardant material quando voc planeja a iluminar em cima?  muito bsico um engano para este sujeito. Uma vez que ns achamos a cena de crime, ns somos um grande passo mais ntimo a o achar."
      "Ento ache isto." Ele trocou quando seu interoffice 'vnculo sinalizado. "Sim."
      "Chefe, Detetives Peabody e Yancy."
      "Mande a eles."
      "Chefe, Tenente." Peabody angulado acima de assim Yancy, o artista de Ident, podia a preceder. "Ns pensamos que seria mais expediente se Detetive Yancy reportou para voc dois de uma vez."
      "Deseje que eu tive mais." Ele deu fora impresses e um disco. "Eu trabalhei com a testemunha por trs horas. Eu penso que eu consegui ela fechar, mas eu no estou desmaiando charutos. Voc pode s levar eles at agora," ele explicou, e estudou a Eve de imagem de impresso segura. "E voc pode dizer quando eles estiverem s compondo coisas, ou misturando eles, ou s indo junto assim voc terminar e deixar eles ir."
      A Eve olhada fixamente para a retribuio e tentou ver uma semelhana para Alex Crew. Talvez, talvez em torno dos olhos. Ou talvez ela acabou de querer ver isto.
      Mas isto no era nenhum homem de sessenta anos de idade.
      "Ela tentou," Yancy continuou. "Realmente deu isto seu melhor tiro. Se ns chegssemos a seu mais ntimo para o tempo que ela viu o sujeito, eu penso que ns podamos ter pregado ele. Mas muito passado de tempo, e ela v dzias de homens em suas mesas todo dia. Uma vez que ns chegamos a um certo ponto, ela estava s lanando em caractersticas ao acaso."
      "Hipnose podia prestidigitar sua memria."
      "Eu tentei isto," ele disse para Eve. "Mencionou isto para ela, e ela freaked. Nenhum modo, no como. Adicionado a aquele, ela pegou um relatrio de mdia no assassinato, e ela  freaked sobre isto. Isto vai ser o melhor que ns conseguimos."
      "Mas ele  ele?" Eve exigida.
      Yancy inchado suas bochechas, ento esvaziaram eles. "Eu diria que ns estamos ligados, at onde o tom de pele, o cabelo, a forma bsica do rosto. Olhos, a forma  fechar, mas eu no iria banco em cor. Ela pensou idade-modo, finais de anos vinte, primeiros anos trinta, ento admitidos que era por causa da idade da menina. Ela saltou para anos trinta, atrs para anos vinte, ento talvez mais velhos, talvez mais jovens. Ela figura rico porque ele teve uma unidade de pulso caro, pagou a dinheiro e adicionou uma ponta significativa. E algum de que tocou em sua descrio." Ele empurrou um ombro. "Aparncia lisa, maneira lisa."
      " fechar suficiente para dar isto para a mdia, tenha um pouco de jogo?"
      "Picaduras de Sorta o orgulho, mas eu no iria. Voc precisa chamar isto, Tenente, mas minha sensao  que ns somos fora de. Eu penso que um policial, um observador treinado, poderia ser capaz de o fazer deste, mas no um civil. Desculpe eu no podia molhar isto para voc."
      "Isto  certo. Voc provavelmente nos conseguiu mais ntimo que qualquer outra pessoa podia. Ns correremos este por um ID programa, veja se ns conseguirmos qualquer bate."
      "Voc vai querer fixar para pelo menos um ajuste de trinta por cento." Yancy agitou sua cabea em seu prprio trabalho. "Com isto, voc vai ter alguns mil bate, citywide s."
      " um comeo. Obrigado, Yancy. Chefe, eu gostaria de conseguir partir isto."
      "Mantenha-me no lao."
      ***
      Atrs em seu escritrio, ela alfinetou uma cpia do artista prestando para sua tbua. Em sua escrivaninha ela de pedras suas notas junta em um relatrio, ento lem do incio ao fim ele para ver os passos e fases.
      Ela deixaria a procurar pessoa para Feeney, a escavao eletrnica para McNab. Ela enviou um memorando para Baxter detalhando os novos dados e incluiu uma cpia de esboo do Yancy.
      Enquanto Peabody trabalhou pregar sealant abaixo, Eve olhou para locais de construo. Seu 'vnculo sinalizou um entrante pelo porto de dados, e comutao acima de, ela educou uma lista de todas as propriedades com construo atual ou reabitao licenas em um raio de dez quarteires do esvaziar local.
      Roarke no era s rpido, ela pensou, mas ele conseguiu a essncia sem algum ter que soletrar isto.
      Ela separou eles em tenanted e untenanted.
      Vazia, ela pensou. Isolamento. Ele no esperou at que ele acreditou que o Gannon alojar estava vazio? Existia pequeno suficiente padro, ento ela experimentaria este aqui para tamanho.
      Edifcios vazios primeiros.
      Levando eles, ela quebrou eles abaixo uma segunda vez em construo e reabitao.
      Tido que a atrair em. Mais esperto a atrair em lugar de fora ou debilita. Ela  jovem e tola, mas ela  um girly menina, tambm. Aquele tipo quereria tromp ao redor um local de construo, at para fazer um encontro feliz?
      Ela levantou-se, compassou. Provavelmente. O que ela soube sobre aquele tipo de coisa? Meninas jovens apaixonadas, ou que acreditaram em que eles eram apaixonados, provavelmente todos classificou de coisas que foram contrrio a tipo.
      Ela nunca seria uma menina jovem apaixonada. Alguns turnos de luxria no caminho, mas isso era uma coisa diferente. Ela soube tanto vendo como o amor teve ventosa a esmurrada e esvaziou seu direito em colo do Roarke. E ela no se alisou em cima de vez em quando, inteis com encarecimentos e cabelo, drapejando em imaginar duds, porque ele gostou disto?
      Sim, amor podia facilmente fazer voc ser contrrio a tipo.
      Mas que tal o assassino? Nenhuma razo para ele ser contrrio a tipo. Ele no era apaixonado. Ele no tinha estado em luxria, qualquer um. E seu tipo gostado de impressionar, exiba-se. Ele gostou de ser confortvel e em carga. Ele gostou de planejar coisas fora com um olho em direo a suas prprias metas, seu prprio ego, sua preservao prpria.
      Um reabitao com um pouco de fantasia toca. Um lugar ele soube que ele no seria transtornado. Onde ele no seria questionado se compreendeu as premissas. Onde ele podia, novamente, lide com quaisquer caractersticas de segurana.
      Ela enviou os dados para sua unidade de casa, impressas fora suas listas, ento entraram na caneta de touro para conseguir Peabody. "Comigo."
      "Eu estou parando o sealant."
      "Pare isto em trnsito."
      "Onde ns estamos indo?" Peabody exigiu como ela subiu juntar ela trabalhar disco, arquivos, jaqueta.
      "Olhar para edifcios. Para conversar com sujeitos com ferramentas do poder."
      "Maldio quente!"
      ***
      A primeira parada era um teatro pequeno originalmente construdo no incio de vigsimo sculo. Seu distintivo conseguiu eles por para o capataz. Entretanto ele bitched sobre carga de trabalho e horrio, ele levou eles. Os chos de salo de entrada eram o mrmore original, e aparentemente um ponto de orgulho para o capataz. A seo de teatro era nua particleboard no cho e ainda no lacrado. As paredes eram gesso velho.
      Ainda, ela foi pelo edifcio inteiro, usando seu mbito para procurar por rastros de sangue.
      Eles sofreram por trfico de final de tarde en rota para a prxima parada.
      "O sealant, profissional-avalia, pode ser atacadista ou varejo comprado em cinco-, dez- e vinte e cinco-tinas de galo." Peabody l os dados fora de seu PPC. "Ou voc pode, com licena da contratante, compra isto em p forma e se mistura isto voc mesmo. Residencial-grau vem em uma- ou tinas de cinco gales. Nenhum p disponvel. Eu tenho os provedores."
      "Voc precisar bater aqueles. Ns quereremos uma lista de indivduos e companhias que compraram o sealant assim ns podemos cruzar eles com as tripulaes de construo nestes locais."
      "Indo levar um tempo."
      "Ele no est indo em qualquer lugar. Ele est aqui mesmo." Ela esquadrinhou a rua. "Pensando sobre seu prximo movimento."
      ***
      Ele deixa ele mesmo em seu apartamento e imediatamente ordenou a casa droid para o trazer uma gim-tnica. Era to aborrecedor para ter que gastar metade do dia de maldio em um escritrio fazendo absolutamente nada que possivelmente podia o interessar.
      Mas o homem velho era tying em cima as cordas de bolsa, exigindo que ele mostra mais interesse na companhia.
      Seu legado, filho. Que bullshit! Seu legado era vrios milho em brancos russos.
      Ele no podia se importar menos sobre a companhia. Assim que ele podia, assim que ele teve o que era seu, por direito, ele diria o homem velho para fuck ele mesmo.
      Seria um dia bom.
      Mas enquanto isso ele teve que aplacar e mimar e fingir ser o bom filho.
      Ele desnudou-se abaixo, deixando suas roupas caem como ele foi, e abaixou ele mesmo no charco de colo de um homem construiu na rea de recreao de cobertura.
      O fato que a companhia ele menosprezou e lamentou pago pela cobertura, as roupas, o droid, nunca fez um arranho na superfcie de seu ego.
      Ele alcanou em cima uma mo para a g e t, ento simplesmente espreguiada na gua fresca.
      Ele teve que chegar a Gannon agora. Ele considerou e rejeitou a idia de ir para Maryland e batida justa as informaes ele precisou fora do par velho. Podia voltar nele em muitos modos.
      Como ele esteve agora, eles podiam no ter nenhuma pista. Ele podia estar um f obcecado, ou um amante da empregada  que tem sido em associao com ela roubar a residncia de Gannon. Ele podia ser ningum mesmo.
      Mas se ele fosse para Maryland que ele poderia ser visto, ou localizado. Ele dificilmente misturaria bem em alguma cidade pequena tola. Se ele matasse avs do Samantha Gannon, at o mais escuro-witted de Polis poderia trabalhar seu modo atrs para os diamantes como a causa.
      Se ele pudesse chegar a Gannon que se que . . . Era muito condenava frustrante para descobrir que ela desapareceu. Nenhuma das tentas cuidadosas ele enviou fora tido netted ele uma pista nica para seu paradeiro.
      Mas ela teve que superfcie algum dia. Ela teve que voltar para casa mais cedo ou mais tarde.
      Se ele tivesse o tempo todo no mundo, ele podia a esperar fora. Mas ele no podia tolerar arrastando ele mesmo naquele escritrio estpido muito mais longo, lidando com a classe operria idiota ou pagando servio de lbio para seus pais patticos. O tempo todo sabendo tudo ele procurado, tudo que ele mereceu, era s alm de seu alcanar.
      Ele sorveu o bebida com um brao braceado na extremidade do charco para o ancorar. "Tela em," ele disse  toa, ento esquadrinhou os canais de notcias para quaisquer atualizaes.
      Nada novo, ele viu com satisfao. Ele no podia entender que o conjunto de mente daqueles que alimentaram em mdia, em que eles vistos como a glria. Uma verdadeira criminoso ganha toda a satisfao necessria tendo sucesso em seu trabalho, em secreta.
      Ele gostou de ser um verdadeiro criminoso, e gostou demuitolevantar o bar sozinho faanhas.
      Ele sorriu para ele mesmo como ele procurou o quarto nas prateleiras e exibies de brinquedos e jogos antigos. Os carros, os caminhes, as figuras. Ele roubou alguns deles, simplesmente para o zumbido. O mesmo modo que ele s vezes roubou uma gravata ou uma camisa.
      S para ver se ele pudesse.
      Ele roubou de amigos e parentes para a mesma razo, e longa antes dele saber que ele veio pelo hbito . . . honestamente. Aquele furto estava em seu sangue. Quem teria acreditado em que isto olhando para seus pais?
      Entretanto, ele conseguiu seu interesse na coleo de brinquedo de seu pai, e ele o serviu bem. Se seu coletor e conhecido das mesmas categoria Chade Dix no teve bitched para ele sobre sua namorada, sobre o livro ela estava escrevendo que esteve tomando todo seu tempo e ateno, ele no teria sabido sobre os diamantes, a conexo, assim que ele teve.
      Ele poderia nunca ler o livro. No era o tipo de coisa que ele fez com seu tempo, afinal. Mas ele tinha sido um assunto simples para inquirir Dix para mais detalhes, ento lisonjear a cpia de avano dele.
      Ele terminou fora do bebida, e entretanto ele quis outro, negou ele mesmo. Uma cabea clara era importante.
      Ele economizar o vidro, fez alguns colos. Quando ele puxou ele mesmo fora do charco, o vidro vazio era ido e uma toalha e bata eram atingidos. Ele fez uma festa freqentar aquela noite. Ele fez uma festa de um pouco de tipo para freqentar toda noite. E ele achou isto irnico que ele realmente encontraria Samantha Gannon alguns tempos em vrios negcios. O quo estranho ele no teve nenhum interesse nela, assumiu que eles no tiveram nada em comum.
      Ele nunca teria mais em comum com uma mulher.
      Ele poderia ter que tomar o tempo e a dificuldade para a procurar de modo romntico, que certamente seriam consideravelmente menos abaixando que sua associao breve com Tina Cobb. No mais seu tipo, quando ele veio para aquele. No de que ele observou sua, em todo caso.
      Cheia dela mesma, ele pensou como ele comeou a vestir. Atraente suficiente, certamente, mas um daqueles inteligentes, nicas-importadas fmeas que ou irritadas ou o chatearam muito depressa.
      De que ele foi dito dela por Chade, ela era boa na cama, mas completamente muito absorvidas com suas prprias necessidades e quer do lado de fora das folhas.
      Ainda, a menos que ele possa compreender um mais eficiente, mais dirija caminho para os diamantes, ele teria que gastar algum tempo de qualidade com Jack O 'tataraneta da Hara.
      Enquanto isso, ele pensou como ele sacudiu um dedo acima da concha de uma inteligente escala-modelo backhoe, ele pensou que poderia ser tempo para um corao-para-corao com papai velho querido.
      
      
    26.
      
      Existia uma enxaqueca chiando como um guisado quente atrs de seus olhos quando Eve chegada em casa. Ela s conseguiria bater trs locais. Trabalhadores de construo, ela instruda, chamou isto um dia longo na frente de Polis fazer. Ela no conseguiu nada de aqueles que ela conseguiu inspecionar mas a enxaqueca do rudo de ferramentas, as exploses de msica, os telefonemas de trabalhadores todos ecoando em vazio ou prximos-edifcios vazios.
      Adicionado a aquela era a luta de bajular, browbeating ou provedores mendicantes para seu cliente lista. Se ela nunca visitasse outro edifcio-fornecer armazm ou sada nesta vida, ela morreria uma mulher feliz.
      Ela quis um chuveiro, um cochilo de dez minutos e um galo da gua de gelo.
      Desde que ela parou atrs de veculo do Feeney, ela no aborreceu verificar o interno. Roarke seria de cima com ele, no escritrio ou o computador lab, tocando seu e-geek jogos. Desde o gato no terminou para a saudar, ela assumiu que ele era com eles.
      Ela cortou a idia de dez minutos com seus olhos fechados. Ela no podia trazer bastante se para ficar horizontal com outro policial na casa, especialmente se o policial estava no relgio. Estaria muito envergonhando se ela ficasse pego. Ela comprometeu com uns extras dez minutos no chuveiro e pareceu justificada quando a enxaqueca voltada fora para ameaadora.
      Ela negociou no dia  separar queela iria lembrar daquelapara uma Camiseta e cala jeans. Ela pensou sobre ir descalo, mas existia aquele policial-no-fator da casa, e ps nus sempre fizeram ela parecer parcialmente desnuda.
      Ela foi para sapatos de tnis.
      Desde que ela sentiu quase humano novamente, ela parou pelo computador lab a caminho de seu escritrio.
      Roarke e Feeney eram manning estaes individuais. Roarke teve suas mangas fechadas e seu cabelo amarrado atrs, como era seu hbito quando ele povoou em trabalho srio. Pequena-sleeved camisa do Feeney olhou como se ele triturasse isto em uma bola e saltou isto alguns tempos antes de pr isto aquela manh. Tambm exibiu-se seus cotovelos sseos. Ela perguntou-se por que ela achou eles amvel.
      Ela deve estar seriamente cansada.
      Existiam telas em cima com dados que fecham com fecho atravs deles muito depressa para seu olho ler. Os homens lanaram comentrios ou perguntas em um ao outro no geek idioma ela nunca poderia decifrar.
      "Voc sujeitos conseguido qualquer coisa para mim em regular ingls?"
      Eles dois examinados seus ombros em sua direo, e ela era atingia como dois homens que no podiam ter sido mais diferentes em aparecimento podia ter olhares idnticos em seus olhos.
      Uma espcie de nerdy distrao.
      "Fazendo um pouco de headway." Feeney alcanou na bolsa de sugared nozes em seu contador de trabalho. "Voltando uns modos."
      "Voc parece . . . fresco, Tenente," Roarke comentou.
      "Eu no fiz alguns minutos atrs. Agarraram um chuveiro." Ela moveu no quarto como ela estudou as telas. "O que estar correndo?"
      O sorriso do Roarke espalha devagar. "Se ns tentssemos explicar, seus olhos iria cobertura. Este aqui aqui poderia estar um pouco mais direto." Ele gesticulou seu mais ntimo assim ela podia ver a tela de diviso que trabalha com uma fotografia de Tripulao de Judith em um lado e um obscurecer de imagens que corre no outro.
      "Tentando para uma partida de rosto?"
      "Ns descobrimos licena do seu motorista de antes do divrcio," Feeney explicou. "Conseguida outra corrida examinando cuidadosamente l da licena ela usou quando o sujeito de seguro a localizou. Nome diferente, e ela mudou seu cabelo, perdeu peso. O computador est excluindo partidas possveis. Ns estamos movendo daquelas datas adiante."
      "Ento ns estamos usando um morph programa em ainda outra unidade," Roarke continuou. "Procurando por uma partida em que o computador pensa que ela parece com agora."
      "O civil pensa se a imagem foi fechar, ns teramos combinado at agora."
      "Eu fao, sim."
      Feeney encolheu os ombros, nozes mordiscadas. "Lote das pessoas no mundo. Muita mulheres naquele grupo de idade. E ela podia estar vivendo fora de-planeta."
      "Ela podia estar morta," Eve adicionada. "Ou ela podia ter IDing evadido normal. Ela podia ser, cague, vivendo em uma choa da grama em um pouco de uncharted ilha, tecendo tapetes."
      "Ou teve reestruturao facial."
      "Crianas hoje." Feeney estourou uma respirao entristecida. "Nenhuma f."
      "Que tal o filho?"
      "Trabalhando um morph nisto, tambm. Ns batemos um pouco de possibles. Fazendo um secundrio neles. E nosso menino aqui est procurando pelo dinheiro."
      Eve olhada das telas. Os movimentos rpidos estiveram devolvendo a enxaqueca. "Que dinheiro?"
      "Ela vendeu a casa em Ohio," Roarke lembrou a ela. "Leva um pouco de tempo para a determinao, o payoff. O banco ou o agente imobilirio teriam tido que enviar o cheque para ela, ou faa uma e-transferncia por instrues. No nome ela esteve usando no momento, a menos que ela autorize ele para ser paga para outra festa."
      "Voc pode descobrir coisas do gnero? De que h muito tempo?"
      "Se voc for persistente. Ela foi uma mulher cuidadosa. Ela autorizou o cheque de determinao para ser eletronicamente transferida para seu advogado, naquele tempo, ento enviou para outra firma de lei em Tucson."
      "Tucson?"
      "O Arizona, querida."
      "Eu sei onde o Tucson est." Mais ou menos. "Como voc sabe isto?"
      "Eu tenho meus modos."
      Ela estreitou seus olhos quando Feeney olhou no teto. "Voc mentiu, voc subornou e voc quebrou qualquer nmero de leis de isolamento."
      "E isto  o obrigado eu consigo. Ela estava em Tucson, de que eu posso achar, menos que um ms em cedo 2004. Longo suficiente para levantar o cheque, deposita isto em um banco local. Minha suposio educada seria, ela usou aquele ponto e aqueles capitais para mudar identidades uma vez mais, ento movido para outro local."
      "Ns somos reduzir isto. Uma vez que as partidas so completas, ns tomaremos um duro olhar para o bater." Feeney esfregou seu templo. "Eu preciso de uma fratura."
      "Por que voc no afunda, um ter nade, uma cerveja?" Roarke sugeriu. "Ns veremos o que ns entramos outra metade hora."
      "Isto  um plano que eu posso chegar para trs. Voc conseguiu qualquer coisa para ns, criana?"
      Ningum exceto Feeney j a chamou "criana." "Eu educarei voc depois de que voc tomar uns trinta," Eve disse a ele. "Eu preciso instalar algumas coisas em meu escritrio."
      "Encontre voc l ento."
      "Eu podia usar uma cerveja eu mesmo," Eve comentou quando Feeney saiu.
      "Uma fratura parece estar em ordem." Roarke correu uma parte de trs abaixo de dedo de sua mo, ento arrastou isto mais ntimo para mordiscar.
      Ela soube que move.
      "At no comece a cheirar em mim."
      "Muito tarde. O que isto  odor? Por toda parte sua pele?"
      "Eu no sei." Cautelosamente, ela ergueu seu ombro, cheirado nele ela mesma. Cheirado como sabo para ela. "Qualquer estava no chuveiro." Ela deu sua mo um pouco puxo, mas cometeu o engano de olhar de relance ao redor no caso de que Feeney estava ainda perto. O momento de distrao deu a ele a abertura para enganchar um p ao redor sua, ponta ela fora de equilbrio e em seu colo.
      "Jesus, corta isto !"Sua voz era um sussurro feroz e frentico. Na balana de mortificao, sendo pega aconchegada em colo do Roarke bate o topo trs, at acima de sendo pego napping ou descalo por outro policial. "Eu estou no relgio. Feeney est aqui mesmo."
      "Eu no vejo Feeney." Ele j estava aninhando seu modo junto seu pescoo em direo a sua orelha. "E como um consultor de perito, civil, eu sou intitulado para uma fratura recreativa. Eu decidi que eu prefiro atividade de adulto a bebida de adulto." 
      Pequenos demnios de luxria comearam a danar junto sua pele. "Voc no pode nem pensa que eu estou indo para baguna ao redor com voc no computador lab. Feeney podia voltar aqui."
      "Adicione a excitao. Sim, sim." Ele riu como ele beliscou em um lugarseu favorito pessoals debaixo de sua mandbula. "Doente e pervertida. E entretanto eu apostaria Feeney suspeita que ns temos sexo ocasional, ns tomaremos nossa fratura recreativa em outro lugar."
      "Eu tenho trabalhar fazer, Roarke, e . . . Eh! Mos!"
      "Por que, sim, aquelas so realmente minhas mos." Rindo agora, ele em forma de xcara eles debaixo dela e levered fora da cadeira. "Eu quero meu trinta," ele disse, e carted ela em direo ao elevador.
      "O modo que voc est indo, voc ser feito em cinco."
      "Aposta."
      Ela lutou contra uma risada de sua prprio e ps em cima uma ficha luta por sujeio uma mo na abertura do elevador. "Eu no posso s sair e ficar desnudo com Feeney na casa.  muito misterioso. E se ele voltar e"
      "Sabe, eu suspeito Feeney fica desnudo com Sra. Feeney, e isto  provavelmente como eles tiveram seu pequeno Feeneys."
      "Oh meu Deus!" Sua mo tremida, foi mancar, e seu rosto empalidecido consideravelmente. "Isto  s desprezvel, o mais sujo de sujo lutando empurrar aquela em minha cabea."
      Porque ele quis manter seu desequilibrado, ele alcanou atrs dela e digitou no quarto em lugar de usar comando auditivo. "Qualquer trabalhos. Agora voc  muito fraco para me segurar fora de."
      "No conte com isto."
      "Voc lembra a primeira vez que ns fizemos amor?" Ele tocou em seus lbios para sua como ele disse isto, mudando ttica com uma escova gentil.
      "Eu tenho uma memria vaga."
      "Ns montamos em cima no elevador como isto e no pudemos manter nosso tire as mos um ao outro, no podia chegar a um ao outro rpido suficiente. Eu estava louco para voc. Eu quis voc mais que eu quis manter respirao. Eu ainda fao." Ele afundou o beijo como as portas de elevador aberto. "Nunca vai mudar."
      "Eu no quero que ele mude." Ela penteou seus dedos por seu cabelo, empurrando a faixa longe muito tudo to espesso, suave preto deslizou por seus dedos. "Voc  muito condena bom neste." Ela apertou seus lbios para sua garganta. "Mas no bastante boa o suficiente para ter-me fazendo esta com a porta aberta. Feeney podia, sabe, vague em. Eu no posso enfocar."
      "Ns consertaremos isto." Com seu gancho de pernas ao redor sua cintura, seus braos ao redor seu pescoo e seus lbios comeando a deitar uma linha quente acima de sua pele, ele foi para a porta. Ele fechou isto. Bloqueado isto. "Melhor?"
      "Eu no estou certo. Talvez voc devia lembrar a mim como ns fizemos isto a primeira vez que novamente."
      "Eu acredito, se memria serve, foi algo como este." Ele a girado ao redor, interceptao ela entre a parede e seu corpo. E sua boca era febre quente em sua.
      Ela sentiu a necessidade, imediata e primitiva, fatie por ela. Era como sendo partido em duasa mulher ela tem sido antes dele, a mulher ela descobriu com ele.
      Ela podia ser o que ela era, e ele a entendeu. Ela podia ser o que ela se tornou, e ele estimados ela. E o ausente um ao outro, por todas as mudanas, todas as descobertas, nunca enfraqueceram.
      Ela deixa ele a extasiar, e sentiu o poder em rendio. Ele bombeou e inchada dentro dela como ela deslizou abaixo seu corpo. Suas mos eram to ocupado quanto seu, sua boca to impaciente quanto eles arrastaram um ao outro em direo  cama.
      Eles tropearam em cima a plataforma, e lembrando, ela riu. "Ns estvamos com pressa ento, tambm."
      Eles atacaram a cama em um enredo de membros, ento rolados que eles lutaram desnudar-se roupas longe, tomar e devorar. Antes, que primeira vez, tinha estado na escurido. Procurando no escuro e vido e desespero na escurido. Agora eles estavam nos leves que derramadas pelas janelas, pela janela de cu acima da cama, mas o desespero era o mesmo.
      Doeu nela como um ferimento que nunca curaria bastante.
      Ela tem sido uma massa e um labirinto de demandas ento, tambm, ele lembrou. Todo calor e movimento, dirigindo ele em direo a frenesi de forma que ele queimou para empurrar ele mesmo nela e bateu eles ambos em direo a lanou.
      Mas ele quis mais. At ento, ele quis mais sua. E para ela. Ele agarrou suas mos, desenhando seus braos acima de sua cabea, e ela arqueou, apertando centro para centrar at que sua pulsao estava um bater de bateria de selva.
      "Dentro de mim." Seus olhos eram borrados e escuros. "Eu quero voc dentro de mim. Duro. Rpido."
      "Espere." Ele soube o que seria agora, onde eles tomariam um ao outro, e controle era um arame magro e escorregadio. Ele cuffed seus pulsos com uma mo. Se ela o tocasse agora, aquele arame estalaria.
      Mas ele podia a tocar. Deus, ele precisou a tocar, assistir ela, sentir seu corpo juntar e tremer do assaltar de prazer. Sua pele era mida quando ele correu seu livre passar a para baixo. O gemido tremido de seus lbios, ento cortou relaes com um grito rouco como ele usou aqueles dedos inteligentes nela.
      Ele assistiu aqueles blurry olhos cegarem, sentiram o passeio de que ela pulsa nos pulsos que ele segurou e ouviu ela lanar um soluo no ar antes dela ir flexvel. Cera derretida no calor.
      Novamente, era tudo que ele podia pensar como sua boca desceu em sua, feroz e frentica. Novamente e novamente.
      Ento seus braos estavam livres e proibiam ao redor ele, e seus quadris pistoned em cima. Ele era dentro dela  medida que ela exigiu. Duro e rpido.
      Ela soube, com a parte de seu crebro que podia ainda razo, que ele examinou cuidadosamente, ido onde ele podia muito freqentemente mandava a ela. Em algum lugar alm da civilizada e sensata, onde existiam s sensaes abastecidas por necessidades. Ela o quis l com ela, onde controle era impossvel e prazer saturaram ambas as mente e corpo.
      Como sua prprio sistema quivered em direo a aquele ltimo pulo, ela ouviu sua captura de respirao, como se em uma dor. Embrulhando ao redor ele, ela deu a se. "Agora," ela disse, e o puxou com ela.
      ***
      Ela estirou debaixo dele, enrolado e uncurled seus dedes do p. Ela sentiu, Eve descoberta, bonito bem de maldio. "Certa." Ela deu a Roarke um bofeto ruidoso no traseiro. "Terminada da fratura recreativa."
      "Cristo. Cristo Jesus."
      "Vamos, voc teve seu trinta."
      "Eu estou certo que voc est errado. Eu estou certo que eu tenho cinco ou remanescer de seis minutos. E se eu no fizer, eu estou tendo eles de qualquer maneira."
      "Fora de." Ela deu seu alvo outro bofeto, ento um belisco. Quando nem o moveu, ela trocou seu joelho, e em cima.
      "Filho de uma cadela." Isso o moveu. "Se importe a mercadoria."
      "Voc se importa com isto. Eu j usei isto." Ela era esperto suficiente para rolar acima de e longe antes dele poder retaliar. Ela caiu sobre seus ps, fechadas as bolas, atrs para os saltos de sapatos. "Homem, eu sou acelerado."
      Ele ficou onde ele estava, apartamento em suas costas, e de olhos ela. Longa, magra, desnuda, com sua pele que arde da fratura recreativa enrgica.
      "Voc olha isto." Ento ele sorriu, astutamente. "Eu pergunto-me se Feeney estivesse acabado seu nadar."
      A cor drenada fora de suas bochechas. "Oh jeez, oh, cague!" Ela fez um mergulho para suas roupas. "Ele saber. Ele s conhecer, e ento ns teremos que evitar olhar para um ao outro enquanto ns fingimos que ele no saiba. Condene isto."
      Roarke estava rindo como ela salpicada com seu pacote de roupas no banho.
      ***
      Feeney a bate em seu escritrio, e isso fez seu estremecimento. Mas ela andou a passos largos em vivamente e moveu diretamente para sua escrivaninha para instalar arquivos.
      "Onde voc estava?"
      "Somente, ah, voc sabe . . . lidando com umas coisas do par."
      "Eu pensei que voc era ia . . ." Ele diminuiu com um som que ela reconheceu como horror envergonhado no bastante suprimido. Ela podia sentir seu calor de pele e manteve sua ateno treinada em seu computador como se poderia saltar fora da escrivaninha e a agarraria pela garganta.
      "Eu penso que eu legoum" Sua voz rachada um pouco. Ela no repetiu olhar mas ela podia sentir ele olhando freneticamente em torno do quarto. "Tenha algum caf."
      "Bom do caf. Isso seria bom."
      Quando ela o ouviu fuga para a cozinha, ela esfregou ela d seu rosto. "Poderia tambm estar vestindo um sinal," ela murmurou. "'Acabou de ser deitado.'"
      Ela instalar seus discos, sua tbua de caso, ento Roarke atirado um claro maligno quando ele passeou em. "Eu no quero que assisto seu rosto," ela silvou.
      "Qual olhe?"
      "Voc sabe que olha. Enxugue isto."
      Relaxado, divertiu, ele se sentou no canto de sua escrivaninha. Quando Feeney entrou, ele podia ver o rubor de desvanecimento. Feeney passou sem tocar sua garganta, muito deliberadamente, ento fixe o segundo assaltar de caf que ele continuou a escrivaninha. "No atirou voc um," ele disse para Roarke.
      "Est tudo bem. Eu sou bom no momento. Como seu era nadar?"
      "Multa. Boa." Ele esfregou um dar o secante sproings de gengibre e cabelo de prata. "Boa e multa."
      Ele se virou estudar a diretoria.
      Eles no eram um par? Roarke pensou, dois veteranos Polis que vadeou por sangue e loucura. Mas ponha um pouco de sexo na mesa entre eles, e eles so irrequietos como virgens em uma orgia.
      "Eu vou educar voc dois," Eve comeou. "Ento eu trabalharei em meus ngulos enquanto voc trabalha em seu. Voc v o esboo do artista na diretoria, e em tela."
      Ela levantou um ponteiro de laser, apontou isto em direo  tela de parede. "O detetive Yancy fez o Ident, mas no  confiante suficiente nesta retribuio para ns passar por isto para a mdia. Mas eu penso que d a ns algum fundamento. Colorao e estrutura faciais bsicas, em todo caso."
      "Olhares, o que," Feeney perguntou, "alcance de trinta?"
      "Sim. Ainda que filho da Crew gastou a parte melhor de uma fortuna em rosto trabalha e esculpindo, eu no penso que um sujeito em seus anos sessenta vo olhar isto jovens. E a testemunha nunca o pe mais de quarenta. Ns podemos estar procurando por uma conexo de famlia, ou um amigo jovem, protegido. Ns temos que procurar a conexo.  o mais lgico, padro e perfil dados."
      "Sim, e ele abre isto em vez de reduzir isto," Feeney comentou.
      "Ns pegamos uma fratura em estreitar isto."
      A Eve disse a eles sobre a evidncia de rastro, e seu fieldwork para datar tentando achar o local da cena de crime de Cobb.
      " o primeiro rastro que ele  remanescente. Quando ns pregarmos este, ns teremos outro vnculo em direo a identificar este rastejar. Ele escolheu o lugar, ento ele sabe o lugar. Ele soube que ele podia entrar, faa o que ele quis fazer em particular e limpar isto suficiente para ter o crime undetected."
      "Sim." Feeney movimentou a cabea acordo. "Tido que espirrar algum sangue ao redor. Ele limpou, ou existiria um relatrio. Uma tripulao de construo no vai amarrar com correia em cintos de ferramenta com sangue por toda parte o lugar de maldio."
      "Que significa que ele teve que gastar tempo fazendo isso. Novamente em particular. Tido que ter transpo, tido que saber que existia um  mo esvaziar local e acesso ao inflamvel."
      "Provavelmente no lacrou em cima para aquele," Feeney comentou. "Por que aborrea?"
      "No um uso de eficiente de seu tempo," Eve concordou. "Ele vai queimar o corpo e destri qualquer rastro possvel para ele, ou ento ele acreditou. Por que aborrea evitar algum rastro na cena desde que razoavelmente  limpo? Particularmente se ele tivesse algumas razes legtimas por estar l."
      "Podia possuir o lugar, trabalhe ou viva nisto."
      "Podia ser um edifcio ou inspetor de construo," Roarke pe em. "Entretanto se ele for, no teria sido brilhante dele esquecer sobre o fogo sealant."
      "Voc conseguiu os dados que eu pedi, as propriedades sendo construda ou rehabbed naquela rea.  o que voc mandou a mim o tiro inteiro?"
      ", sim. Mas isso no leva em conta uns que esto debaixo da mesa. Trabalhos pequenos," ele explicou. "Uma privada casa ou apartamento onde o dono poderia decidir fazer algum trabalho, ou contrata uma contratante que est disposta a renunciar as licenas e honorrios e livrar-se dos livros."
      A Eve visualizou o mapa de sua investigao de repente riscado com centenas de becos sem sada e desvios. "Eu no me vou preocupar sobre negcios laterais at que ns esvaziemos os uns legtimos. Pegando com isto, eles s vezes no usam gs em locais de construo?"
      "Para alguns dos veculos e mquinas." Roarke movimentou a cabea. "Como  inconveniente para transportar isto de uma das estaes fora da cidade, voc poderia usar um compartimento de armazenamento em-local ou perto. Voc tem uma taxa para pagar por que tambm."
      "Ento ns seguimos aquele, tambm."
      "Burocratas em Licenas e Licenciando vo fazer que voc salta por aros," Feeney lembrou a ela.
      "Eu lidarei com isto."
      "Voc vai precisar pr o brao estes sujeitos, consiga as autorizaes e sortida papelada e outro bullshit. Ns ficamos sortudos com as partidas, voc cortar nisto." Feeney considerou, puxado em seu nariz. "Mas voc conseguiu muito para vadear por de uma forma ou de outra. Eu posso pr meu parar para alguns dias, at que isto seja fechado."
      "Parta?" Ela carranca nele at que ela lembrou de suas frias marcadas. "Defeque. Eu esqueci tudo sobre isto. Quando voc est indo?"
      "Conseguidos mais dois dias no relgio, mas eu posso prestidigitar algumas coisas ao redor."
      Ela era tentada para comear o a estudar nisto. Mas ela compassou isto, levantada fora uma respirao. "Sim, multa, voc faz aquele e sua esposa comer ambos nossos fgados para o caf da manh. Cru."
      "Ela  esposa do policial. Ela sabe como vai." Mas no existia muita condenao atrs de suas palavras.
      "Aposta ela j  empacotada."
      Feeney ofereceu um hangdog sorriso. "Sido maldio empacotada prxima a uma semana agora."
      "Bem, eu no estou enfrentando sua ira. Alm disso, voc j prestidigitou suficiente para dar a mim este muito tempo. Ns podemos lidar com o resto disto."
      Ele olhou de volta na diretoria, como ela fez. "Eu no gosto de deixar um enforcamento de caso."
      "Eu tenho McNab e este sujeito." Ela empurrou um dedo polegar em direo a Roarke. "Se ns no embrulharmos isto antes de voc ter que ir, ns manteremos voc no lao. Distncia longa. Voc pode dar a mim um par mais horas hoje  noite?"
      "Nenhum problema. Olhe, por que eu no volto para isto, veja se eu posso trabalhar algum mgico?"
      "Faa isto. Eu verei se eu posso disputar algumas autorizaes. Certo com voc se ns sumrio aqui amanh, oh-oitocentos?"
      "S se vier com o caf da manh."
      "Eu serei sem parar," Roarke disse a ele, e esperou at que ele estava s com Eve. "Eu posso salvar voc tempo com a fita vermelha. Um pouco de tempo na no registrada, e eu posso ter uma lista de licenas para voc."
      Ela emperrou suas mos em seus bolsos como ela estudou sua tbua de assassinato, como ela olhou para os rostos dos mortos. O equipamento no registrado do Roarke cegaria o unblinking olho de CompuGuard. Ningum saberia que ele cortou em reas asseguradas e beliscadas fora dados com suas mos qualificadas.
      "Eu no posso justificar isto para este. Eu no posso atalho que este s para salvar eu mesmo um pouco de tempo e muita agravao. Seguro do Gannon. Para meu conhecimento ela  a nica que poderia estar em imediato perigo deste sujeito. Eu tocarei isto pelo livro."
      Ele aumentou atrs dela, esfregados seus ombros como eles dois olharam para as imagens de Jacobs e Cobb. Antes de e depois.
      "Quando voc no tocar isto pelo livro, quando voc tomar aquele atalho,  sempre para eles, Eve. Nunca  por voc mesmo."
      "No deveria ser para mim. Ou sobre mim."
      "Se ele no fosse para voc, ou sobre voc, em um pouco de sensao, voc no poderia ir em dia aps dia, enfrentando este e atencioso, dia aps dia. E se voc no fez quem levantaria o padro para as pessoas gostam de Andrea Jacobs e Tina Cobb e levam isto na batalha?"
      "Algum outro policial," ela disse.
      "No existe nenhum outro como voc." Ele apertou seus lbios para o topo de sua cabea. "No existe nenhum outro que entende eles, as vtimas e aqueles que vitimam eles, bastante como voc. Vendo isto, sabendo isto, bem, seja feito um homem honrado fora de mim, no tem isto?"
      Ela girou agora para o olhar diretamente no olho. "Voc fez voc mesmo."
      Ela conheceu que ele pensou sobre sua me, do que ele aprendeu s pouco tempo antes de, e ela soube que ele sofreu. Ela no podia suportar morto do Roarke como ela fez para aqueles de estranhos. Ela no podia ajudar ele achar a justia para a mulher que ele nunca soube existido, para a mulher que o amou e morto na mo brutal de seu prprio pai.
      "Se eu pudesse voltar," ela disse devagar, "se existia um caminho para torcer tempo e voltar, eu faria tudo que eu podia o diminuir e colocar no lugar para que ele fez. Eu desejo que eu pudesse a suportar, para voc."
      "Ns no podemos mudar histria, no ? No para minha me, no por ns mesmos. Se ns pudssemos, voc  o nico neste mundo que eu confiaria com isto. O nico que poderia fazer-me estar de volta e deixo a lei fazer o que a lei faz." Ele localizou seu entalhe abaixo de dedo em seu queixo. "Ento, Tenente, sempre que voc leva um daqueles atalhos, voc devia lembrar de existem aqueles de ns que dependemos de voc que no d traseiro do rato sobre o livro."
      "Talvez no. Mas eu fao. V ajudar Feeney. Consiga-me algo que eu posso usar assim ns podemos fazer ele pagar por que ele fez para eles."
      Ela se sentou s quando ele foi, seu caf esquecido e seu olhou na tbua de assassinato. Ela se viu em cada uma das vtimas. Em Andrea Jacobs, derrubou e abandonado. Em Tina Cobb, roubada de sua prpria identidade e descartada.
      Mas ela veio de volta daquelas coisas. Ela tem sido criada daquelas coisas. No, voc no podia mudar histria, ela pensou. Mas voc podia certo como inferno usa isto.
      
      
    27.
      
      Ela perdeu caminho de tempo quando ela trabalhou s. Eve suposta, se avanou o assunto, ela perdeu caminho de tempo quando ela trabalhou com outros, tambm.
      Mas existia algo calmante sobre se sentar em ou compassando ao redor seu escritrio sozinho, deixando os dados e as especulaes batem ao redor em sua cabea com s a voz suave do computador para a companhia.
      Quando seu 'vnculo buzinado, ela empurrou fora de um metade transe e percebeu a nica luz no quarto era de suas vrias telas.
      "Dallas. O que?"
      "Eh, Tenente." Jovem do McNab, bonito rosto estalado em tela. Ela podia ver a fatia de pizza em sua mo. Inferno, desde que ela podia tudo menos cheira o pepperoni, aconteceu para seu ela faltou jantar. "Voc estava adormecido ou algo?"
      Ela podia sentir sua balana de embarao subindo s porque outro policial teve etiquetado ela quando ela tiver movido fora de. "No, eu no estava adormecido. Eu estou trabalhando."
      "Na escurido?"
      "O que voc quer, McNab?" Ela soube o que ela procurada. Ela quis sua pizza.
      "Certo. Eu ponho em um pouco de OT nos 'vnculos e d e do c." Ele tomou uma mordida de pizza. A Eve era forada a tragar sua prpria saliva. "Lemme diz a voc, estas dink unidades so mais duras que a cara. A memria  para caga, e a banda larga"
      "No caminhe para mim abaixo aquele caminho, McNab. A parte inferior-enfileira isto."
      "Certo. Desculpe."
      Ele lambeuo molho bastardo realmente lambido de seu dedo polegar.
      "Eu cheguei locais em duas das transmisses que ns acreditamos que o assassino enviou Cobb. Um deles combina o local de um abortado trans enviou para a residncia de Gannon e levantado pelo responder programa na noite de assassinato do Jacobs."
      "Onde?"
      "O local que bate ambos  um vnculo pblico em Principal Central. O outro, gerado de um cyber clube o centro da cidade. Oh, e existe um segundo abortado para a residncia de Gannon, dez minutos depois dos primeiros, de outros pblicos trs quarteires de sua residncia."
      Lugares pblicos, acesso pblico. Contas falsas. Cuidadosas, cuidadosas, cuidadosas. "Voc com Peabody?"
      "Sim. Ela est no outro quarto."
      "Por que voc no verifica o clube? Veja se voc pode definir a unidade ele usado. Talvez voc pode nos conseguir uma descrio melhor."
      "Nenhum problema."
      "Ns vamos informar em meu escritrio de casa, oitocentas horas."
      Sua boca poderia ter estado cheia de pizza, mas ela reconheceu um gemido quando ela ouviu um. Serviu para ele direito para comer em seu estmago vazio.
      "Voc consegue qualquer coisa quente, eu quero ouvir imediatamente. No importa que horas so. Isto  bom trabalho nos 'vnculos."
      "Eu sou o mago. Voc sujeitos conseguido algum daquele toucinho real?"
      Ela o corta fora de. Sentando de volta na azul-sombreada escurido, ela pensou sobre diamantes e pizza e assassinato.
      "Tenente."
      "Hmm?"
      "Luzes em, vinte e cinco por cento." At na obscuridade, Roarke assistiu sua piscadela gostar de uma coruja. "Voc precisa comer."
      "McNab teve pizza. Quebrou meu enfoque." Ela esfregou seus olhos cansados. "Onde est Feeney?"
      "Eu mandei a ele casa, no sem uma luta. Sua esposa chamada. Eu penso que ela est entrando em um estado de baixo nvel de pnico que ele vai fazer o que ele sugeriu para voc mais cedo e adiou esta viagem de famlia."
      "Eu no o deixarei. Voc conseguiu qualquer coisa para mim?"
      "A primeira fase de feita da comparao em Tripulao de Judith, quase muito no menino. Uma vez que isto  feito que ns iremos . . ." Ele lembrou quem ele estava conversando com e editado fora o tecno jargo. "Essencialmente, ns cruz-combinar e prover referncia os dois fixa. Se ela mantivesse seu filho com ela at que ele atingiu a maioridadee certamente parece que ela faria assimns devamos ser capazes de localizar aquela partida, ou partidas."
      Ele armou sua cabea nela. "Vai ser pizza para voc, ento?"
      "Eu daria a voc quinhentos crditos para uma fatia de pepperoni pizza."
      Ele zombou. "Por favor, Tenente. Eu no posso ser comprado."
      "Eu darei a voc o favor sexual de sua escolha na oportunidade possvel prxima."
      "Feito."
      "Data barata."
      "Voc no sabe o favor sexual que eu tenho em mente. Voc conseguiu suas autorizaes?" Ele gritou como ele entrou na cozinha.
      "Sim. Jesus, eu tive sapateado at que meus dedes do p cados, mas eu estou conseguindo eles. Locais alfinetados do e McNab em transmisses. Ele e Peabody vo verificar um cyber bater hoje  noite onde se era fechado com fecho para Cobb."
      "Hoje  noite?"
      "Eles so jovens, capazes e com medo de mim."
      "Ento seja eu." Ele a trouxe um plateful de pizza borbulhante e um vidro grande de vinho tinto.
      "Onde est seu?"
      "Eu tive algo com Feeney no lab, e tolamente assumiu que voc tem alimenta voc mesmo."
      "Voc j comeu e voc quietos fixos mim jantar?" Ela escavou em cima pizza, cantadas suas pontas do dedo. "Uau, voc  como meu escravo de corpo."
      "Aqueles papis sero invertidos quando eu colecionar meu pagamento. Eu penso que pode envolver fantasias."
      "Saia." Ela bufou, mordeu na pizza e queimou sua lngua. Era grande. "Ele deu um telefonema para ambos os Cobb e Gannon de um porto em Principal Central. O lugar do chamado Gannon a noite ele matou Jacobsduas vezes, dois locais. A coberta justa sua funda, soa como. Consiga ela respondendo programa em ambos os abortos, confirma o tudo limpo. Examine cuidadosamente."
      Ela lavou abaixo pizza com vinho e soube que Deus estava em Seu cu.
      "Podia ter caminhado de l, isto  como eu teria feito isto. Melhor que um txi. Mais seguro."
      "E o permita a caso o bairro," Roarke adicionou.
      "Ento ele chega l, chega do lado de dentro. Talvez ele  esperto suficiente para fazer um quarto-por-cheque de quarto da casa primeira. No pode ser muito cuidadoso. Ento ele vai de cima iniciar, e antes de voc saber isto, casa-baby-sitter entra. Tudo que se importa, tudo aquela dificuldade, e para que?"
      "Urinou ele."
      Eve movimentada a cabea, bebeu um pouco mais de vinho, considerou a segunda fatia de pizza. Por que o inferno no? "Eu estou pensando, sim. Tido que o irritar. Voc sabe que ele podia ter sado. Ou ele podia ter a debilitado, contida ela. Mas ela arruinou seus planos. Ela se tornou a mosca em sua sopa. Ento ele a matou. Mas ele no estava furioso quando ele fez isto. Controlou, cuidadoso. Mas no to esperto quanto ele pensa. E se ela sabe algo? Ele no tomou aquele pulo em lgica."
      "Ele riscou, coldly, mas no tomou o tempo completamente para tranqilo ele mesmo." Roarke movimentou a cabea. "Ele teve que improvisar. Ns podamos assumir ele no est em seu melhor quando ele no puder escritura o jogo e seguir as sugestes."
      "Sim, eu posso ver dentro de sua cabea, mas ele no est ajudando." Ela lanou a fatia de pizza abaixo e olhada fixamente para a imagem do artista que ela continuou tela. "Se eu tiver estruturado este direito da investigao, eu sei o que ele quer. Eu sei o que ele far para pegar isto. Eu at conheo, se ns estivermos seguindo a mesma lgica, que seu prximo passo seria para seguir Samantha Gannon ou uma de sua famlia. Para amigo em cima com eles se ele calcular vale a pena o tempo e esforo, ameaar, tortura, matana, se ele no for. O que for preciso para conseguir os diamantes ou informaes que levam a eles fora suas."
      "Mas ele no pode chegar a, ou eles."
      "No, eu consegui eles cobertos. E talvez isto  parte do problema. Por que  protelado."
      "Se voc a usar como isca, voc podia o atrair fora."
      Com o vidro de vinho em forma de xcara em sua mo, Eve tipped atrs, fechados seus olhos. "Ela faria isto, tambm. Eu posso ver aquele nela. Ela faria isto porque  um caminho para terminar isto, e porque faz uma boa histria, e porque ela  brava. No estupidamente, mas brava suficiente para ir para este. S como sua vov."
      "Brava suficiente, porque ela confiaria voc para tomar a cuidado com."
      A Eve encolheu os ombros um ombro. "Eu no gosto de usar civis como isca. Eu podia pr um policial em seu lugar. Ns podemos consertar um at olhar suficiente como seu para passar."
      "Ele teria a estudado. Ele poderia ver por isto."
      "Poderia. Inferno, ele poderia at a conhecer. De qualquer maneira, eu sou muito alto. Peabody est o tipo de corpo errado."
      "Um droid podia ser adaptado."
      "Droids s faz o que eles so programados para fazer." E ela nunca completamente confiou mquinas. "A isca precisa poder pensar. Existe outra pessoa que ele poderia ir."
      " Judith Crew."
      "Sim. Se ela estiver ainda viva, ele poderia tentar para ela. Ou o filho. Se nem um deles  uma parte deste, ele poderia empurrar aqueles botes. Existe nenhum outro remanescer de ento, ningum com conhecimento direto do que afundou, e como. Ele no pode nem est certo que eles existem."
      "Coma."
      Distrada, ela olhou abaixo na pizza. Porque estava l, ela levantou isto, mordeu em, mastigou. " uma espcie de fantasia. Agora que eu vejo que ele  mais jovem que eu assumi, faz mais sensao para mim.  uma caa de tesouro. Ele quer eles porque ele sente que ele  intitulado para eles, e porque eles so valiosos, mas tambm porque eles so brilhantes," ela adicionou, pensando sobre Peabody fora das janelas de exibio em Quinta e Quarenta-stimo.
      "Voc me conversou em nadar ao redor aquele recife fora da ilha. Lembre? Voc disse no vestir meu negcio de pendente. No s porque, eh, grandes diamantes gordos podem se perder no oceano, mas porque eu no devia vestir qualquer coisa brilhante l. Barracudas  exagerado em cima quando algo brilhar e cintilar na gua e poder tomar grande grande, mordidas srdidas fora de voc."
      "Ento voc tem um barracuda em uma caa de tesouro."
      Sim, ela gostou de saltar um caso fora de Roarke, Pensou Eve. Voc no teve que dizer a ele qualquer coisa duas vezes, e metade do tempo no teve que dizer a ele a primeira vez.
      "Eu no sei onde isto est me levando, mas deixar isto. Ele quer eles porque ele se sente intitulado, porque eles so valiosos e porque eles so brilhantes. Este diz a mim que ele  deteriorado, avaro e infantil. E queira dizer. O mau do um tiranizar de modo que. Ele no matou s porque era expediente mas porque ele podia. Porque eles eram mais fracos e ele teve a vantagem. Ele machuca Cobb porque existia tempo, e ele estava provavelmente chateado por ela. Isto  como eu o vejo. Eu no sei o que me consegue."
      "Reconhecimento. Mantenha ida."
      "Eu penso que ele est acostumado a conseguir o que ele quer. Tomando isto se no recebe. Talvez ele  roubado antes. Existia provavelmente um caminho mais seguro para conseguir informaes, mas ele escolheu deste modo.  mais excitante para tomar algo que no  seu na escurido que pechincha para ele na luz."
      "Eu certamente costumava achar."
      "Ento voc cresceu."
      "Bem, em meu modo. Existe uma excitao sobre a escurido, Eve. Uma vez que voc experimentou isto,  difcil de resistir."
      "Por que fez voc? Resista."
      "Eu quis qualquer outra coisa. Mais." Ele tomou seu vinho para um gole. "Eu constru meu modo em direo a isto, com o passo ocasional e freqentemente recreativo lateral. Ento eu quis voc. No existe nada no escuro eu podia querer como eu quero voc."
      "Ele no tem ningum. Ele no ama. Ele no quer ningum.  coisas que ele almeja. As coisas brilhantes que cintilam na escurido. Eles so mais brilhantes, Roarke, porque eles j tm sangue neles. E eu penso, eu sou condenar certo, algum daquele sangue corre nele. Eles so mais valiosos para ele, mais importante ele, por causa do sangue."
      Ela rolou seus ombros. "Sim, eu o reconhecerei. Eu o saberei quando eu o vir. Mas nenhum deste consegue me para qualquer mais ntimo para onde ele est."
      "Por que voc no consegue um pouco de resto?"
      Ela agitou sua cabea. "Eu quero olhar para as partidas."
      ***
      Steven Whittier sorveu Conde Cinzento fora de seu favorito vermelho assalta. Ele reivindicou adicionou ao sabor, uma declarao que causou sua esposa, que preferiu usar o Meissen antigo, agir aborrecido. Ainda, ela o amou tantos para seu everyman modos como ela fez para sua fora, confiana e humor.
      A partida entre eleso construtor e a princesa de sociedadeinicialmente confundiram e agitaram sua famlia. Patricia era vinho de vindima e caviar, e Steve era cerveja e cachorros de soja. Mas ela entrincheirou-se seus saltos de sapatos elegantes e ignorou predies medonhas da sua famlia. Trinta e dois anos mais tarde, todo mundo esqueceu aquelas predies exceto Steve e Pat.
      Todo ano em diante seu aniversrio, eles bateram culos para o brinde de "Nunca durar." Depois de que, eles ririam gostam de crianas puxando um acima de em um grupo de adultos.
      Eles construram uma boa vida, e at seu primeiro detractors tinha sido forado a admitir Steve Whittier teve crebros e ambio, e conseguiram usar ambos para fornecer Pat com um estilo de vida que eles podiam aceitar.
      De infncia ele soube o que ele quis fazer. Para criar ou recrear edifcios. Ele quis entrincheirar-se suas razes, como ele nunca poderia fazer como uma criana, e fornea lugares para outros fazer o mesmo.
      Ele tem Construo de Whittier estruturada do cho em cima, por seu prprio suor e desejo, convico inflexvel da sua me neleento do Pat. Nos trinta e trs anos desde que ele comeou com uma tripulao de trs homens e um escritrio mvel fora de seu prprio caminho, ele cimentou sua fundao e adicionou histria depois de histria sobre o edifcio de seu sonho.
      Agora, entretanto ele teve gerentes e capatazes e desenhistas em sua folha de pagamento, ele ainda fez isto um hbito para fechar suas mangas em todo local de trabalho, gastar seu dia que viaja de um at outro ou escavando em levantar suas ferramentas gostarem de qualquer operrio.
      Existia pequeno que o fez mais feliz que o anel e o zumbido de um edifcio sendo criado, ou melhorado.
      Sua s decepo era que Whittier ainda no se tornou Whittier e Filho. Ele ainda teve esperou que iria, entretanto Trevor no teve nenhum interesse em ou talento para o prtico de construir.
      Ele quis acreditarprecisado acreditarque Trevor acomodar-se logo, viria para ver o valor de trabalho honrado. Ele se preocupou sobre o menino.
      Eles no levantaram ele para ser rasos e preguiosos, ou esperar que o mundo deu para ele em uma lmina. At agora, Trevor era exigido para reportar para os escritrios centrais quatro dias por semana, e pr no trabalho de dia em sua escrivaninha.
      Bem, metade de um dia, Steve emendou. De alguma maneira, nunca era mais de metade de um dia.
      No que ele conseguiu qualquer coisa feita naquela quantia de tempo, Steve pensou como ele soprou em seu emitindo fumaa ch. Eles teriam que ter outra conversa sobre isto. O menino era pago um bom salrio, e trabalho de bom dia era esperado. O problema, claro, ou parte disto, era os capitais de confiana e glittery presentes do lado da sua me da famlia. O menino tomou a rota fcil no importa com que freqncia seus pais lutaram o redirecionar.
      Dado demais, muito facilmente, Steve pensou como ele procurou sua guarida confortvel. Mas alguma da falha era seu prprio, Steve admitiu. Ele esperou demais, alfinetado muitos espera em seu filho. Quem conheceu melhor que ele como apavorando e debilitando podia ser para um menino ter sombra do seu pai assomando em todos lugares?
      Pat era certo, ele pensou. Eles deviam de volta fora de um pouco, d a Trevor mais quarto. Poderia significar tirando um clipe das cordas de famlia e o deixando solto. Era duro de pensar sobre fazer isso, de empurrar Trevor fora do ninho e assistindo ele luta cruzar o arame de maioridade sem a lquida que eles sempre forneceriam. Mas se os negcios no eram o que ele quis por ele mesmo, ento ele devia ser cutucado fora disto. Ele no podia continuar simplesmente para registrar o tempo tempo e desenhar pagamento.
      Ainda, ele hesitou em fazer isso. No s por amor, para Deus conheceu, ele amou seu filho, mas fora de teme que o menino simplesmente giraria para suas avs maternas e viveria, todo muito felizmente, fora de seu largesse.
      Sorvendo seu ch, ele estudou o quarto que sua esposa laughingly chamou Caverna do Steve. Ele teve uma escrivaninha l como ele mais freqentemente que no preferido hunker abaixo naquele quarto em lugar do centro da cidade de escritrio grande, areo ou seu prprio bem designado, escritrio bem equipado na casa. Ele gostou das cores fundas deste quarto, e o abastecimento de prateleiras com seus brinquedos de juventudeos caminhes e mquinas e ferramentas ele pediria habitualmente nos aniversrios e Christmastime.
      Ele gostou de suas fotografias, no s de Pat e Trevor, de sua me, mas dele mesmo com suas tripulaes, com seus edifcios, com seus caminhes e mquinas e ferramentas com que ele trabalhou um adulto.
      E ele gostou do quieto. Quando as telas de isolamento estavam nas janelas e as portas eram fechadas, poderia muito bem estar uma caverna em vez de um dos muitos quartos em uma casa de trs nveis.
      Ele olhou de relance no teto, sabendo se ele no subisse para o quarto brevemente, sua esposa rolaria acima de na cama, ache ele ido, ento se arraste at o procurar fora.
      Ele devia subir, sobressalente seu isto. Mas ele despejou um segundo assaltar de ch e demorado no suave leve e quieto. E quase cochilou.
      A cigarra em seu painel de segurana fez ele sacudir. Sua primeira reao era aborrecimento. Mas quando ele piscou seus olhos claros e olhou para a tela de viso, a imagem de seu filho o trouxe uma pressa rpida de prazer.
      Ele ergueu-se fora de sua cadeira de couro largo, um homem de ligeiramente menos que altura mdia, com os incios nus de um potbelly. Seus braos e pernas estavam bem muscled, e duro que tijolo. Seus olhos eram um enfraquecido azul com as webs das linhas que abanam fora deles. Entretanto ele foi pedra cinza, ele ainda teve a maior parte de seu cabelo.
      Ele olhou sua idade, e evitou qualquer pensamento de rosto ou corpo esculpindo. Ele gostou de dizer que ele ganhou as linhas e cabelo cinza honestamente. Uma declarao, ele soube, isso causou seu  moda e filho de mocidade consciente para estremecer.
      Ele sups se ele j seria to bonito quanto Trevor, ele poderia ter sido um pouco mais vo. O menino era um retrato, Steve pensou. Alto e apare, bronzeado e dourado.
      E ele trabalhou nisto, Steve pensou com um pouco puno. O menino gastou uma fortuna em guarda-roupa, em sales e estncias termais e consultores.
      Ele escapou do pensamento como ele alcanou a porta. No fez qualquer bom para cutucar no menino acima de coisas que no importaram. E desde que Trevor raramente visitou, ele no quis deteriorar coisas.
      Ele abriu a porta e sorriu. "Bem, isto  uma surpresa! Entre." Ele deu a Trevor volta trs fceis bate levemente como Trevor o passou e no corredor de entrada.
      "O que voc est fazendo fora este tempo da noite?"
      Deliberadamente, Trevor girou seu pulso para verificar o tempo na me luminosa-de-rosto de prola de sua unidade de pulso. " apenas onze."
      "? Eu estava cochilando em minha guarida." Steve agitou sua cabea. "Sua me j est subir para a cama. Eu irei a conseguir."
      "No, no aborrea." Trevor o acenou fora de. "Voc mudou a segurana novamente."
      "Uma vez que um ms. Melhor seguro que desculpe. Eu darei a voc os novos cdigos." Ele estava para sugerir que eles entrarem na guarida, compartilhe a panela de ch, mas Trevor j estava movendo na sala de estar mais formal. E ajudando ele mesmo do gabinete de bebida alcolica.
      " bom para ver voc. O que voc est fazendo fora e sobre e todo vestido-se bem?"
      A jaqueta casual, no importando etiqueta e preo, era dificilmente que Trevor considerou vestido-se bem. Mas era certamente um aumentar de escolha do seu pai de Camiseta e folgado khakis.
      "Eu acabei de vir de uma festa. Calibre morto." Trevor tomou o snifter de conhaquepelo menos o homem velho proveu bebida alcolica decenterodando isto como ele espreguiou em uma cadeira. "O primo Marcus estava l com sua esposa irritante. Tudo que eles podiam ser conversa e conversa e conversa sobre aquele beb eles fizeram. Como se eles fossem o primeiro a procriar."
      "Novos pais tendem a ser embrulhados." Entretanto ele teria preferido seu ch, Steve despejou um conhaque para ser socivel. "Sua me e eu, ns chateamos as orelhas fora de todo mundo que no podia correr e esconder por meses depois que voc nasceu. Voc far o mesmo quando for sua virada."
      "Eu no penso que existir qualquer perigo daquele como eu no sou o menos pedao interessado em fazer algo que baba e cheira e exige todo minuto de seu tempo."
      Steve continuou a sorrir, entretanto o tom, e sentimento, deixe seus dentes no limite. "Uma vez que voc encontra a mulher certa, voc provavelmente mudar de idia."
      "No existe nenhuma mulher de direito. Mas existem qualquer nmero de tolervel."
      "Eu odeio ouvir voc soar to cnico e duro."
      "Honrado," Trevor corrigiu. "Eu vivo no mundo como ."
      Steve alarga um suspiro. "Talvez voc precisa comear. Deve ser querido para ser que voc veio por hoje  noite. Eu estava pensando de voc antes de voc fazer. Sobre onde voc est indo com sua vida, e por que."
      Trevor encolheu os ombros. "Voc nunca entendeu ou aprovou de minha vida porque no reflete seu. Steve Whittier, homem das pessoas, que construiu ele mesmo de nada. Literalmente. Sabe, voc devia vender sua histria vitalcia. Olhe o quo bem a mulher de Gannon fez com suas memrias de famlia."
      Steve anotar seu snifter, e pela primeira vez que desde que Trevor entrou, existia uma extremidade de advertncia em seu tom. "Ningum  para saber sobre qualquer disto. Eu fiz aquele claro para voc, Trevor. Eu disse a voc porque eu senti que voc teve um direito de conhecer, e que se, de alguma maneira, por aquela publicao do livro a conexo era feita para sua av, para mim, para voc, voc seria preparado.  uma parte vergonhosa de nossa histria de famlia, dolorosa para sua av. E para mim."
      "Dificilmente afeta Vov. Ela est fora dele noventa por cento do tempo." Trevor circulou um dedo em sua orelha.
      A raiva genuna trouxe um rubor vermelho para rosto do Steve. "Eu j no quero ouvir voc no fazer sua condio. Ou encolher os ombros fora de tudo que ela fez para me manter seguro e inteiro. Voc no estaria aqui, swilling conhaque e irnico, se ele no fosse para ela."
      "Ou ele." Trevor propenso sua cabea. "Ele teve uma parte em fazer voc, afinal."
      "Biologia no faz um pai. Eu expliquei para voc o que ele era. Um ladro e um assassino."
      "Um bem sucedido, at o Gannons. Aparea agora." Trevor trocou, se debruou adiante, o conhaque snifter em forma de xcara entre seus joelhos. "Voc no o acha fascinante, pelo menos? Ele era um homem que fez suas prprias regras, vividas sua vida sozinho condies e tomou o que ele procurado."
      "Tomou o que ele procurado, no importa o que ele custo qualquer outro. Que muito aterrorizou minha me que ela gastou anos que corre dele. At depois que ele morreu na priso, ela continuou examinando seu ombro. Eu sei, qualquer que seja os doutores dizem, eu sei que era ele e todos aqueles anos de medo e se preocupa que fiz seu mal."
      "Enfrente isto, Papai,  um defeito mental, e muito provvel gentico. Voc ou eu podamos ser prximos. Melhores viver isto em cima antes de ns acabar babando em alguns glorificaram asilo."
      "Ela  sua av, e voc mostrar a respeito por ela."
      "Mas no para ele? Sangue do sangue, no ? Diga a mim sobre ele." Ele povoou de volta novamente.
      "Eu disse a vocs tudo que voc precisa conhecer."
      "Voc disse que voc manteve mudana de lugar de lugar. Alguns meses, um ano, e voc seria parar de trabalhar novamente. Ele deve ter contactado ela, ou voc. Venha para ver voc. Caso contrrio por que ela continuaria correndo?"
      "Ele sempre nos achou. At que eles o pegaram, ele sempre nos achou. Eu no soube que ele foi pego, no at meses posteriormente. Eu no soube que ele morreu para mais que um ano. Ela tentou me proteger, mas eu era curioso. As crianas curiosas tm um modo de achar coisas."
      Eles somente no fazem? Trevor pensou. "Voc deve ter perguntar-se sobre os diamantes."
      "Por que devia eu?"
      "Seu ltimo grande trabalho? Por favor, voc deve ter perguntar-se, e sendo uma criana curiosa . . ."
      "Eu no pensei sobre eles. Eu s pensei sobre como ele fez ela sentir. Como ele fez-me sentir a ltima vez que eu o vi."
      "Quando era isto?"
      "Ele veio para nossa casa em Columbus. Ns tivemos uma casa boa l, um bairro bom. Eu tinha muito prazer em. E ele veio, tarde de noite. Eu soube quando eu ouvi voz da minha me, e seu, eu soube que ns teramos que partir. Eu tive um direito de amigo da casa ao lado. Deus, eu no posso lembrar de seu nome. Eu pensei que ele era o melhor amigo que eu j teria, e que eu nunca o veria novamente. E bem, eu no fiz."
      Grite-hoo, Trevor pensou em desgosto, mas ele manteve sua luz de tom e amigvel. "No era fcil para voc, ou Vov. O quo velha era voc?"
      "Sete, eu penso. Mais ou menos sete.  difcil de estar certo. Uma das coisas minha me fez para esconder ns fui mudar minha data de aniversrio. Nomes diferentes, um ano ou dois adicionaram ou levado em nossas idades. Eu era quase dezoito quando ns presos com Whittier. Ele tem estado morto por anos, e eu disse a ela que eu precisei ficar uma pessoa agora. Eu precisei comear minha vida. Ento ns mantivemos isto, e eu sei que ela se se preocupei doente por causa disto."
      Morcego velho paranico, Trevor pensou. "Por que voc supe que ele veio para ver voc em seguida? Isso no teria sido em torno do tempo do heist? Os diamantes?"
      "Mantendo abas em mim, atormentando ela. Eu posso ainda ouvir ele dizendo a ela que ele podia a achar onde quer que ela correu, que ele podia me levar dela sempre que ele procurado. Eu posso ainda ouvir ela chorando."
      "Mas vir ento." Trevor empurrou. "De todos os tempos. Podia ter dificilmente sido uma coincidncia. Ele deve ter querido algo. Dito voc algo, ou disse a ela."
      "Por que este assunto?"
      Ele conspirou isto fora cuidadosamente. S porque ele achou seu pai tolo no significou que ele no conheceu como o homem trabalhado. "Eu dei este muito pensamento desde que voc primeiro disse a mim. Eu no quero dizer discutir com voc, mas eu suponho est chateado mim para perceber, neste momento em minha vida, o que est em meu sangue."
      "Ele no est nada para voc. Nada para ns."
      "Isto s no  verdade, Papai." Tristemente, Trevor agitou sua cabea. "Voc j no quis tapar o crculo? Por voc mesmo, e para ela? Para sua me? Existem ainda milhes de dlares daqueles diamantes l fora, e ele teve eles. Seu pai teve eles."
      "Eles conseguiram quase todos eles atrs."
      "Quase? Um quarto cheio nunca era recuperava. Se ns pudssemos coisas de pedao de volta junto, se ns pudssemos achar eles, ns podamos fechar aquele crculo. Ns podamos trabalhar um caminho para devolver a eles, por este escritoreste Samantha Gannon."
      "Ache os diamantes, depois de mais de cinqenta anos?" Steve teria rido, mas Trevor era to srio, e ele prprio muito tocou em que seu filho pensaria sobre concluso que crculo. "Eu no vejo como isto  possvel."
      "Voc no  a pessoa que diz a mim constantemente que possvel de qualquer coisa se voc estiver disposto a trabalho para isto? Isto  algo que eu quero fazer. Eu sinto fortemente sobre isto. Eu preciso de voc para ajudar-me pr isto atrs junto. Para lembrar exatamente o que aconteceu a ltima vez que ele veio para ver voc, lembrar exatamente o que aconteceu a seguir. Ele j contactou voc da priso? Voc ou minha av? Ele j deu a voc qualquer coisa, manda a voc qualquer coisa, diz a voc qualquer coisa?"
      "Steve?"
      Steve examinou como ele ouviu voz da sua esposa. "Deixe seja colocado no lugar este no momento," ele quietamente disse. "Sua me sabe tudo sobre este, mas eu no gosto de prolongar isto. Abaixo aqui, Pat. Visitado do Trevor."
      "Trevor? Oh, eu serei completamente."
      "Ns precisamos conversar sobre este," Trevor insistiu.
      "Ns iremos." Steve deu a seu filho um aceno com a cabea e sorriso de um aprovar. "Ns iremos, e eu tentarei lembrar de qualquer coisa que podemos ajudar. Eu orgulho-me de voc, Trevor, orgulhoso de voc para pensar sobre tentar achar um caminho para fazer direito de coisas. Eu no sei se pode ser, mas sabendo que voc queira tentar significa o mundo para mim. Eu tenho vergonha eu nunca pensamento dele eu mesmo. Que eu nunca pensei alm de pondo isso tudo longe e comeando fresco em vez de limpar a lousa."
      Trevor manteve seu aborrecimento atrs de uma mscara agradvel como ele ouviu sua me apressando no andar de baixo. "Eu no posso pensar sobre muitas outras por semanas."
      ***
      Ele deixou uma hora mais tarde e passeado junto no calor vaporoso em lugar de aclamar um txi. Ele podia contar com seu pai para alinhar-se detalhes. Steve Whittier era inferno em detalhes. Mas a visita j deu a ele seu prximo movimento. Ele tocaria neto preocupado o muito prximo dia e iria ver sua av na caixa tola.
      ***
      Sobre o tempo Trevor Whittier estava cruzando o parque, Eve abafou um bocejo. Ela quis outro golpe de caf, mas soube que significaria conseguindo por Roarke. Ele teve um hbito de saber quando seu traseiro estava arrastando antes dela fazer.
      "Trs potentials na mulher, duas vezes aquela na criana." Ela arranhou seu escalpo, duro, conseguir a mudana de sangue.
      "Se ns descontarmos o resto das primeiras-partidas de nvel."
      "Eu estou descontando eles. O computador gosta destes escolhe, ento ns vamos com eles. Vamos partir o homem de criana agora. Veja se qualquer coisa parecer bom."
      Ela atirou aquelas seis imagens em tela e comeou a esquadrinhar os dados presos. "Bem, bem, lookie aqui. Steven James Whittier, Endereo do leste Lateral. Possua e corra sua prpria companhia de edifcio. Isto  um bom estala para mim."
      "Eu o sei."
      Ela nitidamente procurou. "Voc conhece este sujeito?"
      "Principalmente naquela sensao profissional vaga, entretanto eu encontrei sua esposa vrios tempos em vrias funes de caridade. Sua companhia tem um slido rep, e ento faz ele. Colarinho azul ele, encontra sangue azul ela. Ele faz bom trabalho."
      "Verifique as listas dos locais de trabalho que voc ficou mais cedo. Vamos ver se Whittier fosse pego qualquer coisa entrando ou ao redor Cidade de Alfabeto."
      Roarke educou o arquivo, ento debruada atrs em sua cadeira. "Eu devia aprender a no questionar seus instintos."
      "Reabitao em edifcio de Avenida B. De cinco histrias, trs sees." Ela enrrugou seus lbios, fez som de um estalar. "Mais que suficiente para tomar um olhar mais ntimo. Veja l, ele pegou um filho. Um filho, Trevor, envelhea vinte e nove. Vamos conseguir aquela imagem."
      Roarke fez o tech, e eles estudaram rosto junto do Trevor Whittier. "No como perto do artista prestando como eu gostaria de, mas ele no  um busto total. Vamos ver o que mais ns podemos descobrir sobre Trevor."
      "Voc no pode fazer qualquer coisa sobre ele hoje  noite.  quase um de manh. A menos que voc pense que voc pode construir um caso forte suficiente com este examinar cuidadosamente e concha ele em cima e em uma gaiola, voc est indo para a cama. Eu fixarei o computador para juntar dados enquanto voc tem alguns sono de horas."
      "Eu podia ir o despertar, discuta ele." Ela considerou. "Mas que s seria por diverso. E daria a ele uma chance de lamento para um advogado. Pode esperar." Ela empurrou para seus ps.
      "At manh. Ns verificaremos este local de trabalho, veja se ns podemos pregar isto para o rastro de corpo do Cobb. Eu preciso abordar Whittier e achar sua me, entreviste ela, tambm. Eles poderiam estar em este. Este Trevor sente o melhor para mim. Mais esperto esperar para o partir at que eu tenha isso tudo alinhar-se."
      "Enquanto ele alinha-se, voc deitar-se."
      Ela teria discutido, mas seus olhos estavam comeando a pulsar. "Cavalo, cavalo, cavalo. Eu s contactarei o time e direi a eles que ns vamos informar s setecentos em vez de oito."
      "Voc pode fazer isto de manh.  mais fcil, e mais humanitrio."
      "Sim, mas  mais diverso para fazer isto agora," ela protestou como ele tomou sua mo e a puxou fora do quarto. "Deste modo eu chego a despertar eles assim eles tm que trabalhar em voltar dormir. O outro modo, eu s consigo eles fora da cama um pouco cedo."
      "Voc  um mdio um, Tenente."
      "Sim. Ento?"
      
      
    28.
      
      Enquanto ela dormiu isso tudo brincada em sua cabea. Pai para filho, assassinato e cobia, sangue que cintila em pedras cintilantes. Existiam legados que voc no podia escapar, no importa o quo rpido ou a que distncia voc correu.
      Ela podia se ver, uma criana, sem me para pnico ou protegia. Ningum a esconder ou permanece como uma proteo. Ela podia se verque ela podia sempre se vers em um quarto gelado com a luz lavou vermelho do sinal maldito, piscando, piscando do edifcio ao lado.
      Ela podia saborear seu medo quando ele entrou, to brilhante, sabor metlico. Como se existia j sangue em sua garganta. Sangue quente contra o frio.
      As crianas no deviam temer seus pais. Ela soube isto agora, em um pouco de parte de seu crebro inquieto, ela soube isto. Mas a criana soube nada alm de medo.
      Existiu ningum para o parar, ningum lutar por ela quando sua mo cortou fora gostou de uma serpente. Ningum a proteger quando ele rasgou nela, criticado severamente ela. Existe ningum para ouvir ela gritar, implorar ele para parar.
      No novamente, no novamente. Por favor, por favor, no novamente.
      Ela teve ningum para correr para quando o osso em seu brao estalou como um ramo quebrado debaixo de um p descuidado. Ela teve s se, e a faca.
      Ela podia sentir o sangue que inunda acima de suas mos, seu rosto, e o modo seu corpo empurrou quando ela cortou aquela lmina em sua carne. Ela podia se ver smeared com isto, coberto com isto, gotejando com isto, como um animal na matana. E at em sono, ela soube a loucura daquele animal, a falta absoluta de humanidade.
      Os sons ela fez era vil. At depois que ele estava morto, os sons ela fez era vil.
      Ela lutou, picando, picando, picando.
      "Volte. Oh Deus, beb, volte."
      Pnico e proteo. Algum ouvir, ajudar. Pela loucura de memria, ela ouviu voz do Roarke, cheiroso ele e enrolou-se apertado nos braos que ele embrulhou ao redor ela.
      "No pode." No podia escapar disto. Existia tanto sangue.
      "Ns estamos aqui. Ns somos ambos aqui mesmo. Eu tenho voc." Ele apertou seus lbios para seu cabelo, sua bochecha. "Deixe isto ir, Eve. Deixe isto ir agora."
      "Eu estou frio. Eu estou to frio."
      Ele esfregou seu a d de volta, seus braos, muito com medo de deixar seu at pelo tempo que levaria para levantar para um cobertor. "Segure sobre mim."
      Ele a ergueu em seu colo, balanando ela como ele iria uma criana. E os tremores que racked seu gradualmente aliviado. Ela respirando afianado.
      "Eu sou certo." Ela deixa sua cabea cair limply em seu ombro. "Desculpe." Mas quando ele no soltou sua ala, quando ele continuou a balanar, ela fechou seus olhos, tentados mover no conforto que ele precisou de tanto como ela.
      Ainda, ela viu o que ela tem sido, o que ela fez. O que ela se tornou naquele quarto horrvel em Dallas. Roarke podia ver isto. Ele viveu isto com ela por seus pesadelos.
      Escavando contra ele, ela olhou fixamente fora no escuro novamente e perguntou-se se ela pudesse agentar a vergonha se qualquer outro pegasse um vislumbre de como Eve Dallas veio para ser.
      ***
      Peabody amou instrues especficas em casa escritrio da Eve. Porm srios os negcios, existia sempre uma atmosfera informal quando voc adicionou comida. E um caf da manh no encontrando s significou caf real, mas ovos reais, carne real e toda maneira de massas pegajosas, aucarado.
      E ela podia justificar as calorias extras porque era combustvel do trabalho relacionado. Existia, em sua opinio, nenhum lado ruim para a situao atual.
      Eles eram todos carregados emFeeney, McNab, Trueheart, Baxter, Dallas, at Roarke. E menino, oh menino, um olhar para Roarke de manh era como um sacudir delicioso para o sistema como o caf preto forte adocicado com honrado-para-acar de Deus.
      Era dificilmente uma maravilha o tenente era to esbelto. Ela teve que queimar totalmente as calorias s olhando para ele. Considerando isto, Peabody pegou umas fatias do par extra de toucinho e calculou que ela poderia perder peso durante a instruo especfica.
      Era um negcio satisfatrio.
      "Atualizaes esto em seus pacotes," Eve comeou, e Peabody dividiu sua ateno entre seu prato e sua parceira.
      A Eve apoiou-se no canto de sua escrivaninha, caf em uma mo, ponteiro de laser no outro. "Feeney e nosso civil fizeram alguns progredirem ontem  noite, como fizeram McNab. McNab, d o time seus dados."
      Ele teve que tragar, rpido e duro, um bocado de dinamarqus. "Senhor. Minha rea lida com os 'vnculos e d e c  de ambos os vics."
      Ele examinou isto, definindo locais de transmisso, com considervel comp-jock cdigo. O jargo, e as perguntas e comentrios Feeney o lanou na mesma linguagem deu tempo de Eve para terminar seu caf e contemplar outra xcara.
      "Voc lega explorador aquela locais esta manh," Eve pe em quando existia uma calmaria pequena. "Com estas imagens. Tela Uma. Isto  Steven Whittier. Os dados atuais nos leva a acreditar em que ele  o filho de Alex Crew. Em Tela Duas voc v Trevor Whittier, filho de Steven Whittier e provvel o neto de Crew. Dados acumulados dados e o perfil, ele ajusta. Steven Whittier  o fundador e dono atual de Construo de Whittier."
      "Isto  um bom pequeno estala," Baxter comentou.
      "Grandes e mais altos que ns determinamos Construo de Whittier  a contratante em um importante reabitao trabalho, fundamentando Avenida B. A companhia  licenciada para quatro instalaes de armazenamento de gasolina. Nenhuma das outras partidas potenciais tm tantos vnculos como isto. Os estados de dados oficiais do Steven Whittier seu pai  falecido. Sua me . . ."
      Ela divide a tela e educou a imagem de uma mulher conhecida como Golpes de Janine Whittier. "Atualmente residindo em Jardins de Lazer, uma aposentadoria e se importar instalao em Ilha Longa, onde Whittier snior tem uma segunda casa. Ela est no grupo de idade certa, tem o perfil de direito racial e combina o computador morphs."
      "Ns traremos para dentro o Whittiers entrevistar, Tenente?" Peabody perguntou.
      "No neste momento. Ns temos circunstancial e suposio.  bom circunstancial e suposio, mas no  suficiente empurrar o PA para uma autorizao. No  suficiente prender muito menos condenado. Ento ns conseguimos mais."
      "Trueheart e eu podemos tomar as imagens, lance em um par mais e mostra a eles para a garonete. Ela escolhe um destes sujeitos," Baxter disse, "ns temos mais."
      "Faa isto. McNab, ache-me algum nas fontes de transmisso que lembra de ver um ou ambos destes homens. Feeney, eu preciso de voc para cavar de volta. Se Janine e Steven Whittier foram por outros nomes prvios para este, eu quero eles."
      "Voc conseguir eles," ele disse a ela, e escavou em cima um bocado de ovos.
      "Peabody e eu encabearemos para este local de trabalho primeiro, combine o rastro e faa um varrer. Se Cobb fosse morto l, existir sangue. Eu quero testemunhas, eu quero evidncia fsica. Ns fechamos isto, ento ns prendemos eles. Roarke, eu estou contando com sua segurana para manter Samantha Gannon e sua famlia segura debaixo de embrulhar at que ns preguemos isto."
      " feito."
      "Senhor." Como qualquer aluno bem disciplinado, Trueheart levantou sua mo. "O detetive Baxter e eu podamos ir pelo hotel e mostrava a Sra. Gannon as imagens. Ela poderia reconhecer um ou ambos destes homens. Nesse caso, podia dar a ns outro vnculo."
      "Isto  bom pensando, Trueheart. Faa o legwork. Vamos construir este caso apertado." Ela olhou de relance em direo  diretoria, e as vtimas. "Nenhum outro vai morrer acima de um grupo de fucking pedras."
      Quando o time comeou a dispersar, Roarke correu uma ponta do dedo ao longo ombro da Eve. "Um momento, Tenente?"
      "Metade de um momento." Com sua mente em encaixar pontos da investigao, ela arrastou atrs dele em seu escritrio.
      Ele fechou a porta, ento, cupping suas mos debaixo de seus cotovelos, erguida ela para os dedes do p de suas botas e tomou sua boca em um beijo pequeno e aquecido.
      "Jeez!" Ela ficou para trs para o apartamento de seus ps com uma pancada. "O que est errado com voc?"
      "Tido que conseguir aquele fora de meu sistema. Algo sobre assistir que voc toma comando s me consegue comeado."
      "Assistindo grama cresce consegue que voc comeou." Ela girou em direo  porta, mas ele bateu uma mo nisto. "A obstruo de palavras de anel da justia um sino?"
      "Vrios. E entretanto um turno rpido de obstruo poderia estar entretendo, no  disso que eu tive em mente. Eu tenho algumas coisas para lidar com esta manh, mas algum do dia pode ser embaralhado ao redor."
      "Se Feeney quer que voc a bordo do e-trabalha, isto est entre voc e ele."
      "Ele tem seus dentes nisto agora. Eu no imagino que ele precisa de mim para mastigar pelo resto. Mas voc poderia me querer junto quando voc falar com Steven Whittier."
      "Por que?"
      "Porque ele me sabe. E de que eu sei dele, ele no podia ter tido uma parte em que era feita para aquelas mulheres. No conscientemente."
      "Pessoas podem fazer muitas coisas que esto fora de carter quando eles forem cegados por pedras brilhantes, brilhante."
      "Concordou. Outra razo voc poderia me querer junto. Eu sei um pouco sobre aquele tipo de coisa." Ele desenhou a cadeia de debaixo de sua camisa muito o diamante de lgrima que ele uma vez daria seu faiscado entre eles, "eu conheci pessoas que mataram para eles. Eu saberei se ele tem. Eles so coisas justa para voc. Voc veste este para mim. Isto  seu s estima para voc."
      Ele sorriu um pouco como ele deslizou isto debaixo de sua camisa novamente. "Se eu desse a voc um naco de quartzo, significaria o mesmo."
      "Ele pode no ter feito ele para os diamantes, no diretamente, mas proteger ele mesmo e sua famlia. Samantha Gannon sabe coisas sobre ele que no esto no livro. As coisas ningum fora daquele grupo formou um metade sculo atrs conhece. Quem ele , que ele vem de. As pessoas matam isto, tambm."
      "Isto  linha de pensar o que causou seu pesadelo?"
      "Eu no sei. Talvez esta linha de pensar que terminou disto. Na superfcie, Construdo do Whittier um bem, vida decente. Mas  freqentemente o que est debaixo da superfcie que dirige pessoas. Ele tem muito para perder se terminar paraque seu pai era, o que ele fez, que Steven Whittier  uma inveno."
      " disso que voc pensa?" Ele a tocou, uma mo para sua bochecha, um plido de bochecha de uma noite inquieta. "Porque o nome recebia para ele no caminho em vez de no princpio, no  real?"
      "No  o que eu penso,  o que ele pensa que importa."
      Agora ele emoldurou seu rosto. "Voc sabe quem voc , Eve."
      "A maior parte do tempo." Ela ergueu uma mo, deitou isto em seu pulso. "Voc quer vir junto por causa do pesadelo. Voc j resolveria isto que eu estava fazendo correlaes comigo mesmo neste. Eu no negarei que eu tenha, mas ele no entra o modo do trabalho."
      "Eu no pensei que iria."
      "Eu pensarei sobre isto. Eu contactarei voc e informarei." Ela girou em direo  porta, ento atrs. "Obrigado."
      "Voc  bem-vindo."
      ***
      O fundamentar Avenida B era uma beleza. Ou como ela era informada pelo capataz de trabalho cooperativo, os trs edifcios sendo transformado em um multipurpose complexo era uma beleza. O tijolo velho j tinha sido blasted limpar de porcaria e fuligem e pichao muito a cor ardeu muted rosa.
      Ela duvidou que duraria longo.
      As linhas eram limpas e diretamente, com a beleza na simplicidade de forma.
      "Maldio envergonha o modo que era deixado vai" era opinio do capataz Hinkey como ele caminhou para eles dentro da entrada do meio construindo. "Useta  apartamentos e tais, e as estruturas bsicas levantadas. Mas, jeemaneze, voc shoulda visto os intestinos do lugar. Rasgado cagar e atrs. Wood apodrecidos fora, deformao de chos, examinando fora do freaking Gela Idade. Voc teve seu rachado drywall e seu busted janelas. Algumas pessoas no acabaram de conseguir nenhum respeito para edifcios, sabe?"
      "No ache. Voc fecha o lugar abaixo apertado quando a tripulao no est aqui?"
      "Condene diretamente. Voc conseguiu seus vndalos e seus saqueadores e seus dormentes de calada, seu assholes procurando por um lugar para atarraxar ao redor ou negcio." Ele agitou sua cabea, adornado com um Whittier empoeirado gimme bon. "Ns conseguimos muito equipamento aqui, no mencionar o material. SteveSr. Whittierele no restringe em segurana. Ele corre uma operao de classe."
      Ela no soube sobre classe, mas ela soube sobre barulho. Dentro de existia bastante isto.
      "Lote do espao," ela comentou.
      "Cinco chos, trs edifcios. Voc ficou redondo mais ou menos dezoito mil praa, no contando rooftop rea. V ser uma mistura de residencial e negcios. Mantendo tantas das estruturas e caractersticas originais ns podemos salvar, e ns instalaremos novo onde ns no podemos, mantendo o estilo original."
      "Sim. Este muito espao, trs edifcios, existe muitos modos dentro e fora. Muito para cobrir."
      "Ns conseguimos um sistema de segurana central, e auxlios individuais em cada edifcio."
      "Quem pegaram os cdigos?"
      "Ah, isso seria Steve, eu mesmo, encabece carpinteiro, capataz assistente e a companhia de segurana."
      "Voc pode dar aqueles nomes para meu parceiro. Ns gostaramos de procurar."
      "Voc indo qualquer mais distante que isto, voc precisa ter seu chapu e culos de proteo duros. Isto  a lei."
      "Nenhum problema." A Eve tomou o chapu de construo de canrio amarelo e os culos de segurana. "Voc pode me mostrar onde voc usou a chama sealant?"
      "Condene prximo todo o subflooring tem estado fechado hermeticamente." Ele arranhou seu queixo. "Voc quer, ns podemos comear aqui, trabalhe nossa passagem. Mas eu estou dizendo a voc, ningum coulda entrou aqui depois de horas."
      " meu trabalho para verificar isto, Hinkey."
      "Precise fazer o que voc tem." Ele empurrou um dedo polegar e comeou a ventar seu modo ao redor equipamento. "Este aqui o espao comercial. Provavelmente arrenda isto para um restaurante. Este aqui cho tem estado fechado hermeticamente. Tido que rasgar fora que era remanescente do original. Instalado do novo solo ainda, apenas do sub e selo."
      A Eve tirou o scanner de seu kit de campo e correu um padro para rastro de sangue. Medindo o tamanho do edifcio, o tempo levaria para esquadrinhar cada rea de solo, ela endireitou dela abaixa.
      "Voc pode me fazer um favor, Hinkey? Que tal voc consegue que algum tome meu parceiro pelo prximo edifcio enquanto voc e eu vamos por este aqui? Ns bateremos o terceiro depois disto. Salve ns todos algum tempo e dificuldade."
      "Qualquer que voc quer." Ele tomou uns de dois modos fora de seu cinto. "Yo, Carmine. Precise de voc cho um, construindo dois."
      Eles dividiram em times, e Eve movida de rea at rea no andar trreo. Depois de uma enquanto ela podia, para a maior parte, afinar fora o barulho. O zumbido e girando, o chupar de compressores e a beijoca de armas de fogo areas.
      As vozes da tripulao entraram uma variedade de acentos. Brooklyn e Rainhas, hispnicos e rua dana swing. Ela filtrou isto, junto com a msica cada seo selecionou como melodias de fundo. Pedra de lixo, pas de estanho, salsa, batida.
      Porque ele estava dando seu tempo e nenhuma luta, ela escutou Hinkey est correndo comentrio no progresso de trabalho e detalhes com metade de uma orelha.
      Ele falou sem parar sobre controles de clima, inspees, eltricas e sistemas de filtro, paredes, ornamentos, trabalho, examinando. Seu crebro era emperrado com ele quando eles batem o segundo andar.
      Ele queixou em aproximadamente janelas, emoldurando, parado pelo caminho mastigar fora um operrio e consultar com outro membro de tripulao em culos. Deu Eve espera que ela escaparia o de, mas ele a alcanou antes dela fazer isto para o terceiro nvel.
      "Apartamentos em cima aqui. D a pessoas um lugar decente para viver. O fato , minha filha est casando prxima fonte. Ela e o sujeito, eles j concorreram a esta unidade aqui mesmo."
      A Eve olhou de relance ao longo da tempo de ver ele olhar um pouco confundiu e sentimental. "Ser bom para eles, eu acho. E eu sei o lugar  construdo bem. Slido." Ele rapped uma mo na parede. "Nenhum daquele palito-e-cola cagam alguns destes lugares usam quando eles bofeto um destes edifcios velhos atrs juntos. Steve, ele toma orgulho."
      "Voc trabalhou para ele longo?"
      "Dezessete anos este outubro. Ele no no  nenhuma mosca-de noite. Saiba seus edifcios, tambm. Trabalhos lado a lado com voc em um rudo."
      Ela achou algumas gotas de sangue, descontou isto como ela teve em outras reas. No suficiente. E voc pe um grupo das pessoas junto com um grupo de ferramentas, um pouco sangue iria derramar.
      "Ele gasta muito tempo em diante este trabalho?"
      "Oh sim. Grandes ns tivemos. Trabalhado seu traseiro fora de conseguir esta oferta, e ele  por aqui todo dia."
      Ele caminhou com ela fora da unidade, corredor abaixo formado por studded paredes.
      "Que tal seu filho?"
      "Que tal ele?"
      "Ele pe a tempo?"
      Hinkey bufou zombeteiramente, ento pegou ele mesmo. "Trabalhos no escritrio."
      A Eve pausou. "Voc no gosta dele muito."
      "No para mim dizer, de uma forma ou de outra." Hinkey ergueu um ombro corpulento. "Eu s direi que ele no assemelha-se a seu homem velho, no que eu vejo."
      "Ento ele no vem a si."
      "Estado aqui algumas vezes, talvez. No toma muito interesse. O terno-e-amarra tipo, sabe?"
      "Sim, eu sei." Ela andou acima de uma pilha de um pouco de tipo de produto de madeira. "Ele teria os cdigos de acesso?"
      "No veja por que ele iria."
      "Mande seja filho."
      Hinkey  encolher os ombros era sua resposta.
      Suas orelhas estavam tocando, sua cabea batendo quando eles batem o quarto andar. Ela decidiu que ela pediria protetores de orelha se ela soubesse o quo ruim conseguiria. Pareceu sua que as ferramentas foram gritar nivelam aqui. Ela de olhos, com algum respeito, uma serra grande, dentuda administra por um homem que olhou pesar em s cem apartamento de libras.
      Ela deu isto uma cabina larga, sacudido no scanner.
      E bata o veio de me.
      "O que o fuck  queimplora perdo."
      " um inferno de muito sangue, Hinkey." Ela correu o scanner acima do cho, revelando um padro azul claro ao longo do cho, espirrada na parede. "Um de seus homens cortam um apndice com que viu em cima aqui?"
      "Jesus Cristo, no. Tenente, eu no vejo como isso podia ser sangue."
      Mas ela podia. Da mesma maneira que ela podia ver a sujeira de que parando o corredor. Onde Tina Cobb tentou rastejar.
      Ele caminhou por isto, ela notou, agachando abaixo para um olhar melhor. Ele deixou algumas impresses, e isso no era  mo?
      To tido Cobb, ela viu. Handprints, sangrou. Tentado se puxar em cima a parede, usou isto para suporte e apertou sua mo l, l.
      Ele tomou seu tempo com ela, Eve estava certa disto. Ele deixou ela rastejar, manque, tropece o comprimento inteiro do quarto-corredor de andar antes dele entregar o golpe fatal.
      "No pode ser sangue." Hinkey olhou fixamente para o azul, agitando sua cabea lentamente do lado lateral. "Ns teramos visto isto. Jeezopetes, voc couldn 'ta faltou isto."
      "Eu preciso desta rea passada sem tocar. Eu preciso perguntar a voc para conseguir sua tripulao fora deste edifcio. Isto  uma cena de crime." Ela tirou seu Comunicador. "Peabody? Eu a achei. Quarto andar."
      "Eu tenho tenho que . . . eu preciso chamar o chefe."
      "Voc faz isto, Hinkey. Diga a ele para estar disponvel, em sua casa, em uma hora." Eve girada para ele, sentiu um pang de condolncia como ela viu o horror em seus olhos. "Consiga sua tripulao fora deste edifcio e chame Whittier. Eu quero conversar com ele."
      ***
      Em debaixo de uma hora, o barulho de construo tinha sido substitudo por barulho de policial. Entretanto ela no teve muita esperana de levantar mais evidential rastro, ela teve um time de varredores espalham ao longo do edifcio. Uma unidade da cena de crime tomou imagens da mo- e pegadas, e com seu tech rastros do sangue de magia microscpicos extrado para partida de DNA.
      Ela j combinaria a impresso digital de ndice na parede para as impresses em arquivo para Tina Cobb.
      "Eu conheo que voc vai dizer que  policial justo trabalha, Dallas, s passo por passo investigao, mas  s com falta de milagroso ns podamos pregar esta cena."
      Peabody estudou os padres de sangue, corajosamente azuis debaixo dos scanners fixam em trips.
      "Outras poucas semanas, talvez dias, eles teriam fixado o cho, cobertas as paredes. Ele escolheu um bem localizar para este."
      "Ningum para a ver, oua ela," Eve declarada. "Fcil suficiente para a conseguir do lado de dentro, dzias de razes ele podia ter usado. Existe bastante tubo para a arma de assassinato, tarps embrulhar seu corpo em transportar isto. Ele conseguiria o gs primeiro. Tenha aquele no veculo de transferncia. Ele entrou aqui, ele podia acessar o gs. Ns seguiremos l em cima. Existir registros do que  armazenado ou comprado pelo Whittier considera."
      "Eu embarcarei nisto."
      "Faa isto a caminho. Vamos ir ver Whittier."
      ***
      Ela no o quis na cena, no ainda. Ela quis que isto primeiro contactar em sua casa, onde um homem se pareceu mais confortvel. E onde um homem, culpado ou inocente, tendido a parecer mais intranqilo quando confrontado com um distintivo.
      Ela no o quis cercado por seus empregados e amigos.
      Ele abriu a porta ele mesmo, e ela viu uma noite acordada em diante seu rosto que era colocado em camadas ao longo de agora com que poderia ter sido choque e preocupao.
      Ele estendeu uma mo para ela em que ela tomou como os modos automticos de um homem levantado para ser corteses. "Tenente Dallas? Steve Whittier. Eu no sei o que pensar, o que dizer. Eu no estou tomando este. Hinkey pensa que existir sido um pouco de engano, e eu sou propenso para concordar. Eu gostaria de descer para o local e"
      "Eu no posso permitir isto, neste momento. Ns podemos entrar?"
      "O que? Oh, sim. Desculpe. Com licena. Ah . . ." Ele gesticulou, andou de volta. "Ns devamos nos sentar." Ele esfregou um dar seu rosto. "Em algum lugar. Aqui, eu penso. Minha esposa est fora, mas eu espero que ela de volta logo. Eu no quero que ela entre neste. Eu prefiro tentar dizer seu . . . Bem."
      Ele caminhou para eles em sua guarida, resistidas suas mos para cadeiras. "Voc gostaria de algo? Algo para beber?"
      "No. Sr. Whittier, eu vou registrar esta entrevista. E eu vou dar a voc seu direitos."
      "Meu . . ." Ele afundou em uma cadeira. "D-me um minuto, no ? Eu suspeito de um ser em algo? Eu . . . devia Fazer eu precisar de um advogado?"
      "Voc tem um direito de um advogado ou um representante em qualquer hora durante este processo. O que eu quero ser para conseguir uma declarao de voc, Sr. Whittier. Para perguntar a voc algumas perguntas." Ela fixa um registrador em viso clara na mesa e recitou o Miranda revisado. "Voc entende seu direitos e obrigaes neste assunto?"
      "Sim, eu acho que eu faa. Isto  sobre tudo que eu entendo."
      "Voc pode dizer a mim onde voc estava na noite de setembro dcimo sexto?"
      "Eu no sei. Provavelmente aqui em casa. Eu preciso verificar meu livro."
      Ele ergueu-se para ir para a escrivaninha para um macio e lustroso pequeno calendrio de dia. "Bem, eu estou errado sobre isto. Pat e eu jantamos fora com amigos. Eu lembro agora. Ns nos encontramos em aproximadamente sete e trinta na Sereia.  um lugar de frutos do mar em Primeira Avenida entre Setenta-primeira e -segunda. Ns tivemos bebidas primeiros, ento tomaram a mesa mais ou menos oito. No chegou em casa at ao redor meia-noite."
      "Os nomes das pessoas com que voc era?"
      "James e Keira Sutherland."
      "E depois de meia-noite?"
      "Eu sinto muito?"
      "Depois de meia-noite, Sr. Whittier, o que voc fez?"
      "Ns fomos para a cama. Minha esposa e eu fomos para a cama." Ele esvaziou quando ele disse isto, e a expresso lembrou a ela de embarao do Feeney quando ele percebeu o que ela e Roarke tinham sido at em sua fratura recreativa.
      Ela deduziu Whittier e esposa favoreceram em alguma recreao antes de dormem.
      "Que tal a noite de setembro dcimo quarto?"
      "Eu no entendo isto." Ele murmurou isto, mas verificou seu livro. "Eu no tenho nada. Uma quinta-feira, uma quinta-feira," ele disse, fechando seus olhos. "Eu penso que ns estvamos em casa, mas eu teria que pedir a Pat. Ela lembra destas coisas melhores que eu fao. Ns tendemos a ficar para casa a maioria das noites.  muito quente para sair."
      Ele era um cordeiro, ela pensou, inocente como um cordeiro, da mesma maneira que ele tem estado s sete. Ela teria apostado o banco nisto. "Voc sabe uma Tina Cobb?"
      "Eu no penso que . . . o nome est um pouco familiar daquelas coisas que voc pensa que voc ouviu em algum lugar. Eu sinto muito. Tenente Dallas, se voc pudesse acabava de dizer a mim o que est continuando, exatamente o que  . . ." Ele diminuiu.
      Serra de Eve em seu rosto o minuto o nome clicado para ele. E vendo isto, ela soube que ela tem sido direito em apostar o banco. Este homem no teve nenhuma parte em espirrar o sangue da menina.
      "Oh meu Jesus doce. A menina que era queimada, queimados no lote alguns quarteires do local. Voc est aqui sobre ela."
      Eve alcanada em sua bolsa, da mesma maneira que o sino tocou na porta. Roarke, ela pensou. Ela fez a escolha certa em contactar ele afinal. No ajudar ela determinar envolvimento do Whittier, mas dar ao homem algum familiar no quarto quando ela o empurrou sobre seu filho.
      "Meu parceiro conseguir a porta," ela disse, e tomou fotografia da Tina fora da bolsa. "Voc reconhece esta mulher, Sr. Whittier?"
      "Deus, sim, oh Deus. Dos relatrios de mdia. Eu a vi nos relatrios. Ela era dificilmente mais que uma criana. Voc pensa que ela foi morta em meu edifcio, mas eu no entendo. Ela era achada queimada para a morte naquele lote."
      "Ela no foi morta l."
      "Voc no pode esperar que eu acreditar em ningum em minha tripulao teria uma parte em algo como este." Ele olhou de relance em cima, confuso atropelando seu rosto como ele chegou a seus ps. "Roarke?"
      "Steve."
      "Roarke  um consultor de civil nesta investigao," Eve explicada. "Voc tem alguma objeo para sua presena aqui neste momento?"
      "No. Eu no fao"
      "Quem tem os cdigos de segurana para sua fundamentando Avenida B?"
      "Ah. Deus." Steve apertou uma mo para sua cabea um momento. "Eu tenho eles, e a companhia de segurana, claro. Hinkey, ah . . . no pode diretamente pensar. Natal, Mais alegre. Isso devia ser isto."
      "Sua esposa?"
      "Pat?" Ele sorriu fraco. "No. Nenhum ponto nisto."
      "Seu filho?"
      "No." Mas seus olhos foram em branco. "No. Trevor no trabalha em locais."
      "Mas ele tem estado para aquele edifcio?"
      "Sim. Eu no gosto da implicao aqui, Tenente. Eu no gosto disto mesmo."
      "Seu filho est ciente que seu av era Alex Crew?"
      Toda ona de cor drenada de bochechas do Steve. "Eu acredito em eu assim advogado agora."
      "Isto  sua escolha." Permanecendo como proteja, Pensou Eve. Instinto. Um pai protegendo seu filho. "Mais difcil de manter certos fatos fora da mdia uma vez que os advogados entram nisto, claro. Difcil de manter sua conexo para Alex Crew e eventos que aconteceram cinqenta anos atrs fora do fluxo pblico. Eu assumo que voc preferiria se certos detalhes de seu soldado permanecido passado, Sr. Whittier."
      "O que este tem que fazer com Alex Crew?"
      "O que voc faria para manter seu soldado de ascendncia, Sr. Whittier?"
      "Quase qualquer coisa. Quase. O fato disto, o medo de arruinou sade da minha me. Se isto  exposto, poderia a matar."
      "Exposto de livro do Samantha Gannon bastante."
      "No fez a conexo. E minha me no sabe sobre o livro. Eu posso controlar, um pouco, o que ela ouve sobre. Ela precisa ser protegida daquelas memrias, Tenente. Ela nunca est machucada ningum, e ela no merece ser exibio colocada. Ela no est bem."
      "Eu no tenho nenhuma inteno de fazer isto. Eu no quero ter que falar com ela, forar ela a falar comigo sobre qualquer deste."
      "Voc quer proteger sua me," Roarke quietamente disse. "Como ela protegeu voc. Mas existem preos para ser pago, Steve, da mesma maneira que ela pagou a eles em seu dia. Voc ter que falar para ela."
      "O que eu posso dizer a voc? Pelo amor de Deus, eu era uma criana a ltima vez que eu o vi. Ele morreu na priso. Ele no est nada a ver comigo, com alguns de ns. Ns fizemos esta vida."
      "Os diamantes pagaram por isto?" A Eve perguntou-se, e sua cabea estaladas ao redor, plancie de insulto em seu rosto.
      "Eles no fizeram. Ainda que eu soubesse onde eles estavam, eu no teria tocado neles. Eu no usei nada seu, no queira nada seu."
      "Seu filho sabe sobre eles."
      "Isso no o faz um assassino! Isso no significa que ele mataria alguma menina pobre. Voc est conversando sobre meu filho."
      "Ele podia ter acesso conseguido aos cdigos de segurana?"
      "Eu no dei a ele os cdigos. Voc est me pedindo para implicar meu filho. Minha criana."
      "Eu estou perguntando a voc pela verdade. Eu estou perguntando a voc para ajudar-me fechar a porta que seu pai abriu todos aqueles anos atrs."
      "Feche o crculo," Steve murmurou e enterrou seu rosto em suas mos. "Deus. Deus."
      "Que Alex Crew trouxe voc aquela noite? O que ele trouxe para a casa em Columbus?"
      "O que?" Com um metade risada, Steve agitou sua cabea. "Um brinquedo. S um brinquedo." Ele gesticulou para as prateleiras, e os brinquedos antigos. "Ele deu a mim uma balana-modelo escavadora. Eu no quis isto. Eu tinha medo dele, mas eu tomei isto porque eu era mais medo de no . Ento ele mandou a mim de cima. Eu no conheo o que ele disse para minha me nos prximos minutos, diferente de suas ameaas habituais. Eu sei que eu ouvi ela chorando por uma hora depois que ele partiu. Ento ns estvamos lotando."
      "Voc ainda tem o brinquedo?"
      "Eu mantenho ele para lembrar a mim o que ele era, o que eu superei graas a sacrifcios da minha me. Irnica realmente. Uma escavadora. Eu gosto de pensar que eu arrasei e enterrei o passado." Ele examinou as prateleiras, ento, frowning, rosa. "Devia estar aqui. Eu no posso lembrar de mover isto. Estranho."
      Brinquedos antigos, Eve meditou enquanto Whittier procurou. Gannon est ex tido brinquedos antigos em seu escritrio e uma cpia de avano do livro.
      "Seu filho coleciona este tipo de coisa, tambm?"
      "Sim,  aquela coisa Trevor e eu compartilhados. Ele est mais interessado em valores do coletor, mais srio sobre ele que eu daquele ponto de vista. No est aqui."
      Ele girou, seu rosto era folha-branco agora e pareceu ter cado em ele mesmo. "No quer dizer nada. Eu devo ter extraviado isto.  s um brinquedo."
      
      
    29.
      
      "Podia ter sido movido?" A Eve estudou as prateleiras. Ela teve um vago tipo de idia que escavadora parecida com. Seu conhecimento de mquinas era mais finamente afinado para estilo urbano. O maxibuses que arrotou de cima abaixo as avenidas, o airjacks que despedaou as ruas nos tempos de lugares mais inconvenientes no mximo inconvenientes, o falar sem parar rua-limpeza unidades, o clanking recycler caminhes.
      Mas ela reconheceu modelos de caminhes de pickup e furges de servio antiquado, e um trator vermelho brilhante, no diferentemente da que ela viu em tia do fazenda do Roarke recentemente.
      Existiam rplicas de brinquedo de veculos de emergncia que eram boxier, clunkier para seu olho que o que fecharam com fecho em torno das ruas ou esquis de Nova York. E vrias vultosas trucklike coisas com conchas ou lminas dentudas ou tubos volumosos presos.
      Ela no viu como Whittier podia estar certo qual estava faltando, ou qual era onde. Para seu olho, no existia nenhuma rima ou razo para a coleo, mas um grupo de pequenos veculos com rodas ou asas ou ambas as de pedras juntos como se esperando por um semforo virar verde.
      Mas ele era um sujeito, e sua experincia com Roarke disse a ela um sujeito soube seus brinquedos muito bem.
      "Eu no movi isto. Eu lembraria." Steve estava procurando as prateleiras agora, tocando vrios veculos ou mquinas, fugindo algum junto. "Eu no posso pensar por que minha esposa iria qualquer um, ou a empregada."
      "Voc tem algum deste tipo de coisa em outro lugar nas premissas?" A Eve perguntou a ele.
      "Sim, alguns pedaos aqui e l, e a coleo principal de cima em meu escritrio, mas . . ."
      "Por que voc no d uma olhada? Peabody, voc podia dar a Sr. Whittier uma mo?"
      "Certo. Meus irmos tm alguns brinquedos de modelo," Peabody comeou como ela levou Steve fora do quarto. "Nada como o que voc tem aqui."
      A Eve esperou at que suas vozes tiveram enfraquecido. "Quanto este tipo  de negcio no valor de?" Ela acenou seu dedo polegar em direo s prateleiras como ela girou para Roarke.
      "Est um pouco fora de meu ambiente, mas antigo, nostlgico, colees de novidade de qualquer tipo tm valor." Ele levantou um caminho pequeno, corpulento, giradas as rodas. A teoria da sorriso rpida Eve confirmada que tais assuntos eram realmente coisas de sujeito. "E a condio dos pedaos adiciona a isto. Estes so todo principais, de que eu posso ver. Voc est pensando que o brinquedo tem sido erguido."
      "Possibilidade forte."
      Ele anotar o caminho mas no lanou isto at que ele empurrou isto suavemente de um lado para outro. "Se Trevor Whittier roubou isto de seu pai, se os diamantes realmente eram escondidos dentro delee isto  onde voc est encabeando?"
      "Cabealho passado. Eu estou l. Eu no penso que voc devia estar tocando com aqueles," ela adicionou quando ele agarrou o trator.
      Ele fez um som que poderia ter sido decepo ou embarao aprazvel, ento pego seu entrega seus bolsos. "Ento por que matana? Por que arrombe casa da Samantha? Por que no est brindando sua boa fortuna na Belize?"
      "Quem diz que ele sabe que eles estejam l?" Ela assistiu Roarke erguer uma sobrancelha. "Olhe para seu perfil. Ele est um oportunista preguioso, egocntrico. Eu estou apostando se Whittier faz um cheque de sua coleo, ele achar vrios dos pedaos melhores faltando. Estpido bastardo poderia acabou de vender eles, e os diamantes junto com eles."
      Ela vagou de cima abaixo as prateleiras, esquadrinhando os brinquedos. "Samantha Gannon  ex tem uma coleo."
      "Ele agora?" Roarke movimentou a cabea. "No , realmente?"
      "Sim. No to extenso quanto isto, pelo menos no a coleo eu vi em seu escritrio. Ponha Trevor Whittier junto com o ex." Ela pe as pontas de seus dedos de ndice junto. "Ponto de interesse, brinquedos e jogos antigos. Gannon  ex teve uma cpia de avano do livro, e poderia muito bem conversou sobre isto."
      "Intersees," Roarke disse com um aceno com a cabea. "Realmente  um pequeno pequeno mundo, no ? Os ex pedaos de compras de filho do Whittier, ou pelo menos o conhece, socializa talvez, aes este interesse. Por causa disto, ele menciona o livro, debate isto. A av da Samantha possuiu uma loja de antiguidades. Eu acredito em que ela ainda faa. Outro tipo de interseo, outra linha comum que poderia ter iniciado uma conversao."
      "No valor de verificando. Eu quero que uns todos-assinala em Trevor Whittier. Eu quero o varrer em cima e em Entrevista, e eu quero uma autorizao de maldio para procurar seu lugar. Todos que vo tomar algum rapidamente conversando." Ela carranca em direo  entrada. "O que voc pensa? Whittier manter quieto, ou ele tentar advertir Trevor que ns estamos procurando o por?"
      "Eu penso que ele tentar cooperar. Isso seria seu primeiro instinto. Faa a coisa certa. Ele no considerar, ou acredite, seu filho  um assassino. No estar em seu mbito. Em dificuldade, sim, em falta de ajuda. Mas nem um assassino de sangue frio. Se ele comear pensar naquela direo, eu no sei o que ele poderia fazer."
      "Ento vamos o manter ocupado desde que ns podemos."
      ***
      Ela chamou Baxter e Trueheart em lidar com Whittier. Eles o acompanhariam para seus escritrios do centro da cidade, onde ele manteve alguns pedaos de sua coleo.
      "Eu preciso de voc para esperar pela esposa," Eve dirigiu Baxter. "Mantenha ela com voc. Eu no quero qualquer um deles para ter a oportunidade para contactar o filho. Vamos manter ele fora desta mistura desde que ns podemos. Ns temos alguma sorte, e ns o levantamos antes dele saber que ns estejamos procurando o por."
      "Quanto tempo voc quer eles embrulhados?"
      "Tente me conseguir umas horas do par. Eu preciso conseguir uma autorizao para Whittier jnior  lugar, e eu quero chegar a Chade Dix. Eu vou enviar uns uniformes do par fora para Ilha Longa, onde me do Whittier est vivendo. S para ser seguro." 
      "Ns protelaremos. Talvez ele vamos tocar com o caminho de bombeiro."
      "O que  com sujeitos e pequenos caminhes?"
      "Vamos, voc teve suas bonecas e festas de ch." Um homem menos teria encolhido debaixo dela murchando olhar fixo. "Certo, talvez no."
      "Mantenha eles embrulhados," Eve ordenou como ela comeou. "Se comear desvendar, eu quero ouvir sobre isto."
      "Sim, sim. Eu aposto esta ventosa tem uma sirena de trabalho."
      A Eve ouviu o alto-lanado grito dele como ela passou no vestbulo. "Desculpe meu idiota associar, Sr. Whittier. Ns apreciamos sua cooperao."
      " bom. Eu quero isto endireitado." Ele administrou um sorriso. "Eu s irei e . . ." Ele gesticulou em direo a sua guarida. "Eu s terei certeza que o detetive no fazer . . ."
      "V em frente. Voc est esperando pela esposa," Eve disse em uma meia-voz para Trueheart. "Se o filho acontece por, mantenha ele aqui, contacte-me."
      "Sim, senhor."
      "Peabody, comigo."
      "Nenhum lugar eu prefiro ser." Peabody olhou de relance em Roarke. "Voc vindo conosco?"
      "Eu duvido que o tenente tem usar para mim no momento."
      "Eu provavelmente chegarei ao redor para voc."
      "Minha esperana eternamente pula."
      Ela pausou na calada. "Se voc quiser ficar disponvel, eu informarei quando ns tivermos Trevor em custdia."
      "Eu aprecio isto. Enquanto isso, eu podia fazer um pouco procura no meio de coletores conhecidos e via se um pedao ajustando a descrio tem estado no mercado nos ltimos meses."
      "Isso cobriria alguns funda. Aprecie isto. Vamos conseguir o chefe para lisonjear uma autorizao para ns. Eu quero conversar com Chade Dix. Provando uma conexo l adiciona uns tribunais para a gaiola."
      Roarke ergueu queixo da Eve com sua moum gesto que teve ela estremecendo, e Peabody vagando discretamente longe. "Voc  muito de ao-importado em este aqui, Tenente."
      "Nenhum comovedor no trabalho," ela murmurou e cutucou sua mo de lado. "E eu sou sempre de ao-importado."
      "No. Existem tempos que voc corre em intestinos e veste voc mesmo fora emocionalmente, fisicamente."
      "Todo caso  diferente. Este aqui  pelas fases. A menos que Trevor seja figurado isso tudo fora at agora, ele no  uma ameaa particular para ningum. Ns teremos seus pais debaixo de mantas, e eu estou enviando uns uniformes para manter abas no lugar da av. Ns temos Gannon protegeu. Aqueles so seus objetivos mais bvios. Eu no estou lidando com perguntar-se que um pouco de psicsico vai matar prximo. Ponha um pouco mais de ar em meus pulmes, sabe?"
      "Eu fao." Apesar de sua advertncia antiga, ele a tocou novamente, roadura um dedo polegar ao longo das sombras debaixo de seus olhos. "Mas voc podia ainda usar um boa noite  sono."
      "Ento eu terei que fechar isto assim eu posso conseguir um." Ela enganchada seus dedos polegares em seus bolsos dianteiros, suspirados fortemente porque ela soube que o divertiria. "V em frente, recupera- isto. S faz isto rpido e nenhuma lngua permitida."
      Ele riu, como ela esperou, ento debruado at dar seu um beijo muito puro. "Aceitvel?"
      "Dificilmente at no valor disto." E o rpido cintile em seu olho teve seu batendo uma mo em seu trax. "Salve isto, camarada. Volte trabalhar. Compre uma rea metropolitana grande ou algo."
      "Eu verei o que eu posso fazer."
      Em sinal da Eve, Peabody aumentou para o carro. "Deve realmente instalar voc, tendo um homem olha assim para voc o modo que ele faz todo dia."
      "Pelo menos ele no me mantm fora das ruas." Ela deslizou em, bateu sua porta. "Vamos cozinhar isto bastardo e talvez ns enlatamos ambos chegarmos em casa na hora certa para uma mudana."
      ***
      Trevor detestou visitar sua av. O conceito de idade e enfermidade o repugnaram. Existiam modos, afinal, bater de volta os piores sintomas do processo de envelhecimento. O rosto e corpo esculpindo, tratamentos de mocidade, transplantes de rgo.
      Olhando velho era, para sua mente, um produto de preguia ou pobreza. Qualquer um era inaceitvel.
      A enfermidade era algo para ser evitada a todo custo. A maioria de doenas fsicas eram temporrias e facilmente retificadas. Se teve simplesmente que tomar cuidado adequado. A doena mental era nada alm de um embarao algum para associar com o paciente.
      Ele considerou sua av um auto-luntico indulgente, demais amimalhado por seu pai. Nesse caso muito tempo e dinheiro no eram perdidos fazendo seus confortveis em seu louco pequeno mundo, ela endireitaria em cima depressa suficiente. Ele soube muito bem ele quantias de custo enormes de dinheirosua herana paraa manter na caixa tola afiada dourada, pagar por sua moradia, sua comida, ela se importa, seu meds, seus assistentes.
      Urinado longe, ele pensou, como ele dirigiu seu novo Jetstream de dois assentos 3000 na instalao de estacionamento subterrneo no resto casa. O morcego velho louco podia facilmente viver outros quarenta anos, babando sua herana, qual era legalmente sua, longe.
      Estava enfurecendo.
      O anexo sentimental do seu pai para ela era igualmente muito. Ela podia ter sido vista, decentemente suficiente, em uma instalao menos, ou at um projeto estatal. Ele pagou impostos, no , subsidiar aqueles tipo de instalaes? Qual era o ponto de no usar eles desde que ele estava pagando o nariz para eles em todo caso?
      Ela no saberia a diferena de maldio. E quando ele estava em carga das cordas de bolsa, ela condena bem seria movido.
      Ele tirou uma caixa de floricultor branco do tronco. Ele tomaria suas as rosas, toque o jogo. Valeria a pena seu tempo e o investimento nas flores ela esqueceria dez minutos depois que ele deu a eles para ela, se ela soubesse qualquer coisa. Se por um pouco de milagre ela lembrou de saber qualquer coisa.
      Valia a pena um tiro. Desde o homem velho pareceu no para saber nada, talvez sua me velha louca teve um pouco de chumbo enterrado em seu fogged crebro.
      Ele tomou o elevador, nvel de salo de entrada, engrenando ele mesmo em cima para a apresentao. Quando ele andou fora de, ele vestiu um agradvel, ligeiramente expresso preocupada, apresentando a imagem de um homem jovem bonito pagando um trabalho afetuoso solicita a um parente envelhecido e doente.
      Ele moveu para a escrivaninha de segurana, fixando a caixa de flores no contador muito o nome do upscale cidade floricultor podia ser lido pelo recepcionista. "Eu gostaria de ver minha av, Janine Whittier? Eu sou Trevor. Eu no chamei adiante como  uma visita de impulso. Eu estava passando o do floricultor e eu pensamos sobre Vov e quanta ela ama rosas rosas. Prxima coisa eu soube que eu estava comprando uma dzia de e indo para aqui. Isso tudo direito, no ?"
      "Claro!" A mulher irradiada nele. "Isto  to doce. Eu estou certo que ela amar as flores quase tanto como ela amar ver seu neto. S deixe-me educar seu horrio e certificar-me que ela  clara para visita hoje."
      "Eu sei que ela tenha bons dias e dias ruins. Eu espero que isto  um bom."
      "Bem, eu vejo aqui que ela tem sido verificada no segundo-andar quarto comum. Isto  um bom sinal. Se eu pudesse s claro voc por." Ela gesticulou em direo ao prato da palma.
      "Oh, certo. Claro." Ele deitou sua mo nisto, esperado enquanto verificou sua identificao e sua liberao. Precaues de Rudculo, ele pensou. Quem em inferno quereria arrombar casa das pessoas velhas? Era o tipo de coisa que adicionou vrios mil por ano para a aba.
      "Voc est a, Sr. Whittier. Eu s esquadrinharei estes." Ela correu um handheld acima das rosas para verificar o contedo, ento gesticulou. "Voc pode tomar a escadaria principal para o segundo andar, ou o elevador se voc preferir. A rea comum ser  esquerda, corredor abaixo. Voc pode falar com um dos assistentes a trabalho. Eu estou enviando em cima sua liberao agora."
      "Obrigado. Isto  um lugar adorvel.  tal conforto para conhecer Vov est estando to bem cuidada de."
      Ele tomou os degraus. Ele viu outros, levando flores ou presentes embrulhados em jornal colorido. O pessoal vestiu o que ele assumiu era cor-codificado uniformes, todo em acalmar pastis. Nesta rea irrestrita, pacientes vagados, s ou com assistentes. Pelas janelas largas, ensolarado ele podia ver os jardins extensos abaixo, com os caminhos sinuosos onde mais pacientes, assistentes, visitas passeadas.
      O espantou, continuamente, aquelas pessoas trabalhariam em tal lugar, qualquer que seja o salrio. E que aqueles que no era pagos para estar aqui visitar, voluntariamente, em qualquer tipo de base regular.
      Ele prprio no tinha sido dentro do lugar por quase um ano e sinceramente esperava que esta visita seria a ltima exigida dele.
      Como ele olhou de relance nos rostos ele passou por que ele teve um momento  sacudir que ele no reconheceria sua av. Ele devia ter refrescado sua memria antes da viagem fora, um olhar para tomado algumas fotografias.
      O velho todo olhou o mesmo para ele. Eles todos pareceram condenados. Mais, eles todos pareceram inteis.
      Uma mulher estando que tem rodas por alcanada com um clawlike mo para pegar na tira que arrasta da caixa do floricultor.
      "Eu amo flores. Eu amo flores." Sua voz era um tubo que buzina fora de um rosto seco que fez Trevor pensar sobre uma ma secada. "Obrigado, Johnnie! Eu amo voc, Johnnie!"
      "Agora, Tiffany." O assistente, um esperto-olhando morena, se debruou acima da cadeira motorizada, bateu levemente a mulher antiga no ombro. "Este homem agradvel no  seu Johnnie. Seu Johnnie era s aqui ontem, lembre?"
      "Eu posso ter as flores." Ela olhou em cima esperanosamente, sua mo ssea como um gancho na tira.
      Trevor teve que batalhar de volta um tremor, e ele trocou prevenir aquela hideously mo manchada de fazer contato com qualquer parte dele. "Eles so para minha av." At como rosa de blis em sua garganta, ele sorriu. "Uma senhora muito especial. Mas . . ." Debaixo da contente e aprovando olho do assistente, ele abriu a caixa, tirou um nico rosa rosebud. "Eu estou certo que ela no se importaria se voc tivesse um."
      "Isto  to amvel de voc," o assistente respondeu. "L voc  agora, Tiffany, isto no  bom? Uma bonita rosa de um homem bonito."
      "Muitos homens bonitos do a mim flores. Muitos eles." Ela acariciou as ptalas e se perderam em um pouco de blurry memria.
      "Voc disse que voc era aqui ver sua av?" O assistente iniciado.
      "Sim, est certo. Janine Whittier. Eles disseram a mim no andar de baixo que ela estava no quarto comum."
      "Sim, ela . A senhorita Janine  uma senhora adorvel. Eu estou certo que ela estar contente por ver voc. Se voc precisar de qualquer ajuda, s deixe-me conhecer. Eu brevemente voltarei. Eu sou Emma."
      "Obrigado." E desde que ele no podia estar Emma certa no seria til, ele braceou ele mesmo e debruado at sorrir no rosto da mulher velha. "Era bom para encontrar voc, Senhorita Tiffany. Eu espero ver voc novamente."
      "Bonitas flores. Olhos frios. Olhos mortos. Apodrecida da fruta s vezes brilhante no caroo. Voc no  meu Johnnie."
      "Eu sinto muito," Emma sussurrou, e que tem rodas a mulher velha longe.
      Trapo velho horroroso, Trevor pensou e permitiu ele mesmo aquele tremor antes dele caminhar para o resto do modo no quarto comum.
      Era brilhante, alegre, espaosas. As reas eram sectioned fora para atividades especficas. Existiam telas de parede fixar para uma variedade de programas, mesas organizadas para jogo tocando, visitando, artes, reas de assento para visitar tambm, ou para passarem pelo tempo com livros ou revistas.
      Existiam vrias pessoas em assistncia, e o nvel de barulho lembrou a ele de um coquetel onde as pessoas cessaram bruscamente em grupos e ignoraram a conversa ao redor eles.
      Quando ele hesitou, outro assistente, novamente fmea, veio depois de. "Sr. Whittier?"
      "Sim, eu . . ."
      "Ela est fazendo realmente bem hoje." Ela gesticulou em direo a uma mesa por uma janela ensolarada onde duas mulheres e um homem parecido ser cartas de jogo.
      Ele teve pnico do momento como ele no estava certo que mulher era sua av, ento ele viu aquele deles vestiram um elenco de pele em sua perna certa. Ele seria informado, eternamente, se sua av se feriu.
      "Ela parece maravilhosa.  tal conforto para saber o quo bem ela est sendo cuidar de, e como contedo ela est aqui. Ah,  um dia to bomno to quente quanto era. Voc pensa que eu podia a levar fora nos jardins para um passeio?"
      "Eu estou certo que ela apreciaria isto. Ela precisar de seu medicamento em aproximadamente uma hora. Se voc no voltar, ns enviaremos algum fora para ela."
      "Obrigado." Confiante agora, ele passeou acima da mesa. Ele sorriu, abaixou. "Oi, Vov. Eu trouxe que voc floresce. Rosas rosas."
      Ela no olhou para ele, nem mesmo um olhar, mas manteve seu enfoque nos cartes em suas mos sseas. "Eu tenho que terminar este jogo."
      "Isso est certo." Cadela estpida, ingrata. Ele endireitou, segurando a caixa de flores como ele assistiu seu cuidadosamente seleciona e toca um carto.
      "Gim!" A outra mulher velha gritada em uma surpreendentemente forte, afiance voz. "Eu repelir as calas voc novamente." Ela estende sua mo na mesa e teve sua parceiro jurando.
      "Assista aquele idioma, voc cabra velha." O vencedor girado em sua cadeira para estudar Trevor como o homem cuidadosamente contou pontos. "Ento voc  neto do Janine. Primeira vez eu vi voc. Estado aqui um ms agora, e no viu que voc visita. Eu estou s em por seis semanas." Ela bateu levemente o elenco de pele. "Esquiando acidente. Minha neta entra toda semana, como mecanismo de relgio. O que est errado com voc?"
      "Eu estou muito ocupado," ele disse coldly, "e eu no acredito em que isto  alguma de sua preocupao."
      "Noventa e seis meu ltimo aniversrio, ento eu gosto de fazer tudo minha preocupao. O filho e nora do Janine entram duas vezes por semana, s vezes mais. Muito ruim voc est to ocupado."
      "Vamos, Vov." Ignorando o intrometido, Trevor deitou suas mos atrs de cadeira do Janine.
      "Eu posso caminhar! Eu posso caminhar perfeitamente bem. Eu no preciso ser arrastado ao redor."
      "S at que ns cheguemos do lado de fora, nos jardins." Ele a quis fora, e depressa, ento ele deitou a caixa branca atravs de seu colo e apontou sua cadeira em direo  entrada. "No  muito quente fora hoje, e bom e ensolarado. Eu aposto que voc podia usar o ar fresco."
      Apesar da limpeza do lugar, as inundaes de dinheiro que entraram em manter isto, todo Trevor podia cheirar era a decadncia de idade e nusea. Girou seu estmago.
      "Eu no terminei de contar meus pontos."
      "Isso est certo, Vov. Por que voc no abre seu presente?"
      "Eu no estou marcado para um entrar os jardins agora," ela disse, muito justamente. "No est em meu horrio. Eu no entendo esta mudana." Mas seus dedos se preocupou o topo fora da caixa como ele a guiou no elevador.
      "Oh, eles so adorveis! Rosas. Eu nunca tive muita sorte com rosas no jardim. Eu sempre plantei pelo menos uma roseira onde quer que ns ramos. Lembre, mel? Eu tive que tentar. Minha me teve o jardim mais bonito de rosa."
      "Eu aposto que ela fez," Trevor disse sem interesse.
      "Voc precisa ver isto que uma vez." Ela era animada agora, e alguma da beleza ela uma vez reivindicaria brilhado. Trevor no viu isto, mas ele notou os cravos de prola em suas orelhas, os sapatos caros de nata suave-couro colorido. E pensamento do desperdcio.
      Ela continuou a suavemente golpe as ptalas rosas. Aqueles que viu eles passarem viram prazer da mulher velho delicado nas flores, e o homem bonito, bem vestido jovem que tem rodas ela.
      "O quo velho era voc, beb? Quatro, eu penso." Radiante, ela levou um dos longos-belezas originadas fora da caixa para cheirar. "Voc no lembrar, mas eu fao. Eu posso lembrar muito claramente. Por que eu no posso lembrar ontem?"
      "Porque ontem no  importante."
      "Eu tive meu cabelo feito." Ela afofou nisto, girando sua cabea do lado lateral para exibir-se a Auburn enrola. "Voc gosta disto, beb?"
      "Parece bom." Ele decidiu, naquele mesmo lugar, que at milhes em diamantes no induziriam ele para tocar naquele cabelo antigo. O quo velha a bolsa era de ossos de qualquer maneira? Ele fez o math, s para ocupar sua mente, e ficava surpreendida por perceber ela era mais jovem que a cadela na mesa de jogo.
      Parecido mais velho, ele decidiu. Parecida antiga porque ela era um luntico.
      "Ns voltamos, que uma vez ns voltamos." Ela movimentou sua cabea decisivamente. "S por algumas horas. Eu faltei minha me tanta que quase quebrou meu corao. Mas era inverno, e as rosas no estavam florescendo, ento voc no chegou a ver eles novamente."
      Ela deitou um rosebud contra sua bochecha. "Eu sempre plantei um jardim, um jardim de flor onde quer que ns fomos. Eu tive que tentar. Oh,  brilhante!" Ela voz quivered como ele empurrou a cadeira. " muito brilhante fora aqui."
      "Ns entraremos na sombra em s um minuto. Voc sabe quem eu sou, Vov?"
      "Eu sempre soube quem voc era. Era duro, to duro para voc continuar mudando, mas eu sempre soube quem voc era, beb. Ns mantivemos um ao outro seguro, no ?" Ela voltou atrs, batida levemente sua mo em seu.
      "Certo." Se ela quisesse pensar que ele era seu pai, isso era bom. Melhor, de fato. Eles tiveram um vnculo entre eles diferentemente de quaisquer outros. "Ns mantivemos um ao outro seguro."
      "s vezes eu posso apenas lembrar. Entra e fora, como um sonho. Mas eu posso sempre ver voc, Westley. No, Matthew. No, no, Steven." Ela alarga uma respirao aliviada como ela trancou sobre o nome. "Steven agora, por muito tempo agora. Isto  que voc quis ser, de forma que  quem voc . Eu estou to orgulhoso de meu menino."
      "Voc lembra da ltima vez que ele nos achou? Meu pai? Voc lembra da ltima vez que voc o viu?"
      "Eu no quero conversar sobre isto. Machuca minha cabea." E sua cabea rodada do lado lateral como ele que tem rodas ela caminho abaixo, longe de outros. "Est tudo bem aqui? Ns somos seguros aqui?"
      "Perfeitamente seguro. Ele foi. Ele est morto morto, longo."
      "Eles dizem," ela sussurrou, e era claro que ela no era segura.
      "Ele no pode machucar voc agora. Mas voc lembra daquela ltima vez que ele veio? Ele veio de noite, para a casa em Ohio."
      "Ns pensaramos que ns ramos seguros, mas ele veio. Eu nunca deixaria ele machucar voc. No importa o que ele faz para mim, at quando ele me bater, mas ele no tocar em voc. Ele no machucar meu beb."
      "Sim. Sim." Jesus, ele pensou, recupere- isto. "Mas que tal aquela ltima vez, em Ohio? Em Columbus."
      "Isso era a ltima vez? Eu no posso lembrar. s vezes eu penso que ele veio mas era um sonho, s um sonho ruim. Mas ns tivemos que ir de qualquer maneira. No podia tomar uma chance. Eles disseram que ele estava morto, mas como podia eles saber? Ele disse que ele sempre acharia voc. Ento ns tivemos que correr.  hora de correr novamente?"
      "No. Mas quando ns estvamos em Columbus, ele veio. De noite. No ?"
      "Oh Deus, ele estava s l. L na porta. Nenhum tempo para correr. Voc era assustado, voc segurou minha mo to apertada." Ela voltou atrs novamente, mo do Trevor apertado at os ossos esfregaram junto. "Eu no deixaria voc com ele, nem mesmo por um minuto. Ele pegaria voc longe se ele pudesse. Mas ele no quis voc, no ainda. Um dia, ele diria a mim. Um dia eu procuraria e voc se seria. Eu nunca acharia voc. Eu no podia deixar ele levar voc, beb. Eu iria nunca, nunca deixe ele machucar voc."
      "Ele no fez." Trevor moeu seus dentes com impacincia. "O que aconteceu a noite que ele veio para a casa em Columbus?"
      "Eu pus voc para a cama. Pijama de Frodo. Meu pequeno Senhor dos Anis. Mas eu tive que despertar voc. Eu no sei o que ele teria feito se eu recusasse. Eu trouxe voc no andar de baixo, e ele deu a voc um presente. Voc gostou disto, voc era s um pouco menino, mas quieto, voc era assustado dele. 'No tocar,' ele disse, 'mas s para manter. Um dia poderia valer a pena algo.' E ele riu e riu."
      "Qual era isto?" Excitao danada em cima espinha do Trevor. "O que ele deu a mim?"
      "Ele mandou embora voc. Voc era muito jovem para o interessar ainda. 'Volte para a cama, e se importe o que eu digo. Mantenha isto com voc.' Eu posso ainda o ver de p l, sorrindo aquele sorriso horrvel. Talvez ele teve uma arma de fogo. Ele poderia ter. Ele poderia ter."
      "Mantenha o que?"
      Mas ela estava alm dele, ela voltava cinqenta anos no medo. "Ento era apenas do dois de ns. S com ele, e ele pe sua mo em minha garganta."
      Ela alcanou em cima com sua prprio como sua respirao gaguejada. "Talvez isto seria o tempo que ele me mataria. Um dia ele me mataria, se eu no continuasse correndo. Um dia ele levaria voc me, se ns no escondssemos. Eu devia ir para a polcia."
      Ela balled um punho, thumped ele na caixa. "Mas eu estou muito com medo. Ele nos matar, mate ns ambos se eu for para a polcia. O que eles podiam fazer, o que? Ele  muito esperto. Ele sempre disse. Ento  melhor para esconder."
      "S diga a mim sobre aquela noite. Que uma noite."
      "Aquela noite. Aquela noite. Eu no esqueo. Eu posso esquecer ontem, mas eu nunca esqueo. Eu posso o ouvir dentro de minha cabea."
      Ela pe suas mos para suas orelhas. "Judith. Meu nome era Judith."
      Tempo estava correndo fora, ele pensou. Eles vieram para procurando a por logo, dar seu medicamento. Preocupados que eles vieram mais cedo se algum visse ela tendo seu pequeno ajuste, ou ouviu seu sniveling, ele empurrou o caminho abaixo de mais distante de cadeira, mais funda na sombra.
      Ele forou ele mesmo para a tocar, bater levemente seu ombro magro. "Agora, agora. Isso no importa. S que uma noite importa. Voc se sentir melhor se voc disser a mim sobre que uma noite. Eu me sentirei melhor, tambm," ele adicionou, inspirado. "Voc quer que eu se sinta melhor, no faa?"
      "Eu no quero que voc se preocupe. Oh beb, eu no quero que voc tenha medo. Eu sempre cuidarei de voc."
      "Est certo. Diga a mim sobre a noite, a noite em Ohio, quando ele veio e me trouxe um presente."
      "Ele olhou para mim com aqueles olhos frios horrveis. V em frente e corra, corra tudo que voc quer, eu s acharei voc novamente. Se o menino no teve o presente com ele quando ele nos achou novamente, ele nos mataria. Ningum j nos acharia. Ningum j conheceria. Se eu quisesse ficar vivo, se eu quisesse o menino para ficar vivo, eu faria exatamente o que ele disse. Ento eu fiz. Eu corri, mas eu fiz o que ele disse no caso de que ele nos achou novamente. Ele voltou? Em meus sonhos ele continuou nos achando."
      "O que ele trouxe, condena isto?" Ele deu a cadeira uma sacudida maligna, ento veio a si para empurrar seu rosto perto de sua. "Diga a mim o que ele trouxe."
      Seus olhos foram largos e vtreos. "A escavadora, a escavadora amarelo claro. Manteve isto na caixa, anos e anos na caixa como um segredo. Voc nunca tocou com isto. Ento voc pe isto em sua estante. Por que voc quis isto na estante? Para mostrar a ele que voc fez o que ele disse a voc?"
      "Voc est certo?" Ele agarrou seus ombros agora, a armao delicada com seus ossos magros e frgeis. "Voc  goddamn certo?"
      "Eles disseram que voc estava morto." Sua cor foi cinza, sua respirao pequena e severo. "Eles disseram que voc estava morto, mas voc no . Eu soube, eu soube que voc no estava morto. Eu vejo voc. No um sonho. Voc voltou. Voc nos achou novamente.  hora de correr. Eu no deixarei voc machucar meu beb. Tempo para correr."
      Ela lutou, e sua cor foi de cinza at perigosamente vermelho. Trevor deixa seu empurro ele atrs, e assistiu dispassionately como ela ganhou seus ps. As rosas derramadas fora da caixa, espalhado acima do caminho. Olhos selvagens, ela partir em corrida de um engatar. Ento ela tropeou, caiu gostou de uma boneca flcida nas flores coloridas e deitou ainda no fluir sol.
      
      
    30.
      
      A Eve enfrentou o mesmo recepcionista em escritrios do Dix, mas o procedimento movido junto em um passo muito mais vivo. A mulher levou olha se para Eve cruzando o salo de entrada e veio para a ateno em sua cadeira.
      "Detetive Dallas."
      "Tenente." A Eve levantou seu distintivo para refrescar a memria da mulher. "Claro mim para nvel do Chade Dix."
      "Sim, claro. Imediatamente." Ela olha lido rapidamente de um lado para outro de rosto da Eve para do Peabody como ela passou sem tocar segurana. "O escritrio do Sr. Dix est ligado"
      "Eu sei onde est," Eve interrompida, e andou a passos largos para o elevador.
      "Parece bom para atingir medo nos coraes de todas as pessoas?" Peabody perguntou-se. "Ou ele somente sente?"
      "Parece bom e somente. Voc chegar l um dia, Peabody." A Eve deu um amparar de ombro do Peabody bate levemente. "Voc chegar l."
      " ambio da minha vida, senhor." Eles entraram. "Voc no est figurando Dix  parte deste."
      "Sujeito esconde um fistful de diamantes em um caminho de brinquedo onde eles potencialmente se sentaram para metade de um sculo? Nada me surpreenderia. Mas no, Imaginao de faltas de Dix. Se ele tem a coisa, ou tem conhecimento de seu local,  provavelmente um ferro. Se Dix soube sobre os diamantes e quis mais info, ele preso para Samantha Gannon, Romeo Tocado e bombeou ela para mais dados em vez de girar seus dedos polegares enquanto ela cessou bruscamente isto. Nenhuma necessidade para Tina Cobb como ele teve acesso a lugar do Gannon e pde ter procuras de uma dzia de conduzido enquanto eles estavam ainda um artigo."
      "Ela no teria dito a ele sobre Judith e Westley Crew, ainda que eles ficassem um artigo."
      "No. Um levantar-se da Samantha. D sua palavra, mantm isto. Dix, entretanto, ele  um choro. O livro tomou enfoque da Samantha fora dele, ento ele  aborrecido com o livro. Ela consegue jogo de mdia e conversa de coquetel sobre isto, ento ele  aborrecido com ela. Os diamantes, at onde ele est preocupado, so nada alm de uma fantasia fofa, e eles o incomodaram. Mas ele  o vnculo direto entre Trevor Whittier e o Gannons. Ele  a toro de destino que trouxe isto para uma cabea."
      Eles foram embora para o elevador onde o assistente esperto estava esperando. "Tenente, Detetive. Eu sinto muito, Sr. Dix no est no escritrio neste momento. Ele teve um fora de encontrar e no  esperado de volta para outra hora."
      "Contacte ele, chame ele."
      "Mas"
      "Enquanto isso, eu preciso de seu escritrio."
      "Mas"
      "Voc quer que eu consiga uma autorizao? Um que seu nome em tem junto com seu, ento voc enlata ambos gastar alguns o centro da cidade de horas neste dia brilhante, ensolarado?"
      "No. No, claro que eu no fao. Se voc pudesse acabava de dar a mim um pouco de idia da natureza de negcios voc"
      "Qual era a natureza de meus negcios ltima vez?"
      A mulher passou sem tocar sua garganta, olhou de relance em Peabody. "Ela disse o assassinato."
      "Mesmo v." Sem esperar para consentimento, Eve encabeada na direo de escritrio do Dix. O assistente subido em seus saltos de sapatos.
      "Eu permitirei a voc do lado de dentro, mas eu insisto em estar presente o tempo inteiro. Eu no posso s dar a voc livrar rdea. Sr. Dix lida com muito material confidencial."
      "Eu sou s aqui para tocar com seus brinquedos. Chame ele."
      A mulher destrancada as portas, ento marchada diretamente para escrivaninha do Dix usar seu 'vnculo para fazer o telefonema. "Ele no est respondendo. Est transferindo para seu correio de voz. Sr. Dix, isto  Juna. O tenente Dallas est no escritrio. Ela insiste em falar com voc imediatamente. Se voc pudesse retornar para meu telefonema O MAIS RPIDO POSSVEL e deixava-me saber como voc quer prosseguir. Eu estou chamando de seu vnculo de escritrio. No toque nisto!"
      Ela voz eriado como Eve alcanada para um dos mecnicos caminhes. At a Eve de olhar fixo fresco atirou em seu ombro no penetrou.
      "Eu quero dizer isto, Tenente. A coleo do Sr. Dix  muito valiosa. E ele  muito particular sobre isto. Voc pode ser capaz de ter-me tirado para o distrito policial ou casa da estao ou qualquer que voc chama isto, mas ele pode me despedir. Eu preciso deste trabalho."
      Para aplacar a mulher, Eve enganchada seus dedos polegares em seus bolsos de costas. "Algumas destas coisas uma escavadora, Peabody?"
      "Aquele pequeno l." Peabody usou um puxo de seu queixo para apontar. "Mas  muito pequeno, e est vermelho. No ajusta descrio do Whittier."
      "Que tal esta?" Eve alcanada, parando s uma polegada de comovedora como a respirao do assistente compreendeu um grito magro.
      "Isto  umo que voc chama istopuma? Leo de montanha? Bobcat!" Ela exclamou. " chamado um bobcat, e no pergunte a mim por que. E existe um pumper thingeecaminho de bombeiroe, modo gelados, uma fora de-lanadeira de planeta e um airtram. Veja, ele pegou eles instalar em categorias. Cultive mquinas, transportes areos, transportes modos, equipamento de construo, todos os-terrenos. Olhe para todos os pequenos pedais e controles. Aw, olhe para o pouco enfardador de feno. Minha irm tem uma em sua fazenda. E existe pequenas pessoas de fazenda para montar isto."
      Certo, talvez no era s uma coisa de sujeito. "Isto  doura real. Talvez ns devamos nos acabvamos de sentar no cho aqui e tocamos com todos os bonitos brinquedos em vez de gastarmos nosso tempo tentando pegar o mdio velho assassinando bastardo."
      "S olhando," Peabody disse debaixo de sua respirao. "Para averiguar que o objeto em questo no est neste local."
      Eve girada para o assistente. "Este o lote?"
      "Eu no sei o que voc quer dizer."
      "Isto  o todo de coleo do Sr. Dix?"
      "Oh no. Sr. Dix tem uma das colees mais extensas no pas. Ele tem estado colecionando desde que ele era uma criana. Isto  s uma amostragem; Ele mantm o mais valioso em sua casa. Ele est at emprestado algum dos pedaos mais raros para museus. Vrios de seus pedaos eram includos em um show nos Encontrados dois anos atrs."
      "Onde est ele?"
      "Como eu disse, ele tem um fora de encontrar. Ele devia voltar"
      "Onde?"
      Agora o assistente suspirou. "Ele est almoando com clientes no Quarto Vermelho, em Trinta-tero."
      "Ele chama em, voc diz que ele fique onde ele est."
      ***
      Dix j terminou sua reunio e estava apreciando um martini ps-almoo. Ele foi agradado ver nome do Trevor estala em seu 'vnculo ident como a reunio descer. E encantou estirar o almoo de negcios tediosos em uma reunio de divertido pessoal.
      Suficiente que ele ignorou o telefonema de seu escritrio. Ele mereceu uma fratura depois que a manh ele ps em.
      "No podia ter timed ele melhor," ele disse a Trevor. "Eu era preso com um par de sufocante velho-liners com mais dinheiro que imaginao. Eu gastei noventa minutos que escuto eles lamento sobre impostos e honorrios de corretagem e o estado do mercado." Ele provou uma gordura, gim-soaked azeitona.
      Tecnicamente, sua reabilitao proibiu lcool. Mas inferno, um martini no era Zoner ou poppers, pelo amor de Deus. E, como Trevor assinalou, ele mereceu uma indulgncia pequena. "Eu sou mais que pronta para uma fratura."
      Eles se sentaram no escuro-paneled, vermelho-almofadado bar do restaurante. "No teve uma chance de conversar com voc muita na festa de jantar a outra noite. Voc saiu cedo."
      "Negcios de famlia." Trevor encolheu os ombros e sorveu em seu prprio martini. "O trabalho solicita ao homem velho."
      "Ah. Eu sei como isso vai. Voc ouviu sobre esta baguna com Samantha? Eu no podia conversar sobre qualquer outra coisa na noite toda. Todo mundo estava me importunando para detalhes."
      Trevor schooled seu rosto em um perplexo em branco. "Samantha?"
      "Meu ex. Samantha Gannon."
      "Oh. Certo, certo. Longo ruiva. Voc divide?"
      "Histria antiga. Mas o Polis vem para meu escritrio, cadela da cavalariana da tempestade. Samantha est em viagem, registre excurso. Voc lembra disto, certo? O livro ela escreveu sobre aquele diamante velho heist e sua famlia?"
      "Est todos voltando para mim. Fascinando realmente."
      "Consegue mais. Enquanto ela foi, algum arromba seu lugar e mata seu amigo. Andrea Jacobs. Nmero quente."
      "Cristo, que mundo."
      "Voc disse isto. Uma vergonha de maldio sobre Andrea. Voc teve que gostar dela. O Polis esto por toda parte me." O orgulho de lnguido no tom teve Trevor que sorri em seu bebida.
      "Acima de voc? No diga a mim o morons pensou que voc teve qualquer coisa para fazer com isto."
      "Aparentemente. Eles chamam isto rotina, mas eu fui este perto de chamar um advogado." Ele ergueu sua mo, pondo seu dedo polegar e dedo indicador junto. "Mais tarde, eu ouo Samantha est limpando menina se conseguiu morto, tambm. Voc pode apostar eu vou ter que apresentar um libi para aquele, tambm. Idiota Polis. Jesus, eu at no conheci Sam est limpando menina. Alm disso, eu pareo com um pouco de psicsico? Voc deve ter ouvido sobre tudo isso.  por toda parte das notcias."
      "Eu tento para no assistir aquele tipo de coisa. Deprimente, e ele no tem nada a ver comigo. Queira outro?"
      Dix olhou de relance em seu vidro vazio. Ele no devia, realmente. Mas . . . "Por que o inferno no? Voc est para trs."
      Trevor sinalizou para outro bebida para Dix, sorrido como ele ergueu seu martini apenas tocado. "Eu pegarei em cima. Que Samantha tem que dizer sobre tudo isso?"
      "Eu no posso conversar com ela. Voc pode bater isto? Ela foi incommunicado. Ningum sabe onde o inferno ela est."
      "Algum deve," ele countered.
      "No uma alma de maldio. O dinheiro esperto diz que o Polis conseguiu seu escondido em algum lugar." Scowling, ele cutucou seu vidro vazio de lado. "Provavelmente consiga outro livro de maldio fora disto."
      "Bem, ela lega superfcie logo o bastante. Enquanto isso, eu quis conversar com voc sobre um pedao que eu vendi voc alguns meses atrs. A balana-modelo escavadora, aproximadamente 2000."
      "Pedao bonito, condio principal. Eu no sei como voc desfez-se disto." Ele sorriu abertamente como ele contou tempo abaixo para o segundo bebida com algumas nozes de coquetel. "At para o preo voc scalped mim."
      "Isto  apenas da coisa. Eu no tive nenhuma idia quando eu vendi isto que recebia para meu pai por seu pai. Quando eu o vi a outra noite, o homem velho educou isto. Sentimental blah, blah, blah. Ele quer vir depois de e ver isto, entre algum do outros. Eu no tive o corao para dizer a ele que eu vendi isto."
      "Bem . . ." Dix levantou seu bebida fresco. "Voc fez."
      "Eu sei, eu sei. Eu comprarei isto atrs para o preo cheio, e adicione um kicker. Eu no quero uma crise grande, feio de famlia acima dele assim vale a pena ele para mim."
      "Eu gostaria de ajudar voc, Trev, mas eu realmente no quero vender isto."
      "Olhe, eu dobrarei o que voc pagou a mim por isto."
      "Dobro." Olhos cintilados do Dix acima da beira de seu vidro. "Voc deve realmente querer evitar uma crise de famlia."
      "Paga manter o homem velho feliz. Voc sabe sobre sua coleo."
      "E inveje isto," Dix admitiu.
      "Eu posso provavelmente o conversar fora de uns pedaos."
      Considerando, Dix mordeu uma azeitona fora de sua colher de aperitivo. "Eu estou procurando por um bem driller. Aproximadamente 1985. O artigo eles fizeram nele em Balana-Modelo que Mag disse que ele teve um, principal."
      "Eu pegarei isto para voc."
      Dix fez um som em algum lugar entre interesse e negao. Trevor enrolou sua mo em um punho, imaginado ramming ele repetidas vezes naquele rosto satisfeito consigo mesmo at o sangue despejado.
      Ele desperdiou suficiente tempo.
      "Certo, ento me faa um favor. Deixe-me obter emprestado isto por uma semana. Eu pagarei a voc mil para o uso disto, e eu conseguirei o bem driller, fao voc um bom negcio nisto." Quando Dix no disse nada, s continuado a gim de gole, Trevor sentiu sua rixa de controle. "Para causa do fuck, voc faz um principal para nada."
      "No fique tranado. Eu no disse no. Eu estou s tentando figurar seu ngulo. Voc at no gosta de seu pai."
      "Eu no posso permanecer o filho estpido de uma cadela, mas ele no est bem. Ele pode s ter alguns remanescer de meses."
      "No cague?"
      Ida com a idia, Trevor trocou em sua cadeira, debruada em. "Ele descobre que eu vendi aquele pedao, ele vai soprar. Como ele permanece, eu herdo a coleo. Ele descobre sobre este, ele provavelmente deixar isto para um pouco de museu. Isso acontece, eu no poderei vender voc alguns dos pedaos principais, no ? Eu perco, voc perde, amigo."
      "Quando voc puser isto aquela modo . . . Uma semana, Trev, e ns vamos escrever este. Os negcios  negcios, especialmente quando estiver entre amigos."
      "Nenhum problema. Termine seu bebida e ns iremos pegar isto agora."
      Dix verificou sua unidade de pulso. "Eu estou realmente atrasado voltando para o escritrio."
      "Ento voc ser mais atrasado e mil mais ricos."
      Dix ergueu seu vidro em um brinde. "Bom ponto."
      ***
      A Eve  Comunicador sinalizou como ela caou para um estacionamento localiza em Trinta-tero. "Dallas."
      "Baxter. Ns conseguimos um puxo aqui."
      "Algum no usa transporte pblico ou s fica o inferno casa!" Aborrecido com o trfico, o meio-fio emperrado, ela chicoteou acima de, sacudida em cima sua A TRABALHO luz e ignorou as exploses de chifres. Estacionou em fila dupla, ela empurrou um dedo polegar em Peabody sair. "Que puxo?"
      "Acabou de conseguir um telefonema da instalao de cuidado onde a me do Whittier est vivendo. Ela caiu ou desmaiou. Tomou um cabealho em um canteiro."
      "Ela ruim?" A Eve perguntou como ela subiu sobre sair curbside em lugar de arriscar vida e membro saindo a porta lateral do motorista.
      "Batida em cima sua cabea, de que eu estou conseguindo, talvez fraturado seu cotovelo. Eles conseguiram seu estabilizado e sedados, mas Whittier e sua esposa ambos querem ir ver por eles mesmos."
      "Deixe eles ir, tenha uns uniformes que voc escolhe leva eles e vara com eles."
      "Existe mais. Aqui  o kicker. Ela no estava do lado de fora passeando caminho de jardim abaixo s. Seu neto pagou a ela uma visita."
      "Filho de uma cadela. Ele  com ela agora?"
      "Bastardo foi embora, deixada ela deitando l. No disse qualquer um. Ele registrou, Dallas. Registrou, trazidas suas flores, conversados com um par dos assistentes. Ele soube que existia um registro de que ele estando l, mas ele decolou. Os uniformes voc enviou fora o faltou por uma boa metade hora."
      "Eu quero o lugar bloqueado, procurou."
      "J em desenvolvimento."
      "Deixou ele mesmo aberto." Ela balanou no restaurante. "Ele sabe o que ele est procurando por agora e onde achar isto. Ele no se importa com deixar caminhos. Voc precisar tomar o Whittiers, lide com a cena l. Eu tenho uma linha em algo aqui. Eu voltarei para voc."
      "Ele deixou ela deitando l," Peabody repetiu.
      "Ela  sortudo que ele no tomou o tempo ou dificuldade para a terminar. Ele pegou o prmio em suas vises. Ele mover rpido agora. Chade Dix," ela disse para a anfitri de restaurante. "Onde  sua mesa?"
      "Eu imploro seu perdo?"
      "No aborrea, eu estou com pressa." Eve bateu seu distintivo no pdio. "Chade Dix."
      "Voc podia ser mais indiscreto?" A anfitri exigida, e empurrou o distintivo de volta em Eve.
      "Oh sim. Queira ver?"
      A anfitri tocou uma seo em sua tela de reserva. "Ele estava em mesa quatorze. Tem sido virado."
      "Consiga-me seu servidor. Condene isto." Andando ao lado, Eve arrancada fora seu 'vnculo e chamou escritrio do Dix. "Ele voltou?"
      "No, Tenente, ele est correndo um pouco tarde. Ele no retornou para meu telefonema ainda."
      "Quando e se, eu quero imediatamente ouvir." A Eve quebrou a conexo e girada para o garom jovem, brutalmente regular. "Voc viu Dix, mesa quatorze, parta?"
      "Mesa para trs, dois deles saram junto sobre uma metade hora atrs. Um sujeito de sujeito que pagoutomou um direito de telefonema como a comida era liquidao. Desculpou ele mesmo. Ele subjugou em direo aos sanitrios pblicos. Eu ouvi ele diz que ele encontraria algum no bar em dez. Soado feliz sobre isto."
      "Este bar?"
      "Sim. Eu vi ele examinar cuidadosamente, consiga uma mesa."
      "Obrigado."
      A Eve trabalhou sua passagem as mesas na seo de bar, esquadrinhou a rea. Ela impediu cotovelo da garonete. "Existia um sujeito aqui. Ao redor de trinta. Mais ou menos seis ps, um e oitenta, cabelo escuro, aparncia mdia, menino de cartaz olha."
      "Certo. Martini de gim, extra seco, trs azeitonas. Voc acabou o de faltar."
      "Ele era com qualquer um?"
      "Mquina de sonho longo, magro. Cabelo loiro escuro, grande terno. Nursed metade de um martini para o outro dois do sujeito. Sado junto talvez cinco, dez minutos atrs."
      A Eve ligou seu salto de sapato e carregado para a porta. "Consiga casa endereo do Dix."
      "J em diante isto," Peabody disse a ela. "Voc quer puxar Baxter e Trueheart atrs?"
      "No, tome muito tempo para conseguir eles de volta, esvazie o Whittiers." Pomba de Eve no carro, balanadas suas pernas longas acima de. "Isto podia se transformar em uma situao de refm em um dedo estala."
      "Ns no podemos estar certo eles so rumo a casa endereo do Dix."
      " melhor suposio. Etiqueta Feeney e McNab. Ns pediremos mais auxlio se virar feio." Desde que ela era hemmed em por trfico, ela emperrou o veculo em um diretamente vertical, smacked sirenas e descascadas fora em uns um e oitenta seis ps fora do cho. "Leste superior, no ?"
      "Sim, eu consegui isto aqui. Goddamn sucky navi sistema." Peabody amaldioou, rapped seu punho na coliso e teve o mapa que estremece em lugar atravs do pra-brisa.
      "Voc est fazendo progresso, Detetive."
      "Aprendido do melhor. Sexto  sua melhor aposta. Jeez, assista o carro de deslizamento."
      Ela faltou isto por umas boas duas polegadas, e usaram o em-vnculo de coliso para contactar Roarke. "Acredita-se que suspeito esteja encabeando para residncia do Chade Dix, com Dix," ela comeou a prembulo. "Ns acreditamos em que ele seja aprendido o local dos diamantes. Baxter e Trueheart esto a meio caminho para Ilha Longa com o Whittiers. Feeney e McNab esto sendo etiquetados. Dependendo de como esta sacudidas, eu poderia ser capaz de usar um perito de segurana, at um civil. Voc  mais ntimo que Feeney."
      "O que  o endereo?"
      Peabody gritou isto e agarrado sobre a vara de galinha em sua porta. "HORA PREVISTA DE CHEGADA seja cinco minutos, a menos que ns acabemos uma sujeira no pavimento antes daquele."
      "Eu estarei l."
      A Eve esmurrou isto em cima Sexto, tecendo ao redor veculos com motoristas muito teimosos ou muito estpidos para fazer modo para as sirenas. Ela era forada a estrondo os freios para evitar ceifar abaixo uma turba de pedestres que surgiram em uma interseo no sinal de PASSEIO.
      Eles fluram por, ignorando o grito de sirenas e a exploso maligna de amaldioar que ela despejou fora sua janela aberta. Com exceo de um homem velho grisalho que tomou o tempo para dar seu o dedo.
      "Deus ama New Yorkers," Peabody comentou quando seu corao dado a bater novamente. "Eles s no do um cagar."
      "Se eu tivesse tempo, eu conseguiria Trfico para arrastar em todo ltimo daqueles puxes. Goddamn isto!" Ela rammed para vertical novamente, mas este tempo o carro s estremeceu, agitou uma polegada fora da moda e solta novamente com um baque.
      "Ns seremos claros em um minuto."
      "Ele vai o conseguir do lado de dentro. Ele vai o conseguir dentro do apartamento. Uma vez que ele faz . . ."
      ***
      Bairro residencial, Trevor saldou o txi em dinheiro. Aconteceu para ele a caminho em cima com Dix murmurando um pouco embriagadamente ao lado dele que ele no poderia ser capaz de sair da cidade, fora do pas imediatamente e ele j sairia demais de uma trilha.
      O Polis j entrevistou e despediu Chade bom velho, ento eles eram improvveis para aborrecer com ele novamente a qualquer hora logo. Mas no existia qualquer ponto em deixar uma trilha de crdito em um txi para porta da frente do Dix.
      Isto era mais esperto. Quinze minutos, vinte, ele sairia com milhes. Ele passearia direito pelo porteiro e quarteiro abaixo, pegue um txi e levante seu carro do lote em De trinta quintos.
      Ele precisou de tempo para voltar para seu prprio lugar, levante seu passaporte e alguns essentials. E ele quis alguns minutos, pelo menos alguns, admirar os diamantes no isolamento de sua prpria casa. Depois disto, ele desapareceria. Simples suficiente.
      Ele planejou todo j. Ele desapareceria, no diferentemente de Samantha Gannon fez os ltimos dias, mas com um grande negcio mais estilo.
      Uma lanadeira privada para a Europa, onde ele alugou um carro com uma forjada ID em Paris e dirigiu ele mesmo para a Blgica e um negociante de pedra precioso ele achou pelo subterrneo. Ele teve mais que suficiente dinheiro para aquela perna da viagem, e uma vez que ele vendeu alguns dos diamantes, ele teria bastante mais para o resto.
      Outra transao em Amsterd, uma viagem para Moscou para um terceiro.
      Riscando seu modo de ponto para apontar, usando vrias identificaes, venda a preo baixo os pedras preciosos aqui e lnunca muitos de cada vezat, em seis meses talvez, eles eram liquified e ele podia viver a vida que ele sempre mereceria viver. 
      Ele exigiria um pouco de rosto esculpindo, o qual era uma vergonha como ele gostou de seu rosto bastante. Mas sacrifique tido que ser feito.
      Ele teve seu olho em uma ilha nos Mares Sul onde ele podia viver como um rei. Como um fucking deus, no que diz respeito a esse assunto. E existia uma cobertura excitante e palaciana no suntuoso fora de-planeta Olympus Recorre que o adaptaria muito bem como um pied-terre A.
      Ele iria nunca, nunca tenha que pagar servio de lbio para as regras novamente. Nunca tenha que se prostrar para seu sniveling pais, finja um interesse em parentes obnxios da sua me ou gaste todas aquelas horas tediosas toda semana em um pouco de caixa de um escritrio.
      Ele estaria livre, como ele era querido para estar livre. Reivindicando seu legado legtimo em longo, longo ltimo.
      "Escritrio de maldio novamente."
      Trevor sintonizou ver Dix frowning em seu buzinando vnculo de bolso.
      "Atarraxe eles." Trevor deitou mo de um conter em do Dix. "Deixe eles esperar."
      "Sim, atarraxe eles." Com o gim corredio por sua circulao sangnea, Dix riu, soltou o 'vnculo de volta em seu bolso. "Eu sou muito condeno indispensvel, eu terei que erguer meus honorrios."
      Ele passeou no edifcio ao lado de Trevor. "De fato, eu penso que eu tomarei o resto do dia fora de. Deixe outra pessoa corrida na roda durante algum tempo. Sabe, eu no tive umas frias em trs meses. Nariz de Fricking para o fricking rebolo."
      Ele usou seu passcode para acessar o elevador. "Voc sabe como ."
      "Est certo." Como Trevor andou no elevador com ele, seu corao comeou a tropear ligeiramente em seu trax.
      "Festa de jantar hoje  noite. Janeiro e Lucia. Voc indo fazer isto?"
      Isso tudo pareceu to insignificante para ele agora, to suave, to pequeno. "Chateou."
      "Eu ouo isto. Consiga assim  a mesma coisa, dia aps dia. Mesmas pessoas, mesma conversa. Mas voc precisa fazer algo. Podia usar um pouco excitao entretanto, algo diferente. Algo inesperado."
      Trevor sorriu como eles andaram fora do elevador. "Cuidadoso o que voc deseja," ele disse, e riu e riu como Dix destrancado sua porta.
      ***
      A Eve gritada para uma parada fora de Dix est construindo. Ela estava fora do carro com seu distintivo levantou antes do porteiro poder estalar uma objeo.
      "Chade Dix."
      "Ele acabou de entrar. Mais ou menos dez minutos atrs, com um companheiro. Eu tenho medo que voc no possa estacionar"
      "Eu vou precisar de uma fotocpia azul do edifcio e do apartamento."
      "Eu no posso ajudar voc "
      Ela o corta fora de simplesmente levantando uma mo, e examinou como Roarke parou. "Eu preciso das fotocpias azuis, e eu preciso de sua segurana para fechar os elevadores, bloqueie as escadarias em todo cho. Roarke." Ela empurrou sua cabea, sabendo que ele conseguiria resultados mais rpidos. "Converse a conversa. Peabody, vamos conseguir aquele auxlio."
      Ela arrancou fora seu Comunicador contactar seu chefe e o notificar da situao.
      Quando ela estava acabada, ela estava pronta para conferir com McNab e Feeney no escritrio de segurana. O diagrama do edifcio estava em cima em tela.
      "Ns enviamos um uniforme at as outras unidades neste cho. Ns determinamos o que outros inquilinos esto em residncia e movem eles fora rpidos e quietos. Ento ns fechamos cho abaixo novamente. Faa que acontea," ela disse para Peabody.
      "Sim, senhor."
      "Emergncia evac na unidade do Dix, aqui." Ela bateu um dedo na tela. "Isso pode estar fechado hermeticamente deste local?"
      "Certo." Feeney empurrou um dedo polegar em direo a McNab o pr aquele detalhe.
      "Ele no estar indo em qualquer lugar," Eve declarada. "Conseguiu ele bloqueado, conseguiu ele encaixotado. Mas isso no ajuda Dix. Ns esperamos e Whittier permanece desavisado de nossa presena, talvez ele s sai, mas chances so que ele mata Dix, toma seu prmio, ento tenta caminhar. Isto  seu estilo, isto  seu padro. Ns nos mudamos, ns temos um civil no crosshairs. Ns deixamos Whittier sabe que ns estejamos aqui e ele est fechado hermeticamente, ele pegou um refm."
      "Tem que ser vivo para ser um refm."
      Ela encontrou Feeney  olhar. "Sim, mas ele no tem que ficar aquele modo. Grande lugar," ela continuou, estudando o diagrama do apartamento. "Pego do Chade ele mesmo um grande-traseiro lugar. No dizendo onde eles esto nisto."
      "Eles entraram ntimo," Feeney lembrou a ela. "Talvez ele toma o brinquedo, deixa Dix vivo."
      Ela agitou sua cabea. "A preservao prpria vem para primeiro. Dix  muito grande um risco, ento ele tem que o eliminar. Mais fcil fazer isto agora. Ele  morto duas vezes antes de e cado fora limpo."
      Para melhor absorver o todo disto, ela andou de volta da tela. "Ns lacramos isto, ns lacramos isto em cima apertado. Isole ele. Vamos ir com chamariz primeiro. Entrega. Veja se ns podemos conseguir que Dix abra a porta. Ele abre isto, ns o conseguimos fora, se mude. Ele no faz, ns assumimos que ele est morto ou incapacitado e ns tomamos a porta."
      Ela empurrou em seu cabelo. "Ns trabalhamos em conseguirmos olhos e orelhas l, mas ns tentamos o chamariz agora. Este se transforma em uma situao de refm, voc toma as negociaes?" Ela pediu a Feeney.
      "Eu pegarei instalar."
      "Certo, algum me consegue um pacote. McNab, voc est tocando mensageiro. Eu quero trs do time ttico em cima, posicionou aqui, aqui, aqui." Ela bateu a tela novamente. "Feeney, segurana e os cons esto em voc. McNab, deixa  movimento."
      Ela olhou para Roarke. "Voc pode fosso as fechaduras na porta sem deixar qualquer um dentro de conhecer?"
      "No devia ser um problema."
      "Certa." Ela rolou seus ombros. "Deixe seja pedra."
      
      
    31.
      
      Dentro do apartamento, Dix sugeriu outro bebida. "Desde que eu estou soprando fora do dia, eu poderia tambm fazer isto que vale a pena."
      Calculando, Trevor assistiu ele sair uma batedeira de martini. O porteiro viu ele vir do lado de dentro. Os discos de segurana mostrariam a ele entrando. Se ele precisasse de tempo um pouco extra, poderia ser sbio para fixar a fase para um acidente. lcool na circulao sangnea, um deslize no banheiro? Ele podia e seria ido antes deles achar o corpo. Ganhe um pouco mais de um pra-choque enquanto eles investigaram o que apareceria, na superfcie, ser uma queda bbedo.
      Meu Deus, ele era inteligente. Seu av no estaria orgulhoso?
      "No no diria no para um bebida. Eu realmente gostaria de ver o pedao."
      "Certo, certo." Dix o acenou fora de enquanto ele se misturou bebidas.
      Ele podia enviar uma mensagem de texto de vnculo do Dix para seu escritrio, Trevor decidiu. Deixe ele para transmitir dez minutos depois que ele deixou o edifcio. A segurana e o porteiro ambos verificariam sua sada se for necessrio, e a mensagem apareceriaat que eles cavaram mais fundo parater sido enviados por Dix ele mesmo, vivo e bem, e s em seu apartamento.
      Deus estava nos detalhes.
      Ele podia o bater fora, em qualquer lugar, ento carro ele no banho, angular ele, deixe ele cair de forma que sua cabea bate o canto da tina, diga.
      Os banheiros eram armadilhas da morte, afinal.
      "O que  a piada?" Dix perguntou como Trevor comeou a rir.
      "Nada, nada. Pequeno momento privado." Ele tomou o vidro. Suas impresses no importariam. De fato, todos os melhores que eles aparecem em um vidro. Bebida bom, socivel com um amigo. No tentando esconder uma coisa.
      "Ento, o que est errado com seu pai?"
      "Ele  um anal-retentivo, duro-necked, desaprovando otrio."
      "Um pouco severo, vendo quando ele est morrendo."
      "O que?" Trevor amaldioou ele mesmo  medida que ele lembrou. "Estando morto no muda o que ele . Eu no estou tocando o hipcrita acima disto. Desculpe ele est doente e tudo aquilo, mas eu preciso viver minha prpria vida. O homem velho j est tido seu, como ."
      "Jesus." Com um metade risada, Dix bebeu. "Isto est frio. Eu tenho assuntos com meu pai. Inferno, quem no faa Mas eu no posso imaginar s encolher os ombros isto fora de se eu soubesse que ele iria chutar. Bonito jovem para tomar o deslizamento, no ?" Ele squinted como ele tentou lembrar. "No pode ter batido at setenta ainda. O sujeito est s cruzando em seu principal."
      "Ele j no tem sido principal." Porque ele o divertiu, Trevor prolongado o conto. A mentira era quase to diverso quanto enganando, e enganando veio muito perto de roubar. Matando no deu bastante a mesma pressa. Era muito condenava sujo. Era mais de umas necessidades-ser-tipo para acabada de tarefa. Mas ele estava comeando a acreditar em que ele apreciaria concluir Dix.
      "Algum negcio gentico," ele decidiu. "Sua me passou por isto para ele. O filho de uma cadela provavelmente passou por isto para mim. Um pouco de vrus de crebro ou feliz caga. Ele ir tolo antes dele chutar. Ns teremos que colocar o no lugar em alguma gaiola de pelcia para mental defectives."
      "Deus, Trevor, isto  realmente spero." Um vislumbre do homem Samantha Gannon apreciou adicionado pela nvoa de gim. "Eu sinto muito. Realmente desculpe. Olhe, esquea o dinheiro. Eu no soube que era algo como este. Eu no sentiria direito tomando dinheiro para o emprstimo quando voc tem tudo isso em sua cabea. S para manter isto limpo, eu pararei um jornal, um recibo, mas eu no posso tomar qualquer dinheiro para isto."
      "Isto  grande de voc, Chade." Melhorou e melhor. "Eu no quero aproveitar-se de condolncia."
      "Olhe, esquece isto. Seu pai pegou um anexo sentimental para o pedao, eu consigo isto. Eu sou o mesmo modo que eu mesmo. Eu no podia apreciar possuir isto se eu pensasse sobre ele estando chateado, dadas as circunstncias, que era vendido a preo baixo. Quando, ah, o resto da coleo vem para voc, e voc quer descarregar qualquer disto, s me mantenha em mente."
      "Isto  uma promessa. Odeie cortar isto pequeno, mas eu realmente devia conseguir mudana."
      "Oh, certo." Dix drenou o ltimo de seu bebida, economize o vidro. "Aparea de volta para o quarto de exibio. Sabe, a razo eu tomei este apartamento era para este quarto. O espao, a luz. Samantha costumava dizer que eu era obcecado."
      "Ela  seu ex, o que voc se importa o que ela costumava dizer?"
      "Falte ela s vezes. No achou qualquer outro que me interessa metade tanto  medida que ela fez. Converse sobre obsesses." Ele parou, blocagem a entrada. "Ela conseguiu to embrulhado naquele livro que ela no podia pensar sobre qualquer outra coisa. No quis sair, apenas notado se eu estivesse ao redor. E o que  o grande negcio? S um refazer de histrias de famlia, e aquele bullshit sobre diamantes. Quem se importa? Podia ser mais ontem?"
      Sim, Trevor pensou, seria um prazer para matar este tedioso moron. "Voc nunca sabe o que lega massas de suco gente de classe inferior."
      "Voc est dizendo a mim. A coisa  vender como era a nova Palavra do Senhor. Voc era bonito interessado," ele lembrou. "Voc j leu que copia que eu passei por voc?"
      "Esquadrinhado por isto." Outra razo para corte esta linha, ele lembrou ele mesmo. E depressa. "No era to constrangedor quanto eu pensei que seria. Como voc disse,  ontem. Eu estou um pouco apertei por tempo agora, Chade."
      "Desculpe, desviou." Ele girou em direo  porta de vidro cauterizado largo. Por ele Trevor podia ver as prateleiras flutuantes, os gabinetes pretos brilhantes todo forrado ou cheio com brinquedos e jogos antigos. "Mantenha isto bloqueado e passcoded. No confie o servio de limpeza."
      A luz de fechadura continuada a piscar vermelho, e a voz informada do computador que ele ele entrou em um incorreto passcode.
      " disso que eu embarco em trs martinis. Espere um segundo."
      Ele reentrou enquanto Trevor permaneceu vibrando atrs dele. Ele tem manchada o brilhar escavadora amarela, estacionada lmina-em cima em uma larga, flutuando estante.
      "Voc vai precisar de uma caixa para isto," Dix comentou como ele rekeyed. "Eu mantenho alguns armazenaram no armrio de utilidade fora da cozinha. Um pouco de enchimento l, tambm."
      Ele pausou, apoiou-se na porta de vidro at Trevor imaginou bater sua cabea contra isto. "Voc vai ter que prometer retornar isto na mesma condio, Trev. Eu conheo cuidadoso do seu pai, e voc tem uma coleo decente voc mesmo, ento voc sabe o quo importante ."
      "Eu no estarei tocando na sujeira com isto."
      "Eu realmente fiz aquele quando eu era uma criana. No pode acreditar nisto agora. Ainda tem uns caminhes e um do primeiro modelo airbuses. Bunged em cima bonito ruim, mas valor sentimental l."
      A luz foi para verde, e as portas deslizaram aberto. "Poderia tambm conseguir o efeito cheio. Luzes em cheias."
      Eles relampejaram em, iluminou as prateleiras quase invisveis de acima de e abaixo. Os brinquedos brilhantemente pintados brilhados brilhantes como jias com seu rubi reds, blues de safira, ambers e esmeraldas.
      Trevor  olhar rasto, e ele notou o larga curvada janela, sem tela de isolamento. Casualmente, ele cruzou acima de, como se estudando a coleo, e verificou as janelas no edifcio ao lado.
      Screened. Ele no podia estar certo, no cem por cento certamente no existia algum no outro lado examinando. Ele teria que certificar-se Dix estava fora de viso quando ele o derrubar.
      "Estado colecionando desde que eu tinha dez anos. Seriamente desde que eu era mais ou menos vinte, mas nos ltimos cinco anos eu realmente posso favorecer eu mesmo. Voc v isto? Cultive seo.  um elevador, Rplica de John Deere em ao apertado  uma-dcima sexta balana. Aproximadamente 1960. Condio de hortel, e eu paguei uma hortel para isto, mas ele valia a pena isto. E este aqui . . ." Ele tomou alguns passos, balanou. "Whew. O gim foi para minha cabea. Eu vou agarrar um pouco de SoberUp. Procure."
      "Espere." Isso no faria, no por isso. Trevor quis o lcool, e bastante isto, em seu sistema. Adicionado a aquele, a deteriorao de faria isto mais simples para o matar. "O que  este pedao?"
      Era suficiente desenhar interesse do Dix, ter ele trocar direo e mover s fora da linha de viso da janela lateral. "Ah, departamento de jogo," Dix disse alegremente. " um pinball mquina, verso de brinquedo de tamanho, tema de beisebol. Aproximadamente 1970. Valer a pena mais na caixa original, mas existe algo para ser dita para o fato que viu um pouco ao."
      "Hmm." Trevor girou ao redor, sorriu abertamente amplamente. "Agora, isto  um inferno de um pedao."
      "Qual?" Dix girou tambm. "Na seo militar?"
      Trevor deslizou seu basto de acordeo de seu bolso. "O tanque?"
      "Oh sim, isto  uma jia."
      Como Dix tomou um passo, Trevor estalou seu pulso para estender o basto. Ele balanou isto em cima em um arco, ento diminuiu isto atravs da parte de trs de crnio do Dix.
      Dix caiu como Trevor o posicionou, longe das prateleiras e fora da linha de viso da janela desprotegida.
      "Gastos este muito tempo em sua companhia," Trevor disse como ele tirou um leno e meticulosamente limpou a batuta letal, "eu descobri algo que eu s suspeitei previamente. Voc  um unbearably tedioso geek. O em melhor situao do mundo sem voc. Mas primeiras coisas primeiras."
      Ele andou acima do corpo, em direo ao brinquedo que uma vez tinha sido do seu pai. Como ele alcanou, a campainha zumbiu.
      Seu corao no saltou, mas ficou como afianou como teve quando ele fraturou crnio do Dix. Mas ele girado ao redor, e calculado. Para ignorar istoe como ele quis ignorar isto, tomar o que era seu e via afinalseria um engano.
      Eles foram vistos entrar no edifcio, montando em cima no elevador. Em um edifcio como isto existiria mquinas fotogrficas de segurana nos corredores fora de. Ele teria que reconhecer quem estava na porta e despedia eles.
      Mais irritado que intranqilo, ele correu para responder a convocao. Ele se empenhou a tela de segurana primeira e estudou o homem jovem magro em um olho-chamuscando camisa rosa coberto com rvores da palma purprea. O homem pareceu chateado e estava mastigando o que pareceu ser um chumao de punho de tamanho de gengiva. Ele levou uma bolsa de fecho espesso. At como Trevor assistiu, o homem soprou uma bolha o tamanho de um planeta pequeno e bateu a cigarra novamente.
      Trevor sacudiu no intercomunicador. "Sim?"
      "Entrega para Dix. Chade Dix."
      "Deixe isto l."
      "No pode fazer. Precise de um sig. Vamos, amigo, eu preciso voltar em meu cavalo e passeio."
      Cauteloso, Trevor alargou sua viso. Ele viu o purpreo skinpants, as botas areas rosas. Onde estas pessoas conseguiram seus guarda-roupas? Ele agarrou as fechaduras, ento desenharam sua mo atrs.
      No valia a pena o risco. Existiria muitas perguntas se ele aceitasse um pacote, se ele assinasse nome do Dix, ou seu prprio, no que diz respeito a esse assunto.
      "Deixe isto com a no andar de baixo escrivaninha. Eles assinaro. Eu estou ocupado."
      "Eh, amigo"
      "Eu estou ocupado!" Trevor estalou, e desembaraados o intercomunicador. Ele assistiu, s para estar certo, e zombou como o mensageiro sacudido em cima seu dedo mediano e sado de viso.
      Satisfeito, ele desligou a tela. Estava na hora de ele aceita sua prpria entrega especial, longo vencido e no pago.
      ***
      "Feche os cons e telas," Eve ordenou Feeney por seu Comunicador. "Ns teremos que tomar a porta."
      "Fechando eles."
      Ela girou para McNab. "Trabalho bom. Eu teria comprado isto."
      "Se isso era Dix e ele no estavam debaixo de compulso, ele teria aberto a porta." McNab desenhou sua arma da bsica de sua espinha e holstered ele em seu lado.
      "Sim. Cuide das fechaduras," ela disse a Roarke. "As armas em aturdem," ela ordenou o time. "Eu no quero que um refm tirado. Segure fogo at que meu comando. Peabody e eu entramos primeiro. Voc toma o direito. McNab, voc  remanescente. Voc, voc, voc, abane fora, segunda onda. Eu quero esta porta assegurada atrs de ns. Roarke?"
      "Quase l, Tenente." Ele era abaixado, delicadamente desarmando fechaduras e alarmes com ferramentas to magras quanto linhas.
      Ela se agachou ao lado dele, abaixada ela voz. "Voc no est entrando."
      "Sim, eu no acredito em que eu ouvi meu nome em hoje formao."
      Ela suspeitou que ele era ilegalmente armadoe que ele provavelmenteseria discreto sobre isto. Mas ela no podia justificar o risco. "Eu no posso tomar um civil pela porta at o suspeito seja contido. No com este muitos Polis ao redor."
      Ele trocou seu olhar e aqueles olhos de laser azuis encontrados sua. "Voc no precisa explicar ou tentar suprimir at meu ego infame."
      "Bom."
      "E voc est em."
      Ela movimentou a cabea. "Voc  um sujeito  mo para ter ao redor. Agora ande de volta assim ns podemos tomar este otrio."
      Ela soube que era duro para ele fazer s isto, sair do caminho enquanto ela foi pela porta. Whittier era quase certamente armado, e ele mataria sem vacilao. Mas Roarke endireitou, mudado-se do time.
      Ela lembraria disto, ela pensouou ela tentaria lembrar daquelequando coisas ficadas aquecidas entre eles como eles tenderam a fazer. Ela lembraria a se isto, quando ele importou para ela, ele andou de lado assim ela podia fazer seu trabalho.
      "Feeney? Emergncia evac?"
      "Desce. Ele  encaixotado."
      "Ns estamos na porta. Peabody?"
      "Pronto, senhor."
      Com sua arma em sua mo direita, Eve aliviou a porta insegura abrir com sua esquerda. Com um aceno com a cabea afiado, ela inicializou isto, entrou baixo e rpido.
      "Polcia!" Ela varreu, olhos e arma, como Peabody descascou  direita e McNab entrou por detrs e atirou partido. "Trevor Whittier, isto  a polcia. Este edifcio  cercado. Todas as sadas so bloqueadas. Termine, mos ao alto e por completo viso."
      Ela usou sinais da mo para dirigir seu time para outras reas, outros quartos como ela moveu adiante.
      "Voc no chegou nenhum lugar para ir, Trevor."
      "Fique de volta! Eu o matarei. Eu tenho um refm. Eu tenho Dix, e eu o matarei." Ela levantou um punho fechado, sinalizando seu time para parar, segurar posies, ento aliviado em torno do canto. "Eu disse que eu o matarei."
      "Eu ouvi voc." A Eve ficou onde ela estava, examinando as portas de vidro aberto. A luz reluziu no brinquedo-enfeitadas prateleiras e no sangue smeared no cho branco.
      Trevor se sentou no centro disto, o prmio ele matou para ao lado dele. Ele teve pescoo do gancho de brao ao redor Dix, e uma faca para sua garganta.
      Os olhos do Dix foram fechados, e existia sangue no cho caso contrrio imaculado. Mas ela podia ver a subida e queda sutil de trax do Dix. Vivo ento. Ainda vivo.
      Eles pareceram com dois meninos enormes que tocaram s um pouco muito duro e spero.
      Ela manteve sua arma treinou e fixa. "Parea com que voc j fez. Mate ele."
      "Ele est respirando." Trevor cavou o ponto da faca em carne, esculpindo uma fatia rasa. Sangue pingado acima da lmina. "Eu posso mudar isto, e eu irei. Derrube aquela arma."
      "Isto  minha linha, Trevor. Existem dois modos que voc pode deixar este quarto. Voc pode deixar isto caminhada, ou ns podemos levar voc."
      "Eu o matarei primeiro. Ainda que voc me aturde, eu terei tempo para racha sua garganta. Voc sabe isto, ou voc teria me batido j. Voc quer o manter vivo, voc atrs fora. Voc atrs fora agora!"
      "Mate ele e a nica coisa eu derrubar  voc. Voc quer morrer hoje, Trevor?"
      "Voc quer que ele morra?" Ele empurrou Dix  voltar, e ativo ligeiramente, Dix gemeu. "Se voc no passar sem tocar este lugar,  disso que vai acontecer. Ns comeamos a negociarmos, e ns comeamos agora. Atrs fora."
      "Voc tem assistido muitos vids. Voc pensa que eu vou lidar com voc acima de um civil nico que provavelmente vai morrer de qualquer maneira dos olhares de coisas? Agarre alguma realidade, Trev." Ela sorriu quando ela disse isto, largo e branco. "Eu consegui retratos em minha cabea das duas mulheres que voc matou. Iria justo fucking faz meu dia para terminar voc. Ento v em frente, termine ele."
      "Voc est blefando. Voc pensa que eu sou estpido?"
      "Sim, realmente. Voc est sentando l no cho tentando me conversar em negociar quando voc estiver segurando uma faca, e eu tenho isto  mo pequena coisa. Voc sabe o que eles fazem quando eles esto em cheios? No  bonito. E eu estou conseguindo um pouco cansado desta conversao. Voc quer morrer acima de um caminho de brinquedo, sua escolha."
      "Voc no tem nenhuma idia o que eu tenho. Claros os outros fora. Eu sei que existimos outros l fora. Limpe eles, e ns conversaremos. Eu farei voc o negcio de toda vida."
      "Voc quer dizer os diamantes." Ela deu um rpido, rude bufe. "Jesus, voc  estpido. Eu dei a voc crdito demais. Eu j tenho eles, Trevor. Isto  uma planta. Instala voc. Eu instalar voc e usei aquele palhao para isca. Trabalhado como um charme.  s um brinquedo velho, Trevor, e voc apaixonou-se por isto."
      "Voc est deitando!" Existia choque agora, e existia raiva, claro em seu rosto.
      Como sua cabea chicoteada ao redor em direo ao caminho amarelo claro, e sua mo de faca abaixou uma frao, Eve atirou um fluxo em seu ombro direito. Seu brao spasmed, e a faca caiu de seu agitando dedos.
      At como seu corpo empurrada atrs em reao, ela era atravs do quarto, com sua arma apertada para sua garganta. "Nossa, voc me pegou. Eu estava deitando."
      Ela estava contente que ele era consciente, contente ela podia ver isto pia. As lgrimas de ira juntada nos cantos de seus olhos como ela o arrastou claro de Dix.
      "Contido do suspeito. Fique mdico aqui!" Deu sua uma satisfao escura para o sacudir sobre sua barriga, arrastar suas mos atrs para as restries.
      Ela esteve sobre os diamantes, mas no sobre os retratos em sua cabea. "Andrea Jacobs," ela disse em um sussurro, perto de sua orelha. "Tina Cobb. Pense sobre eles, voc desprezvel fuck. Pense sobre eles para o resto de sua vida miservel."
      "Eu quero o que sou meu! Eu quero o que perteno a mim!"
      "Ento fez eles. Voc tem o direito de permanecer mudo," ela comeou, e o sacudiu de volta acima de assim ela podia assistir seu rosto enquanto ela o l seu direitos.
      "Voc conseguiu tudo aquilo?"
      "Eu quero um advogado."
      "L voc vai, sendo previsvel." Mas ela quis alguns momentos com ele primeiro. Ela examinou seu ombro onde o mdico techs estava lendo Dix para transporte. "Como ele est fazendo?"
      "Conseguiu uma boa chance."
      "Isso no tem muito prazer em notcia, Trev? Voc pode s conseguir um golpe de assassinato tentado em este aqui. Isto no  nenhum grande depois dos dois primeiros graus. O que  alguns anos tacked sobre duas condies vitalcias de qualquer maneira?"
      "Voc no pode provar qualquer coisa."
      Ela se debruou fecha. "Sim, eu posso. Conseguiu voc com ambas as armas de assassinato. Realmente aprecie seu trazendo eles ambos junto hoje."
      Ela vigiou seu caminho de olho para onde o Peabody estava ensacando o basto.
      Inclinada atrs novamente, ela deitou sua mo na escavadora, forou o recuo disto suavemente. "Voc realmente figura eles esto aqui? Todas aquelas pedras brilhantes? Ser uma piada em voc, no iria isto, se seu av puxou um rpido. Talvez isto  s brinquedo da criana. Tudo que voc fez, todos os anos voc pagar por seria para nada. Voc j considera isto?"
      "Eles esto l. E eles so meus."
      "Que assunto de um ser de debate, no ?"  toa, ela trabalhou a alavanca que educou a lmina. "Bonito freaking arrogante dele passar por esta para uma criana. A suposio voc assemelha-se a ele."
      "Era brilhante." Existiam advogados, ele pensou. Seu pai pagaria pelo melhor. "Melhor que uma abbada. Eles no fizeram exatamente o que ele disse a eles? At depois que ele estava morto, eles mantiveram isto."
      "Levou-me l. Voc quer que eu diga a voc onde voc no estava brilhante? Direito desde o comeo. Voc no fez sua lio, Trevor, no pontilhou todo do seu i. Seu av no teria sido to malfeito. Ele teria conhecido Samantha Gannon teve uma casa-baby-sitter. Aqueles diamantes deslizaram por seus dedos o momento que voc pe aquela faca para garganta do Andrea Jacobs. Mais cedo realmente. Ento matana Tina Cobb em local de trabalho do seu pai."
      Ela apreciou assistir seu rosto ir cinza em choque. Era pequeno sua, ela admitiu, mas ela apreciou isto. "Isso era malfeito, tambm. Voc acabou de precisar de uma pouco mais de premeditao. Leve ela acima de Nova Jersey, diga. Piquenique romntico no bosque, consiga o que voc precisou dela, leve ela, enterre ela." Eve encolhida os ombros. "Mas voc no achou isto."
      "Voc no pode localizar suas costas para mim. Ningum sempre serra" Ele corta ele mesmo.
      "Ningum j viu voc junto? Errado. Eu consegui uma testemunha ocular. E quando Dix terminar disto, ele dir a ns como ele conversou com voc sobre livro do Gannon. Seu pai preencher o branquear, testemunhando como ele disse a voc sobre seu av, sobre os diamantes."
      "Ele nunca testemunhar contra mim."
      "Viva da sua av." Ela viu seus olhos chamejarem. "Ele  com ela agora, e ele conhece que voc deixou sua me, a mulher que gastou sua vida tentando o proteger, provendo a sujeira como lixo. O que teria custado voc? Quinze minutos, uma metade hora? Voc pede ajuda, toque o neto preocupado, dedicado. Ento voc escapa. Mas ela no valia a pena at tanto esforo de voc. Quando voc pensar sobre isto, ela estava ainda protegendo seu filho. S este tempo, ela o protegeu de voc."
      Ela ergueu a escavadora, segurou isto entre eles. "A histria repete. Voc vai pagar, apenas do modo seu av pago. Sabe, apenas do modo que ele soube, que aqueles diamantes grandes, brilhantes esto para sempre fora de seu alcanar. Qual  pior? Eu pergunto-me. A gaiola ou o conhecer?"
      Ela chegou a seus ps, olhado fixamente abaixo nele. "Ns conversaremos novamente logo."
      "Eu quero ver eles."
      A Eve levantou o caminho, dobrou isto debaixo de seu brao. "Eu sei. Registre ele," ela ordenou, e passeou longe enquanto Trevor a amaldioou.
      
      
    Eplogo
      
      No era o que ela chamaria procedimento normal, mas pareceu certo. Ela podia at fazer um caso para lgico. As precaues e medidas de segurana tiveram que ser tomadas, e papelada arquivada. Como todas as festas eram cooperativas, a fita vermelha era mnima.
      Ela teve um total de quarto de civis em quarto de conferncia Uma, Central de Polcia. Bastante Polis, tambm. Seu time investigativo estava todo presente, como era o chefe.
      Tinha sido sua idia para alertar a mdiaque era o lado poltico que a se cansou, embora ela entendeu o razoamento. Entendendo ou no, ela teria uma maldio apertar conferncia para lidar com posteriormente.
      No momento, os ces de caa de mdia estavam esfriando seus saltos de sapatos, e apesar do nmero das pessoas no quarto, estava muito quieto.
      Ela ps nomes para rostos. Samantha Gannon, claro, e suas avs, Laine e Max, que permaneceram mos de propriedade.
      Eles olharam ajuste, ela pensou, e pedra fixa. E unificada. O que isso era? Ela perguntou-se. Para mais de metade de um sculo junto e ainda tem tem, ainda precisa que conexo?
      Steven Whittier e sua esposa estavam l. Ela no soube exatamente o que esperar que misturando aqueles dois elementos, mas s vezes pessoas surpreenderam voc. No sendo morons ou assholes, que nunca a surpreenderam. Mas sendo decente.
      Max Gannon agitou mo do Steven Whittier. No foradamente, mas com calor. E Laine Gannon beijou sua bochecha, e se debruou em murmurar algo em sua orelha que causou olhos do Steven nadar.
      O momentoa decncia daquele momentoqueimou garganta da Eve. Do seus olhos Roarke encontrado, e ela viu sua reao refletida neles.
      Com ou sem jias, um crculo fechou.
      "Tenente." Whitney movimentou a cabea para ela.
      "Sim, senhor. A Nova York Policia e Departamento de Segurana aprecia sua cooperao e sua assistncia aqui hoje. Aquela cooperao tem, em uma parte muito grande, ajudado este departamento em concluso este caso. As mortes de . . ."
      Ela teve muito especfico, declaraes muito diretamente-forradas preparadas. Ela deixa eles ir, e disseram o que entraram em sua mente.
      "Jerome Myers, William Young, Andrea Jacobs, Tina Cobb. Suas mortes nunca podem ser resolvidas, s a investigao naquelas mortes pode ser resolvida.  o melhor que ns podemos fazer. Qualquer que eles fizeram, quem eles eram, suas vidas foram tomadas, e existe nunca uma resoluo para assassinar. Os oficiais neste quarto Chefe de Whitney; Capito Feeney; Detetives Baxter; McNab; Peabody; O oficial Trueheartfez o que pode ser feito para solucionar o caso e achar a justia para os mortos. Isto  nosso trabalho e nosso trabalho. Os civis aquio Gannons, o Whittiers, Roarkedeu tempo, cooperao e percia. Por causa disto, seja feito, e ns partimos."
      Ela tomou a escavadora da caixa que ela tem no lacrado. Tinha sido esquadrinhado, claro. Ela j veria o que estava nele em tela. Mas isto, ela soube, era pessoal.
      "Ou neste caso, ns recuamos. Sr. Whittier, para o registro. Este objeto foi determinado ser sua propriedade. Voc deu permisso escrita para ele ser desmantelado. Isto  correto?"
      "Sim."
      "E voc concordou em fazer este desmantelando voc mesmo neste momento."
      "Sim. Antes de eu . . . eu gostar de dizer, se desculpar por"
      "No  necessrio, Steven." Laine quietamente falou, sua mo quieta pego em do Max. "O tenente Dallas  certo. Algumas coisas nunca podem ser resolvidas, ento ns podemos s fazer nosso melhor."
      Declarao nada, ele movimentou a cabea e levantou as ferramentas na mesa de conferncia. Enquanto ele trabalhou, Laine falou novamente. Sua voz era acendedor agora, como se ela determinasse erguer o humor.
      "Voc lembra, Max, sentando na mesa da cozinha com aquele cachorro cermico tolo?"
      "Eu fao." Ele trouxe seu juntou-se mos para seus lbios. "E aquele maldio piggy banco. Tudo que ele levou era uns golpes do par com um martelo. O lote mais trabalha envolvido aqui." Ele bateu levemente ombro do Steve.
      "Voc era um policial antes," Eve pe em.
      "Antes da virada do sculo, ento eu fui privado. No imagine isto  tudo to diferente. Voc ficou brinquedos e ferramentas mais lisas, mas o sempre sido do trabalho o trabalho. Se eu nascesse algumas dcadas mais tarde, eu teria sido um e-homem." Ele sorriu abertamente em Feeney. "Ame ver sua instalao aqui."
      "Eu estaria contente por dar a voc uma excurso pessoal. Voc ainda est trabalhando privado, no ?"
      "Quando um caso me interessar."
      "Eles quase sempre fazem," Laine pe em. "Uma vez que um policial," ela disse com um risada.
      "Diga a mim sobre isto," Roarke concordou.
      Os pedaos de metal movido para a mesa e cortam conversao.
      "Existe enchimento do lado de dentro." Steve passou sem tocar sua garganta. " claro suficiente para pegar isto." Mas ele afastou a mesa. "Eu no quero fazer isto. Sra. Gannon?"
      "No. Ns fizemos nossa parte. Todos ns.  negcios de polcia agora, no ?  para Tenente Dallas agora. Mas eu espero que voc far isto rpido, ento eu posso respirar novamente."
      Para resolver o assunto, Eve ergueu o corpo destacado do caminho, alcanado em arrastar fora o enchimento. Ela deitou isto na mesa, puxou isto separadamente e levantaram a bolsa nested do lado de dentro.
      Ela abriu a bolsa e despejou as pedras em sua mo.
      "Eu realmente no acreditei nisto." Samantha alarga uma respirao presa. "At afinal isto, eu realmente no acreditei nisto. E eles esto a."
      "Afinal este tempo." Laine assistiu como Eve gotejou o reluzir diamantes sobre a bolsa. "Meu pai teria rido e riu. Ento tentado figurar como ele podia palmar um par deles a caminho fora a porta."
      Peabody afiou em, e Eve deu seu um momento para arregalar antes dela a acotovelar de volta. "Eles precisaro ser verificados, autenticado e avaliado, mas"
      "Mente?" Sem esperar, Roarke arrancou um, tirou um loupe de seu bolso. "Mmm, espetacular. Primeira gua, cheio-corte, mais ou menos sete quilates. Provavelmente no valor de duas vezes o que era quando era guardado. Existir todos os tipos de manobras interessantes e complicadas, eu imagino, entre a companhia de seguro e os herdeiros dos donos originais."
      "Isto no  nosso problema. Ponha isto atrs."
      "Claro, Tenente." Ele deitou isto com o outros.
      ***
      Eve Levou mais que uma hora para conseguir pelo frenesi de alimentao da mdia. Mas ele no a surpreendeu por achar Roarke em seu escritrio quando era feito. Ele era dado em sua cadeira, seu elegantemente calou ps em sua escrivaninha enquanto ele fiddled com seu PPC.
      "Voc tem um escritrio de seu prprio," ela lembrou a ele.
      "Eu fao, sim, e ele tem um grande negcio mais ambiente que seu. Ento novamente, um carro de metr condenado tem mais ambiente que seu. Eu assisti seu turno de mdia," ele adicionou. "Trabalho bom, Tenente."
      "Minhas orelhas esto tocando. E os nicos ps que deveriam estar em minha escrivaninha so minhas." Mas ela deixou seu l, sentado no canto.
      "Isto  duro no Whittiers," ele comentou.
      "Sim.  uma linha dura que eles desenharam. Eu acho que no  fcil, qualquer que seja as circunstncias, girar suas costas para seu filho. Jnior no est indo para viver  custa de Mame e papai para seus honorrios legais. Ele est afundando, a distncia toda abaixo, e eles tm que assistir isto."
      "Eles o amaram, deu a ele uma boa casa, e ele desperdiou isto. Sua escolha."
      "Sim." As imagens de Andrea Jacobs e Tina Cobb segurou em sua cabea um momento, ento ela coloca no lugar eles. "S responda uma pergunta, nenhum bullshit. Voc no trocou aquele diamante, no ?"
      "Voc telegrafou?" Ele disse com um sorriso.
      "Condene isto, Roarke."
      "No, eu no troquei o diamante. Podia ters por diverso, claro, mas voc consegue to cruz sobre aquele tipo de coisa. Eu penso que eu comprarei voc um par deles entretanto."
      "Eu no preciso"
      "Yammer, yammer, yammer," ele disse com uma onda de sua mo, e teve seus olhos indo enorme. "Venha para se sentar em meu colo."
      "Se voc pensar que isto  at uma possibilidade distante, voc precisa de profissional imediato ajudar."
      "Ah bem. Eu vou comprar alguns daqueles diamantes," ele continuou. "Eles precisam do sangue lavado deles, Eve. Eles podem s ser coisas, como Laine Gannon disse, mas eles so smbolos, e eles deviam ser uns limpos. Voc no pode solucionar morte, como voc disse. Voc faz o que voc pode. E quando voc vestir as pedras que custo todas aquelas vidas, eles sero limpos novamente. Eles sero uma espcie de distintivo que diz algum suportou as vtimas. Algum sempre quer. E sempre que voc veste eles, voc lembrar disto."
      Ela olhou fixamente para ele. "Deus, voc me consegue. Voc consegue direito do caroo de mim."
      "Quando eu vir que voc veste eles, eu lembrarei disto, tambm. E saiba que algum  voc." Ele deitou um dar sua. "Voc sabe o que eu quero de voc, Querida Eve?"
      "Conversa doce tudo que voc quer, eu estou ainda no sentando em seu colo em Central. Sempre."
      Ele riu. "Outra fantasia quebrada. O que eu quero de voc  os cinqenta anos e mais eu vi entre o Gannons hoje. O amor e compreenso, as memrias de toda vida. Eu quero aquele de voc."
      "Ns temos um ano. Segundo esteja indo bonito bem at agora."
      "Nenhuma reclamao."
      "Eu vou sair do trabalho. Por que ns no ambos os fosso trabalha para o resto do dia"
      "J  metadas e seis, Tenente. Seu turno  acima de qualquer maneira."
      Ela carranca em sua unidade de pulso e viu que ele era certo. "Est o pensado que conta. Vamos ir para casa, ponha um pouco mais de tempo em ano dois."
      Ele tomou sua mo como eles saram para junto. "O que  feito com os diamantes at que eles so virados para quem poderiam ser o dono legal?"
      "Fechado hermeticamente, anotada, esquadrinhada e bloqueada em uma caixa de evidncia que  bloqueada em uma das abbadas de evidncia nos intestinos deste lugar." Ela inclinada ele um olhar. "Boa coisa voc no rouba mais."
      "No ?" Ele atirou um brao amigvel ao redor seus ombros como eles tomaram o deslizamento. "Somente No ?"
      E fundo, fundos debaixo das ruas da cidade, na escurido fresca, quieta, os diamantes esperados para brilhar novamente.
      
      
      
      Sobre o Autor
      
      
      NORA ROBERTS  o nmero-um Nova York Tempos-bestselling autor de mais de cem romances. Existem mais de duzentas milhes de cpias de seus livros impresso.
      J.D. ROBB  o nmero-um Nova York Tempos-bestselling autor de dezessete romances de expectativa romntica futurstica apresentando Tenente Eve Dallas e Roarke.
      NORA ROBERTS e J.D. ROBB compartilha uma casa em Maryland, um marido, e um site da Web que voc pode visitar em www.noraroberts.com.
      
      
      [Sinopse dianteira]
      
      Ela  um autorcom dois nmero-um Tempos de Nova Yorkbestselling carreiras. Como Nora Roberts, ela  "um constantemente entretendo escritor" (EUA Hoje) cujos romances incluem Trs Destinos e Direito inato. Como J.D. Robb, ela oferece "um equilbrio perfeito de expectativa, romance de polcia futurstica processual, e vaporosa" (Editoras Semanais) em tais romances como Retrato na Morte. Agora ela unida suas identidades separada em um rebitar de duas partes inovativo que combina expectativa de irritado e paixoe jornadas romnticas por passadas, presente, e futuro. . . .
      Em parte Um, Nora Roberts nos apresenta para Laine Tavish, sabido para os povos em Buraco dos Anjos, Maryland, como o proprietrio de Lembra Quando, uns tesouros e loja de presente antigo. Eles no tm nenhuma idia que ela costumava ser Elaine O 'Hara, filha do vigarista notrio Grande Jack O 'Hara . . . ou que ela cresceu mudana de lugar de lugar, se ande  frente da lei. Mas passado do Laine acabou a de alcanar. Seu tio perdido longo visitou sua loja, deixando uma advertncia secreta antes de morrer na rua, pare por um carro. Logo posteriormente, Casa do Laine  saqueada. Agora  at ela, e um estranho de enigmtico chamado Max Gannon, descobrir que est a perseguindo, e por que. A resposta fica na cama at tarde uma fortuna escondidasuma fortuna que mudar vida do Laine.
      Em parte Dois, J.D. Robb nos leva para a Cidade de Nova York em 2059, e pe Tenente Eve de Detetive Dallas no caso. O tesouro que Laine e Max buscaram nunca completamente tem sido recupera. E agora outra pessoa est procurando os pedras preciosos perdidos . . . algum que est disposto a matana para eles. Sharp-witted e sensual, Eve  usada para viajar nos cantos obscuros fora da lei, em uma futura onde o crime encontra tecnologia de extremidade cortante. Ela tentar perseguir os diamantes de uma vez por todase pra o perigo e morte que cercaram eles por dcadas.
      Um passeio de excitao de um inovativo aquele romance de misturas atuais e expectativa futursticos, Lembrem Quando  um conto de decepo e segredos, de mulheres fortes e homens fascinantesuma brilhante combinao dos talentos incomparveis dos dois lados de Nora Roberts.
      
      
      [Info da histria de verso e scanner]
      Verso 1.0esquadrinhada, OCR iria e feitio-verificado de cobertura dura primeira edio (ISBN 0-399-15106-0). Isto  a vigsima em minha srie completa de J.D. Robb esquadrinha (bem, dois deles eram novellas, veja "Nota em Srie Numerando" abaixo).
      Os 2.0 de 20 de setembro de 2003 de versorevisem e corrigido por The_Ghiti do primeiro imprimindo (lance data: 15 de setembro de 2003). Vrios erros bvios no original eram corrigidos, como eu considero bookz como novas edies, no meras "reprodues." Se voc achar erros, por favor conserte, nmero de verso de incremento por 0.1 e re-poste, mas por favor refro de mudar a srie numerando.
      
      
      Note em Srie Numerando
      Eu originalmente lancei esta srie com o dois novellas, Meia-noite na Morte (originalmente etiquetada #08, parte da antologia da Noite Muda) e Interldio na Morte (originalmente etiquetada #14, parte da Fora desta antologia Mundial), numerados em com os romances, desde que eles so parte do arco, seus eventos so referidos a em romances subseqentes, e eles encaixam seqenciam em ambas as linha secular de sries ordena como tambm ordem de data de publicao. Em outras palavras, se voc quisesse ler a srie de Eve Dallas, eu pensei que voc apreciaria o novellas.
      Com o "co-escreve" por Nora Roberts (J.D. Nome real do Robb), e o formato inovativo dual, eu pensei que seria melhor eu etiquetar este aqui como #20. O "Eve Dallas" seo do livro  uma menor inovativa que os mdios para os mistrios de Eve Dallas (mais ou menos 80,000 palavras contra mais ou menos 95,000), mas  definitivamente inovativo-comprimento. Ajusta no storyline cronologia logo depois de #19.
      Outro proofreaders, cuja ajuda e trabalho so apreciados, escolheu renumerar a srie quando eles emitiram (thankfully secundrio) atualizaes, desde tradicionalmente estes tipos de antologizaram trabalhos pequenos no ajustarem em seqenciarem entre outros livros em uma srie (eu presumo que isto era seu razoamento). Este tem criada alguma confuso. A correta, e completa, numerando devia ser como siga:
      1. Desnuda na Morte
      2. Gloriar-se a Morte
      3. Imortal na Morte
      4. Rapto na Morte
      5. Formalidade na Morte
      6. Vingana na Morte
      7. Feriado na Morte
      8. Meia-noite na Morte (um novella da Noite Muda)
      9. Conspirao na Morte
      10. Lealdade na Morte
      11. Testemunhe na Morte
      12. Julgamento na Morte
      13. Traio na Morte
      14. Interldio na Morte (um novella de Fora deste Mundo)
      15. Seduo na Morte
      16. Reencontro na Morte
      17. Pureza na Morte
      18. Retrate na Morte
      19. Imitao na Morte
      20. Fora deste Mundo (co-escrito com Nora Roberts, J.D. O nome real do Robbo primeiro metade  um romance/suspense histria; A segunda metade  um mistrio de assassinato relacionado sendo investigado por Eve Dallas, envolvendo a neta do cl do primeiro metade).
      
      
